Santarém- Paciente ferido com faca foge do hospital após drenagem de tórax

Vítima de esfaqueamento ocorrido na noite de domingo (2), em uma área de ocupação localizada às margens da avenida Fernando Guilhon, o jovem Minael Cardoso, de 23 anos, fugiu da clínica médica masculina, do Hospital Municipal em Santarém, oeste do Pará, horas depois de ter passado por procedimento de drenagem de tórax.

O sumiço do paciente foi percebido pela direção do HMS na segunda-feira (3), quando buscava informações sobre o estado de saúde.

De acordo com a Secretaria de Saúde (Semsa), a direção do hospital apurou junto a outros pacientes da clínica médica masculina, que Minael deixou o leito onde estava internado ainda na noite de domingo.

A Semsa disse ainda que, quando ocorrem casos semelhantes a este, é feito um registro no Livro de Ocorrência do Hospital Municipal e a assistente social da unidade é comunicada para os procedimentos necessários.

Entenda
Segundo boletim de ocorrência registrado na 16ª Seccional de Polícia Civil no domingo, Minael foi esfaqueado nas costas quando participava de uma partida de futebol e começou uma confusão generalizada. A polícia trabalha para identificar o autor do esfaqueamento.

Fonte: G1 PA.
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Associação Comercial do Pará comemora 198 anos

A Associação Comercial do Pará (ACP) completou ontem 198 anos e preparou uma programação para comemorar sua história, no fomento de novos negócios, além de sempre lutar pelo desenvolvimento social e econômico do Estado do Pará. Agora, surge um novo desafio: a atual gestão está trabalhando para resgatar o patrimônio histórico da entidade.

Entre as ações comemorativas estão a criação de um museu para abrigar todo o acervo material da casa e a fundação de uma biblioteca para reunir o acervo documental. Também será lançado um livro que, segundo a instituição, está 70% pronto. Segundo o presidente da instituição, Fábio Lúcio Costa, a previsão de lançamento é para o mês de abril de 2018, marcando o aniversário de 199 anos.

GALERIA

Em maio, a instituição promoverá um jantar solene, no salão nobre da sua sede, em Belém, que culminará com a inauguração da galeria dos presidentes da casa. Segundo o presidente, existem representantes da instituição em 29 órgãos dos governos municipal, estadual e federal, a exemplo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae) e da Junta Comercialdo Pará (Jucepa).

A ACP também pretende lançar, até o próximo ano, 4 volumes bibliográficos para documentar a bibliografia de 200 empreendedores do Pará que atuaram na instituição. Além disso, serão lançados o selo e o logo da grande comemoração pelos 200 anos da entidade. “A história da ACP se confunde com a história de Belém e do Pará. Em níveis social e político, os grandes acontecimentos do Estado estão inseridos na história da ACP”, destaca o empresário.

A HISTÓRIA

Batizada inicialmente com o nome de Praça do Comércio, a Associação Comercial do Pará (ACP) teve a sua criação outorgada pelo governo português em 03 de abril de 1819. Hoje, entre as suas missões, está a de defender o setor produtivo paraense e desenvolver o Estado para que as empresas funcionem na legalidade, fomentando a economia com a geração de emprego e renda. O quadro de diretoria da ACP é composto por 110 diretores.

Fonte: DOL.
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Censo terá 1,3 mil contratações temporárias no Pará

O orçamento do Censo Agropecuário de 2017 sofreu um corte de mais de 50%

O IBGE inicia no dia 1º de outubro de 2017 as operações do seu 10º Censo Agropecuário. Ao longo de cinco meses, os recenseadores irão visitar mais de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários em todo o País, levantando informações sobre a área, a produção, as características do pessoal ocupado, o emprego de irrigação, o uso de agrotóxicos, entre outros temas.

Ainda de acordo com as informações divulgadas ontem pelo IBGE, os resultados do Censo Agro 2017 devem começar a ser divulgados em meados de 2018.

O orçamento do Censo Agropecuário de 2017 sofreu um corte de mais de 50%. Diante desta contingência, o corpo técnico do IBGE foi compelido a fazer adaptações como, por exemplo, a redução do número de contratados temporários para essa operação: inicialmente previsto para 82 mil pessoas, esse contingente foi reduzido para 26.010, sendo 1.372 contratos temporários no Pará.

Segundo o IBGE, ainda neste mês de abril, começam as inscrições dos dois processos seletivos simplificados para os temporários que atuarão no Censo Agropecuário 2017. Destas 26.010 vagas, 171 serão para profissionais de nível superior em 18 diferentes áreas de conhecimento. As vagas restantes serão para nível médio. Ao todo, serão abertas vagas em pouco mais de 4 mil municípios do País. Os números definitivos serão divulgados nos editais dos dois processos seletivos, cuja publicação está prevista para os dias 10/04 e 24/04/2017.

A tabela de distribuição preliminar dessas vagas, divulgada ontem, indicam 39 vagas abertas no Pará no primeiro processo seletivo. São quatro contratações temporárias para postos de analista censitário, com remuneração de R$ 4 mil, cada; 20 para postos de agente censitário administrativo, pelo valor individual de R$ 1,5 mil; nove para agente censitário regional, a R$ 2,5 mil; e seis agentes censitário de informática, com R$ 1,7 mil de remuneração.

No segundo processo seletivo, serão 1.070 vagas para recenseadores no Estado, que receberão por produção; outros 203 contratos temporários para agente censitário supervisor, pelo valor cada um de R$ 1.600; e 60 vagas para agente censitário municipal, com remuneração de R$ 1.900.

REDUÇÃO

Outro efeito da crise, é que a coleta do Censo Agropecuário, prevista para cerca de 90 dias, foi ampliada para cinco meses. A redução do orçamento tornou necessária uma simplificação do questionário inicialmente concebido, conforme o IBGE. “O objetivo foi dar mais agilidade à coleta de dados, permitindo que, em média, três estabelecimentos agropecuários sejam visitados pelos recenseadores, a cada dia. Essa simplificação foi levada ao conhecimento da sociedade, dando origem a novas demandas, que foram incorporadas ao questionário”, diz o comunicado.

O Censo Agropecuário 2017 vai subsidiar a implantação do cadastro de estabelecimentos agropecuários e do Sistema Nacional de Pesquisas Agropecuárias. De acordo com o IBGE, isso permitirá a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Estabelecimentos Agropecuários, que irá a campo, anualmente, captar dados pormenorizados sobre receitas e despesas na produção, crédito e seguro rural, proteção de mananciais, conservação da fauna e flora, uso de agrotóxicos, técnicas de produção, além da situação social e familiar dos trabalhadores do campo, entre outros temas.

Fonte: ORMNews.
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Evandro Chagas confirma morte de 11 macacos no Pará

Quase 85 mortes de animais foram registradas, mas não ligadas à doença

O Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou 96 notificações de mortes de macacos este ano, onze delas provocadas por febre amarela. Os animais mortos eram oriundos dos municípios de Alenquer (1), Belém (1), Marituba (1), Concórdia do Pará (1), Monte Alegre (1), Oriximiná (3) e Rurópolis (3). As informações foram divulgadas, ontem pela manhã, pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Ainda segundo a Sespa, novos exames liberados pelo IEC em animais encontrados em Abaetetuba, Santa Isabel, Placas, Bujaru, Baião e Castanhal deram negativo para febre amarela. As informações sobre a doença estão concentradas na Sespa.

Quatro pessoas morreram de febre amarela no Pará. E o governo estadual informou que o cerco à doença, cuja propagação vem sendo contida ao longo de todo rio Amazonas, tanto na Calha Norte quanto ao sul, lembra uma operação de guerra. Agentes de saúde, médicos, veterinários, pilotos, policiais e bombeiros estão embrenhados nas matas adjacentes aos locais onde a doença provocou mortes. Eles têm a missão de impedir novos óbitos. Moradores da área estão sendo vacinadas em massa. Na sexta-feira (31), 25 mil doses de vacina chegaram ao oeste do Pará, reforçando a guerra à doença.

O acesso a alguns desses lugares não é fácil. Há comunidades minúsculas encravadas no meio da floresta, onde crianças, jovens e adultos vivem e trabalham sem informação, sem precaução sanitária, sem prevenção contra os mosquitos que habitam a copa de árvores e propagam a doença.

A morte de macacos é um sinal de alerta para as autoridades de saúde. A morte desses animais acende o sinal vermelho. O diagnóstico de febre amarela, após exame sorológico feito pelo Instituto Evandro Chagas, é o estopim de operações emergenciais como a que está sendo realizada há três semanas em vários municípios que a Sespa mapeou como áreas de risco, a partir de Alenquer e Monte Alegre, cidades de origem das quatro vítimas fatais da doença: duas crianças e dois jovens. Nenhuma delas era vacinada e todas foram infectadas durante incursões em mata fechada, na zona rural daqueles municípios. Desde que o Evandro Chagas confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela, a Sespa começou a desenhar o raio da ação preventiva que culminou com a operação de emergência agora em curso, em que foram vacinadas 10 mil pessoas em apenas três dias.

Ao mesmo tempo em que age nas cidades de Monte Alegre, Alenquer, Curuá e Oriximiná, a equipe da Secretaria monitora casos de primatas mortos no Estado. “Todas as mortes de macacos são registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Daí partimos, então, para a investigação. É claro que nem todo animal morto foi vítima de febre amarela, mas é preciso ficar vigilante. Mesmo sem o diagnóstico confirmado para a doença, imediatamente se faz o cerco preventivo, como o que estamos fazendo no oeste do Pará, imunizando as populações vulneráveis”, disse o médico veterinário Fernando Esteves, que coordena o grupo de trabalho de Zoonoses da Sespa.

Fonte: ORMNews.
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Pecuaristas do Pará dizem que preço da arroba caiu

Segundo os sindicatos, queda na venda é reflexo da Operação Carne Fraca. No entanto, segundo o Ministério da Indústria, exportação do produto aumentou 9% em março.

Pecuaristas do PA dizem que o preço da arroba do boi despencou após operação ‘Carne Fraca’

Mesmo com o escândalo envolvendo grandes grupos produtores de carne no Brasil, apontados pela Polícia Federal como vendedores de carne misturada a papelão e fora da validade, o preço do quilo do produto não reduziu nos supermercados do Pará. No entanto, os produtores do sudeste do estado reclamam que sentem os prejuízos.

Em Marabá, o preço da arroba do boi caiu 7%. A retração, segundo os pecuaristas, é reflexo da operação Carne Fraca. “Isso prejudica sim o produtor rural estávamos com o boi em torno de R$ 130, e hoje está R$ 122. O preço desabou”, diz Antônio Caetano, do Sindicato Rural de Marabá.

Em Altamira, no sudeste do Pará, os frigoríficos suspenderam temporariamente a compra do boi. “Estamos sofrendo o impacto severo dessa operação. Geralmente mandávamos de 1500 a 2 mil bois por semana aos frigoríficos, e há duas semanas, os bois estão parados”, diz Roberto Carvalho, do Sindicato Rural de Altamira.

O pará tem o terceiro maior rebanho do Brasil, e só consume 35% desse total. “Somos o maior maior exportador de carne bovina, de frango e o quarto de carne suína. Arranhar esse mercado atinge a balança comercial”, diz Guilherme Missen, zoootecnista.

Exportações em alta
Apesar dos sindicatos regionais relatarem crise no setor, a exportação de carnes pelo Brasil aumentou 9% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo informou nesta segunda-feira (3) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Fonte: G1 PA.
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Polícia Federal investiga ataque a caixas eletrônicos no sudeste do Pará

Cerca de 10 homens invadiram agência da Caixa em Dom Eliseu na noite de sexta-feira, 31. Ninguém foi preso até esta segunda, 3.

A Polícia Federal investiga o ataque a caixas eletrônicos em uma agência da Caixa Econômica Federal no município de Dom Eliseu, no sudeste do Pará. Equipes da PF analisam as imagens do circuito interno de câmeras da agência e outras provas colhidas durante as investigações, que são realizadas sob sigilo.

O ataque ocorreu na noite sexta-feira (31) e ninguém havia sido preso até a tarde desta segunda (3). Segundo a Polícia Civil, cerca de 10 homens encapuzados chegaram em dois veículos e usaram dinamite para invadir a agência bancária por volta das 23h45, em uma ação que durou cerca de 40 minutos.

A PF não descarta a possibilidade de a ação ter sido realizada por um grupo de outro estado. Na mesma noite, quatro agências bancárias foram arrombadas em quatro estados diferentes.

“Infelizmente esse é um tipo de prática que tem ocorrido com frequência em nosso país. Neste dia mesmo (dia 31), no estado do Ceará, em São Paulo e em Santa Catarina ocorreram ações semelhantes e tudo isso está sendo apurado”, disse o delegado Ricardo Viana, da PF.

A Caixa Econômica Federal não informou a quantidade do dinheiro roubado e informou que repassa exclusivamente à polícia as informações sobre eventos criminosos em suas unidades e que contribui integramente com as investigações das autoridades.

Ação do grupo

Segundo a Polícia Civil, o grupo explodiu a porta da frente da agência e instalou explosivos em quatro caixas eletrônicos e no cofre que fica na tesouraria. Os explosivos foram detonados e o grupo arrombou o cofre e dois caixas, os outros dois não abriram.

Na fuga, o grupo abordou pessoas que estavam em uma pizzaria que fica localizada próximo ao local e levaram sete pessoas como reféns, sendo três funcionários da pizzaria, três clientes e uma pessoa que estava em uma caminhonete, usada para levar parte dos reféns.

A vítima foi obrigada a dirigir o carro, junto com os outros dois veículos na saída do município, pela rodovia Belém-Brasília. Policiais civis que atuavam em uma operação interceptaram o grupo e houve troca de tiros, mas os policiais decidiram recuar quando perceberam que havia reféns. Moradores registraram em aparelhos celulares a fuga do grupo e a troca de tiros com os policiais.

Os criminosos pegaram a BR-010 no sentido Ulianópolis. Cerca de 1 km depois de Dom Eliseu, os homens liberaram uma mulher e atearam fogo em um dos veículos, deixando o mesmo atravessado na pista. O restante dos reféns foi liberado cerca de 10 km do local. O grupo fugiu em direção ao sul do Pará.

Fonte: G1 PA.
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Praça do DER recebe projeto de arborização em Santarém

Desde o dia 24 de março (sexta-feira), a Prefeitura Municipal de Santarém, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (Semap), vem realizando um projeto de arborização e manutenção da Praça do DER e adjacências no bairro da Prainha. O projeto foi iniciado com o serviço de manutenção, que inclui limpeza, roçagem e poda das árvores existentes no entorno na Praça, onde futuramente será inaugurado o novo Porto Fluvial de Santarém.

Na sexta-feira (31), as equipes de arborização da Semap estiveram realizando a segunda etapa do projeto de arborização, desta vez com o plantio de árvores de sombreamento. “Nós buscamos plantar nesta área as acácias lanterneiras, que são plantas próprias de sombreamento e que dão cachos de flores muito bonitos, então, além da sombra, há também a parte do paisagismo”, destacou Flávio Nascimento, técnico do Parque da Cidade que esteve coordenando a parte de arborização.

A ação foi planejada a partir de uma solicitação do Centro Comunitário e Associação de Moradores do Bairro da Prainha e da Escola Municipal Alberico Novoa. “Nós recebemos todos os dias inúmeras solicitações de associações para a realização de ações e, sempre que possível, buscamos firmar estas parcerias e, no DER, nós realizamos a limpeza, a roçagem e a poda das árvores, finalizando com a  arborização da Praça e de seu entorno”, ressaltou o secretário de Agricultura e Pesca, Bruno Costa.

A terceira e última etapa do projeto será a parte de jardinagem, com o plantio de grama e plantas ornamentais. Além da arborização, o projeto também buscou desenvolver junto à comunidade a conscientização ambiental com orientações sobre a necessidade de preservar o meio ambiente.

Fonte: RG 15/O Impacto e Martha Costa/PMS
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MP debate com professores o futuro do Some em Santarém

Categoria é contra a implantação do ensino através de videoaula. Reunião aconteceu na tarde desta segunda-feira (3), na Ufopa.

O Ministério Público do Pará (MP-PA) esteve reunido no campus Amazônia da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém, no oeste do Pará, na tarde desta segunda-feira (3) com professores da rede pública de ensino. A reunião tratou sobre a proposta da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em substituir o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some) pelo Sistema Educacional de Integração (SEI). A categoria é contra a implantação do SEI.

O Some que já existe há 36 anos no Pará, é a modalidade de ensino médio voltada para alunos de zonas rurais do estado. Os professores das áreas urbanas se deslocam para o interior, em geral, localidades de difícil acesso, para dar aulas.

Após a reunião, MP e professores definiram a data de 13 de abril para uma nova rodada de debates sobre os rumos do Some na região. Desta vez, o encontro será na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR).

A proposta do Sistema Educacional de Integração (SEI) é de que ao invés dos alunos terem aulas presenciais com professores de todas as disciplinas que compõem a grade curricular da base comum, as turmas contem apenas com a presença de um professor unidocente, ou seja, multidisciplinar, para orientar as videoaulas, que são repassadas através de um parelho de TV conectado à internet ao longo do período de 4h diárias.

Para o deputado estadual Airton Faleiro (PT) que já provocou uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado para tratar sobre os destinos do Some, o SEI é inovador, mas apresenta dificuldades técnicas e operacionais, pois as localidades rurais muitas vezes não têm acesso à energia elétrica, sinal de telefone e telecentros. “Com a implantação desse sistema, corre o risco de os alunos serem prejudicado por esses fatores. Imaginem um turma com apenas um docente e uma televisão, o que acontecerá com o futuro do Ensino Médio no campo?”, questionou o parlamentar.

Ainda não há data definida para a implantação do SEI no estado. Por enquanto, a Seduc realiza matrículas para o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some).

Fonte G1 PA.
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Incra delimita território quilombola de 12 mil hectares em Óbidos, PA

Os moradores do Ariramba são, em grande parte, descendentes de famílias de comunidades do Rio Cuminá, que foram integradas ao território quilombola do Erepecuru.

O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (3), traz o resumo do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) do território quilombola Ariramba, localizado no município de Óbidos, no oeste do Pará. Na área de 12.496 hectares, foram identificadas 27 famílias remanescentes de quilombos.

A publicação do RTID que é de responsabilidade da Superintendência Regional do Incra no Oeste do Pará, tem anuência da presidência do órgão e leva a assinatura do superintendente regional, Rogério Zardo.

O RTID propõe a demarcação do território com base nas áreas de moradia, nas terras reservadas à execução das atividades produtivas e nos espaços de uso comum, deslocamentos, lazer, manifestações religiosas e culturais tradicionais.

O documento aborda informações cartográficas, fundiárias, agronômicas, ecológicas, geográficas, socioeconômicas, históricas e antropológicas, obtidas em campo e perante a instituições públicas e privadas.

O território Ariramba

O acesso ao território se dá apenas por meio fluvial. Conta com uma grande rede de igarapés, que servem para deslocamentos internos, o desenvolvimento de atividades produtivas e o bem-estar das famílias.

A pesca e a agricultura são as principais atividades praticadas na comunidade. Na agricultura, destaca-se o cultivo de mandioca, banana, milho e cará. A produção de banana é voltada para a comercialização. Já a mandioca e o cará, em sua maioria, são destinados para o consumo familiar.

Fonte: G1 PA.
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Acidente com carreta deixa feridos em Monte Alegre

Acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (3), no bairro Cidade Alta. Segundo testemunhas, uma criança foi levada em estado grave para o hospital.

Uma carreta que transportava frutas e pessoas, ao passar por uma rua movimentada do município de Monte Alegre, no oeste do Pará, bateu em uma casa, capotou e deixou pelo menos dez pessoas feridas, incluindo uma criança que foi levada em estado grave para o hospital. O acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (3), no bairro Cidade Alta.

De acordo com informações de testemunhas, o motorista da carreta teria perdido o controle do veículo e ao tentar frear não conseguiu e acabou batendo numa casa, derrubando um pedaço do muro. Uma ambulância do Samu esteve no local e realizou os primeiros atendimentos. As vítimas foram encaminhas para o hospital.

Fonte: G1 PA.
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