Sonda da Nasa tira fotos de estrutura misteriosa nos anéis de Saturno

Conforme cientistas, objetos são fragmentos de asteroides ou outros objetos pedregosos de algumas centenas de metros de diâmetro

Durante sua última aproximação com o planeta, sonda Cassini tirou fotografias de objetos extremamente grandes dentro de um anel exterior de Saturno, informa a Nasa.

Segundo astrônomos da Nasa, os anéis de Saturno surgiram devido à destruição do “embrião” de outro planeta nos primeiros dias de existência do Sistema Solar. Como estava muito próximo do planeta gigante, ele foi puxado pelas forças de afluência e desmembrado em “migalhas”. Os fragmentos mais densos foram “comidos” por Saturno e pelo seu satélite Titã, as partes restantes formaram os anéis.

A sonda da Nasa Cassini realiza hoje (27) seu décimo terceiro mergulho pelos anéis do planeta gigante, fotografa de perto o anel F a 8,7 mil quilômetros de distância. Ao mesmo tempo, a sonda irá medir a temperatura da superfície de Encélado — lua de Saturno, onde existe possibilidade de existência de vida no oceano sob a camada de gelo do satélite. Além disso, a sonda buscará traços de outro satélite do planeta gigante, Dione, e irá medir a força do campo magnético dentro dos anéis.

Durante o mergulho anterior nos anéis de Saturno, cujas fotos foram recentemente publicadas pela Nasa, a Cassini aproximou-se do anel F a 8,7 mil quilômetros de distância e tirou fotos de duas estruturas estranhas que “misturam” pó no anel.

Esses objetos, segundo os cientistas, foram descobertos pela sonda Cassini ainda no ano passado, durante um dos primeiros voos de saída para órbita polar. Todavia, as estruturas não foram batizadas oficialmente, mas astrônomos as chamam de F16QA e F16QB.

Conforme os cientistas, os dois objetos são fragmentos de asteroides ou outros objetos pedregosos de algumas centenas de metros de diâmetro. Objetos semelhantes já teriam penetrado nos anéis de Saturno, no entanto, deixaram-nos rapidamente ou destruíram-se devido à gravidade das luas do planeta gigante, localizadas dentro dos anéis ou perto deles.

Se os F16QA e F16QB conseguirem sobreviver ao encontro com a lua Prometeu, poderão completamente mudar aspecto do anel F, cobrindo-o com desenho complicado de “fluxos” de pó que serão entrelaçados uns aos outros devido à interação gravitacional com esses objetos.

O próximo voo da sonda Cassini aos anéis de Saturno está marcado para o início de março. No âmbito dessa aproximação, a sonda irá medir a concentração de hidrogênio e hélio na atmosfera de Saturno e examinar a composição química das suas camadas altas e tirar fotografias de alta qualidade “noturnas” dos anéis. Espera-se presenciar colisão de meteoritos pequenos com matéria dos anéis. Além disso, a sonda da Nasa irá tirar fotos mais detalhadas de Pã, o satélite “regente” de um dos anéis de Saturno, aproximando-se dele a 25 mil quilômetros de distância.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Bomba da Segunda Guerra Mundial é descoberta no leste de Londres

Um representante da polícia municipal informou à edição que os policiais estavam no local verificando a bomba, que não explodiu

Vários edificios da rua Shoreditch High Street, no leste de Londres, foram evacuados depois de uma bomba da Segunda Guerra Mundial ter sido descoberta.

Segundo a entidade de transportes de Londres, a evacuação já terminou e a rua já foi reaberta ao trânsito.

Testemunhas afirmam ter visto várias viaturas da polícia na área onde a bomba foi encontrada e equipas do esquadrão anti-bombas na rua, informou o jornal The Evening Standard. O caso gerou grande repercussão no Twitter.

Uma internauta, Sarah Palmer, postou: “A Shoreditch High street está fechada a partir deste cruzamento até à igreja de Shoreditch. Ao que se sabe, é por medo de uma bomba…”

Um outro internauta escreveu no Twitter: “Quando você vê caminhões antibomba se dirigindo rapidamente a #Shoreditch, você entende que aconteceu algo errado.”

Um representante da polícia municipal informou à edição que os policiais estavam no local verificando a bomba, que não explodiu. Com informações do Sputnik Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Perto de completar três anos, Lava-Jato já revelou R$ 4 bi em propinas

Os delatores Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef se cumprimentam na CPI da Petrobras.

Propina distribuída no posto de gasolina, repassada na paróquia e até escondida na calcinha. Às vésperas de completar três anos no próximo dia 17, a Operação Lava-Jato rastreou pelo menos R$ 4,1 bilhões pagos a políticos, partidos e funcionários públicos — aponta levantamento do GLOBO. Desse total, R$ 577,8 milhões foram comprovados em ações já julgadas em primeira instância na Justiça Federal de Paraná e Rio. Outro R$ 1,7 bilhão faz parte de processos e investigações em andamento, sem sigilo judicial. Para fechar a conta, há mais R$ 1,9 bilhão reconhecido pela Odebrecht, que admitiu ser este o valor pago por subornos apenas no Brasil.

As investigações mostram que o esquema de corrupção abasteceu políticos e partidos de variados matizes e ideologias. Entre os já condenados, há nomes como José Dirceu e André Vargas, do PT; o ex-senador Gim Argello, à época do PTB; Pedro Corrêa, do PP, e Luiz Argôlo, que foi do PP e do SD. Em todos esses casos, a Lava-Jato conseguiu verificar de onde saiu o dinheiro e como foi recebido pelos beneficiários.

Argello, por exemplo, recebeu R$ 7,3 milhões de empreiteiras para que seus executivos não fossem convocados a depor na CPI da Petrobras. Ele pediu que a OAS doasse R$ 350 mil diretamente para uma igreja em Taguatinga (DF), que costumava lhe ajudar a conquistar votos. José Dirceu teve reformas de imóveis pagas com propina.

ENTREGA DE PROPINA EM POSTO DE GASOLINA BATIZOU OPERAÇÃO

Pedro Corrêa recebeu dinheiro em espécie levado por portador do doleiro Alberto Youssef, por entregas feitas por um posto de gasolina em Brasília, o Posto da Torre, que deu origem ao nome Lava-Jato, por ter um sistema de lavagem de carros — e de dinheiro.

Ex-deputado do PP e depois do Solidariedade, Luiz Argôlo era frequentador assíduo do escritório de Youssef, que além de lhe entregar dinheiro adquiriu bens para o político. Youssef contou que teve de pagar até mesmo parte de um helicóptero que o então deputado comprou e não conseguiu quitar. O aparelho acabou sendo colocado em nome de uma das empresas do doleiro, a GFD.

Das propinas destinadas ao PT, já foram identificados pagamentos feitos ao marqueteiro João Santana e a quitação de um empréstimo de R$ 12 milhões feito em nome de um terceiro — o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula e já condenado. Para ocultar o pagamento da dívida com propina, Bumlai simulou ter quitado o valor com sêmen de gado.

COMPRA DE BOLSAS E SAPATOS

Entre os investigados estão figuras importantes do PMDB, como o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, acusado de ter recebido US$ 5 milhões em contas no exterior. A mulher dele, a jornalista Cláudia Cruz, segundo a acusação, teria usado parte do dinheiro para comprar bolsas, sapatos e roupas em lojas de grife no exterior. O ex-governador do Rio Sérgio Cabral, preso acusado de comandar um esquema de propinas que arrecadou mais de R$ 500 milhões, foi flagrado por receber dinheiro também na forma de joias para a ex-primeira-dama do estado Adriana Ancelmo, que está presa. Todos negam as acusações

As investigações não atingiram só os partidos da base de sustentação dos governos mais recentes como PT e PMDB. Há 15 anos longe do poder, tucanos também aparecem na operação. Uma gravação, que os acusados tentam anular por considerá-la ilegal, mostra o então senador e presidente do PSDB Sérgio Guerra, que morreu em 2014, num encontro que teria ocorrido em 2009 com o então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, o lobista Fernando Soares e representantes de empreiteiras. No encontro teria sido negociado o fim de investigações no Congresso. O tucano chegou a afirmar que tinha “horror a CPI”. O partido nega as acusações contra Guerra.

Apontado pelo MPF como chefe do esquema que distribuiu cargos e dividiu propinas em contratos da Petrobras em troca de apoio político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu em ações que somam cerca de R$ 15 milhões, como a que envolve um tríplex no Guarujá (SP), o pagamento de armazenagem do acervo presidencial pela OAS e a compra de um prédio para o instituto que leva seu nome, além de um apartamento em São Bernardo do Campo pela Odebrecht. O ex-presidente nega todas as acusações. Sua defesa afirma que ele é vítima de lawfare — termo que define o uso do Direito para deslegitimar ou perseguir um inimigo.

O acordo feito pela Odebrecht, o maior do tipo realizado no Brasil e que envolve ainda mais dez países, só obteve êxito depois que a Lava-Jato descobriu detalhes de como funcionava o departamento de propinas da empresa e colheu dezenas de listas com codinomes.

Um dos delatores da operação, que trabalhou para a empreiteira, contou que o grupo havia comprado um banco em Antígua, no Caribe, que movimentou cerca de US$ 1,6 bilhão em mais de 40 contas. Apesar de ser formalmente instalado no Caribe, as operações do banco eram feitas em São Paulo.

ATÉ AGORA, 83 CONDENADOS

O rastreamento das propinas — o mais amplo que se tem notícia no país — tem como base principalmente colaborações premiadas. Sem informações como as do doleiro, que admitiu fazer repasses da Petrobras para o PP, ou a de Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras que entregou à Lava-Jato o nome de todos os operadores de propina da estatal, dificilmente as investigações seriam ágeis, avaliam procuradores da força-tarefa. Até agora, 83 pessoas foram condenadas em primeira instância. Os acordos de leniência permitiram que a Lava-Jato fosse desdobrada para outras obras, além da Petrobras.

É o caso das investigações sobre propinas pagas em obras da usina de Angra 3. Foi a Camargo Corrêa, primeira grande construtora a assinar acordo de leniência, que forneceu detalhes sobre as comissões ilícitas pagas, incluindo entre os recebedores o ex-presidente da Eletronuclear Othon Silva. Também partiram da empreiteira informações sobre desvios nas obras da Ferrovia Norte-Sul e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que deram origem a operações da Polícia Federal em Goiás e Bahia.

As propinas pagas na construção da Usina de Belo Monte, de pelo menos R$ 150 milhões, são investigadas devido ao acordo de leniência da Andrade Gutierrez.

Até agora, 37 pessoas físicas tiveram seus acordos divulgados. Juntas, se comprometeram a devolver R$ 986,2 milhões, e suas informações originaram investigações ou consolidaram casos em curso. Nos acordos de leniência, empresas se comprometeram a pagar R$ 7,1 bilhões.

Muitos dos casos revelados seguem com investigações sigilosas — a maioria envolve pessoas com foro privilegiado. Segundo o MPF, se forem considerados multas, indenizações e recursos que eram mantidos no exterior, já foram recuperados R$ 10,1 bilhões. Há ainda R$ 3,2 bilhões em bens bloqueados à disposição da Justiça.

Em nota, o procurador da República Diogo Castor de Mattos, integrante da força-tarefa Lava-Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), afirmou que os dados reforçam a importância da colaboração premiada e quanto ela é imprescindível para recuperação de recursos desviados. “Sem os acordos haveria necessidade de aguardar o trânsito em julgado de uma condenação, o que pode levar anos, com risco concreto de o processo ser cancelado pela demora, e os valores desviados devolvidos aos criminosos”, afirmou Mattos em nota.

A expectativa é que o rastreamento das propinas continue ainda que não faltem iniciativas no Legislativo para impedir os trabalhos da operação. No ano passado, parlamentares chegaram a articular a aprovação de uma proposta que anistiava o caixa 2 nas campanhas.

— O trabalho do MPF sempre foi muito técnico e acredito que o Supremo Tribunal Federal e a sociedade não irão aceitar tentativas inconstitucionais de impedir o andamento da apuração e punição dos responsáveis — afirmou Douglas Fischer, procurador da República.

Fonte: O Globo
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Pará tem a 3ª pior renda per capita

Das 27 unidades da federação, considerando o Distrito Federal, 20 tiveram renda per capita da população abaixo da média em 2016. A informação foi divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e considera a renda per capita por domicílio dos Estados brasileiros. O Pará tem a terceira pior renda per capita do Brasil, ficando atrás apenas de Alagoas e Maranhão.

A renda média per capita no país em 2016 foi de R$ 1.226, alta de 10,1% em relação ao verificado em 2015. O IBGE, contudo, não corrige os dados com a inflação do ano anterior. O crescimento é, portanto, nominal e não considera a inflação do período.

ESTADOS

Com exceção do Amazonas, que teve queda no rendimento, todos os outros Estados tiveram melhora na renda per capita. No entanto, 11 Estados ainda têm renda por habitante mais baixa do que o salário mínimo nacional, que é de R$ 880 mensais.

Os estados com as menores rendas do país são Maranhão (R$ 575), Alagoas (R$ 662) e Pará (R$ 708).

O Distrito Federal lidera o ranking de rendimentos per capita – R$ 2.351 em 2016, alta de 4,3% frente ao verificado em 2015. São Paulo encerrou o ano passado com renda per capita de R$ 1.723, alta de 16,2% em relação ao apurado em 2015. A renda do Rio foi de R$ 1.429, alta de11,2% frente a 2015.

Exceto Roraima (R$ 1.068), todos os Estados que têm renda acima de R$ 1.000 estão nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. De acordo com Cimar Azeredo, técnico da coordenação de Trabalho e Renda do IBGE, os dados mostram que o país ainda é muito desigual. Os dados são um dos critérios do TCU para a definição da divisão do fundo de participação dos Estados. O rendimento domiciliar per capita é a divisão dos rendimentos domiciliares pelo total dos moradores.

Fonte: DOL.
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Mulher esfaqueia jovem dentro de ônibus de Alter do Chão

O excesso na bebida geralmente termina com violência. A jovem Layla Kaline da Silva Ferreira foi levada para a Seccional de Polícia Civil no início da manhã desta segunda-feira (27) após esfaquear Jonhatas de Lima Chaves, dentro de um ônibus que vinha de Alter do Chão para Santarém.

Segundo informações de Layla à nossa reportagem, ela vinha de Alter de Chão na madrugada desta segunda-feira, quando houve um desentendimento por causa de um boné. O rapaz estava com a faca e tentou esfaqueá-la, mas ela conseguiu tirar a faca e o feriu. O jovem foi levado para o PSM, mas está fora de perigo. O motorista do ônibus parou o coletivo em frente ao quartel do 3º BPM e pediu ajuda médica. Um carro do Samu esteve no local.

OUTRO ESFAQUEAMENTO: Outro esfaqueamento aconteceu na região do Ituqui, no domingo (26). Durante uma festa, várias pessoas estavam em frente de uma casa, quando alguns jovens que saíram da festa começaram um desentendimento com essas pessoas. A confusão resultou em três pessoas feridas com golpes de faca e uma teve o braço quebrado.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Itaituba-Criança morre afogada em balneário

O fato lamentável aconteceu na tarde deste domingo, 26, quando uma criança de aproximadamente 08 anos morreu afogada em um balneário da cidade.

Segundo informações a criança foi levada ao local pelos familiares. Foi banhar e acabou se afogando. Nenhum dos responsáveis pela criança viu na hora do afogamento, mas banhistas que estavam no local perceberam e retiraram a criança rapidamente da água, tentaram reanimar, mas não conseguiram.

O corpo de bombeiros foi chamado, os militares chegaram rapidamente ao local, realizaram todos os procedimentos necessários que se aplica nessa situação, mas sem sucesso, e a criança foi dada como morta. Todos que estavam no local ficaram bastante chocados com a morte do garoto, a mãe caiu em desespero, porem nada mais podia ser feito. O corpo foi levado pelo IML para os procedimentos legais.

A morte da criança abriu uma grande discussão. De quem é a culpa? Dos pais que não cuidaram do filho, não vigiaram como deveriam vigiar? Do responsável pelo Balneário que não mantinha no local nenhum guarda vida? São perguntas muitos difíceis de responder, mas de fato a morte aconteceu por um conjunto de erros. Essa morte poderia ter sido evitada se os pais tivessem cuidado melhor do filho ou no local tivesse um guarda vida para evitar esse tipo de ocorrência.

Fonte: Junior Ribeiro.
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Beto Jatene já recebeu R$ 5 milhões do Estado

Beto Jatene está envolvido em várias irregularidades, e com a ajuda do pai, o governador Simão Jatene. Em junho de 2016, o Ministério Público do Pará ajuizou uma ação de improbidade contra o governador e seu filho, que foi favorecido ao abastecer parte da frota do Governo em postos de combustíveis dos quais é sócio.

Coincidentemente, o posto do filho de Jatene foi o segundo que mais abasteceu veículos da frota do Estado. O MP entendeu que esta relação fere o princípio da moralidade, sendo ele filho do governador, tanto que, depois da investigação, os postos de Beto deixaram de abastecer os veículos do governo do pai. O próprio Governo do Estado admite que, entre os anos de 2012 e 2014, gastou R$ 55 milhões com combustível, sendo que R$ 5 milhões foram para o Posto Verdão, em Belém, do qual o filho do governador é dono.

Estrategicamente, os postos de Beto Jatene estavam localizados a 800 metros do local onde funcionava, à época, o Comando Geral da Polícia Militar e a cerca de 1,5Km do Comando Geral dos Bombeiros, dois dos órgãos que mais possuem veículos em Belém. O Ministério Público informa que o processo foi concluído e ajuizado no dia 9 de junho de 2016, sendo distribuído para a Quarta Vara da Fazenda Pública.

O governador foi excluído da ação uma vez que não houve autorização do procurador-geral para que Jatene fosse processado. Em seus 19 volumes, o MP aponta irregularidades e pede a condenação de Beto Jatene.

Caso foi destaque  na imprensa nacional

A revista Isto É divulgou a informação com exclusividade, sobre o indiciamento de Beto Jatene, do pastor Silas Malafaia e outros acusados de esquema de corrupção ligado a royalties da mineração. Ao mencionar o nome de Beto, a publicação informa que ele é filho do governador do Pará, Simão Jatene, e que foi indiciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Os sites DOL – Diário Online, e G1 Pará, da Globo, também noticiaram o indiciamento de Beto Jatene.

A reportagem informa que o governador e o advogado do acusado não se manifestariam. O G1 revela que Beto é assessor jurídico do Ministério Público junto ao TCM e, por conta do seu cargo, teria recebido dinheiro pelos contratos fraudulentos para exploração mineral, “com o objetivo de conceder vantagens ao grupo criminoso”.

Por: Luiza Mello, de Brasília, e Mauro Neto, de Belém

Fonte: DOL
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Secretário uruguaio que ajudaria a Lava Jato é achado morto

Corpo foi encontrado boiando em piscina; Polícia trabalha com hipótese de ataque cardíaco; Carlos Díaz era peça-chave na colaboração com procuradores

A Justiça do Uruguai está realizando várias perícias para determinar os motivos da morte do Secretário Nacional de Luta contra a Lavagem de Dinheiro do país, Carlos Díaz, encontrado boiando na piscina de sua casa de Punta del Este na noite do sábado de Carnaval. O funcionário é autor de um projeto de lei sobre lavagem de dinheiro considerado importantíssimo pelo governo do presidente Tabaré Vázquez em sua cruzada por redobrar o controle de operações suspeitas, e tinha se transformado no principal elo entre Uruguai e Brasil para investigações conjuntas sobre a Lava Jato.

Carlos Díaz disse ao GLOBO, em reportagem publicada na última quinta-feira, que estava disposto inclusive a ceder instalações e informações do órgão que dirigia a investigadores brasileiros que apuram crimes de lavagem utilizando esquemas no país vizinho. A articulação seria uma parceria inédita para investigar redes de lavagem de dinheiro sujo proveniente do Brasil.

ATAQUE CARDÍACO É PRIMEIRA SUSPEITA

Com este pano de fundo, a morte de Díaz chamou a atenção de alguns setores da mídia local, mas segundo uma alta fonte do Judiciário uruguaio a polícia “não encontrou indícios de violência na casa nem no corpo”.

No entanto, os protocolos locais, explicou a fonte ao GLOBO, “exigem uma série de procedimentos que já estão em processo”. A principal suspeita das autoridades judiciais do país é de que Díaz, um ex-fumante que tinha 69 anos, sofreu um ataque cardíaco fulminante.

A mulher do funcionário estava dentro da casa no momento da morte.

– Os primeiros indícios apontam para um ataque cardíaco – disse a fonte do Judiciário uruguaio.

Na última sexta-feira, o jornalista uruguaio Marcelo Gallardo, do “El País”, conversou por telefone com o secretário, mas não notou nada estranho.

– Ele estava um pouco cansado, apenas isso. Não falamos sobre a Lava Jato, minha consulta era sobre outro assunto – afirmou Gallardo.

Segundo ele, “o cargo de Díaz era estressante, embora ele não estivesse encarregado das investigações, ele recolhia informações e as colocava à disposição da Justiça”.

– Tudo parece indicar que foi uma morte natural, mas sendo quem ele era é claro que existem suspeitas – assegurou Gallardo.

De acordo com informações divulgadas por meios de Punta del Este, o funcionário foi encontrado morto na piscina de sua casa de veraneio. A autópsia do corpo está sendo realizada pelo Instituto Técnico Forense (ITF) e seu resultado deverá ser revelado nas próximas horas. Segundo o programa de TV local “Telenoche”, o funcionário tinha antecedentes cardíacos.

A partir de 2010, Díaz e sua equipe participaram de importantes investigações sobre lavagem de dinheiro no Uruguai. Uma delas estava relacionada aos chamados Panamá Papers, revelados no ano passado. O funcionário sempre defendeu publicamente um maior controle estatal sobre as imobiliárias que operam no país, há décadas suspeitas de envolvimento em operações de lavagem.

Até agora, autoridades brasileiras não se comunicaram com o juiz encarregado do caso, no departamento (estado) de Maldonado.

Fonte: O Globo.
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Pará aplica mais penas alternativas do que as de restrições

Atitude ajuda a aliviar pressão em presídios, evitando as rebeliões e o reforço às facções .

O Pará está entre os 10 tribunais de Justiça do País – dentre 27 – destacados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por apresentarem números de penas não privativas de liberdade superiores às penas de prisão. As penas alternativas são uma tendência também nos Tribunais de Justiça do Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Roraima e Minas Gerais, que se contrapõem à “cultura do encarceramento” e contribuem para reduzir a superlotação e as crises no sistema carcerário brasileiro.

Os dados estão no relatório Justiça em Números de 2016 – ano base 2015, publicação lançada anualmente pelo CNJ com a radiografia detalhada do Judiciário brasileiro. Em 2015, foram 6.399 execuções penais não privativas de liberdade, sendo 5.985 do juízo de 1º grau e 414 do Juizado Especial contra 5.171 execuções penais privativas de liberdade.

Em relação ao Justiça em Números de 2015 – ano base 2014, o aumento de penas alternativas à prisão foi de 45%. Em 2014, foram 2.916 execuções penais não privativas de liberdade, sendo 2.375 no 1º grau de jurisdição e 541 das ações de Juizado Especial contra 4.242 execuções penais privativas de liberdade.

De acordo com o CNJ, as decisões se apoiam em mudanças na legislação, como a Lei n. 9.714/1998, que acrescentou artigos ao Código Penal e permitiu a substituição de penas de prisão pelas chamadas restritivas de direitos em determinados casos.

Quando o réu for condenado por crime que tenha sido cometido sem violência ou grave ameaça à pessoa, com pena menor que quatro anos, poderá ter sua pena de prisão convertida em uma pena pecuniária, por exemplo, desde que o delito seja culposo (sem intenção). A decisão final leva em conta “a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e a personalidade do condenado”, assim como os motivos e as circunstâncias da eventual substituição da pena, de acordo com o artigo 44 da Lei n. 9.714/1998.

Além disso, a Lei Antidrogas (Lei n. 11.343/2006) também pode ter contribuído para a ampliação no uso de penas alternativas ao prever, em seu Capítulo III, a possibilidade de substituir, em alguns casos, a pena de detenção por medida educativa de comparecimento a programa ou a curso educativo ou por prestação de serviços à comunidade “em programas comunitários, entidades educacionais ou assistenciais, hospitais, estabelecimentos congêneres, públicos ou privados sem fins lucrativos, que se ocupem, preferencialmente, da prevenção do consumo ou da recuperação de usuários e dependentes de drogas”.

Fonte: O Liberal.
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Preço reduzido dos combustíveis pode nem chegar no Pará

A tarifa anunciada varia de 4,8% no litro do Diesel e de 5,4% no litro da Gasolina.

Depois de quase um mês da primeira redução, o Governo Federal através da Petrobras voltou a autorizar a nova redução nos preços médios dos Combustiveis (Diesel e Gasolina) na refinaria, da seguinte forma: Dieses com redução de 4,8% e a Gasolina com redução de 5,4%. A estimativa é de que caso esta redução na refinaria seja repassada integralmente ao consumidor a queda no preço do litro do óleo Diesel alcance cerca de 3,00%, ou seja, R$ 0,09 centavos por litro, e no caso da Gasolina a queda alcance 2,3% ou R$ 0,09 centavos por litro. O problema é chegar ao consumidor final esta redução, coisa que no Pará, praticamente não aconteceu nas demais reduções anunciadas desde outubro do ano passado quando a Petrobras anunciou mudanças na política de preços da empresa.
Segundo analises do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) , novamente esta nova redução dos combustíveis anunciada na refinaria, a exemplos das demais já ocorridas, para chegar ao consumidor final vai depender de uma serie de fatores entre eles a entrega por parte das distribuidoras aos postos, combustíveis já com redução de preço efetuada pelo Governo na refinaria, por parte dos postos a manutenção das margens de comercialização. Em outras palavras, a nova redução no preço dos combustíveis na refinaria anunciada, poderá novamente a exemplo das outras vezes, não chegar ao consumidor final no Pará. É esperar para ver.

Fonte: ORMNews.
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