Corpo do caminhoneiro que desapareceu após sair de Castelo de Sonhos com destino a Matupá é encontrado boiando no rio Curuá

Segundo informações preliminares o corpo de Rafael Miranda foi encontrado nesta manhã boiando no Rio Curuá.

Foi encontrado na manhã deste sábado (03-06), o corpo do caminhoneiro que estava desaparecido na BR-163 entre Castelo de Sonhos e Matupá.

Segundo informações preliminares o corpo de Rafael Miranda foi encontrado nesta manhã boiando no Rio Curuá.

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O caminhão que Rafael transportava foi encontrado na tarde desta sexta-feira (02-06), aproximadamente uns 400m fora da BR. Dentro da cabine do caminhão estava toda revirada, e com vestígios de sangue. Na ponte do rio Curuá também havia vestígios de sangue. Buscas foram feitas durante toda a tarde de sexta, mas somente esta manhã o corpo foi localizado.

A primeira hipótese é que ele foi alvo de um assalto e tenha reagido. Informação a qual ainda será investigada.

Rafael conduzia um caminhão 330 de cor branca, placa MKI 1677, engatado com uma julieta também de cor branca, escrito no para sol e nas portas “Zorthea”, e com 34 bois gordos para o abate e marcados com a sigla “LV”. Animais os quais não foram localizados.

Mais informações em instantes.

Fonte: Olhar Cidade com Leidieli Lima
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Homem é preso suspeito de participar da morte do caminhoneiro Rafael em Castelo de Sonhos-PA

Edinho foi denunciado pela própria esposa e acabou preso no distrito de Cachoeira da Serra no sul do Pará

Segundo informações da Polícia Militar repassadas ao Olhar Cidade, o vaqueiro Edson Pedrinho de Souza Lima, o Edinho, foi preso em Cachoeira da Serra no Pará, suspeito de envolvimento na morte do caminhoneiro Rafael Miranda, que saiu de Castelo de Sonhos com destino a Matupá-MT na quinta-feira 01 de junho.

Segundo a Guarnição composta pelo Tenente Rabelo, Cabo Misael, Cabo Fernando e Soldado Ruan por volta das 12hs a senhora Andreia Rocha de Paula, procurou a para informar que em um pasto arrendado pelo seu esposo, o Edinho, se encontrava bovinos que não seriam de sua propriedade com porte de animais para abate.

Após constatar que realmente existia tais animais, foi informado ao Policial Civil Francimar que solicitou apoio do Sargento Franciney de Castelos de Sonhos, que com apoio de vaqueiro foi possível identificar que os animais são os que sumiram do caminhão que Rafael Miranda conduzia.

Após a identificação dos animais, os policiais continuaram em diligencias e localizaram o senhor Edinho em uma fazenda a cerca de 7km de Cachoeira da Serra, o mesmo foi preso e conduzido para Castelo de Sonhos, onde serão tomadas as devidas providências cabíveis que o caso requer.

Fonte: Olhar Cidade da Redação.
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Mais de um milhão de jovens paraenses podem se cadastrar no programa ID Jovem

Objetivo do programa é garantir que jovens entre 15 e 29 anos tenham acesso a benefícios como meia-entrada em eventos artístico-culturais e esportivos, além de vagas gratuitas ou desconto no transporte coletivo interestadual.

O Programa Identidade Jovem (ID Jovem), do Governo Federal, oferece meia-entrada em eventos artístico-culturais e esportivos e também a vagas gratuitas ou com desconto no sistema de transporte coletivo interestadual. No Pará, mais de um milhão de jovens podem se beneficiar do programa, que operacionalizado pela Fundação Pro Paz.

O objetivo do ID jovem é garantir que jovens entre 15 e 29 anos tenham acesso a benefícios como meia-entrada em eventos artístico-culturais e esportivos, e vagas gratuitas ou com desconto no transporte coletivo interestadual. Os serviços são direitos garantidos pelo Estatuto da Juventude.

O programa se destinada sod jovens pertencentes à família com renda mensal de até dois salários mínimos e inscritos no Cadastro Único do Governo Federal, com informações atualizadas há pelo menos 24 meses. O benefício vale também para não estudantes.

A ID Jovem é um cartão virtual e deverá ser apresentado nos estabelecimentos na tela do seu smartphone ou impresso pela página da internet. O documento pode ser emitido pela internet ou pelo aplicativo de smartphone com o número do NIS (Número de Identificação Social). Veja mais informações no site do ID Jovem.

Validade
A ID Jovem tem validade de 180 dias. Após esse período é necessário revalidar o documento em nova consulta no app ou no site. Se você utiliza a ID Jovem impressa, lembre-se de imprimir o documento gerado

Fonte: G1 PA
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Polícia investiga estupro coletivo de adolescente de 16 anos em Ananindeua

Segundo a polícia, pelo menos seis homens teriam violentado jovem em uma festa no bairro do Aurá. Quatro pessoas já prestaram depoimento na Delegacia do Aurá.

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos em uma festa ocorrida no município de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, no último dia 26 de maio.

Segundo a polícia, a jovem foi convidada para uma festa realizada em uma casa no residencial Jader Barbalho, no bairro do Aurá, na noite do último dia 26 de maio e, após ter sido embrigada, foi levada por uma pessoa para um dos quartos, onde teria acontecido o estupro. Pelo menos outros seis homens teriam entrado no ambiente e também cometido o crime contra a garota.

O delegado Marcílio Diniz, da Delegacia do Aurá, já ouviu os depoimentos de quatro pessoas que participaram da festa, entre eles um adolescente de 17 anos, mas todos eles negaram que tenham estuprado a vítima. A autoridade ainda deve intimar a pessoa responsável pela realização do evento e a dona do imóvel, que o teria cedido para a festa.

A adolescente prestou depoimento ao delegado e foi conduzida ao Centro de Perícias Renato Chaves (CPC), em Belém, para exames periciais. De acordo com a polícia, a análise preliminar da perícia indicou que há indícios de estupro, mas o laudo deve ser concluído em até 30 dias. A vítima ainda será encaminhada para atendimento médico e assistência psicológica na Fundação Pro Paz.

Fonte: G1 PA.
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Procuradoria pede policiamento em Anapu

Pouco mais de uma semana após a morte de dez trabalhadores rurais na fazendo Santa Lúcia, no município de Pau D’árco, sudeste paraense, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, quer a presença permanente, e pelo tempo necessário, de forças policiais na Fazenda Santa Helena Participações, em Anapu, sudoeste do Pará. O local é o mesmo onde há 12 anos a missionária Dorothy Stang foi assassinada.

A área era alvo de disputa por terras e a reintegração da posse à União foi determinada pela Justiça em agosto de 2016, em decisão que reconheceu que a propriedade encontrava-se em terras públicas e destinadas à reforma agrária.

O pedido de reforço policial foi encaminhado nesta quarta-feira (31) à Secretaria de Segurança Pública do Estado e busca assegurar a proteção das mais de 200 famílias que foram assentadas na localidade, mas que estariam recebendo ameaças de fazendeiros, grileiros e madeireiros, inclusive, mediante ações de pistolagem.

De acordo com o MPF, o ofício encaminhado ao secretário estadual de Segurança, Jeannot Jansen Filho, pela procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, o mesmo é informado que denúncias recebidas ontem pelo Ministério Público Federal apontam que os assentados estariam sendo constantemente ameaçados por “funcionários da fazenda” – que teriam, inclusive, deflagado tiros de arma de fogo em frente às casas.

Ameaças

A ameça à integridade dos assentados já havia sido apontada na própria decisão de reintegração de posse das terras à União, emitida pelo Tribunal Regional Federal em 2016. Na decisão, o desembargador Souza Prudente reforça o pedido feito à época pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) para que equipes da Força Nacional fossem deslocadas ao local, a fim de evitar novos conflitos na área.

Fonte: DOL.
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Polícia apreende 60 fuzis de guerra no aeroporto do Galeão

Armas vinham de Miami, nos Estados Unidos, dentro de containers junto com uma carga de aquecedores para piscinas.

Policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), apreenderam, nesta quinta-feira, 60 fuzis de guerra, no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão). Quatro pessoas, ainda não identificadas, foram presas na ação.

Segundo a polícia, as armas vinham de Miami, nos Estados Unidos, dentro de containers junto com uma carga de aquecedores para piscinas. Entre o armamento estavam: fuzis AK 47, G3 e AR 10.

A Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), uma das unidades que participaram da apreensão no Galeão nesta quinta, foi criada em 20 de abril. Na época, o secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, declarou que a especializada teria a missão de qualificar a investigação e o combate ao tráfico de armas de fogo no estado com apenas 15 agentes.

Na ocasião, Roberto Sá defendeu penas mais duras para quem for pego com armas, principalmente fuzis. Segundo o secretário, no Rio são apreendidas mais de 9 mil armas por ano, muitas delas de uso restrito, como fuzis. Além disso, 5 mil pessoas morrem por disparos de arma de fogo no estado.

Em sua primeira operação, no dia 26 de abril, a Desarme prendeu Leonardo do Nascimento Pereira, conhecido como Leo Banana. O homem é apontado como um dos principais fornecedores de armas e munições para uma facção criminosa do Rio. Além disso, foram apreendidos 900 balas de pistola calibre 9mm.

Fonte: Jornal O Dia
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PM divulga resultado preliminar da 4ª etapa

A Polícia Militar do Estado do Pará e a Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgaram resultado preliminar da 4ª etapa (avaliação psicológica) dos concursos para admissão aos cursos de formação de praças, de oficiais e de adaptação de oficiais.

Candidatos poderão consultar o motivo de sua contraindicação, de forma individual, no endereço eletrônico www.portalfadesp.org.br.

Fonte: DOL.
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Pesquisa mostra que mais da metade dos veículos no Pará estão com IPVA atrasado

Os dados são do Departamento de Trânsito (Detran). O Pará lidera o ranking de veículos inadimplentes no país.

O Departamento de Trânsito (Detran) realizou uma pesquisa e constatou que o Pará é o estado que lideram o ranking de inadimplência no pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) no Brasil.

De acordo com o levantamento, mais de 50% da frota de 1 milhão e 800 mil veículos registrados no estado estão com o IPVA atrasado. Em Belém, no número de inadimplência também é alto. Dos 400 mil veículos registrados na cidade, 40% deles estão com o licenciamento atrasado.

“Aquele motorista que for flagrado por um órgão de trânsito transitando com o licenciamento atrasado, ele terá o seu veículo guinchado, ele perde a posse de maneira precária e provisória, vai ao depósito, tem uma multa de R$ 293, sete pontos na carteira e chegando ao depósito ele só sairá (como carro) pagando todos os débitos lá pendentes” alertou Walter Aragão, Coordenador de planejamento do Detran no Pará.

Segundo o advogado Márcio Figueira, o não pagamento do IPVA acarreta na redução da arrecadação do estado, diminuindo a receita e o investimento e várias áreas importantes da administração pública.

“A partir do momento que esse dinheiro entra no cofre público deve retornar à população como investimentos em infraestrutura, estradas, portos, aeroportos, em saúde, em educação”, citou Márcio Figueira.

De acordo com o Detran, são vários os motivos para essas estatísticas ruins, entre eles a atual situação econômica do país. Para isso, o órgão disponibiliza a possibilidade do parcelamento do débito do condutor com o Departamento.

“Nós estamos ampliando a rede de atendimento para tornar mais próximo o serviço do Detran para que as pessoas possam através da internet ou de até um atendimento presencial ter mais comodidade e quando buscar o Detran, existe a possibilidade, estudando caso a caso, dependendo do valor que a pessoa tenha e de quando é esse débito, o Detran inclusive faz o parcelamento dos débitos”. Explicou Walter Aragão.

Fonte: G1 PA.
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Henderson: “Governo do Estado não tem sido parceiro de Santarém”

Vereador Henderson Pinto rebate críticas feitas por Olavo das Neves, titular da CODEC

O vereador Henderson Pinto (DEM), líder do governo municipal na Câmara, recebeu nossa equipe de reportagem em seu gabinete e nos concedeu entrevista exclusiva, onde o assunto em pauta foi a publicação de um vídeo nas redes sociais do titular da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (CODEC), o empresário das Olavo das Neves, onde fala, em tom de desabafo, da inércia dos políticos de Santarém, que não se interessam por seu desenvolvimento. Veja a entrevista na íntegra:

Jornal O Impacto: Vereador, qual o seu ponto de vista em relação ao desabafo do empresário Olavo das Neves?

Henderson Pinto: Primeiramente, quero dizer à população santarena, que na realidade foi um vídeo gravado nas redes sociais por Olavo das Neves, por quem nós temos uma estima, o conhecemos e temos uma consideração por ele. Porém, em parte de suas palavras, eu penso que foram ditas em um momento que não caberia, porque em primeiro lugar essa visão que se tem lá fora de Santarém, afirmada por ele, se trata de uma questão do passado, porque neste momento com a nova gestão do Prefeito Nélio Aguiar, nós estamos trabalhando exatamente para reconstruir essa imagem. O que realmente nos causou estranheza foi a forma como foi colocada nas redes sociais. A partir do momento que eu digo que um problema não foi resolvido e eu na condição de gestor estadual, como presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará, tenho que compreender e verificar o que o Estado está fazendo por Santarém, para me levar à conclusão que em Santarém não se pode nada.

Jornal O Impacto: Olavo das Neves diz que a não instalação do Distrito Industrial em Santarém é culpa do Município?

Henderson Pinto: Vamos a alguns exemplos aqui. Primeiro, quero falar sobre os assuntos que foram tratados pelo titular da CODEC, através de vídeo no Facebook. Existe um problema que foi detectado desde o governo anterior no título da área onde pode ser instalado o Distrito Industrial e que não foi validado pelo próprio governo do Estado, através da sua Procuradoria Geral. A partir do momento em que o Prefeito Nélio Aguiar assumiu o governo no Município um dos pontos primordiais será resolver esse problema da área de instalação do Distrito Industrial. Nós temos um problema de regularização fundiária em Santarém, que não é uma responsabilidade única do Poder Executivo Municipal, existe a responsabilidade do ITERPA, que é um órgão do Estado. Nós temos uma demanda de anos pedindo para que venha um escritório do ITERPA para Santarém e até hoje não veio. Existe uma demanda recente da vinda da SPU (Secretaria de Patrimônio da União) para se instalar em Santarém, para resolver essas questões, e até o presente momento nós não tivemos esse retorno. Eu me preocupo quando um gestor externa publicamente na rede social, que em Santarém não pode nada; no momento em que estamos trabalhando exatamente dizendo que pode sim. O que nós queremos são investidores que venham para Santarém, que queiram contribuir para desenvolver o nosso Município de forma sustentável, garantindo emprego e renda, bem como dando oportunidade de trabalho para nossa população. Penso que o discurso do nobre presidente da CODEC deveria ter sido feito há alguns anos e não nessa atual gestão, mas eu fico preocupado porque ele é um gestor. Eu não posso dizer, como gestor do Estado, que Santarém não pode nada e que essas outras cidades, citando nomes, podem. Parece-me que cria que até uma situação em que os investimentos que nós estamos querendo trazer pra Santarém vão para outro lugar, o que é totalmente ruim e negativo para nossa cidade.

Jornal O Impacto: Existem muitos entraves do Estado para o desenvolvimento de Santarém?

Henderson Pinto: Eu queria conclamar ao nosso presidente da CODEC, que junto ao Governo do Estado possa estar resolvendo problemas que o governo não resolveu até hoje, que inclusive quero citá-los. É importante a população saber que estão travando inclusive nosso desenvolvimento. Vocês lembram quando o governador Jatene prometeu o Centro de Convenções? Infelizmente o Centro de Convenções não veio, na época teve problema da regularização do terreno que inclusive já foi sanado pelo Prefeito Nélio, mas o Governador já tinha tomado a decisão de não vir mais. Queremos o apoio do titular da CODEC com relação a isso. A questão do Porto de Cargas e Passageiros Hidroviários do Município, que se trata de um porto de caráter regional, quando o Nélio Aguiar era Deputado conseguiu aprovar o empréstimo e o recurso para ser construído, porém, o Governo do Estado tomou iniciativa de tirar esse recurso e hoje o Prefeito está novamente lutando para que o Governador libere de novo. Então, são temas que o titular da CODEC precisa nos ajudar a resolver. Outra questão é a água em Santarém, olha o problema que nós estamos enfrentando nesse momento com a COSANPA, em que se fizermos uma pesquisa hoje com a população, eu tenho certeza absoluta que mais de 80% da população não quer a permanência dessa empresa aqui em nosso Município. O presidente da CODEC deveria estar nos ajudando a resolver esse problema de água em Santarém, que também está travando nosso desenvolvimento.

Jornal O Impacto: O Governo do Estado fechou as portas para Santarém?

Henderson Pinto: Nesse momento Santarém precisa de recursos para incentivar nosso microempreendedor individual (MEI). No ano passado o Governo do Estado liberou 600 mil reais para o Crédito Cidadão, que é a oportunidade que as pessoas têm de gerar emprego e renda e fazer seu próprio negócio. Este ano só estão destinados para Santarém 100 mil reais. Por que o titular da CODEC não nos ajuda a trazer e ampliar esse recurso pra cá? E as obras paradas do município de Santarém, que eu não estou vendo esse esforço do Governo do Estado em resolver; vai resolver só agora próximo do período eleitoral, como é de praxe desse atual Governo Estadual. Por exemplo, o que aconteceu no Ginásio Poliesportivo e no Estádio de Santarém? Antes da eleição de 2014 recomeçaram as obras tanto do ginásio quando do estádio, imediatamente depois da reeleição do então governador Jatene as obras pararam e continuam paradas até hoje. E aí, como é que fica e onde estão os nossos “amigos” que fazem parte do Governo do Estado? Ocupando cargos importantes para nos ajudar? Aqui não estou tratando de uma crítica, mas um contraponto às palavras do nosso coordenador Olavo das Neves.

Jornal O Impacto: Como está a situação da saúde em nosso Município? O Estado está cumprindo com seu compromisso no repasse de verbas?

Henderson Pinto: Na área da saúde, por exemplo, o Governo do Estado mantém o Hospital Regional, mas sabemos que o HRBA é porta fechada, pois todos os pacientes que precisam ir para o Regional vão para o Municipal, ou seja, ocupam espaço de uma paciente que poderia estar sendo tratado no Municipal. Esse é um dos principais motivos da superlotação do Hospital Municipal. Por que o Governo do Estado e os nossos “amigos” não nos ajudam a abrir a porta do Regional, para que os pacientes que chegam dos municípios vizinhos e os que são de Santarém possam ir direto para lá ao invés de irem para o Municipal, dando assim oportunidade para outros? Por que nós não temos a garantia do repasse de mais de 3 milhões de reais que está atrasado em relação aos recursos da saúde? O Governo do Estado deveria repassar esses recursos para Santarém e não está cumprindo. Até hoje estamos pedindo uma audiência com o Governador e não somos atendidos. Na próxima semana vamos reunir com o Secretário de Saúde do Estado, ou seja, uma comissão da Câmara e Prefeitura vai reunir para tratar sobre o serviço de hemodiálise do município de Santarém, que é obrigação do Estado, mas quem está arcando com tudo é o Município e o Prefeito Nélio está pedindo para retornar ao Estado. Eu não posso simplesmente falar (desabafar) só porque eu recebi uma crítica de alguém. O homem público tem que saber receber críticas. Eu recebo críticas e procuro assimilar essas críticas para melhorar minha situação como Vereador do município de Santarém.

Jornal O Impacto: Sobre a situação da regularização fundiária em Santarém, o que você tem a dizer?

Henderson Pinto: Com relação à regularização fundiária no Município, nesse momento existe uma decisão do governo Nélio Aguiar de trazer o Programa Municipal de Regularização Fundiária trabalhado em uma cadeia específica do setor imobiliário de Santarém, onde estamos construindo esse plano. Inclusive vamos realizar o 1º Seminário de Regularização Fundiária, mas o Governo do Estado tem muita força junto ao Governo Federal e não nos ajuda junto ao INCRA e Terra Legal para regularizarmos essas áreas aqui. Então, é essa junção de forças que a gente precisa. Eu não posso admitir que o presidente da CODEC tenha ido às redes sociais dizer que em Santarém não pode nada. Se não podia no governo anterior, o qual ele apoiou na eleição, é uma coisa, mas dizer que não pode agora, é outra. Então, não é o momento certo dessa colocação e eu fiquei extremamente preocupado, porque nós estamos trabalhando justamente nesse momento para atrair investidores para todos os setores, como no turismo em Santarém que é uma vocação, no setor produtivo, na questão dos portos da nossa cidade que estamos avançando nessa discussão. É preocupante a forma que foi colocada pelo Olavo, que me parece que vai se ampliar essa imagem que se tinha de Santarém anteriormente e que nós já começamos a reconstruir. Quero lamentar da mesma forma que o presidente da CODEC fez um desabafo, eu quero também transformar essas colocações em um certo desabafo ao Governo do Estado do Pará, que não tem sido o parceiro que Santarém precisa. Não quero acreditar que seja por questões partidárias, porque quando entramos no poder temos de esquecer o partido e lutar pelo nosso Município e pelo nosso Estado, é o que nós estamos fazendo em Santarém. Então, eu queria dizer à população de Santarém que nosso propósito como Vereador e do Prefeito Nélio é ajudar a desenvolver a cidade. Sabemos dos muitos problemas que estamos tendo, o Prefeito Nélio tem ido quase que semanalmente atrás de recursos, seja em Belém ou Brasília, para trazer recursos e já tem a garantia de mais de 100 milhões de reais para Santarém. Trabalhou incansavelmente para tirar o município do CAUC. O que é o CAUC? É como se o nosso nome estivesse no SPC ou no SERASA. Ou seja, era o nome sujo que o Município tinha e que agora o Prefeito Nélio conseguiu limpar. Com isso, estamos retomando o processo do Hospital Materno Infantil, o projeto da Orla de Santarém que foi garantido pelo Ministro da Integração Nacional para Santarém. Então, eu fiquei extremamente preocupado, mas uma coisa que o titular da CODEC tem razão, é que nós temos que dar as mãos para resolver as questões. Mas dizer que em Santarém não pode nada, com certeza absoluta foi um momento muito infeliz de Olavo das Neves.

Fonte: RG 15/O Impacto
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Justiça interroga assassino confesso de subtenente da PM em Santarém

Um esquema de segurança foi montado para garantir a tranquilidade no Fórum de Justiça. Há possibilidade de manifestação de PMs.

Está marcado para a manhã desta sexta-feira (2), o interrogatório de Sebastião de Souza Neto, o “Neto”, acusado do crime de latrocínio que vitimou a subtenente da PM, Sílvia Margarida, em dezembro de 2015. O detento será ouvido no Fórum de Justiça de Santarém, no oeste do Pará.

Apesar do processo correr na 2ª Vara Criminal, Neto será interrogado pelo juiz Gabriel Veloso, da 3ª Vara, especializada em crimes contra a vida. Isso porque o juiz titular da 2ª Vara, Rômulo Brito, se julgou impedido de atuar no caso pelo fato de um dos advogados do réu ser parente do magistrado.

Um esquema especial de segurança foi montado, para que tudo ocorra normalmente, uma vez que há previsão de manifestação de policiais militares e familiares da vítima em frente ao Fórum.

O caso teve grande repercussão em Santarém e chocou a comunidade local. Além de policial, Silvia Margarida tinha atuação de destaque na igreja.

Entenda o caso

A subtenente da Polícia Militar de Santarém Silvia Margarida Campos de Sousa, 44 anos, foi morta com um tiro na cabeça na manhã do dia 14 de dezembro de 2015, na Avenida Plácido de Castro, esquina com a Agripina de Matos, no bairro Caranazal, em Santarém.

De acordo com a PM, Silvia havia encerrado o expediente, ainda estava fardada, e caminhava na calçada em frente à Associação de Moradores do bairro Caranazal, em direção a casa da mãe, que mora nas proximidades, quando foi abordada por um homem que chegou em uma motocicleta.

Durante a ação, Sebastião atirou e fugiu levando a pistola .40, da policial. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Neto foi preso no município de Rurópolis, oeste do Pará, onde alegou que o tiro foi acidental e que sua intenção era apenas roubar a arma da subtenente. Ele foi enquadrado pelo crime de latrocínio.

Fonte: G1 Santarém.
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