Pará tem cerca de 5 mil revendas de gás de cozinha clandestinas, aponta sindicato

Seminário ‘Passando a limpo a revenda de gás’ aborda o assunto e outras questões do setor nesta quinta-feira, 27, no MPE, em Belém.

O Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás do Pará (Sergap) estima que no estado existam cerca 5 mil revendas irregulares do produtos. Este número representa mais que o dobro de revendas autorizadas, que são cerca de 2 mil. Para tentar combater esse problema, será realizado nesta quinta-feira (27), o II Seminário Passando a Limpo a Revenda de Gás, no auditório do Ministério Público do Estado (MPE), em Belém.

A revenda clandestina de gás de cozinha e seu transporte de forma irregular colocam em risco, diariamente, a saúde e a segurança da população. O Seminário tem o objetivo justamente de esclarecer sobre os riscos da atuação irregular, debater as peculiaridades e normas que regulam a atividade e as principais irregularidades encontradas.

O evento reunirá membros do MPE; revendedores e distribuidores de gás; e servidores dos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Fazenda, Secretaria de Finanças do Município, Detran e órgãos municipais de trânsito. A expectativa é reunir pelo menos 200 empresas do setor.

Fonte: G1 PA.
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Pará Sustentável cria cenário para o desenvolvimento econômico, social e ambiental,

O governador Simão Jatene assinou na manhã desta quarta-feira (26) o decreto que institui a Política de Desenvolvimento Harmônico Sustentável do Estado do Pará – Pará Sustentável. A solenidade reuniu representantes de municípios paraenses, durante a apresentação e instalação do Fórum Permanente de Prefeitos e Prefeitas do Pará Sustentável, no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia. No primeiro dia do evento, estiveram presentes 76 prefeitos, 10 vice-prefeitos e 5 representantes diretos, totalizando 91 municípios.

O decreto visa coordenar ações governamentais e articular parcerias com o setor privado e a sociedade civil, para promover o desenvolvimento do Pará, incluindo ações que serão realizadas em conjunto com as prefeituras, por meio do Programa Municípios Sustentáveis. A adesão ao programa será feita durante novos encontros e reuniões entre as equipes do governo e das prefeituras.

Simão Jatene explicou que a política prevista pelo Pará Sustentável nasceu para combater a pobreza e a desigualdade, tendo como premissa atingir os objetivos do desenvolvimento definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com o governador, esse novo passo só foi possível após a garantia do equilíbrio das contas públicas do Estado, mesmo em tempos de crise econômica no País. Com a instituição do Pará Sustentável em política de Estado, o governo quer deixar um legado à sociedade, pois estabelece um novo modelo de desenvolvimento.

“Significa buscar que a riqueza que nós criamos fique cada vez mais aqui no Estado. Nós pegamos o desafio de reduzir pobreza e desigualdade, e unimos aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável, e, como resultado, criamos uma agenda de desenvolvimento em três grandes pilares – o econômico, o social e o ambiental”, explicou o governador.

Segundo Adnan Demachki, coordenador do eixo econômico do Pará Sustentável, o Programa Pará 2030 – lançado pelo governo estadual -, a assinatura do decreto vem consolidar o Pará Sustentável como política pública. “Passa a ter status de projeto de sociedade, que perpasse os governos que seja, cada vez mais, compreendido como um esforço coletivo. Por isso continuaremos a apresentar o projeto aos municípios, para que esta política de desenvolvimento seja abraçada pelas prefeituras e fique como legado à sociedade”, ressaltou.

Meta – No eixo econômico, a meta é do Pará Sustentável, para os próximos 15 anos, é igualar a renda per capita do Pará à média nacional, e promover um crescimento de 5,3% ao ano, criando 3 milhões de empregos até 2030.

O decreto estabelece que o Estado deve compatibilizar, no planejamento de seu desenvolvimento, o crescimento da produção e renda com sua distribuição entre os vários segmentos da população e as diversas regiões; combater as causas da pobreza e os fatores de vulnerabilidade, assegurando aos cidadãos e suas famílias a proteção social; proporcionar os meios de pleno acesso a direitos fundamentais, como educação, cultura, saúde e assistência pública, bem como proteção e garantia a pessoas com deficiência, e promover ações de construção de moradias dignas e melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico, valendo-se de sua competência como ente federado na busca pela realização dos objetivos do Estado brasileiro.

Ainda de acordo com o decreto, caberá ao Centro de Monitoramento de Políticas Públicas do Estado do Pará realizar o “monitoramento geoespacializado das políticas públicas” e promover ações entre as secretarias estaduais nas esferas econômica, social e ambiental, e nas regiões e municípios, garantindo a transparência das informações.

O Pará 2030 é o planejamento da economia paraense que pretende elevar a renda per capita paraense e criar um paradigma diferenciado do modelo de desenvolvimento atual, baseado no extrativismo e em um modelo exportador de matéria-prima.

Adnan Demachky ressaltou que o Pará 2030 foi construído por muitas mãos, e cria um ambiente propício ao desenvolvimento estadual. Uma das metas é ter 60% das empresas como indústria de transformação, e não de exportação. Como exemplo, ele citou a produção de eucalipto. “O Pará ganha R$ 80,00 por metro cúbico exportando a madeira. Se construíssemos MDF aqui, o Pará agregaria valor, geraria mais empregos a cadeia de produtiva”, acrescentou.

Pará em números – Até 2020, o Pará deverá receber quase R$ 200 bilhões em investimentos em infraestrutura e logística, energia, mineração, indústrias, agronegócios, petróleo e gás. A expectativa é que os investimentos gerem mais de 200 mil novos postos de trabalho.

No município de Barcarena, na região nordeste, que abriga o Porto de Vila do Conde, o maior do Pará, está sendo implantada uma Zona de Processamento de Exportação, área de livre comércio com o exterior e zona primária para efeito de controle aduaneiro.

O Pará também já dispõe de quatro distritos industriais: no distrito de Icoaraci (em Belém), e nos municípios de Ananindeua, Barcarena e Marabá, que somam mais de 8 mil hectares de área e tem mais de 310 empresas instaladas. Em Santarém, no oeste, o Distrito Industrial está em processo de implantação.

Os distritos industriais e a instalação da ZPE estão sob a administração da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), que também dá suporte aos investidores na identificação dos melhores locais para instalação de empreendimentos, além de acompanhar todas as fases de implantação.

Minervina Barros, prefeita de São Félix do Xingu, no sul do Pará, disse que seu município vai aderir ao Pará Sustentável, pois pretende criar em seu município o programa São Félix do Xingu Sustentável. Os primeiros passos, explicou a prefeita, são equilibrar as contas do município e trabalhar em parceria com o governo. “Nós somos o maior produtor de carne bovina, com mais de 2 milhões de cabeças de gado, além de outras produções, como cacau. Esta política de desenvolvimento sustentável só vem ajudar”, afirmou.

Eixo ambiental – Com a inauguração neste ano do Centro Integrado de Monitoramento Ambiental Gabriel Guerreiro (Cimam), que tem como objetivo a coleta de dados e produção de conhecimento sobre fatores que geram impacto no meio ambiente, o governo do Estado fortaleceu as metas do Pará Ambiental, utilizando a tecnologia e o conhecimento para o desenvolvimento da Amazônia.

O Cimam faz parte do Pará Sustentável, e utiliza de forma inédita um sistema automatizado de monitoramento e controle do desmatamento, usando imagens de satélite com precisão de até três metros de distância da área monitorada.

“O sistema possibilita ações tanto de combate, como de prevenção ao desmatamento. Com o Cimam nós temos imagens de qualidade a cada 48 horas, antes que ele aumente”, explicou Luiz Fernandes Rocha, secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade. Ele lembrou que no sistema anterior as imagens eram fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), e chegavam com 120 dias.

Os dados coletados pelo Centro vão subsidiar medidas de planejamento, controle, recuperação, preservação dos recursos naturais e auxiliar na definição de políticas ambientais.

Monitoramento – A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) também trabalha na criação de uma Rede de Monitoramento Ambiental, que consiste na instalação de polos de integração ambiental em diversas regiões do Estado, compostos por comunidades locais e entidades com atuação na área de meio ambiente, e ainda na realização de palestras sobre sensibilização ambiental em todo o Pará.

Para o secretário Luiz Fernandes Rocha, o decreto foi assinado hoje, mas o governo do Estado já possui mais de uma dezena de políticas que estão sendo desenvolvidas pela Semas. “Junto com os municípios vamos descentralizar essas políticas. Não há desenvolvimento sustentável sem a participação de todos”, frisou.

Novo modelo – Coordenado pela Secretaria Extraordinária de Integração e Políticas Sociais (Seips) e executado por diversas secretarias, o Programa Pará Social é determinante na criação de um novo modelo de sociedade, com menos pobreza, mais igualdade, bem-estar, inclusão para todos e desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente.

“Definir objetivos e metas integralizadas e centralizadas é fundamental no processo de construção do planejamento que complementa o Pará 2030, já que só o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da renda per capita não garante a diminuição da desigualdade”, ressaltou o titular da Seips, Heitor Pinheiro.

Ele acrescentou que o Pará vive um momento ímpar, quando se discute o conceito de desenvolvimento em outro patamar. “Quando o governo do Estado chama os prefeitos para aderirem a uma política de Estado que incorpora um novo conceito de desenvolvimento, baseado no tripé do desenvolvimento econômico, social e ambiental, significa que nós não podemos mais formular projetos no modelo antigo. Este é o mais adequado”, afirmou Heitor Pinheiro.

O desenvolvimento econômico sustentável precisa de capital humano preparado para executá-lo. Por isso é importante um conjunto de esforços não só do governo do Estado, mas também dos municípios, na luta contra a pobreza e a desigualdade.

Estruturas – Hoje, segundo o secretário, há várias estruturas já implementadas, como as Unidades Integradas Pro Paz, os Centro de Referência de Assistência Social (Cras), os Conselhos Tutelares, e tudo pronto para ser usado. É preciso agora, ressaltou, integrar as políticas e entender que a centralidade delas tem que ser a família, fazendo com que ela ganhe autonomia e, quando ultrapassar a linha da pobreza, possa se sustentar.

O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, vê no Pará Sustentável uma oportunidade de parceria para fortalecer este modelo de desenvolvimento em sua região. “Nós já entendemos que esta linha de desenvolvimento sustentável é o ideal para o nosso município. Essa parceria do governo do Estado, com os municípios assumindo responsabilidades conjuntas, tem o poder muito grande de transformação da realidade”, destacou.

Ações já começam a ser realizadas

A secretária Extraordinária dos Municípios Sustentáveis, Izabela Jatene, falou sobre o programa e destacou a importância do Fórum na integração de políticas públicas. “O que precisamos é customizar uma relação entre Estado e município, sem perder de vista o valor do que é público, resgatar esse valor e fortalecer a gestão, sobretudo fortalecer o apoio ao ajuste fiscal. Hoje nós temos aproximadamente 134 municípios paraenses impedidos de conseguir parcerias para receber novos recursos. Ajudar esses municípios a sair dessa situação é um dos principais objetivos do Programa Específico de Apoio à Gestão, que já vamos colocar em prática dentro do programa”, disse a secretária.

No Fórum, o Governo do Estado apresenta as condições gerais de adesão das cidades ao programa Municípios Sustentáveis, que contempla um conjunto de financiamentos e um pacote de projetos e serviços estruturantes nos municípios, tendo como contrapartida ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.

Convidada especial do Fórum de Prefeitos, a diretora presidente da Comunitas, Regina Esteves, destacou o empenho dos gestores paraenses na integração de melhorias à população. “É com muita felicidade que vi hoje aqui uma plateia tão bem engajada por uma pauta comum. Estamos em um momento do país no qual é muito importante a gente valorizar isso. Percebi uma vontade imensa do Governo do Pará de desenvolver um trabalho efetivo, a longo prazo, que possibilite uma agenda de governo nesse sentido e em parceria com os municípios e os cidadãos”, disse Regina.

A Comunitas desenvolve ações na área de gestão pública em cinco capitais do país, cujo trabalho já vem recebendo reconhecimento por fortalecer a governança nessas prefeituras. Para o prefeito Marcos Nascimento, de Brejo Grande do Araguaia, o fortalecimento de parcerias para realizar políticas públicas é absolutamente fundamental para atender melhor o cidadão. “O governador Simão Jatene afirmou hoje aqui o compromisso da união entre Estado e municípios, para fazer um Pará ainda melhor de se morar. Ele está buscando liberar recursos para que a gente possa desenvolver ações voltadas para o desenvolvimento do Estado. E esse Fórum é fundamental para unir forças em prol de uma causa única, que é a melhoria do nosso povo”, afirmou.

Fonte: Agência do Pará.
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Pleno do TJ-PA pune pela terceira vez juiz acusado de ser parcial

O juiz de direito César Lins sofreu pena de censura do Tribunal de Justiça do Pará nesta quarta-feira. Ele responde a sete processos e foi condenado em três.

O pleno do Tribunal de Justiça do Pará decidiu, na sessão desta quarta-feira (26), aplicar uma pena de censura ao juiz César D. F. Lins. Por maioria de votos, o pleno entendeu que o magistrado atuava de forma parcial, o que fere o artigo 35 da Lei Orgânica da Magistratura que define que o juiz deve “Cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício”. O G1 tentou contato com o juiz, mas não foi atendido.

A pena de censura é uma medida administrativa contra o juiz, que fica registrada em sua carreira e impede o seu avanço profissional. Com a censura, César Lins não pode ser promovido, por exemplo.

Esta não é a primeira vez que o magistrado sofre pena de censura. Na sessão do dia 13 de abril, os juizes que comõem o pleno julgaram dois Processos Administrativos Disciplinares contra César Lins, e nos dois casos ele também sofreu censura por acusações referentes a violações da Lei Orgânica da Magistratura e do Código de Ética da Magistratura Nacional.

De acordo com a apuração da reportagem, o juiz César Lins atuou em Marabá, mas foi transferido para Barcarena e atualmente está afastado das funções.

Fonte: G1 PA.
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Polícia fecha fábricas clandestinas e apreende palmito no nordeste do PA

Espaços foram flagrados em condições de falta de higiene e ausência de cuidados sanitários, necessários à fabricação do produto para consumo humano.

A Polícia Civil divulgou nesta quarta-feira (26) que a Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema) investiga o funcionamento de pequenas fábricas clandestinas de palmito em conserva. Elas estariam funcionando sem autorização de órgãos ambientais do Estado. Em uma operação deflagrada no último dia 20 em Igarapé-Miri, nordeste do Pará, policiais civis fecharam dois barracões, onde era feita a extração, o envasamento e armazenamento do produto.

O local fica localizado à margem direita do Rio Meruú-Açu, em frente à localidade de Vila Maiauatá, na zona rural do município. Lá havia dois barracões, um construído em madeira, usado como armazém para as caixas de palmito em conserva, e outro, com piso e paredes de alvenaria, servia como local de preparação do palmito.

Precariedade
O delegado Vicente de Paulo Costa identificou o proprietário dos barracões como Manoel Aires Lobato. “A atividade é feita de forma artesanal e com utilização de equipamentos improvisados, de forma precária”, informou. De acordo com o delegado, o palmito era comprado “in natura” na região e depois levado para a “fabriqueta”, onde era preparado manualmente para ser embalado.

A equipe policial flagrou a falta de higiene e total ausência de cuidados sanitários, necessários à fabricação do produto para consumo humano. Foi encontrado um tanque que era usado para cozimento do palmito e de utensílios em condições precárias.

Segundo a polícia, o dono da fábrica disse que os espaços funcionam no local desde 2015, mas que estariam inativas há cerca de três meses. Ele confirmou que não tem licença de órgãos ambientais para exercer essa atividade no local. Durante a vistoria em um dos barracões foram apreendidas 1.229 caixas lacradas com palmitos em conserva.

Manoel Lobato foi autuado por crime previsto no artigo 46, por “receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento”.

Fonte: G1 PA.
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Mais de 390 mil pessoas já entregaram o IR no Pará

Faltando dois dias para o fim da entrega do Imposto de Renda, mais da metade dos contribuintes do Pará já entregaram as declarações. De acordo com balanço da Receita Federal, até 11 horas desta quarta-feira (26), 390.343 declarações foram recebidas pelos sistemas da Receita. O prazo de entrega da declaração vai até 28 de abril.

No Pará, o total de 562.900 tem que declarar Imposto de Renda. Na 2ª Região Fiscal (AC, AM, AP, PA, RO, RR), 1.282.300 tem que declarar, sendo que só 884.336 contribuintes já cumpriram a obrigação com o fisco federal.

A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

Fonte: DOL.
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Mãe de Eliza Samúdio comemora decisão do STF: “Senti um alívio”

 Mãe de Eliza Samúdio comemora decisãodo STF: “Senti um alívio”: Sônia Moura se manifestou sobre o retorno do goleiro Bruno à prisão

A mãe de Eliza Samúdio, Sônia Moura, se manifestou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou nesta terça-feira (25) o retorno imediato do goleiro Bruno à prisão.

“Senti um alívio porque é muito revoltante ele solto e a forma como saiu, forma como se mostrou, dando risada”, disse ela, que, segundo o UOL, recebeu a notícia através de sua advogada.

Para Sônia, a decisão desta terça representa que “a justiça está sendo feita”.

O jogador, que voltou aos gramados pelo Boa Esporte, pegou 22 anos e três meses de condenação em primeira instância pela morte da ex-amante Eliza Samúdio.

Fonte: G1 PA.
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Aumenta número de turistas latinos no Brasil, diz Embratur

Argentina continua sendo o país que mais enviou turistas para o Brasil

Os números do Anuário Estatístico do Turismo 2017 comprovam: a estratégia de promoção do Brasil na América do Sul, realizada pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) no último ano foi certeira. O comparativo da entrada de estrangeiros dos países sul-americanos de 2015 com 2016 mostra que houve uma variação positiva de 9,1% de turistas. Resultado acima da média, já que no total, as chegadas ao Brasil tiveram um aumento de 4,3%.

A Argentina continua sendo o país que mais enviou turistas para o Brasil em 2016, com aumento de 10,3%. Se em 2015, 2.079 milhões de hermanos curtiram os nossos destinos, 2.294 milhões aproveitaram o País no último ano. O Paraguai ultrapassou o Chile e alcançou o terceiro lugar, com mais de 315 mil visitantes, acréscimo de 4,9%. Entre os países estratégicos sul-americanos, a Bolívia apresentou o maior incremento no ingresso de turistas ao Brasil (27,7%).

O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, lembrou os fatos positivos de 2016 que fizeram crescer o interesse dos sul-americanos no que o Brasil tem de melhor para oferecer. “No último ano, o Brasil recebeu a Olimpíada e a Paralimpíada, garantindo mais visibilidade para os nossos destinos. Além disso, a Embratur, em conjunto com as Embaixadas do Brasil e com os Comitês Descubra Brasil, promoveu destinos brasileiros relacionados aos mais diversos segmentos turísticos. Com a análise dos mercados estratégicos, o Instituto investe em promoção de forma acertada e com o objetivo também de aumentar o fluxo de turistas na América do Sul como um todo”, comentou.

Vale ressaltar que as dez primeiras posições do ranking dos 50 maiores emissores de turista para o Brasil são ocupadas por países prioritários para o Brasil: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Portugal.

Chegadas nos estados brasileiros

O Anuário Estatístico 2016 trouxe ainda dados da chegada de turistas ao Brasil por Unidades de Federação e a variação positiva nos estados brasileiros. Santa Catarina, por exemplo, teve um acréscimo de mais de 25% de turistas de 2015 para 2016, passando de quase 150 mil visitantes estrangeiros para mais de 200 mil. O Mato Grosso do Sul também teve um ótimo incremento, passando de mais de 56 mil visitantes para mais de 77 mil – aumento de 26%. O Paraná apresentou aumento na chegada de turistas estrangeiros de mais de 10% (de mais de 755 mil para quase 850 mil). No Rio de Janeiro, a variação foi de pouco mais de 7% e no Rio Grande do Sul o aumento foi de mais de 2%, entre outros estados que também receberam mais estrangeiros na comparação de 2015 com 2016.

Fonte: ORMNews.
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PF cumpre 15 mandados de busca e condução coercitiva no Pará

Operação “Sétima Arte” investiga fraudes na concessão de benefícios de pensão por morte. Três vereadores participaram do esquema.

Operação da Polícia Federal combate fraude no INSS no Pará e no estado do Ceará

A Polícia Federal informou que cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e condução coercitiva em sete municípios do Pará na manhã desta quarta-feira (26), durante as ações da operação “Sétima Arte”, que investiga um esquema de fraudes na concessão de benefícios de pensão por morte nos estados do Pará e do Ceará.

Dos seis mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, quatro foram cumpridos e, dos 13 mandados de condução coercitiva, 11 foram cumpridos nesta quarta. Foram deferidos, também, os pedidos de bloqueio de bens, contas bancárias e quebra dos sigilos fiscais e bancário de alguns investigados.

No Pará, as ações da operação desta quarta foram realizadas nos municípios de Redenção, Xinguara, Água Azul do Norte, Ourilândia do Norte, São Felix do Xingu, Belém e Ananindeua.

Segundo a Polícia, as investigações começaram em 2012 após a elaboração de relatórios de inteligência elaborados pelo INSS e investigações da Polícia Federal, que indicou inúmeras irregularidades na concessão de cerca de 200 benefícios de pensão por morte.

A PF apurou que o esquema tem envolvimento de um vereador de Xinguara, no Pará, servidores do INSS, pessoas vinculadas ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xinguara, bem como diversos “aliciadores de beneficiários”.

Outros dois vereadores de municípios do Pará também participavam do esquema, mas eles não tiveram os nomes divulgados. Segundo a OPF, a função dos políticos era captar e aliciar mulheres que teriam interesse em receber pensão por morte.

O esquema também tinha a participação de funcionários de sindicatos de trabalhadores agrários. Esses funcionários emitiam documentos falsos que eram levados até a sede do INSS em Redação. A papelada era recebida por servidores que também participavam do esquema e aprovavam a liberação do benefício.

O prejuízo causado ao INSS está avaliado, até o momento, em aproximadamente R$ 7 milhões. Porém, estima-se que o dano aos cofres públicos seja muito superior a isso, pois as apurações administrativas continuam e já estão identificando dezenas de outros benefícios com suspeita de fraudes da mesma natureza.

Fonte: G1 PA.
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Prefeitura realiza capacitação das merendeiras

A Prefeitura Municipal de Novo Progresso realiza o primeiro curso de capacitação de merendeiras do Município.

Através da Secretaria de Educação o curso foi realizado no ultimo dia 19 com o intuito de integração entre as merendeiras, troca de idéias e informações, tendo como o foco principal a orientação e treinamento de higiene e manipulação para todos que trabalha de alguma maneira com alimentação, a prefeitura forneceu todo material de apoio: Caderno, Lápis, livreto com receitas de reaproveitamento de alimentos para fazer acompanhamento do curso, teve sorteios de lembranças para todas as participantes.

O encontro foi preparado e conduzido por duas profissionais da Secretária de Educação, coordenadora de merenda Sra. Margarete Caetano e Nutricionista da merenda do município Sra. Carla Cavagna.

Foi desenvolvido dinâmica de integração com vários temas:

A legislação vigente para fornecimento de merenda.
Pirâmide de alimentos.
Repasse dos valores da merenda.
Custos dos produtos utilizados.
Agricultura familiar.
Manipulação de alimentos.
Pratica de execução de almoço e bolo com casca de banana.

Estávamos esperando no máximo 50 profissionais, porem tivemos a presença de 74, entre merendeiras e auxiliares de serviços gerais. Fiquei feliz em ver o interesse dos participantes em melhorar e economizar no trabalho do dia a dia, o encontro de formação de merendeira está previsto para ocorrer bimestralmente nos dias que acontecer o conselho de classe, vamos aprimorar mais o próximo com provas de aproveitamentos com direito a certificados. “O papel de cada uma aqui é fundamental para as crianças do nosso município e temos a responsabilidade de fornecer bons alimentos para os nossos alunos”, afirmou a secretária de educação Juliana Bertol.

Por: Claudinho Leite ASCOM/PMNP.
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Não há surto de caxumba no Pará desde 2010, garante Sespa

A Sespa não informou dados de 2016. Doença não tem dados precisos sobre sua incidência

Não há surto de papeira ou caxumba no Pará desde 2010, segundo garantiu ontem a Secretaria de Estado de Saúde Pública, e não houve casos confirmados nem notificados da doença – cuja notificação só é obrigatória em cenários de surtos – em 2014 e 2015. A Sespa não informou dados de 2016, mas explicou que, por não ser de notificação obrigatória, a doença não tem dados precisos sobre sua incidência no Estado. Quando ocorre em forma de surto, a notificação é feita à Vigilância Epidemiológica da Sespa pelas equipes de vigilância epidemiológica dos municípios, o que ainda não ocorreu este ano. “A maioria não notifica a doença, mesmo com o relato de pacientes”, diz um trecho da nota emitida pela Secretaria.

A médica infectologista Vânia Ribeiro Brilhante observou ontem que o período de chuvas fortes chuvas é o mais propício para o surgimento de casos de papeira. Segundo ela, hábitos simples como lavar as mãos são fortes aliados contra a contaminação. ‘’Na nossa região, estas doenças de transmissão direta costumam aumentar em número de casos no inverno. No nosso caso no inverno amazônico, quando as chuvas se intensificam”, disse a médica. Ela aconselhou que se leve as mãos à boca quando se tosse ou espirra, dando preferência à utilização de lenços. “Recomenda-se também a utilização de álcool gel para higienização das mãos e que se evite ambientes fechados e aglomerados”, explicou a médica.

Vânia Brilhante apontou ainda os sintomas precoces da caxumba: cefaléia, dor na mastigação, febre fraca e ligeira e mal estar geral. O quadro evolui com o aumento do tamanho das glândulas salivares, ocasionando o edema ou inchaço, muito conhecido, do rosto e do pescoço. “De imediato, é preciso tomar algumas providências, como afastar a pessoa da escola ou do trabalho até que o período de transmissão acabe”, frisou.

A imunização de crianças, ressaltou Vânia, deve ser feita aos 12 e 15 meses. Ela destacou também que as complicações são raras, mas podem ocorrer, com o surgimento de uma orquite (inflamação do testículo), ooforite (inflamação dos ovários), pancreatite ou meningite, podendo até levar à surdez. “Reitero que estas complicações são muito raras”, enfatizou.

A Sespa ressaltou que o melhor caminho para tratar a doença é a imunização por meio da vacina tríplice viral, disponível nas Unidades Básicas de Saúde por estar incluída no calendário oficial de vacinação do Ministério da Saúde. Quando os surtos acontecem em municípios, segundo a Sespa, as equipes de vigilância epidemiológica das secretarias municipais de Saúde vão a campo investigar e só depois disso notificam a Sespa sobre as ocorrências e as ações desenvolvidas. Se for o caso, solicitam apoio logístico para as atividades.

Fonte: G1 PA.
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