Cruzeiro empata com Joinville pela Primeira Liga e ajuda Atlético

Joinville e Cruzeiro fizeram um jogo morno, com poucas oportunidades e pouca animação, na noite desta terça-feira, em Santa Catarina, pela fase inicial da Primeira Liga. O empate sem gols mantem a Raposa na frente do grupo C, já classificado e ajuda o Atlético-MG, que avança para a próxima fase em segundo.

A partida foi utilizada para a Raposa como um treino de luxo. O técnico Mano Menezes aproveitou o jogo para rodar jogadores e dar oportunidades para atletas que há muito tempo não jogavam ou precisam ganhar ritmo de jogo. Entre eles, o principal destaque foi o zagueiro Dedé, que estava há mais de um ano sem entrar nos gramados. Ele foi pouco exigido, já que a equipe do Joinville apresentou poucas dificuldades.

Classificado na Primeira Liga, o time celeste volta a campo na próxima segunda-feira, contra o Uberlândia, no Parque do Sabiá. Já o Joinville terá pouco tempo para descansar e já volta a jogar na quinta-feira, às 18h (de Brasília), contra o Criciúma.

O Jogo

Embora estivesse tranquilo para a partida, já classificado e com time reserva, o Cruzeiro foi o time que mais se impôs nos primeiros minutos de jogo. A Raposa dominava as ações, tinha a posse de bola e trocava passes em busca de boas jogadas. Isso, entretanto, não fazia o time azul ter importantes lances, por causa da grande barreira defensiva formada pelo Joinville.

Aos poucos, a equipe mineira foi fazendo com que sua superioridade tática se transformasse em oportunidades de gol. E, aos poucos, a Raposa ia agredindo, criando espaços, abrindo o jogo. Aos 30 minutos o time azul teve sua melhor oportunidade. Em troca de passes que começou na defesa, a bola sobrou para Elber, na cara do gol. Ele finalizou com força, e o goleiro Ferreira conseguiu fazer uma boa defesa.

Já nos acréscimos, o Cruzeiro perdeu um gol feito. Raniel recebeu na área, correu mais que o zagueiro e ficou de cara para o goleiro. Ele driblou o arqueiro, mas bateu na trave, já sem nenhum defensor.

Segundo tempo

A etapa complementar foi exatamente como a inicial: Cruzeiro melhor em campo, com posse de bola, mais potência tática, mas isso não fazia que o time tivesse grandes oportunidades. Algumas eram criadas, mas não o suficiente para assustar a equipe de Santa Catarina.

Aos 36 minutos o Cruzeiro teve a melhor chance do segundo tempo. Em descida em velocidade do Cruzeiro, Rafinha cruzou pra Elber, na cara do gol, e ele furou. Fabrício, porém, aproveitou a bola e chutou. O goleiro fez uma ótima defesa, a redonda ainda sobrou, na cara do gol e o ala conseguiu errar.

Fonte: Só Notícias.
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Afinal, a salsicha é feita de quê?

Salsicha Viena, Frankfurt, Tipo Viena, Tipo Frankfurt, de Carne de Ave, de Peru. Há pelo menos seis variações do produto no mercado brasileiro. E embora o imaginário comum atribua à composição do alimento uma série sem fim de ingredientes dos mais bizarros aos mais repugnantes – principalmente depois da Operação Carne Fraca – a verdade é que existe uma receita básica e regular aprovada por órgãos competentes. Cada versão é composta por alguma matéria-prima e técnicas de fabricação diferentes. Basicamente, a salsicha pode ser produzida com carne bovina, suína ou de frango. A matéria prima usada para diferenciá-la será decidida pelo fabricante, de acordo com o tipo de produto que deseja oferecer a seus clientes.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) classifica a salsicha como sendo um “produto cárneo industrializado, obtido da emulsão de carne de uma ou mais espécies de animais de açougue, adicionados de ingredientes, embutido em envoltório natural, ou artificial ou por processo de extrusão, e submetido a um processo térmico adequado”. A emulsão nada mais é do que uma mistura de carne com a umidade de sua gordura – ou uma gordura extra, utilizada no caso de uma carne magra.

De acordo com Andrea Carla da Silva Barretto, professora de tecnologia de carnes da UNESP, para a fabricação da salsicha não há diferenciação de nobreza da carne, como quando o consumidor opta por um determinado tipo ‘de primeira’ ou ‘de segunda’, no açougue. “Para a indústria, carne é considerada matéria prima. Avaliamos apenas quantidade de proteína e de que tipo ela é e a quantidade de gordura”, explica.

Andrea explica que a gordura é um dos ingredientes para proporcionar maciez e sabor ao produto. “Ela ajuda no processo de emulsão e é responsável pela textura final e desejável da salsicha.”
Que tipo de carne?

Aparas da desossa ou simplesmente recorte é o que sobra dos cortes que vão para os supermercados e açougues. Esse recorte é a matéria-prima para a produção da salsicha. Apesar do nome, não significa que essa carne seja desvalorizada ou de qualidade inferior. “Proteína animal é extremamente cara então deve ser aproveitada ao máximo. Em vez de descartar, ainda mais em uma crise de fome em que vivemos, você reaproveita”, explica a professora titular de engenharia de alimentos da Universidade Federal de Viçosa (MG) Regina Mendonça.

Quando a salsicha é de carne de frango, por exemplo, é muito comum ela ser produzida a partir de carne mecanicamente separada (CMS), uma matéria prima “muito bem vinda, rica em proteína mineral e de preço bom”, conta Andrea, professora da UNESP. A CMS é “a carne obtida por processo mecânico de moagem e separação de ossos de animais de açougue, destinada à elaboração de produtos cárneos específicos”, de acordo com o MAPA.

“Como costuma ser, em sua maioria, matéria-prima do frango, a CMS pode ser extraída do dorso ou do pescoço do frango. Esses dois são colocados na desossa mecânica e, por pressão, é extraída a carne. A indústria tem a opção de congelá-la para depois comercializá-la ou usá-la em outro produto, segundo o regulamento”, explica Andrea.

O Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Salsicha, publicado em 2000 pelo MAPA, permite que a salsicha seja composta de até 60% de CMS. O regulamento, além de trazer a definição de cada alimento, classifica a quantidade mínima de proteína que cada um deve ter em sua composição, bem como a quantidade máxima de gordura.

“Todos os limites são estipulados. Para cada produto a base de carne, tem um regulamento técnico que precisa ser obedecido, até para que a concorrência seja fiel. Tudo é muito bem estabelecido e a legislação é muito clara”, conta Andrea, professora da UNESP.

Fonte: MSN.
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Brasil está atrás de Cuba e Venezuela no ranking de IDH do mundo

Brasil está atrás de Cuba e Venezuela no desenvolvimento humano. © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Brasil está atrás de Cuba e Venezuela no desenvolvimento humano.

A queda no rendimento bruto nacional em 2015 fez que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Brasil estagnasse, apesar da pequena melhora em indicadores como expectativa de vida e escolaridade. O IDH, índice usado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), foi divulgado nesta terça-feira (21).

De acordo com o Pnud, considerado o recálculo feito periodicamente para ajustar os indicadores a novos dados internacionais e eventuais mudanças de metodologia, o Brasil se manteve na 79ª posição em um ranking de 188 países, com 0,754 ponto

O resultado é fruto do cruzamento de dados de vários organismos nacionais e internacionais. Quanto mais próximo de 1 ponto, melhor a colocação na tabela, que há anos é encabeçada pela Noruega, país escandinavo que, entre 2014 e 2015, passou de 0,944 ponto para 0,949 ponto, o que o coloca à frente dos 50 países que o Pnud considera de desenvolvimento humano muito alto – e entre os quais só há dois latino-americanos: Chile (38ª posição) e Argentina (45ª).

O Brasil faz parte do grupo de 55 países considerados de alto desenvolvimento humano. Na América Latina e no Caribe, além de Chile e Argentina, o Brasil fica atrás de Barbados e do Uruguai (empatados na 54ª posição); de Bahamas (58ª); do Panamá (60ª); de Antígua e Barbuda (62ª); Trinidad e Tobago (65ª); da Costa Rica (66ª); de Cuba (68ª); da Venezuela (71ª) e do México (77ª).

Atrás do Brasil, mas ainda entre os países e territórios latino-americanos de alto desenvolvimento humano, estão Peru (87ª); Equador (89ª); Santa Lúcia (92ª), Jamaica (94ª); Colômbia (95ª); Suriname (97ª); República Dominicana (99ª); São Vicente e Granadinas (99ª); e Belize (103ª).

As demais nações latino-americanas, como Paraguai (110ª), El Salvador (117ª) e Bolívia (118ª), figuram entre os grupos de médio ou baixo IDH.

Crise econômica

No caso brasileiro, os resultados indicam os efeitos das crises econômica e política que afetam o País desde 2014. De acordo com o Pnud, mais de 29 milhões de pessoas saíram da pobreza entre 2003 e 2013.

No entanto, o nível de pobreza voltou a crescer entre 2014 e 2015, quando cerca de quatro milhões de pessoas ingressaram na pobreza.

No mesmo período, a taxa de desemprego também voltou a subir, atingindo mais de 12 milhões de pessoas. E a situação é mais grave entre jovens e mulheres.

Diante de situações como essa, verificada também em outras países, inclusive em economias desenvolvidas, o Pnud recomenda a adoção de políticas públicas universais afirmativas, que fortaleçam a proteção social e deem voz aos excluídos.

“É preciso garantir a consistência das melhorias [sociais e econômicas] de forma a proteger uma pessoa que tenha melhorado de vida para que ela não volte à situação de pobreza em caso de uma recessão econômica ou choque”, disse a coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional, Andréa Bolzon, argumentando que, no mundo inteiro, as redes de proteção social e ações de transferência de renda condicionada ajudam a aliviar as condições em que vivem as pessoas mais pobres.

“Não adianta pensar apenas em crescimento econômico a qualquer preço. No passado, o Brasil cresceu a taxas altíssimas, mantendo uma taxa de pobreza alta. Agora, o País precisa voltar a crescer com muito cuidado, incluindo as pessoas e não concentrando o resultado desse crescimento”, disse Andréa.

O Brasil tem que retomar a atividade econômica sem perder de vista a necessidade de manter um piso de proteção social. E, se for necessário rever esse piso, fazê-lo com cuidado, pois essas políticas e ações são como um colchão para momentos de crise como este. Preteri-las devido à necessidade de o país voltar a crescer de qualquer jeito pode resultar em um preço muito alto a ser pago lá na frente. Andréa Bolzon, coordenadora do Relatório do Desenvolvimento Humano

Coordenador residente do Sistema ONU e representante do Pnud no Brasil, Niky Fabiancic disse, durante a apresentação do relatório, que o Brasil tem avançado de maneira consistente nos últimos 20 anos, mas que muito ainda precisa ser feito.

“Hoje, muitos assuntos são urgentes. E estamos atentos às propostas de reformas do ensino médio, trabalhista, da Previdência e tributária.”

Cenário global

Em termos globais, o Informe sobre Desenvolvimento Humano do Pnud mostra que, apesar de avanços mundiais, há ainda uma enorme quantidade de pessoas sendo deixadas para trás, em todos os países, inclusive nos de alto desenvolvimento humano.

“Apesar dos progressos, as privações humanas persistem. Há grupos inteiros de pessoas sendo excluídos, o que exige um olhar cuidadoso para com os grupos vulneráveis. A própria situação das mulheres ainda é muito desigual”, afirmou Andréa Bolzon, destacando que os níveis de desigualdade em todo o mundo não param de aumentar.

“Temos um problema estrutural. A desigualdade tem aumentado no mundo inteiro. A impressão é que encontramos formas de aliviar os efeitos da pobreza e das privações, mas a desigualdade não está diminuindo, pois o ritmo com que a riqueza está sendo concentrada no topo da pirâmide é acelerado”, disse Andrea, lembrando que 46% de toda a riqueza global está nas mãos de apenas 1% da parcela mais rica da população mundial.

A partir de dados de diferentes entidades internacionais e organismos oficiais nacionais, o relatório do Pnud mostra que os “impressionantes progressos” em termos de desenvolvimento humano registrados nos últimos 25 anos não enriqueceram a população global em termos igualitários. Cerca de 766 milhões de pessoas vivem com menos de US$ 1,90 por dia (o equivalente a cerca de R$ 5,90/dia).

Aproximadamente 385 milhões dessas pessoas são crianças. Além disso, só nos países desenvolvidos há algo em torno de 300 milhões de pessoas consideradas pobres. No mundo, os países que mais perderam posições no ranking entre 2010 e 2015 foram Líbia e Síria. Ruanda e Zimbábue foram os que mais cresceram no IDH no mesmo período.

O outro lado

O Palácio do Planalto soltou uma nota após a divulgação dos dados do Pnud. Leia:

“Os dados divulgados pela agência da ONU ilustram a severidade da crise da qual apenas agora o País vai saindo.

O resultado do conjunto de transformações em curso sob a liderança do Presidente Michel Temer deve refletir-se, ao longo das próximas edições do índice, em uma melhoria, tanto absoluta, como relativa de nosso número.

Medidas como o controle das contas públicas, garantia dos gastos em saúde e educação, garantia do acesso à água por meio da conclusão do Projeto São Francisco, retomada do crescimento e do emprego se combinam para recolocar o País nos trilhos e criar uma realidade que logo será refletida nos indicadores internacionais.”

Fonte: MSN.
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No Pará, PF deflagra operação que combate crime cibernético

Outros quatro estados também estão na lista da Operação Darkode

A Polícia Federal deflgrou hoje (21/03) a segunda fase da Operação DARKODE, com o objetivo de desarticular organizações criminosas especializadas em fraudes contra o sistema bancário, por meio eletrônio, além da negociação de informações úteis à prática de crimes cibernéticos.

Em média, 100 policiais federais cumprem 37 mandados judiciais, sendo 4 de prisão preventiva, 15 de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em residências e empresas vinculadas ao grupo investigado, a fim de colher provas contra outros integrantes e beneficiários da organização, bem como identificar e apreender bens adquiridos ilicitamente.

Além do Pará, as diligências estão sendo executadas em Goiás, Tocantins Santa Catarina e Distrito Federal.

Estima-se que as ações da organização criminosa tenham causado prejuízo superior a 2,5 milhões de reais, em especial mediante fraudes contra o sistema bancário.

PARÁ

O Pará recebeu um pedido de apoio da Superintendência de Goiás para cumprir um mandado de prisão temporária, um de prisão coercitiva e outro de busca e apreensão pela Operação DARKODE. Todos os mandados deveriam ser cumpridos em Redenção, sudeste paraense. De acordo com o delegado Jorge Eduardo, da Polícia Federal, apenas a prisão temporária foi efetuada, pois os mandados de prisão coercitiva e de busca e apreensão eram para uma pessoa que faleceu recentemente, identificada como a mãe de um dos investigados.

O suspeito que teve mandado expedido para prisão temporária já está preso e, segundo o delegado Jorge, há uma tentativa de encaminhá-lo para uma penitenciária local, mas ainda não foi possível por envolver outros estados.

PRIMEIRA FASE

Na primeira fase, deflagrada em julho de 2015, foram cumpridos 7 mandados judiciais em Goiânia/GO, sendo 2 mandados de prisão e 1 de condução coercitiva, além de 4 mandados de busca e apreensão. A ação foi coordenada com forças policiais de diversos países contra hackers que se comunicavam por intermédio de um sítio eletrônico denominado Darkode.

NOME DA OPERAÇÃO

O nome da operação faz alusão ao fórum internacional intitulado DARKODE, criado em 2007 com o propósito de reunir os maiores e os mais especializados hackers e criminosos cibernéticos em um único ambiente virtual.

Fonte: ORMNews.
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Pará teve o segundo pior desempenho em vendas no Brasil

Varejo paraense foi o 2º pior entre entre todas as 27 unidades federativas

O segmento de comércio varejista e de serviços, principal fonte econômica de Belém e da Região Metropolitana, tende a reagir melhor em 2017 se comparado com 2016, em que o setor apresentou o segundo pior desempenho entre todas as 27 unidades federativas do País. O saldo de empregos, contudo, deve permanecer negativo, ainda que menor do que no ano passado, com previsão de menos 30 mil postos de trabalho entre os setores da construção civil e comércio varejista, os mesmos que mais demitiram no ano anterior, em que o Pará registrou menos 39 mil empregos.

O varejo, termo usado para designar os setores de comércio que vendem diretamente para os consumidores finais, é o foco do Boletim do Comércio Varejista e Serviços do Pará, com informações sobre o volume de vendas no ano de 2016, arrecadação do setor, endividamento e inadiplência das famílias, entre outras informações, lançado na manhã de ontem, no Centro Cultural Sesc Boulevard, no Boulevard Castilho França, em Belém. O documento resulta de parceria entre a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Pará (Fecomércio-PA), entre outras entidades de classe.

“Em 2016, o Pará apresentou queda no volume de vendas, de 13% no comércio varejista, o setor teve o segundo maior número de demissões com cerca de 7.839 desempregados. O primeiro foi o da construção civil com 21 mil fechamentos de postos de trabalho”, destacou o presidente da Fapespa, o economista Eduardo Costa. “Um fato importante é que a perda de 39 mil postos de trabalho no ano passado, retirou da economia estadual R$ 100 milhões. Ou seja, esse montante deixou de circular no mercado, impactando fortemente o setor de comércio e serviços. É um setor que vem sofrendo com o cenário de recessão da economia brasileira”, acrescentou ele.

Eduardo Costa frisou ainda que o boletim mostra uma diminuição no endividamento das famílias, contudo, ele explicou que o que, aparentemente, pode parecer um dado positivo, se analisado, revela-se negativo. ”As pessoas não estão se endividando mais porque não estão consumindo. O crédito está mais restrito, as pessoas estão mais conservadoras, gastando menos e isso impacta o volume de vendas”, disse.

Diretora de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas, da Fapespa, Geovana Pires, afirmou que espera-se um cenário menos pior em 2017. A meta de inflação para o Pará é de um dígito só, estimada em 6,5% para este ano, mas os economistas esperam que ela chegue no máximo a 8%. “Isso já é alguma coisa. Em 2014 e 2015, tivemos aumento do desemprego, mas esperamos que ele desacelere em 2017, provavelmente o saldo ainda será negativo este ano. Mas, há uma perspectiva de que seja menor do que nos dois anos anteriores”, afirmou Geovana.

Ela observou que o setor industrial demonstra boa reação, sobretudo na indústria de transformação, pelo segundo mês, dezembro e janeiro passados, com saldo positivo. “Isso é um sinal de recuperação, o que nos dá uma perspectiva de melhora no próprio comércio. Estamos inclusive esperando um janeiro já melhor do que o do ano passado”, explicou a diretora.

Fonte: ORMNews.
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“Não há indicíos de perigo” em carne importada do Brasil,diz jornal Portugues.

Diretor-geral de Alimentação e Veterinária garante que os produtos em armazém serão objeto de um controlo reforçado

“Todos os produtos que entraram em Portugal apresentavam características absolutamente normais, portanto não há necessidade alguma de desencadear uma ação para os retirar do mercado”, afirmou Fernando Bernardo aos jornalistas.

Do Brasil, veio apenas 3,7% do total das carnes que Portugal importa, referiu. “Não vamos tomar nenhuma medida no sentido de proibir a importação de carne do Brasil”, esclareceu, indicando que as quatro empresas autorizadas a exportar para a Europa identificadas num caso de fraude já estão “bloqueadas”.

“A exposição dos portugueses a qualquer eventual risco que pudesse existir nestes produtos é extremamente baixa”, garantiu.

O responsável falava durante encontro com jornalistas, em Lisboa, na sequência de um caso que envolve 21 estabelecimentos de produção de carne implicados numa fraude com origem no Brasil.

Segundo o diretor-geral, este é “um problema interno do Brasil”. Apenas quatro daqueles estabelecimentos estavam autorizados a exportar para a União Europeia, frisou: “Não há motivo nenhum para as pessoas se sentirem preocupadas”.

A pequena quantidade de carne que entrou em Portugal, segundo a mesma fonte, foi controlada à entrada no mercado europeu e encontrava-se satisfatória.

“A carne em que foi detetado o uso de substâncias ilícitas, na maior parte, não veio para a Europa, foi para países asiáticos e do Médio Oriente”, acrescentou.

A Comissão Europeia decidiu que os estados-membros devem reforçar o controlo, o que em Portugal será feito pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Fonte: DN Portugal.
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Lava Jato mira pessoas ligadas a senadores do PMDB e PT

Veículo da Polícia Federal é vistos em frente ao Ministério da Agricultura durante a Operação Carne Fraca em Brasília (DF) – 17/03/2017 © image/jpeg Operação Carne Fraca

Uma nova etapa da Operação Lava Jato está em andamento na manhã desta terça-feira. Autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), essa fase, denominada Operação Satélites, prevê catorze mandados de busca e apreensão em treze endereços em cinco estados: Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal.

Os alvos desta etapa não são políticos, mas pessoas ligadas aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Humberto Costa (PT-PE),Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Esta fase é a primeira com base na delação de executivos da empreiteira Odebrecht, ainda sob análise do ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo. Segundo a nota da Polícia Federal, “o objetivo é investigar indícios dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.”

Em Pernambuco, um dos alvos é Mário Barbosa Beltrão, empresário ligado a Humberto Costa. O material apreendido na residência do empresário deve ser levado para análise em Brasília. Segundo a delação premiada do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, Beltrão seria o operador de propinas do petista.

Na ocasião, o senador informou, em nota, que “todas as doações de campanha que recebi na minha candidatura ao Senado em 2010 foram feitas de forma legal, transparente, devidamente declaradas e registradas em minha prestação de contas à Justiça Eleitoral”. Ele também negou que tivesse qualquer relação com o delator Costa.

Procurado nesta terça-feira por VEJA, Costa afirmou, em nota, que “está certo de que a ação de hoje vai corroborar a apuração realizada até agora, que aponta para o teor infundado da acusação e da inexistência de qualquer elemento que desabone a sua vida pública”. Costa ressalta, também, que “sempre esteve e continua à disposição para quaisquer informações adicionais de que necessitarem a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal.”

Em nota, a defesa de Eunício diz que “o senador tem a convicção que a verdade dos fatos prevalecerá” e que o parlamentar “autorizou que fossem solicitadas doações, na forma da lei, à sua campanha ao governo do Estado do Ceará”, em 2014.

Raupp e Calheiros aguardam mais informações sobre as investigações para comentar. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, não comentou o caso. O advogado de Mário Barbosa Beltrão ainda não foi encontrado.

Outra fase da operação que ocorreu em Pernambuco foi a 33ª etapa, batizada como Resta Um, que mirou a construtora Queiroz Galvão e os executivos Idelfonso Collares Filho e Othon Zanoide Filho. Esta investigação dizia respeito à supostos desvios em obras, executadas pela construtora, no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), na Refinaria Abreu e Lima, no litoral sul de Pernambuco, e em diversas outras refinarias, como a do Vale do Paraíba, Landulpho Alves e de Duque de Caxias.“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

Fonte: MSN.
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Coreia do Sul retira embargo da carne de frango do Brasil

Operação Carne Fraca: Nas exportações brasileiras de frango no ano passado, a China comprou 14,45% do total e a Coreia do Sul, 2,85% © Tasso Marcelo|Estadão Nas exportações brasileiras de frango no ano passado, a China comprou 14,45% do total e a Coreia do Sul, 2,85%

Alguns dos maiores importadores de carne do Brasil anunciaram na segunda-feira, 20, restrições à compra do produto, o maior efeito econômico até agora da Operação Carne Fraca, deflagrada na sexta-feira pela Polícia Federal. União Europeia, China e Chile anunciaram algum tipo de restrição às exportações. A Coreia do Sul que havia se juntado ao grupo de importadores, anunciou na abertura do mercado, nesta terça-feira, 21, ter voltado atrás, porém intensificando a vigilância. Juntos, esses mercados representam cerca de 35% das vendas externas de carne bovina do Brasil.

Preocupado com os efeitos da operação da PF sobre as exportações, o presidente Michel Temer autorizou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a endurecer nas negociações, para evitar o fechamento dos mercados à carne brasileira. “Comércio é assim, às vezes tem cotovelada”, comentou o ministro. “Se tiver de ter uma reação mais forte, farei com toda tranquilidade.”

Ele falava sobre a hipótese de o Chile adotar uma suspensão total à importação da carne brasileira, embora o governo brasileiro não tivesse ontem clareza sobre a extensão das medidas restritivas chilenas. Blairo lembrou que o Brasil importa produtos de lá e, se for o caso, poderá adotar restrições a eles.

Ontem, o governo fazia uma corrida contra o tempo para evitar que países suspendam de forma mais definitiva as importações de carne brasileira. “Seria um desastre”, disse Maggi. “Eu torço, rezo, penso e trabalho para que isso não acontecer.” Ele disse que um eventual embargo às importações levaria anos para ser revertido. Na crise da vaca louca, em 2012, a China passou três anos sem comprar o produto brasileiro.

As primeiras reações dos países compradores mostram, por enquanto, um prejuízo limitado às vendas brasileiras de carne. A China, principal mercado do País, comunicou que os embarques do Brasil não serão desembaraçados, ou seja, não deixarão a área do porto, até que haja explicações adicionais das autoridades brasileiras. Estava programada para a noite de ontem uma teleconferência entre autoridades brasileiras e chinesas para prestar os esclarecimentos necessários.

Outro mercado importante, a União Europeia suspendeu a compra dos 21 estabelecimentos suspeitos, uma decisão vista com certo alívio pela área técnica, que temia uma medida mais forte. Em sintonia, o Brasil deixou de emitir autorização para esses frigoríficos venderem para a Europa. De acordo com o ministério, quatro frigoríficos da lista efetivamente exportam para lá. Entre eles, estão a BRF e a JBS.

A Coreia do Sul abriu recentemente seu mercado, comprando da BRF.

“Ontem (domingo) eu estava preocupadíssimo; hoje (ontem), estou preocupado”, comentou o ministro. Ele encara como “natural” a hipótese de os 33 países que importaram dos frigoríficos investigados pedirem informações adicionais e até mesmo adotarem novas restrições. “Daqui pra frente, pode tudo, mas temos nossos argumentos”, disse. O Brasil tem insistido que o sistema de controle sanitário é sólido. Os funcionários suspeitos foram afastados.

De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações para China, Chile, União Europeia e Coreia do Sul representaram no ano passado 34,42% das exportações da carne bovina e 20,16% das de frango. No caso da carne bovina, as vendas ao mercado externo somaram US$ 4,344 bilhões, dos quais 16,71% foram adquiridos pela China, principal comprador, e 11,24% pela UE. Nas exportações de frango, que somaram US$ 5,946 bilhões no ano passado, a China comprou 14,45% do total e a Coreia, 2,85%. / COLABORARAM JAMIL CHADE E LORENNA RODRIGUES

Fonte: MSN.
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Joseph Safra é o banqueiro mais rico do mundo, aponta Forbes

Joseph Safra: fortuna de US$ 20,5 bilhões em 2017, segundo ranking de bilionários da Forbes:

São Paulo – Joseph Safra, cujo Banco Safra administra a fortuna de clientes de alto patrimônio líquido no país, figura como o banqueiro mais rico mundo na lista de bilionários da Forbes de 2017, divulgada hoje.

Aos 78 anos, ele é dono de um vultuoso patrimônio de 20,5 bilhões de dólares, volume que o classifica como o mais rico entre os donos de banco e o terceiro da categoria do ranking de finanças e investimentos, atrás apenas dos investidores Warren Buffet e George Soros.

Buffett ocupa o segundo lugar na lista geral da Forbes, com uma fortuna de 75,6 bilhões de dólares – ele só perde para o mais rico do mundo, Bill Gates, da Microsoft.

Soros possui um patrimônio de 25,2 bilhões de dólares. Como ele, há outros 45 nomes na lista dos mais ricos que trabalham com a administração de fundos de hedges.

Entre os bilionários brasileiros, Safra ocupa o segundo lugar, depois do empresário Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital.

Além dos negócios no Brasil, Safra também é dono do J. Safra Sarasin, na Suíça, formado em 2013 com a fusão com o banco suíço Sarasin. O banqueiro também possui operações em outros lugares do mundo, que incluem o Safra National Bank, em Nova York, e propriedades imobiliárias nos Estados Unidos.

Também possui propriedades imobiliárias nos Estados Unidos e metade da “gigante de bananas” Chiquita Brands International, comprada por Safra e Cutrale, em outubro de 2014.

Filho de uma família judia com origem na Síria, José (como gosta de ser chamado) nasceu no Líbano em 1938 e só chegou ao Brasil em 1962 – apenas anos depois se tornou brasileiro naturalizado, motivo pelo qual ele aparece no ranking da Forbes entre os brasileiros. Herdou da família, além do apreço pelo conservadorismo, a habilidade de multiplicar dinheiro.

Banqueiro de berço

Desde o século XIX, o clã Safra é formado por banqueiros, todos judeus halabim, uma das mais renomadas classes mercantis do Oriente Médio de comerciantes e empresários de vários ramos. Os primeiros Safra trocavam dinheiro e forneciam crédito, mas o primeiro banco da família foi aberto em Beirute pelo pai de Joseph, Jacob Safra, na década de 20. Jacob casou-se com Esther, sua prima, e com ela teve oito filhos.

Três deles, Edmond, Joseph e Moise, seguiram a profissão. Naturalizados brasileiros, eles se tornaram, aos poucos, banqueiros de renome internacional, sendo que o primogênito, Edmond, trabalhou no banco do pai desde os 16 anos e vendeu sua parte aos irmãos para abrir outros bancos sozinhos. Acumulou uma fortuna bilionária até ter uma morte trágica, em Mônaco, onde vivia com a esposa Lily Safra (antiga dona do Ponto Frio).

O banqueiro foi morto em um incêndio dentro de sua própria casa, em 1999. A suspeita é de que a tragédia tenha sido provocada por assaltantes, mas até hoje não se sabe ao certo o que teria acontecido.

A morte de Edmond desencadeou a briga entre os outros dois irmãos pela divisão da herança da família. Donos do banco Safra no Brasil, Joseph queria comprar a parte de Moise, mas eles não chegavam a um consenso sobre o valor do negócio. Depois de dois anos, fecharam um acordo: cinco bilhões de reais para Moise e o comando para Joseph.

Na época do impasse, em 2004, eles criaram o J. Safra, que opera nos mesmos setores e oferece serviços aos clientes do Safra. Comandado por Alberto, filho de Joseph, o J. Safra ocupa hoje o lado oposto ao Banco Safra na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.

Moise, quatro anos mais velho que o irmão, figurava na lista de mais ricos da Forbes até 2014, quando faleceu.

Paixões e negócios

Os negócios de Joseph prosperam desde então dentro e fora do país (bom negociador, fala inglês, francês, espanhol, italiano, árabe e hebraico). Hoje, segundo a Forbes, seu filho mais velho, Jacó, supervisiona as operações da família banqueira na Europa e nos Estados Unidos.

Enquanto isso, seus outros dois filhos, David e Alberto, gerenciam o Banco Safra no Brasil, o oitavo maior do país em ativos, com negócios concentrados em private bank.

Da vida pessoal, pouco se sabe de Joseph. Porém, nas raras entrevistas que concedeu, deixou claro que gosta de levar uma vida simples ao lado da esposa Vicky e dos quatro filhos– e tem outras paixões, além de cuidar do seu banco.

O gosto por livros caros e raros, que fazem deles um dos maiores colecionadores de obras do país, é uma delas. A torcida pelo Corinthians é outra. Essa o leva até os estádios com os filhos e uma tropa de seguranças, claro.

Fonte: MSN.
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Anvisa interdita lote de paçoquinha por excesso de substância com potencial cancerígeno

Cingapura é a cidade mais cara para se viver, enquanto Almaty, no Cazaquistão, é a mais barata Rio e SP são as que mais encareceram no mundo
Interdição atinge o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel. © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Interdição atinge o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel, pelo excesso de aflatoxinas, espécies de micotoxinas.

As substâncias acima do limite permitido, encontradas no alimento distribuído pela Indústria e Logistica Wethonklauss Constante Ltda, são tóxicas e carcinogênicas, e, por isso, produtos fora da especificação não podem ser consumidos pela população.

Relatório do Laboratório de Análise Micotoxicológicas (LAMIC – Santa Maria/RS) indica que excesso de aflatoxina foi encontrado no amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.

A Anvisa informou que a interdiçãocautelar vale para o lote 0027, distribuído em todo País, data de fabricação 18/11/2016, data de validade 18/11/2017.

Fonte: MSN.
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