Detentos estão sendo vacinados contra gripe nos presídios paraenses

Cerca de 150 servidores e 619 internos custodiados pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe), no Centro de Recuperação Penitenciário do Pará III (CRPP III), começaram a ser vacinados contra Influenza na manhã desta segunda-feira (8). O Centro de Recuperação integra o Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém. A vacinação prossegue até a próxima sexta-feira (12).

“A ação vai durar a semana toda. Hoje, vamos começar vacinando 50 internos e 20 funcionários aqui do CRPP III, entre agentes penitenciários e servidores da área administrativa. Nem sempre conseguimos atingir 100% da meta. Geralmente vacinamos 80% da população privada de liberdade, porque alguns ainda oferecem resistência ou têm medo da vacina mesmo”, destacou Adriana Diniz, coordenadora de Saúde Prisional da Susipe.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a Influenza, conhecida popularmente como gripe, é uma doença viral, tendo como sintomas mais comuns febre alta, em geral acima de 38°C, dores musculares, na garganta e na cabeça, além de tosse seca. O agravamento pode ser identificado quando a pessoa apresenta falta de ar, febre por mais de três dias, piora nos sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). São priorizados os grupos mais suscetíveis às doenças respiratórias. O Ministério da Saúde garante que a vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou até óbitos.

Os detentos fazem parte do grupo prioritário, juntamente com as crianças de 06 meses a menores de 5 anos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes e mulheres com até 45 dias após o parto.

Prevenção – Para o detento Moisés dos Santos, 29 anos, a vacinação é importante para evitar que fique doente. “Não é a primeira vez que eu estou tomando. Sempre que tem eu participo, porque acho que precisamos nos prevenir mesmo de qualquer doença. É um pouco dolorida, mas se é algo para o nosso bem, temos que fazer”, afirmou Moisés.

O agente penitenciário Carlos Augusto Ferreira considera “uma ação muito boa para todos. Eu participo todos os anos, pois temos que nos proteger e também dar o exemplo para outras pessoas. Tem muita gente que acha que tomando a vacina vai pegar a doença, mas não é assim que funciona. Então, é importante a gente, que é mais esclarecido, mostrar o quanto é importante se vacinar”.

Mais de 17 mil pessoas devem ser vacinadas na Susipe, entre detentos e servidores públicos das 45 unidades prisionais do Estado. Só no Complexo Penitenciário de Santa Izabel há 2.926 detentos e 400 funcionários. Até o fim do prazo da campanha de vacinação, no dia 23 de maio, devem ser imunizadas mais de 1 milhão de pessoas em todo o Pará, o equivalente a 90% do público-alvo.

“A vacinação já começou em algumas unidades, e em outras já está até terminando. Em Santarém, Marabá, Breves e Tucuruí a campanha já finalizou. Na Região Metropolitana de Belém faltam apenas as unidades prisionais de Ananindeua e Marituba, pois ainda estamos esperando um retorno da Secretaria de Saúde de cada município. Essa prevenção é essencial para as pessoas privadas de liberdade, pois elas vivem em grupos, e se uma pessoa adoecer contaminará as outras. Também já podem chegar no cárcere doentes. Então, para que não haja casos de Influenza em massa, é importante que a vacinação aconteça e a gente possa aplicar a dose no maior número de pessoas”, ressaltou Adriana Diniz.

Fonte: Agência do Pará.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Dezenas de crianças são hospitalizadas após vazamento de gás na Índia

Gás vazou em um depósito de contêineres perto de um colégio em Nova Déli.

Cerca de 100 crianças tiveram de ser hospitalizadas neste sábado (6), após vazamento de gás em um depósito de contêineres, perto de um colégio em Nova Déli, capital da Índia, informaram fontes oficiais.

“Houve um vazamento de gás em um depósito de contêineres na região de Tughlakabad, em Nova Déli, por isso as crianças em um colégio público próximo sofreram muitos problemas”, disse em sua conta no Twitter, o ministro da Educação regional, Manish Sisodia.

Ele explicou que os alunos foram levados para três hospitais diferentes da área, com sintomas de queimação nos olhos, e acrescentou que o estado de saúde deles é “estável”.

As autoridades ordenaram uma investigação para esclarecer detalhes da ocorrência. Como a Agência Efe pôde comprovar, uma equipe da Força Nacional de Resposta a Desastres (NDRF, em inglês) foi até o local para controlar o vazamento e as crianças afetadas, todas elas meninas, estão conscientes e descansam em um quarto comum.

Fonte: ORMNews.
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Pará já entregou mais de 450 mil declarações do Imposto de Renda

Contribuintes em atraso estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$165,74

De acordo com a Receita Federal, até as 17h desta quinta-feira (27), 456.308 paraenses declararam o Imposto de Renda em 2017. O prazo para a declaração encerra nesta sexta-feira (28). A penalização para contribuintes em atraso é de pagamento de multa no valor mínimo de R$165,74 e máximo de 20% do imposto devido.

Quem deve declarar?

Pessoas com rendimentos superiores a R$ 28.559,70 e quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00. Além disso, quem obteve, em qualquer mês, ganho ao alienar bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, ou ao realizar operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

Pessoas com receita bruta na atividade rural em valor superior a R$ 142.798,50 e aqueles que tiveram, em 31 de dezembro de 2016, posse, propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor superior a R$ 300.000,00 também devem declarar.

Para mais informações, acesse o site da Receita Federal.

Fonte: ORMNews.
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50 milhões de brasileiros têm parente ou amigo assassinado

Pesquisa feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança mostra ainda que 16 milhões de pessoas perderam parentes

Ao menos 50 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais têm um parente ou amigo que foi vítima de homicídio ou latrocínio – isto é, 35% da população do país. A proporção vai a 40% entre os homens e 38% entre os negros, segundo pesquisa inédita do Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

De acordo com o levantamento, 16 milhões (12%) de brasileiros perderam um parente ou amigo assassinado por um policial ou guarda municipal, chegando a 17% da população entre 16 e 24 anos.

As entrevistas foram realizadas em 150 municípios de pequeno, médio e grande porte entre os dias 03 e 08 de abril de 2017.

Segundo a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, há um debate sobre as vítimas dos homicídios, mas pouco se fala sobre “as pessoas que ficam”.

“Em geral, falamos das 60 mil vítimas de homicídio por ano, o impacto que isso tem para o estado brasileiro, como isso afeta a relação da sociedade com as instituições e a descrença no poder público, o prejuízo econômico gigantesco que isso representa, que inibe investimentos, que as mortes prematuras são pessoas que deixam de produzir e etc. Mas muitas vezes nos esquecemos de quem fica e quais as perspectivas que ficam para essas pessoas. Como lidar com toda essa dor e sofrimento?”, questiona.

Para ela, “temos sido muito incompetentes em prevenir a violência, punir os criminosos e também em acolher os familiares que tiveram suas vidas destruídas pela barbárie em que estamos”.

Débora Maria da Silva, líder do Movimento Mães de Maio, que reúne parentes de vítimas da violência policial, concorda com a negligência do estado com os assassinados e suas famílias. Ela é mãe de Edson Rogério, morto em 2006 pela polícia durante onda de violência em São Paulo, os chamados “Crimes de Maio”.

“Sempre fomos tratadas como mães de lixos, Assim que nós mães nos sentimos. Tivemos que aprender a nós defender, investigar e levantar as provas. Apontamos todas as falhas nos inquéritos arquivados a ponto de exigir a federalização dos crimes de maio, sem resposta 11 anos depois. A única resposta do judiciário é o silêncio”, disse.

“Não existem crimes perfeitos. Existem crimes mau investigados porque somos pretos e pobres”, completou.

Ameaçados e desaparecidos

Outro dado da pesquisa indica que ao menos 16 milhões de pessoas dizem ter sofrido ameaças de morte, 10 milhões afirmam já ter sido feridos por facas ou outras, 5 milhões relatam ter sofrido agressão com arma de fogo.

A pesquisa aponta ainda que 17% dos entrevistados têm algum amigo ou parente desaparecido.

Armas e governo

A pesquisa Datafolha mostra que 78% dos entrevistados acreditam que quanto mais armas em circulação, mais mortes haverá no país, o que indica que a população reconhece a importância do controle de armas na redução da violência.

Quase todos os entrevistados, 94%, reconhecem que o nível de homicídios é muito alto no Brasil e 96% acreditam que as diversas esferas do governo precisam se unir para diminuir os crimes e a violência no país e que esta não é obrigação apenas das polícias, mas também do governo federal (84%), dos governadores (83%), prefeitos (81%) e Congresso Nacional (77%).

Para 93% dos entrevistados, é dever das polícias preservar a vida acima de tudo e 56% acreditam que em situações de confronto, as polícias podem ocupar sem autorização judicial casas em favelas, ocupadas ou comunidades.

Fonte: ORMNews.
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Ao menos 50 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais têm um parente ou amigo que foi vítima de homicídio ou latrocínio – isto é, 35% da população do país. A proporção vai a 40% entre os homens e 38% entre os negros, segundo pesquisa inédita do Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

De acordo com o levantamento, 16 milhões (12%) de brasileiros perderam um parente ou amigo assassinado por um policial ou guarda municipal, chegando a 17% da população entre 16 e 24 anos.

As entrevistas foram realizadas em 150 municípios de pequeno, médio e grande porte entre os dias 03 e 08 de abril de 2017.

Segundo a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, há um debate sobre as vítimas dos homicídios, mas pouco se fala sobre “as pessoas que ficam”.

“Em geral, falamos das 60 mil vítimas de homicídio por ano, o impacto que isso tem para o estado brasileiro, como isso afeta a relação da sociedade com as instituições e a descrença no poder público, o prejuízo econômico gigantesco que isso representa, que inibe investimentos, que as mortes prematuras são pessoas que deixam de produzir e etc. Mas muitas vezes nos esquecemos de quem fica e quais as perspectivas que ficam para essas pessoas. Como lidar com toda essa dor e sofrimento?”, questiona.

Para ela, “temos sido muito incompetentes em prevenir a violência, punir os criminosos e também em acolher os familiares que tiveram suas vidas destruídas pela barbárie em que estamos”.

Débora Maria da Silva, líder do Movimento Mães de Maio, que reúne parentes de vítimas da violência policial, concorda com a negligência do estado com os assassinados e suas famílias. Ela é mãe de Edson Rogério, morto em 2006 pela polícia durante onda de violência em São Paulo, os chamados “Crimes de Maio”.

“Sempre fomos tratadas como mães de lixos, Assim que nós mães nos sentimos. Tivemos que aprender a nós defender, investigar e levantar as provas. Apontamos todas as falhas nos inquéritos arquivados a ponto de exigir a federalização dos crimes de maio, sem resposta 11 anos depois. A única resposta do judiciário é o silêncio”, disse.

“Não existem crimes perfeitos. Existem crimes mau investigados porque somos pretos e pobres”, completou.

Ameaçados e desaparecidos

Outro dado da pesquisa indica que ao menos 16 milhões de pessoas dizem ter sofrido ameaças de morte, 10 milhões afirmam já ter sido feridos por facas ou outras, 5 milhões relatam ter sofrido agressão com arma de fogo.

A pesquisa aponta ainda que 17% dos entrevistados têm algum amigo ou parente desaparecido.

Armas e governo

A pesquisa Datafolha mostra que 78% dos entrevistados acreditam que quanto mais armas em circulação, mais mortes haverá no país, o que indica que a população reconhece a importância do controle de armas na redução da violência.

Quase todos os entrevistados, 94%, reconhecem que o nível de homicídios é muito alto no Brasil e 96% acreditam que as diversas esferas do governo precisam se unir para diminuir os crimes e a violência no país e que esta não é obrigação apenas das polícias, mas também do governo federal (84%), dos governadores (83%), prefeitos (81%) e Congresso Nacional (77%).

Para 93% dos entrevistados, é dever das polícias preservar a vida acima de tudo e 56% acreditam que em situações de confronto, as polícias podem ocupar sem autorização judicial casas em favelas, ocupadas ou comunidades.

Fonte: ORMNews.
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Casal é alvejado em área de Itaituba, o homem morreu.

Por volta das 19h00min da noite desta sexta-feira (05), no garimpo  Serra Verde.

De acordo com informações o Sidney Teixeira da Cruz e Maria Ferreira da Cruz retornavam para seu barraco quando foram surpreendidos pelo  ” Baianinho” como é  conhecido, o mesmo estava armado de uma espingarda cal.20 e efetuou dois disparos na direção do casal.

Um dos disparos atingiu Sideny causando morte estântanea no local e o outro disparo atingiu as pernas da Sr. Maria. Que o corpo e a vítima foram conduzidos até este distrito de crepurizão por populares. Que em seguida acionaram a GUPM. Que a Sr. Maria está recebendo atendimento médico.

Fonte: plantão 24 horas news
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Mais de 2.500 contribuintes do Pará são beneficiados com restituição do IR neste mês

Receita libera consulta ao lote de restituição nesta segunda-feira, 8. Contribuintes receberão mais de R$ 3 milhões em créditos bancários.

A Receita Federal libera nesta segunda-feira (8) para consulta o lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física com as restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2016.

De acordo com a Receita, 2.533 contribuintes paraenses terão direito ao valor total de R$ 3.364.809,71 em créditos bancários a serem restituídos no próximo dia 15 de maio.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesse caso, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: G1 PA.
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Preço da cesta básica continua em alta na capital

Com o aumento dos preços, o trabalhador paraense compromete 46,18% do seu salário.

No mês passado, a certa básica do paraense esteve em alta em relação a março.De acordo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos  (DIEESE), no mês de abril a cesta básica de alimentos chegou a R$ 398,12. Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, todas as capitais do país tiveram aumentos de preços.

Em Belém, a maioria dos produtos apresentaram altas de preços, com destaque para o Tomate com reajuste de 5,61%, seguido da manteiga com alta de 3,96%; Feijão com alta de 3,01%; Arroz com alta de 2,76%; Açúcar com alta de 1,65%; Leite com alta de 1,50% e do Café com alta de 1,49%. Também no mês passado (Abr/2017) apenas a Carne Bovina apresentou recuo de preço com queda de 2,26%.

Ainda segundo a pesquisa, o custo da Cesta Básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 1.194,36 sendo necessários, portanto cerca de 1,27 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação. E para comprar os 12 itens básicos da Cesta, o trabalhador paraense comprometeu 46,18% do novo Salário Mínimo de R$ 937,00 em vigor desde 01.01.2017, e teve que trabalhar 93 horas e 29 minutos das 220 horas previstas em Lei.

Fonte: ORMNews.
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Homem é cortado com um golpe de facão em um bar em Moraes Almeida.

Na madrugada deste domingo(07) por volta das 3horas em Moraes Almeida, a polícia militar com apoio do grupo de segurança gset, socorreram um cidadão  de nome Josemi  Pereira de 47 anos conhecido por “Maranhão”, o mesmo é  morador de Itaituba.

De acordo com informações ele estava em um bar dançando  quando um meliante não  identificado lhe puxou e desferiu um golpe de facão no seu braço  esquerdo.

A vítima foi levada até o posto de saúde  local,  logo foi encaminhado para o posto de saúde do município de Novo Progresso para avaliação médica. O Acusado evadiu-se do local.

Fonte: http://plantao24horasnews.com.br com informações  do GSET.
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Filhote de peixe-boi é resgatado por órgãos ambientais, em Santarém

O filhote ainda apresentava vestígios do cordão umbilical

Pesando quase 14kg, um filhote de peixe-boi foi resgatado na tarde de sexta-feira (5), na comunidade Ipuxuna do Tapará, região de várzea de Santarém, no oeste do Pará. O resgate foi feito por equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), ZooUnama e Colônia Pescadores Z-20.

De acordo com informações da Semma, o filhote ainda apresentava vestígios do cordão umbilical, mas a mãe do mamífero não foi encontrada pelos órgãos ambientais que participaram da operação de resgate.

O mamífero foi achado por comunitários da localidade de Ipixuna do Tapará e, observando que apresentava vulnerabilidade, eles acionaram a Semma.

Ainda em Ipixuna, o filhote passou pelas primeiras avaliações. Segundo os veterinários, o animal está bem e tem aproximadamente 6 semanas de nascido. Ele foi encaminhado do ZooUnama onde receberá maiores cuidados.

Fonte: ORMNews.
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Barbalho em lista de propina

Relacionados receberam para apoiar privatizações em infraestrutura.

Delatores da Odebrecht detalharam o pagamento de R$ 12,7 milhões para políticos defenderem privatizações e parcerias público-privadas (PPPs) na área de infraestrutura. As informações, publicadas no Blog Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues, estão em uma planilha entregue pelo delator Benedicto Barbosa da Silva Júnior, o BJ, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, na qual ele relaciona os pagamentos de caixa 2 dos quais teve conhecimento. No topo desta lista, como segundo maior beneficiado, surge o nome do senador Jader Barbalho  (PMDB-PA) com R$ 1 milhão em supostos repasses via caixa 2. Ele é citado como “defensor de concessões e privatizações”.

A relação traz inclusive políticos do PT, legenda que se posicionou historicamente contra a concessão de serviços públicos para a iniciativa privada. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), lidera a lista. Só o tucano teria recebido R$ 9,6 milhões nas eleições de 2010 e 2014. Segundo BJ, Geraldo Alckmin era visto como potencial candidato a presidente. “Alckmin é uma pessoa que nós, como empresa, considerávamos como 1 dos grandes postulantes a liderar o partido e liderar o país como presidente”, afirmou Benedicto Júnior, ex-diretor da Odebrecht Infraestrutura.

Também está na relação de BJ o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), com pagamentos que somam R$ 250 mil. Em alguns casos, a planilha de BJ chega a mencionar a obra que a empreiteira queria tirar do papel. Em Brasília, a Odebrecht teria feito pagamentos de caixa 2 a José Roberto Arruda (hoje no PR, à época no DEM) para que ele apoiasse a construção do Centro Administrativo. Trata-se de uma sede construída para o governo local, mas que nunca foi plenamente utilizada.

Fonte: ORMNews.
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