Dólar tem a maior queda diária desde 2008

A moeda dos EUA caiu 3,89% a R$ 3,2571 na venda

O dólar fechou em queda ontem, em movimento de correção após a forte valorização no dia anterior em meio ao cenário político conturbado, registrando sua maior alta em 18 anos. O dia também foi marcado pela intervenção do Banco Central no mercado de câmbio, que ajudou a puxar a moeda para baixo.

A moeda norte-americana caiu 3,89% a R$ 3,2571 na venda. Foi a maior queda diária desde novembro de 2008, segundo a Reuters. Na semana, o dólar subiu 4,26% em relação ao real. Analistas ouvidos pelo G1 disseram que o mercado viveu ontem um movimento de correção após o “pânico” no dia anterior, quando o dólar subiu 8,15%, a R$ 3,389 na venda.

Thaís Marzola Zara, economista chefe da Rosemberg Associados, explica que a leve recuperação dos mercados na quinta foi um movimento de correção após o tombo no dia anterior. “Está todo mundo esperando para ver realmente quais vão ser as consequências, como vai se desenrolar a crise política. Enquanto tem essa pausa, está tendo alguma correção”.

Lucas Marins, analista da Ativa Investimentos, explica que recuperação desta sexta foi um movimento mais “racional” após a incerteza generalizada. “Quinta-feira foi dia de pânico, ninguém sabia o que ia acontecer com o Brasil. O investidor mais avesso ao risco, a primeira coisa que pensa em fazer é ligar para a corretora dele e mandar vender as ações. Ontem, os investidores já assimilaram os fatos, traçaram os cenários possíveis e tomaram decisões mais racionais.”

Os especialistas apontam ainda que a tendência para os próximos dias é de a volatilidade persista. Zara diz que ainda não é possível descartar a possibilidade de mais volatilidade nos próximos dias, “até porque a gente está começando a ver agora as divulgações das delações”. “O mercado está em ritmo de expectativa, aguardando para saber se as reformas econômicas foram de fato abortadas”.

Marins afirma que, no curto prazo, o mercado pode esperar “muita volatilidade até ter uma definição clara do que vai acontecer”. “Os últimos dias foram fundamentados na expectativa de que o Temer conseguiria aprovar as reformas. Agora, essas expectativas todas ruíram. No radar de curto prazo não há a menor ideia de que os deputados vão votar a reforma da Previdência e, no Senado, a reforma trabalhista também está travada”.

A Bovespa também teve dia de correção ontem, e fechou em alta de 1,69%, aos 62.639 pontos, após ter perdido 8,8% na quinta-feira, na maior queda desde outubro de 2008.

Atuação do BC

A queda do dólar ontem foi puxada ainda pelo reforço na intervenção pelo Banco Central. “O BC tem intervindo para conter essa valorização que o dólar teve quinta-feira. O BC está provendo dólares para o mercado, e isso acalmou um pouquinho a percepção ruim no mercado de câmbio. Foi um fator positivo”, disse ao G1 Rogerio Storelli, gestor da GGR Investimentos.

O BC fez novo leilão de swap cambial tradicional – equivalentes à venda futura de moedas – para rolagem do vencimento de junho, no qual vendeu todos os 8 mil contratos ofertados, segundo a Reuters. E também vendeu o total de 40 mil novos contratos, equivalentes a US$ 2 bilhões, em leilão extra que se repetirá ainda pelos próximos dois pregões.

Além do BC, o Tesouro Nacional também anunciou intervenção em razão da volatilidade e fez leilões de títulos nesta sessão, e repetirá até o dia 23, de compra e venda de títulos.

Fonte: ORMNews.
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Desemprego no Pará sobe para 13,8% e atinge 512 mil pessoas

Apesar do aumento, Estado tem apenas a 15ª taxa de desocupação do País

Registrando elevação em todas as regiões do País, a taxa de desemprego voltou a avançar no Pará no 1º trimestre do ano e chegou a 13,8% – maior taxa de desocupação dos últimos quatro anos. No mesmo período de 2016, a desocupação no Estado era 10,0%. Já na comparação com o 4º trimestre de 2016, a elevação foi de 1,1 ponto percentual (p.p.). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números absolutos, o Pará atingiu 512 mil desempregados entre janeiro e março de 2017. São 132 mil pessoas a mais sem emprego na comparação com o 1º trimestre de 2016 – ou seja, um crescimento de 34,6%. Se forem levados em conta os números do 4º trimestre do último ano, o aumento foi de 33 mil desempregados, o que caracteriza uma alta de 7,9%.

Mesmo com a elevação do indicador no período, a taxa de desocupação registrada no Pará é apenas a 15ª dentre todas as Unidades Federativas. Nas primeiras posições aparecem a Bahia, com 18,6% da população em idade de trabalhar desocupada; o Amapá, com 18,5%; Amazonas, com 17,7%; Alagoas, com 17,5%; Pernambuco, com 17,1%; Rio Grande do Norte, com 16,3%; e Sergipe, com 16,1%. Na outra ponta, com os menores índices, estão Santa Catarina (7,9%), Rondônia (8,0%), Rio Grande do Sul (9,1%), Mato Grosso do Sul (9,8%), Roraima (10,3%) e Paraná (10,3%).

No Brasil, a taxa geral chegou a 13,7% com alta em todas as grandes regiões no 1º trimestre de 2017 em relação ao 4º trimestre de 2016: Norte (de 12,7% para 14,2%), Nordeste (de 14,4% para 16,3%), Sudeste (de 12,3% para 14,2%), Sul (de 7,7% para 9,3%) e Centro-Oeste (de 10,9% para 12,0%). A Região Nordeste permanece registrando a maior taxa de desocupação dentre todas as regiões.

Outro dado disponibilizado pela Pnad é o cálculo de nível de ocupação, que é diferente da taxa de desocupação, que considera apenas os que têm acima de 14 anos e que desejam ou precisam trabalhar. Segundo o IBGE, todas as pessoas acima de 14 anos são incluídas nessa conta, mesmo as que não procuram trabalho. Nessa categoria, o Pará tem 50,7% da população acima de 14 anos ocupada (-4,7 p.p. em relação ao 1ºtri/2016 e -2,0 p.p. em relação ao 4ºtri/16), o que equivale a 3,19 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2017. No último trimestre de 2016, era 3,29 milhões de ocupados, em uma taxa de 52,7%.

No mesmo período de 2016 – de janeiro  março -, 3,41 milhões de pessoas estavam ocupadas, o que representava 55,3%. A maior taxa já registrada no Estado foi de 57,9%, no segundo trimestre de 2012. Já a taxa de participação na força de trabalho entre janeiro e março deste ano ficou em 58,8% no Pará, menor do que os 60,3% registrado no 4º trimestre de 2016 e do que os 61,5% no primeiro trimestre do ano passado. A maior parcial nessa análise também foi no segundo trimestre de 2012, da ordem de 62,7%.

Remuneração

De acordo com a pesquisa, a remuneração média do trabalhador paraense praticamente não se alterou na comparação com trimestres anteriores. Entre janeiro e março deste ano, o salário médio no Pará ficou em R$ 1.413, valor apenas R$ 31 (2,2%) acima da média do trimestre diretamente anterior (R$ 1.382) e R$ 40 (2,9%) do primeiro trimestre do ano passado (R$ 1.373).

A renda dos empregadores lidera de forma disparada no Estado, com média salarial de R$ 3.149. Em seguida, vêm os empregados do setor público, com R$ 2.701. No setor privado, a renda média do empregado com carteira assinada é R$ 1.628, alta de 4,3% na comparação com o 1ºtri/2016. Sem carteira assinada, o rendimento mensal é R$ 852, queda de 1,7%.  Segundo o IBGE, o salário mais baixo entre a população ocupada no Pará, de R$ 630, é recebido pelos trabalhadores domésticos. Autônomos têm rendimento médio de R$ 877.

Fonte: ORMNews.    
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Prefeito reúne com Ministro dos Transportes para pedir inclusão de Santarém em concessão da BR-163 e na Ferrogrão

O prefeito de Santarém Nélio Aguiar reuniu, na tarde de quarta-feira (17), em Brasília, com o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil Maurício Quintella para pedir a inclusão do trecho da rodovia federal BR-163 de Miritituba (Itaituba) a Santarém no estudo de viabilidade para realizar a concessão. Ele também solicitou que o projeto Ferrogrão seja estendido até Santarém, ao invés somente de Miritituba, como está no projeto. Na reunião com o ministro esteve presente também o deputado federal Lúcio Vale (PR-PA).

A rodovia Santarém/Cuiabá é o principal elo entre o estado do Mato Grosso, onde há a maior produção de grãos do Brasil, e os portos do Norte, principalmente Santarém e Miritituba, distrito de Itaituba. No início do ano, quando há o período de chuvas, a rodovia fica praticamente intrafegável, o que prejudica o transporte de grãos e traz prejuízos econômicos para a região.

Esta foi a segunda vez que o prefeito Nélio Aguiar reuniu com o ministro para discutir sobre a BR-163. Em março, o prefeito de Santarém pediu o avanço na pavimentação e a conclusão tanto da BR-163 quanto da BR-230 (Transamazônica). Na ocasião, o prefeito solicitou também celeridade ao processo licitatório de concessão da BR-163, no trecho Sinop (MT) até Miritituba (PA) e ao estudo de viabilidade econômica para inclusão do trecho: distrito de Campo Belo, Itaituba (PA) até Santarém (PA). Tais medidas reduzem o custo de escoamento da produção e os produtos são mais competitivos no mercado interno e externo e ocorre o aproveitamento dos portos, pois desafoga o porto de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

Quanto ao projeto Ferrogrão, que consiste num corredor ferroviário para o transporte de grãos da região centro-oeste para o estado do Pará, ainda está em fase de estudos e vai até Miritituba. A licitação do projeto está prevista para o 2º semestre deste ano.
“Precisamos recolocar Santarém no cenário nacional e internacional de investimentos em estrutura logística e verticalização da economia, agregando valor, gerando emprego e renda e aumento da receita própria do município”, declarou Nélio Aguiar.

Fonte: RG 15/O Impacto e CCOM/PMS
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Floresta nacional do Jamanxim pode perder território; entenda

Câmara aprovou mudança nos limites da floresta. Proposta segue para votação no senado e, caso aprovada, Ministério do Meio Ambiente diz que irá recomendar veto presidencial

A Câmara dos Deputados aprovou, na última terça-feira (16), uma mudança nos limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no sudeste do Pará. Agora a Medida Provisória 756, que altera limites de áreas de preservação ambiental no Pará e também em Santa Catarina, segue para votação no Senado.

Situada a 1.600 km da capital Belém, entre os municípios de Itaituba e Trairão, o parque ambiental do Jamanxim é um santuário de 1.300 mil hectares onde vivem espécies nativas da Amazônia. O lugar foi demarcado através de decreto assinado pelo presidente Lula em 2006, mas sempre sofreu a ameaça da exploração predatória já que a estrada Cuiabá-Santarém corta seu território.

flona-jamanxim

Pela proposta aprovada na Câmara um trecho de 3.067,4 km² da Flona, que corresponde a 24% de sua extensão segundo levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) publicado em março de 2017, seria transformado em uma área de proteção ambiental – a “Apa do Jamanxim”.

“A negociação para a redução da proteção dessas áreas ocorreu dentro da negociação para tornar viável o licenciamento da ferrovia Ferrogrão, que visa o escoamento da produção de grãos do Mato Grosso pelo porto de Miritituba, no Pará. O governo propôs apenas a desafetação de 860 hectares do Parna Jamanxim, por onde passaria a ferrovia. Mas a frente parlamentar agropecuária viu nisso uma oportunidade de condicionar essa alteração de UC à redução de proteção da parte ocupada da Flona Jamanxim”, critica a pesquisadora Elis Araújo, do Imazon.

As Apas são um tipo mais brando de unidade de conservação: elas podem ter suas terras ocupadas e exploradas, enquanto as florestas nacionais só podem ser habitadas por famílias que viviam na região antes da criação da unidade, utilizadas de forma sustentável e para fins científicos, e outros 4402 km² da Flona passariam a fazer parte do Parque Nacional Rio Novo.

“A área de Proteção Ambiental é a categoria do Sistema Nacional de Unidade de Conservação com menor nível de restrições e que aceita propriedades privadas em seus limites, algo que não é permitido em uma Flona. Com isso, tal alteração possibilitaria a legalização das ocupações irregulares que foram feitas ao longo dos anos na área original da Flona”, disse o pesquisador do Imazon Heron Martins.

A medida provisória também prevê a mudança de outra área preservada no Pará: parte da Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo, criada em 20 de maio de 2005 entre Altamira e Novo Progresso, passaria a ser um Parque Nacional, enquanto outro trecho, localizado no município de Altamira, ganharia um novo nome com classificação: passaria a ser a Área de Proteção Ambiental Vale do XV.

Segundo o texto da Medida Provisória, as mudanças tem o objetivo de preservar os recursos naturais, a biodiversidade, promover o manejo de forma sustentável e, com a criação da APA do Jamanxim, “o processo de ocupação dos detentores de posse de boa fé e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais, garantindo as atividades em agricultura e pecuária, piscicultura, extrativismo vegetal e exploração mineral, compatível com a legislação ambiental”.

Porém, para especialistas, a realidade é outra: “As alterações propostas pelo governo e pelo Congresso devem estimular a invasão e o desmatamento nas Unidades de Conservação de todo o país. Pois a mensagem é de que é possível alterar unidades para regularizar essas ocupações no futuro. E considerando que existem muitas obras de infraestrutura planejadas para a Amazônia, haverá outras oportunidades para negociar com o governo de modo semelhante ao que ocorreu com a Flona Jamanxim” critica Elis Araújo.

Ministério recomenda veto

O Ministério do Meio Ambiente, com base em estudos e pareceres técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), emitiu uma nota se manifestando contra a MP 756. Segundo o ministério, caso a proposta seja aprovada no Senado, o MMA irá recomendar o veto da presidência, com base no levantamento do ICMBio. Confira os cinco itens do posicionamento no ministério:

1. O texto aprovado descaracteriza o propósito original da MP 756, ao sinalizar contrariamente aos esforços do Governo Federal em conter o desmatamento na Amazônia, cujos índices voltaram a subir, tendo atingido, em 2016, a marca de 7.989 km2, o que representa um aumento de 29% em relação ao ano anterior.

2. A FLONA do Jamanxim localiza-se em área que concentra as maiores taxas de desmatamento ilegal em unidades de conservação federais (68,48% de todo o desmatamento ilegal nas unidades de conservação federais na Amazônia). Somente a FLONA do Jamanxim representa 37,7% da taxa total de desmatamento (dados PRODES 2016 preliminar).

3. A região tem sido palco de frequentes conflitos fundiários, de atividades ilegais de extração de madeira e minérios, associadas à grilagem de terra e à ausência de regramento ambiental, com reflexos na escalada da criminalidade e da violência contra agentes públicos.

4. O texto aprovado não colabora com a implantação das políticas de governo adequadas para enfrentar essas questões, notadamente o Plano de Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), que prevê, entre outras medidas, a ampliação, consolidação e fortalecimento de unidades de conservação na Amazônia.

5. O texto representa também um retrocesso nos esforços do governo brasileiro para cumprir com os compromissos que assumiu sob o Acordo de Paris para combater o aquecimento global, por meio de metas de redução de emissões nas quais o combate ao desmatamento e a valorização da floresta em pé têm importância central.

Fonte: G1 PA.
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Grazi Massafera exibe barriga chapada de biquíni

Uau, Grazi Massafera! A atriz publicou uma foto no Instgaram, nesta sexta-feira (19.05), em que aparece de biquíni e mostra a barriga seca – e chapada. O clique é do fotógrafo Eduardo Bravin, que também postou algumas imagens da atriz.

Seus seguidores comentaram a imagem com muitos elogios. “Musa”, “coisa mais linda” e “maravilhosa” e “tiro” foram alguns.

Fonte: revistamarieclaire.
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Aécio diz que Temer pediu retirada da ação no TSE para cassar chapa Dilma-Temer

Senador falou do assunto com o dono da JBS Joesley Batista. Diálogo consta do pedido de investigação de Aécio, Temer e do deputado Rodrigo Rocha Loures, autorizado pelo STF.

Em conversa gravada entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o dono do frigorífico JBS Joesley Batista, o tucano conta ao empresário que o presidente Michel Temer pediu a ele que retirasse a ação contra a chapa Dilma-Termer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que Dilma Rousseff sofreu impeachment.

O diálogo consta na página 11 do pedido de inquérito 4483, apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizado pelo Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (18), para investigar Aécio, Temer e o deputado federal também afastado Rodrigo Rocha Loures. A conversa foi captada pelo empresário com um gravador escondido em um hotel de São Paulo. Veja o documento na íntegra.

“A Dilma caiu, a ação continuou, e ele quer que eu retire a ação. Cara, só que, se eu retirar, e não estou nem aí, eu não vou perder nada, o Janot [procurador-geral da República] assume, o Ministério Público assume essa merda”, diz Aécio na conversa gravada por Joesley.

Segundo o documento, a conversa ocorreu em um encontro entre Aécio e Joesley no hotel Unique, em São Paulo, em março deste ano. Atualmente, em razao da investigação Aécio está afastado do mandato de senador por ordem do ministro Edson Fachin, que atendeu a pedido da PGR.

Em um dos pontos da conversa, eles falam sobre a ação que tramita no TSE pedindo a cassação da chapa Dilma-Temer, proposta pelo PSDB, que, após o impeachment de Dilma, passou a integrar o governo Temer. Atualmente, o partido detém quatro ministérios.

O pedido de investigação é baseado na delação dos donos da JBS, Joesley e Wesley Batista, homologada pelo ministro relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin. Segundo o documento, pelo contexto da conversa, a pessoa que Aécio diz que pediu a retirada da ação é Temer.

O G1 entrou em contato com as assessorias de Aécio e do presidente Michel Temer e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Além de ter sido afastado do cargo, Aécio deixou a presidência nacional do PSDB.

O julgamento da ação foi marcado pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes, para os dias 6 a 8 de junho.

Na ação, apresentada pelo PSDB em dezembro de 2014 – dois meses depois da derrota de Aécio nas urnas –, os tucanos acusaram a chapa Dilma-Temer de ter cometido abuso de poder político e econômico por, supostamente, ter recebido dinheiro de propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.

Fonte: G1 PA.
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APIM – Associação Progressense de Imprensa emite nota de Repúdio

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Estudo comprova que o Pará está livre da Febre Aftosa

A Adepará realiza até o dia 31 de maio a campanha de vacinação contra a febre aftosa em todo o território paraense

O rebanho bovino do estado do Pará está 100% livre da febre aftosa. Essa foi a conclusão do estudo epidemiológico para avaliação de transmissão viral no Estado, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). O relatório é referente aos oito municípios paraenses que possuem divisa com os estados do Amazonas e Amapá, áreas consideradas de médio e alto risco para aftosa, respectivamente.

Em abril deste ano, foi concluído o inquérito epidemiológico dos animais desses municípios. O Mapa comunicou hoje a Adepará que não houve a ocorrência de carga viral nas amostras sorológicas do rebanho que foi analisado nessas localidades. Isso comprova que os municípios que ainda tinham alto e médio risco se unem ao resto do Estado que já estava livre da doença. Esse estudo tem como objetivo verificar se o vírus da febre aftosa está presente no Estado e se está sendo transmitido de um animal para outro, ajudando a comprovar, assim, a ausência da doença junto aos órgãos de saúde.

A notícia da comprovação da ausência de circulação do vírus da febre aftosa foi comemorada pelo diretor geral da Adepará, Luiz Pinto, que ressaltou a importância dessa conquista para o setor agropecuário e para o estado, pois confirma a sanidade da pecuária paraense, fortalecendo assim o mercado para a produção local. “Hoje o Pará está com os 144 municípios habilitados, livres da aftosa com vacinação. Isso mostra que as ações desenvolvidas em defesa da agropecuária paraense estão no caminho certo e que a pecuária do Pará é forte, segura e saudável. O nosso rebanho é 100% livre da aftosa”, festejou.

Em 2014, o Pará foi incluído na lista dos estados brasileiros livre da febre aftosa. Para manter esse status, precisa que pelo menos 90% do rebanho seja vacinado a cada ano, durante as duas etapas das campanhas da vacinação realizadas. Em 2016, o Estado alcançou um índice vacinal de mais de 98%.

A população paraense consome apenas 30% da produção de carne bovina do Estado, os outros 70% que sobram são destinados à exportação, ou seja, a confirmação de que o Pará está 100% livre da febre aftosa garante a abertura de mercados em todo o mundo.

Vacinação – A Adepará realiza até o dia 31 de maio a campanha de vacinação contra a febre aftosa em todo o território paraense, com exceção do Arquipélago do Marajó e municípios de Faro e Terra Santa. Quase 20 milhões de cabeças de gado deverão ser imunizadas, em aproximadamente 108 mil propriedades rurais.

O produtor é responsável pela vacinação e tem até o dia 15 de junho para fazer a comunicação da vacina nos escritórios da Agência. Servidores das unidades regionais da Adepará por todo o Pará estão envolvidos e acompanham o trabalho para garantir que todo o processo de vacinação atenda às metas, que é alcançar o mais alto índice vacinal.

Fonte: ORMNews.
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Pará ainda está longe da meta de vacinação contra gripe

Após Dia D, apenas 35,8% do público-alvo se imunizou contra a doença

A pouco mais de uma semana do término da 19ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, balanço do Ministério da Saúde mostra que até a tarde de ontem apenas 574.671 paraenses procuraram os postos de saúde no Estado. O número representa 35,84% do público-alvo, formado por 1.603.345 pessoas, consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe. A meta, neste ano, é vacinar 90% desse público até o dia 26 de maio, quando termina a campanha. Incluindo a população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com comorbidades, que não estão dentro do público-alvo, o total de doses aplicadas no Pará chega a 713,3 mil.

O Dia D de mobilização nacional para vacinação ocorreu no último sábado, dia 13 de maio – até essa data, somente 11,36% do público-alvo tinha se vacinado.

O percentual paraense não chega nem a um terço da cobertura vacinal do estado e só fica atrás da margem de Roraima (34,7%). Na sequência aparecem Rondônia (39,9%), Mato Grosso (41,7%), Piauí (43,2%) e Maranhão (43,8%). Os maiores registros foram identificados no Amapá (76%), Paraná (69,8%), Santa Catarina (68%), Rio Grande do Sul (67%), e Goiás (60,6%). Em todo o País, apenas 28,7 milhões de pessoas foram vacinadas, o que representa 53% do público-alvo, formado por 54,2 milhões de pessoas.

Ainda no Pará, a adesão do público-alvo está em 28,2% entre as crianças; 42,3% trabalhadores de saúde; 32,1% gestantes; 36,3% puérperas; 24,5% indígenas; 43% idosos; e 41,6% entre os professores. Entre as regiões do País, o Sul apresentou o melhor desempenho em relação à cobertura vacinal contra a influenza, com 68,3%, seguida pelas regiões Centro-Oeste (53,1%), Sudeste (52,9%); Nordeste (47,8%) e Norte (43%). Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina, garantindo estoque suficiente para a vacinação em todo o país.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, considera de fundamental importância que as pessoas se vacinem neste momento para estarem protegidas no inverno, quando os vírus da Influenza começam a circular com maior intensidade. “A vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito após aplicada, por isso é necessário que as pessoas, integrantes do público-alvo, se conscientizem e procurem os postos de saúde para se vacinarem antes do período de inverno”, aconselhou a coordenadora.

Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos de vacinação para crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores que são a novidade deste ano.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Fonte: ORMNews.
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Especialistas debatem financiamentos para Agenda Urbana na Amazônia

Durante os dois dias de evento, o grupo conheceu e compartilhou experiências para a formação do chamado Ecossistema de Fundos.

Representantes do governo do Pará, de Estados e países da Amazônia, do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos(ONU Habitat), além de empresários e organizações do terceiro setor, estiveram reunidos para mais um dia de debates sobre a implementação da Nova Agenda Urbana para a região. Também estiveram em pauta as formas de financiamentos para projetos desenvolvidos na Amazônia com a participação de recursos públicos e privados. O encerramento do encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (18), no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém.

Durante os dois dias de evento, o grupo conheceu e compartilhou experiências para a formação do chamado Ecossistema de Fundos. A iniciativa, elaborada conceitualmente pelo Instituto Dialog, em parceria com a ONU Habitat, é baseada na complementariedade de financiamentos e em ações pensadas de forma conjunta. Uma oportunidade para articular investidores que já atuavam em projetos de sustentabilidade no Estado, para rediscutir e planejar novos investimentos na área ambiental que tem como projeto central o “Pará Sustentável”.

O governador Simão Jatene lembrou que o encontro em Belém é um desdobramento da proposta feita pelo Pará durante a III Conferência das Nações Unidas para a Habitação e o Desenvolvimento Urbano Sustentável (III ONU Habitat), realizada em Quito, capital do Equador, em outubro do ano passado. O evento internacional marcou o início das articulações para a criação do Modelo de Financiamento “Ecossistema de Fundos”.

“Nós tivemos a oportunidade de mostrar que era preciso ter um olhar particular sobre Amazônia, sobre os aglomerados humanos nessa região. Isso terminou ensejando a que programássemos esse evento, que reúne especialistas do mundo inteiro para discutir e identificar o que nos impede de fazer com que as nossas riquezas se transformem também em qualidade de vida para a nossa gente”, relatou Jatene.

Entre os pontos ressaltados nos debates está a utilização da tecnologia para garantir melhorias de vida à população. “Estamos muito próximos de dar um passo adiante na construção dessa nova forma de pensar a Amazônia. Teremos que lidar com desafios que incluem a questão da água, energia, mobilidade, coleta e destinação de lixo, entre outros, sempre tendo a sustentabilidade como base para esta mudança. E quanto mais a sociedade se apropriar desta ideia, mais êxito teremos”, ressaltou o governador.

O governador considerou importante a realização do “Mais Amazônia – Encontro de Especialistas para a Nova Agenda Urbana”. “Me sinto muito feliz em participar desse debate com especialistas nacionais e internacionais, que contribui para redefinir o modelo de desenvolvimento para Amazônia. O mais importante é que isso não é uma coisa para um futuro distante, é um programa que tem uma política pública, que tem objetivos de curto, médio e longo prazos e que nós já podemos começar a implementar juntos com os municípios aqui no Pará”, afirmou o governador Simão Jatene.

A participação das agências multinacionais foi outro ponto importante do evento, visto que isso possibilitou definir uma agenda que deve pautar os órgãos financiadores e orientar a implantação de projetos na Amazônia. Ao final do evento foram montados grupos para uma discussão mais afinada das propostas e possibilidades de investimentos e de ações propostas durante as reuniões.

No intervalo do painel de debates, os participantes do evento fizeram uma visita ao Parque do Utinga, um dos espaços mais procurados em Belém por quem aprecia o contato com a natureza, e que representa bem a sinergia entre cidade e floresta, além de ser um importante exemplo de desenvolvimento econômico sustentável na capital paraense. O espaço está passando por uma revitalização completa que habilitará a área como um dos mais importantes espaços para o turismo na Amazônia.

Fonte: Agência do Pará.
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