MPF cobra empenho de governadores na validação e verificação de dados do Cadastro Ambiental Rural

Governos devem encaminhar informações à Câmara de Meio Ambiente com plano de atividades para cumprimento dos objetivos.

A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (MPF) encaminhou ofício aos governadores dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, solicitando que os governos determinem aos órgãos estaduais competentes a validação e verificação da conformidade do preenchimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Os documentos foram expedidos no final de fevereiro.
O prazo para o preenchimento do CAR, instituído pelo novo Código Florestal e obrigatório para todos os imóveis rurais, expira em 5 de maio. O objetivo do cadastro é colher informações que permitam o planejamento ambiental e econômico dos imóveis. Além disso, os dados auxiliarão no controle, monitoramento e combate do desmatamento de florestas e vegetações nativas brasileiras.
O ofício encaminhado solicita, ainda, que os governos informem ao Ministério Público Federal que providências estão sendo tomadas no sentido de agilizar a validação e verificação dos dados.
Transparência – Seguindo recomendação do MPF, em dezembro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) disponibilizaram na internet as informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Com base na orientação, o órgão disponibilizou um mapa do país com análise temporal e outros filtros temáticos para aperfeiçoar a análise dos dados do Cadastro Ambiental Rural . Em outubro, o coordenador da Câmara de Meio Ambiente, subprocurador-geral da República Nívio de Freitas, entregou recomendação elaborada pelo Grupo de Trabalho Amazônia Legal ao ministro Sarney. O documento orientava que deveriam estar acessíveis pela internet informações referentes ao CAR, com o nome dos proprietários, localização, área total do imóvel, áreas de remanescentes de vegetação nativa, entre outras informações.
Segundo o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), mais de 3,19 milhões de imóveis rurais brasileiros estão na base de dados do CAR, com uma área total de 406 milhões de hectares.

MPF DIVULGA LOCAIS DE PROVA DO 29º CONCURSO PARA PROCURADORES DA REPÚBLICA

O concurso será realizado no dia 12 de março, no horário das 9 às 14h

Os locais das provas objetivas do 29º Concurso para procuradores da República foi divulgado no Diário Oficial da União. O certame será realizado no domingo, 12 de março, das 9 às 14h. O horário de fechamento dos portões está previsto para as 8h30 (horário de Brasília).

Em Belém as provas objetivas serão realizadas no Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (avenida Governador José Malcher, nº 1148, bairro Nazaré).

Os candidatos deverão portar cartão de identificação juntamente com o documento de identidade nele registrado, além de caneta esferográfica, na cor azul ou preta. Não será permitida a consulta à legislação, súmulas e jurisprudências dos Tribunais.

Fonte: RG 15/O Impacto e MPF
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Índios invadem sede do Incra em Santarém

Indígenas da etnia Munduruku invadiram a sede da Superintendência do Incra, em Santarém, no final da manhã de segunda-feira (06). Eles não aceitam regularização de terras particulares no território Munduruku, na região do planalto santareno.

Na tarde de segunda-feira, a promotora pública estadual Ione Nakamura esteve na sede da Superintendência do Incra e reuniu com as lideranças indígenas. Ficou agendada uma reunião nesta terça-feira, na sede do MPE, para tratar sobre essa situação.

NOTA DO INCRA: Em reunião ocorrida na tarde de hoje, 6 de março, com a mediação da promotora Ione Nakamura, do Ministério Público do Estado (MPE) do Pará, foi esclarecido que o Incra não tem atribuição de titular terras a particulares dentro da área pretendida pelos povos indígenas.

A titulação sob a alçada do Incra compreende famílias assentadas em projetos da reforma agrária e a condução de processos de regularização fundiária quilombola.

A atribuição para a regularização fundiária das ocupações de posseiros incidentes em terras da União, no âmbito da Amazônia Legal, é do programa “Terra Legal”. Saiba mais sobre o programa: http://www.mda.gov.br/sitemda/secretaria/serfal/perguntas-e-respostas

Como encaminhamentos da reunião ocorrida no Incra, em Santarém, ficou definido que os indígenas irão aguardar nesta terça-feira, na sede do MPE Pará no município, as respostas dos órgãos citados na pauta de reivindicações.

No que compete ao Incra, o órgão se comprometeu a informar sobre a existência de glebas federais e/ou de áreas particulares dentro do perímetro da área autodemarcada pelos indígenas.

Os demais pontos de pauta estão relacionados a outros entes públicos federais, estaduais e municipais – Funai, Terra Legal, Ibama, Sesai, Semas e Prefeitura de Santarém -, além da rede Celpa.

O diálogo com os indígenas iniciou logo após a chegada à sede do Incra, com a participação do superintendente Rogério Zardo e de técnicos da autarquia. A negociação transcorreu de forma tranquila, e o funcionamento do órgão manteve-se normalizado durante esta segunda-feira.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Carregamento ilegal de madeira apreendido no Marajó chega a Belém

Madeira foi apreendida pela Sefa em embarcação em Curralinho.
Produto estava sem documentação fiscal e sem autorização para transporte.

Um empurrador e uma balsa carregada com 410 metros cúbicos de madeira serrada de diversas espécies, apreendidos no último dia 2 pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) em Curralinho, no Marajó, chegaram a Belém neste domingo (5). Segundo a Sefa, a madeira estava sem a devida documentação fiscal e sem autorização para transporte de produtos florestais.

O carregamento foi levado para Belém pelo Grupamento Fluvial (Gflu). “O trabalho foi feito por integrantes da Companhia Fluvial da Polícia Militar, em parceria com agentes da Sefa e da Semas. A partir do momento que os fiscais da Secretaria da Fazenda identificaram a madeira sem documentação, fomos acionados e apreendemos a balsa com o carregamento e, em seguida, escoltamos a embarcação de Curralinho até Belém. A tripulação do empurrador responsável pelo transporte ilegal foi detida de imediato”, afirmou o delegado Dilermando Dantas.

A Sefa lavrou um termo de apreensão para garantir a cobrança do imposto estadual e entregou a carga à Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), que vai apurar a retirada ilegal da madeira. A madeira ficará em um depósito da Semas.

“Estamos no inverno amazônico e a madeira nesta época é difícil de retirar e transportar. Quem arrisca transportar madeira irregular desta forma está apostando num retorno financeiro alto”, disse o gerente de fiscalização florestal da Semas, Everton Barros.

Fonte: G1 PA.
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Emoção e felicidade com sabor de vitória para educação marcou Aula inaugural da faculdade Católica C

A aula inaugural dos primeiros alunos da Faculdade Cavanis Catolica começou com uma injeção de ânimo.
Na noite desta segunda-feira, dia 06 de março, foram reunidos alunos dos cursos de analista de sistema ministrada pelo Professor Rodolfo Dias . O professor fez suas explanações acerca do tema “Como obter sucesso em sua carreira como ganhar um bom salário”.

Antes da palestra, um momento de emoção na formação da mesa de honra onde autoridades civis e religiosa fizeram uso da palavra para parabenizar o mentor Padre Josep Viane que vê seu sonho se tornando Realidade com a tão sonhada Faculdade Cavanis católica.

O Bispo Dom Vilmar Santin fez questão de falar sobre como a Igreja zela pela educação e não economizou palavras para parabenizar todos que lutaram por essa realidade.

O padre Edemar que é provincial mostrou o trabalho da igreja em vários continentes e especialmente no Brasil explicando como funciona o ambiente estudantil da igreja católica.

“A faculdade Cavanis está aqui para ajudá-los no que for preciso com a educação”.

O chefes do poder executivo prefeito Ubiraci Soares também em seu discurso parabenizou e deu boas vindas a faculdade. A Secretária de educação Juliana Bertollo fez a explanação da importância dessa faculdade para nosso município. Ao começar a palestra, o Professor Rodolfo Dias exibiu sua experiência de vida motivacional,

O docente também falou aos novos acadêmicos sobre o grupo seleto do qual eles fazem parte agora. Do primeiro grupo da faculdade cavanis de Novo Progresso “Comprovadamente aqueles que têm ensino superior são os que ocupam os melhores cargos dentro das organizações”, revelou.

E, para finalizar o momento tão especial para os acadêmicos da Faculdade os e todos pais e colaboradores participaram de um coquetel com sabor de vitória para educação em Novo Progresso

Fonte: Edson Santos.
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Polícia prende homem por violência contra ex-companheira em Tomé-Açu

Suspeito já estava proibido de se aproximar da vítima por ordem da Justiça.
Vítima relatou que ex-companheiro a ameaçou de morte.

As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante em Tomé-Açu, nordeste paraense, um homem pelo crime de violência doméstica praticado contra a ex-companheira. Ele foi preso no último sábado (4). A vítima procurou a Delegacia de Polícia do município para denúnciar que o suspeito teria ameaçado matá-la a golpes de faca.

A equipe policial se dirigiu até a casa do suspeito, que fugiu ao perceber a chegada dos policiais, mas foi capturado horas depois, durante as investigações do crime.

Na Delegacia, foi constatado que já haviam medidas protetivas de urgência decretadas pela Justiça contra o agressor. Ele já estava proibido de se aproximar da vítima e manter qualquer tipo de contato com a mulher.

A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva e o acusado está recolhido à disposição da Justiça.

O delegado Alexandre Lopes informou que, durante todo o mês de março, as medidas contra qualquer tipo de violência doméstica e familiar contra a mulher serão intensificadas no município.

Fonte: G1 PA.
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Sobe o nº de municípios do Pará com casos de febre amarela em animais

Último caso confirmado de morte de macacos foi em Itaituba.
Os outros casos foram registrados em Rurópolis, Alenquer e Belém.

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou na última segunda-feira (6) que dois macacos encontrados mortos em Itaituba, no sudoeste do estado, estavam com febre amarela.

Com o resultado, sobe para quatro o número de municípios com registro da doença em animais. Os outros casos foram registrados em Rurópolis, Alenquer e Belém.

A Sespa também informou que intensificou a vacinação nos municípios afetados e, especialmente, nas zonas rurais e áreas de mata.

Casos confirmados
No dia 25 de fevereiro, o Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela na região metropolitana, após o corpo do animal ser encontrado no Parque do Utinga no dia 22 em Belém. Após a confirmação, a Sespa intensificou ações de vacinação entre moradores e trabalhadores no bairro Curió Utinga.

Um caso já havia sido confirmado pelo instituto no dia 21, após a investigação da morte de cinco primatas no município de Rurópolis, sudoeste paraense, no início do mês. A comunidade onde os macacos morreram fica na divisa da Floresta Nacional do Tapajós, por isso, as investigações também foram feitas nessa área de mata. O IEC confirmou a doença em um dos animais mortos em Rurópolis.

Segundo a Sespa, foram notificados oito casos de febre amarela nos últimos dez anos no Pará. Somente em 2016, 71.195 pessoas foram vacinadas no Pará contra a doença. Em 2015, foram imunizadas 80.230 pessoas.

Vacinação
As vacinas não são recomendadas para grávidas, crianças com menos de seis meses, alérgicos a ovos e pessoas que vivem em áreas sem registro do vírus. Nos casos de pessoas com mais de 60 anos e pacientes com imunodeficiência, a administração da vacina deve ser condicionada à avaliação médica.

Uma dose é válida por dez anos e bastam duas doses ao longo da vida para que não se tenha qualquer risco de contaminação com a doença. Os efeitos da febre amarela sobre o corpo incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

Fonte: G1 PA.
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Alter do Chão celebra 259 anos com tradicional bolo ‘gigante’

Feito por comunitários, bolo foi distribuído à população presente.
Programação iniciou na sexta-feira (3) e terminou na segunda (6).

O aniversário da vila balneária de Alter do Chão, em Santarém, oeste do Pará, foi comemorado pela população na Praça Sete de Setembro com um bolo gigante. Colorido e com desenhos que faziam referência à exuberante Ilha do Amor, o bolo de mais de 40 metros foi feito por mais de 17 comunitários que distribuíram aos convidados presentes nas comemorações.

Socorro Bentes é do Nordeste e está conhecendo Alter do Chão. É a primeira vez que a empresária sai de Recife para vir ao Pará, e ficou encantada com a festa de aniversário realizada pelos próprios comunitários, além da beleza do lugar. “Para mim eu que me sinto presenteada por estar aqui comemorando o aniversário de Alter do Chão. É muito bom ver as pessoas unidas em prol da comunidade, pessoas que se doaram voluntariamente para fazer esses bolos. Todos estão de parabéns pela festa riquíssima”, contou.

A programação de aniversário de Alter do Chão iniciou na sexta-feira (3). Além de shows regionais, ações de esporte e cidadania fizeram parte das comemorações de aniversário do “Caribe da Amazônia”. Na segunda-feira (6), dia do aniversário de Alter, houve apresentações culturais, corte do bolo e show com o grupo Regional Mocorongo.

Fonte: G1 PA.
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PIB brasileiro recua 3,6% em 2016, e país tem pior recessão da história

Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931; ritmo de corte em 2015 e 2016 foi o maior já registrado pelo IBGE.

A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior. Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE dispõe de dados sobre o PIB desde 1901.

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 6,266,9 trilhões em 2016, e o PIB per capita ficou em R$ 30,407 – uma redução de 4,4% diante de 2015.

Queda generalizada

O desempenho dos três setores analisados pelo IBGE recuaram no ano. A queda na agropecuária foi de -6,6%, na indústria, de 3,8%, e nos serviços, de 2,7%. Desde pelo menos 2012, a retração não era generalizada.
PIB brasileiro registra a pior recessão da história, de acordo com dados do IBGE. (Foto: Márcio Fernandes/AGE/Estadão Conteúdo) PIB brasileiro registra a pior recessão da história, de acordo com dados do IBGE. (Foto: Márcio Fernandes/AGE/Estadão Conteúdo)

Previsões

A previsão do mercado financeiro era que o PIB encerraria o ano em queda de 3,5%, de acordo com o último boletim Focus que trazia as estimativas para 2016. A expectativa do Banco Central era ainda mais pessimista. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma espécie de “prévia do PIB”, indicava que a economia brasileira havia recuado 4,34% no ano passado.

Em relatório publicado no início de 2017, o Fundo Monetário Internacional (FMI) indicava que o PIB de 2016 teria caído 3,5%.

O que é o PIB

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.

Fonte: G1.
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Chega ao STF primeira ação que pode levar à ampla legalização do aborto

Um dos temas mais polêmicos do país chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foi protocolada na noite de segunda-feira a primeira ação que pede a legalização ampla do aborto, para qualquer gestação com até 12 semanas.

Atualmente, a interrupção da gravidez só é permitida no país em três casos: se a mulher corre risco de morrer por causa da gestação; se a fecundação ocorreu por estupro; se o feto é anencéfalo (sem cérebro) e, portanto, não conseguirá sobreviver após o parto.

A ação, à qual a BBC Brasil teve acesso antecipadamente, foi movida pelo PSOL, com assessoria técnica do instituto de bioética Anis. Não é possível prever quanto tempo levará para ser julgada, talvez anos. Isso dependerá muito do ministro que for sorteado para relatar a ação e de seu interesse em agilizar ou não o caso.

É função do Supremo, quando provocado por uma ação, analisar se leis vigentes no país estão em desacordo com a Constituição Federal. Nesse caso, o partido solicita que a Corte declare que os artigos do Código Penal (lei de 1940) que criminalizam o aborto desrespeitam preceitos fundamentais, como o direito das mulheres à vida, à dignidade, à cidadania, à não discriminação, à liberdade, à igualdade, à saúde e ao planejamento familiar, entre outros.

As advogadas que assinam a ação destacam que a criminalização do aborto leva muitas mulheres a recorrer a práticas inseguras, provocando mortes. Argumentam também que o problema afeta de forma ainda mais intensa mulheres pobres, negras e das periferias, já que elas têm menos conhecimento e recursos para evitar a gravidez, assim como menos meios para pagar por métodos abortivos mais seguros, ainda que clandestinos.

Movimentos contrários ao aborto, por sua vez, argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional. Esses grupos hoje contam no Congresso com o apoio de uma ampla bancada de parlamentares, em geral católicos e evangélicos, que atuam para impedir a legalização do aborto ou mesmo aumentar sua restrição.

É desejo desses parlamentares aprovar uma emenda à Constituição prevendo expressamente que o direito à vida está garantido desde a concepção.

“Muito provavelmente, mudando a nossa Constituição, passa-se a ter uma nova interpretação dessas leis que já estão em vigor no nosso país (e permitem algumas hipóteses de aborto)”, disse no ano passado o deputado Diego Garcia (PHS-PR), em um debate na Câmara.

Mesmo que isso seja aprovado, no entanto, caberá ao Supremo a palavra final sobre se o eventual direito à vida do embrião se sobrepõe aos direitos das mulheres, ressalta a antropóloga Debora Diniz, do instituto Anis.

Essa tensão é destacada pela presidente do STF, Carmén Lúcia, no livro O Direito à Vida Digna, publicado em 2004, pouco antes de sua entrada na Corte. Trechos da obra são citados pelo PSOL para fundamentar o pedido de legalização.

“Quando se põe em debate o aborto, o que se oferece, num primeiro lance de discussões, é se o embrião e o feto seriam pessoas, porque, a se responder afirmativamente, eles titularizariam o primeiro de todos como é o direito à vida digna, a qual, como antes lembrado, é intangível e inviolável. Mas não se há de ignorar que a vida é o direito que se exerce com o outro, no espaço das relações entre sujeitos, não se podendo anular, portando, a condição de pessoa-mulher que, em sua dignidade, é livre para exercer a escolha da maternidade ou não”, escreveu a ministra no livro.
O que esperar do Supremo?

Na última década, o Supremo tomou decisões que podem indicar uma abertura da Corte para o debate do aborto. Não está claro, porém, se há maioria para aprovar uma legalização ampla da prática.

Na decisão mais recente, há três meses, a primeira turma do STF, formada por cinco dos onze ministros, decidiu colocar em liberdade duas pessoas que haviam sido presas em flagrante supostamente realizando aborto em uma clínica clandestina.

Os magistrados poderiam ter se limitado a revogar a prisão preventiva, sob argumento de que os acusados podem responder ao processo em liberdade. Foi o entendimento de Marco Aurélio e Luiz Fux.
Marcha em Brasília pela Vida e contra o aborto: Movimentos contrários ao aborto argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional © Valter Campanato/Agência Brasil Movimentos contrários ao aborto argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional

Três ministros, no entanto, foram além. Acompanhando o surpreendente voto de Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que a prisão não deveria ser mantida também porque a criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação é incompatível com direitos fundamentais das mulheres, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica, além de ferir o princípio da igualdade.

O corte do primeiro trimestre, equivalente a doze semanas, foi proposto por Barroso porque é adotado na maioria dos países que permitem o aborto, como quase todos os países da União Europeia, Rússia, Suíça, Moçambique e Uruguai, entre outros.

“Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno”, escreveu o ministro.

Barroso defendeu ainda em seu voto que o Estado e a sociedade devem buscar evitar o aborto por outros métodos que não a criminalização, como “oferta de educação sexual, distribuição de meios contraceptivos e amparo à mulher que deseje ter o filho e se encontre em circunstâncias adversas”.

A decisão causou imediata reação no Congresso: “Revogar o Código Penal, como foi feito, trata-se de um grande atentado ao Estado de direito. O aborto é um crime abominável porque ceifa a vida de um inocente”, disse na ocasião o deputado Evandro Gussi (PV/SP).
E os votos no plenário?

A ação do PSOL, caso seja levada a julgamento, será analisada em plenário, pelos onze ministros.

O caso citado acima sugere haver ao menos três votos simpáticos à tese defendida pelo PSOL. O fato de Marco Aurélio e Fux não terem acompanhado a decisão de Barroso não deixa claro qual seria o posicionamento deles sobre a ampla descriminalização do aborto, já que não entraram nesse mérito. Os ministros podem não ter seguido o colega por discordar da tese ou por não considerarem adequado abordar essa discussão ao julgar o habeas corpus.

Outras pistas sobre os possíveis posicionamentos dos ministros são os julgamentos que liberaram o aborto de anencéfalos (2012) e a pesquisa científica com células-tronco embrionárias (2008) – caso que provocou uma discussão sobre quais seriam os direitos do embrião e se sua vida estaria protegida pela Constituição.

Dos ministros que ainda estão no Supremo, votaram pela liberação do aborto de anencéfalos Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Ricardo Lewandowski disse que a decisão caberia ao Congresso e ficou contra.

Dias Toffoli, por sua vez, não participou do julgamento porque quando era advogado-geral da União já havia se manifestado na causa a favor do aborto de fetos sem cérebro.

Já no segundo caso, quando a maioria do Supremo entendeu que as pesquisas com células-tronco embrionárias não violam o direito à vida, foram favoráveis a essa decisão Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Gilmar Mendes – considerando apenas os que permanecem no STF.

A decisão de Lewandowski novamente destoou: ele votou que as pesquisas poderiam ser feitas, mas somente se embriões ainda viáveis não fossem destruídos para a retirada das células-tronco.

Toffoli era na época advogado-geral da União e defendeu as pesquisas.

Os votos favoráveis nesses dois julgamentos podem sinalizar uma abertura dos ministros à discussão da legalização ampla do aborto, mas não permitem tirar uma conclusão sobre quais serão seus posicionamentos.
Presidente do STF Cármem Lúcia: Presidente do STF, ministra Cármem Lúcia diz em livro que ‘não se pode anular a condição de pessoa-mulher que é livre para exercer a escolha da maternidade ou não’ © REUTERS/Adriano Machado Presidente do STF, ministra Cármem Lúcia diz em livro que ‘não se pode anular a condição de pessoa-mulher que é livre para exercer a escolha da maternidade ou não’

Por outro lado, esses dois casos parecem indicar uma probabilidade alta de que Lewandowski vote contra a legalização do aborto em eventual julgamento da ação do PSOL. Também sinalizam que ele tende a ter menos interesse em dar agilidade ao processo, caso seja sorteado relator.

Questionado sobre o tema há duas semanas na sabatina do Senado, o futuro ministro do STF Alexandre de Moraes (sua posse será dia 22) se esquivou de responder se é a favor ou contra a legalização. Segundo reportagem do Conjur, especializado em notícias jurídicas, antes de ser indicado Moraes já havia se manifestado contra a legalização ampla do aborto, por considerar que o direito à vida começa no momento da fecundação.
Por que agora?

A discussão sobre a legalização do aborto não é nova, então por que justamente agora a ação chega ao STF? Segundo Luciana Boiteux, professora de Direito Penal da UFRJ e filiada ao PSOL, a iniciativa do partido reflete um fortalecimento recente do movimento das mulheres no país.

No final de 2015, por exemplo, uma série de protestos feministas nas principais cidades do país conseguiu barrar o andamento no Congresso de um projeto de lei que buscava aumentar as penas para aborto.

“Essa ação está sintonizada com o movimento das ruas, com todo o fortalecimento desse debate feminista que o Supremo agora vai ter que enfrentar”, afirmou.

Na sua opinião, é preciso levar a questão à Corte porque o Congresso “não é representativo para as mulheres”. Atualmente, 90% dos parlamentares são homens.

“No Supremo, a gente vê uma maior abertura para um debate que já foi feito inclusive por diversas outras cortes no mundo. É um espaço tão legítimo quanto (o Congresso)”, defende Boiteux, citando julgamentos sobre aborto nos Estados Unidos, Alemanha e Portugal.

Também tramita no STF outra ação, movida em agosto pela Anis e a Associação Nacional de Defensores Públicos, que pede a liberação da interrupção da gravidez em caso de gestantes infectadas pelo vírus Zika.

O caso foi sorteado para Carmén Lúcia pouco antes de ela assumir a presidência do Supremo. A ministra deu rito de “urgência e prioridade” à tramitação e chegou a pautá-la para julgamento em dezembro.

No entanto, o caso deixou de ser analisado devido a outra questão mais urgente naquele dia – a decisão sobre se Renan Calheiros deveria ser afastado da presidência do Senado. Até agora o caso não voltou para a pauta.

Fonte: MSN.
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Comer pão branco é o mesmo que tomar glicose, diz professor sobre ganho de peso

Quem busca orientação médica para iniciar uma alimentação saudável provavelmente vai ouvir do especialista que deve cortar o pão branco da dieta. Mas engana-se quem imagina que os carboidratos são os grandes vilões que compõem o alimento. O amido é que, na verdade, traz os prejuízos ao organismo e ao processo de emagrecimento.

De acordo com o doutor espanhol Miguel Ángel Martínez-González, em entrevista ao jornal El País, comer pão branco é o mesmo que tomar glicose.

Defensor da dieta mediterrânea, que comprovadamente reduz riscos de infartos, derrames e câncer, o professor que também colabora com pesquisas da Escola de Saúde Pública de Harvard explica por que o alimento deve ser cortado da alimentação diária.
Pão branco atrapalha a saúde e a dieta

Martínez-González diz que a conclusão sobre o pão branco é que ele pode ser considerado um dos problemas mais graves de saúde na Espanha. O alimento é fundamentalmente um amido que o corpo rapidamente transforma em açúcar, ou seja, seu consumo equivale a receber uma dose de glicose.

As farinhas refinadas usadas no preparo do pão branco, segundo o médico, transformam o alimento em um combustível de rápida absorção. Quando uma pessoa já sofre de sobrepeso ou tem resistência à insulina, o processo se torna uma verdadeira bomba.

Como o pão branco afeta seu corpo

Quando chega ao estômago, o pão branco é rapidamente digerido e absorvido. Sua rápida digestão não é algo positivo, já que provoca um alto pico de glicose no organismo. Na corrente sanguínea, o pico de glicose gera um nível elevado de secreção de insulina, que faz com que você sinta fome mais rapidamente. Ou seja, por não garantir saciedade, o alimento atrapalha a dieta por aumentar as chances de você necessitar fazer uma nova refeição.

Fonte: MSN.
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