Forte chuva causa estragos e pontos de alagamento em Santarém

Avenida Tapajós foi tomada pelas águas que invadiram os comércios. Condutores se arriscavam e passavam pelo local.

A forte chuva que caiu no início da manhã desta sexta-feira (2) em Santarém, oeste do Pará, causou transtornos e ruas ficaram alagadas. Na Avenida Tapajós, o rio transbordou e as águas invadiram comércios no local.

As ruas que ficam às proximidades da Avenida Tapajós também ficaram alagadas. Mesmo com a rua submersa, condutores arriscavam e passavam pelo local, ocasionando ainda mais transtornos aos comerciantes.

Lixo e pedaços de madeira ficaram no meio da rua e pedestres se arriscavam no meio da água para atravessa a rua que dá acesso às embarcações.

As bombas de sucção que foram instaladas na Avenida Tapajós estavam desligadas, porém, um funcionário da Prefeitura que estava monitorando o local ligou os equipamentos para que a água escoasse de volta ao rio.

Fonte: G1 Santarém.
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Idade mínima começará em 50 anos para mulher e 55 para homem

Essas idades vão subindo até fechar nos 65 anos, ao fim da transição.

Depois de idas e vindas, o governo definiu com o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), o piso das idades mínimas, que começará com 50 anos (mulher) e 55 anos (homem). Essas idades vão subindo até fechar nos 65 anos, ao fim da transição. Caso a proposta seja aprovada, ninguém poderá se aposentar antes das idades fixadas.

Atualmente, a média de aposentadoria das mulheres é de 53 anos e dos homens, de 55 anos. Segundo um interlocutor, apesar de a idade inicial da mulher ser inferior à média, ela vai subindo de forma progressiva, o que vai elevar a média.

Na comparação com a proposta inicial do governo – que adotava como única linha de corte a idade de 50 anos (homem) e de 45 anos (mulher) – a mudança é positiva do ponto de vista fiscal. Uma mulher com 45 anos de idade e 29 anos de contribuição, por exemplo, poderia se aposentar aos 46 anos e meio. Na nova sistemática, não poderá mais e terá que contribuir mais tempo para o regime de previdência.

Para se aposentar, além de ter de cumprir idade mínima, os trabalhadores também precisarão pagar pedágio (adicional sobre no tempo de serviço que falta). Nas negociações fechadas nesta manhã, o pedágio caiu de 50% para 30%.

IDADE MÍNIMA PROGRESSIVA

O texto final da reforma da Previdência vai prever idades mínimas progressivas diferentes, de acordo com a faixa etária do trabalhador, para solicitação de aposentadoria. Trabalhadores mais velhos, e que portanto estão hoje mais perto de dar entrada no benefício e têm mais tempo de contribuição previdenciária, terão direito a se aposentar mais novos. Na outra ponta da tabela estão os trabalhadores mais jovens.

A idade mínima progressiva vai funcionar como uma escadinha, que começa em 50 anos (mulheres) e 55 anos (homens) para os trabalhadores mais velhos e com mais tempo de contribuição, enquanto a idade de 65 anos será o piso para os mais jovens. Não foi definido ainda, no entanto, qual será o corte para definir quem já terá que cumprir a aposentadoria aos 65 anos.

TETO PARA ACÚMULO DE BENEFÍCIOS

Além do recuo na regra de transição, o governo passará a permitir que os beneficiários possam acumular pensão e aposentadoria com valores limitados a dois salários mínimos (hoje em R$ 1.874), conforme antecipou O GLOBO, na semana passada, em entrevista com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A proposta enviada ao Congresso vedava a acumulação.

Os parlamentares sugeriram o teto do INSS (R$ 5.531), mas o Ministério do Planejamento alegou que a medida atingiria apenas servidores públicos. Cerca de 60% das acumulações são de até dois salários mínimos (INSS). O argumento agora é que os mais pobres não serão prejudicados, pelo menos.

Para vencer um dos principais pontos de resistência da reforma no Congresso, o governo aceitou regras mais amenas para os trabalhadores rurais. Eles vão poder se aposentar aos 60 anos, no fim da transição. Mas terão que passar a contribuir para o regime (valor simbólico) por 20 anos. Atualmente, eles não são obrigados a contribuir, bastando comprovar a atividade no campo por 15 anos. O tempo de contribuição dos demais será de 25 anos.

PROFESSORES E POLICIAIS FEDERAIS MANTÊM APOSENTADORIA ESPECIAL

O governo também desistiu de desvincular da política de reajuste do salário minimo (que permite ganhos reais) o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS), pago a idosos e deficientes da baixa renda. Deficientes continuarão recebendo benefício no valor do salário mínimo; os idosos passarão a receber 70% do mínimo. Mas poderão ganhar mais até completar o piso quando chegarem a 70 anos. A idade atual para requerer o benefício é de 65 anos.

Professores e policiais federais e civis continuarão tendo aposentadorias especiais, com idade mínima de 60 anos. Para os demais serão exigidos 65 anos de idade na regra geral.

Para desmitificar o discurso de que o trabalhador terá que ficar na ativa por 49 anos para receber benefício integral, o governo cedeu à pressão dos parlamentares e vai alterar a regra de cálculo prevista na proposta original. Agora, serão necessários 40 anos. Isso vai acontecer porque a nova fórmula terá como base 60% da média das contribuições, mais 1 ponto percentual a cada ano adicional de contribuição. Na proposta anterior, o valor da aposentadoria seria definido com base em 51% das melhores contribuições, mais 1 ponto percentual.

Fonte: ORMNews.
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Safra recorde reanima a economia e salva o PIB do 1º trimestre

Favorecida pelo clima, agropecuária tem colheita excepcional e cumpre a promessa de tirar a economia de um ciclo de 8 trimestres de queda; setor cresceu 13,4%, maior alta em mais de 20 anos.

Não fosse a boa surpresa da agropecuária este ano, a economia brasileira teria mais um trimestre de PIB negativo. Nos três primeiros meses de 2017, a safra recorde cumpriu a promessa de tirar a economia de um ciclo de oito trimestres seguidos de queda, enquanto a indústria cresceu abaixo do esperado e serviços estagnou.

O PIB da agropecuária cresceu 13,4% no primeiro trimestre, o maior crescimento em mais de 20 anos, puxando a alta de 1% no PIB do primeiro trimestre.

Leia mais: Agronegócio foi locomotiva do PIB, mas voltará a ser vagão

O clima ruim que devastou hectares e cortou empregos em 2016 já é página virada na agropecuária. No ano passado, o setor encolheu 6,6%, a maior retração dos três setores do PIB, prejudicado pela colheita fraca de cana-de-açúcar, soja e milho. Juntas, estas culturas somam quase 60% da produção agrícola do país.

Recém-saída da crise, a agropecuária é agora o carro-chefe da expansão da economia, graças à colheita excepcional das principais culturas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra agrícola deve crescer 26,2% este ano, para 233,1 milhões de toneladas. E quase metade dessa expansão é soja.

E o bom resultado da agropecuária não deve ficar restrito ao primeiro trimestre. A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) estima em 8,5% a alta o PIB do setor em 2017. A consultoria MB Associados calcula um avanço de 8% em 2017. “A safra excepcional deve gerar retorno para o resto do ano”, diz o analista de agropecuária da consultoria MB Associados, César de Castro Alves.

Clima e investimentos

Para o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Cornacchoni, o setor foi favorecido não só pelas condições climáticas, mas também pelos investimentos do agricultor, mais otimista com a recuperação da economia e com a própria colheita.

“O produtor fez o plantio e acreditou que era momento de fazer melhorias. Houve investimentos em logística de armazenamento e aquisição de adubos e defensivos”, diz Cornacchoni.

O produtor Erny Parisenti, de 54 anos, que tem uma fazenda em Diamantino, a 209 km de Cuiabá, usou o lucro das últimas colheitas para comprar maquinários, terras e tecnologia para as próximas safras, mesmo com uma colheita que deixou a desejar no ano passado.

“Ampliamos a quantidade de máquinas, investimentos em terras e compramos propriedades da vizinhança. Tínhamos uma máquina, com potência de 250 cavalos, e compramos uma com [potência] de 300 cavalos. Adquirimos colheitadeiras com máquinas mais modernas, ampliamos nossa parte de estocagem, secagem e dobramos a capacidade de estoque”, conta o produtor.

O trabalho na fazenda é feito por 80 funcionários. Em geral, o número de empregados aumenta durante o período em que se planta e colhe os grãos. “Sempre contratamos mais pessoas quando plantamos e colhemos. Já chegamos a ter 110 funcionários que trabalham por períodos, entre 45 a 90 dias. Nos últimos anos aumentamos nosso quadro de funcionários de 50 para 80. Em geral, eles ganham entre R$ 1,5 mil e R$ 10 mil”, frisou Erny.

Emprego no campo volta a crescer

Números oficiais mostram que o emprego no campo já voltou a crescer. No primeiro trimestre, o país voltou a gerar postos de trabalho na agropecuária, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As contratações superaram as demissões em 14.091 vagas de janeiro a março, uma variação positiva de 0,92%.

O estado de Goiás foi o que mais viu subir o saldo de postos de trabalho no período, com 6.819 vagas criadas, uma variação positiva de 7,14%, enquanto Mato Grosso teve um aumento de 4,39%. Nem todas as regiões, contudo, foram favorecidas. A região Nordeste, por exemplo, perdeu 18.662 postos de trabalho.

Safra favorece superávit comercial

A previsão de Andrade, da Barral M Jorge, é de que os produtores consigam escoar o grande estoque de grãos no mercado externo. “Temos uma capacidade muito deficitária de armazenamento no Brasil. O produtor acaba vendendo logo o que colhe”, diz.

Cornacchoni, da Abag, acredita que a demanda externa não será problema para a superprodução de grãos. “O que mais preocupa o setor é a precariedade da capacidade logística para escoar este volume nos portos, um gargalo que passa por investimentos em infraestrutura”, comenta.

No primeiro trimestre, a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 14,424 bilhões, o melhor resultado para o período de toda a série histórica, iniciada em 1989. O superávit é resultado de US$ 50,466 bilhões em exportações e US$ 36,042 bilhões em importações.
A soja foi o principal produto exportado pelo país no acumulado do ano até abril. O volume cresceu 26,38% no período. Os embarques de açúcar saltaram 30%, acompanhando o ciclo positivo de outras commodities como o minério de ferro e o petróleo bruto. Os embarques de açúcar bruto saltaram 30%, e o refinado, quase 60%.

A agroindústria e os serviços ligados ao agronegócio não entram na conta da agropecuária medida no PIB do IBGE, embora as atividades estejam interligadas. Portanto, quando o setor cresce há reflexos positivos também para a indústria e serviços. “Quando a safra é boa ela pode beneficiar os outros setores”, considera Castro Alves.

Quando se olha toda a cadeia do agronegócio, e não só a agropecuária calculada pelo IBGE, o peso do agronegócio como um todo sobe de cerca de 5% para 22% do PIB. Esse cálculo leva em conta também a renda de todas as atividades ligadas à agropecuária, incluindo insumos, produção, agroindústria e distribuição como comércio e transporte.

A metodologia mais ampla é calculada pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ligado à USP. Segundo esse cálculo, o agronegócio cresceu 4,48% no ano passado, quando a pecuária do IBGE recuou.

Impacto da Carne Fraca e delação da JBS

Apesar da boa perspectiva para o agronegócio, os impactos negativos da operação Carne Fraca sobre o mercado de carnes e o escândalo mais recente envolvendo a delação do frigorífico JBS ainda não podem ser mensurados, avalia Castro Alves, da MB Associados. “Pode ser que o resultado da safra seja tão bom que até compense os efeitos ruins para a pecuária, mas é cedo pra dizer”, afirma.

O setor mantém a expectativa de crescimento para este ano, mesmo após o escândalo revelado pela Polícia Federal nos frigoríficos e as incertezas políticas com a delação da JBS, que colocaram em dúvida a própria recuperação da economia. “O agronegócio corre paralelo a tudo o que está acontecendo na cena política”, acredita Cornacchoni, presidente da Abag.

A expectativa é de que o impacto da Carne Fraca seja pequeno sobre as vendas no mercado externo, na visão do especialista em agronegócio e consultor em comércio internacional da Barral M Jorge, Matheus Andrade. “A carne brasileira teve queda no volume exportado após a operação, mas já conseguimos recuperar quase todos os mercados que haviam suspendido as vendas”, afirma Andrade, da Barral M Jorge.

Incerteza sobre a demanda

O maior desafio da super produção de grãos será escoar a enorme safra no mercado, com a demanda interna ainda enfraquecida pela recessão, observa Castro Alves, da MB Associados. “Se o câmbio não estiver favorável para exportar [real desvalorizado], o estoque pode ficar muito alto e não se pode descartar o risco de nossa produção encalhar”.

O agricultor Gerson Magnoni Bórtoli, de Umuarama, no noroeste paranaense, afirma que teve a melhor colheita de sua história. Porém, reforça que, em razão da baixa procura pelo grão, não conseguiu reverter a boa produtividade em dinheiro.

“Foi a melhor safra que eu tive na minha vida. Este ano foi o conjunto de tudo: clima favorável, bom preparo da terra, insumos com bom preço. Fizemos o dever de casa e São Pedro nos ajudou. O problema é que o preço caiu muito. Acabei colhendo 25% a mais do que o ano passado, mas a receita foi a mesma”, comenta o produtor.

A incerteza quanto à demanda fez o produtor Ângelo Celestino, de Ivailândia, no norte do Paraná, ser cauteloso: preferiu manter o tamanho da produção, em vez de investir em maior produtividade, para não deixar soja parada.

“Tenho produzido pela qualidade, me mantendo pequeno, sem pensar no preço. A produção está alta, não tem muita procura. Então, não adianta dar o passo maior do que a gente pode. Por enquanto, minha ideia tem dado certo”, comemora.

No mercado interno, Andrade considera que as vendas de carne, especialmente a bovina, devem ser mais afetadas que as de grãos, em função do preço mais elevado das proteínas. “O poder de compra do brasileiro ainda está baixo e ele sempre procura os alimentos mais baratos”, avalia.

Com a oferta maior de alimentos nas prateleiras, os preços tendem a baixar no mercado interno. O feijão, que foi vilão da inflação no ano passado, ficou mais barato este ano. Isso é bom para quem vai comprar, observa Castro Alves, mas não necessariamente para o produtor, cujo lucro vai depender de variáveis como o câmbio e os custos de armazenagem e transporte.

Para o presidente da Abag, o ganho em dólares com as vendas no exterior pode compensar os preços em reais um pouco mais baixos no mercado interno para o produtor

Fonte: G1.
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Comemoração do Banco da Amazônia e Instituto Edson Royer

IMG-20170529-WA0019O Banco da Amazônia seleciona novamente o Projeto Educa Esporte do Instituto Edson Royer através do Edital de Patrocínio 2017 e aprova o valor de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) para aquisição de uniformes.

Por considerar de grande relevância ao trabalho desenvolvido com crianças, adolescentes, jovens e adultos nesse município, bem como os resultados alcançados por meio do investimento no ano anterior em material esportivo e uniformes, com recurso recebido através do Edital de Patrocínio 2016, o Banco da Amazônia garantiu o recurso outra vez no sentido de continuar dando sustentabilidade ao Projeto.

Nesse sentido, são de suma importância as PARCERIAS locais, o que garantem a efetivação de convênios, aprovação de novos projetos de esfera municipal, estadual e federal.

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Para comemorar, além de alunos, pais, autoridades e parceiros locais, estiveram presentes o Gerente Geral do Banco local, o senhor José Luiz Cruz Cordeiro e o Gerente de Relacionamento, o senhor Áydano de Souza Oliveira no evento “Roda de Violão” realizado na Orla do Lago.

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Fonte/Fotos: Instituto Edson Royer




MP denuncia ex-prefeito e ex-secretários de Mãe do Rio por suspeita de fraudes

Fraudes na Prefeitura ultrapassam os R$ 2,5 milhões. O ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães e o ex-secretário de Saúde são considerados foragidos da Justiça.

O Ministério Público do Estado (MPPA) ofereceu denúncia contra o ex-prefeito de Mãe do Rio, município localizado no nordeste do Pará, e seus ex-secretários pelos crimes de peculato, que é quando o funcionário público se apropria de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel público em proveito próprio, além de extravio, sonegação e inutilização de documentos.

Segundo as investigações do MP, os desvios ultrapassam R$ 2,5 milhões e foram detectados durante a administração do ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães, cujo mandado encerrou em dezembro de 2016. De acordo com a denúncia do MP, diversos contratos de empresas dos mais variados ramos com o município foram fraudados: desde fornecimento de serviço funerário, marmitas e transporte escolar. Foi constatado ainda o desaparecimento de documentos referentes aos contratos da Prefeitura. Além dessas irregularidades, as investigações mostraram a falta de prestação de contas aos órgãos de controle, fato que também configura crime e que está sendo apurado. O G1 não conseguiu contato com ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães, que é considerado foragido da Justiça.

No último dia 25 de maio, a Polícia Civil cumpriu 36 mandados judiciais no município, sendo 21 de busca e apreensão, oito de condução coercitiva e sete de prisão preventiva de acusados de envolvimento em esquema de desvios de recursos públicos. Entre os envolvidos estão, além do ex-prefeito e seus ex-secretários, alguns empresários da cidade. Cinco dos sete acusados que tiveram mandados de prisão foram presos. O ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães e o ex-secretário de Saúde Francisco Gonzaga Queiroga Sobrinho estão foragidos. Ao final dos procedimentos lavrados na sede da Delegacia de Mãe do Rio, os presos foram transferidos para unidades do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe).

Fraudes

De acordo com as investigações, para ganhar tempo, o ex-prefeito enviou ofício ao MPPA informando que “não pouparia esforços para que o processo de transição do governo acontecesse de forma eficiente e transparente” e que “estava preparando a documentação necessária para a entrega ao novo gestor”. Contudo, o órgão afirma não ocorreu qualquer repasse de dados e todo os documentos públicos relativos à gestão anterior das secretarias desapareceram dos armários. Além disso os discos rígidos dos computadores foram substituídos sem que o novo gestor tenha qualquer informação disponível sobre as ações realizadas pelo ex-prefeito.

Um dos esquemas de desvio acontecia por meio de contratos de funerárias, garante o MP. O auxílio funerário é um benefício concedido pela prefeitura para famílias de baixa renda que comprovem o falecimento e a falta de condições financeiras para custear o funeral. Porém, a titular da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura adquiriu um número bem maior de urnas funerárias que o necessário. No mês de setembro de 2016, por exemplo, foram registrados 9 óbitos no cartório da cidade. Entretanto, as notas fiscais e de empenho da Secretaria somavam a aquisição de 23 urnas funerárias, uma diferença de 14 urnas. Em dezembro daquele ano, foram registrados 8 óbitos e 21 urnas foram compradas.

As fraudes também se estendiam à Secretaria de Administração e Finanças e Secretaria de Saúde. As duas Secretarias compravam marmita e carne de primeira de uma empresa cuja proprietária era uma servidora pública, portanto, impedida de fechar contratos com a administração pública. Em dezembro de 2016, a empresa forneceu mais de duas toneladas e meia e carne de primeira à Secretaria de Saúde. Entre 2014 e 2016 ganhou 6 vezes o processo licitatório no valor aproximado de R$ 500 mil. Já outra empresa forneceu à Prefeitura milhares de marmitas entre setembro e dezembro de 2016 cujo valor total chegava a R$ 64 mil. As marmitas seriam fornecidas a servidores cuja jornada de trabalho ia de 7h30 às 13h30.

Outro setor também alvo de fraudes era o de transportes. Só no mês de dezembro de 2016 a Prefeitura pagou R$ 65.356,80 a uma empresa de transporte pelo serviço de aluguel de transporte escolar, sendo que o serviço nunca foi prestado. Em diligência feita pelo MPPA na Secretaria de Educação do município foi constatado que não houve qualquer coletivo alugado pela Prefeitura no período em questão.

Fonte: G1 PA.
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Prostitutas de Belém organizam ‘Corrida de calcinha’ contra o preconceito

Atividade faz parte da programação do Dia Internacional da Prostituta, celebrado em 2 de junho.

O Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará (Gempac) realiza, nesta sexta-feira (2), em Belém, uma programação para chamar atenção para a luta por direitos da categoria: profissionais do sexo convocaram simpatizantes e apoiadores para disputar uma prova de atletismo cujo uniforme é a roupa de baixo.

A “Corrida de calcinha” será às 17h no bairro da Campina, em Belém, e deve percorrer o que as prostitutas chamam de “quadrilátero do amor”, passando pelas ruas da antiga zona de meretrício de Belém. “O evento é aberto para homens, mulheres, cis e trans. Quem quiser pode correr conosco. Basta chegar lá com a sua calcinha e se inscrever na hora”, disse Leila Barreto, do Gempac.

A premiação para os corredores será bem regional. “Além de troféus e medalhas o primeiro lugar ganha um pato. O segundo ganha um frango e o terceiro colocado leva um galo”, detalha Leila.

Luta por direitos

A “Corrida de calcinha” faz parte das atividades do “Puta Dei”, um evento realizado desde 2013 no estado do Pará para marcar o Dia Internacional da Prostituta. Além da corrida, a programação inclui palestras, debates e sessões de audiovisual.

“O ‘Puta Dei’ é uma atividade que o movimento das prostitutas faz para quebrar o estigma que existe com a profissão. Vamos ressignificar o dia internacional da prostituta, e para isso a gente pretende transar entre a esquina e a academia. Todas as pessoas que realizaram alguma tese ou dissertação sobre nós irão apresentar esses conteúdos na área, para que as prostitutas possam acompanhar”, explica Leila.

Em 2017, a comemoração do dia internacional da prostituta marca os 30 anos do movimento no país, e terá como interlocutora Lourdes Barreto, fundadora do Gempac, que irá recontar a história da prostituição no Brasil.

“Eu sou a matriarca dessa história. Seguimos nossa trajetória de luta por identidade e quebra de estigma. Nessa programação a gente envolve a sociedade. Nosso movimento é histórico e existe desde a ditadura militar. Nossa raiz são as mulheres marginalizadas, então discutimos violência, feminismo, sexualidade e autodeterminação. Lutamos pela democracia e somos referência na luta contra a Aids no Brasil”, explica Lourdes.

“Fazemos um trabalho grande, intenso, mas gostoso de fazer e dar continuidade. Acreditamos que é possível mudar o mundo com pessoas honestas, e por isso vivemos a luta constante por direitos”, conclui Lourdes.

Fonte: G1 PA.
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PIB do Brasil cresce 1% no 1º trimestre de 2017, após oito quedas

Agropecuária foi o destaque na primeira alta da economia em dois anos

A economia brasileira voltou a crescer após oito trimestres seguidos de queda. Nos três primeiros meses de 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1,0% em relação ao 4º trimestre do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, a economia do país produziu R$ 1,595 trilhão.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2015 e 2016, a atividade econômica havia encolhido 3,8% e 3,6%, confirmando a pior recessão da história do país.

Tecnicamente, o resultado tira o Brasil da recessão após dois anos. Mas para boa parte dos economistas, ainda é cedo para decretar que a crise acabou, pois não há sinais claros de recuperação em todos os setores e permanecem dúvidas sobre os próximos meses.

Leia mais: Brasileiros ainda sentem crise e esperam melhora da economia

Segundo a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de La Rocque Pali, o avanço do PIB ocorreu sobre uma base bastante deprimida. “A gente está no mesmo patamar do final de 2010”, destacou.

Agropecuária foi destaque entre os setores

A agropecuária registrou a maior expansão em mais de 20 anos e foi destaque entre os setores calculados pelo IBGE, com salto de 13,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior. A safra recorde de grãos ajudou a impulsionar o resultado. Foi o maior crescimento desde o 4º trimestre de 1996.

“Apesar de a agropecuária pesar 5,5% no valor adicionado da economia [participação do setor no cálculo do PIB], os prognósticos de recorde de safra puxaram todas as taxas para cima”, avalia Rebeca.

Leia mais: Agronegócio foi locomotiva do PIB, mas voltará a ser vagão

Segundo o IBGE, soja, milho, arroz e fumo respondem, juntos, por cerca de 50% do peso da agropecuária do país. “Os quatro estão com uma estimativa muito boa para este ano. Principalmente o milho, que tem expectativa de aumento de 46,8%”, disse Rebeca.

“A safra recorde de grãos ajudou a impulsionar o melhor resultado da agropecuária em mais de 20 anos”

A indústria subiu 0,9% após dois trimestre de queda, enquanto o setor de serviços não teve variação. “O serviço, que representa mais de 73,3% do valor adicionado total da economia, puxou para baixo o desempenho do PIB”, afirmou a coordenadora do IBGE.

O principal impacto negativo no setor de serviços foram as atividades de intermediação financeira e seguros, com queda de 4% ante o primeiro trimestre do ano passado. Além disso, o comércio recuou 2,5% no mesmo período.

Depois da agropecuária, o setor com o melhor desempenho foi o da produção e distribuição de eletricidade, gás, água e esgoto, com expansão de 3,3%. “A gente ainda não teve no primeiro trimestre o efeito do religamento das térmicas”, ponderou a pesquisadora.

Entre os subsetores, a indústria extrativa mineral expandiu 1,7%, revertendo um desempenho ruim desde o acidente de Mariana (MG), ocorrido em 2015. Segundo o IBGE, o setor já não sofre influência do desastre e teve impacto positivo na balança comercial. “Tanto o minério quanto o petróleo estão com preço mais favorável para exportação”, destacou Rebeca.

Consumo das famílias e investimentos em queda

Do lado da demanda, todos os componentes do PIB apresentaram queda na mesma base de comparação. O consumo das famílias recuou 0,1%, enquanto os gastos do governo caíram 0,6%, e a Formação Bruta de Capital Fixo (investimentos) encolheu 1,6%.

“A queda da inflação é um fator positivo no caso do consumo das famílias, e os juros caindo também. Mas o crédito continua bastante restrito. Então, a gente tem por um lado o crédito e a ocupação contribuindo negativamente, mas por outro lado a queda na inflação e a queda nos juros contribuindo positivamente”, comentou a coordenadora do IBGE.

Os investimentos continuaram a cair e se retraíram 1,6% em relação ao último trimestre e chegaram ao menor patamar já registrado. O resultado foi impactado pela redução da importação de bens de capital, como máquinas e equipamentos.

A taxa de investimentos ficou em 15,6% do PIB. De acordo com Claudia Dionísio, gerente de Contas Trimestrais do IBGE, este foi o menor patamar registrado em toda a série histórica, com início em 1996. Antes, a menor taxa foi registrada no 1º trimestre do ano passado, quando foi de 16,8%.

A taxa de investimentos ficou em 15,6% do PIB, o menor patamar registrado em toda a série histórica, com início em 1996.

As incertezas trazidas pela crise política podem levar os empresários a represar ainda mais os investimentos, que caíram a menor taxa da série do IBGE. “Vemos sinais positivos, mas existe a dificuldade de eles passarem para a economia (no longo prazo) por conta da incerteza política. Está dificultando uma transição que já seria difícil”, afirmou ao G1 Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro IBRE/FGV.

Leia mais: Apesar de crescimento do PIB, economia ainda está fraca, dizem especialistas

Ela considera que o nível de investimento, que caiu ao menor patamar da série histórica medida pelo IBGE é afetado pela ociosidade da indústria e pela incerteza política. “A capacidade de investimento não existe, porque o retorno está muito fraco e não há crédito subsidiado porque o governo não pode dar dinheiro para o setor privado”, avalia.

A construção civil, abalada por uma forte queda nos trimestres anteriores, voltou a subir nos três primeiros meses do ano. O crescimento foi de 0,5% frente ao período anteriores. Apesar da alta, a construção segue com taxas muito negativas tanto no setor imobiliário quanto de infraestrutura, destacou o IBGE.

Comparação com o ano anterior

Em relação ao 1º trimestre do ano anterior, o PIB caiu 0,4%, o 12º resultado negativo seguido. Também nesta base de comparação, a agropecuária se destacou com alta de 15,2%. Mas a indústria sofreu queda de 1,1% e serviços recuou 1,7%.

Foi o primeiro trimestre em que os serviços tiveram uma taxa mais negativa que a indústria na comparação anual desde o início da recessão, em 2014, segundo o IBGE.

Pelo oitavo trimestre seguido, todos os componentes da demanda interna apresentaram resultado negativo na comparação com igual período de 2016. No primeiro trimestre de 2017, a despesa de consumo das famílias caiu 1,9%.

Leia mais: Safra recorde reanima a economia e salva o PIB do 1º trimestre

Nos quatro últimos trimestres terminados em março, o PIB acumulou queda de 2,3% em relação aos quatro períodos imediatamente anteriores.

Já a taxa de poupança subiu para 15,7% no primeiro trimestre, frente a 13,9% no mesmo trimestre do ano anterior. Foi a primeira alta desde 2012.

Revisão do PIB do 4º trimestre

O IBGE revisou as taxas do PIB do ano passado. No 4º trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve queda de 0,5%, ante o resultado negativo de 0,9% anteriormente divulgado. No 3º trimestre, o PIB foi revisado de queda de 0,7% para recuo de 0,6%.

No 2º trimestre de 2016 não houve revisão. Já no 1º trimestre, a taxa foi revisada de queda de 0,6% para retração de 1,0%. O IBGE destacou, no entanto, que as revisões não alteraram a taxa do acumulado do ano, que foi de queda de 3,6%.

Fonte: ORMNews.
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Em Itaituba, trabalhador morre após acidente com silo

De acordo com as primeiras informações, o acidente aconteceu no início da tarde desta quarta-feira(31), em um silo da empresa multinacional Bunge, instalada no distrito de Miritituba. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada, e chegando ao local constatou que se tratava de duas vítimas, uma conseguiu escapar ileso, apenas apresentado sinais de choque, porém, o trabalhador identificado por Michel, foi encontrado dentro do Silo, infelizmente sem vida.

Fonte: O Impacto.
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Anitta, Pabllo Vittar e Major Lazer – Conheça o novo single

A música “Sua Cara” é toda em português e conta com as duas cantoras dividindo os vocais

O trio de música eletrônica Major Lazer acaba de lançar o seu EP “Know No Better” e, como já esperado por alguns fãs brasileiros, a produção inclui a música “Sua Cara”, uma faixa em parceria com Anitta e Pabllo Vittar.

Todas as vozes da canção são das cantoras brasileiras, sendo cantada completamente em português e composta pela instrumentalização do trio americano.

Outros artistas que também fazem participações especiais no novo álbum são Camila Cabello, J Balvin, Sean Paul, Travis Scott e Quavo.

Fonte: ORMNews.
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NASA marca primeira missão até o Sol para 2018

A NASA comentou que a ideia é chegar “o mais próximo do que nunca” de nosso Sol

A NASA anunciou ontem (31) que vai lançar uma missão para chegar ao Sol em 2018. A “principal estrela” de nosso Sistema Solar será a meta da Sonda Solar Parker, batizada com o nome de Eugene Parker, cientista que trouxe a teoria dos ventos solares e jatos supersônicos de radiação.

Em comunicado para a imprensa, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) dos EUA comentou que a ideia é chegar “o mais próximo do que nunca” de nosso Sol. A Sonda Solar Parker está sendo desenvolvida pelo Laboratório Johns Hopkins Applied Physics e deve ser lançada pelo foguete Delta IV Heavy em julho ou agosto de 2018.

Segundo a NASA, a Sonda Solar Parker vai levar cerca de sete anos de aproximação ao Sol e orbitando ao redor da estrela. Ainda, para chegar ao destino, o equipamento fará sete sobrevoos em Vênus e, isso, eventualmente vai levá-lo para 3,7 milhões de milhas do Sol — o que é oito vez mais próximo da estrela do que a humanidade já alcançou.

Ao chegar próxima ao Sol, a Sonda Solar Parker vai analisar a atmosfera e buscar informações para os cientistas entenderem melhor como funcionam os ventos solares, que são partículas altamente carregadas na forma de plasma. Caso você não saiba, esses ventos viajam até o Planeta Terra e param em ‘nosso’ campo magnético.

Fonte: ORMNews.
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