Morre mais uma criança de Alenquer com suspeita de febre amarela

Essa é a 2ª criança que morre com suspeita da doença no Hospital Regional de Santarém.

A morte de mais uma criança vinda do município de Alenquer, no oeste do Pará, com suspeita de febre amarela, no Hospital Regional de Santarém, acendeu o alerta nas autoridades ligadas à saúde pública da região.

O menor das iniciais R.S.C., de 10 anos de idade, faleceu na madrugada desta quarta-feira (22) no Hospital Regional de Santarém, onde estava internado desde sábado, dia 18. O menor morava na comunidade de Midiã, onde também morava outro menor de 11 anos, que também faleceu no Hospital regional de Santarém com suspeita de febre amarela.

Uma outra pessoa está internada em estado grave no Hospital regional de Santarém, que é morador da comunidade de Bom Jardim, também em Alenquer.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Alexandre de Moraes toma posse como ministro em rápida cerimônia no STF

BRASÍLIA – O ministro Alexandre de Moraes tomou posse há pouco no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, um mês após ter sido nomeado pela Presidência da República e confirmado pelo Senado Federal. Moraes assumiu a vaga do ministro Teori Zavascki, morto em janeiro, e herdará 6.959 processos do gabinete que aguardavam a sua chegada – já excluídos os processos da Lava Jato, redistribuídos para o ministro Luiz Edson Fachin.

A solenidade de posse do jurista no STF teve a presença do presidente Michel Temer – de quem Moraes foi ministro da Justiça, cargo que ocupava antes de ser indicado à Corte -, da presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, de outros ministros do STF, bem como de uma série de autoridades dos Três Poderes, como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e ministros de Estado.

Compareceram, também, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ex-presidente José Sarney, a advogada-geral da União, Grace Mendonça. Estiveram presentes, ainda, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) — ambos do partido ao qual Moraes era filiado até ser indicado ao Supremo.

“Desejo que seja um período de muito trabalho para o Brasil, para os cidadãos. Desejo sorte para vossa excelência e todo o tribunal”, disse a ministra Cármen Lúcia, na cerimônia que durou menos de 15 minutos. Moraes não discursou e fez apenas um breve juramento.

O novo ministro chega ao Supremo depois de uma passagem conturbada à frente do Ministério da Justiça, marcada por crise no sistema penitenciário, destruição de pé de maconha e até antecipação de uma fase da Operação Lava Jato.
Alexandre de Moraes: O ministro do STF Alexandre de Moraes © Dida Sampaio/Estadão O ministro do STF Alexandre de Moraes

Integrantes da Corte ouvidos pelo Broadcast Político no intervalo entre nomeação e posse esperam que Moraes mude de estilo, deixando para trás os tempos de declarações controversas e assumindo a postura de um juiz constitucional, mais apropriada para o tribunal.

Apesar da trajetória de Moraes, ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo no governo Alckmin, ex-titular do Ministério da Justiça no governo Temer e ex-filiado ao PSDB, magistrados minimizam a influência do passado político na futura atuação do novo ministro. “Um ministro, quando assume a cadeira, passa a ter uma vida própria e às vezes uma vida nova. As pessoas, quando chegam aqui, passam a viver para a sua própria biografia. Não se vive para a biografia dos outros, não”, comentou um integrante da Corte, sob a condição de anonimato.

Um outro ministro ouvido pela reportagem acredita que a chegada de Moraes pode representar uma guinada mais conservadora da Corte em se tratando da análise de questões comportamentais, como aborto e descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. O STF já começou a julgar a descriminalização da maconha, mas a discussão foi interrompida depois do pedido de vista de Teori em setembro de 2015.

“A função de um ministro da Justiça é falar de tudo e sobre tudo. Alexandre chega aqui com a casca grossa”, comentou esse integrante da Corte. “Vai ser diferente agora. Quem vem da advocacia, do Ministério Público, da magistratura, mesmo quem já é magistrado, aqui é diferente. Você realmente tem de ter uma postura de juiz constitucional”, completou.

Julgamentos. Diante do placar apertado quanto à admissibilidade de uma ação ajuizada pelo Democratas, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, decidiu aguardar a chegada de Moraes para retomar o julgamento sobre a dispensa de autorização prévia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para o recebimento de denúncia contra o governador do Estado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso, que ameaça o governador Fernando Pimentel (PT), deve voltar ao plenário em abril.

Moraes também participará do julgamento de dois processos de impacto bilionário nas contas públicas, que tratam da obrigatoriedade de o poder público fornecer medicamentos de alto custo, mesmo que não estejam disponíveis na lista do Sistema Único de Saúde (SUS) ou não tenham sido registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O julgamento foi suspenso após um pedido de vista de Teori, mas não há previsão de quando será retomado.

Um outro processo importante que aguardava a chegada do sucessor do ministro Teori Zavascki é em uma ação que discute a legalização do uso de drogas. Esse julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Teori.

Fonte: MSN.
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São Bento 0 x 2 Santos: Santos é superior e volta a vencer no Paulista

O Santos somou três pontos importantes na noite desta quarta-feira (22), com a vitória por 2 a 0 sobre o São Bento, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. O Peixe chegou aos 16 pontos, e com a derrota do Mirassol por 1 a 0 para o Palmeiras, e o empate da Ponte Preta com o Santo André, subiu de terceiro para líder do Grupo D.

Mesmo jogando fora de casa, o time de Dorival não teve dificuldades de dominar a partida e quase não foi ameaçado pelo São Bento, que adotou uma postura defensiva em campo. No primeiro tempo, apesar da posse de bola, o Santos não levou muito perigo nas suas finalizações, com a principal sendo a tentativa de Kayke aos 10 minutos.

Já na volta do intervalo, o Peixe foi avassalador e em menos de 15 minutos construiu o placar do jogo. O primeiro gol, aos cinco, em uma jogada trabalhada, Victor Ferraz tocou no Lucas Lima, e o meia para Vitor Bueno, que mandou para o fundo das redes.

Pouco depois, aos 13, o São Bento vacilou na saída de bola, Kayke aproveitou, se livrou da marcação e tocou para Lucas Lima na área. O meia, que já tinha dado assistência para o primeiro gol não desperdiçou e ampliou o placar.

Fonte: MSN.
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Palmeiras vence Mirassol com gols de Felipe Melo e Rafael Marques

O Palmeiras esteve longe de ser brilhante, mas venceu o Mirassol, no Estádio Palestra Itália, em jogo pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Sem oito titulares, o Verdão não teve muitas oportunidades, mas conquistou o triunfo com um gol de  Rafael Marques e outro de Felipe Melo, que fez seu primeiro pelo Verdão.

Se o jogo desta quarta-feira era um teste para o elenco do Palmeiras, dá para dizer que os alviverdes foram reprovados na primeira etapa. Sem conseguir criar e sofrendo para encontrar entrosamento em uma equipe com oito reservas, o Verdão teve muita dificuldade na etapa inicial.

Sem Dudu, Yerry Mina, Alejandro Guerra e Miguel Borja, com suas seleções para a disputa das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, Zé Roberto poupado, Tchê Tchê cortado por desgaste muscular, Vitor Hugo suspenso, e Jean fora por conta de uma fissura no pé direito, o Palmeiras não conseguiu apresentar no primeiro tempo o futebol que o colocou como líder no ranking geral do Paulistão. A primeira, das duas finalizações da equipe, saiu apenas aos 31 minutos.

Na etapa final, porém, o Verdão voltou mais ligado para o jogo e contou com a ajuda do goleiro Douglas Dias para abrir o placar . Michel Bastos cobrou falta direto para a área, o arqueiro do Mirassol soltou uma bola fácil e Rafael Marques pegou o rebote, com ela já saindo pela linha de fundo, e chutou para o meio. A bateu de novo em Douglas e morreu nas redes.

O tento de Rafael Marques veio justamente em seu primeiro jogo oficial na temporada. Sem espaço, o camisa 19 não havia nem entrado no segundo tempo nas 12 partidas do Verdão em 2017. Antes da bola na redes, porém, o meia-atacante, ao contrário de anos anteriores, foi bastante criticado pela torcida a cada passe errado.

A partida definitivamente não fez jus ao duelo entre o segundo e o terceiro melhores ataques do Campeonato Paulista. O Mirassol entrou em campo com três volantes, tendo o camisa 10 Xuxa, habitualmente meia, como jogador mais avançado. Já o Palmeiras, apesar de ter apenas Felipe Melo na marcação de meio-campo, não conseguia criar oportunidades de gol.

Assim, a primeira finalização saiu apenas aos 31 minutos. Róger Guedes recebeu bom passe de Antônio Carlos pela direita. O atacante cortou para o meio na entrada área e bateu de canhota, mas a bola foi fraca e Douglas Dias defendeu sem problemas.

Antes do final do primeiro tempo, o Verdão teve mais uma chance, mas parou novamente no goleiro. Raphael Veiga tocou para Willian na área. O Bigode dominou de costas para a marcação, girou e tentou encobrir o goleiro, mas Douglas Dias fez a defesa.

Após o intervalo, o Palmeiras voltou disposto a pressionar no início para abrir o placar. Logo no primeiro minuto, Michel Bastos cobrou falta na esquerda, a bola cruzou toda a área, bateu em Willian e foi na direção da meta. Mas Douglas Dias estava ligado no lance e impediu o gol-contra.

Com sete jogados, em nova cobrança de falta de Michel Bastos, o Verdão conseguiu abrir o placar com a ajuda do goleiro Douglas Dias. O camisa 15 alviverde surpreendeu e bateu falta direto para a área. O arqueiro do Mirassol soltou uma bola fácil, Rafael Marques pegou o rebote, com ela já saindo pela linha de fundo, e chutou para o meio. A bola bateu de novo em Douglas e morreu nas redes.

Com o Verdão à frente no placar, o Mirassol foi obrigado a sair para o jogo, mas só conseguia incomodar em lances de bola parada. O Palmeiras, por outro lado, quase ampliou com um golaço. Michel Bastos passou por dois jogadores na esquerda, cortou para o meio e tentou o chute. O meia foi travado, mas pegou a sobra e bateu de canhota, mandando a bola no ângulo e obrigando Douglas a fazer uma linda defesa.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 MIRASSOL

Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP)

Data: 22 de março de 2017, quarta-feira

Horário: 20h30 (de Brasília)

Árbitro: Rafael Gomes Feliz da Silva

Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Evandro de Melo Lima

Público: torcedores

Renda: R$

Cartões amarelos: Fabiano e Antônio Carlos (PAL); Willian (MIR)

Gols:
PALMEIRAS: Rafael Marques, aos 7, e Felipe Melo, aos 42 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Fabiano, Edu Dracena, Antônio Carlos e Egídio; Felipe Melo; Róger Guedes, Michel Bastos, Raphael Veiga (Vitinho) e Rafael Marques (Erik); Willian (Alecsandro)

Técnico: Eduardo Baptista

MIRASSOL: Douglas; Wallace, Edson Silva e Willian; Tony, Marcos Paulo (Bruno Sávio), Paulinho, Zé Roberto, Xuxa e Raul; Rodolfo (Welinton Júnior)

Técnico: Moisés Egert

Fonte: MSN.
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São Paulo para no segundo tempo e chega a quatro jogos sem vitória

O São Paulo enfrenta seu momento mais instável desde a chegada de Rogério Ceni para comandar a equipe. Nesta quarta-feira, pela décima rodada do Campeonato Paulista, o Tricolor visitou o Botafogo em Ribeirão Preto e, com dois tempos completamente distintos, chegou ao quarto jogo sem vitória: 1 a 1 no estádio Santa Cruz.

As impressões iniciais foram boas, ainda mais com o parâmetro dos tropeços contra Palmeiras, ABC e Ituano. A intensidade estava presente, com arrancadas e marcação adiantada, e só não se transformou em mais gols por causa do travessão em chute de Luiz Araújo, do gramado irregular e do rodízio de faltas dos donos da casa.

Para abrir o placar, o garoto Júnior mais uma vez mostrou talento e chegou à terceira assistência no ano. Quem agradeceu foi Gilberto, agora empatado com Cueva na artilharia do time com sete gols. Uma vantagem justa, mas que precisou de apenas oito minutos de segundo tempo para ser perdida graças à falta de ímpeto na volta do intervalo.

O Botafogo voltou aceso, com marcação mais alta. E foi assim que Wellington Nem perdeu a bola, Francis arrancou pelo meio sem ser incomodado por João Schmidt e serviu Kauê. O garoto, emprestado pelo Palmeiras, mostrou frieza bateu cruzado diante de Renan Ribeiro, que pouco trabalhou durante todo o jogo.

Com o empate, o São Paulo foi a 16 pontos, dois à frente do vice-líder Linense no Grupo B e cinco do Red Bull Brasil, que visita o Corinthians nesta quinta-feira. Uma vitória do Tricolor e um tropeço dos campineiros, por exemplo, garantiriam a classificação às quartas de final, mas agora Ceni e seus comandados terão mais dois jogos para definir seus caminhos. O Botinha tem 13 pontos e está na segunda posição do Grupo A.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO-SP 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)

Data/Hora: 22/03, às 21h45

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho

Assistentes: Fabricio Porfirio de Moura e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo.

Cartões amarelos: Serginho, Bileu e Fernando Medeiros (BOT); Bruno e Araruna (SPO)

Público/Renda: 12.388 pagantes / R$ 577.345

Gols: Gilberto, aos 20’/1T (0-1); Kauê, aos 8’/2T (1-1)

BOTAFOGO: Neneca; Samuel Santos, Filipe, Gualberto e Diego Pituca; Bileu (Fernando Medeiros, aos 31’/2T), Marcão Silva, Vitinho (Bernardo, aos 39’/2T) e Serginho (Kauê, intervalo); Francis e Marcão. Técnico: Moacir Júnior.

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Bruno (Lucas Fernandes, aos 12’/2T), Lucão, Lugano e Júnior Tavares; João Schmidt, Araruna e Thiago Mendes; Luiz Araújo, Wellington Nem (Jucilei, aos 32’/2T) e Gilberto (Chavez, aos 17’/2T). Técnico: Rogério Ceni.

Fonte: MSN.
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Carne, frango ou porco? Entenda o que é a mortadela

Quem vê o grande embutido defumado que costuma apresentar pedaços maiores de gordura e toucinho e que é comumente temperado com alho, pimenta do reino, picles ou até mesmo pistache nem imagina que ele passa por um processo de produção muito similar ao da salsicha.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a mortadela é classificada como sendo um “produto cárneo industrializado, obtido de uma emulsão das carnes de animais de açougue, acrescido ou não de toucinho, adicionado de ingredientes, embutido em envoltório natural ou artificial, em diferentes formas, e submetido ao tratamento térmico adequado”.

Basicamente, ela pode ser produzida com carne bovina, suína ou de frango. A matéria prima usada para diferenciá-la será decidida pelo fabricante, de acordo com o tipo de produto que deseja oferecer a seus clientes.

O professor de tecnologia de carne do Departamento de Engenharia de Alimentos da USP de Pirassununga Marco Antonio Trindade explica que se a mortadela “for de carne bovina, ela provavelmente será de carnes da parte dianteira do animal, como acém, paleta, pescoço, músculo ou papada. As carnes dianteiras costumam ser mais duras pela falta de colágeno”.

O Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Carne Mecanicamente Separada, de Mortadela, de Linguiça e de Salsicha, publicado em 2000 pelo MAPA, permite que o embutido seja composta de até 60% de CMS. O regulamento, além de trazer a definição de cada alimento, classifica a quantidade mínima de proteína que cada um deve ter em sua composição, bem como a quantidade máxima de gordura e seus ingredientes obrigatórios.
Como a mortadela é feita

Tanto a mortadela quanto a salsicha passam por um processamento muito delicado, de acordo com a professora titular de engenharia de alimentos da Universidade Federal de Viçosa, de Minas Gerais, Regina Mendonça. “Os dois são emulsionados e cozidos, o que faz com que a tecnologia utilizada tenha de ter muito cuidado na linha de processamento para não afetar a vida do produto.”

O cuidado neste tipo de processo tem de ser redobrado, segundo Regina. “Quanto mais se tritura a carne, mais expõe sua superfície à ação do ambiente sobre a matéria prima.” Não à toa, toda a produção é automatizada para evitar contato direto do funcionário com o alimento.

Esses dois embutidos são triturados em um equipamento chamado cutter, conhecido entre os especialistas da área como homogeneizador de bacia rotativa. Trindade, professor da USP, explica que o cutter tem facas que giram perpendicularmente à bacia e que trituram a carne.

“É por isso que essa massa [base dos dois produtos] tem aparência lisa. Ela, ao ser refinada finamente, recebe o nome de produto cárneo emulsionado. A massa é curada com nitrito de sódio, que vai dar a coloração cor de rosa que a mortadela e a salsicha têm.”

O processo das duas é muitíssimo parecido, de acordo com Trindade. “O que muda é o tipo de tempero, que tende a outra direção, com um sabor de alho, normalmente. Mas também pode vir com toucinho picado.”

No caso da salsicha, a massa é embutida, cozida e colocada em um envoltório. Ao ser enviada para o supermercado ou açougue, a salsicha é retirada e vendida sem o envoltório. Já a mortadela é embutida em um envoltório maior e que já vira sua embalagem.

Regina, da Universidade Federal de Viçosa, explica que o trabalho de diferenciação dos dois alimentos é feito pelo engenheiro de desenvolvimento de produto da indústria. “Assim, têm-se produtos diferentes.”

Fonte: MSN.
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Divisão de Homicídios de Belém investiga morte de líder do MST

Delegacia-Geral da PC determinou que a DH da capital assumisse o caso.
Waldomiro Costa Pereira foi executando dentro de UTI na segunda, 20.

A Delegacia-Geral da Polícia Civil determinou que a Divisão de Homicídios de Belém coordene as investigações sobre o assassinato do servidor público Waldimiro Costa Pereira, que foi morto a tiros na madrugada de segunda-feira (20), na UTI do Hospital Geral, em Parauapebas, sudeste paraense.

Equipes da PC chegaram à Parauapebas nesta terça-feira (21) e ficarão sob a coordenação do delegado Dauriedson Bentes, da Divisão de Homicídios da capital, que já iniciaram a análise das imagens das câmeras de segurança do Hospital Geral de Parauapebas.

Nesta terça-feira, foi velado o corpo de Waldomiro Costa Pereira, um dos principais líderes do Movimento dos Sem Terra (MST) na região sudeste do Pará. Ele foi morto a tiros dentro do Hospital Geral de Parauapebas, onde estava internado após sobreviver a uma tentativa de assassinato.

Um cortejo seguiu pelas principais ruas de Curianópolis. Familiares, amigos e militantes do MST prestaram homenagens a Waldomiro. O corpo foi enterrado no Cemitério Municipal de Curionópolis.

Fonte: G1 PA.
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TJPA libera licença de instalação da Belo Sun em Senador José Porfírio

Desembargadora anulou decisão do juiz da comarca de Altamira, no Pará.
Exploração só pode iniciar depois da realocação das famílias atingidas.

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), através da desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro, determinou nesta terça-feira (21) que a empresa mineradora Belo Sun está proibida de iniciar a exploração do Projeto Volta Grande do Xingu, localizado no município de Senador José Porfírio, no sudeste do Pará, até enquanto não houver a regular retirada das famílias moradoras da área de incidência do referido projeto minerário.

A decisão da desembargadora também afetou a suspenção da Licença de Instalação do empreendimento por 180 dias deferido pelo juiz Álvaro José da Silva Sousa, da Vara Agrária de Altamira. Célia Regina de Lima Pinheiro determinou a mineradora está apta para a instalação do empreendimento na área destinada, condicionando a exploração quando for concluído a desafetação das famílias da região a ser explorada.

O G1 entrou em contato com a mineradora Belo Sun, que informou através de sua assessoria de comunicação que não vai se manifestar sobre o assunto.

Polêmica
O projeto da mineradora Belo Sun é polêmico. Especialistas acreditam que ele pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente.

Segundo o governo do Pará, foram três anos de análises para a liberação desta licença. A expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos diretos na fase de implantação, e 526 na fase de operação.

Ao longo dos 12 anos, a empresa deve pagar mais de R$ 60 milhões em royalties de mineração para o estado – quase R$ 5 milhões por ano. O valor pago em impostos deve ser ainda maior: cerca de R$ 130 milhões para o país, estado e município durante o período de instalação, e depois R$ 55 milhões por ano.

Condições para a licença
Uma das exigências para a emissão da licença foi que a economia paraense fosse beneficiada pelo projeto, por isso a produção de ouro no Xingu deve ser realizada no estado. A empresa se comprometeu a instalar uma refinaria, verticalizando a produção.

Fonte: G1 PA.
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Júri condena ex-PM a 29 anos de reclusão por participar de chacina

Sessão aconteceu nesta terça-feira, 21, em Belém, e durou 14 horas.
Acusado foi sentenciado por assassinato de adolescente e milícia privada.

O Tribunal do Júri da 3ª Vara Criminal de Belém sentenciou na noite desta terça-feira (21) o ex-policial militar Otacílio José Queiroz Gonçalves a 29 anos de reclusão por milícia privada e pelo assassinato o adolescente Eduardo Galúcio Chaves, de 16 anos, uma das vítimas da série de assassinatos ocorrida em vários bairros da capital, em novembro de 2014, após a morte do cabo Antônio Figueiredo.

A sessão iniciou às 9h30 com o depoimento de Sérgio Pinho Chaves, pai do adolescente que foi interrogado pela acusação e em seguida pela defesa do réu. Houve momentos de tensão entre a promotoria e a defesa. Ele contou que o filho, que era estudante e trabalhava em uma feira livre da capital, havia ido deixar a namorada na casa dela, no bairro da Terra Firme, quando foi abordado por homens de capacete em duas motocicletas, que mandaram que a mulher corresse. Eduardo foi atingido por seis tiros.

Em seguida, a prima da vítima, que seria testemunha ocular do crime, falou à promotoria e respondeu as perguntas da defesa. Ela relatou detalhes do momento em que o primo foi espancado e depois atingido pelos tiros desferidos por homens em motocicletas.

O júri é presidido pela juíza Ângela Alves Tuma, da 3ª Vara Criminal de Belém, conta com a promotora Rosana Cordovil na acusação, que terá o auxílio de advogados assistentes, e com a participação dos advogados Omar Saré Nascimento e Antônio Tourão Pantoja na defesa do réu.

O ex-PM foi afastado da corporação por distúrbios mentais e é acusado de ser integrante da milícia “Irmãos de farda”, que atuaria em bairros da periferia de Belém.

A sessão terminou às 23h30, quando a juíza Ângela Alves Tuma leu a sentença do ex-policial militar Otacílio José Queiroz Gonçalves. O tribunal do júri o condenou a 22 anos de reclusão pelo assassinato de Eduardo Galúcio Chaves e mais 7 anos de reclusão por milícia privada.

A chacina
O cabo Antônio Figueiredo tinha 43 anos quando foi morto no bairro do Guamá, em Belém, no dia 4 de novembro de 2014. Na época do crime, ele estava afastado da corporação. Com a morte do policial, outras 10 pessoas foram assassinadas em cinco bairros de Belém durante a noite e madrugada do dia 5. A décima vítima foi Allesson Carvalho, de 37 anos. Ele foi baleado no bairro da Terra Firme durante a chacina e, apesar de ter sido hospitalizado, não resistiu e morreu no Hospital Metropolitano, em Ananindeua, no dia 6.

A polícia prendeu sete pessoas, quatro acusadas de participar da chacina, e as demais teriam envolvimento na morte do cabo da Polícia Militar, mas o inquérito corre em sigilo. A Promotoria de Justiça Militar indiciou 14 PMs por participação na chacina. A corporação abriu investigação contra nove policiais. Os processos também não foram concluídos.

Fonte: G1 PA.
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Ministro do TSE pede alegações finais para julgar chapa Dilma-Temer

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin determinou hoje (21) o fim da fase da investigação da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer. Com a decisão, o ministro pediu alegações finais para que as partes façam a última manifestação antes do julgamento, que pode ocorrer a partir do mês que vem.

Na decisão, o ministro concedeu prazo de dois dias para que as defesas da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer, além do Ministério Público Eleitoral (MPE), enviem as alegações finais. Em dezembro de 2014, as contas da campanha de Dilma Rousseff e de Michel Temer foram aprovadas por unanimidade pelo TSE, mas com ressalvas.

No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Lava Jato. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidenta e do vice-presidente é julgada em conjunto.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado.

No início do mês, a defesa do presidente Michel Temer sustentou no TSE que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

Fonte: Só Notícia.
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