Profissionais de saúde debatem ações contra a malária no Pará

“É importante que os agentes de saúde orientem a população para o imediato tratamento da doença até 48 horas após o contágio”, comentou o coordenador estadual do Programa de Controle da Malária, Cláudio Cardoso.

Técnicos da Coordenação Estadual do Programa de Controle da Malária, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), participaram nesta sexta-feira (31) da “9º Reunião de Avaliação do Programa de Controle da Malária no Pará”, realizada no hotel Beira Rio, em Belém. Durante o evento foram avaliadas as ações executadas pelos municípios que abrangem os 13 Centros Regionais de Saúde vinculados à Sespa e revistas propostas para as dinâmicas de prevenção e de terapêutica da doença, cujos casos no Brasil tem maior ocorrência no Pará.

O encontro reuniu secretários municipais de Saúde, diretores de Centros Regionais e coordenadores de endemias das regiões norte, norte-leste, extremo norte, nordeste, sudeste e sul do Pará, além de técnicos da Coordenação Nacional do Programa de Controle da Malária, do Ministério da Saúde.

Foram pontuados também os indicadores das oficinas anteriormente realizadas, para avaliar condutas técnicas ainda passíveis de ajustes, com o intuito de melhorar as ações para o decorrer de 2017. No Pará, de janeiro a dezembro do ano passado, foram registrados 14.780 casos de malária, sendo que em 2015, neste mesmo período, o número foi de 11.435 casos confirmados.

Os números apresentados fizeram com que o coordenador estadual do Programa de Controle da Malária, Cláudio Cardoso, cobrasse mais empenho dos participantes da reunião quanto ao compromisso já firmado com as gestões municipais, que consiste em adotar medidas de prevenção, diagnóstico e capacitação de profissionais, com o aporte de Sespa quando necessário.

Para Cláudio, além de medicar, é fundamental conscientizar a população sobre a importância de todas as ações preventivas, como a instalação de telas em portas e janelas e o uso de mosquiteiros, sobretudo para quem vive em áreas rurais e de matas. “É de suma importância que os agentes de saúde orientem a população sobre isso e, na ocorrência de sintomas, para o imediato tratamento da doença até 48 horas após o contágio”, comentou, ao informar que este ano, até o momento o Pará já registrou 4.211 casos da doença.

Apesar do ligeiro aumento do número de casos entre 2015 e 2016, o Pará está muito longe da marca registrada ao fim de 2011, quando a doença atingiu o índice preocupante de 182.956 casos. A sequência de redução de confirmações (142.976 casos em 2012; outros 30.704 em 2013 e 13.720 em 2014) ajudou o Brasil a melhorar as estatísticas e a ser reconhecido pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) por meio da premiação Malaria Champions of the Americas 2015. A placa de homenagem foi entregue ao governo do Estado em abril de 2016.

Entre os países das Américas, o Brasil ficou em primeiro lugar em função de ações desenvolvidas pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária. A maioria dos casos da doença tem registro nos estados da região amazônica, que mesmo sendo considerada uma área endêmica, conseguiu reduzir os índices. Outro indicador positivo conquistado pelo estado foi a redução de mortes pela doença, visto que desde o final de 2013 não houve mais óbitos por malária no Pará.

Todo esse trabalho é resultado de um esforço contínuo empreendido a partir das ações da Sespa, que tem atuado com apoio de barcos grandes e voadeiras para o transporte de microscopistas até os municípios onde a incidência da malária é maior, além da distribuição de mosquiteiros à população para prevenção da doença, principalmente nas áreas de difícil acesso.

Também foram implantadas Unidades de Diagnóstico e Tratamento (UDT) em todo o território paraense. São 860 no total. Além disso, as equipes de campo estão equipadas com motos, carros e utilizando microscópios que ajudam a detectar a doença juntamente com as secretarias de Saúde dos 144 municípios.

Um dos participantes da reunião de avaliação, o médico e assessor especial da Sespa, Helio Franco, disse acreditar que a redução da malária tem relação direta com a integração entre profissionais e que as reuniões de avaliação sobre as ações são boas estratégias para traçar novas prioridades e encontrar soluções mais ágeis para o tratamento da patologia, que atendam à melhoria da qualidade de vida dos pacientes acometidos pela doença.

Fonte: Agência Brasil.
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Operação de guerra impede o avanço da febre amarela no oeste paraense

O acesso a alguns lugares não é fácil. Há comunidades encravadas no meio da floresta, onde crianças, jovens e adultos vivem e trabalham sem informação, sem precaução sanitária, sem prevenção.

O cerco à febre amarela, endemia cuja propagação vem sendo contida ao longo de todo o recorte do Rio Amazonas, tanto na Calha Norte quanto ao sul, lembra uma operação de guerra. A infantaria dessa batalha é composta por agentes de saúde, médicos, veterinários, pilotos, policiais e bombeiros. É um batalhão de servidores públicos embrenhado nas matas adjacentes aos locais onde a doença desfalcou quatro famílias. Eles têm a missão de impedir novos óbitos. A munição da vida são as vacinas. Nesta sexta-feira (31), vinte e cinco mil doses chegam ao oeste do Pará, reforçando o poder de fogo da imunização.

O acesso a alguns desses lugares não é fácil. Há comunidades minúsculas encravadas no meio da floresta, onde crianças, jovens e adultos vivem e trabalham sem informação, sem precaução sanitária, sem prevenção ao “inimigo”. Os vilões são os mosquitos que habitam a copa de árvores e precisam do sangue de primatas – humanos ou macacos – para manter o ciclo de reprodução.

O adoecimento de macacos é um sinal de alerta para as autoridades de saúde. A morte desses animais, que convivem com os insetos no mesmo hábitat, acende o sinal vermelho. O diagnóstico, após exame sorológico feito pelo Instituto Evandro Chagas e confirmada a febre amarela, é o estopim de operações emergenciais como a que está sendo realizada há três semanas no lado esquerdo do território paraense.

A ocorrência de quatro casos em humanos, que infelizmente vieram à óbito, transforma a ação numa verdadeira operação de guerra. A Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa) mapeou as áreas de risco, a partir de Alenquer e Monte Alegre, cidades de origem das quatro vítimas fatais da doença: duas crianças e dois jovens. Nenhuma delas era vacinada e todas foram infectadas durante incursões em mata fechada, na zona rural daqueles municípios.

Monitoramento – Desde que o Evandro Chagas confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela, a Sespa começou a desenhar o raio da ação preventiva que culminou com a operação de emergência agora em curso, em que foram vacinadas 10 mil pessoas em apenas três dias.

Ao mesmo tempo em que age nas cidades de Monte Alegre, Alenquer, Curuá e Oriximiná, a Secretaria monitora casos de primatas mortos nos quatro cantos do Pará. De Santana do Araguaia a Salinópolis, de Concórdia do Pará a Rurópolis, ao longo das grandes rodovias Santarém-Cuiabá e Transamazônica, no curso dos rios Xingu, Amazonas e Guamá, e até mesmo na região metropolitana de Belém.

“Todas as mortes de macacos são registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Daí partimos, então, para a investigação. É claro que nem todo animal morto foi vítima de febre amarela, mas é preciso ficar vigilante. Mesmo sem o diagnóstico confirmado para a doença, imediatamente se faz o cerco preventivo, como o que estamos fazendo no oeste do Pará, imunizando as populações vulneráveis”, diz o médico veterinário Fernando Esteves, que coordena o grupo de trabalho de Zoonoses da Sespa.

Nos últimos dias, as equipes de saúde, com apoio da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) e prefeituras locais, tentam isolar as ocorrências com vacinação em massa, borrifação nas casas, orientação e assistência médica aos moradores da região, sobretudo na zona rural. O raio dessas ações se desdobra pelo entorno de lugares considerados críticos, desenhando uma espiral de proteção sanitária.

Emoção – A estratégia da Sespa, além de fechar o cerco nessas áreas e estender o trabalho a leste, oeste, norte e sul, com ações de vigilância nas regiões passíveis de propagação da endemia, é mapear a rota do vírus no Pará. “A única forma de prevenção é a vacina, levada por nossas equipes para as pessoas que estão no caminho previsível da doença”, diz o biólogo Alberto Soares, do 9º Centro Regional de Saúde, da Sespa, com sede em Santarém. Ele é um dos soldados na linha da frente da guerra contra a endemia, executando ações tão díspares entre si quanto importantes, do fumacê à educação em saúde.

Esse trabalho desgasta, mas também emociona. A secretária-adjunta de Saúde, Heloísa Guimarães, envolvida com o problema desde o primeiro momento, fala sobre vitórias e derrotas na guerra contra a endemia, uma das doze doenças sazonais que, ano após ano, ganham relevo no Pará. Isso ocorre porque o Estado tem condições climáticas propícias ao ciclo das infecções e dimensões continentais refratárias ao controle.

Um dos casos que mais comoveram as equipes alocadas em Alenquer foi o do menino de 10 anos que não resistiu à doença. “Conseguimos contatar a família. Vacinamos a mãe e os irmãos. Agendamos a imunização dele, que acompanhava o pai, trabalhando mata adentro, mas, infelizmente, o garoto foi infectado nessa incursão, dois dias antes de ser imunizado. Não conseguimos salvá-lo”, lamenta.

Assim como o menino, na zona rural de Alenquer, há centenas de pessoas alojadas em pequenas clareiras dentro de uma enorme plantação com dois milhões de pés de açaí. Em hiatos abertos na mata pelos trabalhadores da plantação, a rotina é vivida no desconforto vulnerável de choupanas, cobertas de palha, entrelaçadas em pau-a-pique ou fincadas em madeira velha, repletas de frestas convidativas para os vetores e depositários do vírus da febre amarela: as fêmeas do mosquito Aedes aegypti.

Rapel – Para acessar as áreas de difícil acesso, as equipes usam todos os meios de transporte possíveis: bicicletas e motos, caminhonetes e “voadeiras”. A aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) leva as vacinas aos locais mais precários. Muitas vezes, é preciso descer de rapel do helicóptero posicionado sobre as comunidades mais recônditas, para garantir a vacinação de todos.

“Guerra é guerra”, resume o major PM Mauro Maués, um dos pilotos do Estado que transportam as milhares de doses de vacina levadas aos rincões da floresta para garantir a vacinação de cada habitante daquela região. “Não vamos descansar enquanto o surto não estiver plenamente contido”.

Responsável pelo carregamento de vacinas, o diretor de Endemias da Sespa, Bernardo Cardoso, foi buscar as doses de reforço em Brasília e, nem bem pôs os pés no aeroporto de Belém, já embarcou no avião do Graesp rumo a Alenquer. Durante as quase três horas de vôo, ele não escondia a ansiedade. “Cada segundo é determinante para a contenção dessa doença. Temos uma missão e vamos cumpri-la”, garantiu.

Fonte: Agência Brasil.
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Santarém-Hospital abre vaga para pessoas com deficiência

A Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está com vaga aberta para pessoas com deficiência, para o cargo de auxiliar administrativo, no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém.

Quem quiser concorrer deve enviar currículo atualizado para trabalheconosco@hrbaprosaude.org.br, informando o cargo desejado no assunto do e-mail, até o dia 4 de abril.

Cargo: auxiliar administrativo

Atividade: atividades administrativas

Requisito: Ensino Médio completo ou Superior  em curso, mais curso completo de informática avançada. Experiência mínima de um ano na vaga.

Idade: entre 21 e 37 anos.

Horário: 220h mensais

Benefícios: salário + vale-transporte

Fonte: DOL.
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Reprovação ao governo Temer chega a pior índice, aponta pesquisa

A rejeição ao governo do presidente Michel Temer (PMDB) atingiu o maior valor desde o início da sua gestão, segundo pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta sexta (31). Para 55% dos entrevistados, a gestão Temer é ruim ou péssima.
Essa parcela era de 39% em junho de 2016, um mês após ele assumir a Presidência, ainda de forma interina. Em dezembro, a reprovação chegou ao patamar de 46%.

Atualmente, o governo é considerado bom ou ótimo por 10% dos entrevistados, percentual que era de 13% em dezembro. Para 31%, a gestão do peemedebista é regular e 4% não souberam avaliar o presidente ou não quiseram responder.
A pesquisa CNI/Ibope ainda aponta que, em junho do ano passado, 66% dos entrevistados não confiavam no presidente. No levantamento desta sexta (31), o percentual chega a 79%.
A pesquisa foi feita entre os dias 16 e 19 de março, com 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A rejeição à gestão Temer é maior no Nordeste, onde 67% dos entrevistados avaliam o governo como ruim ou péssimo, em seguida vem o Sudeste, onde 52% reprovam o presidente. A região Sul é a que melhor avalia o governo presidente, onde 48% consideram ruim ou péssimo e 17% bom ou ótimo.
O governo Temer também é considerado pior que o governo Dilma Rousseff (PT) por 41% dos entrevistados, ante 34% que pensavam isso na pesquisa de dezembro. Para 38%, o governo é igual ao da ex-presidente e 18% consideram melhor.
De acordo com a pesquisa, 22% dos homens consideram o governo Temer melhor que a Dilma, mas esse valor cai para 15% entre as mulheres.

Fonte: FolhaPress
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Moro ignora Bolsonaro em encontro no aeroporto de Brasília

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Caso o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) fosse eleito presidente, a página SomostodosBolsonaro (17,5 mil seguidores no Facebook) sugere um nome para o Ministério da Justiça: o juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato no Paraná.
Magistrado e parlamentar, porém, aparentam não ser tão próximos assim.
Um vídeo publicado pelo perfil na quinta (30) registra o encontro dos dois na praça de alimentação do aeroporto de Brasília. Título: “Bolsonaro e juiz Sergio Moro no mesmo lugar, aeroporto de Brasília”.
Bolsonaro caminha em direção à câmera e faz um gesto com as mãos, orientando o autor da filmagem a se virar para captar sua aproximação ao juiz -que conversava com um grupo na frente de uma lanchonete de pães de queijo.
O deputado se aproxima da roda e tenta começar uma conversa. “Doutor Moro”, diz, saudando-o com um gesto tímido de continência e um tapinha no ombro do juiz, que responde com um aceno rápido de cabeça e, aparentemente, sai sem falar nada.
O encontro todo dura menos de um minuto. Ignorado pelo juiz, Bolsonaro posou para fotos com apoiadores que estavam no saguão.
Moro foi a Brasília para participar de um audiência pública na Câmara. Também esteve em cerimônia em sua homenagem realizada pelo Superior Tribunal Militar (STM), que lhe condecorou com uma medalha.
A reportagem procurou Bolsonaro por meio de seus assessores na manhã desta sexta (31), mas não houve resposta até a publicação desta nota.

Fonte: FolhaPress
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Pelo menos 54 mil alunos do PA estudam e trabalham

Mais de 25% dos estudantes de 33 municípios paraenses ouvidos em uma pesquisa do TRT, em 2015, se dividem entre os estudos e outra tarefa

EDUCAÇÃO

De um total de 216.518 alunos de escolas públicas municipais e estaduais do Pará que foram ouvidos em uma pesquisa, 25,5% (cerca de 54 mil) disseram que exercem algum tipo de atividade considerada trabalho infantil. Esses estudantes participaram de um estudo feito, em 2015, pela comissão regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estimulo à Aprendizagem, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (Pará e Amapá).

Os resultados foram apresentados ontem à tarde, pelas gestoras regionais da comissão do Programa da Justiça do Trabalho: desembargadora Maria Zuíla Lima Dutra e a titular da 2ª Vara do Trabalho de Belém, Vanilza Malcher. Realizado na sede do TRT em Belém, o encontro ocorreu durante um treinamento promovido para mais de 100 juízes do trabalho que atuam no Pará e Amapá.

A aplicação dos questionários ocorreu em 2015, em escolas públicas de 33 municípios paraenses, tendo todas as regiões do Estado representadas no levantamento. A desembargadora Zuíla Dutra lembrou que a maior atividade de trabalho infantil existente no Pará é a doméstica. Mas existem ainda outras atividades informadas pelos próprios estudantes, como venda ambulante, bicos, trabalho na roça, na construção civil, como catadores de lixo, entre outros.

A desembargadora explicou que todas as atividades apontadas pelos alunos na pesquisa estão classificadas pela convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Decreto 6.481 do Brasil. Ambos listam as piores formas de trabalho infantil, expressamente proibidas para quem tem menos de 18 anos. “O questionário foi tão amplo que tem condição de orientar a criação de políticas públicas”, destaca. “Além disso, outras instituições que atuam nessa causa também podem aproveitar essas informações”, ressalta a magistrada, acrescentando que o resultado final será encaminhado a todos os gestores dos municípios envolvidos.

Os dados serviram também para direcionar o trabalho realizado pela comissão com a criação de projetos voltados para alunos de escolas públicas. O primeiro foi o projeto ‘Acadêmico Padrinho Cidadão’, onde universitários voluntários identificam os adolescentes em situação de vulnerabilidade e, mediante a orientação da comissão, promovem a qualificação deles no aspecto lúdico, cultural,educacional e profissional.

Esta primeira ação recebeu uma premiação pela Associação Nacional dos Magistrados, em 2016, no Rio de Janeiro. A comissão desenvolve ainda o projeto ‘Elo da Solidariedade Empresarial’, onde as empresas disponibilizam vagas para menor aprendiz. Mais de 200 adolescentes, a partir de 14 anos, já foram inseridos. E o mais novo é o ‘Conhecer Belém’. “Escolhemos esse público com o objetivo de contribuir para a diminuição da evasão escolar”, diz Vanilza Malcher.

A PESQUISA

O questionário respondido pelos alunos contém 17 itens, como quem trabalha, em que trabalha, se recebe salário, como gasta esse dinheiro, se tem ajuda nas atividades escolares, entre outros. Com o apoio de membros do Ministério Público do Estado do Pará, Tribunal de Justiça do Estado, professores, diretores de escolas, entre outras entidades, os questionários foram aplicados nas salas de aula, em 33 cidades.

Fonte: DOL.
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Túnel em centro de triagem de Ananindeua é descoberto por agentes prisionais

Descoberta foi feita durante a madrugada desta sexta-feira, 31. 40 detentos foram remanejados e distribuídos para a manutenção do local.

Agentes prisionais da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) descobriram durante a madrugada desta sexta-feira (31) um túnel na cela quatro da Central de Triagem da Cidade Nova, em Ananindeua, na região Metropolitana de Belém.

De acordo com a Susipe, o túnel possuía cerca de 80 centímetros de profundidade e 90 centímetros de comprimento. Ainda de acordo com a Susipe, Os 40 detentos que estavam no local foram remanejados e distribuídos para que fosse feita a manutenção na referida cela. Um boletim de ocorrência na delegacia e um Termo de Circunstancial de Ocorrência serão registrados ainda nesta sexta.

Fonte: G1 PA.
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Ministério da Saúde fraciona vacinas contra febre amarela

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos

O Ministério da Saúde informou que estuda a possibilidade do fracionamento das doses de vacina contra a febre amarela para imunizar um maior número de pessoas. Segundo a pasta, o efeito é o mesmo da dose comum e o que muda é a duração da imunidade, que passa a ser de apenas 1 ano.

Ontem, durante o 3º Encontro da Rede Nacional de Especialistas em Zika e doenças correlatas (Renezika), em Brasília, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que o fracionamento da vacina ocorre quando um diluente é adicionado e a ampola que seria de 10 doses se transforma em 50 doses, com um ano de proteção. Segundo Barros, pessoas que tomarem a vacina fracionada, caso essa seja a decisão do governo, terão que se vacinar novamente.

A medida será discutida na próxima terça-feira (4) quando o ministério deve receber o levantamento dos estados com informações sobre o número de doses extras de vacina necessárias para a imunização das áreas de risco. Com as informações, os gestores devem decidir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Segundo Barros, além do fracionamento, o ministério também analisa a viabilidade de importação das doses. “Vamos adotar ou uma importação ou um fracionamento da vacina”, disse ontem.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, caso o fracionamento seja apontado como o melhor meio para proteger a população, as vacinas passarão a ser oferecidas em locais considerados emergenciais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos, onde a população vive  ameaçada pelo vírus da febre amarela.

Fonte: ORMnews.
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Combustíveis terão preços realinhados neste sábado

Secretaria da Fazenda garante que alíquota não será alterada no Pará

Os valores do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que ajusta a base de cálculo para cobrança do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) sobre combustíveis serão realinhados a partir deste sábado (1º). A Sefa (Secretaria da Fazenda do Pará) informou nesta sexta-feira (31) que a alíquota não será alterada.

Segundo a Secretaria, o realinhamento do preço médio é um ato de rotina praticado pela Fazenda Estadual para acompanhar os valores praticados na venda ao consumidor. O PMPF ajusta a base de cálculo do ICMS, de acordo com as flutuações de preços praticados nos postos.

“O preço médio ponderado final cresce quando o valor de venda dos combustíveis sobe”, explica o coordenador de substituição tributária da Sefa, Ernane Vieira. Nesta pesquisa de PMPF foi verificada queda no preço da gasolina C, que diminuiu de R$ 4,1040 para R$ 4,0430. O diesel também teve diminuição de preço, de acordo com a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Os novos valores serão os seguintes: Gasolina C e Premium R$ 4,0430; Diesel  R$ 3,4520; óleo diesel R$ 3,3810; e álcool, R$ 3,8010.

A ANP pesquisa o preço médio dos combustíveis no Estado, verificando os preços cobrados aos consumidores finais pelos estabelecimentos varejistas. A pesquisa é publicada semanalmente e fica disponível no site http://www.anp.gov.br/preco/prc/Resumo_Semanal_Index.asp, para consultas. As alíquotas de ICMS praticadas no Pará são: gasolina: 28%; álcool, 25%; diesel, 17% e GLP 17%.

Fonte: ORMNews.
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Publicação: 018/2017 – A PIONEIRO COMBUSTÍVEL LTDA

editalPublicação: 018/2017

A PIONEIRO COMBUSTÍVEL LTDA, localizada na BR 163 KM 1085 MD adt 2km pela Vicinal Celeste M/D, Município de Novo Progresso/PA, torna público que RECEBEU da SEMMA-NP a Licença de Instalação e Operação LIO nº 06/2017 Processo nº 405/2016, em 17/03/2017, para atividade de POSTO DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS.