Gerente morre após capotar veículo na BR-163 no Nortão

Leilane dos Santos Silva, de 39 anos, morreu, esta manhã, em um acidente envolvendo um GM Celta vermelho, na rodovia federal a cerca de cinco quilômetros da cidade de Peixoto de Azevedo (197 quilômetro de Sinop). Ela morreu no local e ficou presa às ferragens. O Corpo de Bombeiros de Colíder precisou cortar parte da lataria para retirar o corpo. Ela era gerente comercial de um posto de combustíveis em Guarantã do Norte.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, possivelmente ocorreu uma saída de pista e, na sequência, o capotamento. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) analisou o local onde houve o acidente e fará laudo apontando as causas do acidente.

O corpo dela foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia e será liberado para os procedimentos fúnebres.

A funerária Pax Memorial informou, ao Só Notícias, que o corpo de Leilane será sepultado em Guarantã. Porém, os familiares ainda não definiram horário.

Fonte: Só Notícias.
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STJ decide que Ibama não pode apreender papagaio de estimação de idosa na Paraíba

STF manteve posse de papagaio com idosa STF manteve posse de papagaio com idosa

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não pode apreender o papagaio de uma idosa na Paraíba, segundo decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes. O órgão alegava que animais silvestres em cativeiro irregular devem ser liberados em seu habitat natural ou entregues a zoológicos. O magistrado, no entanto, entendeu que a ave, chamada “Leozinho”, tinha hábitos domésticos e uma relação de afeto de 17 anos com Izaura Dantas, na Paraíba.

“A reintegração da ave ao seu habitat natural pode ocasionar-lhe mais prejuízos do que benefícios, tendo em vista que o papagaio, que já possui hábitos de ave de estimação, convive há cerca de 15 anos com a autora (…) o que inviabiliza a sua separação da dona e da casa onde vive”, ressaltou o magistrado na decisão.

Fernandes observou que havia “sérios indícios” de que Izaura era dona irregular do papagaio. Durante o processo, a idosa não apresentou qualquer licença, autorização ou nota fiscal da compra do animal que justificasse a posse. Mas pesou na deliberação o fato de Leozinho estar em convívio com a família por um longo período de tempo, com “claros sinais de adaptação ao ambiente doméstico”.

Trata-se de um precedente do STJ, cujos ministros já mostraram apoio ao princípio da razoabilidade na análise da posse de aves criadas em ambiente doméstico, por longa extensão de tempo, sem indícios de maus-tratos ou risco de extinção. Isso significa avaliar o caso concreto, de acordo com os efeitos que a decisão pode levar ao animal.

Fonte: EXTRA.
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Evento sobre agricultura e pecuária reúne professores e produtores em Santarém

Palestras e cursos práticos sobre produção de leite, manejo de animais silvestres e elaboração de CAR, fazem parte da programação.

Começou nesta segunda-feira (19) e prossegue até sexta-feira (23) a I Semana de Agricultura e Pecuária na Amazônia: Culturas de Interesse. O evento é realizado no anexo do campus Amazônia da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) com a participação de professores, pesquisadores, produtores e graduandos de ciências agrárias, bem como outros da área de pesca, saúde e biologia.
A I Semana de Agricultura e Pecuária na Amazônia conta com diversas atividades, entre elas, palestras e cursos práticos nos horários das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30.
“Frente ao grande agronegócio, fomentar e abranger a biodiversidade das ciências agrárias dentro do âmbito amazônico, relacionando-as com as culturas e produção de interesses de produtores rurais da região, favorece o agricultor, que precisa se destacar, buscando as grandes tecnologias destinadas a essa aérea”, disse um das organizados do evento, Camila Lobato.

O evento abrange as culturas mais importantes na agricultura e pecuária da região e toda a área das ciências agrárias, enfatizando o produtor rural e as inúmeras técnicas aplicadas ao bom manejo de sua produção, além de pesquisadores e alunos dedicados ao ensino da extensão.
Quatro minicursos estão sendo ofertados na semana de Agricultura e Pesca, abordando os temas: Receituário agronômico, Abelhas como agentes polinizadores de culturas agrícolas e florestais, Elaboração de Cadastro Ambiental Rural – CAR e Produção de camarão.

Fonte: G1 Santarém.
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Temer entra com duas ações contra Joesley

Pouco antes de embarcar para viagem de cinco dias à Rússia e Noruega, presidente dá entrada na Justiça com processo

O presidente Michel Temer finalizou na manhã desta segunda-feira as duas ações contra o dono da JBF, Joesley Batista e pouco antes de seguir para a Base Aérea, para embarcar para viagem de cinco dias para a Rússia e Noruega, deu entrada nos dois processos na Justiça. Uma das ações será por danos morais, onde pedirá indenização financeira e a segunda, será uma queixa crime, por difamação, calúnia e injúria, crimes contra a honra. O presidente decidiu acionar o advogado do PMDB, Renato Oliveira Ramos, para representar contra o empresário. A ação criminal foi impetrada na Justiça Federal e a cível, na Justiça comum.

Na ação inicial, Temer não estabeleceu um valor de indenização, mas isso poderá ser feito em um segundo momento, caso o juiz indique que pode especificar um montante. A ideia do presidente, caso consiga ganhar as ações na Justiça, é doar os valores referentes a elas a uma instituição da caridade.

Temer dedicou uma parte do fim de semana a discutir com seus advogados não só as ações a serem apresentadas na Justiça contra Joesley, que anunciou em nota oficial divulgada sábado. Nos feriados, Temer se reuniu também com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, que irá ajudá-lo na defesa da denúncia que o procurador Geral da República, Rodrigo Janot, deverá apresentar contra o presidente, nos próximos dias.

O presidente já deixou o Planalto em direção à base aérea de Brasília, para embarcar para Rússia. Neste período, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Moreira Franco, permanecerão em Brasília monitorando ações contra o governo e trabalhando pela reaglutinação da base aliada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Janot, que assumirá o comando do País com a viagem de Temer, não deverá ir ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira, já que está em Pernambuco. Ele deverá começar a despachar no gabinete presidencial nesta terça-feira.

Fonte: ORMNews.
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Em Moraes de Almeida homem é detido pelo grupo de segurança privada GSET, o mesmo é acusado de abusar sexualmente de uma mulher que gritava por socorro

Na madrugada desta segunda-feira (19), por volta das 04h:00min, em ronda o grupo de segurança privada GSET ouviram um grito de socorro e saíram a procura de quem estaria pedindo socorro.

Foi quando a equipe de plantão se depararam com um casal despido em um terreno baldio próximo a oficina carangão.
A senhora desesperada gritava relatando que o cidadão Rafael Pereira de Alencar de 30 anos, estaria abusando sexualmente da mesma, a equipe do GSET mobilizou o acusado e conduziu o para departamento da policia militar, para as devidas providências.

Fonte: http://plantao24horasnews.com.br – Weslen Reis a força jovem da comunicação. Imagens: GSET
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PRF prende ex-presidiário com moto roubada em Ipixuna do Pará

Veículo estava sem placa de identificação e suspeito não tinha a carteira de habilitação e nem o documento do carro.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam na madrugada desta segunda-feira (19) um ex-presidiário de 26 anos que estava usando uma moto roubada, na BR-010, em Ipixuna do Pará. Ele foi preso por receptação e estava sem a carteira de habilitação e sem os documentos do carro.
De acordo com a PRF, o veículo estava sem a placa de identificação. Após consulta aos sistemas de informação, foi constatado que se tratava de uma motocicleta com registro de roubo em 26 de setembro de 2015, no município de São Domingos do Capim.
Questionado sobre o fato, o condutor alegou que havia comprado o veículo na Vila São Pedro, em São Domingos do Capim, pelo valor de R$ 1.600, tendo pago R$ 1.400 à vista e o restante seria pago posteriormente, momento em que receberia os documentos da moto.
Os policias checaram ainda a identidade do suspeito e descobriram que ele foi preso em setembro de 2013, no município de Paragominas, por crime de tráfico de drogas. Dois meses depois o preso fugiu do Centro de Recuperação Regional de Paragominas e foi capturado em junho de 2014 no Rio de Janeiro.
Segundo o suspeito, ele já teria cumprido a pena e possui um alvará de soltura, porém, não o estava portando. Devido a suspeita do crime de receptação, o condutor foi preso e encaminhado para a delegacia de Polícia Civil para instauração de inquérito policial.

Fonte: G1 PA.
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Alta acumulada no preço do tomate chega a cerca de 20% no Pará, diz Dieese

O quilo do preço do produto chegou a ser comercializado a R$ 4,93 no mês de maio nas principais feiras e supermercados de Belém.

Pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta segunda-feira (19) aponta que o quilo do tomate consumido pelos paraenses sofreu um reajuste acumulado de cerca de 20% nos primeiros cinco meses deste ano, enquanto a inflação calculada para o período girou em torno de 1,43% ( INPC/IBGE).
De acordo com a análise do Dieese, a trajetória de preço do fruto, comercializados em feiras e supermercados de Belém, de janeiro a maio deste ano, não foi uniforme. No início do ano, o tomate foi comercializado em média a R$ 4,17. Já em fevereiro sofreu queda e pode ser encontrado em média a R$ 4,08. Em março houve alta e o quilo do tomate passou a R$ 4,28. Um novo reajuste foi constatado em abril e o fruto passou a custar R$ 4,52. Por fim, chegou a R$ 4,93 em maio.
O Departamento destaca que entre os fatores que influenciaram no aumento do quilo do produto hortifrutigranjeiro estão o cultivo em outros estados, somado às mudanças climáticas e à própria sazonalidade, diminuindo a disponibilidade de oferta.

Fonte: G1 PA.
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Temer anuncia a Gisele Bündchen veto a MPs que beneficiavam desmatadores

Presidente informou à top model, no Twitter, que vetou ‘integralmente’ trechos que diminuíam área preservada da Amazônia. Segundo especialistas, legislação poderia favorecer ocupações ilegais.

O presidente Michel Temer anunciou nesta segunda-feira (19) no Twitter, em resposta à top model Gisele Bündchen e à ONG WWF, que vetou “integralmente” trechos de duas medidas provisórias aprovadas no mês passado pelo Congresso Nacional que poderiam diminuir a área preservada na Amazônia. Após o relato do peemedebista na rede social, a assessoria do Palácio do Planalto confirmou os vetos nas MPs 756 e 758.
Temer tinha até esta segunda para sancionar ou vetar as duas MPs. Segundo especialistas, a eventual sanção dos textos poderia favorecer ocupações ilegais de terras e beneficiar desmatadores da Amazônia.
Modelo mais famosa do planeta, Gisele Bündchen publicou nesta manhã, em sua conta pessoal no Twitter, mensagens em português e em inglês pedindo que o presidente da República vetasse os projetos polêmicos.
Na rede social, a top model afirmou, citando Temer, que “é nosso trabalho proteger nossa Mãe Terra”. “@MichelTemer, diga NÃO para reduzir a proteção na Amazônia!”, escreveu Gisele.
Em resposta à mensagem da modelo, Temer anunciou no Twitter que havia vetado integralmente os trechos da MP que reduziam a área protegida de uma reserva paraense. “@giseleofficial e @WWF, vetei hoje integralmente todos os itens das MPs que diminuíam a área preservada da Amazônia”, informou o presidente na rede social.

MP 756

Pivô das queixas dos ambientalistas, a MP 756 foi vetada integralmente por Temer. A redação original da medida provisória enviada pelo governo ao Congresso ampliava os limites do Parque Nacional do Rio Novo, no Pará, diminuía uma parte da Floresta Nacional do Jamanxim, também no estado, e, como forma de compensação, criava a Área de Proteção Ambiental (APA) Jamanxim. Ao todo, a área preservada, pelo texto original, seria ampliada em 667 mil hectares.
Situado a 1,6 mil quilômetros de Belém – no sudoeste do Pará –, o parque ambiental do Jamanxim é um santuário de 1,3 mil hectares onde vivem espécies nativas da Amazônia.
A reserva, que tem regras de proteção rigorosas, foi demarcada, em 2006, por meio de um decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em Jamanxim, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Por conta disso, 88% da floresta estão preservados.
No entanto, durante a tramitação do texto na comissão mista da Câmara e do Senado, a medida provisória foi alterada.

Os congressistas transformaram uma área de 486 mil hectares, que correspondem a 37% da floresta, em uma área de proteção ambiental.
As Apas têm regras de exploração menos rígidas, podendo ter suas terras ocupadas e exploradas, enquanto as florestas nacionais só podem ser habitadas por famílias que viviam na região antes da criação da unidade, usadas de forma sustentável e para fins científicos.
A alteração da categoria de preservação gerou duras críticas por parte de ambientalistas e do Ministério do Meio Ambiente.
Além de alterar a categoria de preservação da reserva paraense, os parlamentares também incluíram no texto da MP uma alteração no Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina.
O relator do projeto acatou emenda do senador Dalírio Beber (PSDB-SC) para excluir áreas do Parque Nacional de São Joaquim e mudar seu nome para Parque Nacional da Serra Catarinense.

gisele

MP 758

Inicialmente, a MP 758 alterava outro trecho da Floresta Nacional do Jamanxim para criar o Parque Nacional do Rio Branco no município de Trairão (PA). Michel Temer vetou parcialmente a proposta aprovada pelo Legislativo.
O presidente vetou a parte que tratava da alteração do parque em área de preservação ambiental.
Ao justificar o veto parcial, o governo argumentou que a modificação proposta alteraria substancialmente o regime de proteção de área do parque nacional, alcançando mais de 100 mil hectares.
Na avaliação do governo, essa mudança teria potencial de comprometer e fragilizar a preservação ambiental em uma região sensível da Amazônia.

Críticas de ambientalistas

Ambientalistas advertiam, antes do veto das MPs, que a legislação aprovada pelo Congresso Nacional poderia abrir caminho para a legalização de áreas invadidas por grileiros.
O Ministério do Meio Ambiente também se manifestou contra as mudanças feitas pelos congressistas na redação das duas medidas provisórias. A pasta recomendou que o presidente vetasse as duas propostas alegando que a versão final dos textos não estava de acordo com estudos ambientais e de ocupação.
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) analisou a área onde a nova Apa iria ser criada e descobriu que, nessa área, existem 334 ocupações embargadas pelo Ibama por desmatamento ilegal, totalizando 71 mil hectares de terras invadidas.
“É como se passasse uma mensagem de que o crime ambiental compensa, e uma aprovação da medida provisória nesse sentido seria extremamente negativo para toda a Amazônia, não apenas pra região da BR-163”, observou o pesquisador do Imazon Heron Martins.
Por outro lado, o presidente da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Carlos Xavier, defendia a medida provisória aprovada pelo Congresso. Segundo ele, a nova lei iria trazer desenvolvimento para a região amazônica.
“É para dar exatamente esta segurança, não só na área fundiária, na área social, mas, sobretudo, na área econômica. O que nós queremos é ter esse cuidado com o meio ambiente, mas que nós possamos também produzir”, ressaltou Xavier.

Fonte: G1.
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Temer vetará corte de floresta, mas vai propor lei parecida na mesma semana

O presidente Michel Temer deverá vetar nesta segunda-feira (19) a medida provisória 756, que prevê a redução de 37% da Floresta Nacional (Flona) de Jamanxim, no sudoeste do Pará, mas enviará ao Congresso um projeto de lei com o mesmo teor ainda nesta semana.

A MP, assinada em dezembro por Temer e aprovada com alterações no Congresso, previa a transformação de 486 mil hectares da Flona em APA (Área de Proteção Ambiental), a categoria mais baixa de proteção, que permite propriedade privada e atividades rurais. A medida visava legalizar dezenas de grileiros e posseiros.

O veto foi anunciado pelo ministro do Meio Ambiente, Zequinha Sarney. Em vídeo dirigido aos “amigos e amigas” do entorno da Flona, ele afirmou que a MP não tinha base jurídica sólida, o que poderia provocar uma disputa judicial.

“Iria ficar como ainda existem, no Brasil, determinadas regiões que estão sub judice e que não se pode avançar em nada. Seria o pior dos mundos”, afirmou, ao lado do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), um dos principais defensores da criação da APA.

Sarney disse que um dos problemas da MP é a falta de um parecer técnico do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), responsável pela gestão da Flona. Ele, no entanto, antecipou que esse parecer será favorável à criação da APA.

“O ICMBio vai dar um parecer técnico acatando as decisões no sentido de transformar determinadas áreas da Flona em APA”, disse o ministro.

Sarney assegurou que o projeto de lei com o mesmo teor da MP terá “urgência constitucional” e que poderá ser votado pela Câmara e pelo Senado nas próximas semanas, promessa que dificilmente será cumprida devido aos trâmites burocráticos do Executivo e do Legislativo.

No vídeo, o ministro não mencionou a medida provisória 758, que transforma em APA 101 mil hectares do Parque Nacional do Jamanxim, na mesma região. A tendência, no entanto, é que também seja vetada, devido às semelhanças com a 756.

Fonte: Folha.uol
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Sob pressão, Temer veta proposta de redução de área florestal no Pará

Sob pressão de entidades ambientais, o presidente Michel Temer vetou integralmente nesta segunda-feira (19) medida provisória que reduz área de preservação no Pará.

A proposta que havia sido enviada pelo presidente ao Poder Legislativo sofreu modificações que elevaram o território da Floresta Nacional do Jamanxim transformado em APA (Área de Proteção Ambiental), categoria baixa de proteção que permite propriedade privada e atividades rurais.

No início de junho, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, já havia dito que o presidente vetaria a MP 756 depois de apelos feitos pela própria pasta.

Em texto substitutivo aprovado em maio, uma emenda parlamentar diminuiu a área de proteção de 1,3 milhão para 561 mil hectares. A proposta original retirava 305 mil hectares, o equivalente a quase duas cidades de São Paulo.

A mudança na Floresta Nacional do Jamanxim foi criticada por ambientalistas e contraria relatório de 2009 do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), segundo o qual apenas uma área de 35 mil hectares deveria ser excluída da floresta.

Em virtude da pressão, o presidente fez questão de anunciar primeiro o veto integral pelas redes sociais à modelo Gisele Bündchen e à WWF, entidade internacional que defende a conservação do meio ambiente. Na semana passada, a brasileira tinha pedido ao peemedebista que vetasse a iniciativa.

.@giseleofficial e @WWF, vetei hoje integralmente todos os itens das MPs que diminuíam a área preservada da Amazônia.

A Floresta do Jamanxim é a unidade de conservação com o maior incremento de desmatamento do país. A área de influência da rodovia concentra 70% dos novos desmates da Amazônia Legal.

O ministro anunciou que o presidente enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei com o mesmo teor da proposta original. Segundo ele, a iniciativa terá “urgência constitucional”.

Nesta segunda-feira (19), o presidente vetou parcialmente ainda a MP 758, que altera também área de proteção ambiental no Pará para a construção de estrada de ferro próxima à BR-163.

Ele vetou mudança feita pela Câmara dos Deputados que aumentou em 100 mil hectares a transformação em APA no Parque Nacional do Jamanxim, que não estava na proposta original.

Como justificativa, o presidente afirmou que a modificação “altera substancialmente o regime de proteção” e tem potencial para “comprometer e fragilizar a preservação ambiental em uma região sensível da amazônia brasileira”.

Fonte: folha.uol
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