Itaituba- Pai covarde agrediu o filho de 3 anos de idade, e vai parar na delegacia de policia civil.

Na noite desta terça-feira (04), A GUPM ao comando do Sargento Soares e seus auxiliares Cabo Garcia e Soldado Melo foram acionados para atender uma ocorrência na terceira rua do bairro bela vista.

De acordo com informações repassadas a nossa equipe de reportagem foi de que  o Reully José de 29 anos de idade deu dois tapas na boca do seu filho de 3 anos de idade.

De acordo com a tia da criança o  motivo foi  porque a criança tinha mordido um coleguinha na escola  e pra reaprender a criança o pai acabou passando dos limites.

O Reully ficou na carceragem da delegacia e será ouvido pelo delegado de plantão.

E o conselho tutelar também foi acionado para tomar todas as providências cabíveis sobre o ocorrido.

Vale ressaltar que o tapa que a criança levou na boca deixou um grande inchaço.

Fonte/Imagens: Blog Plantao 24horas News
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Rússia identifica suspeito de atentado no metrô

Quirguiz Akbarzhon Jalilov, 22, foi identificado após análise de material genético. Número de mortos no ataque subiu para 14 nesta terça.

A Rússia identificou nesta terça-feira (4) o autor do ataque suicida ao sistema de metrô de São Petersburgo, que deixou 14 mortos. Akbarzhon Jalilov, de 22 anos procedente do Quirguistão, também colocou uma segunda bomba, desativada a tempo, em outra estação.

Mais cedo, o serviço secreto do Quirguistão tinha informado que Jalilov nasceu no país mas era naturalizado russo- informação não confirmada pela Rússia, de acordo com a France Presse. Ele viria da região de Och, uma zona que forneceu um importante contingente de extremistas ao grupo Estado Islâmico (EI). O ataque em São Petersburgo não foi reivindicado.

Em um comunicado, o comitê russo afirmou que conseguiu identificá-lo após a análise de material genético encontrado na bolsa em que estavam os explosivos deixados em uma outra estação, segundo a Reuters. “A evidência genética e as câmeras de vigilância nos dão motivo para acreditar que a pessoa que está por trás do ato terrorista no vagão de trem foi a mesma que deixou uma mala com explosivos na estação Ploshchad Vosstaniya”, afirmou.

O ministério de Saúde da Rússia afirmou que 11 pessoas morreram no local do ataque e três morreram em decorrência dos ferimentos.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, disse que seria “cínico e cruel” chamar uma explosão mortal em São Petersburgo de vingança pelas ações da Rússia na Síria, informou a agência de notícias russa RIA. O país, que é o principal aliado de Bashar al-Assad, é acusado de atacar também alvos dos opositores do regime.

Fonte: ORMNews.
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Ataque com gás tóxico mata mais de 50 na Síria, afirma ONG

Durante ataque na província de Idlib, um ‘gás tóxico’ foi liberado.

Um bombardeio aéreo que liberou “gás tóxico” na província de Idlib, norte da Síria, matou 58 pessoas, entre elas nove crianças, nesta terça-feira (4), de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

De acordo com a ONG, que não sabe que tipo de gás foi liberado, os civis morreram por asfixia em Khan Sheikhun. Dezenas apresentaram problemas respiratórios, vômitos e demaios.

O ataque aconteceu no dia que marca o início de uma conferência de dois dias em Bruxelas sobre o futuro da Síria, com mediação da União Europeia e da ONU.

Fotos de ativistas mostram voluntários dos Capacetes Brancos, grupo de socorristas na zona rebelde, no momento em que tentavam ajudar os feridos. Eles jogam água no rosto das pessoas e pelo menos dois homens aparecem com espuma branca ao redor da boca.

A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque com “gás tóxico” no noroeste do país.

A Coalizão Nacional, principal grupo da oposição síria, pede em um comunicado ao Conselho de Segurança que “convoque uma reunião urgente após este crime e abra uma investigação imediata”.

A nota acusa o “regime do criminoso Bashar al-Assad” de ter executado os bombardeios contra Khan Sheikhun com “obuses que continham gás químico”.

A província de Idlib é controlada em sua maior parte por uma aliança de rebeldes e jihadistas. A região é bombardeada com frequência por aviões do exército sírio e da Rússia, assim como da coalizão liderada pelos Estados Unidos para neutralizar os jihadistas.

O governo sírio negou em muitas oportunidades o uso de armas químicas em uma guerra que já provocou mais de 320.000 mortes desde março de 2011.

Mas as alegações de que Damasco utiliza este tipo de armamento são recorrentes e uma investigação liderada pela ONU atribuiu ao regime pelo menos três ataques com gás cloro em 2014 e 2015. A Síria ratificou a Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas em 2013.

O OSDH, que tem sede na Grã-Bretanha e conta com uma ampla rede de fontes na Síria, não soube informar se os bombardeios foram executados por aviões das Forças Armadas sírias ou russos, aliados do regime de Damasco.

Fonte: ORMNews.
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Cinco peixes-bois serão devolvidos à natureza no Amazonas

Animais são três fêmeas e dois machos

A partir de hoje (5), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa) iniciam expedição para devolver à natureza cinco peixes-bois. Os animais, três fêmeas e dois machos, estão atualmente em um semicativeiro no município de Manacapuru, a 68 quilômetros (km) de Manaus. Eles serão soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, em Beruri, cidade a 173 km da capital amazonense.

“O Inpa resgata e reabilita filhotes de peixe-boi há mais de 40 anos. Em Manaus, existe um centro de resgate e reabilitação, onde os animais, depois de saudáveis, são encaminhados para uma área de semicativeiro, para se readaptar às condições naturais dos rios. Eles ficam lá entre um e cinco anos. Atualmente, existem 15 peixes-bois na área e, nessa quarta-feira, a gente vai capturar cinco desse plantel para reintroduzir na natureza”, explicou Diogo Sousa, biólogo, pesquisador do projeto Peixe-Boi do Inpa.

Os animais serão colocados em piscinas e transportados em barco regional, em um percurso que deve durar 24 horas. Amanhã (6), antes do início da soltura, está prevista uma ação para conscientizar a comunidade da reserva sobre a importância da preservação do peixe-boi. O trabalho será encerrado no sábado (8).

Há cerca de um ano, o Inpa e a Ampa reintroduziram quatro peixes-bois à natureza no mesmo local. Os animais são monitorados, inclusive, com a ajuda de moradores da região. A expectativa, segundo o biólogo, é que a adaptação dos novos habitantes também seja bem-sucedida. “Os animais são acompanhados hoje por um sistema de telemetria porque há um equipamento fixado na cauda do peixe-boi. Esse equipamento emite sinais pelos quais o comunitário consegue encontrar o peixe-boi, saber a área que ele está ocupando na reserva. Foi feita a recaptura de um animal e observado que um deles engordou mais de 15 quilos, cresceu mais de 10 centímetros”, disse o pesquisador.

Antes da etapa de semicativeiro, os peixes-bois que chegam ao Inpa passam por um período de reabilitação. Atualmente, 60 estão nessa fase. A maioria deles foi resgatada ainda filhote e muito debilitada.

“A caça do peixe-boi ocorre mais com animais adultos, principalmente fêmeas com filhotes, porque elas se tornam mais vulneráveis já que precisam ficar mais tempo na superfície para respirar. Normalmente, o caçador consegue capturar a fêmea, e o filhote fica órfão. Éa  partir desse momento que um comunitário ou um pescador encontra o animal sozinho no barranco ou em redes de pesca. Quase 95% dos animais resgatados pelo projeto são filhotes, a maioria órfãos, já que a mãe foi abatida”, ressaltou.

O pesquisador informou ainda que o Inpa planeja levar 30 peixes-bois para o semicativeiro e devolver pelo menos 20 à natureza nos próximos quatro anos.

Fonte: ORMNews.
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Chuvas no Pará só devem diminuir na metade deste mês

Chuvas retomam médias de 40 anos atrás, com até 70% acima da média

Um aumento entre 50% e 70% nos índices pluviométricos dos meses de fevereiro, março e abril está configurando o retorno de um mecanismo de chuvas que incidia sobre a Região Metropolitana de Belém há 30 ou 40 anos. A informação é do diretor do Instituto Nacional de Meteorologia no Pará (Inmet-PA), José Raimundo Abreu. Assegurando que neste mês de abril o índice será superado com facilidade, Abreu advertiu ontem que continuará chovendo na RMB, com previsão de água em 26 dos 30 dias do mês. As chuvas só devem diminuir em meados de abril, disse ele.

Nos quatro primeiros dias de abril a precipitação foi de 110mm e a expectativa para o mês todo é de 356.4mm. Só na última segunda-feira, 3, choveu 38 mm, e no domingo 41 mm. “Mudou o mecanismo de chuvas”, explicou o especialista. “Estamos observando a volta de um mecanismo de chuvas muito rigoroso”. Segundo ele, isso tem origem provável num fenômeno que acontece no Oceano Pacífico Equatorial, denominado Oscilação Decadal do Pacífico (ODP), que ocorre em ciclos de 20, 30, 40 anos anos. “Neste momento, estamos vivendo a fase fria do ODP’’, afirmou.

Com 100 anos de pesquisas sobre dados meteorológicos, o Inmet Pará registra, nos últimos 30 anos, a média de 412.5mm, em fevereiro, de 447mm, em março, e de 356mm abril. O mês de janeiro tem média histórica de 385.5mm. Segundo Abreu, às vezes os meses revezam estes índices, com predominância no mês de março. Só que o comportamento diferenciado de 2017 incluiu um janeiro com volume de 598.9mm. “Dos 31 dias do mês choveu em 25 dias’’, enfatizou o meteorologista, recordando que isso ocorria com naturalidade há 30, 40 anos.

As médias também foram superadas em fevereiro, quando choveu 597.9mm, com chuvas em 26 dos 28 dias; e março, quando choveu 686mm, com água em 28 dos 31 dias, na Grande Belém. Na faixa litorânea também choveu muito, sobretudo em Salinas, Bragança, Marudá e Curuçá, e também no Baixo Tocantins e até em parte da Transamazônica, a exemplo de municípios como Altamira e Uruará, garantiu José Raimundo Abreu.

A capital paraense viveu climas semelhantes entre os anos de 1948 a 1975, recordou Abreu, que estuda a ODP desde os anos 2000, em conjunto com o cientista Luiz Carlos Baldicero Molion, meteorologista, professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas.

Segundo o meteorologista, não estão acontecendo os fenômenos El Niño ou La Niña, mas as águas estão aquecidas na costa do Equador, o que influencia na circulação atmosférica e ajuda na formação de mais chuvas na região, onde existe a zona de convergência intertropical ativa. Abreu assegurou que, para abril, a população pode esperar chuvas de 30% a 40% acima da média, com céu de encoberto a nublado.

Além disso, nos primeiros meses de 2017 a temperatura da RMB diminiu. “Está mais frio, sim, sobretudo considerando que nossa temperatura média tem histórico de oscilação entre 32 e 33 graus, e agora temos tido máximas de 28 a 30, com mínimas de até 22 graus à noite’’, informou. ‘’Já vi nesses relógios de rua 20 graus à noite. Esses relógios de rua sofrem a ação do meio, recebem diretamente tanto a incidência solar, quando está mais quente, como os ventos, quando está mais frio. Nas estações de monitoramento, os relógios estão protegidos. Então, realmente está mais frio em Belém’’, concluiu.

Fonte: ORMNews.
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Números de empregos formais no Pará crescem em fevereiro

Os dados oficiais do Ministério do Trabalho registraram saldo positivo de 1.005 postos

Uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA), através de convênio de cooperação técnica firmado com a Prefeitura Municipal de Belém (PMB), por meio da Secretaria Municipal de Economia (Secon),  baseada em dados oficiais do Ministério do Trabalho, mostrou crescimento de 0,30% de geração de empregos formais na Região Metropolitana de Belém (RMB) em fevereiro de 2017.

No Período, 9.234 admissões foram efetuadas, contrapondo os 8.229 desligamentos da mesma época, o que significa um saldo positivo de 1.005. Os destaques para esses postos foram os sertores de serviço e construção civil, como pode ser visto na tabela:

No mesmo período do ano de 2016, o saldo também mostrou-se positivo, apesar de com porcentagens menores, marcando a faixa de 286 quando feita a comparação entre admissões e desligamentos.

Fonte: ORMNews.
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Conheça a britânica que foi salva pelo seu vício em ‘selfies’

As fotografias ousadas que a modelo publica no Instagram ajudaram a salvar sua vida

Conheça a mulher que foi salva pelo seu vício por ‘selfies’ – Cloe Jordan, tem 21 anos, vive na cidade inglesa de Wolverhampton e foi o vício que tem por tirar selfies que a salvou quando acabou por descobrir que o sinal que tinha na barriga era sinal de uma grave doença © Instagram

A modelo Cloe Jordan, tem 21 anos, vive na cidade inglesa de Wolverhampton, e é uma viciada declarada do Instagram. Contudo, foi justamente este vício que lhe salvou a vida.

Cloe estava cansada de um sinal que tinha na barriga e que aparecia em todas as fotografias que ela tirava de biquíni. Por conta disso a jovem resolveu ir ao médico removê-lo.

Depois da consulta, Cloe foi diagnosticada por um especialista que confirmou o pior. A jovem tinha um melanoma, uma das formas mais letais de câncer de pele.
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No entanto, tudo correu bem e o sinal foi removido, deixando a jovem com uma enorme cicatriz na barriga. “A cicatriz na minha barriga é enorme, pois o sinal já estava com raízes profundas”, revelou Cloe ao jornal britânico The Sun.
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Atualmente, Cloe Jordan compartilha a sua história no Instagram para criar algum tipo de consciência nas pessoas que a seguem. “Sei que ao compartilhar a minha história posso fazer com que alguém pare de ir ao sol e para mim isso já valeu a pena”.
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Se não fosse pelo vício de parecer sempre ‘perfeita’ no Instagram, Cloe poderia nunca ter ligado o pequeno sinal que tinha na barriga com a grave doença que tinha.

PIC FROM CATERS NEWS - (PICTURED A COLLECT OF THE MOLE) - A stunning woman is thanking bikini selfies for saving her life after she spotted a deadly mole. Cloe Jordan, 21, from Wolverhampton, West Mids, was diagnosed with an aggressive form of skin cancer - Melanoma - three months ago. Like most young women her age, Cloe was body conscious and was fed up of the mole on her stomach getting in the way of her pretty bikinis and underwear. So she decided to speak to her doctor about the mole, which was in the middle of her stomach, to see if it could be removed. Despite the mole growing in size and changing colour she had dismissed these worrying signs and after visiting her doctor, she was referred for further tests. SEE CATERS COPY

Para conhecer esta jovem e mais sobre da sua história, confira a galeria que acima e veja as fotografias que ela publica na rede social.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Seção Penal recebe denúncia contra prefeito

Prefeito de Vitória do Xingu é acusado de corrupção passiva

Desembargadores reunidos em Seção de Direito Penal na manhã desta Segunda, 03.

A Seção de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) recebeu, à unanimidade, nesta segunda-feira, 3, a denúncia de ação penal contra o prefeito de Vitória do Xingu, José Caetano Silva de Oliveira, movida pelo Ministério Público do Estado do Pará. A relatoria da ação penal foi do desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior.

A sessão foi presidida pelo desembargador Milton Augusto de Brito Nobre, decano da Corte.
De acordo com a decisão do órgão colegiado, a acusação contra o prefeito prende-se ao fato de que, à época, na condição de vereador do município de Vitória do Xingu, teria participado de uma sessão extraordinária da Câmara Municipal, a seu próprio pedido e de outros vereadores para aprovar o Projeto de Lei, propondo a redução da alíquota do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) de 5% para 2%, de interesse, à época, do prefeito Erivando Oliveira Amaral e que, de fato, foi aprovado.

Com a aprovação, os políticos envolvidos, incluindo o prefeito José Caetano, na mesma sessão, teriam recebido o valor de R$5 mil, em espécie, cada um, das mãos de Washington Queiroz Pimenta, à época, secretário municipal de Planejamento e Assessor do então ex-prefeito Erivando, com a recomendação de que aquilo era um agrado por parte da Empresa SOTREQ (do ramo de distribuição de materiais e equipamentos para construções e interessada no caso), em retribuição à aprovação do referido projeto de redução de alíquota do ISSQN.

Consta na denúncia da Procuradoria Geral de Justiça do Ministério Público do Pará (MPPA) que, à época, a vereadora Luzia Efigênio Dias Simpliciano, então presidente da Câmara Municipal de Vitória do Xingu e o 1º Secretário Ananias Moura, compareceram espontaneamente ao Ministério Público para noticiar que no mês de dezembro de 2011, o então prefeito Erivando, enviou para a Câmara Municipal um Projeto de Lei propondo a redução da alíquota do ISSQN, alegando, em síntese, que o Consórcio Norte Energia pagaria 2% e a Empresa Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) pagaria outros 2% e que totalizaria 4e, assim, não haveria prejuízos ao município, vez que o 1% restante retornaria ao ente municipal, em forma de benefícios concedidos pelo consórcio e pela referida empresa.

Ainda segundo o relatório do acórdão, adiantou o prefeito, segundo os declarantes, que o consórcio iria investir R$30 milhões no município e, por causa disso, o projeto apresentado seria vantajoso. Luzia declarou que apresentou o projeto em uma reunião extraordinária secreta, ocorrida na tarde de 17 de dezembro de 2011, em seu gabinete, por pressão dos vereadores Genildo Souza de Oliveira, José Caetano – chefe do Poder Executivo Municipal denunciado pelo MPPA, Cleonilson da Silva Bezerra e Silas Oliveira Lima, ocasião em que o advogado José Maria Rocha, que prestava serviços para a Câmara Municipal, defendeu que o projeto poderia ser colocado em pauta pois, juridicamente, encontrava-se correto e se não fosse aprovado, emperraria o desenvolvimento do município.

O projeto foi aprovado naquela sessão extraordinária e cada vereador recebeu o valor de R$ 5 mil, em espécie, das mãos de Washington Queiroz Pimenta, à época, secretário municipal de Planejamento e Assessor do acusado, com a recomendação de que aquilo era um agrado por parte da Empresa SOTREQ, em retribuição à aprovação do Projeto de Lei de redução de alíquota do ISSQN.

O desembargador relator Leonam Gondim da Cruz Júnior afirmou que foram atendidos os requisitos legais do artigo 41, do Código de Processo Penal, na peça acusatória e presente a justa causa para o processamento da ação penal, além de não estar configurada qualquer das condições para a sua rejeição. O magistrado votou pelo recebimento da denúncia em face de José Caetano Silva de Oliveira, prefeito de Vitória do Xingu pela prática, em tese, do crime de corrupção passiva, que foi acompanhado à unanimidade.

Em julgamento de relatoria do desembargador Milton Nobre, o magistrado não acatou a preliminar, denegando ordem, para três habeas corpus para declaração de nulidade com pedido de liminar a vários servidores da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa), envolvidos em um esquema de vantagem indevida por sonegação de impostos. No voto, acompanhado à unanimidade, o relator determinou ao juízo de 1º grau que o prazo não prejudique os pacientes.

No pedido ingressado pela defesa, o advogado Roberto Lauria alegou que o juiz de 1º grau não aplicou o artigo 514 do Código de Processo Penal. O artigo afirma que “Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias”. De acordo com a defesa, os envolvidos foram denunciados e não foram notificados e que, sendo crimes cometidos no exercício próprio da função, teriam direito à impugnação preliminar.

Ao analisar os três pedidos de habeas corpus ingressados pela defesa dos oito pacientes, o desembargador Milton Nobre afirmou, entre outros fundamento, que estaria analisando não pela de revisão de decisão de 1º grau, mas, sim, já pelo ato praticado por justiça da Corte, além de basear a sua fundamentação em súmulas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decisões do Supremo Tribunal de Federal (STF) e nos artigos 397, 514 e 517 do CPP. Com isso, o relator não acatou a preliminar, denegando a ordem, entretanto, determinou ao juízo de 1º grau que o prazo não prejudique os pacientes.

A Seção de Direito Penal julgou 60 feitos nesta segunda-feira, 3, entre habeas corpus liberatório, de declaração de nulidade, preventivo, tratamento de ação penal, concessão de prisão domiciliar e conflito de jurisdição.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
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Mais de 60% dos jovens fora da escola no Brasil têm de 15 a 17 anos

Um levantamento realizado pela ONG (organização não governamental) Todos Pela Educação com base nos resultados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) mostra um cenário preocupante: entre as crianças e jovens brasileiros que estão fora da escola, cerca de 62% têm entre 15 e 17 anos.

Em números absolutos, o Brasil tem hoje 2.486.245 milhões de crianças e jovens (entre 4 e 17 anos de idade) fora da escola. Dividindo essa população por idade, os dados mostram que 1.543.713 deles são adolescentes de 15 a 17 anos, faixa etária que deveria estar cursando o ensino médio –fato considerado como “crítico” por Olavo Nogueira Filho, gerente geral do Todos Pela Educação.

“O ensino médio deveria dar todos os instrumentos necessários para o jovem escolher seu futuro, para que ele enfrente os desafios que terá após a conclusão [dessa etapa] –seja no trabalho, no ensino técnico ou na universidade”, afirma Filho. “O que a gente acaba tendo, hoje, com o alto índice de evasão no ensino médio, é um cerceamento da liberdade desses jovens à escolha”, destaca.

Para ele, um dos fatores relevantes em afastar o aluno da escola é a reprovação, que leva à evasão e ao abandono do ano letivo, principalmente no ensino médio. Junto a isso, está relacionada a qualidade do ensino, que reflete na capacidade dos alunos de aprenderem na escola.

“Tem a ver com a falta de motivação intrínseca de todos os jovens, de enxergar que a escola pode trazer de fato algo de relevante para o futuro dele”, explica.

Ele destaca, no entanto, que as mudanças previstas para o ensino médio a partir da MP (medida provisória) 746 não devem ser vistas como únicas e suficientes.

“Não basta flexibilizar o currículo, existe uma série de outras variáveis. O grande gargalo da educação brasileira hoje está na qualidade da prática pedagógica das escolas, dos professores. Isso quer dizer que precisamos ter políticas à altura da importância do professor, e não é a realidade que temos”, explica.

Avanços na educação básica, estagnação nos anos seguintes

O salto no índice de crianças brasileiras de 4 a 5 anos matriculadas na escola, por outro lado, é significativo: a taxa, que era de 72,5% em 2005, passou para 90,5% em 2015. Para Filho, o resultado vem de políticas de universalização do acesso ao ensino, adotadas na década de 1990 e no início dos anos 2000 para solucionar um problema generalizado de falta de vagas nas escolas.

“A mais famosa delas é o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), com mecanismos de financiamento que induzem à criação de vagas, principalmente no ensino fundamental”, explica.

Ele destaca, no entanto, que mesmo tendo conquistado avanços significativos nos anos iniciais do trajeto escolar, o país ainda sofre para levar essas melhorias para as outras etapas do ensino, como o ensino fundamental II (do 6º ao 9º ano) e o médio.

“É razoável observarmos que a falta de qualidade da educação básica parece ter freado em grande medida a conclusão dessa universalização do acesso. O que se tinha na década de 1990 não se tem mais hoje, não há um problema tão grande de falta de vagas. Os principais motivos disso estão relacionados à qualidade”, afirma.

De fato, o índice de crianças de 6 a 14 anos (faixa relativa aos ensinos fundamental I e II) matriculadas na escola pouco variou nos últimos 10 anos: passou de 96,7%, em 2005, para 98,5%, em 2015. Em números absolutos, os valores chegam a apresentar uma pequena redução –de 29.758.011, em 2005, para 27.460.209, em 2015.

Fonte: UOL.
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Jovem condenada a mais de 12 anos de prisão

Pivô do crime conheceu a vítima em igreja

Os jurados do 3º Tribunal do Júri de Belém, presidido pela juíza Ângela Alice Tuma, em sessão realizada na quinta-feira, 30, reconheceram que Débora Rejane Silva Araújo, de 22 anos, praticou homicídio privilegiado qualificado contra Juliana Souza, estudante de 17 anos, que cursava a 7ª Série na Escola Adelbaro Klautau. Por maioria dos votos, o Conselho de Sentença acatou parcialmente as teses da promotora de Justiça Rosana Cordovil e do defensor público Rafael Sarges. O crime ocorreu por volta das 15h, do dia 19/02/2015, às proximidades da casa da vítima, na Vila Sorriso, localizada na região do Tapanã, em Belém.

A pena base de 17 anos aplicada pela presidente da sessão foi reduzida em dois anos pelas atenuantes da ré ter confessado o crime, e ser menor de 21 anos à época do crime. A juíza ainda reduziu a pena em mais um sexto por se tratar de homicídio privilegiado qualificado – privilegiado porque, segundo a defesa, Débora teria sofrido provocação da vítima; qualificado porque, segundo o MP, a ré atirou em Juliana por motivo fútil e usou recurso que dificultou sua defesa. A pena final totalizou 12 anos e seis meses de reclusão que serão cumpridos em regime inicial fechado, na penitenciária feminina da Região Metropolitana de Belém.

A promotoria de Justiça declarou que irá recorrer da sentença dentro do prazo legal, por entender que os jurados votaram contrários às provas do processo. Para a representante do MPE a ré foi autora de homicídio qualificado por motivo fútil e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

O defensor apresentou a tese que a jovem praticou homicídio privilegiado por ter cometido o crime após provocação da vítima, que estava namorando com o companheiro da ré, identificado como Marquinho. Nos argumentos do defensor, Juliana teria se encontrado com o namorado de Débora Araújo, onde ela vivia com Marquinho, que após o crime não foi mais encontrado. Rafael Sarges pediu aos jurados para não acatarem as duas qualificadoras para não agravar mais a pena da acusada.

A sessão durou cerca de oito horas e foram ouvidas cinco testemunhas, três delas da acusação. Uma das depoentes foi a mãe da vítima que contou que só soube o motivo do assassinato da filha pela delegada que apurou o caso. Ainda abalada pela perda da filha, disse que Juliana conheceu Marquinho numa igreja.

Duas testemunhas, moradoras da área onde ocorreu o crime, informaram que Débora Rejane Araújo, na carona de uma motocicleta conduzida pela colega Débora Luana Silva Borges, foi procurar a estudante. Os depoentes contaram que Juliana e a ré teriam se afastado da casa e passaram a discutir, quando a condutora da moto teria falado: “Acaba logo com isso e dá umas coronhadas nela”. Em seguida aconteceram os dois disparos de revólver calibre 38, cano longo. A vítima foi atingida na cabeça e abdômen e morreu na hora. As duas jovens empreenderam fuga.

Débora Luana, que pilotava a moto, também foi denunciada, mas está foragida desde a época do crime e teve o processo suspenso. Débora Rejane acabou sendo reconhecida e teve a prisão preventiva decretada.
Em interrogatório prestado no júri Débora Rejane confessou a autoria dos disparos, alegando que teriam sido acidentais após travar luta corporal com a vítima. A ré afirmou que não tinha a intenção de matar Juliana, mas, apenas conversar. Sobre a arma usada no crime a ré disse que pediu emprestada de um amigo.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
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