Jatene é absolvido em processo trabalhista

Após um julgamento que ocorreu ao longo da manhã desta quarta-feira (29) no Tribunal de Justiça do Pará, o governador Simão Jatene foi absolvido de uma dívida trabalhista de mais de  R$ 3 bilhões.

O processo ocorreu no pleno do TJ PA. Ao todo, 30 desembargadores deveriam avaliar a pauta que pode impactar milhares de servidores. Dos 30, somente 10 voltaram a favor do pleito do governador e 4 pelo repasse do valor aos servidores. O resultado poderia ter sido diferente caso nove dos desembargadores não houvessem faltado e outros sete não estivessem impedidos de votar.

O processo discutia uma ação rescisória no TJE, anulando um acordo feito entre o Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais no Município de Belém (Sispemb) e o Governo, em julho de 2012. À época, uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) foi favorável aos trabalhadores.

Entenda o caso

A briga jurídica começou em 1995, depois que o então governador Almir Gabriel (PSDB) concedeu aumento salarial diferenciado a militares e funcionários civis. O Sispemb entrou na Justiça para conseguir a incorporação da diferença e o pagamento do retroativo para os funcionários civis. Em 2011, o STF deu ganho de causa aos trabalhadores e ordenou judicialmente o pagamento da diferença de 22,45%, no prazo de 30 dias.

Em 2012, ao assumir a dívida deixada por Almir junto aos servidores estaduais de Belém, Jatene tornou-se réu confesso, autorizando a Secretaria de Estado de Administração e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) a alinhavar acordo com o Sispemb. Na ocasião, o sindicato renunciou a 10,45% do total da dívida referente à incorporação e o Estado se comprometeu a pagar essa diferença em 3 parcelas anuais, o que foi feito entre 2012 e 2015.

O acordo foi homologado pelo Juízo da 2ª Vara da Fazenda da Capital e o Estado depositou mais de R$ 100 milhões na conta dos trabalhadores. “Entretanto, o valor do pagamento do retroativo a 1995 ficou de ser negociado posteriormente, o que nunca foi feito. Hoje, esse valor já ultrapassa R$ 3 bilhões”, afirma o advogado do Sispemb, Jader Dias.

Fonte: DOL.
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Boeing pega fogo durante pouso em aeroporto no Peru

Boeing pega fogo durante pouso em aeroporto no centro do Peru: Todos os passageiros da aeronave, que vinha de Lima, foram evacuados a tempo

Um Boeing da companhia aérea Peruvian Airlines pegou fogo nesta terça-feira na pista do aeroporto da cidade andina de Jauja, no centro do Peru, depois de uma aparente “falha técnica” no momento da aterrisagem.

Todos os passageiros da aeronave, que vinha de Lima, foram evacuados a tempo, segundo disse o prefeito da cidade de Jauja, Iván Torres.

Imagens nas redes sociais mostram o avião em chamas sob uma enorme nuvem de fumaça, cercado por veículos de emergência na pista do aeroporto, localizado 265 quilômetros a leste da capital peruana.

“Aparentemente houve uma falha técnica quando estava pousando; felizmente não se relataram vítimas”, disse Torres à rádio local RPP.

O piloto da aeronave, Dennis Campos, disse que o Boeing transportava 38 passageiros. Com informações do Sputnik Brasil.

Fonte: MSN.
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Cão selvagem “sumido” há 50 anos é redescoberto na Nova Guiné

O cão selvagem dos planaltos da Nova Guiné (Canis lupus dingo) – também conhecido como “cão cantor” por seu uivo agudo – é uma espécie de elo perdido entre os cães domésticos atuais e os lobos que lhes deram origem há alguns milhares de anos. Agora, mais de meio século depois de ter sido avistado pela última vez nas matas de grande altitude de seu habitat natural, a ilha de Papua Nova-Guiné, um grupo com 15 espécimes do cachorro sumido deu “oi” aos participantes de uma expedição – provando que ele não está extinto na natureza, e permitindo análises de DNA inéditas.

O dingo é descrito na literatura científica como um animal inteligente e tímido, que prefere viver solitário em regiões de mata fechada. Na aparência, ele lembra muito um cachorro doméstico – e é isso que ele costumava ser. Cães são lobos que descobriram as vantagens de dar atenção ao ser humano em troca de comida. Por motivos desconhecidos, em algum ponto da pré-história os cachorros já domesticados que se tornariam os cães selvagens da Nova Guiné se afastaram do convívio humano e começaram seu o caminho evolucionário de volta para o lobo, chegando ao meio termo em que se encontram atualmente.

Seu comportamento é ótimo para se safar da extinção, mas torna até uma foto um feito quase impossível. O primeiro suposto registro do cão cantor em seu estado natural foi obra do paleontólogo australiano Tim Flannery em 1989 – 23 anos depois, em 2012, Tom Hewitt, diretor de uma empresa de turismo ecológico que faz expedições na região, fez um clique que foi motivo de muita especulação e rendeu uma entrevista na Scientific American. Até hoje não foi possível confirmar se os animais retratados por Hewitt e Flannery eram mesmo dingos.

De fato, ele é tão talentoso em se esconder que por meio século foi considerado extinto na natureza – cerca de 300 exemplares em cativeiro permitiram estudos mais detalhados e cliques fofos como o deste filhote aqui. “A descoberta e a confirmação do cão dos planaltos pela primeira vez em mais de meio século é uma oportunidade incrível para a ciência”, declarou à imprensa o grupo de preservação que está por trás da descoberta. “Nossa última expedição, em 2016, foi capaz de localizar, observar e coletar evidências biológicas, e confirmar por meio de testes de DNA que pelo menos alguns espécimes ainda existem e se reproduzem em regiões de grande altitude da Nova Guiné.” O material, acumulado por pesquisadores da Universidade de Papua em parceria com uma expedição liderada pelo biólogo James McIntyre, inclui mais de 140 fotos. O primeiro indício foi uma pegada registrada em setembro do ano passado.

Fonte: MSN.
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Justiça condena Riva a 21 anos e 8 meses de prisão

O ex-deputado estadual José Riva (sem partido) foi condenado a 21 anos e oito meses de prisão pelo desvio de R$ 2,023 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa, o que em valores atualizados corresponde a R$ 5,4 milhões. Os crimes atribuídos são de peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

A decisão dada na terça-feira (28) atendeu pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e é a primeira sentença condenatória nos mais de 50 processos em que Riva figura como réu nos autos da Operação Arca de Noé, deflagrada em 2002 pela Polícia Federal para desmantelar o crime organizado em Mato Grosso.

Ainda cabe recurso da decisão e Riva poderá recorrer em liberdade. No entanto, se o Tribunal de Justiça manter a condenação, o ex-deputado vai entrar na fase de execução provisória da pena, ou seja, deverá ir para a cadeia conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Também são réus na mesma ação penal o ex-deputado estadual e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Humberto Bosaipo, o ex-chefe do crime organizado em Mato Grosso, João Arcanjo Ribeiro, os ex-secretários de Finanças da Assembleia Legislativa, Luis Eugênio Godoy e Nivaldo de Araújo, os contadores Joel Quirino Pereira e José Quirino Pereira, e o empresário Nilson Roberto Teixeira, ex-homem forte das empresas de factoring de João Arcanjo Ribeiro.

Entretanto, o processo criminal foi desmembrado e ainda não houve sentença condenatória.

Todos são acusados de montar um esquema de desvio de dinheiro do Legislativo que funcionava da seguinte maneira: a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa emitia cheques para pagamentos de empresas de fachada por serviços que nunca foram prestados.

Posteriormente, esses cheques seriam trocados nas factorings de propriedade do bicheiro João Arcanjo Ribeiro e o dinheiro utilizado para pagamento de despesas de campanha eleitoral bem como favorecia as partes envolvidas com enriquecimento ilícito.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o ex-deputado José Riva foi um dos responsáveis pela criação da empresa “de fachada” João Roberto Borges Papelaria, que teria simulado fornecimento de produtos em mais de R$ 2,023 milhões a Assembleia Legislativa.

Ao todo, foram autorizados 41 pagamentos a empresa por serviços inexistentes. No total, 20 cheques foram descontados diretamente na boca do caixa bancário. Os demais foram trocados na factoring Confiança de Arcanjo.

“Restou comprovado pelas diligências efetuadas pelo Ministério Público Estadual que a empresa efetivamente não possuía sede e muito menos estoque ou capacidade para fornecer material de papelaria. Foi criada, a pedido da mesa diretora da Assembleia, exatamente para se prestar como escudo para o desvio do significativo numerário”, diz um dos trechos da decisão.

Nos últimos meses, em seus depoimentos a juíza Selma Arruda, Riva detalhou o esquema de corrupção na Assembleia Legislativa identificando as partes favorecidos com as irregularidades e isentando de responsabilidade outros acusados.

Considerado um dos políticos mais poderosos da história recente de Mato Grosso, Riva alternou nos últimos nos 20 anos na função de presidente e primeiro secretário da Assembleia Legislativa. Candidato ao governo do Estado nas eleições de 2014, foi barrado pela Justiça Eleitoral com base na lei da ficha limpa e substituído pela esposa Janete Riva, derrotada no pleito.

Riva ainda responde a outros processos pela suspeita de desvio de dinheiro do Legislativo. Na sexta-feira (31) está marcado reinterrogatório perante a juíza Selma Arruda no processo em que é acusado de desviar até R$ 62 milhões por meio de fraudes na compra de material de escritório, o que veio à tona em 2015 com a Operação Imperador deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Fonte: Gazeta Digital
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JBS dá férias coletivas a funcionários de 4 frigoríficos em MT e para abates

Medida é necessária diz empresa. Férias coletivas começarão na segunda (3) e atividades serão suspensas.

Funcionários de quatro frigoríficos de Mato Grosso receberam férias coletivas de 20 dias, como informou a JBS, nesta quarta-feira (29). A empresa alega que a medida se faz necessária em razão dos embargos temporários à carne brasileira pelos principais países importadores do produto e ainda à queda nas vendas nos últimos 10 dias, após a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal.

As férias coletivas, segundo a JBS, irão começar na próxima segunda-feira (3), não só nas unidades de Mato Grosso, mas em frigoríficos de outros quatro estados. Ao todo, os abates serão suspensos em 36 unidades, localizadas em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará.

Em Mato Grosso tem 11 frigoríficos da JBS e seis manterão as atividades.

A empresa adianta ainda que as férias coletivas podem se estender por mais 10 dias, chegando a um mês. No entanto, argumenta que não tem intenção de demitir nenhum dos 125 funcionários.

“A companhia esclarece que é imprescindível ajustar os volumes de produção para normalizar os níveis de estoques de produtos destinados ao mercado interno, assim como reescalonar a programação de embarques de produtos para os clientes do mercado externo que ficaram represados durante esse período”, diz trecho da nota.

Em 2016, 40% do faturamento da JBS, que corresponde a R$ 11,5 bilhões, veio das exportações.

Depois da operação, que investiga fraude na produção e comercialização de carne e corrupção envolvendo fiscais do Ministério da Agricultura e produtores, a JBS suspendeu, na semana passada, os abates em 10 unidades de Mato Grosso e anunciou que nesta semana os frigoríficos iriam operar com apenas 35% da capacidade.

Além de corrupção, a PF também apura a venda, pelos frigoríficos, de carne vencida ou estragada, dentro do Brasil e no exterior. Segundo a PF, partidos como o PP e o PMDB também teriam recebido propina.

Seis frigoríficos já foram interditados por não atenderem às exigências técnicas na produção dos alimentos. Nenhum deles é é da JBS.

Por: G1 MT
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Grávidas perdem bebês por demora no atendimento do Hospital Municipal

Negligência poderia ter causado morte de três bebês. Pacientes denunciam que número de vítimas pode ser maior.

Pacientes grávidas perdem bebês por falta de atendimento no Hospital Municipal

A falta de atendimento adequado as grávidas que dão entrada no Hospital Municipal de Santarém (HMS), oeste do Pará, têm ocasionado graves consequências. De acordo com mães, em duas semanas, pelo menos três bebes morreram por conta da demora no atendimento, conforme informou o Jornal Tapajós 1ª edição na manhã desta terça-feira (28).

Segundo a paciente Evelyn Menezes, ela saiu de casa na quarta-feira para ter a bebe no Hospital Municipal, mas a demora no atendimento fez com que ela perdesse a criança. Ela esperou seis horas para fazer a cesariana, mas já era tarde.

O mesmo drama viveu a paciente Josilene Pereira, que estava grávida de 3 meses. Na semana passada, ela apresentou quadro de sangramento e perda de líquido. Procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e foi encaminhada para o Hospital Municipal. foi informada de que não tinha leito na unidade. A dona de casa chegou ao hospital às 6 h da tarde foi mandada de volta casa às 23h horas da noite ela andou pelo menos 10 Km do hospital até a casa dela no bairro Uruará porque o transporte coletivo não passou mais

Denúncias

Desde a semana passada, o Jornal Tapajós mostra o drama de grávidas que vão em busca de atendimento no HMS. Segundo as pacientes, a demora e a falta de humanização tem provocado a morte de fetos de acordo com as denúncias que estão chegando ao Conselho de Saúde. Enquanto isso, as situações se repetem em uma semana, pelo menos três pacientes alegam que o número é maior e pode chegar a dez.

Nota

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) abrirá uma sindicância para apurar os óbitos ocorridos no setor de obstetrícia do Hospital Municipal. O prefeito Nélio Aguiar deve reunir com o secretário municipal de Saúde, a diretora do Hospital Municipal e a coordenação de enfermagem da obstetrícia. A prefeitura reitera que todas as providências serão tomadas no sentido de apurar se houve negligência no atendimento como causa dos óbitos.

Fonte: G1 PA.
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Rio Tapajós atinge nível de alerta e Defesa Civil vai intensificar ações em Santarém

Nível era de 7,10m e foi atingido na manhã desta quarta-feira (29). Prefeitura está analisando se decreta situação de emergência.

O Rio Tapajós em Santarém, no oeste do Pará, atingiu na manhã desta quarta-feira (29) a marca de 7,10m. A medição foi feita por volta das 6h pela Capitania Fluvial no município e é considerada pela Defesa Civil como nível de alerta. Segundo a coordenadora do órgão, Laura Lopes, as ações preventivas serão intensificadas.

Ainda segundo Laura, como a orla do município é a primeira área a sofrer o impacto das águas, agentes da Defesa Civil farão acompanhamento visual a cada dois dias. “A água ainda está nas canaletas e ainda não começou a invadir a Avenida Tapajós, mas já estamos nos preparando. As bombas devem ser colocadas pela Seminfra, instalação de passarelas, são questões preventivas”, explicou. Os moradores de comunidades ribeirinhas também estão recebendo acompanhamento.

A maior cheia dos últimos tempos na região ocorreu em 2009 quando o nível registrado foi de 8,31m, no dia 30 de maio, segundo a Capitania Fluvial de Santarém.

A gestão municipal informou ao G1 que está analisando se decreta situação de emergência. Sobre as bombas de sucção, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) informou que os equipamentos serão instalados no cais de arrimo até o dia 5 de abril.

Medição do rio

De acordo com o comandante da delegacia fluvial em Santarém, capitão Ricardo Barbosa, a verificação da régua da Agência Nacional de Águas localizada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP) é feita todos os dias e passou a ser feitas às 6h porque o rio está mais calmo. Antes da mudança, a verificação ocorria no final da manhã.

Fonte: G1 PA.
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Ideflor-bio inicia contratação de temporários

A jornada de trabalho será de 8 horas diárias ou de acordo com conveniência administrativa. A taxa de inscrição é gratuita.

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) abrirá inscrições nos nos dias 30 e 31 de março para o Processo Seletivo Simplificado (PPS) com objetivo de selecionar candidatos para os cargos de Técnico em Gestão Ambiental, Assistente Administrativo, Assistente Técnico de Informática, Auxiliar Operacional e Motorista. O preenchimento das vagas é de caráter temporário e prevê lotação no município de Belém e escritórios regionais de Altamira e Marabá, além das Unidades de Conservação de Tucuruí e São Geraldo do Araguaia. As inscrições serão feitas por meio do site do Ideflor-bio. Não há taxa de inscrição.

A jornada de trabalho será de 8 horas diárias ou de acordo com conveniência administrativa, totalizando 40 horas semanais em horário estabelecido de acordo com a necessidade da instituição. O contrato administrativo terá duração de 12 meses, a contar da data de sua celebração, podendo ser prorrogado por igual período.

O processo compreenderá três fases, sendo a primeira a inscrição, de caráter habilitatório; a segunda a análise curricular, de caráter eliminatório e classificatório; e a terceira a entrevista, também de caráter eliminatório e classificatório. Mais informações no edital, também disponível no site do Ideflor-bio.

Fonte: ORMNews.
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‘O quinto do ouro’: Força-Tarefa manda prender cinco dos sete conselheiros do TCE-RJ e leva Jorge Picciani para depor à força

Conselheiros Aloysio Neves, Marco Antônio Alencar, José Gomes Graciosa, Domingos Brazão, José Maurício Nolasco.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) é alvo de nova operação da força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Federal no Rio. A delação premiada do ex-presidente do órgão Jonas Lopes de Carvalho Filho levou à ação contra cinco conselheiros em pelo menos dois esquemas de arrecadação de propina para fazer vista grossa para irregularidades praticadas por empreiteiras e empresas de ônibus que operam no estado. São alvos de prisão preventiva os conselheiros Aloysio Neves (atual presidente); Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco. Já o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), é alvo de condução coercitiva. Ele está sendo levado para depor na Superintendência da PF. Além dos mandados, foram também determinados de bloqueios de bens e valores dos envolvidos.

A corregedora e também conselheira Marianna Montebello é a única integrante do tribunal que não é alvo da ação.

A operação de hoje tem como principal suporte, além da delação do ex-presidente do TCE Jonas Lopes de Carvalho Filho, a de e seu filho, o advogado Jonas Lopes de Carvalho Neto, homologadas recentemente pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Félix Fischer, que autorizou os mandados de prisão e condução coercitiva.

A operação, batizada de “O Quinto do Ouro”, é uma referência ao imposto correspondente a 20% que a Coroa Portuguesa cobrava dos mineradores de Ouro no período do Brasil Colônia.

A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) e 150 agentes da Polícia Federal cumprem, desde as 6 horas desta quarta-feira, 43 mandados, a maioria deles na cidade do Rio, em Duque de Caxias e São João do Meriti. Por se tratar de uma investigação que tem como alvos membros de um Tribunal de Contas Estadual, os trabalhos correm sob a Presidência de um Ministro do STJ no curso de um Inquérito Judicial.
O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani

Além das acusações de terem recebido 1% de propina sobre o valor dos contratos de obras para não incomodar as empreiteiras – reveladas pelo GLOBO no âmbito da Operação Calicute – durante o governo de Sérgio Cabral (2007-2014), os conselheiros são investigados também por obterem vantagens indevidas a partir do controle do saldo excedente não utilizado pelos usuários dos bilhetes eletrônicos do RioCard.

Apontado como o coordenador da caixinha das empreiteiras, Jonas decidiu colaborar com as autoridades após ser levado, sob condução coercitiva, para depor em dezembro do ano passado na Polícia Federal do Rio. A mesma operação, batizada de Descontrole, também conduziu o filho de Jonas e o operador de mercado financeiro Jorge Luiz Mendes Pereira da Silva, o Doda, suspeito de ser o coletor da propina. A delação de Jonas compromete cinco conselheiros: Aloysio Neves (atual presidente); Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar (filho do ex-governador do Rio Marcelo Alencar) e José Maurício Nolasco.

Os pagamentos indevidos oriundos de contratos firmados com o Estado do Rio de Janeiro em contrapartida ao favorecimento na análise de contas/contratos sob fiscalização no Tribunal. Além disso, agentes públicos teriam recebido valores indevidos em razão de viabilizar a utilização do fundo especial do TCE/RJ para pagamentos de contratos do ramo alimentício atrasados junto ao Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, recebendo para tal uma porcentagem agem por contrato faturado.

ESQUEMA COMEÇOU NA GESTÃO CABRAL

A primeira notícia de que o TCE estava envolvido no esquema de pagamento de propina comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral foi publicada pelo GLOBO em 22 de junho do ano passado. Clóvis Renato Numa Peixoto Primo, ex-dirigente da Andrade Gutierrez e colaborador da Justiça, revelou ao Ministério Público Federal (MPF) que, além da propina de 5% do valor dos contratos pagos a Cabral, havia também uma caixinha do TCE, no valor de 1% dos contratos, acertada com o então secretário estadual de Governo, Wilson Carlos.

Clóvis Numa era colaborador da operação Radioatividade, que investigava corrupção nas obras da usina nuclear de Angra 3. No primeiro depoimento, ele citou que a caixinha começou na gestão do então presidente José Maurício Nolasco. Depois, em novo depoimento, disse que não tinha certeza de quem presidia o tribunal quando o esquema teve início.

O esquema de corrupção no TCE começou entre 2009 e 2010, segundo a delação de executivos, quando o governo Cabral transformou o Rio em canteiro de obras com vistas à Copa do Mundo (2014) e aos Jogos Olímpicos do ano passado. Além dos 5% para Cabral e 1% para o TCE, delatores da Andrade Gutierrez e, posteriormente, da Carioca Engenharia mencionaram mais 1% para o então secretário estadual de Obras, Hudson Braga, a título de “taxa de oxigênio”. Desde novembro do ano passado, Cabral, Wilson e Hudson estão presos.

A colaboração de outro executivo da Andrade, Alberto Quintaes, e mais as investigações da Operação Calicute, responsável pela prisão dos três, reforçaram as acusações contra os envolvidos no esquema.

O QUINTO DO OURO

O nome da operação é uma referência à figura histórica do “Quinto da Coroa”, um imposto correspondente a 20% que a Coroa Portuguesa cobrava dos mineradores de Ouro no período do Brasil Colônia. Uma das mais conhecidas formas de recolhimento ocorria mediante a obtenção de “certificados de recolhimento” pelas casas de fundição. Apesar do rigor na criação de urna estrutura administrativa e fiscal, visando sobretudo a cobrança dos quintos, o imposto era desviado. Afonso

Sardinha, o moço, em seu documento (1604) declarou que guardava o ouro em pó em vasos de barro. Outro uso comum era o de imagens sacras ocas para esconder o ouro (daí a expressão “santo do pau oco”).

Fonte: O Globo
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Apenas 25% das crianças com menos de 4 anos frequentam creche

Desse contingente de 7,7 milhões de crianças que ficavam em casa, 61,8% de seus responsáveis demonstravam interesse em matricular na creche

Em 2015, das 10,3 milhões de crianças brasileiras com menos de 4 anos, 25,6% (2,6 milhões) estavam matriculadas em creche ou escola. Entretanto, 74,4% (7,7 milhões) não frequentavam esse tipo de estabelecimento nem de manhã, nem à tarde.

Desse contingente de 7,7 milhões de crianças que ficavam em casa, 61,8% de seus responsáveis demonstravam interesse em matricular na creche, o que representa 4,7 milhões dos casos. O interesse do responsável em matricular a criança crescia com o aumento da idade, passando de 49,1% em crianças com menos de 1 ano e atingindo 78,6% entre as crianças de 3 anos.

As informações constam do suplemento Aspectos dos cuidados das crianças de menos de 4 anos de idade, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, divulgado hoje (29) no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o percentual de crianças de menos de 4 anos cujos responsáveis tinham interesse em matriculá-las em creche ou escola diminuía nas classes de renda média domiciliar per capita mais altas.

“Nas classes sem rendimento a menos de ¼ do salário mínimo, essa proporção era de 61,5%, crescendo até a classe de ½ a menos de 1 salário mínimo (63,9%). A partir da classe de 1 a menos de 2 salários mínimos, verificava-se redução da proporção, com estimativa de 60,1%, chegando a 54,4% na classe de rendimento domiciliar per capita de 3 ou mais salários mínimos”, informa o documento.

Das 4,7 milhões de crianças de menos de 4 anos não matriculadas em creche ou escola, mas cujos responsáveis tinham interesse em fazê-lo, em 43,2% (2,1 milhões) dos casos os responsáveis tomaram alguma ação para conseguir uma vaga. Dentre as medidas adotadas, as mais recorrentes foram o contato com a creche, a prefeitura ou secretaria para informações sobre existência de vagas (58,7%) e a inscrição em fila de espera para vagas (37,3%).

A assistente administrativa Dayse Fernandes Bezerra Arruda, de 39 anos, busca uma vaga em creche municipal para seu filho de 6 meses desde o ano passado para poder voltar a trabalhar. Ela recorreu à Justiça para que a prefeitura do Rio de Janeiro matricule seu filho em uma creche.

“Estou com processo em andamento e até agora nada. Fiz a inscrição em cinco creches em bairros próximos de casa, mas ele não foi sorteado. Eu não tenho com quem deixá-lo. Meu marido trabalha. Uma creche particular é inviável, a mais barata está na faixa de R$ 1,5 mil. Vivemos de aluguel, é complicado pagar uma creche”, disse Dayse.

Plano Nacional de Educação

O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014, estabelece na sua primeira meta a universalização da educação infantil na pré-escola para crianças de 4 a 5 anos até 2016 e a ampliação da oferta de educação em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até 2024.

Segundo o IBGE, os dados de 2015 da Pnad mostram que a taxa de frequência de crianças de 4 a 5 anos na pré-escola está em 84,3%. No caso das crianças com menos de 4 anos, apenas 25,6% estavam em creches.

O PNE estabelece metas e estratégias para melhorar a qualidade da educação até 2024. As metas vão desde a educação infantil até a pós-graduação e incluem valorização dos professores e melhorias em infraestrutura.

Perfil das famílias

A Pnad 2015 estimou que os 10,3 milhões de crianças com menos de 4 anos no país correspondem a 5,1% da população brasileira. A presença de crianças desse grupo etário foi registrada em 13,7% dos domicílios.

Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Araújo Beringuy, o aspecto mais distintivo entre os domicílios foi o rendimento domiciliar per capita: a presença de crianças de menos de 4 anos é maior nas classes menos elevadas. “Quase 74% dos domicílios com crianças até 3 anos estavam nas faixas de rendimento domiciliar per capita até um salário mínimo. É perceptível que as crianças desse grupo etário estão em domicílios de renda mais baixa”, disse. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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