FPA diz que hipótese de trabalhador rural receber casa e comida em troca de salário é “fantasiosa”

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou uma nota, hoje, esclarecendo a matéria publicada, nesta terça-feira, pelo jornal Valor Econômico, sobre o Projeto de Lei 6442/2016 que altera as regras para os trabalhadores rurais. De acordo com a entidade, o projeto legislativo “nunca levantou a hipótese de diminuir o salário em troca de casa e comida. Tal possibilidade é fantasiosa. Ao contrário, o que o projeto prevê são acréscimos beneficiando o trabalhador por conta de acordos previamente firmados. Ou seja, só há benefícios ao trabalhador acordados antecipadamente”.

Para a FPA, algumas pessoas “por incompreensão do texto, ou mesmo por total desconhecimento decorrente da falta de leitura, têm levantado hipóteses que definitivamente não são verdadeiras, como, por exemplo, no possível estabelecimento de jornada de 12 horas diárias”. Segundo a entidade, o tema jornada de trabalho está descrito na Constituição Federal, “logo, seria impossível alterá-la por meio de lei ordinária. Ou seja, faltam com a verdade essas pessoas que se manifestam nesse sentido”.

A FPA também se manifestou sobre a proposta de trabalho contínuo, conforme consta do projeto, que permite ao trabalhador rural, mediante solicitação e sujeito à concordância do empregador, usufruir dos descansos semanais remunerados em uma única vez, desde que o período trabalhado consecutivamente não ultrapasse 18 dias.

“Observe-se que não há supressão alguma do direito atualmente existente, o texto apenas permite que o trabalhador escolha a forma como prefere gozá-lo. Não se trata de uma premissa impositiva do empregador, mas sim de um benefício que pode estar amparado pela legislação, e só pode ser exercido desde que seja requerido pelo trabalhador, que muitas vezes perde muito tempo – chegando a dias em alguns casos – no deslocamento até sua residência. Hoje, no meio urbano, essa hipótese é socialmente aceita, basta ver o caso dos trabalhadores em plataformas petrolíferas, cruzeiros marítimos, dentre outros”, afirmou a entidade.

A Frente Parlamentar destacou ainda que as propostas apresentadas por parlamentares, além de serem uma forma legítima de atuação e consistem em verdadeiro convite para a promoção do diálogo social dentro do Congresso Nacional, por todos os atores sociais envolvidos ou interessados.

“Eventuais ajustes em propostas legislativas complexas, como é o caso, são absolutamente normais, todavia, o que não se pode admitir é a prática de um terrorismo social por parte de pessoas que sequer leram o texto, ou por aquelas que dolosamente o desvirtuam como forma de promoção pessoal ou de promoção de discursos de conveniência”.

Fonte: agronoticiasmt.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Secretaria decide manter policiais em área de garimpo ilegal em MT por tempo indeterminado

As equipes das forças de Segurança Pública do Estado se revezarão, a partir desta quinta-feira, para a manutenção da ordem pública e segurança no entorno do garimpo da Serra da Borda, localizado em Pontes e Lacerda. De acordo com o comandante regional da Polícia Militar de Pontes e Lacerda, tenente-coronel PM Antônio Chaves, ainda há muito a ser feito no local. “Nesta quinta-feira faremos uma varredura minuciosa com equipes de peritos da Politec e do Corpo de Bombeiros Militar à procura de materiais químicos e outros equipamentos utilizados para a prática de crimes contra o meio ambiente”, disse Chaves.

O comandante destacou ainda que o foco na ação de desocupação do garimpo não é entrar no mérito judicial, e sim prevenir e reprimir os crimes ambientais e demais crimes que possivelmente ocorrem no local. “Temos informações através do serviço de Inteligência de que lá está ocorrendo prostituição, uso de droga, pessoas com porte ilegal de arma, e que é um ambiente inóspito e de degradação ambiental. Então, a nossa preocupação são essas situações ilegais e a repercussão disso na cidade de Pontes e Lacerda”, explicou.

Chaves disse ainda que, em todas as ações de desocupação, a Segurança Pública sempre se preocupou em manter a ordem na região e evitar que mais pessoas se instalem no garimpo para exploração ilegal. “Estamos preocupados com a população da região. Se não fizéssemos nenhuma dessas desocupações, com certeza o caos ali estaria estabelecido. Não estariam na cidade cerca de 1.300 pessoas explorando a área, como até dias atrás, mas sim, cerca de 15 ou 20 mil pessoas aqui, e o município não suportaria. Teríamos problemas de saúde pública, em razão da insalubridade do local, além do uso de materiais químicos que comprometem a saúde dos garimpeiros”, falou o comandante.

Hoje, durante cinco horas, cerca de 110 policiais militares, civis e bombeiros realizaram varredura em toda a área do garimpo. Duas pessoas foram detidas e encaminhadas ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) de Pontes e Lacerda e liberadas posteriormente por não terem nenhum antecedente criminal, nem objeto que comprovassem que estariam praticando atividade ilegal e deteriorando o meio ambiente.

Para ocupar toda a região do garimpo, as polícias Civil e Militar colocaram em prática uma estratégia que foi planejada pensando em uma possível reação por parte das pessoas que estivessem no garimpo.

“O GOE da Polícia Civil fez toda uma base de proteção no início da Serra para que a Rotam e Força Tática pudessem subir e fazer o domínio da área e a primeira varredura. E foi nesse momento que as equipes encontraram as duas pessoas”, explicou o comandante regional da Polícia Militar de Pontes e Lacerda, tenente-coronel PM Antônio Chaves.

A informação é do Gabinete de Comunicação.

Fonte: Só Notícias
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Professores da rede estadual entram em greve no Pará

Categoria se reúne em um ato em frente ao Palácio dos Despachos, em Belém, nesta quarta-feira, 3. Liminar expedida na terça, 2, determinou presença de 80% dos professores do ensino médio.

Os professores da rede estadual de ensino do Pará entraram em greve nesta quarta-feira (3), suspendendo as aulas por tempo indeterminado nas escolas públicas do estado. A categoria se reúne durante a manhã em frente ao Palácio dos Despachos, na avenida Doutor Freitas, em Belém, para pedir uma audiência com o governador Simão Jatene.

Na última terça-feira (2), Governo do Pará propôs à Justiça Estadual uma ação declaratória de ilegalidade de greve, após indicativo de greve de professores da rede estadual, anunciada pelo sindicato da categoria, por prazo indeterminado, a partir desta quarta. A decisão liminar da desembargadora Luzia Nadja Nascimento determinou que seja mantido o contingente de 100% dos professores do 3º ano do ensino médio e o mínimo de 80% dos professores do nível médio, sob pena de multa de R$ 50 mil, por ato e por dia de descumprimento. A liminar também proíbe o fechamento e interdição de vias ou outros bens públicos; além do impedimento de ingresso às escolas para alunos e servidores que não desejarem aderir à greve. De acordo com a Seduc, o sindicato foi notificado quanto a decisão de descontar os dias parados dos professores que aderirem ao movimento grevista.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), cerca de 60% dos professores de escolas na região metropolitana de Belém aderiram à greve, alguns deles paralisaram totalmente as atividades, outros de forma parcial garantindo as aulas para alunos do terceiro ano do ensino médio. A direção do Sintepp informou ainda que faz um levantamento para saber o volume de adesões em todo o estado.

Fonte: G1 PA.
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Secretaria de Saúde reforça importância da vacinação contra gripe no Pará

Jaíra Ataíde, da Sespa, reforça que as pessoas que tem impossibilidade de deslocamento podem agendar a visita de uma equipe junto às secretarias municipais

Quinze dias após o início da 19ª Campanha de Vacinação contra a Influenza no Pará, apenas 76.500 pessoas foram imunizadas. Esse número representa cerca de 5% do total do público a ser alcançado dentro da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, até o fim do prazo da campanha, que vai até o dia 23 de maio.

Das 1.863.160 doses da vacina enviadas ao estado pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), o objetivo é alcançar 1.676.844 pessoas, o que equivale a 90% do público alvo. As doses foram distribuídas pela Sespa aos 13 Centros Regionais de Saúde, os quais repassaram as vacinas aos municípios – que são, na prática, executores da ação.

O número de pessoas vacinadas deve subir no dia D da Campanha de Vacinação, que será realizado no próximo dia 13 maio. Na data, que cai em um sábado, ocorrerá uma grande mobilização para atingir as metas do Ministério da Saúde. As secretarias municipais disponibilizarão as doses nas Unidades Básicas, e em outros locais abertos especialmente para a ocasião – os postos volantes -, como centros comunitários, salões paroquiais, estandes em shoppings e supermercados, e ainda coretos de praças.

“Este é o grande momento que a população tem para levar as pessoas que não podem se deslocar, nos outros dias, aos postos de vacinação”, explica a coordenadora estadual do Programa de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Jaíra Ataíde, que reforça também que as pessoas que tem impossibilidade de deslocamento podem agendar a visita de uma equipe junto às secretarias municipais.

Nos 144 municípios paraenses, são 2.300 postos de vacinação fixos, além de 340 volantes e 75 fluviais, com 20.350 pessoas envolvidas, incluindo 2.010 equipes de vacinação. A campanha envolve 550 carros, 25 barcos, 12 voadeiras e 25 motocicletas.

Prioridades – A recomendação do Ministério é que deverão ser imunizados os que estiverem nos grupos mais vulneráveis, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de 5 anos, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

A pedagoga Rosiele Marinho, 27 anos, faz parte desse grupo. Ela está no quarto mês de gestação e comenta que é muito importante que as mulheres grávidas tomem a dose da vacina para prevenir vários males, tanto para a mãe quanto para a criança que está para nascer. “Tenho tomado todos os cuidados necessários. Ainda estou no início da gravidez, mas vou me cuidar e cuidar da saúde do meu filho”, ressalta.

A aposentada Maria de Nazaré Casseb, 77 anos, foi até o posto de Saúde da Pedreira, na manhã desta terça-feira (2). “É muito difícil eu gripar. Tomo a vacina todos os anos e, por isso, recomendo que as pessoas também venham tomar”, disse.

Fonte: Agência do Pará.
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Justiça determina funcionamento normal de escolas da rede estadual

A decisão assegura que seja mantido em atividade o contingente de 100% dos professores do 3º ano do ensino médio e o mínimo de 80% dos professores do mesmo nível de ensino

A justiça estadual decretou que as escolas da rede pública estadual deverão funcionar normalmente. A decisão, acatando pedido de liminar da Procuradoria Geral do Estado (PGE), foi anunciada na tarde desta terça-feira (2). A desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento definiu multa de R$50 mil por ato e dia de descumprimento. A decisão assegura que seja mantido em atividade o contingente de 100% dos professores do 3º ano do ensino médio e o mínimo de 80% dos professores do mesmo nível de ensino.

A liminar proíbe o fechamento e interdição de vias ou de outros bens públicos, preservando o direito de ir e vir da coletividade; o descumprimento dessa determinação também será penalizado com multa de R$ 50 mil por dia. Na mesma decisão, a desembargadora proibiu o impedimento aos professores e alunos de ingressarem nas escolas.

Para o Procurador Geral do Estado, Ophir Cavalcante Junior, “a postura do Estado é de zelar pelo estado democrático de direito onde o direito de greve deve conviver com o direito à educação. O governo do Estado sabe e reconhece a importância da categoria dos professores, mas entende que a greve nesse momento trará um prejuízo para mais de 700 mil alunos que correm o risco potencial de perder o ano letivo, o que se vier a acontecer causará perdas incalculáveis na vida das pessoas. Além disso, o Estado vem cumprindo a sua parte pagando em dia e corretamente os professores, embora o sindicato não reconheça, mas isso está sendo objeto de discussão na Justiça, não sendo razoável que se prejudique os alunos enquanto não há uma decisão judicial”.

Remuneração é acima do piso

Na manhã desta terça-feira (02), antes da decisão judicial, a Secretaria de Educação (Seduc) encaminhou ofício ao Sintepp onde reitera ao sindicato que o menor valor que um professor estadual recebe no Pará, atualmente, é de R$ 3.662,80, por 40 horas semanais de trabalho – valor acima do piso.

No documento, a Seduc também informou ao sindicato da categoria a decisão administrativa da secretaria de descontar os dias parados dos professores que aderirem ao movimento grevista proposto e anunciado pelo sindicato para iniciar na quarta-feira (3).

A Seduc apontou que, cumprindo o que determinou o Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 693456, “julgado com Repercussão Geral”, buscará efetuar o desconto dos dias parados dos servidores que se ausentarem de suas funções por motivo de greve.

Reiterando que a Seduc continua aberta ao diálogo, a secretária acrescenta, entretanto, que “não é legítima a greve subsidiada, custeada pelos cofres públicos, que em outras palavras será custeada pelos impostos que toda a população paga para ter acesso a melhores serviços públicos”, disse.

A remuneração média de um professor com 200 horas é de R$ 4.694,12 – valor bem acima do piso atual do magistério, que neste ano tem o valor de 2.298,80. O reajuste do vencimento-base, pleiteado pelo sindicato, implicaria um impacto de R$ 35 milhões por mês. Esse valor não seria coberto pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Os recursos do fundo, transferidos ao Estado pela União, não são suficientes para cobrir as despesas atuais da folha de pagamento do magistério, e isso agrava as despesas da Seduc com pessoal.

Mais grave ainda é o fato de que o Fundeb entra no bolo do Fundo de Participação dos Estados (FPE), também transferido pela União, que, neste ano, terá R$680 milhões a menos.

Prejuízo para o ano letivo – No documento, a Seduc apela para que os professores repensem o estado de greve considerando o prejuízo causado por paralisações anteriores, que já ocasionaram perda de, no mínimo, 40 dias letivos. Há dez anos o ano letivo não é executado dentro do ano civil por causa das greves sucessivas de professores.

Neste ano, a Seduc trabalha para cumpri o calendário escolar, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), até dezembro. A greve anunciada “implica graves danos aos alunos, nos aspectos pedagógicos e funcionais, não sendo razoável castigá-los ainda mais com uma nova suspensão das aulas recém-iniciadas”.

Confederação reconhece – Conforme tabela disponível no site da instituição, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), da qual o Sintepp é membro, reconhece que o Estado do Pará cumpre o piso.

Ao julgar a ADI 4.167-DF, o Supremo Tribunal Federal considerou “que cada ente da Federação compõe a remuneração de seus servidores do seu próprio modo, desde que o valor mínimo pago aos professores da Educação Básica em início de carreira no magistério público seja igual ou superior, neste ano, a R$ 2.298,80” – lembra o ofício enviado ao Sintepp.

A remuneração mínima paga pelo Estado do Pará aos professores é composta pelo Vencimento Base mais a Gratificação de Escolaridade, “o que corresponde e supera o piso salarial fixado na Lei Federal n.º 11.738/2008”. Assim, a Seduc “não vê legitimidade no pleito da greve que se avizinha” – acrescenta o documento.

Fonte: Agência do Pará.
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Projeto de ruralista prevê pagamento de trabalhador rural com comida ou casa

Segundo o Valor, além de permitir a troca do salário por remuneração de “qualquer espécie”, texto prevê jornada de até 12 horas e 18 dias consecutivos. Por meio de nota, a Frente Parlamentar da Agricultura afirma que o projeto prevê comida e casa como “acréscimos” ao salário

Após a votação da reforma trabalhista na Câmara, a bancada ruralista se movimenta para alterar as leis que tratam da proteção dos direitos do trabalhador rural. A intenção é restringir o poder da Justiça do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho e alterar normas para permitir, por exemplo, que o empregador deixe de pagar salário ao empregado do campo. Nesse caso, a remuneração poderá ser feita por “qualquer espécie”, como alimentação e moradia. As informações são do Valor Econômico.

Para não aumentar ainda mais a resistência à sua proposta, o relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB-RN), deixou de fora 192 mudanças legislativas reivindicadas pela bancada ruralista. Esses itens, agora, serão rediscutidos em um projeto do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), coordenador da frente parlamentar.

Veja o projeto de lei de Nilson Leitão

Segundo o Valor, o texto aumenta para até 12 horas a jornada diária por “motivos de força maior” e permite a substituição do repouso semanal dos funcionários por um período contínuo, com até 18 dias de trabalho seguidos. Autoriza, ainda, a venda integral das férias dos empregados.

“Existe preconceito muito grande da Justiça do Trabalho com o trabalhador rural”, diz Nilson Leitão. Para ele, as leis trabalhistas e os regulamentos expedidos pelo Ministério do Trabalho são elaborados com base nos conhecimentos adquiridos no meio urbano, desprezando “usos, costumes e a cultura do campo”.

Deputados e entidades ligados à agricultura familiar, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados (Contar) Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (Contag), classificam a proposta como ataque ainda maior aos direitos trabalhistas.

“As normas existentes são esparsas e em grande medida, subjetivas, dependentes das interpretações dadas pelos auditores fiscais do Trabalho e da própria Justiça do Trabalho em determinados casos, o que põe o produtor rural em situação de insegurança jurídica, tornando os altos gastos efetuados para o atendimento destas normas, um investimento de risco”, alega o tucano na justificativa do projeto de lei.

Indígenas

Nilson Leitão é conhecido como um dos principais porta-vozes dos ruralistas no Congresso. No ano passado, foi um dos autores do pedido de criação da CPI da Funai, comissão que relatou. Também foi o presidente da comissão especial que aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC 215) que transfere, do Executivo para o Legislativo, a palavra final sobre o reconhecimento das terras indígenas.

Conforme reportagem da Pública, Nilson angariou R$ 1,43 milhão do setor agropecuário dos R$ 2,46 milhões investidos na campanha.

O deputado é investigado no STF por suspeita de envolvimento com outra quadrilha, acusada de invadir reiteradamente a terra indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso. Em setembro, 13 pessoas do grupo foram denunciadas pelo Ministério Público Federal do estado pelos crimes de invasão de terras públicas, resistência, associação criminosa, incêndio, roubo, corrupção ativa, incitação ao crime e crime de dano. “É terceiro falando pro quarto sobre um quinto”, diz Nilson Leitão, sobre as escutas telefônicas nas quais integrantes do grupo afirmam haver um pedido do deputado por 30 lotes da invasão. “Eu nunca fui lá, nunca pisei lá. Aliás, fui numa comissão externa da Câmara, com outros deputados, ficamos duas horas em cima de um caminhão e voltamos.”

Nota enviada pela Frente Parlamentar da Agricultura sobre PL 4662/2016:

“Sobre notícia publicada nesta terça-feira (02/05) pelo jornal Valor Econômico, “Leis do trabalho rural devem mudar”, é preciso esclarecer, em nome da verdade, que o Projeto de Lei 6442/2016 nunca levantou a hipótese de diminuir o salário em troca de casa e comida. Ao contrário, o que o projeto prevê são acréscimos beneficiando o trabalhador por conta de acordos previamente firmados. Ou seja, só há benefícios ao trabalhador acordados antecipadamente.

Não se mexe no salário. Ele é sagrado. O texto do projeto em nenhum momento prevê a possibilidade de o trabalhador passar a ser remunerado tão somente com o fornecimento de sua habitação e alimentação necessária à sua sobrevivência. Tal possibilidade é fantasiosa.

Observe-se no § 4º, do art. 16 que “a cessão pelo empregador, de moradia e de sua infraestrutura básica, assim como, bens destinados à produção para sua subsistência e de sua família, não integram o salário do trabalhador”. Ou seja, qual é a dúvida que o salário está preservado? E mais, que uma coisa não tem nada a ver com a outra?

Algumas pessoas por incompreensão do texto, ou mesmo por total desconhecimento decorrente da falta de leitura, têm levantado hipóteses que definitivamente não são verdadeiras, como, por exemplo, no possível estabelecimento de jornada de 12 horas diárias. O tema jornada de trabalho está descrito no art. 6º que assim diz: “A duração do trabalho normal não será superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais”. Observe-se ainda que a jornada semanal, por exemplo, está definida na Constituição Federal, logo, seria impossível alterá-la por meio de lei ordinária. Ou seja, faltam com a verdade essas pessoas que se manifestam nesse sentido.

Sobre o trabalho contínuo, conforme consta do projeto, a fim de possibilitar melhor convívio familiar e social, o trabalhador rural que desenvolva sua atividade laboral em local distante de sua residência poderá, mediante solicitação e sujeito à concordância do empregador, usufruir dos descansos semanais remunerados em uma única vez, desde que o período trabalhado consecutivamente não ultrapasse 18 (dezoito) dias. Observe-se que não há supressão alguma do direito atualmente existente, o texto apenas permite que o trabalhador escolha a forma como prefere gozá-lo.

Não se trata de uma premissa impositiva do empregador, mas sim de um benefício que pode estar amparado pela legislação, e só pode ser exercido desde que seja requerido pelo trabalhador, que muitas vezes perde muito tempo – chegando a dias em alguns casos – no deslocamento até sua residência. Hoje, no meio urbano, essa hipótese é socialmente aceita, basta ver o caso dos trabalhadores em plataformas petrolíferas, cruzeiros marítimos, dentre outros.

As propostas legislativas apresentadas por parlamentares, além de serem uma forma de sua legítima atuação mandatária para propor ou mesmo rever determinada legislação que afeta a sociedade, consiste em verdadeiro convite para a promoção do diálogo social dentro do Congresso Nacional, por todos os atores sociais envolvidos ou interessados.

No que se refere ao PL 6442/2016 não é diferente, vários são os dispositivos em que se busca uma necessária atualização ou adequação às necessidades do campo, já que boa parte da legislação aplicável ao setor decorre de normas tipicamente urbanas.

Eventuais ajustes em propostas legislativas complexas, como é o caso, são absolutamente normais, todavia, o que não se pode admitir é a prática de um “terrorismo social” por parte de pessoas que sequer leram o texto, ou por aquelas que dolosamente o desvirtuam como forma de promoção pessoal ou de promoção de discursos de conveniência.”

Fonte: UOL.
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Polícia investiga morte de quatro pessoas carbonizadas no sudeste do PA

Vítimas foram encontradas em uma caminhonete em um assentamento na zona rural do município de Santa Maria das Barreiras.

A Polícia investiga a morte de quatro pessoas no sudeste do Pará. Foram encontrados quatro corpos carbonizados dentro de uma caminhonete em um assentamento na zona rural de Santa Maria das Barreiras, nesta terça-feira (02).

Os corpos foram encontrados em uma área de difícil acesso. A Polícia começou as investigações, mas ainda não tem pistas dos criminosos.

Nenhuma das vítimas foi identificada, os corpos foram encaminhados para perícia no Instituto Médico Legal (IML) de Marabá. Eles serão identificados através de exames de DNA, que devem ficar prontos em até 15 dias. Uma equipe da Divisão de Homicídios de Belém já está no município para levantar mais informações.

Fonte: G1 PA.
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Em um ano, Santarém registra apenas 11 casos de dengue

Dados da secretaria de Saúde do município apontam uma redução de 36 para 11 casos confirmados da doença entre 2015 e o primeiro trimestre de 2017.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), nos primeiros meses de 2017 houve uma redução de 58% no número de casos confirmados de dengue no Estado, se comparados com o mesmo período de 2016. No município de Santarém, oeste do Pará, a redução foi ainda maior considerando que em 2015 foram registrados 36 casos da doença, e de janeiro de 2016 até o final do primeiro trimestre de 2017, houve apenas 11 casos confirmados da doença.

Embora sejam números baixos se comparados a anos anteriores, a população precisa estar sempre alerta, principalmente durante o inverno amazônico, período em que as chuvas são mais intensas e provocam alagamentos. Terrenos baldios e acúmulo de lixo em áreas expostas à chuva também representam grande perigo, por serem criadouros potenciais para proliferação do Aedes aegypti.

Danilo Carvalho já teve a doença e hoje redobra os cuidados para evitar que outras pessoas da família passem pelo mesmo sofrimento. “Eu perdi quase 10 quilos, não conseguia comer nada e sentia muita dor no corpo, febre e fraqueza. Foram dias difíceis e eu achei que ia morrer. Hoje a minha casa tem tela nas janelas e nas portas e eu sempre uso e passo repelente nos meus filhos para evitar que eles sejam picados por esse mosquito ”, contou.

Bairros/ Casos confirmados de Dengue:

Caranazal – 03 Positivos
Aeroporto Velho – 03 Positivos
Nova República – 03 Positivos
Alter do Chão – 03 Positivos
Vitória Régia – 02 Positivos
Jacamim – 02 Positivos

Já de Janeiro de 2016 até o 1° trimestre de 2017 os bairros com casos positivos foram Alvorada e Santana com 02 registros em cada. Com relação ao índice de infestação da doença onde foram encontrados maior número de focos de dengue no mesmo período foram :

Bairros / Focos de dengue:

Santíssimo – 10,47
Ipanema – 9,76
São Cristovão – 7,50
Vitória Régia – 6,06

Aedes Aegypti

O Aedes aegypti – nome que significa “odioso do Egito” – é combatido no país desde o início do século passado. A partir de meados dos anos 1990, com a classificação da dengue como doença endêmica, passou a estar anualmente em evidência. Por ser um mosquito urbano que fica em contato constante com o homem, ser muito adaptável e ter um apetite especial por sangue humano, o inseto se tornou um eficiente vetor para a transmissão de doenças.

Sintomas

Os vírus da dengue, chikungunya e zika provocam sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes e de notificação obrigatória por parte das equipes de Vigilância Epidemiológica das Secretarias Municipais de Saúde.

Segundo o ministério da saúde, o tratamento para dengue, chikungunya e zika vírus é sintomático e é importante que os profissionais de saúde, sobretudo os médicos, reconheçam precocemente os sinais de hemorragia para a correção rápida com infusão de fluídos, bem como a lista de medicamentos contraindicados em casos de suspeitos de dengue.

Fonte: G1 PA.
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Agricultores familiares do Pará recebem títulos da terra

Entrega foi feita em Rurópolis, na região da Transamazônica, no oeste do Estado

Mais de 300 agricultores familiares do município Rurópolis, interior do estado do Pará, receberam na sexta-feira, 28, o título definitivo de sua propriedade rural pelo Programa Terra Legal. A ação foi coordenada pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), por meio da Subsecretaria de Regularização Fundiária na Amazônia Legal (Serfal). O evento aconteceu no Sporting Club da cidade e contou com a participação de representantes do governo municipal e federal.

O agricultor Francisco Pereira Alves, de 58 anos, e a esposa Maria de Jesus, de 48 anos, foram contemplados. O casal mora em uma propriedade localizada nos arredores da cidade, onde plantam milho, arroz, mandioca e urucum. Dividem a terra com os três filhos e esperavam há um bom tempo pelo título. “Eu estou muito alegre, muito animado. Vim aqui receber o título da minha terra, onde moro há 37 anos. Eu não tinha o documento dessa propriedade, então não podia chamar de minha. Hoje eu posso”, relatou Alves.

Outro casal beneficiado foi o dos agricultores João Batista Hipólito, de 61 anos, e Paulina Menezes, de 36 anos. Há quase 20 anos, os dois moram na região e cultivam arroz, feijão, milho e mandioca. O título representa uma vitória para o casal, que pretende acessar políticas públicas para o desenvolvimento da propriedade. “A gente agora pode buscar um financiamento para melhorar a nossa vida de agricultor. A terra é nossa, de forma segura. Não tem quem possa falar que não é”, diz o agricultor.

O subsecretário da Serfal, Sorrival de Lima, informa que a regularização fundiária também contribui de forma decisiva para evitar o desmatamento na Amazônia Legal. “Quando é entregue o título, o agricultor familiar poderá acessar políticas públicas, principalmente o crédito rural. Quando bem orientado, ele não tem a necessidade de avançar nas áreas de florestas. Os títulos de terra também garantem a sucessão familiar na zona rural e evitam conflitos pela posse das propriedades”, comenta Sorrival.

Só na Amazônia Legal, que compreende os estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Mato Grosso, além do Tocantins e do Maranhão, a Sead já entregou mais de 28 mil títulos desde 2009. A meta para 2017 é de entregar mais de 11 mil documentos nesta região. O secretário da Serfal explica que, para isso, ao longo de todo o ano serão desenvolvidas ações de mutirões internos.

TERRA LEGAL

O Programa Terra Legal atua nos nove estados compreendidos pela Amazônia Legal. São cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados, que representam mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a maior biodiversidade em uma floresta tropical no mundo.

Identificar posseiros, permitir estabilidade jurídica, controlar o desmatamento, coibir a grilagem e implementar políticas públicas está sendo possível graças ao programa. As vidas de centenas de famílias rurais estão sendo transformadas com o reflexo do trabalho que gera maior produtividade e paz no campo.

Fonte: ORMNews.
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560 mil declararam Imposto de Renda no Pará

O Pará encerrou o prazo de entrega das declarações do Imposto de Renda 2017 com um total de 562.988 declarações, superando a expectativa de 562.900. Houve acréscimo de 5.590 declarações em relação a 2016 (557.398).

A 2ª Região Fiscal, composta pelos Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Roraima e Rondônia, fechou em 1.273.155 declarações, com um acréscimo de 146 em relação a 2016, que foi de 1.273.009, e menos de 1 % abaixo da expectativa para 2017 (1.282.300) Em Belém, 204.903 contribuintes declararam o IRPF 2017, acima dos 203.485 do ano anterior.

O contribuinte obrigado a apresentar a declaração, no caso de apresentação após o prazo previsto ou da não apresentação, fica sujeito ao pagamento de multa por atraso, calculada da seguinte forma: existindo imposto devido, multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, incidente sobre o imposto devido, ainda que integralmente pago, observados os valores mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido. Não existindo imposto devido, multa de R$ 165,74.

RETIFICAÇÃO

Já para aquele contribuinte que prestou contas com a Receita no prazo, mas constatou erro ou omissão de alguma informação, deve apresentar uma declaração retificadora. Após 28 de abril de 2017, a declaração retificadora deve ser enviada pela Internet (programa de transmissão “Receitanet” ou serviço “Retificação on-line”) ou apresentada, em mídia removível, nas unidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), sem a interrupção do pagamento do imposto. A Receita Federal alerta que a Declaração de Ajuste Anual (DAA) retificadora deve ser apresentada observando-se a mesma natureza da declaração original, não se admitindo troca de opção por outra forma de tributação.

O contribuinte deve informar o número do recibo de entrega da última declaração, relativa ao mesmo ano-calendário. Esse número é obrigatório e pode ser obtido no recibo de entrega impresso ou visualizado por meio do menu Declaração, opção Abrir, do programa IRPF2017.

Fonte: dol.
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