Após gravação de Temer, relator suspende Reforma Trabalhista

O discurso de aliados do presidente Michel Temer, de que as revelações da delação premiada do empresário Joesley Batista não vão comprometer o andamento das reformas econômicas, começou a ruir. No final da manhã desta quinta-feira, o relator da Reforma Trabalhista no Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), anunciou, em nota à imprensa, a suspensão da tramitação do projeto no Congresso até a conclusão da crise institucional.

“A crise institucional que estamos enfrentando é devastadora e precisamos priorizar a sua solução, para depois darmos desdobramento ao debate relacionado à reforma trabalhista”, afirmou o parlamentar. Ferraço acrescentou que “não há como desconhecer um tema complexo como o trazido pela crise institucional. Todo o resto agora é secundário.”

Projeto com fortes resistências de sindicatos e movimentos sociais, a reforma consiste em um conjunto de medidas de alteração da legislação trabalhista, centrado no privilégio das negociações entre patrões e empregados, que passariam a ter valor de lei. Ao lado da Reforma da Previdência, é uma das propostas-símbolo do governo do presidente Temer.

Nesta quarta-feira, o jornal O Globo divulgou trechos da delação premiada de Joesley Batista, do grupo JBS. O empresário entregou aos procuradores uma gravação em que o presidente da República dá aval ao pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que ele não fizesse um acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato.

Temer também é acusado de ter indicado o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como o recebedor de vantagens ilícitas supostamente associadas a um benefício concedido pelo presidente para a JBS. Rocha Loures foi gravado pela Polícia Federal recebendo uma mala da empresa contendo 500 mil reais.

Fonte: msn.
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Advogados de Lula dizem que convocar eleição pode ser ‘única forma’ de resolver crise

Convocar eleições “talvez seja a única forma de resolver as alegações que existem contra o presidente (Michel Temer)”. O comentário é de Geoffrey Robertson, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior e que, nesta quinta-feira, 18, anuncia que está apresentando novos documentos para reforçar sua queixa na ONU de que existe uma perseguição contra Lula no Brasil.

Sua afirmação vem um dia depois que foi revelado o suposto envolvimento do presidente Temer e conversas com executivos da JBS. Para o jurista, “as ruas no Brasil estão pedindo eleições”.

O advogado levantou a tese da eleição ao atualizar a imprensa internacional, em Genebra, sobre a queixa que ele apresentou ao Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho de 2016 sobre a parcialidade da investigação sobre Lula. Para ele, o ex-presidente “deve ser condenado” diante do que ele chama de um “comportamento parcial” do juiz federal Sérgio Moro.

“Lula não quer imunidade nem impunidade”, garantiu. Ao falar com a imprensa estrangeira nesta quinta-feira, os advogados apontam que a ONU “aceitou” a petição do ex-presidente e que agora a equipe legal vai entregar respostas finais às perguntas realizadas pelos peritos, assim como evidências de “novos abusos cometidos” contra Lula pelo sistema judiciário brasileiro. A coletiva em Genebra foi anunciada como “a perseguição contra Lula”.

Robertson, porém, criticou a Justiça brasileira, dizendo que o sistema é “louco” e que Lula, depois de deixar o governo “viveu de forma muito modesta, na periferia de São Paulo”. “Ele é famoso por não ter refeições luxuosas ou viagens. Nenhuma conta no exterior menciona Lula. Até o apartamento que ele supostamente ganhou é bem modesto em praia de segunda categoria”, disse, em referência ao triplex no Guarujá.

Para a advogada de Lula, Valeska Teixeira, o processo contra Lula “quer afetar o calendário eleitoral”. Segundo ela, o depoimento do ex-presidente “não atende padrão internacional” e Moro “não nos deixou produzir evidências”. “Não há presunção de inocência no Brasil. Mas presunção de culpa”, insistiu Robertson

Atraso

Apesar da pressão, a agenda de casos que serão avaliados pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho não inclui a queixa formada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a Judiciário brasileiro. Dados obtidos com exclusividade pelo Estado/Broadcast revelam que o órgão não cita o caso do ex-presidente em sua lista de temas a serem tratados em sua próxima sessão.

Em julho de 2016, os advogados acusavam o juiz Sérgio Moro na ONU de não estar sendo imparcial no julgamento do ex-presidente e apontam que os direitos de Lula estão sendo ameaçados no Brasil. Em outubro, a ONU aceitou avaliar o caso e deu até o dia 27 de janeiro deste ano para que o governo respondesse.

A entidade, porém, já deixou claro que não avalia ainda o conteúdo da queixa. Mas apenas se a ONU tem o direito ou não de examinar e fazer suas recomendações. De acordo com a entidade, o caso pode levar dois anos para ser examinado.

O Comitê da ONU, que se reúne em julho, não tratará do caso. “O caso não está na agenda da próxima sessão do Comitê, que ocorre em julho”, declarou num e-mail o departamento de imprensa do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos.

Para que o tema não seja deixado para 2018, a última oportunidade que os advogados terão será a da inclusão da queixa na lista de casos a serem tratados na reunião do Comitê de outubro deste ano, a última sessão de 2017. O Estado confirmou que a agenda do órgão para o segundo semestre não está definida.

Fonte: MSN.
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É hora da renúncia de Temer, declara Alvaro Dias

Segundo o senador, o Brasil vive “uma tragédia moral” porque providências não foram adotadas em seu devido tempo

É hora da renúncia do presidente da República, Michel Temer, declarou em Plenário nesta quinta-feira (18) o senador Alvaro Dias (PV-PR). A solução seria menos traumática para a população brasileira do que a instauração de novo processo de impeachment, disse o parlamentar. As informações são da Agência Senado.

Outra saída, segundo ele, seria o rápido julgamento da ação que cassa a chapa Dilma-Temer pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o senador, o Brasil vive “uma tragédia moral” porque providências não foram adotadas em seu devido tempo.

— Infeliz a nação que tem um governo cego diante da realidade dos fatos. Foi a banalização da corrupção o maior desserviço que se instalou no Brasil nos últimos anos — lamentou.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Marina Silva: ‘O presidente não está mais em condições de governar o Brasil’

Logo após a divulgação das conversas comprometedoras entre Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, e do presidente Michel Temer, a ex-senadora Marina Silva (Rede) se posicionou mais uma vez por novas eleições presidenciais.

“A crise política está se agravando de forma dramática”, sentencia. “O presidente não está mais em condições de governar o Brasil.”

“A fraude eleitoral de 2014 já sinalizava: nem Dilma nem Temer teriam condições e legitimidade de conduzir o País”, destacou a ex-ministra, que ficou em terceiro lugar nas eleições de 2014, atrás de Dilma Rousseff, que sofreu impeachment por crime de responsabilidade, e de Aécio Neves, que nesta quinta-feira (18) teve o mandato de senador suspenso, também por conta de gravações de Batista.

Para Marina, “mais uma vez, sabotaram os fundamentos da República e da democracia”.

Ela defende a antecipação de novas eleições a partir da aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que antecipa a realização de eleições diretas, apresentada pelo deputado Miro Teixeira (Rede/RJ).

Acusações graves

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Michel Temer incentivou pagamento da JBS pelo silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Na semana passada, os donos da JBS, Joesley Batista e o irmão Wesley, levaram ao STF (Supremo Tribunal Federal) gravações de conversa com Temer.

Em um dos diálogos incriminadores, Batista diz que paga uma mesada para Cunha e Lúcio Funaro, operador dele em esquema de corrupção, para permanecerem calados. Temer foi gravado consentindo: “Tem que manter isso, viu?”.

Em outra conversa gravada, Temer indica a Joesley procurar o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-RJ) para resolver problemas da JBS. De acordo com Lauro Jardim, a Polícia Federal filmou Rocha Loures recebendo propina de R$ 500 mil de Ricardo Saud, diretor da JBS.

Essa delação precisa ser homologada pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, para ser considerada uma prova legal.

Outro lado

Em nota, o Palácio do Planalto negou que Temer tenha pedido pagamento de silêncio de Cunha. Disse também que nunca tentou frear delações.

Leia a íntegra:

“O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.”

Fonte: MSN.
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Senador Randolfe Rodrigues protocola novo pedido de impeachment de Temer

Parlamentar da Rede apresentou o pedido na manhã desta quinta (18) na Câmara dos Deputados. Este é o terceiro pedido de afastamento do presidente com base nas delações dos donos da JBS.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou na manhã desta quinta-feira (18), na Câmara dos Deputados, um pedido de impeachment do presidente Michel Temer.

Este é o terceiro pedido de afastamento do presidente da República apresentado na Câmara em menos de 24 horas.

Na noite desta quarta (17), poucas horas depois de o jornal “O Globo” revelar que o empresário Joesley Batista – um dos donos do frigorífico JBS – gravou Temer dando aval para compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ) e João Henrique Caldas (PSB-AL) protocolaram pedidos de impeachment contra o presidente da República.

Em um dos trechos da conversa gravada em março por Joesley Batista com Temer no Palácio do Jaburu, o empresário diz ao presidente da República que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante dessa informação, Temer diz, na gravação: “tem que manter isso, viu?”

No pedido de afastamento, Randolfe Rodrigues afirma que Temer cometeu crimes de responsabilidade no episódio relatado pelo dono da holding J&F, controladora do frigorífico JBS.

“Nesta ocasião, [Joesley] relatou ao denunciado [Temer] estar repassando valores aos senhores Eduardo Consentino da Cunha e Lúcio Bolonha Funaro, ao que o denunciado demonstrou, além de aquiescência ao feito, satisfação pelo ocorrido”, diz o documento protocolado por Randolfe.

Na avaliação do senador da Rede, Michel Temer praticou atos previstos em dois dispositivos constitucionais. Um deles diz que é crime de responsabilidade atentar contra o livre exercício do Judiciário e do Ministério Público. O senador diz também que Temer atuou contra a probidade na administração.

Oposição

Logo após o encerramento da sessão, deputados dos partidos de oposição se reuniram para definir a estratégia diante da revelação que atinge Temer.

Ficou decidido que os partidos vão reunir as suas respectivas bancadas na manhã desta quinta (18) para traçar os próximos passos. Em seguida, representantes das legendas vão sentar novamente para traçar os próximos passos.

Uma outra frente que a oposição pretende atuar é aprovar uma proposta de emenda à Constituição, parada na Comissão de Constituição e Justiça, que determina a convocação de eleições diretas quando o cargo de presidente da República ficar vago até seis meses antes do fim do mandato. Nos seis meses finais, a eleição seria indireta, por meio de escolha pelo Congresso Nacional. Pelas regras atuais, quando o cargo fica vago nos últimos dois anos do mandato, a eleição é indireta.

Há ainda alguns parlamentares que defendem que a acusação contra Temer seja anexada a um pedido de impeachment que teve a instalação da comissão especial autorizada no passado pelo ministro do STF Marco Aurélio e que não saiu do papel. O pedido anterior de impeachment se baseia em uma suposta pedalada que teria sido praticada por Temer.

Fonte: G1.
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Aécio está proibido de exercer função no Senado

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin proibiu Aécio Neves (PSDB-MG) de exercer as funções de senador nesta quinta-feira (18), um dia após a divulgação da informação de que ele teria pedido R$ 2 milhões a donos do frigorífico JBS. Inicialmente, as informações davam conta de que o tucano havia sido afastado do mandato, mas ele continua sendo senador.

As medidas foram tomadas com base no acordo de delação de executivos da JBS, já homologado por Fachin. Em sua decisão, o ministro impôs duas medidas cautelares ao tucano: a proibição de contatar qualquer outro investigado ou réu no conjunto de fatos revelados na delação da JBS e a proibição de se ausentar do país, devendo entregar seu passaporte.

A Procuradoria-Geral da República também pediu a prisão do tucano, mas Fachin, responsável pela Lava Jato na Corte, negou o pedido. Ao contrário do que foi informado inicialmente, o ministro tomou uma decisão monocrática, e não levará o pedido ao plenário do Supremo.

A Rede Sustentabilidade informou que vai apresentar ainda hoje uma representação contra Aécio no Conselho de Ética do Senado Federal. Caso o processo seja aberto, pode levar à cassação do senador, que também é presidente nacional do PSDB.

Entre os alvos está Andrea Neves, irmã de Aécio, presa na manhã de hoje na região metropolitana de Belo Horizonte. Ela também é acusada de pedir dinheiro para Joesley Batista, um dos donos da JBS, em nome do irmão.

Fonte: DOL.
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Trump: investigação sobre a Rússia é a maior caça às bruxas na história americana

O presidente Donald Trump criticou nesta quinta-feira a investigação sobre o suposto conluio de sua equipe de campanha com a Rússia, que chamou de “maior caça às bruxas” na história dos Estados Unidos.

“Esta é a maior caça às bruxas individual de um político na história americana!”, escreveu Trump no Twitter, um dia depois do ex-diretor do FBI Robert Mueller ter sido designado como investigador especial da suposta interferência russa nas eleições americanas.

Também via Twitter, Trump acusou o antecessor Barack Obama e a rival democrata nas eleições, Hillary Clinton, de “atos ilegais”, que não especificou.

“Com todos os atos ilegais que aconteceram na campanha de Clinton e na administração Obama, eles nunca tiveram um conselheiro especial designado”, escreveu em referência ao investigador especial.

A incerteza política em Washington afetava nesta quinta-feira o dólar e os mercados ao redor do mundo: Wall Street e as Bolsas europeias abriram em baixa, prudentes diante das dificuldades de Trump, assim como o mercado de petróleo em Nova York.

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa com a desvalorização da moeda americana e nem os bons números do crescimento do Japão conseguiram reverter a tendência.

– Investigação exaustiva –

O Departamento de Justiça nomeou Mueller como investigador especial, em um ambiente de crescente crise política nos Estados Unidos.

Trump insistiu na quarta-feira em sua inocência e expressou confiança que uma “investigação exaustiva” mostrará que efetivamente sua campanha eleitoral não teve ajuda de nenhuma “entidade estrangeira”.

Desde sua posse, em 20 de janeiro, Trump busca desesperadamente encerrar a polêmica por suas supostas relações com a Rússia durante a campanha, mas desde então o problema não parou de crescer e agora já ameaça paralisar sua presidência.

As investigações se concentram nas suspeitas de interferência da Rússia nas eleições presidenciais para favorecer Trump, e no eventual conluio de seu comitê de campanha com estes esforços.

Na quarta-feira, o procurador-geral interino, Rod Rosenstein, determinou que “é de interesse público que exercite minha autoridade e indique um investigador especial para assumir responsabilidade neste caso”.

Para liderar as investigações, Rosenstein escolheu o advogado Robert Mueller, que foi diretor do FBI entre 2001 e 2013.

Ele disse esperar que “a questão seja concluída rapidamente”.

No mais recente capítulo da interminável crise, agora o presidente americano é suspeito de tentativa de pressionar, em fevereiro, o então diretor do FBI James Comey a encerrar a investigação, uma atitude que, se confirmada, constituiria obstrução de justiça.

Trump surpreendeu Washington ao demitir Comey na semana passada, o que aumentou as críticas a seu governo.

– Flynn informou que era investigado –

Ao mesmo tempo, o jornal New York Times revelou que o general da reserva Mike Flynn, o conselheiro de Segurança Nacional demitido por Trump, havia informado a equipe de transição do então presidente eleito que era alvo de uma investigação federal, mas, ainda assim, foi nomeado para o cargo.

O jornal, citando duas fontes familiarizadas com o caso, informou na quarta-feira à noite que Flynn havia dito ao advogado da equipe de transição presidencial, Don McGahn, sobre a investigação em 4 de janeiro, semanas antes de assumir o cargo sensível.

Flynn, que acabou sendo demitido 24 dias após ter tomado posse, está no centro de uma investigação federal sobre a interferência russa na última eleição presidencial dos Estados Unidos.

Oficialmente, a Casa Branca indicou que Flynn foi demitido por omitir uma conversa por telefone com o embaixador russo, durante a qual supostamente discutiram maneiras de aliviar as sanções americanas sobre a Rússia.

– Informação repassada à Rússia –

Nesta quinta-feira, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, expressou sua confiança “em todos os aliados” para compartilhar informações sensíveis, depois da polêmica sobre dados confidenciais repassados por Trump ao chanceler russo Serguei Lavrov.

“Confio em todos os aliados e estou absolutamente seguro de que são capazes de compartilhar e gerenciar essas informações de forma adequada”, disse Stoltenberg, na chegada a uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia em Bruxelas.

De acordo com o jornal Washington Post e outros meios de comunicação, o presidente americano divulgou informações sobre uma operação preparada pelo grupo Estado Islâmico (EI), durante uma reunião com Serguei Lavrov e o embaixador russo nos Estados Unidos, Serguei Kisliak.

Trump teria inclusive mencionado a cidade na Síria onde a ameaça foi detectada, o que poderia pôr em perigo diretamente a fonte. O grande aliado dos Estados Unidos na região, Israel, teria comunicado as informações, que Washington não poderia repassar a outros países

Fonte: MSN.
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Operação Nacional-Dois são presos no Pará por pornografia infantil

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (18) duas pessoas flagradas com pornografia infantil no Pará. As ações foram realizadas durante a operaçã Cabrera, realizada hoje em 18 Estados do país, visando combater a disseminação e posse deste tipo de conteúdo.

As prisões no Estado foram realizas durante o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, quando os agentes flagraram duas pessoas envolvidas com este tipo de crime.

Além dos mandados no Pará, os agentes ainda cumprem 91 mandados de busca e apreensão, duas prisões preventivas e uma condução coercitiva nos Estados de Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

INVESTIGAÇÃO

Os policiais federais monitoraram uma rede de disseminação internacional de pornografia infantil por meio de redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens e vídeo.

Os suspeitos vão responder na Justiça pelos crimes de posse e compartilhamento de arquivos de pornografia infantil. As penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código Penal variam de um a seis anos de prisão.

O nome da operação homenageia Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune. Após o crime, o país instituiu a data como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Fonte: DOL\FolhaExpress.
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Filho de Teori diz que seu pai pode ter sido assassinado

Logo após divulgação da notícia de que Temer teria atuado para comprar o silêncio de Cunha, filho do ministro fez um desabafo nas redes sociais

O filho do ministro Teori Zavascki, Francisco Prehn Zavascki, publicou ontem no final do dia uma desabafo nas redes sociais ligando a morte de seu pai à tentativa do PMDB de barrar a Operação Lava-Jato e pedindo o impeachment do presidente Michel Temer (PMDB). Teori morreu em um acidente de avião em janeiro deste ano. De acordo com o relato, seu pai sabia quem estava envolvido no “mar de corrupção” e pode ter sido assassinado por isso.

Segundo ele, quando o PMDB percebeu que as investigações começaram a ficar mais perto dos líderes do partido viu que a única chance era barrar a Lava-Jato. “Para isso, precisava do poder. Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?”, afirmou.

O filho do ministro disse ainda que se sente o estômago embrulhar ao lembrar da presença do “cortejo dos delatados” no velório do seu pai. Entre as figuras envolvidas com a Lava-Jato que estiveram no velório estavam o presidente Michel Temer, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e o então ministro José Serra, na época no comando da pasta de Relações Exteriores, todos delatados na Lava-Jato.

Hoje ele voltou ao assunto e disse ter escrito o texto em momento de emoção. O relato de Franscisco foi feito logo após o vazamento das denúncias de que Temer teria sido gravado dando aval para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), preso desde setembro passado pela Lava-Jato. No texto, ele pediu respeito à Constituição.

“Caros amigos, ontem escrevi, num momento de grande emoção, um texto que, mais do que qualquer coisa, representa como eu vejo o que se passou. Ainda sou tomado por muitas dúvidas e, em razão dos fatos de ontem, quis compartilhar a minha opinião.A crise é muito complexa e difícil, por isso penso que só com ponderação, razão, apego à lei e à Constituição (remédios que o meu pai sempre usou) é que podemos superá-las! Precisamos unir o país, não dividi-lo. Força às instituições!”.

Confira o depoimento de Francisco Prehn Zavascki

O PMDB está no poder desde sempre e, como todos sabemos, estava com o PT aproveitando tudo de bom que o Governo pode dar… até que veio a Lava Jato. A ordem sempre foi a de parar a Operação (isto está gravado nas palavras dos seus líderes). Todavia, ao que parece, até para isso o PT era incompetente e, ao que tenho notícia, de fato, o PT nunca tentou nada para barrar a Lava Jato (ao menos o pai sempre me disse que nunca tinham tentado nada com ele), o que sempre gerou fortes críticas de membros do PMDB.
O problema é que as investigações começaram a ficar mais e mais perto e os líderes do PMDB viram como única saída, realmente, brecar a Operação a qualquer custo. Para isso, precisava do poder. Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?
O pai sabia de tudo isso. Sabia quanto cada um estava afundado nesse mar de corrupção. Não é por acaso que o pai estava tão afilho com o ano de 2017. Aflito ao ponto de me confidenciar que havia consultado informalmente as Forças Armadas e que tinha obtido a resposta de que iriam sustentar o Supremo até o fim!
Não tem coisa que me embrulha mais o estômago do que lembrar que, no dia do velório do meu pai, diante de tanta dor, ainda tive que cumprimentar os membros daquele que foi apelidado naquele mesmo dia de o “cortejo dos delatados”.  Impeachment já!  Desculpem o desabafo, mas não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!

Fonte: MSN.
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Ibovespa cai mais de 10% e circuit breaker é acionado

O principal índice da Bovespa teve seus negócios interrompidos pelo mecanismo de circuit breaker após desabar mais de 10 por cento no início do pregão desta quinta-feira, repercutindo as acusações da noite da véspera envolvendo o presidente Michel Temer.

Os negócios foram parados às 10:21, com o índice marcando queda de 10,47 por cento, a 60.470 pontos.

Os negócios ficam interrompidos por 30 minutos e, segundo as regras da B3, se na volta dos negócios a queda do índice atingir 15 por cento ante o fechamento da véspera, os negócios são suspensos por uma hora.

As denúncias envolvendo Temer vieram à tona na noite passada, quando o jornal O Globo publicou que Joesley Batista, um dos controladores do frigorífico JBS, gravou Temer concordando com pagamentos para manter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

Fonte: MSN.
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