Joelma reúne faixas solo e heranças do Calypso

Após a separação do ex-marido Ximbinha e da banda Calypso, em 2015, Joelma não demorou a anunciar a sua carreira solo. No ano passado, ela lançou diversos EPs (CDs com até seis faixas) e um álbum que anunciavam a nova fase. O lançamento do CD/DVD “Avante”, no entanto, tem um novo significado para ela. “Este novo trabalho significa superação, porque eu cheguei a um momento da minha carreira em que eu achei que já tinha feito tudo, já tinha conquistado tudo. Até na vida pessoal, com meus filhos. Pensei: já deu para mim! Mas Deus veio e disse: “Não, garota, vá em frente!””, diz Joelma.

Rumo a uma nova fase, a cantora exorcizou os demônios de sua separação em canções como “Não Teve Amor”, “A Página Virou”, “Mulher Não Chora” e a mais recente, “Amor Novo”, que ela gravou com Ivete Sangalo para este CD/DVD.

Para Joelma, não houve uma mudança radical após sua saída da banda Calypso. “Eu trabalho o mesmo que sempre trabalhei. Sempre montei as minhas coreografias e as ensaiei com os bailarinos. O trabalho é o mesmo”, desabafa a artista, que ainda se esforça para se manter saudável. “Eu faço bastante musculação, mas o mais importante é a alimentação. Não posso ganhar peso, pois isso me prejudica na hora de dançar e cantar.”

É certo, no entanto, que a separação a inspirou em novos projetos. “Eu voltei a criar. A chama renasceu, e a vontade de fazer melhor voltou.”

O DVD “Avante” foi gravado no Coração Sertanejo, na zona sul de São Paulo, no ano passado. No início do show, com a ajuda de efeitos especiais, Joelma surge em uma capa preta e logo é puxada pelos dançarinos, revelando seu figurino. “O meu produtor queria que eu surgisse do nada no palco. Aí eu tive a ideia de colocar essa capa preta. São várias cabeças pensando ao mesmo tempo”, explica.

A bota que é sempre parte do figurino de Joelma é também criação da cantora. “A bota dá mais segurança para dançar, ela segura mais o tornozelo. E a plataforma, toda mulher sabe que dá mais segurança. Eu adoro botas, então eu desenho, imagino como eu quero e mando fazer. Não há nada igual à venda.”Joelma revela que não encontrou dificuldades na hora de escolher o repertório do novo projeto. Ela misturou as canções mais recentes de sua carreira solo com sucessos que a consagraram no Calypso. “A seleção das músicas eu faço com a minha banda. Se um errar, todos erram”, brinca a artista.

Para representar a sua nova fase, Joelma escolheu duas mulheres fortes para participarem de seu primeiro CD/DVD solo, “Avante”, gravado em São Paulo: Ivete Sangalo e Solange Almeida.

“A Ivete me procurou perguntando quando iríamos gravar algo juntas. Eu disse que era melhor nos apressarmos, porque o meu DVD seria gravado em um mês!”, lembra Joelma. As duas saíram atrás de músicas até chegarem a “Novo Amor”, única canção inédita do DVD. “Foi realmente a melhor escolha, porque é uma canção muito alegre, leve, como uma brincadeira entre amigas mesmo”, diz.

A canção, que relata o desabafo entre duas amigas, rendeu cenas engraçadas no DVD. Na letra, Ivete diz que descobriu a cura da dor de cotovelo: “é um novo amor, isso é o mesmo que chá milagroso”. Divulgado em janeiro na internet, o trecho do DVD com essa canção já passa dos 4 milhões de visualizações.

Já Solange Almeida, ex-Aviões do Forró, está passando fase semelhante à de Joelma. Em fevereiro deste ano, ela gravou o seu primeiro DVD e teve, entre as convidadas, a amiga ex-Calypso. Em sua estreia solo, Joelma, então, devolveu o convite, e as duas gravaram a música “Mulher Não Chora”. “Eu fui a primeira a sair em carreira solo, então, claro que conversamos sobre isso. Na gravação do DVD da Solange, ela me disse que estava com um frio na barriga, e eu a lembrei que não havia nada de diferente ali. Disse a ela que sempre foi artista, sempre cantou, e que isso não muda”, lembra Joelma. No DVD de Solange, as duas gravaram juntas a canção “Homem É Tudo Igual”.

“Paixão pelo Pará moveu minha carreira”, diz Joelma

Joelma não esconde o orgulho de ser paraense e mantém o carimbó e outros ritmos típicos da região presentes em suas canções.

Gravar mais um DVD em São Paulo -agora como cantora solo- foi, para ela, uma forma de concretizar um sonho pessoal. “Eu não escondo que tenho uma paixão incrível pelo Pará, e foi ela que moveu a minha carreira. Eu nunca sonhei ser famosa, mas sonhei poder mostrar a nossa cultura a outros estados”, lembra Joelma.

Já com a banda Calypso, a cantora conseguiu romper essa fronteira entre as regiões do Brasil. O grupo vendeu mais de 15 milhões de discos em todo o país. Para ela, há ainda muito a ser descoberto no Pará. “Há bons artistas por lá, mas para sair e dar a cara a tapa é bem difícil. As pessoas têm resistência para aceitar o novo, é preciso coragem.”

Fonte: DOL.
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Suzane deixa prisão com namorado para ‘saidinha’ do Dia das Mães

Ao passar pela porta, ela encontrou com o namorado e o cumprimentou com um beijo.

A detenta Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, deixou na manhã desta sexta-feira (12) a Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, para a saída temporária dos Dia das Mães.

A saída é um benefício concedido aos presos do regime semiaberto que tem bom comportamento. Suzane deixou a prisão por volta de 8h e deverá retornar ao local na próxima quarta-feira (17). A reportagem apurou que ela ficará em um endereço na cidade de Angatuba (SP), onde mora o namorado e familiares dele.

Na saída da penitenciária, ela foi buscada pelo namorado. O carro, de Angatuba, parou em frente a guarita da cadeia, por onde ela saiu. Ao passar pela porta, ela encontrou com o namorado e o cumprimentou com um beijo.

Eles entraram no carro, onde permaneceram por cerca de 10 minutos antes de deixar o local. Eles não falaram com a reportagem.

Benefício

Suzane tem direito a saída temporária porque é detenta do regime semiaberto e apresenta bom comportamento na penitenciária. As presas nesse sistema trabalham durante o dia, dormem na prisão e têm cinco saídas temporárias no ano, sendo Dia das Mães, Páscoa, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Natal e Ano Novo.

No momento em que saía da penitenciária nesta sexta, outras detentas também deixavam o presídio para a saída temporária. Na região do Vale do Paraíba, onde ela está presa, 3,7 mil detentos têm direito às saídas – eles começaram a deixar as presídios na quinta-feira (11).

Suzane von Richthofen obteve a progressão do regime fechado para o semiaberto em outubro de 2015. A primeira saída dela aconteceu em março de 2016, beneficiada pela saída temporária de Páscoa.

No ano passado, ela também teve direito de deixar a cadeia para a saída do Dia das Mães.

Suzane e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos de Paula e Silva foram condenados em 2006 pela morte dos pais dela, o engenheiro Manfred e a psiquiatra Marísia, pais de Suzane, em 2002.

Fonte: G1.
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Mala com R$ 1,5 milhão de caixa 2 foi roubada em táxi, dizem delatores na Lava Jato

Marqueteira Mônica Moura e o assistente André Santana relataram em depoimentos o roubo de uma mala com R$ 1,5 milhão, que segundo eles vinha da Odebrecht, dentro de um táxi no trânsito de São Paulo.

Em delações premiadas nas investigações da Operação Lava Jato, a empresária Mônica Moura e seu assistente André Santana relataram o caso de um assalto a um táxi em São Paulo. No veículo, segundo eles, Santana levava uma mala com R$ 1,5 milhão entregues pela Odebrecht, em suposto pagamento por meio de caixa 2 para a campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2014.

Segundo os depoimentos, a entrega do dinheiro foi realizada conforme padrões da Odebrecht, com senhas e em um hotel de alto padrão, desta vez no bairro da Vila Olímpia. Santana foi o responsável por receber o dinheiro.

“Me apresentei na recepção e foi autorizada a minha subida pro quarto da pessoa que tinha que me apresentar. Recebi esse valor, coloquei na mala. Não dava pra contar esse valor, mas eu tinha contado pelo menos as cabeças né, os pacotes. E pela quantidade tinha 1 milhão e meio de reais”, afirmou ele.

Santana diz que depois de alguns minutos ele pegou um táxi para ir ao hotel onde estava hospedado, mas no meio do caminho dois carros grandes com sirenes de polícia fecharam o táxi. Homens vestidos de preto fizeram o assistente dos marqueteiros descer e pegaram a bagagem recheada de dinheiro no porta-malas.

Ele conta que foi colocado em um dos carros e levado para uma rua residencial, onde foi solto logo em seguida. “Me perguntaram se eu precisava de dinheiro pra pegar um táxi. Me liberaram e informaram que iam depois me dar o celular que eles levaram”, relatou Santana.

Já no hotel onde estava hospedado, o funcionário entrou em contato com Mônica Moura pelo computador e relatou o assalto. A marqueteira diz que logo desconfiou de armação, já que os únicos que sabiam da entrega eram ela, André Santana e o lobista Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, que teria sido o responsável pela entrega.

De acordo com o depoimento da marqueteira, os assaltantes mencionaram diretamente a mala e disseram que sabiam quanto havia dentro. Eles ainda teriam ameaçado Santana, caso ele tivesse tirado algum valor da entrega.

Mônica disse ter conversado com Fernando Baiano logo em seguida para tentar descobrir quem era os assaltantes. Ela queria pedir vídeos de câmeras do hotel, mas o lobista alertou que para isso era preciso envolver a polícia. Ela então disse que iria falar com Hilberto Mascarenhas, chefe do “setor de proprina” da Odebrecht.

“Ele falou assim: ‘olha, não vamos mexer nisso. Não conversa com o Hilberto, não. Faz o seguinte. A gente vai repor esse dinheiro'”, disse Mônica. Os próximos pagamentos feitos aos marqueteiros foram acrescidos com algumas centenas de milhares de reais, mas segundo ela o valor nunca chegou a R$ 1,5 milhão.

Mesmo depois disso, Santana diz que voltou a São Paulo 2 meses depois para receber valores de forma semelhantes.

O que diz Dilma

Em nota, a assessoria de Dilma Rousseff afirmou que João Santana e Mônica Moura “prestaram falso testemunho” e “faltaram com a verdade” (leia íntegra da nota ao final desta reportagem). “João Santana e Monica Moura prestaram falso testemunho e faltaram com a verdade em seus depoimentos, provavelmente pressionados pelas ameaças dos investigadores”, diz a nota.

Leia íntegra de nota da assessoria da ex-presidente Dilma Rousseff:

Sobre os depoimentos sigilosos de João Santana e Monica Moura, liberados na tarde desta quinta-feira, 11 de maio, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff destaca:

1. Infelizmente, chega tarde a decisão do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, suspendendo o sigilo dos depoimentos de João Santana e Monica Moura.

2. Há semanas, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff havia feito tal pedido ao Tribunal Superior Eleitoral, a fim de apresentar suas alegações finais ao relator do caso das contas de campanha, ministro Herman Benjamin.

3. A defesa foi prejudicada pela negativa do relator. Não foi possível cotejar os depoimentos prestados pelo casal à Justiça Eleitoral e na Lava Jato.

4. As contradições e falsos testemunhos foram vislumbrados, apesar disso, pelo que foi divulgado amplamente pela imprensa, na velha estratégia do vazamento seletivo dos depoimentos – uma rotina nos últimos tempos.

5. Agora mesmo, os depoimentos são entregues à imprensa, mas não repassados oficialmente à defesa da presidente eleita.

6. Dilma Rousseff, contudo, reitera o que apontou antes: João Santana e Monica Moura prestaram falso testemunho e faltaram com a verdade em seus depoimentos, provavelmente pressionados pelas ameaças dos investigadores.

7. Apesar de tudo, a presidente eleita acredita na Justiça e sabe que a verdade virá à tona e será restabelecida.

Fonte: G1.
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Com base em depoimento de acusado, polícia detalha triplo homicídio no Pará

Acusado foi preso e transferido para Santarém horas após cometer o crime em Monte Alegre. Ele foi ouvido na delegacia na manhã desta sexta-feira (12).

Com duração de pouco mais de 1h30, o homem que matou a companheira e dois filhos da vítima em uma comunidade na zona rural de Monte Alegre, no oeste, prestou depoimento à polícia na manhã desta sexta-feira (12). Apesar de o crime ter acontecido em outro município, ele foi ouvido na 16ª Seccional de Polícia Civil, em Santarém, após transferência.

De acordo com o delegado Almir Alves, que preside o inquérito, o homem confessou e detalhou toda ação, inclusive o motivo do crime. Com poucas palavras durante o depoimento, ele contou que não está arrependido do crime e apenas respondeu os questionamentos da polícia.

Baseado nas informações do acusado, o delegado relatou ao G1 que o motivo do crime foi porque ele não teria aceitado a decisão de Diana Gomes, 34 anos, em terminar o relacionamento. Ainda segundo o delegado, ela estava se envolvendo com outra pessoa, e a partir daquele momento seria inviável que o acusado permanecesse na casa.

Conforme o delegado, a conversa entre os dois aconteceu na noite de 10 de maio, enquanto ele preparava o jantar para família. Em um determinado momento, o acusado pegou uma faca enquanto Diana foi ao quarto verificar como os filhos estavam.

“Quando ela voltou e sentou no sofá, ele começou a desferir as punhaladas. Como ela gritou, o filho de seis anos, que estava com os irmãos atrás do guarda-roupa, correu para socorrer a mãe. Ele começou a perfurar a criança também, e a mãe e o filho caíram no chão”, contou.

Ainda de acordo com o delegado, ao perceber que no quarto havia duas crianças, de 9 e 2 anos, o acusado entrou no compartimento. A filha de Diana, Thavine Emanuele, de 9 anos, pulou a janela, mas foi perseguida e morta no quintal da casa da família. Nenhuma das crianças que estavam no local do crime era filho biológico do acusado.

Ao retornar ao interior da casa, ele pegou a motocicleta que estava estacionada e iria fugir, porém percebeu que o corpo de Thavine ainda estava no quintal. Com isso, ele a carregou até a casa.

Criança sobrevivente

Em outro trecho do depoimento, o acusado relatou que não matou o terceiro filho de Diana, de apenas dois anos, porque sentia afeto pelo menino. “Após o crime, como a criança estava chorando muito, ele deu uma mamadeira com leite, a colocou para dormir, apagou as luzes, abriu as janelas e fugiu”, contou o delegado.

Tentativa de suicídio

Como o acusado tinha uma casa na zona urbana de Monte Alegre, ele foi até o local e tentou se matar por duas vezes. A primeira foi por meio de uma corda amarada no pescoço, que o deixou com lesões, e a segunda perfurando o peito com uma faca.

Para receber cuidados médicos, ele foi levado para o hospital do município. Indignada, a população tentou invadir o local e linchá-lo. Por medida de segurança, ele foi transferido para Santarém no fim da tarde de quinta-feira. Familiares das vítimas dizem que o crime foi cruel, estando revoltados e clamando por justiça.

O assassino confesso deve ser encaminhado à Central de Triagem da Penitenciária Sílvio Hall de Moura, na comunidade Cucurunã, até este sábado (13). Ele deve responder por triplo homicídio. Por medida de segurança, foi solicitado à justiça que ele fique em uma sala isolada dos demais presos.

Fonte: G1 PA.
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Segundo estudo, cerca de 970 mil mulheres exercem dupla função

Dos sete Estados que compõem a Região Norte, o Pará apresenta o maior número de mulheres chefes de domicilio.

O Dia das mães é marcado por homenagens, presentes e carinho, mas também é a segunda maior data que reproduz um acréscimo nas vendas para o setor do comércio.

Infelizmente, apesar de ser um dia festivo, muitas mulheres encontram-se extremamente cansadas e sobrecarregadas, já que exercem dupla função: a de mãe e pai. Segundo estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), é muito elevado esse tipo de situação no Estado do Pará e região norte. Com ou sem emprego formal e com baixa remuneração, cerca de 970 mil mulheres em todo o Pará exercem hoje a função de chefe de domicílio.

Ainda segundo o estudo, em números absolutos, dos sete Estados que compõem a Região Norte, o Pará é o que apresenta o maior numero de mulheres chefes de domicilio. Em toda a Região Norte o número de famílias somava 5.482.654 destas  39,42 % (2.161.000) eram chefiadas por mulheres.

O Dieese analisou também a questão da renda das mulheres que trabalham fora. A situação ainda é mais preocupante , pois mesmo com maior preparo da mão de obra ( avanço na Capacitação) as mulheres  – não só no Pará mas em todo o Brasil – ainda ganham pouco. No Estado, de um total de  3.592.235 pessoas ocupadas de 10 anos ou mais, aproximadamente 62,60% são homens (2.248.862 milhões) e 37,40% ( 1.343.373 milhão) são mulheres. De 1,3 milhão de mulheres ocupadas no Pará, 13,56% ganham até meio salário mínimo e 30,02% ganham entre meio e um salário mínimo. Isto quer dizer que menos da metade das mulheres que trabalham ganham até um salário mínimo de remuneração máxima mensal.

Fonte: ORMNews.
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Veja a linguagem corporal de Lula no depoimento a Moro

 Segundo especialistas, ex-presidente demonstra raiva, ansiedade e contradições

O ex-presidente Lula titubeou e mostrou sinais de desconforto, raiva, ansiedade e enfrentamento durante o interrogatório de quarta-feira ao juiz Sergio Moro, apontam especialistas em linguagem corporal que analisaram o vídeo da íntegra do interrogatório a pedido GLOBO. Segundo eles, pela postura, gestos, expressões e até as roupas usadas por Lula é possível inferir suas emoções, embora ressaltem que nesta situação não é possível afirmar o porquê de o ex-presidente estar se sentindo daquele jeito.

— São visíveis durante o interrogatório os sinais de tensão, na face, nas mãos e no corpo de Lula, o que é natural em qualquer interrogatório — avalia o professor Paulo Sergio de Camargo.

Já Wandy Casalecchi, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Leitura Corporal, destaca que a postura de enfrentamento de Lula para o depoimento começou já na sua escolha de figurino. De acordo com ele, a gravata grossa, se estendendo abaixo do cinto e com listras coloridas gerava um grande contraste no centro do tronco e chamava demasiada atenção.

Casalecchi, no entanto, é mais comedido ao apontar o que chama de “incongruências” entre as declarações e a linguagem corporal de Lula, evitando usar a palavra “mentira”.

— As interpretações são diversas para estes tipos de eventos e ratificamos que apenas apontamos as incongruências entre o ato em si/palavras e os sinais não verbais. Qualquer conclusão sem uma investigação das incongruências é mera especulação — explica Casalecchi.

Fonte: ORMNews.
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PF investiga fraudes em empréstimos de R$ 8,1 bilhões do BNDES ao grupo JBS

A Operação Bullish busca cumprir 37 mandados de condução coercitiva.

A Polícia Federal (PF)  faz hoje (12) uma operação para investigar fraudes e irregularidades em aportes concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Operação Bullish busca cumprir 37 mandados de condução coercitiva, sendo 30 no Rio e sete em São Paulo, e 20 mandados de busca e apreensão, sendo 14 no Rio e seis em São Paulo.

De acordo com investigações da PF em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal,  o suposto favorecimento foi ao grupo JBS, que atua no ramo de frigoríficos,  e envolveu – considerando todas as operações realizadas – cerca de R$ 8,1 bilhões. Os aportes ocorreram entre 2007 e 2011

Entre os problemas citados aparecem a compra, pelo BNDESPar – braço do banco voltado para a participação acionária em outras empresas – de ações da empresa frigorífica por valores acima dos praticados pelo mercado, além da não devolução de recursos que haviam sido liberados pelo banco de fomento para uma aquisição empresarial que não se concretizou.

Os autores do pedido citam ainda prejuízos decorrentes de operações com debêntures, a dispensa de garantias no momento da subscrição de papéis da empresa e a mudança de percepção do banco público em relação aos riscos do aporte de capital feito no grupo econômico investigado.

As investigações da PF e do Ministério Público verificou que, depois de contratar uma empresa de consultoria ligada a um parlamentar à época, os desembolsos da BNDESPar ocorreram de forma muito rápida. Além disso, de acordo com a PF, as transações foram feitas sem as garantias e sem a exigência de prêmio contratualmente previsto. Isso teria gerado prejuízos de R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos.

“Outro fato que chama a atenção foi o exíguo prazo da análise das operações financeiras complexas e da ausência de relatórios de diligências”, destaca o juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite, em um trecho da decisão que acatou os pedidos de medidas cautelares.

Além dos mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão, a Justiça decretou a indisponibilidade de bens de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participar direta ou indiretamente da composição acionária do grupo empresarial investigado.

Os controladores do grupo também estão proibidos, ainda em razão da decisão judicial, de promover qualquer alteração societária na empresa investigada e de se ausentar do país sem autorização judicial prévia. A Polícia Federal monitora cinco dos investigados que se encontram em viagem ao exterior.

O grupo alimentício JBS informou, por meio de nota, que não foi favorecido em qualquer operação financeira envolvendo a BNDESPar.

Por meio de nota, o BNDES informou que está buscando informações sobre a operação da PF e dando apoio aos seus empregados. “O BNDES colabora com as autoridades na apuração. A presidente Maria Silvia Bastos Marques está em compromisso em Brasília, retornando ao banco nas próximas horas. O BNDES fará novo pronunciamento até o fim do dia”, diz o texto.

Em nota, a defesa do ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, informou que todas as operações com a JBS foram feitas dentro “da mais absoluta regularidade, e Coutinho está e sempre esteve à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos solicitados por autoridades sobre a questão”.

“A defesa do ex-presidente ainda não teve acesso aos autos, mas tem convicção de que demostrará, ao longo do processo, a lisura de todas as ações feitas durante sua gestão. Coutinho está absolutamente tranquilo e encontra-se no exterior em compromisso profissional previamente agendado, regressando ao Brasil no começo da semana que vem, quando poderá prestar todos os esclarecimentos pertinentes sobre o caso,” diz a nota.

Fonte: ORMNews.
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Homem mata esposa e enteados em Monte Alegre

Revoltados, moradores tentaram invadir o hospital com o intuito de matar o acusado.

Benonias Esquerdo da Costa matou a companheira e dois enteados, de seis e nove anos, a facadas na última na quarta-feira (10), mas crime foi só foi percebido nesta quinta-feira (11), em Monte Alegre.

De acordo com informação da polícia, várias pessoas tentaram invadir o hospital da cidade, para onde o assassino foi levado, com intuito de matá-lo. A Polícia Militar precisou intervir. A tragédia familiar poderia ter sido maior, mas a mãe das crianças conseguiu esconder um dos filhos, de dois anos, num lençol. Outros dois filhos adolescentes estavam na casa de uma tia.

Diana Gomes de Moraes, há cerca seis meses, vinha querendo a separação. A família dela já sabia e estava tentando ajudar, mas Benonias, conhecido como “Bena”, não aceitava. A mulher chegou a se mudar, mas ele a encontrou antes. Enfurecido, pegou uma faca e atingiu as vítimas. Quando percebeu o que tinha feito, fugiu e deu uma facada no próprio peito.

Na manhã de quinta, um vizinho foi até a casa de Diana para saber se os filhos adolescentes iam para a escola. Então viu os corpos no chão e o sangue. Desesperado, chamou a polícia e avisou familiares da vítima. Todos imediatamente desconfiaram do ex-companheiro. Um clima de luto e revolta se instalou na vila onde ela estava morando.

Policiais civis e militares foram à casa de Benonias e o encontraram ferido no peito, quase inconsciente, mas ainda vivo. A arma dos crimes foram apreendidas no local. O homem foi levado ao Hospital Municipal de Monte Alegre e nesse momento muitas pessoas tentaram tirá-lo de lá. Portas e janelas foram quebradas e a PM teve de dispersar as pessoas revoltadas.

Benonias chegou a receber alta, mas foi necessário transferi-lo para Santarém. Mesmo em outra cidade, já havia muita gente sabendo de quem se tratava e houve protestos, com novas tentativas de linchamento. Ele vai prestar esclarecimentos, formalmente, e então será autuado pelo triplo homicídio.

“Existe um procedimento a ser seguido e será seguido por todos nós. A gente lamenta esse fato, se revolta, mas a justiça será feita de acordo com as leis vigentes”, comentou o delegado Almir Alves, que está à frente do caso. Ele vai colher o depoimento de Benonias em Santarém. Por motivos de segurança, a Polícia Civil não revelou o local. Informalmente, o homem apenas confessou o crime.

Um tio de Diana, furioso, não escondeu que tinha vontade de fazer justiça com as próprias mãos. Ele relata que ainda disse à sobrinha para ficar na casa dele. “É um monstro. Não pode se dizer que isso é um ser humano. Não tinha porquê matar as crianças que não tinham nada ver! Eram inocentes”, disse, em entrevista ao portal G1.

Fonte: ORMNews.
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Governador do Pará nega crise e Comando Geral da Polícia Militar tem novo titular

Cargo estratégico passará a ser ocupado pelo coronel Hilton Benigno de Souza, ex-secretário adjunto de gestão da Segup.

O governador do estado, Simão Jatene, anunciou nesta sexta-feira (12), em Belém, a troca do Comando Geral da Polícia Militar: o cargo, antes ocupado pelo coronel Roberto Campos, terá como novo titular o coronel Hilton Benigno de Souza, ex-secretário adjunto de gestão operacional da Secretaria de Segurança (Segup).

“O coronel Hilton deverá estar assumindo dia 23 e outras mudanças deverão ocorrer porque chega um novo comandante ele deve ter a liberdade para organizar e estruturar a sua equipe. O que eu acho que é importante registrar é que já conversamos um pouco com o coronel que assume e devemos ter outras mudanças sobretudo no avanço na utilização maior de tecnologia no combate à questão da criminalidade”, afirmou Jatene.

Jatene negou ainda que os recentes episódios envolvendo chacinas na capital e Grande Belém e os casos sucessivos de violência no campo tenham motivado a substituição.

“Não é isso. O coronel Campos quando assumiu tinha me sinalizado que gostaria de ficar por um determinado período, nada mais razoável que estamos na metade do governo, então é um bom momento para fazer essa troca”, afirmou o governador.

Hilton Benigno também já foi chefe do Estado-Maior da PM e chefe da Casa Militar da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa). Ele iniciou a carreira militar em 1988 no Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) do Exército Brasileiro. Serviu dois anos como tenente temporário de Infantaria, no 2º Bis, em Belém. Em 1º de fevereiro de 1991 ingressou, por meio de concurso público, na Polícia Militar do Pará. É da turma pioneira de cadetes da Academia de Polícia Militar “Coronel Fontoura”. É bacharel em Direito e tem especialização em Gestão Pública e Direito do Estado.

Fonte: G1 PA.
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Movimentos sociais pedem agilidade na apuração da morte de líder de assentamento no Pará

Representantes da entidades ligadas ao combate à violência no campo estiveram no local do crime e conversaram com os moradores.

A Polícia ainda não identificou os assassinos de Kátia Martins de Souza, líder de um assentamento em Castanhal, nordeste do Estado. Ela foi morta a tiros no dia 4 de maio. Autoridades e representantes de movimentos sociais agrários se reuniram no município onde o crime aconteceu para cobrar rigor na apuração do caso.

Representantes da entidades ligadas ao combate à violência no campo estiveram no assentamento Primeiro de Janeiro, na zona rural de Castanhal, para visitar o local do crime. Eles conversaram com os moradores para conseguir mais informações sobre o assassinato.

Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Pará, deputado Carlos Bordalo, a entidade foi criada para combater os conflitos por causa da posse de terras. “A morte da Kátia Martins representa uma grande interrogação. Ao que se deve? A partir de hoje as entidades vão formar um cômite de apoio a essas familias”, afirma.

Uma das finalidades da visita dessa comissão ao assentamento é cobrar da Justiça, maior celeridade nos processos de reintegração de posses e desapropriação para evitar conflitos agrários. “Onde houver um fato como esse a Defensoria vai fazer um levantamento documental e atuar mais fortemente nesses processos”, ressalta o defensor público, João Paulo Ledo.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT) a morte da lider dos assentados em castanhal, é uma forma de intimidar os agricultores que aguardam o processo de posse definitiva da área. “A paz se chama reforma agrária, não tem outro nome, não tem outra história”, declara o padre Paulo da Silva, membro da CPT.

Crime
A agricultora e presidente da Associação de Moradores do Assentamento 1º de Janeiro, Kátia Martins, 43 anos, foi executada com cinco tiros à queima roupa, na frente do neto de seis anos, dentro da casa onde morava no assentamento.

Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações sobre a morte da agricultora são realizadas de forma sigilosa.

Fonte: G1 PA.
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