Moro condena Eduardo Cunha a 15 anos de prisão

O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, condenou o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão fraudulenta de divisas. Somadas, as penas chegam a 15 anos e quatro meses de prisão.

Ele é acusado de receber propina de US$ 1,5 milhão em um negócio da Petrobras em Benin, na África. Além do recebimento do dinheiro, Cunha também foi condenado por ter ocultado os valores entre 2011 e 2014, enquanto era deputado, segundo o juiz.

Essa é a primeira condenação de Cunha na Lava Jato. Ele também é réu em outras duas ações, por suposto recebimento de propina em contratos de aquisição de navios-sonda pela Petrobras junto a um estaleiro sul-coreano e também em processo da operação que prendeu Lucio Funaro, apontado como operador financeiro do ex-deputado.

Cunha ainda é investigado em outros cinco inquéritos.No despacho, Moro criticou o envio de questionamentos por Cunha para o presidente Michel Temer, arrolado inicialmente como testemunha de defesa no caso.

Segundo o juiz, para a pena de corrupção passiva, foram considerados como atenuantes os “bons antecedentes” de Cunha, mas elevaram a pena as consequências do contrato, que “geraram um prejuízo estimado à Petrobras de cerca de 77,5 milhões de dólares, conforme cálculo realizado pela Comissão Interna de Apuração da Petrobras”.

“A corrupção com pagamento de propina de um milhão e quinhentos mil dólares e tendo por consequência prejuízo ainda superior aos cofres públicos merece reprovação especial”, afirma Moro na sentença.

Para ele, a culpabilidade de Cunha é “elevada” pelo cargo que ele exercia. “A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”, disse.

A defesa deve recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, segundo o advogado Marlus Arns. Eles têm um prazo de cinco dias para apresentar recursos aos juízes da segunda instância.

TEMER

No despacho, Moro afirma que Cunha, já em seu período na cadeia, provavelmente tentou provocar “alguma espécie de intervenção indevida” de Temer em seu favor na Justiça ao encaminhar perguntas a ele na ação penal, em novembro passado.

Para o juiz, esse comportamento de Cunha “apenas revela que sequer a prisão preventiva foi suficiente para fazê-lo abandonar o modus operandi, de extorsão, ameaça e chantagem”.

O ex-deputado perguntou, em uma série de questionamentos encaminhados ao presidente na Justiça, qual a relação de Temer com seu amigo José Yunes e se ele havia recebido contribuições de campanha “de forma oficial ou de forma não declarada”.
“Para evitar qualquer mal-entendido, não há qualquer registro de que o Exmo. Sr. Presidente da República tenha cedido a essa tentativa de intimidação”, escreveu Moro.

O juiz escreveu ainda que Cunha usava seu “enorme poder e influência” no Congresso para enriquecer ilicitamente ao dar apoio político para o diretor da Petrobras Jorge Zelada, que agia a “seu serviço”. Zelada também está preso e já foi condenado em primeira instância.

“No Brasil, o Legislativo influencia a ação do Poder Executivo de uma maneira bem mais ampla, inclusive interferindo na formação do governo, especificamente na composição dos Ministérios e nas estatais”, disse o juiz.Moro relembrou ainda que Cunha mentiu em uma audiência de uma CPI da Petrobras, em 2015, ao afirmar que não possuía contas no exterior. O episódio foi o argumento para a Câmara cassá-lo.

“Para justificar o injustificável, Eduardo Cosentino da Cunha afirmou que os valores [recebidos no exterior] seriam devolução de empréstimo que havia concedido a Fernando Alberto Diniz”, escreveu Moro, se referindo a um deputado federal do PMDB que morreu em 2009.

TEORI

No fim da sentença, Moro homenageou o ministro do Supremo Teori Zavascki, que morreu há dois meses em um acidente aéreo e que determinou o afastamento de Cunha do mandato de deputado, em maio de 2016. O ex-deputado foi preso em outubro, depois de ter perdido o foro privilegiado.

O juiz federal afirmou que é preciso recordar “o legado de independência” de Teori em um momento “quando discute-se a aprovação de nova lei de abuso de autoridade que, sem as salvaguardas necessárias, terá o efeito prático de criminalizar a interpretação da lei e com isso colocará em risco a independência judicial, subordinando-a ao interesse dos poderosos”.

Fonte: FolhaPress

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Cientistas estimam que aranhas podem comer habitantes do planeta

Biólogos publicaram os resultados de pesquisa no jornal Science of Nature

Os cientistas europeus Martin Nyffeler e Klaus Birkhofer estimam que, teoricamente, as aranhas podem comer todas as pessoas do planeta no espaço de um ano, escreve o jornal The Washington Post.

Os biólogos publicaram os resultados da sua pesquisa no jornal Science of Nature. Segundo suas estimativas, a população mundial de aranhas consome anualmente entre 400 e 800 milhões de toneladas de alimentos.

Ao mesmo tempo, a massa total de sete bilhões de habitantes do planeta atinge 357 milhões de toneladas. Assim, as aranhas são capazes de comer todos os humanos em apenas um ano, não sendo até suficiente, diz o artigo. Isto, claro, se os humanos deixarem!

Segundo os cientistas, tal estimativa baseia-se em tais indicadores como a quantidade de aranhas por metro quadrado em zonas diferentes da Terra e a quantidade média de comida que elas consomem. Por exemplo, segundo a estatística, em média, há 131 aranha por metro quadrado.

Apesar de que a maioria de aranhas come insetos, espécies maiores podem consumir répteis, pássaros e ainda pequenos mamíferos, aponta o The Washington Post.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Argentina aprova uso medicinal da maconha no Senado

A informação é da Agência EFE

O Senado da Argentina aprovou nessa quarta-feira (29) o projeto que aprova o uso medicinal da maconha no país. O texto já tinha obtido sinal verde da Câmara dos Deputados em novembro de 2016. A informação é da Agência EFE.

A proposta, que garante a certos pacientes o acesso ao óleo de cannabis, habilitando a importação até que o governo esteja em condições de produzi-lo, foi aprovada por unanimidade pelos 58 senadores argentinos.

Defendido por organizações civis como Mamá Cultiva, integrada por mães cujos filhos precisam do óleo de cannabis para aliviar os efeitos de suas doenças, o projeto autoriza que a maconha seja produzida por vários órgãos científicos estatais, com fins de pesquisa, mas não permite o cultivo particular.

“Agora temos um marco legal no uso para a pesquisa, tratamento e produção de cannabis medicinal. Não havia nada na Argentina e foi o que nós, como mães e organização, buscamos”, disse à imprensa no Congresso Ana María García, presidente da organização Cannabis Medicinal Argentina (Cameda).

Com essa aprovação, a Argentina se une a outros países latino-americanos como a Colômbia, o Uruguai e o Chile, que já contam com medidas que regulam o uso terapêutico da maconha.

“Estamos muito contentes. É preciso continuar construindo conhecimento a respeito do que falamos sobre cannabis medicinal”, acrescentou Ana María, médica e mãe de uma jovem de 24 anos que tem epilepsia refratária.

“É preciso entender que isso, como uso medicinal, já está validado para a dor oncológica, a dor neuropática, a esclerose múltipla. É preciso pensar que há 30% de epilepsias que não respondem à medicação”, afirmou.

Após longa sessão, na qual também foram tratados outros assuntos, os senadores decidiram aprovar a iniciativa sem debate prévio, já que o projeto já havia recebido amplo tratamento e consenso em comissões legislativas.

Uma vez que o Estado possa produzir a substância, terão prioridade os centros que integram a Agência Nacional de Laboratórios Públicos.

Além disso, a lei, que deverá agora ser regulamentada, autoriza o cultivo de cannabis por parte do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária com fins de pesquisa e para elaborar a substância destinada aos tratamentos.

“É o que fomos decidindo, em princípio. Com 50 anos de proibição, é uma lei de começo, depois vamos construir tudo”, ressaltou a presidente da Cameda, lembrando que, apesar de várias províncias já contarem com legislação na matéria, esta é a primeira vez que se aprova uma norma assim em âmbito nacional.

Fonte: Agência Brasil.
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Mandato de Simão Jatene é cassado pelo TRE

O governador Simão Jatene (PSDB) teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O julgamento, que teve início pela manhã, terminou com 4 votos favoráveis à cassação, e dois contra a perda do mandato de Jatene.

O governador foi condenado por ter cometido abuso na distribuição do Cheque Moradia durante os meses que antecediam a eleição de 2014. O Ministério Público investigou a denúncia, confirmando que o número de cheques entregues neste período mais que triplicaram.

Fonte: DOL
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Santarém-Estudo inédito desvenda os usos e apropriações da terra preta arqueológica

Famosa desde o período colonial por sua fertilidade, a terra preta arqueológica é abordada pelo estudo enquanto cultura material, tanto contemporânea quanto no passado distante, revelando implicações e intercessões a partir das relações sociais e econômicas da população local.

Alguns podem ainda não saber, mas a cidade de Santarém do século XXI está crescendo sobre uma extensa malha de sítios arqueológicos pré-históricos, alguns já registrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e outros ainda a serem cadastrados. Neles, é possível encontrar uma terra muito fértil, de coloração escura e com intensa atividade biológica, rica em carbono, cálcio, nitrogênio, fósforo, manganês e zinco, também conhecida como terra preta de índio (TPI) ou terra preta arqueológica (TPA). Investigar como se dá a relação da população de Santarém quanto a esse recurso arqueológico foi o objetivo de estudo do concluinte do curso de arqueologia da Ufopa Edvaldo Pereira, orientado pela Profa. Dra. Lilian Rebellato, intitulado “Terra Preta em Santarém (PA): Usos, Percepções e Apropriações”.

“A terra preta, que vem chamando a atenção dos santarenos há muito tempo por sua fertilidade inigualável, se constitui num importante marcador arqueológico, formado a partir do acúmulo contínuo e de longo termo de resíduos orgânicos, fragmentos cerâmicos, lascas de rochas e carvão, que hoje sabemos serem decorrentes da intensificação das atividades de subsistência e do crescimento populacional humano na região”, destaca o pesquisador.

O problema analisado na pesquisa centrou-se na maneira como os cidadãos e o poder público municipal encaram esse patrimônio arqueológico e como se relacionam com ele, estabelecendo em seu uso e apropriação de vínculos de reconhecimento que demonstram ou não a compreensão deste fenômeno enquanto patrimônio cultural da população de Santarém. “Se, no passado, o patrimônio arqueológico da cidade tem uma triste história de depredação de sítios, saques e tráfico de peças por colecionadores nativos e estrangeiros, ainda hoje esse mesmo patrimônio encontrado na terra preta sofre com a falta de instrumentos de gestão e políticas públicas de planejamento urbano”, revela o autor do estudo.

Por meio de pesquisa documental, o estudo apresenta a história das primeiras menções à terra preta ainda no século XVIII, passando pelos primeiros estudos científicos e descobertas, até chegar aos dias atuais, com a captura e o registro de depoimentos individuais de cidadãos santarenos que no cotidiano manipulam esse solo. “Registramos as interpretações particulares para esse vestígio arqueológico, em um trabalho específico com trabalhadores da construção civil, que escavam diariamente em TPA; com trabalhadores e proprietários de floricultores, que transformam esse recurso em adubo; com agricultores familiares, que cultivam em TP e com mineradores, que extraem e comercializam a TPA”, conta.

Constatações

Segundo a pesquisa, apesar de ser internacionalmente reconhecida como fundamental nos estudos sobre a origem e a história da ocupação humana na Amazônia, a cidade de Santarém demonstra pouco reconhecimento e identificação com sua pré-história, o que fica evidenciado no descaso e na ausência de ferramentas de gestão do patrimônio arqueológico, que é invisível nas legislações de âmbito municipal. “A lei que cria o sistema municipal de cultura nem sequer reconhece o conselho do patrimônio cultural como um componente desse sistema. Para a legislação santarena o patrimônio arqueológico não existe, e isso é assustador”, avalia.

Edvaldo destaca a necessidade de empreender esforços para o aperfeiçoamento dos instrumentos de gestão, sejam eles urbanísticos, jurídicos e/ou tributários, dentre outros, de forma a concebê-los como parte de uma proposta democrática, cidadã e holística, capaz de reconhecer o patrimônio histórico e arqueológico de Santarém dentro de suas reais dimensões.

Como consequência da ausência de políticas públicas e no contexto de conflitos entre o crescimento e desenvolvimento urbano e a preservação dos recursos arqueológicos, segundo o pesquisador, a cidade de Santarém tem perdido nas duas pontas. “É possível perceber as perdas tanto no que diz respeito aos problemas oriundos do processo de expansão desordenada, quanto em relação aos prejuízos inestimáveis ao patrimônio arqueológico, seja nas áreas urbanas ou rurais. O mais grave é que no caso da terra preta é sempre importante ressaltar que se trata de um bem único, finito e não renovável”, argumenta.

“Também não podemos fechar os olhos para a disputa ideológica e os interesses econômicos que envolvem a questão do patrimônio cultural. A ideia de desenvolvimento econômico hegemônica na sociedade capitalista sempre opôs preservação à exploração e os recursos arqueológicos são sempre vistos apenas como entraves a serem superados na consecução dos empreendimentos e na obtenção de lucros”, destaca.

O pesquisador também defende a participação de toda a sociedade como um caminho necessário para a proteção da terra preta, enquanto componente imprescindível da biodiversidade regional. “O que está em jogo não é apenas a compreensão do passado, mas a construção de um futuro melhor, ecologicamente equilibrado e sustentável”, conclui.

Fonte: RG 15/O Impacto e Talita Baena/Ufopa

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Macaco encontrado em Juruti tem resultado negativo para febre amarela

A Secretaria Municipal de Saúde de Juruti (SEMSA) informa que o exame feito no macaco encontrado morto na comunidade São Benedito, no dia 08/03, deu NEGATIVO para as suspeitas de febre amarela.

Segundo a Vigilância em Saúde, outras comunidades como Igarapé Açu, Cacimba e Urucurana também foram encontrados macacos mortos, porém não foi possível realizar o envio do material para análise, devido à demora em acionarem a SEMSA sobre o ocorrido, e a equipe técnica não conseguiu sequer coletar a carcaça do animal. Mas essas comunidades receberam ações educativas e vacinas para prevenir a ocorrência da doença.

O trabalho de prevenção da Prefeitura de Juruti continua e a melhor forma de prevenir ainda é a vacinação e os cuidados com repelentes e camisas de mangas compridas e calças para quem for entrar na mata.

A SESPA enviou mil doses de vacina para Juruti, e por enquanto a prioridade é para as crianças de 9 meses, como primeira dose, e reforço aos 4 anos de idade, que é o calendário oficial de vacinação do Ministério da Saúde; crianças que não tomaram a primeira dose; e pessoas que viajaram ou vão viajar para áreas de risco como região sudeste do Brasil, e para os municípios de Alenquer e Monte Alegre.

Fonte: RG 15/O Impacto e Giselle Vale/SEMA/Juruti

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Fotógrafo é detido ao registrar imagens de operação policial em MT

O jornalista fotográfico Rogério Florentino foi detido nesta quarta-feira (29) ao registrar imagens da operação Pérfido, da Polícia Civil, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ele foi detido e encaminhado para uma delegacia daquele município onde prestou depoimento. O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) emitiu nota de repudiou à prisão do fotógrafo e chamou a ação da polícia de “truculenta”.

Rogério contou que estava no prédio da prefeitura para acompanhar a operação quando foi solicitou informações para um policial que estava no local. “Me apresentei e solicitei informações sobre a ocorrência”, disse.

Segundo o fotógrafo, em seguida, o policial começou a fazer ameaças. “Ele [policial] disse que eu deveria sair do local, que ele poderia atirar em mim e começou a ficar irritado”, contou. Ao ser ameaçado, Rogério disse que fez fotos do policial.

Em seguida, uma policial o abordou e disse que ele estava detido. “Apresentei mais uma vez minha identificação e disse que estava fazendo meu trabalho”, afirmou Rogério. Ele foi levado para uma sala dentro do Fórum de Várzea Grande e, depois, encaminhado para uma delegacia.

Ao ser levado para a viatura, no entanto, Rogério pediu que o colega de trabalho registrasse a detenção. Ao fazer as imagens, o jornalista Jardel Arruda, disse que também foi ameaçado. “No mínimo é triste não ter prerrogativas para ser jornalista e exercer a profissão”, declarou.

Na polícia, o boletim de ocorrência foi registrado como desobediência e intimidação. Rogério disse que ficou três horas na delegacia até ser ouvido.

Operação Pérfido

A operação da Polícia Civil investiga crimes de sonegação de impostos, concussão e corrupção que teriam sido cometidos por servidores da prefeitura de Várzea Grande. Conforme as investigações, os empresários e servidores da Secretaria de Gestão Fazendária burlavam o sistema de bancos de dados da gestão tributária para reduzir, dar baixa ou cancelar indevidamente créditos tributários, prejudicando a arrecadação do município.

Fonte: G1MT
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PF apreende droga que saiu de Santarém, no aeroporto de Brasília

Quatro homens foram presos por esconder 42 kg de drogas na bagagem. Grupo de Santarém seguia para o Rio de Janeiro.

A Polícia Federal apreendeu 42 kg de maconha no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, na madrugada de quarta-feira (29). Segundo a PF, quatro homens foram presos por tráfico de entorpecentes.

De acordo com os policiais, o grupo fazia escala na capital federal quando foi surpreendido pelos agentes. Eles são de Santarém, no Pará, e seguiam para o Rio de Janeiro. A droga estava escondida dentro da bagagens dos suspeitos.

Com a apreensão desta quarta, a PF apreendeu nos três meses de 2017, uma quantidade de drogas 92,5% maior do que a registrada em todo o ano passado. Foram 283,2 kg contra 147,4 kg em 2016

Fonte: G1 DF

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Aviação russa já matou mais de 11 mil pessoas na Síria

Entre os mortos, pelo menos 5.013 eram civis, incluindo 714 mulheres e 1.201 menores de idade

Pelo menos 11.612 pessoas morreram na Síria em resultado dos bombardeios da aviação russa, aliada do Governo de Damasco, iniciados em 30 de setembro de 2015, de acordo com dados publicados pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Os ataques aéreos russos também causaram a morte de, pelo menos, 3.284 membros do grupo radical Estado Islâmico (EI) em território sírio.

3.315 combatentes de fações rebeldes e islâmicas, entre as quais figuram a ex-filial da Al Qaeda e outras organizações radicais como o Exército Islâmico Turco, perderam também a vida em resultado destes bombardeamentos.

O Observatório sublinha que a Rússia utilizou bombas de fragmentação utilizando uma substância denominada termite, compostas com pó de alumínio e óxido de ferro, que provocam queimaduras resultantes de uma combustão que dura cerca de três segundos depois de lançadas.

As autoridades russas e sírias garantem que os ataques aéreos têm como objetivo grupos terroristas como o EI e o antigo ramo da Al Qaeda na Síria, mas o Observatório e a oposição síria sustentam que os aviões russos incluíram como alvos zonas residenciais e bases de brigadas opositoras do regime, como o Exército Livre Sírio. Com informações da Agência Lusa.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Suspeito de assassinar a família volta para tentar matar a sogra no Rio

Jorge Luiz Evangelista, 52 anos, matou a mulher e os três filhos e baleou a sogra na última terça

Após a morte da mulher e dos três filhos, o homem suspeito de assassinar a família voltou à casa da sogra para tentar matá-la mais uma vez e acabou sendo preso, na noite dessa quarta-feira (29), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Jorge Luiz Evangelista, 52 anos, tinha jurado a sogra de morte, segundo o investigador Renato Rabelo.

“Ele estava voltando para executá-la. Tinha jurado ela de morte quando matou a família toda. Só que a polícia foi acionada e ele foi preso”, afirmou Rabelo, acrescentando que o suspeito matou a mulher por ciúmes. “Ela estaria querendo acabar com o casamento”, disse.

De acordo com o Extra, as vítimas fatais foram identificadas como Luciana Vieira Rodrigues e as crianças Nesley Vieira Evangelista, de 8 anos, Emily Vieira Rodrigiues, de 10, e Evilim Vieira Rodrigues, de 13.

Já a mãe de Luciana, que não teve a identidade revelada, foi levada para o Pronto-Socorro do Alto da Serra. Ainda não foram divulgadas informações o estado de saúde dela.

Fonte: Notícias ao minuto.
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