IBGE contratará 26,4 mil pessoas para censo

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou a contratação temporária de 26.440 profissionais para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fazer o Censo Agropecuário 2017. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos.

As contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e a duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação limitada a três anos.

Serão 19.013 vagas para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido.

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Número de desempregados aumenta no Pará

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA), fez uma pesquisa no mês de fevereiro  e o balanço entre admitidos e desligados apresentou crescimento no emprego formal, com um pequeno saldo positivo de 35 mil postos de trabalhos. No mês passado também foi constatado uma queda na geração de empregos formais no estado do Pará e na maioria dos estados da região Norte.

Ainda de acordo com o Dieese/PA, em todo o estado os setores da construção civil e indústria de transformação, durante o mês de fevereiro e pelo segundo mês consecutivo este ano, o Pará apresentou recuo na geração de empregos formais.

Este estudo sobre a geração de empregos formais no  Pará e demais estados da região Norte foi elaborado e analisado pelo Dieese/PA com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho.

Emprego formal

O estudo realizado pelo Dieese/PA sobre emprego formal no Pará mostra que em fevereiro deste ano, foram feitas em todo o estado 20.263 admissões, contra 22.301 desligamentos, o que gerou um saldo negativo de 2.038 postos de trabalho no setor formal da economia com um decréscimo de 0,28% no número de postos de trabalho em relação ao mês de janeiro deste ano.

No mesmo período de 2016, o estado também apresentou queda na geração de empregos formais, com uma perda maior que o verificado este ano. Foram feitas naquela oportunidade 21.693 admissões contra 24.057 desligamentos, e gerou um saldo negativo de 2.364 postos de trabalhos no setor formal da economia.

No mês de fevereiro, a maioria dos setores econômicos do estado apresentaram quedas na geração de emprego formal com destaque para o setor da construção civil com a perda de 2.356 postos de trabalho, seguido do setor da indústria de transformação com saldo negativo de 765 postos de trabalho e do setor extrativo mineral com saldo negativo de 132 postos de trabalhos.

Também no mês de fevereiro, alguns setores econômicos apresentaram crescimento de empregos com destaque para o comércio, com a geração 507 postos de trabalhos, seguido da agropecuária, com a geração de 412 postos de trabalho e do setor Serviço com a geração de 327 postos de trabalho.

O Dieese/PA analisou ainda a situação da geração de empregos formais nos demais estados da região Norte no mês de Fevereiro. Segundo o Dieese/PA, a maioria dos estados do Norte apresentaram quedas na geração de empregos formais, com destaque para o Pará com saldo negativo de 2.038 postos de trabalho, seguido do Amazonas com a perda de 1.774 postos de trabalhos e do Acre com a perda de 244 postos de trabalhos.

O destaque positivo no período analisado ficou com Tocantins, que teve um saldo positivo de 635 postos de trabalho, seguido de Rondônia com a geração de 538 postos de trabalho e Roraima com a geração de 164 postos de trabalhos.No mês de fevereiro foram feitas em toda a Região Norte 48.898 admissões contra 51.628 desligamentos o que gerou um saldo negativo de 2.730 postos de trabalhos com um decréscimo de 0,16% no emprego formal.

O estudo realizado sobre a trajetória do emprego formal no Pará mostra que nos dois primeiros meses de 2017 foram feitas em todo o estado 41.986 admissões, contra 46.917 desligamentos, gerando um saldo negativo 4.931 postos de trabalhos com um decréscimo de 0,67% no numero de postos de trabalhos formais.

No mesmo período de 2016, o estado também apresentou queda na geração de empregos formais só que bem maior que o verificado este ano. Foram feitas naquela oportunidade 44.724 admissões contra 50.844 desligamentos, gerando um saldo negativo de 6.120 postos de trabalhos no setor formal da economia.

Segundo as analises do Dieese/PA, nos primeiros dois meses de 2017, a maioria dos setores econômicos do estado apresentaram quedas na geração de emprego formal, com destaque para o setor da construção civil com a perda de 3.238 postos de trabalhos, seguido do setor comércio com a perda de 1.189 postos de trabalhos, setor da indústria de transformação com saldo negativo de 857 postos de trabalhos, setor extrativo mineral com a perda de 266 postos de trabalhos e setor serviço indústria e utilidade pública com a perda de 165 postos de trabalhos.

Também no mesmo período, apenas dois setores econômicos apresentaram crescimento na geração de empregos formais, com destaque para o setor da agropecuária com a geração de 792 postos de trabalhos.O emprego formal em 2017 nos demais estados que compõem a região Norte.

No comparativo entre admitidos e desligados, a grande maioria apresentou queda na geração de empregos formais, a exceção ficou por conta do estado de Roraima que apresentou saldo positivo de 415 postos de trabalhos. Já o destaque negativo ficou por conta do Estado do Pará com a perda de 4.931 postos de trabalhos, seguido pelo Amazonas com a perda de 3.008 postos de trabalhos e de Rondônia com a perda de 1.308 postos de trabalhos.Na região Norte foram feitas nos dois primeiros meses de 2017, 100.639 admissões contra 109.993 desligamentos gerando um saldo negativo de 9.354 postos de trabalhos formais com decréscimo de 0,53%.

O estudo realizado pelo Dieese/PA com base em dados do Ministério do Trabalho sobre o comportamento do emprego formal no Pará nos últimos 12 meses, mostra que no comparativo entre admitidos e desligados o saldo foi negativo.

Fonte: DOL.
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Siderúrgica vai ampliar produção de aço laminado no Pará

O anúncio do projeto de ampliação da produção no Pará foi feito durante reunião entre a diretoria da Sinobrás e o governador Simão Jatene

A Siderúrgica Norte Brasil (Sinobrás) vai ampliar a capacidade de produção da empresa no estado do Pará. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (16), durante reunião entre a diretoria da indústria siderúrgica e o governador Simão Jatene, no Palácio do Governo, em Belém. A expectativa é que a produção saia de 300 mil toneladas de aço por ano para 800 mil.

A Sinobrás, com sede em Marabá, é uma das maiores empresas do segmento nas regiões Norte e Nordeste. A empresa é especializada na produção de aços longos para a construção civil e tem dez anos de existência.

Acompanhado do secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Eduardo Leão, o governador Simão Jatene recebeu os dirigentes da siderúrgica. “Pretendemos iniciar a duplicação da nossa produção. Sairemos de 300 mil toneladas por ano para 800 mil e essa conversa com o governador foi muito importante, para mostrar quais são as sinergias que o próprio Governo do Estado e a Sinobrás, juntos, podem fazer para que essa expansão possa acontecer efetivamente a partir do ano que vem”, disse Ian Correa, vice-presidente da Sinobrás.

“Com essa expansão, iremos mais do que dobrar a nossa capacidade de produção de aço no Estado. A Sinobrás é a nossa maior produtora de aço e já está com o equipamento comprado para iniciar esse projeto de expansão, assim que o mercado de construção civil melhorar”, disse Eduardo Leão.

Fonte: Agência do Pará.
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Brasil não fará parte do Conselho de Segurança da ONU ao menos até 2033

A ausência no conselho de segurança e paz marca uma mudança extrema na política externa brasileira

O Brasil não apresentou interesse em participar do Conselho de Segurança das Nações Unidas nos últimos anos e, por esta razão, deve ficar de fora da mais alta instância da organização ao menos até 2033.

De acordo com a Folha de S. Paulo, a ausência no conselho de segurança e paz marca uma mudança extrema na política externa brasileira. Durante o gestão do ex-presidente Lula, o governo trabalhou em certas mediações de paz, como entre palestinos e israelenses.

Já durante o governo da Dilma Rousseff, o Brasil não mostrou interesse em participar do Conselho de Segurança. Neste sábado (11), o tema foi discutido pelo alto escalão do Itamaraty.

“É um sintoma do encolhimento do país no cenário internacional”, afirmou um funcionário. “Por um misto de descaso e barbeiragem, o Brasil perde capacidade de influenciar o órgão de maior força na ONU”, completou.

O grupo é formado permanentemente por cinco países: China, Reino Unido, Estados Unidos, França e Rússia. O Conselho também disponibiliza outras dez vagas, que são rotativas e distribuídas por região, 5 para África e Ásia, 2 para América Latina, 1 para o Leste Europeu e 2 para Europa Ocidental e outros.

Por não apresentar candidatura, o Brasil vai ficar fora do Conselho por 22 anos.

Fonte: Notícias ao minuto.
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‘Temer é um cara extremamente frágil, fraco e medroso’, diz Dilma

Em entrevista, ex-presidente comentou vida fora da presidência, relação com o ex-vice e bastidores da política no Planalto

A ex-presidente Dilma Rousseff comentou temas como os bastidores da vida política em Brasília, a relação com o ex-vice, Michel Temer, e a rotina fora da presidência da República em entrevista publicada nesta sexta-feira (17) no jornal ‘Valor Econômico’.

Sem medo de citar nomes, a presidente fez duras críticas a Temer e a Moreira Franco, ex-ministro da petista que voltou a ter o status na gestão do peemedebista.

“Saber demais não significa que você é capaz de impedir algumas coisas. Por exemplo, o gato angorá [Moreira Franco] tem uma bronca danada de mim porque eu não o deixei roubar, querida. É literal isso: eu não deixei o gato angorá roubar na Secretaria de Aviação Civil. Chamei o Temer e disse: ‘Ele não fica”, disse ela.

“Não acho que é relevante fazer fofoca, conversinha. Posso contar mil coisas do [Eliseu] Padilha e do Temer, então? Porque o Temer é isso que está aí, querida. Não adianta toda a mídia falar que ele é habilidoso. Temer é um cara frágil. Extremamente frágil. Fraco. Medroso. Completamente medroso. Padilha não é. A hora em que ele [Temer] começa assim [em pé, mostra as mãos em sentido contrário, com os dedos apertados em forma de gancho]. É um cara que não enfrenta nada!”.

Dilma, que atualmente mora em Porto Alegre, diz não sentir falta de ocupar cadeira no Planalto. “Posso até sentir, mas não agora. Sempre fui uma pessoa que se acostuma com a vida. Tinha uma vida lá, com um ritmo e uma função. Era obviamente interessante, sempre vai ser. Instigante, importante, né? Aqui tenho outra vida. Gosto muito de ler, de ver filme. Escuto ópera”, conta.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Operação descobre até carne podre à venda

 A Polícia Federal deflagrou nesta sexta (17) a Operação Carne Fraca, com foco na venda ilegal de carnes por frigoríficos, e deverá cumprir 38 mandados de prisão.

Alguns dos principais frigoríficos do país estão na mira da operação, como BRF, JBS e Seara. A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.
O objetivo é desarticular uma suposta organização criminosa liderada por fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, que, com o pagamento de propina, facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.
A investigação revelou até mesmo o uso de carnes podres, maquiadas com ácido ascórbico, por alguns frigoríficos, e a re-embalagem de produtos vencidos.
Entre os presos, estão executivos da BRF como Roney Nogueira dos Santos, gerente de relações institucionais e governamentais, e André Baldissera, diretor da BRF para o Centro-Oeste.
Também estão na lista funcionários da Seara e do frigorífico Peccin -um dos que tinha irregularidades gravíssimas, como uso de carnes podres, segundo a PF-, além de fiscais do Ministério da Agricultura.
A reportagem entrou em contato com as empresas envolvidas, mas não obteve resposta.
A investigação aponta que os frigoríficos exerciam influência direta no Ministério da Agricultura para escolher os servidores que iriam efetuar as fiscalizações na empresa, por meio do pagamento de vantagens indevidas. Roney dos Santos, executivo da BRF, tinha acesso inclusive ao login e senha do sistema de processos administrativos do órgão, de uso interno.
“Parece realismo mágico. Infelizmente, não é”, diz o juiz Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal do Paraná, que determinou as prisões.
“Dedo”, “luva” e “documento” eram alguns dos termos usados pelos fiscais agropecuários para o pedido de propina. Mas até mesmo caixas de carne, frango, pizzas, ração para animais e botas eram dadas em favor pela vista grossa na fiscalização, diz o juiz Josegrei.
“É um cenário desolador”, afirma Josegrei. “Resta claro o poderio de intimidação, de influência e de uso abusivo dos cargos públicos que ostentam para se locupletarem, recebendo somas variáveis de dinheiro e benesses in natura das empresas que deveriam fiscalizar com isenção e profissionalismo.”
Serão cumpridos 27 mandados de prisão preventiva, 11 de temporária (válida por cinco dias) e 194 buscas e apreensões.

MAIOR OPERAÇÃO
Segundo a PF, essa é a maior operação já realizada na história da instituição. Estão sendo mobilizados 1.100 policiais em seis Estados (Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás) e no Distrito Federal.
Em nota, a Polícia Federal afirma que detectou em quase dois anos de investigação que as superintendências regionais do Ministério da Pesca e Agricultura dos Estados do Paraná, Minas Gerais e Goiás atuavam para proteger empresas, prejudicado o interesse público.
O esquema, ainda segundo os investigadores, funcionava por meio de agentes públicos que se utilizavam do poder de fiscalização para cobrar propina e, em contrapartida, facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização.
Dentre as ilegalidades praticadas pela suposta quadrilha está a remoção de agentes públicos com desvio de finalidade para atender interesses dos grupos empresariais.
O nome “Carne Fraca” da operação faz alusão à conhecida expressão popular em sintonia com a própria qualidade dos alimentos fornecidos ao consumidor por grandes grupos corporativos do ramo alimentício.
A expressão popular também mostra “a fragilidade moral de agentes públicos federais que deveriam zelar e fiscalizar a qualidade dos alimentos fornecidos a sociedade”.

Fonte: FolhaPress
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Copa Verde-Final: Remo 4 x 0 Atlético-AC

FICHA TÉCNICA:

Remo: André Luís; Léo Rosa, Henrique, Igor João e Tsunami; Elizeu (Zé Antônio), Marquinhos, Flamel (Gabriel Lima) e Eduardo Ramos; Jayme e Nano Krieger

Atlético-AC: Babau; Januário (Everton), Diego, Miller e Antônio Marcos; Leandro (Oliver), Jeferson (Neto), Joel, Luiz Henrique e Polaco; Careca

Estádio: Mangueirão, Belém (PA)

Hora: 20h30

Árbitro: Vanderlei Spares de Macedo

AuxiliareS: José Reinaldo Nascimento Júnior e Lucas Torquato Guerra

PRÉ-JOGO:

Nos últimos jogos, o Clube do Remo tem começado as partidas meio sonolento, sem conseguir criar jogadas ofensivas e, principalmente, sendo pressionado pelos adversários. Por sorte dos azulinos, o time tem tido força para reagir e buscar o resultado favorável. Porém, em um jogo de mata-mata, como é o caso de hoje, às 20h30, no Mangueirão, os remistas precisam entrar ligados em 220 volts para alcançar a classificação às quartas de final, diante do Atlético Acreano, na Copa Verde, depois do empate em 1 a 1 no primeiro duelo, no Acre.

Na primeira partida entre as duas equipes, os azulinos fizeram um primeiro tempo para se esquecer. Por muito pouco, o Galo Carijó não fez um bom placar logo na primeira etapa de jogo. Depois de iniciar mais uma partida de forma solonenta, o treinador Josué Teixeira conversou com seus comandados para que a postura seja modificada. Além disso, o meia Flamel conta que houve um trabalho específico para que a equipe consiga iniciar bem o confronto. “Vamos trabalhando para que não ocorra mais isso. Saída e posse de bola, para que a gente consiga trabalhar as jogadas e não sofra tanto perigo”, afirma.

AGILIDADE É O FOCO

De acordo com Josué Teixeira, o Remo tem iniciado os jogos de forma muito lenta e previsível. O treinador ressalta que há também um excesso de passes errados e tudo isso contribui com o começo ruim da equipe nas partidas. “A gente tem de buscar este controle do jogo desde o início. A ideia é que a gente tenha este equilíbrio. O mais importante é começar a definir uma formatação de time, para termos uma sequência boa”, avalia. Quem se classificar, enfrenta o Fast-AM ou Santos-AP, no próximo dia 29, pelas quartas de final.

André Luís está de volta ao gol azulino para não deixar passar nada (Foto: Marcelo Lelis)

REMO TEM UM PASSO ADIANTE

O Remo inicia o jogo de hoje classificado, afinal, um empate sem gols garante a equipe azulina nas quartas de final da Copa Verde. Desta forma, os remistas precisam jogar de forma inteligente e, de preferência, sem sofrer gols, para evitar sustos.
Para isso, o Leão vai ter a volta do goleiro André Luís, que por causa de uma lesão, não atuou na estreia, na última semana.

O camisa 1 do Remo lembra que não participou do primeiro confronto, pois estava com uma virose. Em seu lugar, jogou o arqueiro Vinícius, que também fez uma boa partida. Só que agora está com André a responsabilidade nesses últimos 90 minutos do confronto.

“Não podemos pecar. É um jogo de detalhes. O Josué conversou muito com a gente e treinamos os pontos fortes e fracos deles”, assegura.

Se o Remo não conseguir se classificar no tempo normal, a decisão do classificado será nos pênaltis. E até aqui, o goleiro André Luís tem se mostrado um pegador dos tiros da marca da cal. Então, se for para as penalidades, o Leão também tem boas chances. “Eu espero que não chegue às penalidades. A nossa equipe é muito qualificada, temos de dar o máximo, procurar o gol”, afirma. “Mas se chegar às penalidades, eu estou bem preparado pelo professor Juninho para ajudar o Clube do Remo”, promete André.

HISTÓRICO

Vale lembrar que o goleiro azulino já pegou três pênaltis em 2017, contra Castanhal, Paysandu e Brusque-SC.

Vinda a Belém foi um Deus nos acuda!

O Remo teve muitas dificuldades com a logística para chegar ao Acre, no último final de semana, para enfrentar o Atlético Acreano. Só que desta vez, foi o Galo Carijó quem sofreu para chegar à capital paraense. Os acrianos só chegaram a Belém na madrugada de hoje, depois de quase 24h de viagem.

O embarque da delegação do Atlético Acreano só ocorreu às 11h15, sendo que estava marcado para sair às 3h da manhã, de quarta-feira. Houve um problema no voo e os acrianos só chegaram na madrugada de hoje, sendo que a previsão era de que eles desembarcassem no fim da manhã de ontem.

O ATLÉTICO-AC ESTÁ BEM!

– Voltando ao futebol, a equipe do técnico Álvaro Migueis terá uma mudança confirmada.
– O zagueiro Pé de Ferro, expulso no primeiro confronto, está suspenso dando vaga para Muller, que atuará ao lado de Diego.
– O Galo Carijó chega embalado com a boa campanha no Estadual e espera repetir as boas atuações na Copa Verde.
– No último jogo pelo Campeonato Acriano, o Atlético venceu por 3 a 1 o Alto Acre, mantendo os 100% de aproveitamento nos jogos, com a liderança do torneio.

https://youtu.be/vb5MnqhtzsQ

Fonte: DOL.
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Carreta com 1200 botijões explode em estrada

Uma carreta com carga inflamável explodiu, na noite desta quinta-feira (16), em uma estrada vicinal do município de Moju, no nordeste paraense. Bombeiros foram deslocados para tentar apagar as chamas.

Segundo informações do comandante do grupamento do Moju, Orlando Farias, não há informações de feridos.

“A carga era de botijões de gás. Ao perceber que algo de errado acontecia, o motorista do veículo saiu para se proteger. Não tem ninguém ferido”, disse.

Duas viaturas, do grupamento do Moju e Abaetetuba, e outra de resgate foram deslocadas até a estrada.

O militar não sabe o que teria motivado o incidente, o que deve ser apontado somente após a perícia que deve ser iniciada ainda no local.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, haviam 1200 botijões na carreta e que o veículo acabara de passar pela cidade do Moju estando há sete quilômetros da área urbana.

Fonte: DOL.
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Semsa aguarda 5 mil doses da vacina contra febre amarela em Alenquer

Menino de 11 anos do município morreu com suspeita da doença.
Comunidade rurais estão recebendo bloqueio vacinal.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Alenquer, oeste do Pará, informou que está providenciando o bloqueio vacinal das comunidades da área rural do município contra a febre amarela. Na tarde desta quinta-feira (16), um menino de 11 anos morador da zona rural, morreu com suspeita da doença. Este é o primeiro caso suspeito em humanos no estado. O órgão aguarda a chegada de mais 5 mil doses, das quais apenas mil chegaram.

Ainda de acordo com a Semsa, atendendo uma recomendação do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), as vacinas que chegam estão sendo destinadas para as regiões rurais, aonde macacos foram encontrados mortos. No local aonde morava o menino, todas as famílias também já foram vacinadas.

Morte suspeita
O paciente deu entrada no hospital Municipal de Santarém com sintomas que assemelhavam aos da doença. No início da semana ele foi para o a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA). De acordo com o HRBA, também há a suspeita de leptospirose, que é transmitida pela urina e fezes de roedores. Este é o primeiro caso de morte suspeito da doença no Pará.

Na caderneta de vacinação do menino não consta a imunização contra a febre amarela, segundo informou o Pronto Socorro de Santarém, o que aumentou ainda mais a preocupação com o estado clínico do paciente, pois em Alenquer foi encontrado um macaco morto possivelmente pela doença. Amostras do animal foram coletadas e enviadas para exames, que confirmaram a suspeita. A comunidade onde a criança mora fica próxima ao Ramal do Escondido, local onde o primata foi achado.

A Sespa informou que todas as providências para a investigação do caso já foram tomadas. O órgão ressalta ainda que não há confirmação de febre amarela e aguarda o resultado da coleta feita pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). O material deve ser examinado pelo Instituto Evandro Chagas, que tem até 30 dias um divulgar um laudo e confirmar se a causa da morte do menino tem alguma relação com a febre amarela.

O órgão esclarece que até o momento não há caso confirmado de febre amarela no Pará neste ano e nenhum óbito registrado. O último caso no estado ocorreu em 2015. A respeito dos óbitos confirmados, trata-se de primatas não humanos (macacos), nos municípios citados: Alenquer (1), Belém (1), Marituba (1), e Rurópolis (2).

Ainda segundo a Sespa, equipes continuam em campo investigando e orientando a população sobre as formas de prevenção da febre amarela. Entre as ações estão: verificação no local sobre as informações de morte de Primatas Não Humanos (PNH) para determinar se existem mais animais mortos; levantamento do histórico e bloqueio vacinal dos moradores de áreas próximas e a busca ativa de casos humanos suspeitos de febre amarela; intensificação da vigilância de casos humanos de sintomatologia compatível com febre amarela; sensibilização dos profissionais para a importância da notificação imediata de qualquer evento suspeito (humanos ou epizootias); montagem de plataforma na copa das árvores para captura ao mosquito; realização de visitas nas residências, entre outras.

Fonte: G1 PA.
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Protesto de camponeses ligados a FETRAF interdita a rodovia PA-160

Trecho fica entre os municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás.
Agricultores pedem agilidade na desapropriação de seis fazendas da região.

Camponeses ligados a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (FETRAF) fazem protesto no sudeste do Pará, nesta quarta-feira (15). Eles interrompem por mais de oito horas o tráfego de veículos na rodovia PA-160, no trecho entre os municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás. Pelo menos mil camponeses participam da manifestação.

Os manifestantes atearam fogo em pneus pra impedir que os veículos seguissem viagem. logo filas principalmente de caminhões se formaram nos dois lados da pista. O trecho interditado fica na altura do quilômetro 20.

O protesto é pela reforma agrária, os agricultores reivindicam do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) agilidade no processo de desapropriação de seis fazendas da região.

Os trabalhadores pedem a presença de um representante do Incra no local. O G1 não conseguiu contato com o instituto.

Fonte: G1 PA.
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