Avião cargueiro militar cai nos EUA e deixa cinco mortos

Aeronave caiu perto de aeroporto na cidade de Savannah, na Georgia. Avião era da Guarda Nacional de Porto Rico.
Um avião militar de carga caiu nesta quarta-feira (2) na cidade de Savannah, estado da Georgia (EUA), causando fogo e uma grande coluna de fumaça preta. Segundo a agência Associated Press, a Guarda Nacional da Georgia disse que a aeronave era da Força Aérea de Porto Rico e a queda deixou ao menos cinco mortos.

As mortes foram confirmadas por autoridades da Georgia. O Capitão Jeff Bezore da Força Aérea da Georgia disse que ele não poderia confirmar quantas pessoas estavam no avião no total.

A aeronave do modelo Hércules C-130 caiu perto do Aeroporto Internacional Savannah/Hilton Head, segundo afirmou o porta-voz Candace Carpenter à rede CNN.
“Enquanto fazia um treinamento, um avião cargueiro do tipo Hércules C-130 da Força Aérea de Porto Rico caiu por volta de 11h30 (horário local) próximo ao aeroporto internacional Savannah Hilton com cinco pessoas a bordo. Os nomes serão divulgados de acordo com a investigação. Uma comissão investigará as causas do acidente”, diz o comunicado da autoridades da Georgia.

A Guarda Nacional de Porto Rico funciona como uma força de segurança estadua e serve também como corpo de segurança do exército americano. Ou seja, pode ser acionado pelo exército americano quando necessário. Porto Rico tem o status de “Estado livre associado”, o que dá alguns direitos para seus habitantes, como a cidadania americana e a liberdade de movimento no território norte-americano, além de alguma autonomia, mas não podem votar em eleições presidenciais, a menos que residam no continente.

A Associação de Bombeiros Profissionais de Savannah postou em seu Twitter uma imagem do avião:

Sem título

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Foi horrível”, disse à CNN Denver Goodwin, que trabalha num serviço de ferro velho na rua do acidente. “O chão tremeu como se uma bomba tivesse explodido. Todas as pessoas no prédio entraram em pânico”, contou.

Até o momento não há informações sobre a causa da queda. Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos não quis comentar o ocorrido para a NBC por se tratar de um avião militar.

O governador de Porto Rico, Ricardo Rossello, divulgou uma nota sobre o acidente: “Enquanto aguardamos mais informações sobre o acidente, meus pensamentos estão com os familiares dos tripulantes”.

(Foto: TWITTER/@IAFF574/via REUTERS)
(Foto: TWITTER/@IAFF574/via REUTERS)

 (Foto: Roberta Jaworski/G1)
(Foto: Roberta Jaworski/G1)

Por G1

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PGR denuncia ministro Blairo Maggi por corrupção ativa

(Foto: Carlos Silva /MAPA)- Ministro da Agricultura é investigado por negociação de cargos no Tribunal de Contas do Mato Grosso. Em nota, assessoria de Blairo diz que denúncia causa ‘profunda estranheza’ e ‘indignação’.

A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia por corrupção ativa contra o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT).

De acordo com a PGR, em 2009, Maggi, então governador do Mato Grosso, participou de um suposto esquema de compra e venda de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado. Caberá ao STF decidir se abre um processo e torna Maggi réu nesse caso.

Procurada, a assessoria do ministro afirmou que a denúncia causa “profunda estranheza” e “indignação” em Blairo Maggi porque, segundo a nota, o caso já foi arquivado pelo STF.

“O ministro Blairo Maggi deixa claro que causa profunda estranheza e indignação a denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República, uma vez que o mesmo fato já foi objeto de investigação em 2014 e arquivado a pedido da própria PGR”, diz a nota (leia a íntegra mais abaixo).

Na denúncia, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma que há provas de que o grupo pagou propina que pode chegar a até R$ 12 milhões para que o então conselheiro do TCE-MT, Alencar Soares, pedisse aposentadoria e assim abrisse vaga para a indicação do ex-deputado estadual Sérgio Ricardo de Almeida.

Depois, segundo a denúncia, houve uma mudança de ideia e o então governador fez um novo acerto com Alencar Soares para que continuasse no cargo. O objetivo era nomear o então secretário de Fazenda, Eder de Moraes, para o TCE.

De acordo com a investigação, Eder de Moraes teria oferecido, por ordem de Maggi, R$ 4 milhões para que Alencar permanecesse no cargo. A transação, aponta os procuradores da República, teria impedido naquele momento a nomeação de Sérgio Ricardo. Depois, em 2012, ele assumiu uma cadeira no TCE e, em 2017, foi afastado.

A denúncia foi apresentada no âmbito da Operação Ararath, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e crimes financeiros no estado do Mato Grosso, governado por Maggi de 2003 a 2010. O esquema teria atuado por meio de empréstimos fraudulentos e empresas de fachada.
A suspeita, de acordo com a PGR, é de que o esquema de empréstimos fraudulentos teria fornecido recursos que se destinavam a “finalidades espúrias” na política do estado.

Íntegra

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela assessoria do ministro:

NOTA À IMPRENSA

O ministro Blairo Maggi deixa claro que causa profunda estranheza e indignação a denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República, uma vez que o mesmo fato já foi objeto de investigação em 2014 e arquivado a pedido da própria PGR.

Na época, o inquérito n 3842, da relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, foi arquivado pela 2a turma do STF por falta de provas.

Desta vez, este mesmo caso é objeto de novo inquérito que tem o ministro Luiz Fux como relator, porém sem novos argumentos ou provas. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, desconsiderando completamente a decisão de arquivamento do STF ofereceu nova denúncia.

O ministro ressalta ainda que essa postura da Procuradoria Geral da República é uma violência contra a competência do ministro Dias Toffoli e desprestígio absoluto à autoridade de decisão já proferida pela 2a Turma do Supremo Tribunal Federal.

Assessoria de imprensa

Ministro Blairo Maggi

Por G1, Brasília

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Tiroteio e pânico em assalto à agência bancária na madrugada

(Foto: Felype Admns/Diário do Pará)- Pânico na madrugada desta terça-feira (1°), no municípío de Brasil Novo, no sudeste paraense, quando um bando fortemente armado invadiu uma agência do Banco do Brasil. Segundo testemunhas, foram pelo menos 40 minutos de tiroteio, durante o assalto e a fuga dos criminosos.

O crime ocorreu pouco depois das 2h, quando as vidraças do banco e a porta giratória foram quebradas. Diversos disparos e explosões foram realizados no local. Os assaltantes ainda dispararam diversas vezes contra o destacamento da PM na cidade, atingido o prédio e as viaturas do local, para impedir a reação dos policiais.
O bando pegou algumas pessoas aletatórias como reféns e fugiu da cidade, em direção ao município de Medicilândia, liberando todos após cruzarem a ponte sobre o igarapé do Arrependido. Os criminosos ainda espalharam ao longo da BR-230 pedaços de metal pontiagudos, conhecidos como “miguelitos”, que furaram os pneus de viaturas da PM que haviam saído de Altamira para ajudar nas buscas.

Ainda não há informações sobre o paradeiro dos criminosos e sobre a quantia levada.

Cartuchos de armas de grosso calibre foram encontrados em toda a cidade. (Foto: Felype Admns/Diário do Pará)
Cartuchos de armas de grosso calibre foram encontrados em toda a cidade. (Foto: Felype Admns/Diário do Pará)

(Com informações de Felype Admns/Diário do Pará)
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Traficante é preso com mais de 22 kg de cocaína durante fiscalização em ônibus

(Foto: PRF/Divulgação)- Jelberson Santos de Lima foi preso em flagrante na noite da última terça-feira (1º), durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PF) no KM 570 da rodovia BR-230, no município de Altamira, no sudeste paraense.

Durante a fiscalização, policiais rodoviários abordaram um ônibus de transporte intermunicipal de passageiros que fazia a linha Altamira/Marabá.
Jelberson transportava duas malas com 20 tabletes de substância análoga à cocaína, totalizando aproximadamente 22,3 kg.

O proprietário das malas foi preso pelo crime de tráfico de drogas. O entorpecente foi apreendido e encaminhado à Polícia Civil para os procedimentos legais.

Droga apreendida durante fiscalização. (Foto: PRF/Divulgação)
Droga apreendida durante fiscalização. (Foto: PRF/Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(DOL)
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PRF apreende cerca de 37 m³ de madeira ilegal no Pará

(Foto: PRF/Divulgação)- Um veículo do tipo bi-trem com cerca de 37 m³ de madeira ilegal foi apreendido na última terça-feira (1º) durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no KM 229 da rodovia BR-010, no município de Ipixuna do Pará, nordeste paraense.

O condutor do caminhão foi identificado como Reginaldo Cardoso dos Santos. Ele estava transportando produto florestal processado (madeira serrada, com perfis de caibros, ripas, pranchas, vigas e blocos das espécies Maçaranduba e Quarubarana) em desacordo com o Documento de Origem Florestal (DOF) apresentado e sem licença válida.

A madeira havia saído de São Miguel do Guamá e seguiria até Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

A pena para quem transporta madeira ilegal é de detenção de seis meses a um ano, além de multa.

O veículo e a carga foram retidos no posto da PRF de Ipixuna até vistoria e destinação pela Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) do município.

(DOL)

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Audiência discutirá impacto de hidrelétrica de Tucuruí sobre território indígena

(Foto: Agência Brasil/Arquivo)- Na manhã da próxima sexta-feira (04), a Justiça Federal vai realizar audiência judicial na terra indígena Trocará, no Pará. O objetivo é avaliar a adequação e o cumprimento de medidas emergenciais que a Eletronorte se comprometeu a implementar para reduzir e compensar impactos causados pela construção da hidrelétrica de Tucuruí ao povo Assurini. Na audiência judicial a empresa deverá apresentar proposta final de programa de atendimento aos indígenas. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), apesar de os compromissos terem sido assumidos há sete anos, nunca foram adequadamente cumpridos.

Caso a Eletronorte, o MPF e a Fundação Nacional do Índio (Funai) não cheguem a um acordo sobre propostas de mudanças nos critérios do programa de atendimento aos indígenas e sobre a prestação de contas dos serviços realizados, o juiz federal Hugo Leonardo Abas Frazão determinou que na mesma data da audiência será realizada inspeção judicial na terra indígena para levantamento, com o auxílio dos Assurini, dos dados necessários ao julgamento do caso.

“Considerando o largo lapso temporal transcorrido entre a propositura da ação e o declínio de competência para esta Vara, entendo que a melhor forma de compreender o trâmite processual em sua completude, com todas as nuances inerentes à causa indígena, é a realização de audiência de tentativa de conciliação e, fracassada esta, instrução processual com inspeção judicial in loco”, registrou o juiz federal na decisão em que determinou a realização da audiência.

A Justiça Federal estabeleceu que os custos da realização da audiência ficarão a cargo da Eletronorte por causa da “aparente omissão da parte ré em atender aos sucessivos comandos jurisdicionais para mitigação das emergências sociais e naturais sofridas pelo povo indígena, seja depositando o valor fixado liminarmente pelo juízo originário, seja implementando medidas de saneamento básico ou transporte interurbano dos indivíduos”.

A Eletronorte também foi obrigada a promover a divulgação da audiência na imprensa e no site da empresa, a comunicar os Assurini sobre o ato judicial, a providenciar a infraestrutura e a gravação de imagens, além de dar todo o apoio necessário para que a Polícia Militar faça a segurança do evento.
O CASO

Na ação, encaminhada à Justiça em 2010, o MPF tomou como base das argumentações estudo de impactos socioambientais que identificou danos causados aos índios desde a implantação da hidrelétrica. O estudo, patrocinado pela própria Eletronorte e acompanhado pela Funai, foi realizado por recomendação do MPF.

Foram identificados impactos como: descontrole do acesso de pessoas à terra indígena, conflitos com fazendeiros, substituição da língua nativa pelo português, introdução de doenças sexualmente transmissíveis, aumento do alcoolismo e tabagismo, e alteração das águas do rio Tocantins, com redução de espécies de peixes da região e mudanças dos hábitos alimentares.

Em diversas reuniões com o MPF, a Funai e a comunidade indígena, a Eletronorte chegou a reconhecer a necessidade de implantação do programa, tendo concordado em apresentá-lo, mas descumpriu os compromissos assumidos, frustrando as expectativas da comunidade e adiando indefinidamente as ações compensatórias.

Terra indígena Trocará tem 22 mil hectares localizados nos municípios de Baião e Tucuruí. Imagem: Instituto Socioambiental - site Terras Indígenas do Brasil
Terra indígena Trocará tem 22 mil hectares localizados nos municípios de Baião e Tucuruí. Imagem: Instituto Socioambiental – site Terras Indígenas do Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Com informações do MPF)

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Organização divulga edital de concurso com 2.033 vagas com salários de R$ 1,2 mil

A Organização do Aluno Consciente, mais conhecida como ODAC, lançou edital de processo seletivo que visa a preencher 2.033 vagas com exigência de nível fundamental completo. A remuneração inicial corresponde a R$ 1.245 para jornadas de 40 horas semanais.

As oportunidades são para as carreiras de agente recenseador para a área da saúde (800 vagas), agente recenseador para a área da educação (700), agente recenseador para a área da habitação (267) e agente recenseador para a área de esporte, cultura e lazer (266).

As chances do concurso da ODAC estão distribuídas entre Estados do Acre (49), Alagoas (20) Amapá (16), Amazonas (10), Bahia (55), Ceará (33), Espírito Santo (22), Goiás (30), Maranhão (24), Mao Grosso (22), Mato Grosso do Sul (30), Minas Gerais (26), Pará (32), Paraíba (20), Paraná (54), Pernambuco (42), Piauí (20), Rio de Janeiro (41), Rio Grande do Norte (40), Rio Grande do Sul (28), Rondônia (15), Roraima (22), São Paulo (1.163), Santa Catarina (35), Sergipe (141) e Tocantins (17), além do Distrito Federal (26).

Os interessados devem se inscrever até o dia 12 de junho pelo próprio site da ODAC: www.alunoconsciente.com.br. A participação será efetivada após o pagamento de uma taxa no valor de R$ 65. A instituição aplicará provas objetivas com questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais, língua portuguesa, matemática e atualidades. De caráter eliminatório e classificatório, os testes serão aplicados em dias e locais que ficarão disponibilizados a partir de 26 de agosto no endereço eletrônico da ODAC.

Já está definido que os exames terão duração máxima de cinco horas, com início às 13h e término até as 18h. Compete ao recenseador da ODAC realizar entrevistas em domicílios, escolas (federais, estaduais, municipais), bases de apoio educacional, comércios de toda natureza, além de obter informações que possibilitem identificar as características de municípios com relação a educação, saúde, habitação, esporte, cultura e lazer.

Fonte:JC Concursos
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Sargento da PM e amigo são executados em mesa de bar

(Foto: Wagner Almeida/Diário do Pará)- Um policial militar e um amigo foram executados a tiros no final da noite de terça-feira (1°), enquanto bebiam em um bar do distrito de Icoaraci, em Belém. Com o assassinato, sobe para 22 o número de policiais mortos no Estado só neste ano.
Segundo policiais militares que atuam na região, o crimo ocorreu por volta das 23h, com caracteristicas de execução. O policial militar Jeferson Rodrigues Gaia estava sentado em uma mesa de bar, ao lado de um amigo, quando ambos foram alvejados pelas costas, morrendo no local.
Ainda não há informações sobre a identidade dos envolvidos.
As execuções mostram a realidade de violência que se instaurou no Pará. Só em dois dias, 45 pessoas foram mortas, segundo um documento da própria Secretaria de Segurança Pública (Segup).
Além de Jeferson, outros 21 polciais militares foram executados no Pará neste ano, sendo o último caso o da cabo Fátima, morta em casa no último domingo (29). Ela havia denunciado que estava sofrendo ameaças.
(DOL)
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Justiça Federal mantém suspensão parcial de atividades da Hydro Alunorte

(Foto:Akira Onuma/Drone)- Mineradora também está proibida de usar o depósito de resíduos sólidos 2 (DRS2)
A Justiça Federal determinou na segunda-feira a suspensão parcial das atividades industriais da Hydro Alunorte, do grupo norueguês Norsk Hydro, em Barcarena, na Região Metropolitana de Belém (PA), mantendo assim decisão anterior da justiça estadual.

Em fevereiro, o Tribunal de Justiça do Pará já havia determinado que a refinaria de alumina da norueguesa reduzisse em 50 por cento sua produção. Já no início de abril, a força-tarefa criada para apurar denúncias de contaminação de rios de Barcarena pela Hydro Alunorte moveu ação na Justiça Federal contra a empresa, pedindo a garantia da manutenção da suspensão parcial das atividades da companhia.

Na decisão liminar, o juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, da 9ª Vara, determinou “redução da produção da planta industrial da empresa a um patamar equivalente a 50 por cento da produção média mensal dos últimos 12 meses ou ao menor nível de produção mensal verificado nos últimos 10 anos, o que for menor dentre os dois resultados”.

Pela decisão da Justiça Federal, a mineradora também está proibida de usar o depósito de resíduos sólidos 2 (DRS2), enquanto não for emitida pelo órgão competente a licença de operação e demonstrada a sua capacidade operacional eficiente e a segurança de sua estrutura.

O descumprimento das medidas acarretará a incidência de multa diária no valor de 1 milhão de reais à Hydro Alunorte.

A liminar foi concedida após apreciação da medida cautelar proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), para minimizar os impactos decorrentes do lançamento de efluentes não tratados no meio ambiente da região de Barcarena.

Vistoria técnica feita em 18 de fevereiro apontou diversas irregularidades na empresa e dano ambiental, após rejeitos de beneficiamento de bauxita da empresa terem vazado. Inicialmente, o MPPA disse que entre as irregularidades, havia a existência de tubulação irregular de afluentes de dentro da área da empresa, diretamente no meio ambiente.

Por: Portal Extra

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Idosa de 83 anos supera desafios e escala serra no Pará em companhia dos bisnetos

Dionísia Rocha percorreu a trilha de 2 km e subiu o morro íngreme de 110 metros em Alter do Chão, em Santarém. Ela fez a caminhada com quase 150 pessoas.
Equipada com chinelos, um boné e uma bolsinha de couro, uma senhora de 83 anos superou os obstáculos impostos pela idade e deixou um grupo de quase 150 pessoas surpreso ao escalar a Serra Pira-Oca, na praia de Alter do Chão, em Santarém, no oeste do Pará. A praia já foi eleita como o caribe brasileiro de água doce e é o maior aquífero de água doce do planeta.

Dionísia da Rocha mostrou que devagar se vai longe. Aventureira e a convite de bisnetos, ela aceitou fazer uma trilha ecológica no domingo (29). A idosa não hesitou ou poupou energia ao percorrer na tarde ensolarada cerca de dois quilômetros em um caminho dentro da mata e escalar 110 metros até o cume.

Dionísia já havia ido à Alter do Chão três vezes e sempre via da orla da vila balneária a imponência do morro. Mas sem companhias, ela chegou a pensar que nunca veria o caribe brasileiro de ângulo tão privilegiado.
Junto com o grupo, a idosa iniciou a trilha por volta das 16h e chegou ao topo da serra quase às 17h. Para a surpresa de muitos, inclusive amigos e familiares, Dionísia ainda escalou o cruzeiro. “Eu subi lá em cima, e se fosse mais alto eu tinha ido”, ressaltou.

Sem problemas de saúde, a aventureira atribui o condicionamento físico ao trabalho braçal que fazia quando mais jovem. “Eu não senti nenhuma dorzinha na perna enquanto eu subia. O menino queria me segurar e eu disse que não precisava e que iria me atrapalhar. Eu também não parei para descansar”, ressaltou.

A trilha

A famosa trilha é um dos pontos em Alter do Chão que pode ser visitado em qualquer época do ano, seja no inverno, quando os lagos e o rio ficam cheios, ou no verão, quando é possível ver as faixas de areia branca a perder de vista.
A visão de cima do morro é privilegiada. A maioria dos turistas sobe até o cume para observar a Ilha do Amor e Praia do Cajueiro, além da grandeza das águas esverdeadas do Rio Tapajós.

O percurso é de pouco mais de dois quilômetros, mas para chegar até a entrada da trilha é preciso pagar lanchas e fazer a travessia do rio. No verão a travessia pode ser feita andando.

O tempo médio de caminhada é de uma hora, que pode ser acompanhada por guias da própria vila balneária. Os guias orientam que o percurso deve ser feito durante o dia e em grupos, com equipamentos que garantam a segurança de todos, como uso de tênis, roupas leves e água para hidratação.

A equipe que acompanhou o grupo de dona Dionísia era composta por professores de educação física que prepararam os caminhantes, policiais militares e um fotógrafo.

Para quem faz a trilha pela primeira vez e não está acostumado a fazer caminhadas na floresta, encontrar dificuldades durante a subida íngreme, lisa e com bastante pedra é uma certeza. Entretanto, é recompensável a vista do alto da serra.

‘Exemplo’

Os bisnetos de Dionísia ficaram orgulhosos com a conquista da bisavó. Para eles, ela é um exemplo que deve ser seguido se as pessoas quiserem chegar à melhor idade com o condicionamento físico da idosa. “Eu que já conheço muito bem, para idade dela está de parabéns. É um exemplo, é o nosso orgulho”, disse o Luiz Gabriel Rocha. “O preparo dela é melhor de que muita gente por aí”, completou o bisneto Diego Rocha.
A coordenação da trilha ficou surpresa quando viu que a idosa tinha completado o percurso.

“Eu tomei um espanto quando a vi aqui em cima. Eu já tinha visto ela na praça [concentração], achei que ela estava apenas acompanhando alguém e que ficaria sentada por lá, mas de repente ela estava aqui em cima e quero saber como ela conseguiu isso”, ainda incrédulo, contou o jornalista Fábio Barbosa.

Aos mais jovens, a idosa dá o recado para que a saúde esteja sempre 100%.

“Se a pessoa tem disposição ela vai longe. O pessoal mais jovem dorme até tarde e isso prejudica. Eu fui acostumada no trabalho, tenho a saúde de ferro. Nada impede quando a gente tem determinação”, disse Dionísia.
Divulgação turística
A iniciativa de fazer a caminhada ecológica “Caminhos da Floresta” surgiu de uma dupla de jornalistas que querem divulgar o potencial turístico da região oeste do Pará através de pequenas ações com mobilização em redes sociais.
Uma das coisas que os jornalistas observaram é que os próprios moradores muitas vezes não conhecem os pontos turísticos e por isso não os difundem. O lixo produzido durante a caminhada foi recolhido e descartado em local adequado.

Dionísia com os bisnetos e amigos no cume da Serra em Alter do Chão (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)
Dionísia com os bisnetos e amigos no cume da Serra em Alter do Chão (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)

Dionísia durante a caminhada ecológica que ocorreu na trilha de acesso à Serra em Alter do Chão, no Pará (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)
Dionísia durante a caminhada ecológica que ocorreu na trilha de acesso à Serra em Alter do Chão, no Pará (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)

Serra em Alter do Chão é um dos pontos turísticos mais conhecidos na vila balneária (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)
Serra em Alter do Chão é um dos pontos turísticos mais conhecidos na vila balneária (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)

Grupo que subiu a Serra Pira-Oca durante momento descontraído (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)
Grupo que subiu a Serra Pira-Oca durante momento descontraído (Foto: Felipe Borges/Arquivo Pessoal)

 

Por Geovane Brito, G1 Santarém, Pará
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