Pará vai receber diferença de R$ 155,3 milhões do Fundeb

Ajuste se refere à receita estimada e a realizada no exercício passado

O demonstrativo de ajuste anual da distribuição dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o exercício de 2016 foi publicado ontem no Diário Oficial da União (DOU). Segundo a Portaria 565/2017 do Ministério da Educação (MEC), o total do ajuste do Fundeb para os municípios e o governo do Estado do Pará chega a R$ 155,37 milhões.

Deste total, R$ 46,37 milhões se refere a parcela de recursos destinada ao Governo do Estado e R$ 108,99 milhões aos municípios, sendo R$ 4,75 milhões apenas para Belém. Na sequência, surge Santarém, com o ajuste total de R$ 4,31 milhões; Marabá, com R$ 3,95 milhões; Parauapebas, com R$ 3,29 milhões; Ananindeua, com R$ 2,82 milhões; Cametá, com R$ 2,65 milhões; e Breves, com R$ 2,48 milhões.

Como explica a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o ajuste consiste no cálculo da diferença entre o montante da receita transferida ao Fundo e o montante da receita arrecadada em 2016, ou seja, é o acerto entre a receita estimada e a realizada. Em 2016, por exemplo, a receita realizada em todo o País foi de R$ 141,6 bilhões, valor 2,4% maior do que havia sido estimado.

A CNM nota que o valor mínimo nacional por aluno/ano dos anos iniciais do Ensino Fundamental urbano era de R$ 2.739,77. Porém, o valor consolidado chegou a R$ 2.925,52, o equivalente a 6,8% a mais do que o estimado. Além da complementação do Fundeb, o valor correspondente a 10% do total dessa complementação que deveria ser destinado à integralização do piso salarial dos professores da educação básica, é repassado aos Estados e Municípios beneficiados com a complementação da União ao Fundeb.

A CNM explica que a redistribuição da complementação da União de 2016 será realizada mediante a efetivação de lançamentos nas contas correntes específicas dos Fundos do Distrito Federal, Estados e respectivos municípios.

Dos nove Estados beneficiados com a complementação da União ao Fundeb e a complementação ao piso, apenas cinco terão ajuste positivo. São eles: Alagoas, Amazonas, Pará, Pernambuco e Piauí. Os outros quatro Estados – Bahia, Ceará, Maranhão e Paraíba – terão ajustes negativos em suas contas.

A diferença, para mais ou para menos, do ajuste repassada aos Estados se dá pela diferença apurada entre o valor da Complementação da União distribuída aos fundos e o valor da Complementação da União calculada com base nas receitas realizadas no ano de 2016, segundo o previsto no artigo 6º, § 2º, e no art. 16, parágrafo único, da Lei nº 11.494, de 2007; ou a crédito do valor da integralização do Piso Salarial Profissional Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica, em cumprimento ao disposto no art. 4º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, conforme a Resolução nº 7, de 26 de abril de 2012, da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade.

A entidade alerta ainda que os valores dos ajustes serão repassados até o fim do mês de abril. Desse modo, os gestores municipais devem ter conhecimento dos valores de créditos ou débitos em suas contas e sobretudo, adotarem medidas para reorganizar o planejamento municipal de Educação.

Segundo informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) o fator de influência foi a arrecadação própria ter sido maior do que a estimada, por isso, não houve necessidade de complementação. Para a CNM, esse não foi o único fator de influência e a entidade entende ser injusto que o débito aconteça de uma única vez até o dia 28 de abril, conforme informou o FNDE. A Confederação trabalha junto com as entidades municipalistas estaduais a fim de estabelecer o parcelamento do débito nas finanças municipais dos Estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Paraíba.

Fonte: ORMNews.
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Plenário da Câmara vota reforma trabalhista nesta quarta-feira

O texto consolidado com todas as mudanças incorporadas ainda não foi divulgado

O Plenário da Câmara dos Deputados deve votar hoje (26) o projeto de lei que trata da reforma trabalhsita (PL 6787/16). O relatório foi aprovado ontem (25) na comissão especial que debateu o tema por 27 votos a 10 e nenhuma abstenção, com ressalvas aos destaques incluídos no relatório durante a discussão.

Depois de apresentar o relatório com nova redação, o relator Rogério Marinho (PSDB-RN) acatou algumas alterações sugeridas por parlamentares, entre as quais a proibição de que o pagamento de benefícios, diárias ou prêmios possam alterar a remuneração principal do empregado e a inclusão de emenda que prevê sanções a patrões que cometerem assédio moral ou sexual.

Marinho disse que, após a votação, vai se reunir com integrantes da bancada feminina para definir acordo sobre mais alterações em torno de alguns pontos, em especial o que trata do trabalho de grávidas e lactantes em ambientes insalubres.

O texto consolidado com todas as mudanças incorporadas ainda não foi divulgado. A oposição ainda tentará votar os destaques em separado antes do início da Ordem do Dia no plenário. O relator disse que poderá fazer mudanças até o momento da votação em plenário, prevista para começar no período da tarde.

Veja a seguir os principais pontos do parecer de Marinho:

Negociado sobre o legislado

Considerada a “espinha dorsal” da reforma trabalhista, esse ponto permite que as negociações entre patrão e empregado, os acordos coletivos tenham mais valor do que o previsto na legislação. O texto enviado pelo governo previa que o negociado sobre o legislado poderia ser aplicado em 13 situações, entre as quais plano de cargos e salários e parcelamento de férias anuais em até três vezes. O substitutivo de Marinho aumentou essa possibilidade para quase 40 itens.

O parecer mantém o prazo de validade de dois anos para os acordos coletivos e as convenções coletivas de trabalho, vedando expressamente a ultratividade (aplicação após o término de sua vigência).

Foi alterada a concessão das férias dos trabalhadores. A medida enviada pelo governo prevê que as férias possam ser divididas em até três períodos. No parecer, o relator propõe que não é permitido que um dos períodos seja inferior a 14 dias corridos e que os períodos restantes não sejam inferiores a cinco dias corridos cada um.

Além disso, para que não haja prejuízos aos empregados, vedou-se o início das férias no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado.

Para Marinho, ao se abrir espaço para que as partes negociem diretamente condições de trabalho mais adequadas, sem revogar as garantias estabelecidas em lei, o projeto possibilita maior autonomia às entidades sindicais, ao mesmo tempo em que busca conferir maior segurança jurídica às decisões que vierem a ser negociadas.

Por outro lado, a lista de pontos previstos em lei que não poderão ser alterados por acordo coletivo chegou a 29. O projeto original proibia mudanças apenas em normas de segurança e medicina do trabalho. O novo texto, prevê, entre outros, a liberdade sindical e o direito de greve; FGTS; salário mínimo; décimo terceiro salário; hora-extra, seguro-desemprego, salário família; licenças-maternidade e paternidade; aposentadoria; férias; aviso prévio de 30 dias; e repouso semanal remunerado.

Fim da contribuição sindical obrigatória

Marinho propõe que a contribuição sindical fique restrita aos trabalhadores e empregadores sindicalizados. O desconto do pagamento da contribuição deve ser feito somente depois de manifestação favorável do trabalhador ou da empresa.

“Criada em uma época em que as garantias constitucionais estavam suspensas, a contribuição sindical tem inspiração claramente fascista, uma vez que tinha como principal objetivo subsidiar financeiramente os sindicatos para que dessem sustentação ao governo”, afirmou Marinho.

O tributo é recolhido anualmente e corresponde a um dia de trabalho, para os empregados, e a um percentual do capital social da empresa, no caso dos empregadores. Segundo o deputado, o país tem 17 mil sindicatos que recolhem R$ 3,6 bilhões em tributos anualmente.

“Não há justificação para se exigir a cobrança de uma contribuição de alguém que não é filiado e que, muitas vezes, discorda frontalmente da atuação de seu sindicato”, destacou o relator. Para Marinho, os sindicatos se fortalecerão com o fim da obrigatoriedade da cobrança de um dia de trabalho por ano, e a mudança vai acabar com instituições sem representatividades, o que chamou de “sindicatos pelegos”.

Trabalho intermitente

A proposta do relator prevê a prestação de serviços de forma descontínua, podendo o funcionário trabalhar em dias e horários alternados. O empregador paga somente pelas horas efetivamente trabalhadas. A modalidade, geralmente praticada por donos de bares, restaurantes, eventos e casas noturnas, permite a contratação de funcionários sem horário fixo de trabalho. Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê apenas a contratação parcial de forma descontínua, com duração que não exceda a 25 horas semanais.

O contrato de trabalho nessa modalidade deve ser firmado por escrito e conter o valor da hora de serviço.

O empregado deverá ser convocado para a prestação do serviço com, pelo menos, três dias de antecedência e responder em um dia útil. Ao final de cada período de prestação de serviço, o trabalhador receberá o pagamento da remuneração, de férias e décimo terceiro proporcionais, além do repouso semanal remunerado e adicionais legais. Segundo a proposta de Marinho, o empregador deverá recolher a contribuição previdenciária e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Trabalho terceirizado

O relatório retira as alterações de regras relativas ao trabalho temporário. A Lei da Terceirização (13.429/17), sancionada em março, já havia mudado as regras do tempo máximo de contratação, de três meses para 180 dias, consecutivos ou não.

Além desse prazo inicial, pode haver uma prorrogação por mais 90 dias, consecutivos ou não, quando permanecerem as mesmas condições.

Com o objetivo de proteger o trabalhador terceirizado, a medida estabelece uma quarentena de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação, pela mesma empresa, como terceirizado.

Além disso, garante ao terceirizado que trabalha nas dependências da empresa contratante o mesmo atendimento médico e ambulatorial destinado aos demais empregados. A lei atual permite, mas não obriga a empresa a oferecer o mesmo tratamento.

Pelo novo texto da lei, quando o número de terceirizados for acima de 20% do total de funcionários contratados diretamente, a empresa poderá oferecer serviços de alimentação e atendimento ambulatorial em outro local, mas com o mesmo padrão.

Para evitar futuros questionamentos, o substitutivo define que a terceirização alcança todas as atividades da empresa, inclusive a atividade-fim (aquela para a qual a empresa foi criada). A Lei de Terceirização não deixava clara essa possibilidade. A legislação prevê que a contratação terceirizada ocorra sem restrições, inclusive na administração pública.

Teletrabalho

O relator propõe a regulamentação do teletrabalho. Atualmente, 15 milhões de pessoas desempenham suas funções a distância no país. Nas empresas privadas, 68% dos empregados adotam a modalidade. Os dados fazem parte de um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pelo substitutivo, o contrato deverá especificar quais atividades o empregado poderá fazer dentro da modalidade de teletrabalho. Patrão e funcionário poderão acertar a mudança de trabalho presencial na empresa para casa.

Em caso de decisão unilateral do empregado pelo fim do teletrabalho, o texto prevê um prazo de transição mínimo de 15 dias. A compra e manutenção de equipamento para o chamado home office devem ser definidas em contrato.

Multas

O relatório de Marinho manteve a redação do projeto original na íntegra sobre a aplicação de multas administrativas na inspeção do trabalho. A existência dessas multas não exime os empregadores de responsabilização penal.

A proposta do governo prevê o reajuste anual dos valores das multas administrativas em moeda corrente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE ou pelo índice de preços que vier a substituí-lo.

Em outro ponto, o parecer trata da multa por funcionário não registrado. Atualmente, é cobrado um salário mínimo (R$ 937). Na proposta do governo, o valor passaria para R$ 6 mil. O relator, no entanto, estipula multa de R$ 3 mil para empresas de grande porte e de R$ 800 para micro e pequenas empresas.

Ativismo judicial

O parecer incorpora normas para diminuir o número de ações na Justiça do Trabalho, o que o relator chama de ativismo judicial. “Temos, hoje, uma coletânea de normas que, em vez de contribuir para a rápida conclusão da demanda, têm sido um fator preponderante para o estrangulamento da Justiça do Trabalho”, disse.

Entre as medidas propostas, está a previsão de que se o empregado assinar a rescisão contratual fica impedido que questioná-la posteriormente na Justiça trabalhista. Outro ponto é a limitação de prazo para o andamento das ações. “Decorridos oito anos de tramitação processual sem que a ação tenha sido levada a termo [julgada], o processo será extinto, com julgamento de mérito, decorrente desse decurso de prazo”.

“Foram incorporadas normas que visam a possibilitar formas não litigiosas de solução dos conflitos, normas que desestimulam a litigância de má-fé, normas que freiam o ativismo judicial e normas que reafirmam o prestígio do princípio constitucional da legalidade, segundo o qual ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”, disse o deputado.

Demissão consensual

O substitutivo de Marinho incluiu a previsão de demissão em comum acordo. A alteração permite que empregador e empregado, em decisão consensual, possam encerrar o contrato de trabalho. Neste caso, o empregador será obrigado a pagar metade do aviso prévio, e no caso de indenização, o valor será calculado sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O trabalhador poderá movimentar 80% do FGTS depositado e não terá direito ao seguro-desemprego.

Atualmente, a CLT prevê demissão nas seguintes situações: solicitada pelo funcionário, por justa causa ou sem justa causa. Apenas no último caso, o trabalhador tem acesso ao FGTS, recebimento de multa de 40% sobre o saldo do fundo e direito ao seguro-desemprego, caso tenha tempo de trabalho suficiente para receber o benefício. Dessa forma, é comum o trabalhador acertar o desligamento em um acordo informal para poder acessar os benefícios concedidos a quem  é demitido sem justa causa.

Fonte: ORMNews.
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Brasil é recordista mundial em assassinatos de sem-terras

Reportagem do jornal francês Le Monde revela que 207 pessoas foram mortas de 2010 a 2015 em conflitos pela posse de terra

Em pouco mais de uma semana, dez trabalhadores rurais e lideranças sem-terra foram assassinados no Brasil, mostrando o recrudescimento desses crimes nos últimos anos. Reportagem do jornal francês Le Monde revela que o Brasil é recordista mundial nestes crimes, com 207 pessoas eliminadas de 2010 a 2015 em conflitos pela posse de terra.

Citando estatísticas da ONG Global Witness e as 61 mortes contabilizadas só em 2016 pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Le Monde lembra de mortes emblemáticas que tiveram repercussão internacional, como as do sindicalista Chico Mendes, em 1988, e de missionária Dorothy Sang, em 2005. De Norte a Sul e de Leste a Oeste, praticamente não há hoje uma única região brasileira que não registre mortes ou conflitos entre fazendeiros e grandes proprietários de terras. Esse número só vem crescendo e ano para ano, conforme a 31ª edição do relatório da CPT que reúne números da violência contra trabalhadores rurais, indígenas, quilombolas e outras minorias. Se em 2016 foram 61 assassinados, em 2015 foram 50 — o maior número então nos últimos 12 anos — e 36 em 2014.

Em entrevista exclusiva à Sputnik, Rafaela Alves, da coordenação nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), diz que o aumento das mortes no campo nos últimos meses é fruto de “uma situação de golpe, de um acirramento de luta de classes, da disputa de uma direita que não se conforma em ver trabalhadores conquistando direitos”. Segundo a dirigente, isso tem um custo muito alto para a vida dos trabalhadores que pagam com a própria vida. Rafaela lamenta que, no momento em que se lembra o Massacre dos Eldorado dos Carajás, no Pará, que completou 20 anos no último dia 17, se veja mais camponeses sendo assassinados no país.

A gente sempre vive situações de muita repressão à luta dos trabalhadores, mas numa conjuntura como essa, de golpistas no governo e que se sentem empoderados com possibilidade de bloquear toda possibilidade de avanço para os trabalhadores, o caminho vai ser a morte, as armas, a contratação de capangas para executar bem seus projetos. Nesse momento eles também estão trabalhando a necessidade da estrangeirização das terras do Brasil. Se eles ameaçam um projeto da classe trabalhadora, ela também vai se mobilizar e alimentar suas lutas históricas. A terra continua sendo um elemento de grande disputa no país”, diz a integrante do MPA.

Para a ativista, as mortes de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) ocorridas nos últimos meses é fruto da disputa a cada dia maior pela posse de terra. De um lado os pequenos produtores tentando manter sua agricultura de subsistência e, de outro, os grandes empresários do agronegócio e da mineração que tentam incorporar novos espaços para aumentar exportações. Rafaela afirma que é obrigado do Estado investigar e punir a autoria dessas mortes, mas isso não é feito, uma vez que, ao longo da história, muitas autoridades foram omissas ou coniventes nesses assassinatos.

“Agora saímos do 31 de Março lembrando a tarefa histórica de manterem sempre viva as datas de 31 de março e 1º de abril como um dia de luta pela memória. Ninguém nunca esqueceu o que foi o Golpe de 64 e o tanto de assassinatos e repressão de mortes que aconteceram de trabalhadores no campo e na cidade por conta da ditadura militar. O Estado brasileiro nunca assumiu sua culpa, sua responsabilidade por esses assassinatos. Aqueles que cometeram esse tipo de crime continuam impunes, com altos salários ao se aposentaram e recebem dinheiro do povo brasileiro. Na época da ditadura militar, mais de 1.196 camponeses foram assassinados ou desaparecidos e o Estado só reconhece 29”, dispara a integrante do MPA, para quem a impunidade só estimula a continuidade dessas práticas no campo

Fonte: Notícias ao minuto.
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Cerca de 350 quilos de pescados são apreendidos no Pará.

Uma equipe da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), da unidade de Santarém, no oeste paraense, apreendeu 350 quilos de pescado clandestino na manhã desta segunda-feira (24). A informação foi divulgada nesta terça-feira (25).

O local foi interditado pelos agentes porque processava pescado clandestino no centro da cidade. Várias espécies foram encontradas na empresa Rodolfo Pescados.

Segundo o agente de fiscalização Solon Pessoa, a produção acontecia em uma adaptação residencial, e era destinada ao mercado varejista de Santarém. O local não apresentava as mínimas condições de higiene.

Após a apreensão e interdição do estabelecimento, o material foi descartado no aterro sanitário de Santarém.

Fonte: DOL.
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Bancários do Pará não trabalham dia 28

Trabalhadores bancários do Pará decidiram, por unanimidade, aderir à greve geral da classe trabalhadora da próxima sexta-feira (28). A decisão foi tomada em votação nesta terça-feira (25).

De acordo com matéria publicada no site do Sindicato, pesou na decisão o fato da categoria ser contra as reformas trabalhistas e da previdência.

Pontos de Concentração

Belém, Marabá e Santarém são os principais pontos de concentração da categoria no dia 28. Os endereços onde os bancários ficarão concentrados são:

Belém – corredor financeiro da Avenida Presidente Vargas, onde na Praça da República, a partir das 8 horas, deverão se somar aos Servidores Públicos Federais e Estaduais.

Marabá – A concentração da categoria será em frente ao prédio do INSS, no bairro da Cidade Nova, em conjunto com todas as categorias e entidades de classe que compõem o Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos dos Trabalhadores na cidade.

Santarém – O ponto de encontro da categoria será na Praça Matriz, também às 8h, em conjunto com as demais categorias e entidades que integram o Fórum Sindical e Popular de Luta contra a Reforma da Previdência.

Na matéria, os bancários lembram que a greve é uma convocação da CUT e demais centrais sindicais, além das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

Nos esclarecimentos detalham que a greve é legítima, sem falta e desconto e que greve fora da data-base é possível.

Fonte: DOL.
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Santarém-Jovens são baleados durante perseguição policial na Avenida Tapajós

De acordo com a polícia, a dupla iria cometer assaltos no centro comercial. Os baleados, um de 18 e outro de 17 anos, foram levados ao PSM.

Durante uma perseguição policial na tarde desta terça-feira (25) na Avenida Tapajós, próximo do cruzamento com a Travessa 15 de novembro, em Santarém, no oeste do Pará, dois jovens foram baleados. Eles trocaram tiros com policiais militares.

De acordo com a polícia, a dupla iria assaltar uma pessoa no centro comercial do município quando militares que passavam pelo local perceberam a ação e deram início à perseguição. Um dos suspeitos disparou contra os policiais, que revidaram. Um projétil atravessou o corpo do menor de 17 anos e atingiu de raspão o jovem de 18 anos. A dupla caiu e foi capturada pelos policiais.

Os dois foram colocados em uma viatura do Grupamento Tático Operacional e levaos ao Pronto Socorro Municipal para atendimento médico.

Há poucos minutos, um terceiro jovem, de 22 anos de idade, foi preso pela Rocam de Motopatrulhamento e GTO, suspeito de fornecer armas e motos para os assaltantes.

O G1 entrou em contato com a assessoria do PSM para saber o estado clínico dos jovens baleados e aguarda resposta.

Esta matéria está sendo atualizada.

Fonte: G1 PA.
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Governo do Pará indica membros do colegiado para intervenção em aterro de Marituba

De acordo com decisão judicial, comissão de técnicos irá gerir aterro sanitário em parceria com a empresa Guamá Tratamentos de Resíduos

O governo do Pará indicou nesta terça-feira (25) os três membros do colegiado que irá intervir na gestão da empresa Guamá Tratamentos de Resíduos no aterro sanitário de Marituba. Segundo decisão da justiça, os interventores terão amplos poderes de gestão, gerenciais e financeiros sobre a empresa Guamá Tratamentos de Resíduos, que detém a licença de operação do aterro. O G1 entrou em contato com a empresa e aguarda posicionamento sobre a intervenção.

A gestão compartilhada do aterro faz parte das medidas apontadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para a solução dos problemas gerados pelo aterro que, segundo a população de Marituba, provoca mau cheiro e causa transtornos para os moradores do município.

Os interventores serão Wagner Luís Moreira Cardoso, engenheiro ambiental e de segurança do trabalho, lotado na Diretoria de Licenciamento Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); Marcos Antônio de Queiroz Lemos, delegado de Polícia Civil do Pará, com atuação na Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema); e a técnica Maria do Socorro Vasconcelos Colares, com formação em Ciência Contábeis.

Questão de saúde pública

Segundo o prefeito de Marituba, Mário Filho, a presença do aterro afeta a saúde dos moradores do município: no mês de março de 2017 foram identificados 3 mil atendimentos a mais na área da saúde em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com o secretário extraordinário de Integração de Políticas Sociais, Heitor Pinheiro, o aterro sanitário afeta negativamente a maior parte da população de Marituba. “Segundo levantamentos, quase 90% da população do município vêm sendo afetada pelo aterro e como o Estado está intervindo através de uma ação judicial, é fundamental estarmos de forma presencial no município”, disse.

Nesta terça-feira (25), o secretário e outros representantes do governo envolvidos na elaboração do plano de apoio às famílias impactadas pelo aterro visitaram as instalações do espaço, cedido pela prefeitura do município, onde irá funcionar um espaço de assistência para os moradores afetados pelo aterro com serviços voltados para saúde e cidadania.

“Já fizemos um primeiro contato com técnicos do município, para unirmos forças e aumentarmos os serviços prestados usando a rede de proteção em Marituba e atendermos de forma integrada à comunidade em torno do aterro”, disse Cláudio Lima, secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).

Fonte: G1 PA.
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China envia 100 mil militares para fronteira com a Coreia do Norte

A adoção da medida aconteceu há algumas semanas, enquanto os Estados Unidos apresentavam fortes discursos contra o regime de Kim Jong-un

A China enviou um grupo de 100 mil militares para a sua fronteira com a Coreia do Norte, como parte de uma estratégia preventiva diante das fortes tensões na Península Coreana, informou nesta terça-feira o jornal japonês Yomiuri.

De acordo com uma fonte militar chinesa, a adoção da medida aconteceu há algumas semanas, enquanto os Estados Unidos apresentavam fortes discursos contra o regime de Kim Jong-un, o que gerou forte temor ao governo chinês.

Em mais de uma oportunidade a Casa Branca declarou que “todas as opções estão na mesa” para lidar com o programa nuclear de Pyongyang. Noticiou-se na Ásia que os norte-coreanos teriam levado a cabo mais um teste bélico nesta terça-feira.

No Mar do Japão, o porta-aviões USS Carl Vinson e parte da frota norte-americana se dirigem à península, para a realização de exercícios militares conjuntos com os navios de guerra japoneses Ashagara e Samidare.

As forças da Coreia do Sul também são aguardadas para esses exercícios na região, algo sem precedentes desde o armistício que paralisou a Guerra da Coreia, em 1953. Com informações do Sputnik Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Transações do Brasil com exterior têm melhor resultado desde 2005

No mesmo mês do ano passado, houve deficit de US$ 864 milhões

Com o bom desempenho das exportações, as transações do Brasil com o exterior tiveram superavit de US$ 1,4 bilhão no mês passado, o melhor resultado para o mês desde 2005 e o primeiro positivo para março desde 2007, informou nesta terça-feira (25) o Banco Central.

No mesmo mês do ano passado, houve deficit de US$ 864 milhões.

A expectativa do BC para o mês passado era de um deficit de US$ 1,5 bilhão.

O bom resultado foi determinado pela balança comercial.

As vendas de bens para outros países somaram US$ 20 bilhões, e as importações US$ 13,1 bilhões, o que possibilitou um resultado positivo de US$ 6,9 bilhões na balança comercial.

VIAGENS

A balança comercial compensou o deficit nas transações de serviços do Brasil com outros países, que foi de US$ 2,5 bilhões no mês.

Esse rombo ocorreu porque os gastos dos brasileiros com viagens a outros países somou US$ 1,5 bilhão, pouco acima do R$ 1,3 bilhão registrado em março de 2016.

Como as despesas de estrangeiros com viagens no Brasil totalizou US$ 650 milhões, houve um resultado negativo de US$ 880 milhões nessa rubrica.

O investimento direto estrangeiro foi de US$ 7,1 bilhões no mês passado, acima dos US$ 5,5 bilhões de março de 2016.

ACUMULADO

No acumulado do ano, o resultado das transações com outros países está bem abaixo ainda do rombo de US$ 7,5 bilhões registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda é deficitário em US$ 4,6 bilhões. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Pará foi alvo de crime similar ao do Paraguai

O assalto à sede da empresa de transprte de valores Prosegur registrado na madrugada desta segunda-feira (24), na Ciudad del Este, no Paraguai, tem sido chamado pela imprensa local de “Crime do Século”, devido ao modo cinematográfico com que foi executado. O crime, entretanto, possui diversa similaridade com outros crimes ocorridos no Brasil, inclusive um caso em Marabá, no sudeste paraense.

O caso em questão ocorreu em setembro de 2016, quando uma quadrilha formada por cerca de 30 pessoas explodiu e invadiu a sede da Prosegur na empresa. O bando seguiu pelas ruas da cidade em caminhonetes e deixaram o município por uma ponte na rodovia Transamazônica. Dois caminhões foram colocados sobre a ponte, um em cada extremidade, e os veículos foram incendiados, impedindo que a polícia perseguisse o bando. Os suspeitos então fugiram da região em um rio, com o apoio de um barco.

Outros assaltos similares foram registrados em outras localidades do Brasil, como no interior de São Paulo. Segundo o governo paraguaio, o crime desta semana foi cometido por brasileiros, já que os suspeitos utilizaram carros com placas do país e falavam portugues.

https://youtu.be/iLjS4z-yJYs

A polícia paraguaia atua em conjunto com a Polícia Federal brasileira para identificar o bando. A principal suspeita é que o crime tenha sido cometido por membros da facção criminosa PCC, que também estaria por trás dos crimes realizados no Brasil.

https://youtu.be/XWktZPzlxPo

Fonte: DOL.
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