Filhote de peixe-boi resgatado em Óbidos deve ser transferido para Manaus

Animal seria transferido para Santarém, mas o centro de recuperação do município não pôde recebê-lo. Peixe-boi foi resgatado na quarta-feira (14).

O filhote de peixe-boi resgatado por moradores em um lago de Óbidos, no oeste do Pará, não será transferido para o centro de recuperação do zoológico em Santarém. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente (Semma) do município, a alternativa é enviá-lo para Manaus (AM), pois ao entrar em contato com a faculdade mantenedora do zoológico em Santarém, foi informada que o local só pode receber animais por meio de convênios.

Segundo o gestor ambiental de Óbidos, Diego Ferreira, não há como o animal ficar no município porque não possui estrutura para o tratamento e alimentação da espécie. “O único local que tínhamos em mente era Santarém, mas não deu. Tentaremos entrar em contato com outras instituições fora do estado. Entendemos a situação do zoológico em Santarém”, disse.

Caso a secretaria não consiga entrar em contato com instituições que fazem a reabilitação em outros estados, ela vai recorrer a alguns órgãos ambientais . Ao G1, a Faculdade da Amazônia (Unama) informou que no ZooUnama há limitações estruturais para acolhimento e reabilitação de novos animais. O local está recebendo apenas espécies capturadas nos municípios conveniados ao zoológico, que não é o caso de Óbidos. O espaço ainda não foi ampliado, pois ainda não há recurso suficiente para as obras.

Resgate

O filhote de peixe-boi foi resgatado por populares que moram nas redondezas do Lago Pauxis, no bairro Bela Vista, em Óbidos. O resgate aconteceu no início da noite de quarta-feira (24). Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do município, o animal é uma fêmea de aproximadamente 20 quilos, com quatro meses de idade e 55 centímetros. Ela está com vários ferimentos pelo corpo.

Fonte: G1 PA.,
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Campanha de vacinação no Pará será prorrogada

Pelos dados, 52% da meta foi atingida no Estado.

A 19ª Campanha de Vacinação contra a Influenza iniciou no dia 17 de abril e teria um prazo para terminar nesta sexta-feira, 26. No entanto, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) decidiu prorrogar a campanha no Pará até 09 de junho, para que os municípios consigam fazer com o que o Estado atinja a meta mínima de 90% de vacinados.

Até às 11 horas desta quinta-feira, 25, foram vacinadas 833 mil pessoas no Pará, segundo dados constantemente atualizados pelo vacinômetro do Ministério da Saúde, disponível para consulta pública pelo link (http://sipni.datasus.gov.br/si-pni-web/faces/relatorio/consolidado/vacinometroInfluenza.jsf). No chamado vacinômetro, o internauta pode consultar o número de pessoas vacinadas e classificadas entre os grupos prioritários. Pelos dados, 52% da meta foi atingida no Pará. Esse percentual cresce a todo momento na medida em que os municípios forem lançando as doses no sistema on line mantido pelo PNI. Em nível nacional, a campanha já ultrapassou os 58%.

Segundo informe técnico da Divisão de Imunizações da Sespa, o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde enviou ao Estado 1.863.160 milhão de doses da vacina, que já foram distribuídas pela Sespa aos 13 Centros Regionais de Saúde, os quais repassaram as doses aos municípios – que são, na prática, executores da ação.

A recomendação é que devem ser imunizados os que estiverem nos grupos mais vulneráveis às gripes, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de 5 anos, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

Também devem ser vacinadas as mulheres que tiveram bebês até 45 dias, as denominadas puérperas, e os que possuem comorbidades comprovadas por laudo médico, como doenças crônicas respiratórias, do coração, com baixa imunidade, entre outras.  A novidade da campanha de 2017 inclui a vacinação dos professores, tanto da rede pública e privada, dos níveis fundamental, médio e superior. “Esta ação tem como objetivo reduzir o risco da influenza para outras pessoas na escola”, recomenda a nota técnica da Sespa.

Como ocorre em toda campanha, os municípios são responsáveis pela aplicação das vacinas, ou seja, cada Secretaria Municipal de Saúde tem livre arbítrio para executar a estratégia de vacinação para o público indicado a receber a dose. De um modo geral, as doses estão disponíveis em qualquer Unidade Básica de Saúde, nas salas das Estratégias de Saúde da Família e em outros locais definidos pelas gestões municipais.

Conforme explica a nota técnica, a vacina em questão é importante porque evita algumas complicações causadas pelo vírus influenza, como pneumonia e doenças cardíacas. Assim, ao tomar a vacina, a pessoa não se protege apenas contra a gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte.

O informe também lembra que a vacina só é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou que tenham alergia grave a ovo de galinha e seus derivados. Outra recomendação importante do Ministério da Saúde: as  pessoas que tomaram vacina no ano passado, devem repetir o esquema esse ano, pois a ação da vacina contra a gripe leva duas semanas para funcionar e dura cerca de 9 meses. A reaplicação é necessária porque a vacina oferecida em 2017 é diferente e resguarda o organismo contra outras mutações do vírus.

Orientadora da campanha no Pará, a Sespa recomenda que os profissionais das secretarias municipais de Saúde se empenhem em convencer a população a aderir à vacinação. No Estado são 2.300 postos de vacinação fixos, além de 340 volantes e 75 fluviais, com 20.350 pessoas envolvidas, incluindo 2.010 equipes de vacinação. A campanha tem envolvido 550 carros, 25 barcos, 12 voadeiras e 25 motocicletas.

Fonte: ORMNews.
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“Chacina foi responsabilidade do Governo”, diz MST

“Foi um ato criminoso. A polícia tinha que ter a competência necessária para esse tipo de ação, e não realizar assassinatos como os que ocorreram. Foi um massacre, e de inteira responsabilidade do governo do Estado de Jatene”. A afirmação do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Ulisses Manaças, exemplifica o sentimento em relação às mortes de 10 trabalhadores rurais no município de Pau-D’Arco, no sul do Pará, ocorrido nesta quarta-feira (24), durante uma ação policial de reintegração de posse em uma fazenda da região: revolta, insatisfação e falta de crença na ação do poder público.

Segundo o Governo do Estado, dois delegados, 24 policiais militares e quatro guarnições do Grupo Tático de Redenção foram até a Fazenda Santa Lúcia cumprir mandados judiciais contra 30 pistoleiros que haviam ocupado o espaço, acusado de homicídio e tentativa de homicídio. Segundo a versão oficial, os policiais foram recebidos com tiros pelos acusados, precisando reagir. 10 ocupantes foram mortos, e nenhum policial foi ferido.

Para Ulisses, entretanto, a versão do governo do Estado apresenta incongruências. “Estamos desconfiando severamente desse relato apresentado. Primeiro, é estranho eles dizerem que houve um confronto, mas não há um policial sequer ferido, só os trabalhadores mortos. Além disso, depois da chacina, eles retiraram os corpos em um caminhão, modificando a cena do crime e tirando toda a possibilidade de investigação”, afirmou o coordenador do MST. “Estamos descofiados pela forma como as pessoas morreram. Esperamos que o laudo do IML possa atestar se eles estavam em situação de confronto ou não”.

Ulisses ainda afirma que, independente da reação ou não dos trabalhadores, o caso demonstra o despreparo do Estado para lidar com esse tipo de situação. “Se fossem cumprir os mandados judiciais, que levassem uma equipe policial especializada, não policiais sem preparo específico. Ainda mais policiais de rua para uma ação no campo, é colocar todos em risco. Irresponsabilidade desse governo, que carrega completamente a culpa por esse massacre”, afirmou. “Se teve excesso dos trabalhores, se cometeram crimes, devem pagar na Justiça, e não com a vida”.

O ocorrido foi classificado pela Comissão Pastoral da Terra como similar à chacina de Eldorado dos Carajás, ocorrida em 17 de abril de 1996, que resultou na morte de 19 trabalhadores rurais. Para o MST, ambas as ocorrências possuem similaridades. “Todas foram ações feitas por um governo irresponsável. O que está ocorrendo hoje é um reflexo da situação polícia calamitosa. O serviço agrário foi desmontado, o Incra não tem recursos para assentar as famílias. Além disso, ações sem preparo do governo do Estado tem dado margem para uma explosão na situação do campo”, completou Ulisses.

Nesta sexta-feira (26), o MST e a Comissão Pastoral da Terra deverão ser reunir com outras entidades em Marabá, no sudeste paraense, para discutir ações para investigar o caso. Entre as medidas planejadas, estão pedidos de apoio para a comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional e de uma intervenção da União dos Estados Americanos. “O Sistema de Segurança Pública está falido, e vivemos nessa situação, em que o próprio Estado promove o massacre”, concluiu Ulisses.

Fonte: DOL.
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Parentes e amigos de vítimas de chacina no Pará dizem que polícia chegou atirando

Familiares de mortos questionam versão de que houve confronto de colonos e policiais. Comandante da PM afirma que invasores tinham arsenal de grande poder de fogo.

Parentes de vítimas da chacina que resultou na morte de 10 pessoas em Pau D’arco, no sudeste do Pará, contestam a versão dos órgãos de segurança do estado de que os policiais reagiram a um ataque dos colonos: segundo os trabalhadores rurais, a polícia chegou na cena do crime atirando.

“Teve três sobreviventes do local, que conseguiram escapar, que contam essa mesma história: eles tavam acampados, tava debaixo de uma lona, quando a polícia chegou e já foi atirando em todo mundo, sem chance de defesa”, disse um homem que pediu para não ser identificado.

Nove homens e uma mulher morreram em um confronto com a polícia na fazenda Santa Lúcia, em Pau d’Arco, na quarta-feira (24). A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Segup) disse que os policiais foram recebidos à bala quando tentavam cumprir 16 mandados de prisão contra suspeitos do assassinato de um vigilante da fazenda, no fim de abril. As equipes que participaram da operação vão responder a inquéritos policiais militares.

A fazenda Santa Lúcia é alvo de disputa de terras. O local foi invadido três vezes desde 2015. Em abril o proprietário conseguiu a reintegração de posse, e contratou seguranças para vigiar o local. Segundo o advogado das vítimas, os trabalhadores rurais já haviam informado ao Incra, a ouvidoria agrária e ao Tribunal de Justiça do Pará sobre as tensões na região.

“Eram 200 famílias que ocupavam a área, e a gente vinha alertando as autoridades que estava na iminência de acontecer um novo massacre de Eldorado de Carajás”, disse o advogado José Vargas Júnior.

O Incra informou que não houve acordo financeiro com o dono da fazenda para desapropriar a área para reforma agrária, e que tomou todas as medidas possíveis para regularizar as famílias e evitar conflitos na região.

Famílias lamentam mortes

“Nossa família perdeu sete parentes. Todo mundo tá chocado. É um sentimento de impunidade que não vai cicatrizar”, disse um dos familiares das vítimas, que também pediu para ter a identidade preservada. “Como é que teve esse tiroteio sendo que nenhum dos policiais foram feridos ou baleados? Nem uma das caminhonetes?”, questiona.

Outro parente, cuja identidade é mantida em sigilo, diz que as vítimas queriam ocupar a terra da fazenda para trabalhar. “Eles estavam lá para adquirir um pedacinho de terra para trabalhar, para sustentar suas famílias. Eles não foram lá para brigar, eles não foram lá para matar. E foram vítimas, cruel, assassinados brutalmente, sem nenhum poder de defesa”, disse.

A polícia afirmou, porém, que durante a operação foram apreendidas 11 armas de fogo que estariam em posse das vítimas. “É um poder de fogo muito grande. Nove armas longas, fuzil .762 e pistola Glock”, afirmou o coronel Hilton Benigno, comandante geral da PM no Pará.

O secretário de segurança pública do Pará, Jeannot Jansen, afirmou que as mortes serão apuradas por uma equipe isenta. “Não vamos ser hipócritas e negar a dimensão do episódio. Essa éa razão porque estamos reunidos, porque devemos satisfação para a sociedade, e essa é a razão porque encarregamos a nossa delegacia especializada para ‘tomar conta’ dos inquéritos. Uma equipe imparcial, fora do local que realizará o inquérito”, disse.

O caso também está sendo investigado pelos ministérios públicos Federal e do Estado. A OAB também acompanha as investigações.

Veja a lista das vítimas

Segundo o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, as vítimas são:

– Weldson Pereira da Silva

– Nelson Souza Milhomem

– Weclebson Pereira Milhomem

– Ozeir Rodrigues da Silva

– Jane Julia de Oliveira

– Regivaldo Pereira da Silva

– Ronaldo Pereira de Souza

– Bruno Henrique Pereira Gomes

– Antonio Pereira Milhomem

– Hércules Santos de Oliveira.

De acordo com a polícia, pelo menos 4 dos 10 mortos no episódio estavam com pedidos de prisão decretados. Os nomes dos mortos que teriam pedido de prisão decretados não foram discriminados.

Fonte: G1 PA.
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Morre ex-aluno baleado pela PM após assaltar porteiro de escola em Santarém

Cleiton Farias Correa, de 19 anos, foi atingido no peito após reagir a prisão e tentar tiros contra policiais do GTO. Assessoria do Hospital Municipal confirmou morte do jovem nesta quinta-feira (25).

A assessoria do Hospital Municipal em Santarém, no oeste do Pará, confirmou, no início da tarde desta quinta-feira (25), a morte do jovem baleado pela PM após assaltar o porteiro de uma escola pública no bairro Floresta ainda pela manhã.

De acordo com informações repassadas a polícia, Cleiton Farias Correa, de 19 anos, era ex-aluno da escola municipal Paulo Rodrigues dos Santos. Ele deu entrada na unidade, não resistiu e morreu às 11h30, segundo o hospital.

O assalto

Segundo a polícia, Cleiton Farias Correa invadiu a escola pulando o muro da parte de trás do prédio. Armado, ele rendeu o porteiro e fugiu levando o celular. A polícia foi chamada e houve perseguição. O suspeito reagiu à prisão e foi baleado no peito após tentar trocar tiros com policiais do Grupamento Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar (PM).

Com ele, os policiais encontraram um revólver calibre 38 e o celular roubado do porteiro. Cleiton ainda chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao hospital para atendimento. O caso foi registrado na Unidade Integrada ProPaz (UIPP), que fica na Grande Área da Nova República.

Susto e medo na escola

Estudantes disseram que viram o momento em que o suspeito pulou o muro na parte de trás do prédio após o horário do intervalo. No momento, havia aula nas 13 salas da instituição e inclusive expediente na secretaria da escola, que atende no período da manhã ao menos 400 alunos da educação infantil ao nono ano do ensino fundamental.

Uma professora que preferiu não se identificar, disse ao G1 que estava ministrando aula para crianças entre cinco e seis anos e que ficou assustada com o grito e o desespero de outros alunos. Algumas até choraram. A preocupação dos professores e dos pais é que o muro é baixo, o que facilita a ação de criminosos. Apesar do susto, ninguém da escola se feriu.

Fonte: G1 Santarém.
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Sem oposição em plenário, Câmara aprova MP 759, sobre venda de terras

A base aliada do governo se aproveitou da ausência da oposição em plenário para aprovar nesta quarta-feira, 24, a MP 759, que impõe novas regras para regularização de terras da União ocupadas na Amazônia Legal e estabelece novos procedimentos para regularização fundiária urbana no Brasil. A saída da oposição foi uma decisão anunciada pelo líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), em protesto contra o decreto do presidente Michel Temer – publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União – que prevê o emprego das Forças Armadas na Esplanada dos Ministérios entre 24 e 31 de maio. Com isso, a base aliada resolveu seguir com as apreciações e aprovou a proposta.

A matéria passou na forma do projeto de lei de conversão do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), com duas emendas e uma supressão de texto. O texto será enviado ao Senado.

Segundo o projeto de lei de conversão, será possível regularizar áreas contínuas maiores que um módulo fiscal e até 2,5 mil hectares. A MP original previa um limite de até 1,5 mil hectares. O relator aumentou também o público-alvo da regularização, pois permite que ocupantes anteriores a julho de 2008 participem do processo. Anteriormente, isso estava limitado a ocupantes anteriores a 1º de dezembro de 2004.

Fonte: Agência Estado.
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OIT prevê 1 milhão de novos desempregados na América Latina em 2017

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou que cerca de um milhão de pessoas ficarão sem emprego durante 2017 na América Latina e no Caribe, o que pode elevar para mais de 26 milhões o número de desempregados na região.

As previsões da OIT indicam que a taxa de desemprego na região latino-americana poderia aumentar de 8,1% a 8,4%, devido ao débil crescimento projetado para as economias da região. A informação é da Agência EFE.

“São as taxas mais altas da última década”, destacou ontem (25) o diretor da OIT para América Latina e Caribe, José Manuel Salazar.

Salazar comentou que o crescimento de 1,1% calculado pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) para a região “não será suficiente para mudar o rumo das tendências negativas no mercado de trabalho”.

“Depois de um abrupto aumento na média regional do desemprego em 2016, se prevê que 2017 termine com um novo aumento”, observou.

“À medida que vai transcorrendo o ano, os indicadores e prognósticos confirmam que a situação trabalhista está se tornando mais preocupante”, acrescentou.

Salazar ressaltou que, ainda que o comportamento dos países seja heterogêneo e em alguns inclusive possa diminuir a taxa de desocupação, a média regional reflete uma realidade em que “em 2016 houve aumentos na taxa de desemprego em 15 dos 21 países onde se tem dados”.

O diretor regional da OIT alertou ainda que o aumento do desemprego pode acarretar um novo crescimento do trabalho informal, situação de 134 milhões de latino-americanos, além de quedas nos salários e um aumento do trabalho por conta própria.

Salazar destacou também a necessidade de “ligar novos motores de crescimento” para enfrentar, com novas políticas, os “múltiplos desafios apresentados por este cenário para os países”.

“O mau desempenho nos mercados de trabalho dos últimos anos não poderá ser revertido de maneira fundamental sem grandes esforços em matéria de desenvolvimento produtivo, inovação e talento humano”, concluiu Salazar.

Fonte: Agência Brasil.
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Operação da PF investiga irregularidades nas obras da Ferrovia Norte-Sul

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) deflagram na manhã de hoje a Operação De Volta aos Trilhos, que investiga crimes de lavagem de dinheiro decorrente do recebimento de propina nas obras da Ferrovia Norte-Sul.

A operação, que é um desdobramento da Lava Jato e uma nova etapa das operações O Recebedor e Tabela Periódica, cumpre dois mandados de prisão preventiva, sete de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva em Goiás e Mato Grosso.

A operação baseia-se em acordos de colaboração premiada assinados com o MPF/GO pelos executivos das construtoras Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez, que confessaram o pagamento de propina ao então presidente da Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, bem como em investigações da Polícia Federal em Goiás, que levaram à identificação e à localização de parte do patrimônio ilícito mantido oculto em nome de terceiros (laranjas).

Os principais alvos da operação são Juquinha, seu filho Jader Ferreira das Neves e o advogado Leandro de Melo Ribeiro. Os dois primeiros são suspeitos de continuarem a lavar dinheiro oriundo de propina, mantendo oculto parte do patrimônio. O advogado Melo Ribeiro é suspeito de ser laranja de Juquinha e seu filho e de auxiliá-los na ocultação do patrimônio.

A pedido do Ministério Público, a Justiça de Goiás determinou as prisões preventivas de Jader e de Leandro, além das conduções coercitivas de Juquinha, do advogado Mauro Césio Ribeiro (sócio e pai de Leandro), de Jeovano Barbosa Caetano e de Fábio Junio dos Santos Pereira, suspeitos de prestarem auxílio para a execução de atos de lavagem.

As buscas e apreensões têm como alvo as casas dos investigados, a sede das empresas Pólis Construções e Noroeste Imóveis, que funcionariam no escritório de advocacia de Mauro Césio e Leandro Ribeiro, bem como a sede da Imobiliária Água Boa.

Condenação

Juquinha e seu filho já foram condenados na operação Trem Pagador (Ação Penal nº 18.114-41.2013.4.01.3500) a, respectivamente, 10 e 7 anos de reclusão por formação de quadrilha e lavagem de aproximadamente R$ 20 milhões provenientes da prática de crimes de cartel, fraudes em licitações, peculato e corrupção nas obras de construção da Ferrovia Norte-Sul, praticados por Juquinha quando presidiu a empresa pública Valec. Ambos aguardavam o julgamento de seus recursos em liberdade.

As prisões foram pedidas porque se apurou que os investigados, mesmo depois de condenados, continuavam a cometer crimes de lavagem de dinheiro. De acordo com nota do MPF/GO, ambos estão “em plena atividade criminosa”, além de estarem produzindo provas falsas no processo para ludibriar o juízo e assegurar impunidade. Eles são acusados também de custearem parte de sua defesa técnica com dinheiro de propina.

Um dos objetivos da Operação é o sequestro e apreensão de bens que, de acordo com o Ministério Público estão em nome de terceiros como forma de ocultar a real propriedade e a origem dos recursos usados para a sua aquisição.

Fonte: Agência Brasil.
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Forças Armadas fazem segurança de prédios na Esplanada dos Ministérios

A medida atende decreto do presidente Michel Temer

A Esplanada dos Ministérios amanheceu hoje (25) com militares protegendo os prédios públicos. A medida atende decreto do presidente Michel Temer publicado ontem (24) em edição extra do Diário Oficial da União, que “autoriza o emprego da Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Distrito Federal”. O objetivo da medida é garantir a segurança dos servidores que trabalham nos ministérios e outras autarquias no centro da cidade.

A determinação foi tomada depois que um grupo de cerca de 50 pessoas usando máscaras no rosto promoveu um quebra-quebra em meio à manifestação Ocupa Brasília – contra o governo do presidente Michel Temer e as propostas de reformas apresentadas pelo governo.

O grupo destruiu persianas e vidraças de pelo menos cinco ministérios, entre eles o da Integração Nacional, o do Trabalho e o da Agricultura. Este último havia sido cercado por tapumes, mas, mesmo assim, teve os vidros quebrados. Também foram depredados paradas de ônibus, placas de trânsito, orelhões, holofotes que iluminam os letreiros dos ministérios e até banheiros químicos instalados para a manifestação.

Diante desse cenário, Michel Temer marcou para a manhã de hoje uma reunião com os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil; Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência da República; Antônio Imbassahy, da Secretaria de Governo e com o general Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

A atuação militar na esplanada está restrita à área dos prédios dos ministérios e palácios.

GLO

Conhecida como GLO, a Garantira de Lei e da Ordem é regulada pela Constituição Federal e concede provisoriamente aos militares a faculdade de atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

A decisão do Planalto foi tomada após o acirramento do confronto entre a PM e os manifestantes.

Fonte: ORMNews.
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WhatsApp deve usar infraestrutura do Facebook

Esse é um planejamento que tem o objetivo de melhorar a estabilidade do aplicativo.

Segundo um rumor veiculado por meio do Twitter, o WhatsApp deve passar a usar a infraestrutura do Facebook em um futuro próximo. O autor do boato é o perfil WABetaInfo, que sempre publica furos com informações certeiras sobre o aplicativo de bate-papo. Especula-se também que com um número imenso de usuários – mais de 1 bilhão –, os servidores do aplicativo de conversa teria chegado a seu limite.

Em um diálogo que se seguiu após a postagem, um seguidor desse perfil afirmou que essa mudança poderia ocorrer por causa do processo que o Facebook tomou de um grupo de consumidores alemães, por meio da União Europeia, por ter coletado e transferido dados de usuários.

O dono do perfil replicou que não, que o motivo principal seria a melhoria da conexão do serviço do WhatsApp, visto que os servidores do Facebook seriam mais estáveis. Especula-se também que com um número imenso de usuários – mais de 1 bilhão –, os servidores do aplicativo de conversa teria chegado a seu limite, precisando de mais deles para funcionar corretamente.

Fonte: ORMNews.
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