No Pará, cai o número de contratações no setor industrial

Em janeiro deste ano, foram 2.493 demissões na indústria de transformação.
Balanço do último ano mostra decréscimo de 4,52% na geração de empregos

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA) nesta segunda-feira (13), em Belém, aponta a queda nas contratações e o aumento nas demissões no setor industrial no Pará, evidenciando os efeitos da crise econômica no país.

Segundo o balanço do mês de janeiro de 2017, foram feitas 2.392 admissões contra 2.493 desligamentos gerando um saldo negativo de 101 postos de trabalhos no setor da indústria de transformação. No mesmo período de 2016, a Indústria paraense também apresentou queda na geração de empregos formais, porém, a perda de postos de trabalhos foi bem maior que a verificada este ano: 2.455 admissões contra 3.444 desligamentos, gerando um saldo negativo de 989 postos de trabalhos.

O estudo sobre a flutuação dos postos de trabalhos no setor nos últimos 12 meses mostra saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com decréscimo de 4,52%. Foram feitas, em todo o Pará, 30.832 admissões contra 34.734 desligamentos, gerando um saldo negativo de 3.902 postos de trabalhos.

Fonte: G1 PA.
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Santarém-Filho que matou a mãe é decapitado no presídio de Cucurunã

O detento Antonio Sérgio Sousa Guimarães, mais conhecido por Jurunas, que matou sua própria mãe Maria Dilma Santos de Sousa, de 56 anos, com uma facada, na terça-feira (07), véspera do Dia Internacional da Mulher, em Santarém, após ser um dos 72 beneficiados com a saída temporária do presídio de Cucurunã, sendo que na quarta-feira (09) ele foi preso e levado de volta ao presídio, foi morto por outros detentos na noite deste domingo, dia 12.

Segundo informações do CRASHM, por volta das 20h15 deste domingo, no pavilhão 1 – Ala A, os presos conseguiram arrancar os ferros da tranca e abriram os cadeados das celas, vindo a retirar o detento Jurunas, que foi decapitado no corredor da Ala.

O delegado Germano do Valle, que estava de plantão na Seccional de Polícia Civil, se deslocou até a Penitenciária de Cucurunã, onde está apurando essa morte. Informações repassadas à nossa reportagem, é que até agora ninguém sabe para onde vão encaminhar o corpo do detento assassinado. Uma equipe da PM esteve na residência de seus familiares, mas os policiais receberam como resposta que para lá o corpo não será levado.

Fonte: RG 15\O Impacto
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Avião da Suíça para São Paulo faz pouso de emergência no Senegal

A nova aeronave chegará às 15h (12h em Brasília)

Um Airbus A340-300 da Swiss, que saiu de Zurique com destino ao aeroporto internacional de Guarulhos teve de fazer um pouso de emergência em Dakar, no Senegal, na madrugada desta segunda-feira (13).

A bordo estavam 251 passageiros. Durante a operação, que ocorreu às 4h locais (1h em Brasília) o comandante informou que “o avião apresentou um problema por duas vezes” no detector de fumaça dos banheiros.

A imprensa suíça, no entanto, relata que um defeito na bomba de combustível ocasionou o pouso forçado. A maioria dos passageiros dormia quando a tripulação começou a se movimentar.

Passageiros acordados afirmam que a aeronave jogou fora combustível por cerca de 10 minutos. Após o pouso, todos foram obrigados a ficar dentro da aeronave por cinco horas. O comandante alegou um problema de vistos que impedia a entrada dos passageiros.

A entrada dos passageiros no terminal foi autorizada por volta das 9h (6h em Brasília). A tripulação informou que uma nova aeronave teria que vir de Zurique para o reembarque dos passageiros.

A nova aeronave chegará às 15h (12h em Brasília). A partida está prevista para as 17h – serão necessárias duas horas para a troca das bagagens de um avião para o outro. A chegada em São Paulo está prevista para as 21h de Brasília.

A professora Shirley Cândido Zala, 48, mora na Suíça e estava indo visitar a família em Goiânia. Ela conta que há um ano não voltava para o Brasil e reclama da pouca assistência da companhia aérea.

“Estamos abandonados. A única coisa que deram pra gente foi uma água. Tem criança que precisa comer, gente mais de idade também”, diz a professora.Quase três horas após a saída dos passageiros da aeronave, a companhia começou a servir sanduíches aos passageiros. A Swiss não opera voos no Senegal, por isso não há equipe em solo no aeroporto.

A romena Flori Mircea, 33, mora em Belo Horizonte com o marido, também romeno, que trabalha no Brasil. Ela mostra para a reportagem o pé inchado, com oito pinos após uma cirurgia recente.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Desmatamento no Pará volta a ser destaque nacional

A escravidão na Amazônia voltou a ser tema de debate nacional. O site UOL, em matéria especial revela que trabalhadores cortam árvores ilegalmente no Pará , sob risco de acidentes e ameaçados por donos de serrarias.

Vigiados por homens armados, os trabalhadores exercem a função ilegal com através da “repressão, prisão e, segundo corre pela ‘rádio peão’, até violência física”.

As jornalistas Ana Aranha e Tania Caliari relatam a história de um trabalhador, “novato” na profissão, que relata seus medos e a triste realidade do desmatamento no Estado, que vão além de corte de árvores. já também relatos de exploração e trabalho escravo, atribuídos a uma pequena serraria com sede em Uruará, sudeste paraense.

Os “escravos”, que conseguiram fugir, trabalhavam mais de 12 horas por dia, sem carteira assinada e sem equipamento de proteção. Alguns dos casos denunciados na operação já estavam na “Lista Suja do Trabalho Escravo”, que reúne os flagrantes do Ministério do Trabalho.

O tamanho do problema foi exposto pela Operação Madeira Limpa, deflagrada pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. A operação prendeu 21 pessoas na região oeste do Pará em 2015, entre eles três funcionários públicos de diferentes esferas do governo. A quadrilha fazia desmatamento e extração seletiva ilegal de madeira, grilagem e coagia os assentados a autorizar a retirada de árvores de suas terras.

Fonte: DOL, Com informações do UOL.
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Na zona rural de Uruará homem é assassinado com cinco tiros em frente ao filho de 9 anos

Na tarde deste sábado, 11, um homem foi assassinado a tiros no km 175 sul, zona rural de Uruará, sudoeste do Pará. De acordo com informações da polícia, o homicídio ocorreu por volta das 16:00 horas a 2 km da BR 230 (Transamazônica).

A vítima, identificada pelo nome de Josimar Pereira dos Santos, de 36 anos, vulgo Piseiro, estava com seu filho de apenas 9 anos de idade, quando foi abordada por dois indivíduos em uma motocicleta Honda Bros. Os indivíduos efetuaram cinco disparos contra a vítima, que ainda pediu ao filho que corresse para não ser atingido. Josimar morreu no local.

Os disparos de arma de fogo atingiram o peito, a mão direita, o maxilar e a cabeça de Josimar. A vítima realizava compra e venda de motos e joias usadas. Ele residia na Rua das Mangueiras, Bairro Aeroporto, na zona leste da cidade.
Após cometerem o crime, os assassinos levaram o anel de ouro usado pela vítima e a carteira.
corpo foi removido pelo SAMU e levado para o necrotério do Hospital Municipal de Uruará, onde passou por exames cadavéricos para posteriormente ser entregue aos familiares.
“Trabalhamos com a hipótese de homicídio motivado por “acerto de contas”. Foi instaurado um inquérito policial para apurar o caso”, informou o Delegado Walison Damasceno que responde pela Delegacia de Polícia de Uruará.
Josimar Pereira dos Santos era casado e deixa um filho de 09 anos e mais três filhas, uma de 02 anos, outra de 04 anos e a outra filha de 14 anos.
“Como alguém tem coragem de fazer isto com um pai de família? Como eu vou fazer agora para cuidar dos meus filhos sem ele?” dizia a esposa visivelmente destruída emocionalmente pelo modo covarde como o qual seu marido, com quem era casada há mais de 20 anos, foi assassinado.

“Ele era um pai adorado pelos filhos e cuidava muito bem deles. Ele trabalhava durante o dia e todas as noites estava em casa com a gente”, relatou a esposa da vítima para a nossa reportagem no momento em que estava na Delegacia de Polícia registrando o Boletim de Ocorrência.

A autoria do crime ainda é desconhecida.
Fonte: plantao24horasnews.
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Indústria de transformação continua perdendo empregos

Em janeiro, foram feitas 2.392 admissões contra 2.493 desligamentos no Pará

O setor da indústria de transformação no Pará perdeu 101 postos de trabalhos em janeiro de 2017. No período, foram feitas 2.392 admissões contra 2.493 desligamentos. Os dados são de uma pesquisa do Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta segunda-feira (13).

No mesmo período em 2016, o setor também apresentou queda na geração de empregos formais, porém a perda de postos de trabalhos foi bem maior que a verificada este ano. Foram feitas naquela oportunidade 2.455 admissões contra 3.444 desligamentos gerando um saldo negativo de 989 postos de trabalhos.

Segundo os números do Dieese, a maioria dos estados da Região Norte apresentaram quedas na geração de empregos formais, com destaque para Rondônia com a perda de 195 postos de trabalhos, seguido do Pará com a perda de 101 postos de trabalhos. Na outra ponta, o destaque positivo ficou por conta do Amazonas com a geração de 787 postos de trabalhos, seguido de Roraima com a geração de 23 postos de trabalhos.

No período, o Norte realizou 7.363 admissões contra 7.003 desligamentos, gerando um saldo positivo de 350 postos de trabalhos com um crescimento de 0,14% na geração de empregos formais.

Fonte: ORMNews.
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“Eu errei ao promover a desoneração”, admite Dilma em Genebra

“Eu acreditava que, se eu diminuísse impostos, eu teria um aumento de investimentos”, disse a ex-mandatária

A presidente cassada Dilma Rousseff admitiu que cometeu um “grande erro” ao promover a desoneração fiscal. Em Genebra, na Suíça, para participar de debates e seminários, a brasileira foi questionada se era capaz de assumir seus erros e se estava arrependida de alguma decisão que tomou enquanto governou o Brasil.

“Eu acreditava que, se eu diminuísse impostos, eu teria um aumento de investimentos”, disse a ex-mandatária. “Eu diminuí e me arrependo disso. No lugar de investir, eles (os empresários) aumentaram a margem de lucro”, afirmou.

Segundo a petista, uma das acusações que lhe foram feitas é de ter mantido uma política fiscal “mais frágil”. “Errei em uma coisa: tentamos fazer com que os investimentos fossem aumentados. Fiz uma grande desoneração, brutalmente reduzimos os impostos”, disse. “Ali, eu cometi um grande erro. (…) Acreditava que, se fizéssemos isso, eles iriam investir mais e a coisa seria melhor. Eu errei.”

Uma parte das políticas de Dilma chegou a ser condenada na Organização Mundial do Comércio (OMC), como a redução de IPI para empresas locais.

Sua avaliação, porém, é de que houve uma “subestimação das razões da crise econômica” enfrentada pelo País.

“Todos sabem que, a partir da metade de 2014, houve uma queda significativa dos preços das commodities. Esse movimento afetou a arrecadação do Brasil e a nossa balança comercial”, disse a ex-presidente, lembrando as mudanças feitas na política monetária dos Estados Unidos no período e também o freio que sofreu a economia chinesa.

Sobre o aumento da inflação ao fim de seu governo, Dilma citou a ameaça de desabastecimento de água em São Paulo, mas negou que sua gestão tenha promovido uma “gastança”.

“Numa crise, todos precisam pagar. Mas quem paga? Um pato de seis metros de altura foi colocado nas manifestações, dizendo: eu não pago o pato. Mas quem colocou o pato? O presidente da Fiesp. O que quer dizer isso? Eu não pago impostos. Eu só quero cortes e mais cortes”, atacou Dilma.

Na visão da ex-presidente, o impeachment que sofreu ainda estaria ligado a propostas que ela tinha de elevar impostos. “Meu impeachment também foi por não pagar o pato, e o pato eram os impostos”, disse.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Novas regras do rotativo do cartão podem elevar pagamento mínimo

O pagamento mínimo da fatura poderá incluir parte ou todo o saldo do rotativo

Quatro dos cinco principais bancos brasileiros de varejo – Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander – já anunciaram as novas regras para uso do rotativo do cartão de crédito. Antes do novo sistema entrar em vigor, em 3 de abril, as instituições financeiras correm para comunicar as mudanças e tirar dúvidas dos clientes. O pagamento mínimo da fatura poderá incluir parte ou todo o saldo do rotativo. Na prática, a depender do banco, o valor ficará mais alto.

Apesar de as novas regras visarem a reduzir o juro pago pelo cliente, órgãos de defesa do consumidor cobram mais clareza sobre os novos padrões de cobrança. O rotativo é acionado quando o cliente paga qualquer valor entre o mínimo da fatura e o total. Antes, havia o risco de o consumidor cair numa ciranda de juros e ficar superendividado. O juro do rotativo, de cerca de 500% ao ano, é hoje a mais cara linha de crédito.

Agora, o Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou um limite de uso do rotativo: 30 dias. Passado o período, haverá uma migração automática para o parcelado do cartão, que também tem um juro alto, embora menor do que o do rotativo.

O CMN não determinou como deve funcionar o sistema e por isso cada banco definiu um padrão de cobrança.

Como o uso do rotativo será limitado, os bancos diminuíram a taxa de juros desta modalidade. Algumas instituições financeiras também baixaram o custo do parcelado.

No Banco do Brasil, o primeiro a anunciar a nova regulamentação, o cliente poderá parcelar em 24 vezes o valor devido. É possível também fazer o pagamento mínimo, composto de todo o saldo rotativo e de pelo menos 15% dos novos gastos.

O Itaú Unibanco também colocou o valor integral do rotativo no mínimo da fatura. Ou, se quiser, o correntista do banco pode quitar algum valor entre uma parcela já calculada e o valor mínimo da fatura para entrar automaticamente no parcelado – fixado em 12 vezes – a partir do mês seguinte.

No BB e no Itaú, não há parcelamento em caso de pagamento do mínimo. O restante fica “rotativado” para o mês seguinte.

No Santander, o pagamento mínimo passa a representar, ao menos, 15% da soma entre o saldo remanescente do mês anterior e os novos gastos, se existirem. O restante é automaticamente parcelado – de 4 a 18 vezes – na próxima fatura.

Também é possível, no Santander, quitar somente o saldo do rotativo de uma vez, não entrando, assim, no parcelado. Com exceção deste último detalhe, o sistema do Bradesco, que usa parcelamento em 12 vezes, é semelhante ao do Santander.

Assim como já é hoje, quitar qualquer cifra abaixo do valor mínimo deixa o consumidor inadimplente e exclui o acesso ao rotativo ou parcelamento.

Clareza

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) está elaborando uma carta ao BC para apontar os pontos que considera falhos na mudança. “A norma está muito solta e é difícil de entender. Isso é prejudicial ao consumidor”, diz Ione Amorim, economista-chefe do Idec. A especialista diz que, da maneira como serão as aplicadas as regras, a tendência é que o consumidor recorra mais ao mínimo. “O risco é replicar a dinâmica atual do rotativo.”

Executivos dos quatro bancos acreditam que a medida pode ajudar a melhorar a educação financeira dos clientes. Também apostam que a inadimplência deve cair, porque haverá maior controle dos gastos e incidência de juro menor.

Procurada, a Caixa Econômica Federal informou que ainda trabalha na definição das novas regras de uso do rotativo do cartão de crédito e que irá divulgá-las antes de o modelo começar a ser obrigatório. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Fagundes cobra planejamento do Governo para escoamento da safra de MT pela BR-163

O senador Wellington Fagundes (PR-MT), presidente da Frente Parlamentar de Logística em Transporte e Armazenagem (Frenlog) voltou a cobrar planejamento do Governo na última semana para garantir um escoamento seguro da safra der grãos. Ele fez uma análise da tribuna do Senado sobre os episódios ocorridos na BR-163, a partir da utilização dos portos do Norte do Brasil. “O problema do Pará não é problema só do Pará; é problema do Brasil”, argumentou.

Wellington Fagundes fez questão de afirmar que não culpa os produtores rurais pelos caos que ocorreu em 40 quilômetros não pavimentados na BR-163, no Estado do Pará. A crítica é à falta de armazéns para estocagem da produção e lembrou que na época em que Neri Geller foi ministro da Agricultura se trabalhou um sistema programado para evitar perdas.

“Não dá para dizer que a culpa é desse ou a culpa é daquele. Na verdade, falta, sim, um planejamento do Governo”, disse, ao destacar o apoio político que tem o Governo Federal no momento. “Então, não dá para ficar aqui colocando a responsabilidade nesse ou naquele. A responsabilidade é de todos nós, homens públicos”.

Wellington destacou a importância que representa a efetivação dos portos do Arco Norte, principalmente para utilização do Porto de Miritituba (PA), para diminuir o custo do produtor brasileiro e mato-grossense. Daí, segundo ele, como líder da Frente Parlamentar, ter atuado junto com a bancada do Estado do Pará pela viabilização do empreendimento.

“O que acontece no Brasil? No Brasil, nós não temos praticamente armazéns. Então, o produtor que está no Estado de Mato Grosso, no Centro-Oeste, como ele não consegue armazenar o produto, fica refém das grandes tradings nacionais e internacionais e tem que entregar o produto na colheita”, acrescentou.

Membro da Comissão de Agricultura do Senado, o senador mato-grossense destacou que é preciso corrigir essa falha no sistema de armazenamento. Hoje, segundo ele, “os caminhões são usados e utilizados para serem os armazéns” e lamentou que o produtor não tenha a opção de  vender o produto na hora certa e possa escolher, tendo essa condição, a hora certa para vender e, inclusive, para onde vai vender o seu produto”.

Fagundes reafirmou sua posição de vigilância em torno do tema e pediu que se acaba o sensacionalismo através da imprensa. Disse que seu objetivo será continar buscando “o resultado para que o cidadão que está lá produzindo, derramando o seu suor, às vezes até o seu sangue, tenha realmente um retorno através, nesse caso, da infraestrutura eficiente”.

Em seu pronunciamento, Wellington Fagundes fez questão de ressaltar o trabalho em parceria que vem sendo desenvolvido entre as bancadas de Mato Grosso e do Pará para viabilização de recursos exatamente serem investidos na BR-163. Sobretudo quando ocupou o cargo de relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Mesmo com a crise fiscal, foi possível assegurar no Orçamento de 2017 o aumento de recursos para obras de infraestrutura.

Fonte: olhardireto.
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Michel Temer amplia investimento militar em 36% e verba para setor supera Educação

Após investimento tímido da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2015, o setor militar ganhou mais incentivo após a posse de Michel Temer (PMDB) como presidente da República.

Segundo dados de execução orçamentária do sistema Siga Brasil, do Senado, o investimento militar em 2016 doi 36% superior ao do ano anterior.

Em 2015, sob o crivo do então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a área recebeu apenas R$ 6,73 bilhões dos R$ 11,9 bilhões previstos.

Já no fim do ano passado, o investimento subiu para R$ 9,15 bilhões e superou o Orçamento em R$ 1,85 bilhão. A previsão para 2017 vai além: R$ 9,7 bilhões.

Mesmo com a curva ascendente, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, já avisou que esse valor não será repassado integralmente e deve sofrer algum corte ao longo do período.

Entre todos os ministérios, por enquanto, Defesa é o segundo a receber mais investimentos do governo Temer. Perde apenas para Transportes, que sofreu com a crise em 2015, mas alcançou investimento confortável de R$ 10,5 bilhões em 2016.

Educação, que sofreu bastante com os cortes em 2015, continua no mesmo patamar. O setor teve, em 2015 e 2016, apenas R$ 5,7 bilhões dos R$ 13,8 bilhões previstos.

A verba destinada ao Ministério da Defesa é dividida entre Marinha (investe no programa de submarinos convencionais e nucleares), Força Aérea (aquisição de caças suecos, além da fabricação de cargueiro e avião-tanque) e Exército (programa de proteção de fronteiras e troca de frota de veículos blindados).

Fonte: Agência Brasil.
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