CBF confirma que Daniel Alves está fora da Copa

Jogador está lesionado e não participará do Mundial pela gravidade do caso.
O lateral direito Daniel Alves está fora da Copa da Rússia, por causa de uma lesão. A informação foi confirmada, no início da tarde desta sexta-feira (11), pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O jogador foi examinado, em Paris, por uma comissão da CBF, que confirmou a gravidade do caso.

“Esgotadas todas as alternativas de recuperação dentro do prazo, constatou-se a impossibilidade da convocação de Daniel Alves para o período de preparação, amistosos e, consequentemente, para a Copa do Mundo. A comissão técnica da seleção brasileira sente pelo ocorrido e deseja a Daniel Alves uma pronta recuperação para que sua técnica, raça e liderança estejam de volta ao serviço da Amarelinha o mais breve possível”, afirmou a CBF, em nota divulgada à imprensa.

O lateral direito do Paris Saint-Germain foi examinado pelo médico Rodrigo Lasmar e pelo coordenador Edu Gaspar, que constataram a suspeita de lesão grave: “Foram realizados exames complementares minuciosos e confirmado o diagnóstico inicial de lesão do ligamento cruzado anterior, com necessidade de tratamento cirúrgico”.

O técnico Tite vai anunciar na próxima segunda-feira (14) a lista dos 23 jogadores convocados para a Copa da Rússia e quem será o provável substituto de Daniel Alves na posição. Ele se machucou durante partida do PSG contra o Les Herbiers, na final da Copa da França, no último dia 8.

Fonte: Agência Brasil/ Foto: Reprodução
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Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 50 milhões neste sábado

Apostas podem ser feitas até as 19h; valor mínimo é de R$ 3,50. Será o último sorteio da série especial ‘Mega Semana das Mães’.
O concurso 2.040 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 50 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (12) na cidade de Maravilha (SC).

De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar três jatinhos particulares. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 185 mil em rendimentos.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Por G1, São Paulo

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Passageira é flagrada com seis quilos de droga no município de Anapu, no Pará

De acordo com a polícia, uma mulher fazia o transporte da droga de Concórdia do Pará até Anapu. A acusada foi presa em flagrante.
A Polícia Civil desarticulou, nesta sexta-feira (11), um esquema de tráfico de drogas no município de Anapu, no sudoeste do estado. Foram apreendidos na operação mais de seis quilos de maconha. A ocorrência foi registrada na Delegacia do município e a acusada foi presa em flagrante.

Segundo a polícia, a droga era transportada por uma mulher, que viajava como passageira em um ônibus intermunicipal. Agentes da Superintendência Regional do Xingu fizeram a abordagem do veículo, na localidade de Vila Santa Isabel.

De acordo com os policiais, a ação foi resultado de uma investigação realizada pelo Núcleo de Apoio à Investigação (NAI). Segundo o delegado Walison Damasceno, titular da Polícia Civil em Altamira, as investigações se iniciaram após denúncia anônima.

Por G1 PA, Belém
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Morre quinta criança com suspeita de infecção pelo vírus da raiva humana no Pará

Outras cinco crianças seguem internadas em estado grave na Santa Casa de Misericórdia do Pará. A Sespa disse que o Instituto Pasteur em São Paulo vai a analisar amostras do material coletado nas vítimas.
A Secretária de Saúde Pública do Pará confirmou, na noite de sexta-feira (11), a morte da quinta vítima por suspeita de raiva humana na ilha do Marajó. Todas as vítimas são crianças de uma comunidade rural do município de Melgaço. A suspeita é de que elas tenham sido infectadas pelo vírus da raiva, transmitido pela mordida de morcegos. Outras cinco crianças seguem internadas em estado grave na Santa Casa de Misericórdia do Pará.

As crianças morreram apresentando quadro semelhante: febre, dispneia, cefaleia, dor abdominal e sinais neurológicos, como paralisia flácida ascendente, convulsão, disfagia, desorientação, hidrofobia e hiperacusia.

Segundo especialistas, no mundo existem cerca de 1200 espécies de morcegos, mas apenas três se alimentam de sangue e se esses morcegos hematófilos estiverem infectados pelo vírus da raiva podem transmitir a doença através da mordida. Eles são encontrados facilmente na região amazônica.

“Geralmente esse morcegos se alimentam de bovinos, equinos, outros animais de produção e no momento em que a colônia está grande com uma grande quantidade de indivíduos e eles não encontram alimentos, eles acabam procurando outras espécies como o homem, que acaba tendo uma pele bem frágil e vulnerável nessas regiões”, explica a especialista.

A Sespa disse que o Instituto Pasteur em São Paulo vai a analisar amostras do material coletado nas vítimas. O instituto é referencia no diagnóstico de raiva. Os resultados estão previstos para serem emitido em oito dias. Equipes do municipio, do estado e do Ministério da Saúde estão em Melgaço investigando os casos. Cerca de 1000 doses de vacinas serão distribuidas para a população.

“A gente vai levar doses de vacinas suficientes para vacinar todas essas pessoas. Nós estamos até fazendo planos para fazer uma vacinação pré exposição, entendendo que essas pessoas podem se expor a qualquer momento”, explica o especialista.

Por G1 PA
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PF cumpre mandados de busca e apreensão no combate ao comércio ilegal de ouro no Pará

(Foto: Polícia Federal/Divulgação)- O crime era cometido por instituições financeiras especializadas que atuavam na compra de ouro procedente na bacia do Tapajós.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) a Operação “Dilema de Midas”, com o objetivo de reprimir a aquisição e comercialização de ouro de origem clandestina nos municípios de Santarém e Itaituba, no oeste do Pará. Foram cumpridos nas primeiras horas da manhã sete mandados de busca e apreensão, sendo três em Itaituba e quatro em Santarém.

Os alvos são empresas e pessoas suspeitas de comprar e “esquentar”, por meio de fraudes, ouro extraído ilegalmente em centenas de garimpos clandestinos na bacia do Tapajós. A operação suspendeu as atividades da Ourominas em Santarém.

Em Itaituba, foram feitas buscas e apreensões de dados e documentos nas sedes das empresas Arnobre Comércio e Indústria de Jóias Ltda, C.Campos Neves e Cia Ltda e Jopa Metais Ltda. Relacionado a essas empresas, um empresário de Santarém foi alvo de buscas em sua casa.
As empresas de Itaituba são postos de coleta de ouro vinculados à Carol DTVM que, como a Ourominas, é uma empresa nacional atuando no setor de compra e venda de ouro. Tanto em Itaituba quanto em Santarém, a movimentação de ouro entre garimpos clandestinos e postos com autorização legal para comercialização do minério é o foco das investigações.

Segundo informações do Ministério Público Federal, que dá apoio à operação, em Santarém, os investigadores concluíram que, em dois anos, entre 2015 e 2017, o posto de coleta de ouro da Ourominas comprou mais de R$ 72 milhões em ouro ilegal. Em 2015, 100% do ouro comprado pelo posto era de origem clandestina.
A Justiça Federal ordenou o bloqueio de bens de Raimundo Nonato da Silva, da Ourominas e da RN da Silva Representações, principais investigados nesse caso. Todas as transações comerciais e bancárias foram feitas com utilização do CNPJ da Ourominas nacional. Entre os crimes investigados, há usurpação de bens da União, falsidade ideológica, receptação qualificada e organização criminosa.

A Justiça Federal ordenou o bloqueio de bens de Raimundo Nonato da Silva, da Ourominas e da RN da Silva Representações, principais investigados nesse caso. Todas as transações comerciais e bancárias foram feitas com utilização do CNPJ da Ourominas nacional. Entre os crimes investigados, há usurpação de bens da União, falsidade ideológica, receptação qualificada e organização criminosa.
Investigações

As investigações foram iniciadas após operações de combate a garimpos ilegais de ouro na zona de amortecimento da Terra Indígena Zo’é, uma região no entorno do território indígena onde são vedadas atividades de exploração madeireira ou garimpeira. As operações reuniram MPF, PF, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Fundação Nacional do Índio (Funai).

Os garimpeiros flagrados trabalhando nas áreas clandestinas revelaram em depoimentos à PF que vendiam o ouro extraído ilegalmente para a Ourominas em Santarém, que exigia apenas o CPF e o RG do vendedor, dispensando as exigências previstas em lei para atestar a origem do ouro.

Os investigadores constataram que a prática de comprar ouro sem documentação de origem correspondeu a 100% do ouro comprado pela Ourominas, no escritório de Santarém, em 2015. Para fazer frente ao volume de negociações, de acordo com depoimentos obtidos, eram feitos saques diários de R$ 500 mil.

Dilema de Midas

O nome da Operação faz referência ao Rei Midas, que segundo a mitologia grega, ganhou o poder de transformar tudo que tocava em ouro, porém esse poder acabou se transformando em uma maldição, visto que ficou impedido até de se alimentar, já que tudo o que ele tocava se transformava imediatamente em ouro.

Busca e apreensão na casa de um empresário de Santarém na operação "Dilema de Midas" (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Busca e apreensão na casa de um empresário de Santarém na operação “Dilema de Midas” (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Barras de ouro apreendidas na Operação "Dilema de Midas", da Polícia Federal em parceria com o MPF (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Barras de ouro apreendidas na Operação “Dilema de Midas”, da Polícia Federal em parceria com o MPF (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Armas e munições também foram apreendidas durante cumprimento dos mandados judiciais (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Armas e munições também foram apreendidas durante cumprimento dos mandados judiciais (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Por G1 Santarém, PA

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Caixa eletrônico é arrombado em supermercado de Itaituba, no sudoeste do Pará

(Foto: Polícia Civil)- Crime ocorreu na madrugada desta quitna-feira (10). Dois homens renderam e trancaram o vigilante dentro do estabelecimento. O caso foi registrado na Seccional do município.

ssaltantes invadiram um supermercado e arrombaram um caixa eletrônico do Banpará, na madrugada desta quinta-feira, 10, em Itaituba, no sudoeste do Pará.

De acordo com a Polícia Civil, o fato ocorreu por volta das 0h40, quando dois homens armados chegaram ao local, renderam e trancaram o vigilante na sala de máquinas do supermercado. Depois ele abriram o portão que dá acesso ao açougue do estabelecimento, retornaram à sala de máquinas, retiram o vigilante e o levaram para dentro do supermercado até chegarem ao caixa eletrônico e o cofre da empresa. Os criminosos conseguiram arrombar apenas o caixa do Banpará, pegando o dinheiro e deixando o local.

Ainda segundo a Polícia, o vigilante ficou trancado dentro do supermercado até conseguir fazer contato com uma pessoa que passava pelo lado de fora, que acionou a Polícia Militar em seguida. O caso foi registrado na Seccional de Itaituba na manhã desta quinta-feira.

Os assaltantes arrombara a parte de trás do caixa eletrônico do Banpará, em supermercado de Itaituba, no sudoeste do Pará (Foto: Polícia Civil)
Os assaltantes arrombara a parte de trás do caixa eletrônico do Banpará, em supermercado de Itaituba, no sudoeste do Pará (Foto: Polícia Civil)

Por G1 PA, Belém

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Polícia prende suspeitos de integrar quadrilha envolvida com assaltos e tráfico de drogas em Portel

Dois homens e quatro mulheres foram presas. A polícia apreendeu armas, munições, quantidade em drogas e outros objetos com o grupo.
eis pessoas foram presas pela Polícia Civil nesta quinta-feira (10) em Portel, na ilha do Marajó. Os suspeitos são dois homens e quatro mulheres que, segundo a polícia, seriam comparsas de três criminosos que morreram após trocar tiros com os policiais.

O confronto ocorreu no dia 1ª de maio, em uma operação para desarticular a associação criminosa ligada a assaltos, homicídios e tráfico de drogas no município.

O delegado Paulo Junqueira explicou que com o primeiro preso foi apreendido mais de 500g de pedras de “crack”, drogada derivada da cocaína. Foram apreendidas também duas armas de fogo, sendo uma espingarda calibre .20 e um revólver .32, além de sete cartuchos de munição.

Em seguida, o delegado informou que o segundo homem foi preso na casa onde morava com 150g de cocaína, um revólver calibre .38, cinco munições e R$386. O suspeito, segundo o delegado, já responde processos criminais por tráfico de drogas, receptação de roubo e violência doméstica contra mulher.

As quatro mulheres, o delegado explica, foram presas suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Uma delas responde a três inquéritos na Polícia Civil, em Belém, por prática de roubos com uso de arma de fogo.

A suspeita também deve responder por falsa identidade, por ter apresentado outro nome na sede da delegacia. Todas as quatro presas já eram investigadas por envolvimento em crimes e, segundo a polícia, atuavam juntas.

Tiroteio

A Polícia Civil informou que os presos estão ligados a três assaltantes que mortos após em tiroteio com a polícia no dia 1º de maio em Portel. Na época, por volta das 6 horas, os policiais receberam informações sobre uma residência no bairro da Portelinha onde estariam escondidos assaltantes integrantes de uma associação criminosa.

Segundo denúncias, o grupo teria sido responsável por um assalto na empresa CF Distribuidora, quando três homens renderam os funcionários e, mediante violência e grave ameaça, com uso de armas de fogo, roubaram R$ 14 mil.
Ainda de acordo com a polícia, uma equipe foi até a casa e foram recebidos a tiros vindos de dentro do imóvel. Três suspeitos morreram no hospital após serem baleados na troca de tiros.

Na casa, os policiais apreenderam três armas de fogo; cinco telefones celulares; sete munições de calibre .380; quatro munições de calibre .38; 100g de pedra de “crack”, além de ferramentas e botijão de gás usado em maçarico para cortar cofres; e roupas usadas no assalto à distribuidora.

Foram apreendidas uma espingarda calibre .20 e um revólver .32, além de sete cartuchos dos mesmos calibres das armas. (Foto: Ascom Polícia Civil)
Foram apreendidas uma espingarda calibre .20 e um revólver .32, além de sete cartuchos dos mesmos calibres das armas. (Foto: Ascom Polícia Civil)

Por G1 PA, Belém

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Número de pessoas mortas por policiais no Pará, em 2017, é maior que a média nacional

Levantamento feito pelo G1 contabiliza as pessoas mortas por policiais, seja em serviço ou fora de serviço; e divulga ainda os números de policiais na ativa mortos.
Em 2017, o Pará teve uma das mais altas taxas do país de pessoas mortas pela polícia. O número é o dobro da média nacional: são 4,5 mortos a cada 100 mil habitantes no Estado, enquanto a média do Brasil é de 2,4 a cada 100 mil habitantes. O dado é levantado com base nos números oficiais da Lei de Acesso à Informação.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O dado inédito contabiliza as mortes de 2017 decorrentes de intervenção policial, que são as pessoas mortas por policiais seja em serviço ou não. São divulgados também os números de policiais mortos na ativa, que estavam ou não trabalhando no momento do crime, no período de 2015 a 2017.

O número de pessoas mortas no Pará por policiais na ativa foi crescendo a cada ano: foram 193 mortos em 2015; 282 em 2016; e 374 em 2017. Cresceu também o número de policiais mortos. Foram 21 vítimas em 2015 e em 2016; esse dado subiu para 29 em 2017.

Em todo o Brasil, o número de pessoas mortas por policiais na ativa foi 3.330 em 2015; 4.222 em 2016; e o número é maior que 5 mil em 2017. Já o número de policiais mortos foi 368, em 2015; 453, em 2016; e caiu para 391, em 2017.

Onda de violência
Só nos primeiros cinco meses deste ano o número de policiais mortos já chega 22, além de um ex-policial, também vítima de assassinato. Os números da violência continuam aumentando no Estado, onde as mortes em série de civis e de PMs expõem disputa entre traficantes e milicianos.

A onda de violência que atinge a região metropolitana de Belém tem causado não apenas insegurança, mas deixado famílias sem entes queridos e muitos filhos sem pais. Em vários casos, a ordem para matar os PMs sai de dentro da prisão. Para os familiares, fica a sensação de impunidade e insegurança.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que, em relação à elucidação dos crimes cometidos contra policiais este ano, 12 casos já foram desvendados com os autores identificados, presos ou mortos, e dez estão sob investigação.

O órgão também disse que medidas estão sendo realizadas a fim de proporcionar melhores condições de trabalho aos policiais militares. Entre as ações estão o aumento em dobro do valor da jornada extraordinária, a proposta de aquisição de 500 unidades de conjuntos habitacionais financiados pela Caixa na Região Metropolitana e que não foram concluídos por falta de demanda ou ausência de verbas, para viabilizar moradia com mais segurança aos agentes de segurança e seus familiares, a compra de coletes e armamentos para todos os policiais e realização permanente de cursos de qualificação, treinamento e capacitação.
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Motociclista morre ao colidir contra viatura da Polícia Federal no interior do Pará

Um motociclista morreu na manhã desta quinta-feira (9) ao colidir com uma viatura da Polícia Federal na rodovia BR-230, próximo ao município de Itupiranga, no sudeste paraense.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu no trecho entre a cidade e Marabá. O condutor da moto morreu no local, antes de receber atendimento médico. Segundo a Polícia Federal, o agente que estava na viatura passa bem.

Uma equipe da PRF está no local atendendo a ocorrência e levantando informações sobre as circunstâncias da colisão.
Fonte: DOL
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Cientista de 104 anos passa por eutanásia na Suíça

David Goodall não sofria de nenhuma doença terminal e lutava pelo direito das pessoas’ escolherem a morte e quando a morte é o momento apropriado’
De acordo com o jornal The Independent, o cientista botânico e ecologista afirmou que “de certa forma estou ansioso por isso, como um fim” e que se arrependeu de ter vivido durante tanto tempo.

David Goodall precisou ir até a Suiça para realizar o procedimento porque em seu país, Austrália, o procedimento é proibido. Ele não sofria de nenhuma doença terminal, mas confessou que sua saúde teria piorado com o passar do tempo e que ele não queria mais estar vivo.

O cientista lutava pelo direito das pessoas de decidirem a hora em que querem morrer. Em sua última confêrencia na quarta-feira (10), Godall afirmou que: “Na minha idade, e mesmo com menos da minha idade, alguém quer ser livre para escolher a morte e quando a morte é o momento apropriado.”

De acordo com a clínica Exit Internacional, David optou pela injeção letal que quanto aplicada fez com que o cientista dormisse e viesse a óbito porco tempo depois.

A música escolhida por David foi a 9ª Sinfonia de Beethoven. Segundo o Dr. Nitschke, David morreu no momento em que a canção (cantada em alemão) foi concluída.

David pediu que seu corpo fosse doado para a medicina.
Fonte: R7, sob supervisão de Ana Luísa Vieria
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