Corinthians perde para o Independiente na Libertadores

(foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press)- Após empolgar a sua torcida com o título do Campeonato Paulista conquistado em cima do Palmeiras e iniciar bem o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores da América, o Corinthians já não vive tempos de euforia. Na noite desta quarta-feira, três dias após ser derrotado pelo Atlético-MG, o time de Fábio Carille perdeu pela primeira vez também no torneio continental – 2 a 1 para o Independiente, da Argentina, em Itaquera.

O resultado foi consequência de um péssimo princípio de jogo do Corinthians, dominado pelo Independiente. O time visitante anotou o seu primeiro gol em menos de dois minutos, com Benítez. Romero, contra, ampliou. Jadson chegou a descontar ainda na etapa inicial, porém os donos da casa não produziram o bastante para ir além. No segundo tempo, o veterano Emerson Sheik ainda foi expulso por uma infantilidade.

Seja como for, o Corinthians ainda está em boa situação no grupo 7 da Libertadores. É o líder, com 7 pontos ganhos, contra 6 do Independiente e do venezuelano Deportivo Lara. O Millonarios, da Colômbia, totaliza 4.

Na quinta-feira de 17 de maio, todos os times da chave estarão em ação novamente. O Corinthians visitará o Deportivo Lara, enquanto o Independiente enfrentará o Millonarios, também na Colômbia. Pelo Campeonato Brasileiro, haverá jogo contra o Ceará já na manhã de domingo, em Itaquera.

Mantuan era a grande preocupação de boa parte dos torcedores do Corinthians nos dias que antecederam a partida contra o Independiente. Quando a bola rolou, porém, os problemas defensivos dos donos da casa foram inicialmente expostos não do lado direito, onde estava o substituto do lesionado Fagner, mas do esquerdo.

Foi por ali que o Independiente chegou ao ataque pela primeira vez. E marcou o seu primeiro gol. Com dois minutos de jogo, Romero – o do time argentino, e não o atacante paraguaio do Corinthians – tabelou com Mesa e bateu cruzado. Cássio fez grande defesa, mas a bola sobrou para Benítez abrir o placar.

A torcida do Corinthians reagiu de imediato, encobrindo com cantoria a manifestação efusiva do público visitante. O time, no entanto, não respondeu da mesma maneira. Com problemas físicos, os comandados de Fábio Carille abusavam dos erros de passe e aceitavam facilmente a pressão que o Independiente fazia na saída de bola.

Aos seis minutos, a equipe argentina contou com nova colaboração do Corinthians para quase anotar o seu segundo gol. Balbuena, falhando tanto quanto os seus companheiros mais criticados, esticou o pé dentro da área para desviar a bola e assustou Cássio e a maioria do público de Itaquera. Acertou o travessão.

Aos 25 minutos, o outro paraguaio do Corinthians não teve a mesma sorte. O Independiente cobrou um escanteio da direita, bem próximo de onde estava a sua ainda calada torcida, e Romero – agora, sim, o corintiano – colocou a cabeça na bola no meio do caminho. Gol contra em Itaquera.

Com 2 a 0 no marcador, o Independiente, que parecia atuar em casa, diminuiu naturalmente o ritmo. Foi o suficiente para o Corinthians começar a se acertar, aparecendo no ataque vez ou outra, ainda que Carille não agisse. O técnico do Corinthians assistia ao jogo de pé, ao contrário dos seus reservas, escondidos no banco.

Aos 32 minutos, todos se levantaram para finalmente comemorar uma ação ofensiva do Corinthians na partida. Balbuena fez grande lançamento para o compatriota Romero, que girou bem e esperou o tempo certo para tocar para Jadson. Livre na área, o veterano armador teve tranquilidade para concluir cruzado, para a rede.

Pouco depois, a bola entrou no outro gol de Itaquera. Para alívio do Corinthians, o lance foi invalidado pelo árbitro peruano Víctor Carrillo, que viu falta de Figal sobre Rodriguinho, no meio da área, depois de uma cobrança de falta da direita. Na segunda trave, Cássio havia sido vazado mais uma vez.

Ao término do primeiro tempo, quem decidiu reclamar foi Fábio Carille. Revoltado porque queria mais de dois minutos de acréscimo, o técnico se dirigiu à arbitragem e foi repreendido por Domingo. Discutiu rapidamente com o jogador adversário, foi para o vestiário e voltou de lá com Marquinhos Gabriel no lugar de Mateus Vital.

A alteração não contentou muitos torcedores, que queriam a entrada do xodó Pedrinho. Ainda assim, o Corinthians melhorou um pouco – não tanto por méritos próprios, mas porque o Independiente não tinha motivos nem forças para pressionar como havia feito na etapa inicial.

A evolução corintiana não resultou em chances de gol, o que fez Carille entrar em ação novamente aos 17 minutos. Desta vez, para vibração do público na Zona Leste paulistana, o escolhido para entrar foi Pedrinho. O prata da casa ocupou a vaga de Sidcley, empurrando Maycon do meio-campo para a lateral esquerda.

O Corinthians ficou muito mais criativo a partir da entrada de Pedrinho. Aos 29 minutos, por exemplo, o garoto avançou na ponta direita, deixou o seu marcador no chão e rolou para trás quando se aproximou da linha de fundo. Jadson finalizou cruzado, e a defesa do Independiente desviou para escanteio.

Como o jogo já se aproximava do fim, Carille gastou a sua última ficha. Emerson Sheik substituiu o cansado Jadson, enquanto o Independiente se protegeu com Gaibor no posto de Diego Rodríguez. O experiente atacante do Corinthians virou baixa em pouco tempo. Antes de nem sequer tocar na bola, ele chutou Domingo e levou o cartão vermelho.

Sem Sheik, o Corinthians resumiu as suas últimas tentativas de empatar o jogo à força de vontade de Pedrinho na direita e de Romero na esquerda. Era pouco para, com um atleta a menos, envolver o bem postado time argentino, maior campeão da história da Libertadores, com sete conquistas.

Fonte: Gazeta Esportiva 
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Polícia do Maranhão se movimenta para encontrar primeira dama de Buriticupu,que foi sequestrada

A esposa do prefeito de Buriticupu-MA, Zé Gomes, foi sequestrada na tarde desta quarta-feira (02)

Segundo as primeira informações sobre o caso, o autor do sequestro seria o filho do caseiro da fazenda do prefeito.

Ele teria trancado dentro da casa a própria mãe e uma professora, que estava no local no momento do crime, antes de levar a primeira-dama.

Varias equipes de policia estão na busca de tentar localizar a primeira dama.

Fonte: Blog Werbeth Saraiva

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Fiscais flagram caminhão com 22 mil latas de cerveja sem nota fiscal na rodovia Transamazônica

Sefa informou que o motorista desobedeceu ordem de parada obrigatória, foi perseguido e levado ao posto fiscal para conferência das mercadorias, que estavam irregulares.

Em Marabá, sudeste do Pará, um caminhão que transportava 22.392 latas de cerveja foi parado por fiscais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) no km 9 da rodovia BR-230, a Transamazônica. O motorista, de acordo com a Sefa, desobedeceu a ordem de parada obrigatória e foi perseguido pelos fiscais. A mercadoria estava irregular e foi apreendida.

A Sefa informou nesta quarta (2) que o motorista apresentou uma nota fiscal para 500 pacotes de cerveja em lata que estava cancelada. Os fiscais também constataram que o condutor não tinha nota fiscal para 1.366 pacotes de bebida.

O motorista disse aos agentes que a mercadoria foi comprada por uma pessoa no Maranhão e a Sefa apurou que a cerveja foi trazida para revenda clandestina em Marabá.

Foi lavrado termo de apreensão e depósito do valor de R$ 27.065,21, referente a ICMS e mais multa. O crédito tributário foi recolhido e a mercadoria liberada.

Por G1 PA, Belém

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Fraude pode ter beneficiado empresário com quase R$4 milhões em Parauapebas, denuncia MP

Entre os investigados estão ex-chefe de gabinete da prefeitura, Controlador-Geral do município, um agente da Controladoria e um empresário.

Uma ação civil pública do Ministério Público do Pará (MPPA) denuncia irregularidades na licitação de empresas para promoção de shows e eventos em Parauapebas, sudeste do Pará. De acordo com a denúncia, um empresário e uma empresa se beneficiaram diretamente com quase R$4 milhões de dinheiro público gasto indevidamente.

Entre os investigados está o chefe de gabinete da prefeitura Edson Luiz Bonetti que, segundo a promotoria de Justiça, pediu afastamento do cargo logo após o início das investigações.

Também são alvos da ação o chefe da Controladoria Geral do Município, Cristiano Cesar de Souza e o agente da Controladoria, João Álvaro Dias; além do empresário Webertron Alves da Costa; a empresa W. Alves da Costa Eireli.

O G1 não conseguiu contato com os envolvidos na ação mas aguarda posicionamento.

A Justiça determinou a indisponibilidade dos bens dos réu8s até a garantia do eventual pagamento da quantia de R$3.697.180, além de decretar a quebra de sigilo bancário dos investigados. Foi determinado ainda que os agentes públicos denunciados fossem imediatamente afastados dos cargos pelo prazo máximo de 180 dias.

Segundo o MPPA, os réus foram notificados para oferecerem manifestação por escrito dentro do prazo de quinze dias.

Fraudes em licitações

Na ação o promotor Hélio Rubens Pinho Pereira diz que em janeiro de 2017, o então chefe de gabinete determinou a contratação de serviços cujo valor inicial da adesão foi de R$3.000.780.

O pregão previa a locação, instalação, manutenção e desinstação de som, palco com camarim, iluminação cênica, painéis de LED, grupo gerador, tendas e banheiros químicos para serem utilizados em eventos da Prefeitura. A licitação foi vencida pela empresa W.Alves da Costa e o Controlador-Geral e o agente de controle interno assinaram um parecer favorável à continuidade do procedimento, alegando regularidade no processo licitatório.

“Isso demonstra, que houve uma simulação, conluio e direcionamento da licitação. Os documentos sequer passaram pelo protocolo geral do Município”, argumenta o promotor.
O juiz Manuel Carlos de Jesus Maria, da 3ª Vara Cível e Empresarial de Parauapebas, disse que restou clara a legitimidade ativa da ação para não só a punição por ato de improbidade, como também o ressarcimento dos danos ao erário. Para o juiz, Edson Luiz Bonetti, de forma “consciente e voluntária”, determinou a adesão à ata sem se certificar de que os preços praticados eram os praticados no mercado, deixando assim de observar o princípio da economicidade.

Por G1 PA, Belém
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Em meio à onda de violência no Pará, Polícia Militar proíbe policiais de passar informações diretamente à imprensa

Comando da corporação determinou que informações só podem ser passadas pela assessoria de comunicação ou por chefes da unidade. Nesta quarta (2), Secretaria de Segurança disse que problema em sistema impediu fornecer dados de ocorrências.

Em meio a uma onda de violência no Pará, o Comando da Polícia Militar no estado proibiu que policiais deem informações diretamente à imprensa –o que significa não se manifestar, pessoalmente ou por telefone, sobre assassinatos na Grande Belém, por exemplo.
Instrução normativa 1/2018, publicada no boletim geral da PM em 25 de abril, determina que as informações devam ser concentradas por oficiais dos chamados “Comandos Operacionais Intermediários”, que são responsáveis pelos batalhões da polícia no estado. Estes devem, por sua vez, consultar a assessoria de comunicação da PM antes de divulgar dados de ocorrências.
Até a edição da norma, policiais podiam passar aos jornalistas por telefone, ou no local das ocorrências, informações sobre crimes.

“O policial militar, ao ser abordado pela imprensa, deverá (…) comunicar que as declarações serão prestadas pelo porta-voz da Unidade ou do Coint [sigla para Comando Operacional Intermediário]”, diz trecho da norma.
O documento é assinado pelo comandante-geral da PM, coronel Hilton Celson Benigno de Souza, e datado de 9 de abril –embora tenha sido publicado no boletim geral no dia 25 do mesmo mês. Foi também no dia 9 que um policial militar foi morto em Belém e um cabo, em Ananindeua. No mesmo dia, 12 pessoas morreram nas duas cidades.

Até quarta, 39 pessoas foram assassinadas na Grande Belém. As mortes começaram depois do assassinato da cabo Maria de Fátima dos Santos, na tarde de domingo. O episódio mais recente foi na tarde de quarta: quatro adolescentes foram assassinados com tiros na cabeça.

“Tem dois pontos que temos que avaliar. O primeiro, de o militar se sentir coagido por não pode falar com a imprensa, expor detalhes da prisão”, diz a cabo Carla Cristina Mota de Souza, vice-presidente da Associação de Cabos e Soldados do Pará. A consequência, diz, é dificultar “a divulgação de quantos crimes acontecem”. Por outro lado, afirma, centralizar na assessoria de imprensa faz com que policiais deixem de se expor quando falam e mostram o rosto.

O G1 questionou, na tarde de quarta, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e a PM sobre a norma. Os órgãos se manifestaram em nota, informando que as medidas objetivam repassar informações de forma exata, clara e transparente. A intenção da PM é evitar distorções e possíveis “ruídos” que causem transtornos à Instituição, aos policiais militares e à imprensa de forma geral.

Na prática, os subcomandantes dos Comandos de Policiamento passam a exercer a figura de porta-vozes, que podem designar policiais militares, sob o seu comando, a prestarem declarações à imprensa, devidamente orientados, de acordo com a Segup.

Falta de informação

Nesta quarta, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) não deu à imprensa dados estatísticos sobre criminalidade no Pará. O órgão disse ter havido manutenção no banco de dados no sistema. A previsão inicial era que o sistema voltasse a funcionar ainda na quarta, o que não ocorreu. Os dados mais atualizados foram fornecidos pela Polícia Civil.

Guerra

Uma guerra entre traficantes de drogas e milicianos fez disparar os assassinatos de policiais militares e de civis no Pará em 2018.

Foram 22 PMs mortos até quarta. O número já é próximo ao registrado em 2017, quando durante o ano todo morreram 34 militares, de acordo com a Associação de Cabos e Soldados da PM. Em comparação, no Rio de Janeiro, sob intervenção federal na área de segurança, foram mortos 39 PMs em 2018.

Houve, ainda, 686 mortes violentas apenas em janeiro e fevereiro, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação pelo projeto Monitor da Violência, parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro da Segurança Pública. O total coloca o estado como um dos três que mais matam no país. Questionado, o governo do Pará não informou a quantidade de assassinatos no estado em 2018.

Trata-se de um padrão recorrente, diz Armando Brasil Teixeira, promotor do Ministério Público Militar do Pará: à morte de um policial militar seguem-se assassinatos de civis com indícios de execução –tiros na cabeça, por exemplo.

Só em 2018, houve, incluídos os casos de domingo e segunda-feira, quatro séries de mortes horas depois do assassinato de policiais militares, todas na Grande Belém. Ao todo, foram sete PMs mortos e um guarda civil. Na sequência, 67 pessoas.

Em 6 de janeiro, o sargento Wladimir Odylo Gilibert de Matos levou tiros nas costas e no peito quando estava em frente de casa, em Belém. No dia seguinte e no posterior, 13 pessoas foram assassinadas, algumas com características de execução;
Em 26 de fevereiro, um policial militar foi assassinado em Santa Izabel do Pará; em Marituba, na Grande Belém, morreram um guarda civil e um sargento da PM. Em 1º de março, seis pessoas foram mortas, cinco em Belém e um em Marituba. Segundo a polícia, todos os casos tinham características de execução;
Em 9 de abril, um policial militar foi morto em Belém e um cabo, em Ananindeua. No mesmo dia, 12 pessoas morreram em Belém e em Ananindeua, igualmente com indícios de execução.

Norma que proíbe PMs de falar com a imprensa no Pará (Foto: Reprodução/G1)
Norma que proíbe PMs de falar com a imprensa no Pará (Foto: Reprodução/G1)

 
Por Ricardo Gallo, G1, São Paulo

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Estudante da UFMT é estuprada em festa em Cuiabá; suspeito é preso

A universitária, de 30 anos, foi estuprada em uma festa que ocorreu em uma residência no Bairro Boa Esperança, em Cuiabá. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima foi levada para um quarto depois de ter passado mal por conta do consumo de bebidas alcoólicas.

O crime só foi percebido por volta das 1h, quando uma amiga da jovem não a encontrou e saiu a sua procura e encontrou um quarto com a porta trancada, chamou a amiga por várias vezes para confirmar se estava tudo bem, mas ninguém respondia.

Depois de muita insistência, o suspeito abriu a porta, saiu do local vestindo a camiseta e fugiu.

A entrar no quarto a amiga encontrou a mulher apenas de blusa. No colchão, também foram encontrados preservativos e uma cueca. A Polícia Militar foi comunicada do caso.

Os policiais foram até a casa do suspeito que foi reconhecido e preso por estupro. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Só Notícias/Débora Lobo
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Ex-juiz de Marabá é penalizado com aposentadoria compulsória

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará divulgou nesta tarde, quarta-feira (2), que os desembargadores integrantes do Pleno do Tribunal de Justiça do Pará, à unanimidade de votos, em apreciação de Processos Administrativos Disciplinares contra magistrados (PADs), aplicaram pena de aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço ao juiz Cesar Dias França Lins.

Cesar Lins atuou por vários anos em diferentes Varas da Comarca de Marabá. As acusações contra os dois foram de infrações à Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e ao Código de Ética da Magistratura Nacional. A aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço é uma das seis penas disciplinares previstas na Lei Orgânica da Magistratura (Lei Complementar 35/1979).

A perda do cargo de juiz ocorre apenas por sentença judicial definitiva – com trânsito em julgado), já que a Constituição assegura a chamada “vitaliciedade” como uma das garantias dos magistrados.
No PAD relativo ao juiz Cesar Lins, relatado pelo desembargador Ronaldo Marques Valle, o Pleno considerou que o magistrado infringiu o artigo 35 da Loman, em seus incisos I e IV, o artigo 22 do Código de Ética da Magistratura, e o artigo 203, incisos I e IV, do Código Judiciário do Estado do Pará, ao adotar comportamento incompatível com a função de magistrado, agindo de forma agressiva e com desrespeito, descortesia e falta de urbanidade para com outro juiz, quando este estava presidindo uma audiência.

Conforme a assessoria de comunicação do TJPA, a audiência precisou ser interrompida em consequência da ação desrespeitosa do juiz Cesar Lins, havendo, assim, prejuízo para as partes. Ambos os magistrados atuavam, à época, na Comarca de Marabá. Cesar Lins já foi condenado em outros PADs, acumulando uma pena de advertência, três penas de censura e uma pena de disponibilidade.

De acordo com o artigo 35 da Loman, no inciso I, é dever do magistrado “cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício”, já no inciso IV, que deve “tratar com urbanidade as partes, os membros do Ministério Público, os advogados, as testemunhas, os funcionários e auxiliares da Justiça, e atender aos que o procurarem, a qualquer momento, quando se trate de providência que reclame e possibilite solução de urgência”.

Os incisos I e IV do artigo 203 do Código Judiciário do Pará dispõem sobre os deveres do magistrado nos mesmos termos da LOMAN. O artigo 22 do Código de Ética, por sua vez, estabelece que “o magistrado tem o dever de cortesia para com os colegas, os membros do Ministério Público, os advogados, os servidores, as partes, as testemunhas e todos quantos se relacionem com a administração da Justiça”.

Em dezembro passado, o Pleno do TJPA deliberou pela aplicação de pena de disponibilidade ao juiz, o que o afastou da atividade judicante temporariamente, com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Na ocasião, ele estava atuando em Barcarena, para onde havia sido transferido. O Processo Administrativo Disciplinar em questão apurava infringência à Lei Orgânica da Magistratura Nacional, ao Código de Ética da Magistratura Nacional, e ao Código Judiciário do Estado do Pará.

Na ocasião, ele havia discutido com um ex-delegado de Polícia Civil do Estado do Pará e os desembargadores entenderam que o juiz agiu com falta de serenidade, urbanidade, autocontrole e cortesia, bem como adotado atitude desrespeitosa com relação ao delegado aposentado, mantendo discussão com ele em frente ao Fórum da Comarca de Marabá. O Correio de Carajás tenta contato com César Lins para ouvir sua versão para os fatos.
Fonte:CorreioPortal de Carajás (com informações da Ascom/TJPA)

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Nasce primeira filha de César Menotti e cantor comemora

(Foto: Reprodução/Instagram)- César Menotti está feliz da vida. O cantor sertanejo, que faz dupla com Fabiano, usou sua conta no Instagram na manhã desta terça-feira, 01 de maio, para anunciar aos seguidores o nascimento de sua primeira filha, fruto de seu casamento com Theonília.

A menina, que se chama Maitê, veio ao mundo às 3h45 para alegria da família e felicidade do pai famoso. “Hoje às 3h45 da manhã nasceu um pai, sim, pois até a chegada da Maitê eu não existia como pai. Glórias a Deus, que tenhamos sabedoria pra educá-la”, escreveu o sertanejo.

O cantor postou uma foto na maternidade segundo a pequena em seus braços. Casados há 10 anos, César anunciou a gravidez de sua esposa por meio das redes sociais. Ele contou a novidade para seus fãs em dezembro do ano passado, quando a esposa já estava no quarto mês de gestação.

CÉSAR MENOTTI PASSA POR APUROS EM AVIÃO E CONTA DETALHES

Cesar Menotti, da dupla com Fabiano, fez questão de falar por meio de seu Instagram os momentos de tensão que passou durante um voo. O sertanejo não perdeu tempo e aproveitou o post para agradecer ao apoio dos militares da base da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso no Pará.

“Quero expressar aqui minha gratidão a todos os militares da Base Aérea do Cachimbo. Quando nosso avião deu pane e o piloto declarou emergência pra pouso fiquei tenso, quando ele disse que tínhamos autorização pra pousar na Base Aérea do Cachimbo fiquei aliviado pois ‘sabia que eles estariam lá’, a Força Aérea Brasileira. Minha gratidão ao Coronel Dall’Agnol, @joelsonnery e todos os militares da @fab_oficial que estiveram com suas mãos estendidas pra nós no momento da necessidade. Essa experiência me torna mais patriota. Que Deus abençoe nossos heróis da Força Aérea Brasileira. #FAB #serradocachimbo #solidariedade #vocelutacomotreinou”, disse ele.

Vale dize que no fim do ano passado, o cantor anunciou que ele e sua esposa Theonilha Menotti seriam papais: “Mesmo estando casados há quase dez anos, esta foi nossa primeira tentativa e olha só a supresa! Estamos muito felizes e gratos por sermos tão abençoados”, disse o cantor.

Fonte:TV Foco/Kelly Araujo
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Tiros contra caravana de Lula foram um ataque planejado, diz delegado

(Foto: PT/Divulgação)- Ônibus foi alvo de disparos no dia 27 de março, entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul; responsável pelas investigações deve pedir mais 30 dias para concluir o inquérito.
delegado Hélder Lauria, responsável pelas investigações sobre o ataque à caravana do ex-presidente Lula no Paraná, declarou que os tiros contra os ônibus foram um ataque planejado.

“Se foi uma só pessoa que fez [os disparos], a pessoa planejou o ataque, direcionou o tiro”, afirmou o delegado.

Os veículos foram alvo de disparos no dia 27 de março, em um trecho da PR-473 entre Quedas do Iguaçu, no oeste do estado, e Laranjeiras do Sul, na região central do estado.

De acordo com Lauria o atirador se posicionou e esperou a caravana passar para atirar. O delegado disse, no entanto, que ainda não é possível afirmar o local exato dos disparos e o motivo.

“Quem fez isso sabia o que estava fazendo. Não podemos dizer que foi algo orquestrado e o que motivou. Mas, a pessoa não estava lá atirando em passarinhos e por acaso acertou o ônibus”, reforçou.

O crime continua sendo investigado como “disparo com arma de fogo com dano provocado”. E, o responsável pelo caso deve pedir ao menos mais 30 dias para concluir o inquérito policial.

Até agora foram ouvidas 30 testemunhas, entre moradores, policiais e seguranças. Ainda devem ser ouvidos mais seguranças, policiais, passageiros e um jornalista que estava na caravana.

Laudo

Conforme o laudo feito nos ônibus atingidos, a perícia encontrou um fragmento de projétil de chumbo nu, de calibre .32, na lataria de uns dos veículos.

De acordo com o perito criminalista Inajar Antonio Kurowski, somente um dos três ônibus periciados foi atingido e por dois disparos – um na lataria e outro em um vidro. Esse ônibus teve dois pneus furados por “miguelitos”.

No dia do ataque, o Partido dos Trabalhadores informou que dois ônibus tinham sido atingidos por três tiros. Porém, a marca no outro veículo não foi um tiro, segundo a perícia. O laudo não indicou presença de chumbo no local da marca.
“Foi um impacto contundente, vulgarmente conhecido como pedrada”, disse o perito.

O laudo não aponta se, no momento dos disparos, os ônibus estavam em movimento, mas afirma que as marcas dos tiros apresentam “características de recenticidade”.

A perícia também indica que o suposto atirador estava sobre um piso de “aproximadamente 4,36 metros” e que tem estatura de 1,70 metro.

Os tiros, ainda segundo o laudo, foram disparados ligeiramente de cima para baixo e acertaram a lateral direita do ônibus. Já o atirador estava posicionado atrás dos veículos, diz o perito.

Embora o laudo não aponte um local, o perito supõe que, por ser uma rodovia, o mais provável é que os disparos tenham sido feitos de um barranco.
Por Fabiula Wurmeister e Cícero Bittencourt, G1 PR e RPC Cascavel
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Sobe para 34 o número de assassinatos registrados na Grande Belém desde domingo

((Foto: Elivaldo pamplona/Jornal Amazônia)- Mais dois crimes ocorreram entre terça e quarta. Um policial militar e um amigo foram assassinados a tiros em um bar de Icoaraci e um sargento da Marina foi morto no Guamá.
Sobe para 34 o número de homicídios registrados na Grande Belém após o assassinato da cabo Maria de Fátima dos Santos, na tarde de domingo (29), em Ananindeua. Mais dois crimes com características de execução ocorrem na noite de terça-feira (1º) e na madrugada desta quarta (2).
Um policial militar e um amigo foram assassinados em Icoaraci. No bairro do Guamá, a vítima foi um sargento da Marinha. De acordo com a polícia, nos dois casos, atiradores se aproximaram dos alvos em um veículo e efetuaram os disparos em via pública, fugindo em seguida. Com a morte do PM, já são 22 policiais militares assassinados no Pará este ano.
A série de assassinatos ocorre depois da morte da cabo da PM. Maria de Fátima teve a casa invadida, no bairro do Curuçambá, e foi morta com tiros na cabeça e no peito. Um dos suspeitos foi morto pela polícia um dia após o crime. Segundo o promotor Armando Brasil, a policial já havia denunciado que vinha sofrendo ameaças de morte e mesmo assim não recebeu proteção do Comando Geral da Polícia Militar.
Após o assassinato, mortes com características de execução foram registradas na Grande Belém. Entre as mais recentes vítimas está o oficial da Marinha Brendo Alison Coelho da Costa. Ele atuava também como atleta de alto rendimento da Marinha e servia no Rio de Janeiro, onde representava a Marinha nos campeonatos de box. Estava desde o final de agosto em Belém aguardando a chamada pra voltar ao Rio.

Na noite de terça (1º), por volta de 22h, Brendo estava com seu irmão na travessa 3 de Maio, próximo à passagem Santa Lúcia, conversando em frente a uma casa. Dois homens se aproximaram em uma moto e atiraram várias vezes. Brendo morreu na hora e o irmão, Bruno Alafyr de Oliveira Pereira, 23 anos, ficou ferido e está hospitalizado no Pronto Socorro do Guamá. Segundo informações preliminares, o celular de Brendo teria sido levado do local, ainda não se sabe se pelos criminosos ou populares.

Em Icoaraci, o crime ocorreu por volta de 0h30 de quarta-feira (2), na Travessa Itaboraí, 758, bairro do Cruzeiro. Segundo a Polícia Civil, o cabo PM Jeferson Rodrigues Gaia, 45 anos, estava à paisana em um bar com o amigo Alison Miranda de Sousa, 19 anos. Dois homens em uma moto chegaram ao local e o carona da moto, que estava de capacete, desceu do veículo e caminhou até os dois atirando contra eles. Em seguida, retornou à moto e fugiua. Jeferson e Alison morreram no local. O policial militar não estava armado, segundo familiares. No bar, segundo informações no local, não há câmeras em funcionamento.
Morte de policiais
Com a morte de Jeferson, já são 22 policiais militares assassinados no Pará este ano. O número já é próximo ao registrado em 2017, quando durante o ano todo morreram 34 militares, de acordo com a Associação de Cabos e Soldados da PM. Em comparação, no Rio de Janeiro, sob intervenção federal na área de segurança, foram mortos 38 PMs em 2018.

Houve, ainda, 686 mortes violentas apenas em janeiro e fevereiro, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação pelo projeto Monitor da Violência, parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro da Segurança Pública. O total coloca o estado como um dos três que mais matam no país. Questionado, o governo do Pará não informou a quantidade de assassinatos no estado em 2018.

‘Guerra’
Para Armando Brasil Teixeira, promotor do Ministério Público Militar do Pará, as mortes são reflexo de uma disputa entre traficantes ligados ao Comando Vermelho e milícias com a participação de policiais e outros agentes de segurança – que agem tal qual como Rio de Janeiro. E não necessariamente, afirma, as vítimas têm relação com um dos lados da disputa.

Trata-se de um padrão recorrente, diz Armando Brasil: à morte de um policial militar seguem-se assassinatos de civis com indícios de execução –tiros na cabeça, por exemplo. “É muita coincidência. Há fortes indícios de haver nexo entre os casos, mas ainda falta a comprovação”, diz.
Só em 2018, houve quatro séries de mortes horas depois do assassinato de policiais militares, todas na Grande Belém. Ao todo, foram sete PMs mortos, um guarda civil e um oficial da Marinha. Na sequência, 69 pessoas.

– Em 6 de janeiro, o sargento Wladimir Odylo Gilibert de Matos levou tiros nas costas e no peito quando estava em frente de casa, em Belém. No dia seguinte e no posterior, 13 pessoas foram assassinadas, algumas com características de execução;

– Em 26 de fevereiro, um policial militar foi assassinado em Santa Izabel do Pará; em Marituba, na Grande Belém, morreram um guarda civil e um sargento da PM. Em 1º de março, seis pessoas foram mortas, cinco em Belém e um em Marituba. Segundo a polícia, todos os casos tinham características de execução;

– Em 9 de abril, um policial militar foi morto em Belém e um cabo, em Ananindeua. No mesmo dia, 12 pessoas morreram em Belém e em Ananindeua, igualmente com indícios de execução.

O governo, oficialmente, não faz relação entre os casos, embora tampouco descarte que isso aconteça. Os crimes seguem sob investigação.

Armando Brasil Teixeira, promotor do Ministério Público Militar do Pará (Foto: Luiz Cláudio Fernandes/G1 PA)
Armando Brasil Teixeira, promotor do Ministério Público Militar do Pará (Foto: Luiz Cláudio Fernandes/G1 PA)

Por G1 PA, Belém
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