Saúde incorpora ao SUS comprimidos de 200 mg para tratamento de HIV

Resolução sobre o antirretroviral Etravirina foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (14)

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (14) no Diário Oficial da União torna pública a decisão de incorporar comprimidos de 200mg do antirretroviral Etravirina para o tratamento da infecção pelo HIV no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em reunião no dia 2 de fevereiro, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) deliberou, por unanimidade, recomendar a incorporação do medicamento de 200 mg (Etravirina) para esse tipo de tratamento.

De acordo com o órgão, atualmente, encontra-se disponível na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais apenas a apresentação de 100mg do antirretroviral para uma tomada diária de dois comprimidos.

“A apresentação Etravirina 200 mg reduzirá o número de comprimidos ingeridos diariamente, em combinação com outros antirretrovirais que compõem seu regime terapêutico. A comodidade posológica contribui para adesão ao tratamento”, destacou a Conitec.

Dados da comissão indicam que, em junho de 2016, cerca de 2.200 pacientes utilizavam a Etravirina em seu esquema terapêutico.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Lula chega para depor em Brasília sob esquema especial de segurança

Polícia Militar bloqueou uma das ruas de acesso ao local, por temer protestos contra e a favor do ex-presidente

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) chegou por volta das 10h desta terça-feira (14) à Justiça Federal de Brasília para ser ouvido em audiência na 10ª Vara Federal sobre a acusação de que teria tentado impedir o acordo, durante a Operação Lava Jato, de uma delação premiada do ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró.

A Polícia Militar bloqueou uma das ruas de acesso ao local, por temer protestos contra e a favor do ex-presidente. Porém, não houve aglomeração de militantes e nenhum incidente havia sido registrado até as 10h.

Será a primeira vez que um juiz ouvirá Lula na condição de réu em processo aberto desde o início da Lava Jato, em março de 2014. Além desse caso, ele é réu em mais duas ações penais na 10ª vara de Brasília e em outras duas em Curitiba (PR), na vara do juiz federal Sérgio Moro.

Lula prestará depoimento ao juiz federal substituto Ricardo Augusto Soares Leite, que proibiu fotografar ou filmar o réu, tanto na sala de audiências quanto na sala em que a imprensa a acompanhou por dois monitores de vídeo.

Lula será acompanhado na audiência pelo seu advogado, José Roberto Batochio, ex-presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

O ex-presidente é acusado de infringir o artigo 2º da lei 12.850/2013 (“promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa”), no parágrafo 1º (“nas mesmas penas incorre quem impede ou, de qualquer forma, embaraça a investigação de infração penal que envolva organização criminosa”).

A pena prevista para o crime é de 3 a 8 anos de reclusão, mais multa.Lula se tornou alvo do processo após ser citado em depoimentos prestados pelo ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS) e Cerveró em acordos de delação premiada.

Em abril do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez ao STF (Supremo Tribunal Federal) um aditamento à denúncia original que ele havia apresentado em dezembro de 2015, para incluir na acusação Lula, seu amigo e pecuarista José Carlos Costa Marques Bumlai e o filho do fazendeiro, Maurício Barros Bumlai.

A primeira denúncia fora feita sobre o mesmo assunto, a suposta compra de silêncio de Cerveró, contra Delcídio, o banqueiro André Santos Esteves, o advogado Edson de Siqueira Ribeiro e o assessor de Delcídio, Diogo Ferreira Rodrigues.

Com a cassação do mandato de Delcídio, pelo Senado, o processo foi distribuído à Justiça Federal de Brasília, que acolheu a denúncia e deu início à ação penal.Segundo a denúncia da PGR, de 11 de abril de 2015 a 29 de setembro do mesmo ano, Lula e os Bumlai “concorreram para impedir e embaraçar investigação de organização criminosa”.

Para tanto, segundo Rodrigo Janot, eles pagaram R$ 250 mil à família de Cerveró “por intermédio” de Delcídio, Ribeiro e Rodrigues.Como contrapartida, segundo Janot, Cerveró não deveria celebrar o acordo de colaboração premiada com o Ministério Público ou deveria pelo menos omitir “parte das condutas criminosas, relacionadas à citada organização criminosa, de que tinha ciência”.

Para formular essas acusações, Janot se baseou principalmente no depoimento de Delcídio, que fez um acordo de delação premiada com a PGR meses após ter sido preso, no final de 2015, quando tentava comprar o silêncio de Cerveró por meio de seu filho, Bernardo.

Na sua delação, Delcídio afirmou que tudo começou em janeiro de 2015, quando recebeu um e-mail de Bernardo para pedir um contato com o parlamentar.

A família Cerveró, segundo Delcídio, pediu ajuda para que a Petrobras ajudasse a pagar o advogado de Nestor, Edson Ribeiro. O senador disse ter conseguido, junto ao então presidente da Petrobras, Aldemir Bendini, que a petroleira fizesse dois pagamentos ao escritório do advogado, no valor total de R$ 747 mil.

Mas a família também pediu ajuda financeira, segundo o ex-senador. Nesses contatos, conforme Delcídio, ele percebeu que “uma delação de Cerveró poderia acontecer”. Depois disso, “provavelmente em meados de maio de 2015”, o então senador do PT, que era o líder do governo Dilma Rousseff no Senado, “manteve diálogo com o ex-presidente Lula no Instituto Lula”, em São Paulo.

Segundo Delcídio, nessa reunião “Lula manifestou grande preocupação com a situação de José Carlos Bumlai em relação às investigações da Lava Jato”, pois temia que o fazendeiro fosse preso “em razão das colaborações premiadas que estavam vindo à tona”, em especial a de Cerveró e a do lobista Fernando Baiano.

Depois dessa conversa, sempre segundo Delcídio, o parlamentar chamou o filho de Bumlai, Maurício, também em maio, para “transmitir o recado e as preocupações de Lula”. Delcídio também disse ter comentado o problema da “situação financeira da família de Cerveró”.

O ex-senador disse à PGR que “pode dizer que o pedido de Lula para auxiliar José Carlos Bumlai, no contexto de ‘segurar’ as delações de Nestor Cerveró, certamente visaria o silêncio deste último e o custeio financeiro de sua respectiva família, fato que era de interesse de Lula”.

Delcídio afirmou que, depois da conversa com Maurício, os Bumlai fizeram à família Cerveró cinco pagamentos, em parcelas de R$ 50 mil cada uma, de maio a setembro de 2015.No final daquele ano, porém, Bernardo procurou a PGR e denunciou o plano para calar o seu pai.

Delcídio foi preso por ordem do STF e depois se tornou colaborador.A investigação conseguiu comprovar que Lula se reuniu com Delcídio, no Instituto Lula, em 8 de maio de 2015, mais duas vezes em abril, uma em junho e outra em agosto, “precisamente no curso das tratativas da compra do silêncio de Cerveró”, diz a PGR.

A PGR também apontou que logo após a reunião de maio, Lula e Bumlai conversaram “diversas” vezes. Em 23 de maio de 2015, um dia após o pagamento da primeira parcela de R$ 50 mil aos Cerveró, conforme a PGR, Lula e Bumlai falaram ao telefone por duas vezes.Janot afirmou, na petição ao STF: “O interesse de Lula em preservar José Carlos Bumlai decorria de vários fatores. Conforme declarou Delcídio, a relação entre os dois iniciou-se com a gravação de um programa eleitoral em 2002, em uma das fazendas de José Carlos Bumlai, para tratar do tema do agronegócio (setor em que o então candidato Lula buscava adentrar). Referida relação estreitou-se. Conforme afirmou Delcídio, José Bumlai gozava de total intimidade com Lula e era uma espécie de conselheiro (‘consigliere’) seu. Inclusive, em razão desta proximidade, Bumlai prestou diversos serviços de confiança. Dentre os quais o mais conhecido estava o empréstimo fraudulento que José Carlos Bumlai, Cristiane Dodedo Bumlai e Maurício de Barros Bumlai obtiveram junto ao banco Schahin mesmo com irregularidades na sua concessão, no valor total de R$ 12,1 milhões para quitar uma dívida do PT”.

Para saldar essa dívida, segundo a PGR, um braço do banco Schahin, a empreiteira Schahin Engenharia, foi “favorecida nas negociações para a contratação da operadora do navio-sonda Vitória 10.000 pela Petrobras, ao custo de aproximadamente US$ 1,6 bilhão”, com a participação de Cerveró, então diretor da área internacional da Petrobras.

Esse caso é tratado na Justiça Federal do Paraná, aos cuidados do juiz Moro.Dois sócios da Schahin, Salim e Fernando, disseram ter ouvido de José Bumlai que “Lula interveio na contratação da Schahin pela Petrobras”.

OUTRO LADO

No decorrer da apuração aberta pela PGR, Lula foi ouvido pelos investigadores. Ele reconheceu sua amizade com Bumlai e confirmou que se reuniu com Delcídio para discutir “aspectos da Operação Lava Jato porque este [Delcídio] tinha preocupação com as pessoas que estavam presas”, mas negou ter ordenado ou tido conhecimento de pagamentos à família Cerveró.

Lula disse ainda que “não conversou com ninguém e nem tinha razão para conversar” sobre o anúncio de que Cerveró havia feito um acordo de colaboração premiada na Lava Jato.

Em depoimento à PGR no dia 7 de abril de 2016, Lula afirmou que era “mentira” a versão de Delcídio de que eles discutiram a delação de Nestor Cerveró e também negou ter mantido conversas com Bumlai sobre “a possibilidade de prisão” do fazendeiro.Os dois Bumlai também negaram participação na compra do silêncio de Cerveró.

Fonte: ORMNews.
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Indústria cresce no Pará entre dezembro e janeiro

Apesar da queda de 0,1% da indústria nacional, nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram aumento na produção, na passagem de dezembro de 2016 para janeiro deste ano. As maiores altas foram observadas no Pará (2,4%), Espírito Santo (4,1%) e Goiás (2,4%).

Também começaram o ano com alta na produção,  Pernambuco (2,1%), São Paulo (1%), Minas Gerais (0,7%), Santa Catarina (0,6%), Amazonas (0,5%) e Rio de Janeiro (0,3%).
Cinco locais acusaram queda na produção entre dezembro e janeiro: Bahia (-4,3%), Ceará (-3,4%), Rio Grande do Sul (-3,1%) e Paraná (-0,8%), além da região Nordeste, que congrega os dados de todos os estados da região (-1,8%).

Comportamento da indústria

Nos outros tipos de comparação temporal, o IBGE também analisa o comportamento da indústria de Mato Grosso. Portanto, nas comparações com o mesmo período do ano anterior e no acumulado de 12 meses, o IBGE divulga o resultado do desempenho da indústria em 15 locais.

Na comparação com janeiro do ano passado, a indústria cresceu em 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pernambuco (14,1%), Espírito Santo (13,4%) e Mato Grosso (13,3%). Os três locais com queda na produção foram a Bahia (-15,5%), Rio Grande do Sul (-4,1%) e Região Nordeste (-2,9%).

No acumulado de 12 meses, apenas o Pará teve alta (9,3%). Os outros 14 locais tiveram queda, com destaque para Espírito Santo (-16,1%), Amazonas (-7,8%) e Bahia (-7,2%).

Fonte: Agência Brasil.
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Sem velório, corpo de detento morto no presídio é enterrado em Santarém

Sepultamento ocorreu no cemitério do Mararu na tarde desta segunda (13).
Antônio Guimarães foi decapitado por outros presos na noite de domingo (12)

O corpo do detento Antônio Sérgio Guimarães, 26 anos – o Jurunas, de 26 anos, decapitado por presos na penitenciária agrícola Sílvio Hall de Moura na vila de Cucurunã, foi enterrado na tarde desta segunda-feira (13), em Santarém, no oeste do Pará. O sepultamento ocorreu no cemitério do Mararu, na região da PA-370. De acordo com a administração do cemitério, não houve velório.

Jurunas foi morto por volta de 20h15 de domingo (12). Segundo o Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves, que é o órgão do Instituto Médico Legal (IML), o corpo passou por necropsia e foi liberado logo nas primeiras horas desta segunda-feira (13), mas houve atraso por parte da família em fazer a retirada do corpo, que só ocorreu por volta de 14h30.. O corpo de Jurunas foi levado direto ao cemitério.

De acordo com a Polícia Civil, Jurunas estava com outros 103 internos quando foi decapitado. Um inquérito foi aberto para investigar a morte. Segundo o delegado Germano do Vale, da Divisão de Homicídios, será montada uma força tarefa para ouvir todos os presos envolvidos na morte. Os depoimentos devem ajudar nas investigações. O inquérito deve sair em 30 dias, podendo ser prorrogado, caso haja necessidade.

Matou a mãe
Jurunas era conhecido da polícia e estava preso por vários crimes em Santarém. Há um ano e oito meses, ele tentou roubar uma moto e efetuou três tiros contra a vítima, que trabalhava como mototaxista. Jurunas chegou a ser beneficiado pela justiça com a saída temporária no início deste mês e no dia 8, dois dias antes de retornar ao presídio, matou a mãe a facadas dentro de casa após uma discussão no bairro Livramento. A vítima, Maria Dilma Santos de Sousa, de 56 anos, ainda chegou a ser socorrida e não reistiu e morreu no Hospital Municipal de Santarém.

O detento fugiu, mas foi recapturado e levado ao presídio, onde iria terminar de cumprir pena e responder pela morte da mãe. Ao G1, ele afirmou que não lembrava os motivos de ter esfaqueado a mãe e alegou estar possuído. “Eu jamais ia fazer isso, foi um espírito maligno que falava no meu ouvido. Não era eu, eu nunca ia matar a minha mãe”, relatou. A irmã do detento, Juliana Sousa, ressaltou a indignação. “É melhor tê-lo na penitenciária ou no cemitério. Estou desesperada, com o coração mais que magoado e ferido”, contou.

Fonte: G1 PA.
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Fasepa abre Processo Seletivo para Marabá e Santarém

Serão disponibilizadas 69 vagas para os níveis fundamental, médio e superior
Nesta quarta-feira (15), a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) abrirá inscrições para o Processo Seletivo Simplificado, que visa à contratação de servidores temporários, para atender as necessidades imediatas do órgão nas unidades localizadas nos municípios de Marabá e Santarém. O edital com todas as informações já está disponível e pode ser consultado aqui.

O candidato só pode se inscrever para concorrer a uma vaga, por meio de formulário eletrônico, disponibilizado no site da Fasepa, no horário de 9h as 18h.

No total, serão disponibilizadas 69 vagas (35 em Marabá e 34 em Santarém), para os níveis fundamental, médio e superior. As vagas são para agente administrativo, agente de artes práticas (cozinheiro), agente de portaria, monitor, motorista, pedagogo e psicólogo.

Cronograma:

Inscrições: 15/03

Divulgação de convocação para o envio de documentos referentes à Análise Curricular: 17/03

Divulgação do resultado preliminar da análise curricular: 20/03

Prazo para interposição de recurso contra o resultado preliminar da análise curricular: 20/03

Resultado dos recursos interpostos: 24/03

Resultado definitivo da segunda fase – análise curricular: 24/03

Convocação para a terceira fase – Entrevista: 24/03

Realização da terceira fase – Entrevista: 27/03 a 31/03

Resultado definitivo da terceira fase – Entrevista: 04/04

Homologação do resultado definitivo: 05/04

Fonte: ORMNews.
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Grande demanda por saque do FGTS gera lentidão em agências

Sistema ficou lento nas primeiras horas de ontem e causou tumulto na Pedreira

Em razão do grande número de acessos ao sistema informatizado da Caixa Econômica Federal em todo o País, feito pelos próprios empregados, a ferramenta tem apresentado congestionamento desde o primeiro dia de liberação dos saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), na última sexta-feira, 10. Na manhã de ontem (14), isso causou tumulto na frente da unidade da avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, entre as travessas Barão do Triunfo e Angustura, em Belém.

Impedidos de entrar para que não houvesse aglomeração, já que o sistema estava parado e muita gente aguardava a volta do serviço no interior da unidade, algumas pessoas se exaltaram, mas logo a entrada foi liberada e todos se acalmaram. No entanto, por toda a manhã, o sistema apresentou falhas prolongando o tempo de espera de beneficiados em grandes filas no hall de entrada e no interior da agência da Pedreira. Assim como ontem, a Caixa Econômica Federal abrirá suas agências hoje com duas horas de antecedência, ou seja, às 8h, funcionando até as 16h.

Entre os ouvidos pela reportagem, a grande maioria se apresentou como desempregado e em busca de informações sobre o saque. Morador da Pedreira, Rubens Martins da Silva, 50 anos, contou que no próximo dia 1º de abril vai fazer um ano que ele saiu do emprego de carteira assinada num condomínio, como serviços gerais, e não mais conseguiu trabalho formal.

“Primeiro, eu fiquei só pegando o meu seguro desemprego, aí comecei a procurar e até agora nada. Eu vim atrás porque eu trabalhei em várias empresas de carteira assinada e não peguei esse FGTS”, afirmou ele, enquanto aguardava sua vez no atendimento.

O motorista de uma empresa privada, Adelson Bezerra, 56, também buscava informações sobre o saque de contas inativas. Contou que checou sua situação pela internet e não apareceu saldo. “Mas eu vim para a Caixa fazer uma pesquisa geral para mim. Talvez, eu tenha porque trabalhei 17 anos numa empresa estadual, recebia PIS e descontava INSS, tinha férias, só que quando eu sai não recebi nada porque eu era temporário. Mas, na minha cabeça, se eu pagava o INSS eu tenho direito ao FGTS. Também trabalhei na iniciativa privada, se eu tiver vou quitar meu carro, faltam só R$ 6 mil, dá para inteirar’’, disse ele, sorrindo.

‘’Eu vim semana passada porque eu trabalhei em duas empresas privadas e também fui agente prisional, aí aqui na Caixa só apareceu uma empresa’’, declarou Durvalino Mário Souza Neto, que também está desempregado. Ele disse que foi orientado por um funcionário da CEF a procurar informações no INSS, que teria informado todas as suas contas inativas.

“Agora eu sei que tenho mais três contas, e hoje eles vão fazer o cálculo para mim. Na realidade vou pagar uma dívidas, que isso é natural, não é?’’, afirmou Durvalino, dizendo em seguida que também gostaria de se qualificar fazendo cursos técnicos, já que até hoje vive de seus ‘’bicos’’ com eletrônica e consertos de aparelhos de celular.

Marinete Leão Santos, 57, é microempreendedora, trabalha com texturas, artesanatos e bordado, ela também vai usar o dinheiro para incrementar seu próprio negócio. “Eu moro em Ananindeua, vim para cá porque estou passando uns dias na casa de minha mãe aqui na Pedreira’’, afirmou. ‘’Já tem sete anos que eu parei de trabalhar, eu trabalhava na maçonaria, eu fiz um acordo com o patrão, e agora estou na dúvida se eu tenho ou não direito’’, contou ela.

No site da Caixa há um serviço exclusivo para facilitar o atendimento ao trabalhador. O endereço é www.caixa.gov.br/contasinativas. Há também o Serviço de Atendimento ao Cliente pelo 0800 726 2017. Tem direito aos atuais saques do FGTS quem pediu demissão ou foi demitido por justa causa até o dia 31 de dezembro de 2015.

Fonte: ORMNews.
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Cobrança de bagagens no avião pode por fim ao isopor com iguarias do PA

A partir de terça, 14, cada passageiro só poderá levar bagagem de mão.
Despachar alimentos em isopor nas viagens de avião vai ficar bem mais caro.

Nesta terça-feira (14), entrará em vigor a nova resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite às companhias aéreas cobrar pelo despacho de bagagem dos passageiros, e limita que cada pessoa leve uma bagagem de mão de até 10 kg. A mudança pode representar o fim do costume paraense de despachar isopor repleto de iguarias da culinária local.

“A gente vai tirar do bolso pra pagar bagagem? Além de pagar passagem, tem de pagar bagagem! O peso que eles dão é muito pouco: 10 kg. Não é nada, só a mala pesa isso”, reclama Francisco Pereira, que diz ter o hábito de levar o isopor com comidas típicas em suas viagens.

Naiara Silva diz que antecipou a viagem para a visitar a mãe, em Manaus, para poder levar o isopor com os produtos do Pará. “Eu já preveni e comprei a passagem pro dia 13, porque depois, eu já não poderia levar o isopor. E eu gosto de levar peixe, essas coisas do Pará, pra minha mãe, que mora em Manaus. Se eu comprasse a passagem pra amanhã, eu não ia poder levar nada”, diz.

Antes da mudança, cada passageiro tinha o direito de despachar uma bagagem de 23 jk, em voos domésticos, e dois volumes de 32 kg em voos internacionais. Agora, só será permitida uma bagagem de mão de 10 kg. Se precisar despachar, a companhia aérea irá cobrar pelo serviço.

Comerciantes que vendem produtos alimentícios já preveem prejuízos. Nazareno Alves diz que costuma receber encomendas de açaí, que são levadas nas viagens de avião. “Muita gente gosta de levar os produtos paraenses pra outros estados. Todo mundo que vem, gosta de levar não só o açaí, mas a farinha, o tucupi, o peixe porque ficam com saudade dos produtos daqui. Então, essa mudança é um retrocesso pra gente”.

Para especialistas, as novas regras da Anac não trazem nenhuma vantagem ao consumidor.  O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) quanto o Ministério Público Federal (MPF) já se manifestaram contrários à medida, alegando que ela é um “retrocesso na defesa do consumidor”. Tanto o MPF como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entraram com ações na Justiça pedindo anulação das novas regras por meio de liminar. O Senado aprovou um projeto proibindo o fim da franquia, mas a matéria ainda tem que ser analisada pela Câmara dos Deputados.

“Por tratar-se de uma venda casada, o consumidor vai sair perdendo. Não tem nenhuma vantagem em relação a isso. Eles dizem que o preço do bilhete vai ser mais barato, mas não tem controle, o sistema não tem esse controle. Quando você vê, estará pagando mais do que estaria pagando antes”, alerta Rose Larrat, diretora jurídica da Associação Brasileira da Agência de Viagens.

Por meio de nota, a Anac informou que poderá intervir caso as empresas aéreas não ofereçam boas condições aos consumidores, depois que as novas regras para o transporte aéreo de passageiros entrarem em vigor.

Fonte: G1 PA.
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Hospitais debatem sustentabilidade no setor da saúde no Pará

O I Seminário Amazônico dos Hospitais Saudáveis será começa nesta terça-feira (14)

Com o objetivo de engajar as instituições de saúde do Pará frente aos desafios da mudança do clima e do gerenciamento de resíduos, o Projeto Hospitais Saudáveis (PHS), em parceria com a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar por meio do Hospital Público Estadual Galileu, vai promover a partir desta terça-feira (14) até a quarta (15) o I Seminário Amazônico dos Hospitais Saudáveis, com o tema: “Os desafios do setor de saúde na Amazônia frente às mudanças climáticas”.

Na abertura do evento, que acontece às 8h30, no auditório da faculdade DeVry Faci, o diretor Operacional da Pró-Saúde no Pará, Paulo Czrnhak, irá falar sobre “Sustentabilidade nos hospitais do Estado do Pará: onde estamos e onde queremos chegar?”. Além dele, vários outros convidados nacionais também participarão da programação. No segundo dia, que acontecerá no auditório do Hospital Galileu, haverá uma oficina de elaboração de inventários sobre gases de efeito estufa (GEE) e de planilha do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Também será debatida a adesão de hospitais paraenses à campanha ‘Desafio 2020 – a Saúde pelo Clima’, da Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis.

Segundo estudos, para cada US$ 1 trilhão em receitas geradas pelo setor da saúde em todo o mundo, é necessário consumir US$ 28 bilhões em recursos ambientais globais – o equivalente a 3% da sua receita anual. Frente à necessidade de otimizar o uso desses recursos e a adoção de novas práticas para que o setor de saúde também ajude o planeta a superar os gargalos impostos à sustentabilidade, os impactos do funcionamento desses tipos de estabelecimentos são um desafio global que vem merecendo cada vez mais atenção.

Os hospitais brasileiros hoje são responsáveis por 10,6% do consumo total de energia elétrica comercial no País. Nos EUA, os prédios ligados à área de saúde ocupam a segunda posição entre os edifícios comerciais que mais consomem energia. Já na Inglaterra, o serviço público de saúde calculou sua pegada de carbono – a contribuição em emissão de gases que agravam o efeito estufa – em mais de 18 milhões de toneladas de CO² emitidas ao ano – o equivalente a 25% do total das emissões do setor público britânico.

A sustentabilidade na saúde começou a ser debatida no Brasil há apenas uma década. Inicialmente, eram debates voltados aos impactos dos hospitais diretamente ligados ao meio ambiente e à saúde. Posteriormente, a responsabilidade social e a sustentabilidade foram incluídas nesses debates – até que o Brasil, na primeira década deste novo século, começou a ter seus primeiros movimentos de hospitais interessados em adequar seus projetos de gestão frente a esses novos desafios.

Em 2009, a Pró-Saúde iniciou seus projetos nesse sentido. E tendo a sustentabilidade como diretriz, credenciou em 2011 junto à Global Reporting Initiative (GRI) o primeiro hospital da América do Sul com o selo GRI Check nível C. No Pará, mediante contrato de gestão firmado com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), três dos hospitais administrados pela Pró-Saúde avançam como hospitais sustentáveis: o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém; o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém; e o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (HOIOL), em Belém. A importância desses esforços está expressa em importantes transformações nesses ambientes hospitalares. Neste mês de março, o Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, enviou à Global Reporting Initiative seu primeiro relatório de sustentabilidade.

Benefícios da sustentabilidade no ambiente hospitalar

Desde que esta questão passou a ser trabalhada nessas instituições, observou-se o fortalecimento da governança; a criação de oportunidades para se repensar os processos e usos, gerando inúmeras melhorias às unidades de saúde; bem como, a redução de custo e consumo nos recursos naturais, como água, energia, matérias de escritório. A sustentabilidade tem contribuído, ainda, para a gestão de riscos e a comparabilidade, de forma a dimensionar os indicadores de cada hospital comparando-os a outros nos âmbitos nacional e internacional.

Fonte: ORMNews.
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1° Ação Mulher aconteceu neste domingo

mulher1A Secretaria de Assistência Social promoveu ontem 12/03, AÇÃO MULHER, com chá da tarde que marcou Novo Progresso, uma ação jamais realizada no município com sucesso de público, mais de 600 mulheres cadastradas, que receberam um tratamento vip pela comemoração do seu dia, apesar de ser dia 08/03 foi comemorado ontem com a realização desse super evento.

Segundo a secretária Sra. Michelly Patrícia Meuchi,  a mesma afirmou que essa ação é a primeira de muitas e sua equipe já vai começar a planejar a do próximo ano para atender mais de 1.000 (Mil) mulheres, proporcionando a essas mulheres uma tarde agradável com diversos atendimentos de beleza, saúde, brincadeiras e bingo. A primeira dama agradeceu em nome do prefeito Ubiraci Soares (PSC) a todos voluntários, todas as equipes, comércio local, em fim a todas as pessoas envolvidas na realização do Ação Mulher 2017! Obrigada pela disponibilidade em dedicar o domingo de vocês em beneficio de outras mulheres, estou honrada com todo trabalho realizado no evento, Obrigada a todos, finalizou.

Por: Claudinho Leite

ASCOM/PMNP




Motoristas recusam frete de MT para portos do PA após atoleiros na BR-163

Motoristas chegaram a passar 20 dias presos em atoleiros na rodovia.
Transportadoras da região norte de Mato Grosso amargam prejuízos.

A situação precária da BR-163 entre os municípios de Trairão e Novo Progresso, no Pará, tem refletido no aumento da recusa dos motoristas que trabalham transportando soja de Mato Grosso para os portos de Miritituba, em Itaituba (PA), e de Santarém (PA). O congestionamento no trecho chegou a pelo menos 50 quilômetros.

Transportadoras da região norte do estado sofreram prejuízos após motoristas passarem até 20 dias atolados na rodovia. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, teve empresa que diminuiu em até 85% o número de transportes para Miritituba (PA). E, mesmo com a liberação da rodovia, algumas devem demorar para sair do prejuízo.

Devido aos atoleiros, o preço dos fretes aumentou. O transporte de uma tonelada de soja de Sinop para Miritituba custa, atualmente, R$ 200, ou seja, R$ 30 mais caro que antes dos atoleiros. Porém, nem isso está sendo suficiente para conseguir motoristas dispostos a fazer a viagem.

É o caso de Erondi da Silva, que passou 15 dias preso em um atoleiro na rodovia e teve boa parte do caminhão danificado e teve que usar o lucro da viagem para consertar o veículo.

“Quando você vai fazer o resumo não sobra nada, porque a estrada leva o seu dinheiro, então não está como a gente queria. É pneu que desloca, é carreta que torce, molejo que quebra. Quebra tudo”, disse.

Com a recusa dos motoristas e os problemas apresentados pela estrada, o escoamento dos grãos rumo ao Pará gera dúvidas. Na avaliação do presidente do Sindicato Rural de Sinop, Antônio Galvan, parte das cargas deve passar a ser direcionada para os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), ainda que o custo do frete seja maior.

“O frete ultrapassou a casa dos R$ 300. Isso é uma realidade que veio de um prejuízo para todo o Brasil, por conta do descumprimento dessa exportação que já estava programada. Então com certeza o prejuízo foi na cadeia. Nós, como representantes do nosso setor, sentimos na pele também”, disse.

Fonte: G1 PA.
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