Publicação: 048/2017 W BATISTA DA SILVA – ME

  editalA empresa W BATISTA DA SILVA – ME com número de CNPJ 13.371.676/0001-33 torna público o pedido de Licenciamento Ambiental referente ao processo de número 319/2017 junto a Secretaria de Meio Ambiente do Município de Novo Progresso – PA.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Publicação: 047/2017 P.A.S DE MELO METAIS PRECIOSOS

  editalA empresa P.A.S DE MELO METAIS PRECIOSOS  com número de CNPJ 17.920.826/0001-71 torna público o pedido de Licenciamento Ambiental referente ao processo de número 275/2017 junto a Secretaria de Meio Ambiente do Município de Novo Progresso – PA.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Publicação: 046/2017 P.A.S DE MELO METAIS PRECIOSOS

  editalA empresa P.A.S DE MELO METAIS PRECIOSOS  com número de CNPJ 17.920.826/0003-33 torna público o pedido de Licenciamento Ambiental referente ao processo de número 274/2017 junto a Secretaria de Meio Ambiente do Município de Novo Progresso – PA.

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Publicação: 045/2017 – G.L. DISTRIBUIDORA EIRELI

    editalG.L. EMPREENDIMENTOS EIRELI, portadora do CNPJ n° 18.966.822.0001.97, com sede na Rua Pinheiros, bairro Setor Industrial II, em Novo Progresso-Pará, torna público que solicitou da SEMMA de Novo Progresso/Pará, através do processo nº 314/2017, LIO (Licença de Instalação e Operação) para a atividade de extração de areia em recursos Hídricos.

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Paralisados, professores fazem ato em Belém

Professores da rede estadual de ensino do Pará estão concentrados na manhã desta quinta-feira (22) em frente ao prédio da Secretaria de Estado de Educação Pública (Seduc), em Belém, onde realizam um ato público. A categoria paralisou as atividades hoje para cobrar um posicionamento do Governo sobre a situação da educação no Pará.

Entre as principais reclamações dos trabalhadores, estão o não pagamento do piso salarial, o sucateamento das escolas, falta de segurança nas unidades de ensino e problemas na lotação dos professores, que inclusive estaria deixando alguns alunos sem aulas de determinadas disciplinas. Os manifestantes deverão realizar o ato em frente à Seduc, na avenida Augusto Montenegro, e esperam que representantes da secretaria os recebam para reunião.

A educação pública no Pará é marcada por dezenas de casos que exemplificam o caos no setor. Recentemente, o Censo Escolar produzido pelo Inet e Minsitério da Educação apontou o Estado como detentor da mais alta taxa de evasão escolar do país. Nesta quarta-feira (21), um estudante foi esfaqueado dentro de uma escola no centro de Belém. Na terça-feira (20), um professor e alunos foram roubados em plena sala de aula no Guamá.

Fonte: DOL.
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Polícia prende quatro homens em Monte Alegre com arma, dinheiro e drogas

Prisões aconteceram em dois locais diferentes da rodovia PA-255. Suspeitos aguardam Audiência de Custódia e transferência para presídio de Santarém.

A Polícia Militar (PM) prendeu quatro homens na PA-255 em Monte Alegre, no oeste do Pará. As prisões aconteceram na terça-feira (20). De acordo com o delegado da Polícia Civil, Almir Alves, foram apreendidas com eles drogas, uma quantidade em dinheiro e uma arma de ar comprimido.

A primeira prisão aconteceu após um policial militar perceber atitudes suspeitas de dois homens, de 31 e 39 anos. A dupla saiu de Santarém em uma balsa, desceu na comunidade Santana do Tapará e seguiriam para Alenquer.

Com eles a polícia encontrou uma quantidade de pasta à base de cocaína e pedras de crack, uma espingarda de ar comprimido, 11 munições, lunetas e o valor aproximado de R$ 1.700. Em depoimento, a dupla afirmou que era usuária de droga e que a arma era para usar durante uma caça.

Em outra abordagem ainda na rodovia, dois homens tentaram fugir da polícia, mas foram capturados. Com eles os policiais encontraram pedras de crack. Segundo Almir Alves, os quatro têm passagens pela polícia.

Todos estão presos na delegacia de Polícia de Monte Alegre, onde aguardam Audiência de Custódia e transferência para a Penitenciária Agrícola Sílvio Hall de Moura, na comunidade Cucurunã, em Santarém.

Fonte: G1 Santarém.
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Proposta de mudança da unidade Amazônia da Ufopa gera discussão entre acadêmicos

Prédio onde funciona a unidade está em fase de renovação contratual por mais seis meses. Entre os possíveis novos espaços está o Seminário São Pio X, na BR-163.

Após a divulgação da possível mudança da unidade Amazônia da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém, para outro prédio, a comunidade acadêmica ficou confusa. Entre os possíveis novos espaços está o Seminário São Pio X, localizado na BR-163, no bairro Esperança.

De acordo com os alunos, a classe universitária é contra esta mudança, mas é preciso debates sobre questões econômicas, de ordem social e verificar se o novo prédio atende as necessidades dos alunos. “O que se ouve aqui é que queremos sair sim, mas para um prédio que seja nosso, que seja da universidade”, disse o acadêmico Juniele Batista.

Uma das maiores preocupações é quanto a estrutura e administração do prédio sugerido. Ainda segundo a classe universitária, a unidade Amazônia é maior que o Seminário e mesmo assim a estrutura física não comporta a demanda de alunos.

Apesar de passar por uma reforma, nenhum acordo foi firmado com a administração do seminário, mesmo algumas entidades mostrando interesse em aluga-lo parcialmente, inclusive a universidade. “Por enquanto não temos nenhuma resposta da Ufopa fazendo uma contra proposta. Com a ajuda da imobiliária fizemos uma avaliação e uma proposta de valores e eles ficaram de fazer a contra proposta”, explicou o bispo de Santarém, Dom Flávio Giovenale.

Segundo a reitora da Ufopa, Raimunda Monteiro, outros imóveis estão sendo avaliados e passando por estudos técnicos. Em avaliação prévia, foi constatado que a maioria dos prédios necessitam de adaptações para poder atender as necessidades da comunidade escolar – o que é inviável visto que a Ufopa teve um corte de gastos.

Renovação contratual

Enquanto a situação não tem uma definição concreta, a universidade renovou por mais seis meses o contrato com os proprietários do prédio onde a unidade Amazônia funciona. “Esse contrato é um dos maiores gastos dentro da universidade. Este contrato teve a vigência finalizada em abril e estamos fazendo a renovação dele por mais seis meses, na qual buscamos uma negociação para diminuir esse valor”, disse a reitora da universidade Raimunda Monteiro.

Fonte: G1 PA.
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Pará já perdeu mais de 10 mil vagas de empregos em 2017, aponta Dieese

Pesquisas mostram que com o saldo negativo no mês de maio, Estado já perdeu nos primeiros cinco meses de 2017 aproximadamente 10.400 postos de trabalhos.Setor da agropecuária foi um dos que mais demitiram.

O Pará voltou a apresentar queda na geração empregos formais no último mês de maio. Com mais esta redução, o Estado já perdeu nos primeiros cinco meses de 2017 aproximadamente 10.400 postos de trabalhos. Nos últimos 12 meses, este número alcança quase 37 mil vagas de emprego perdidas.

No mês passado foram feitas 20.450 admissões contra 22.302 desligamentos, gerando um saldo negativo de 1.852 postos de trabalhos. No mesmo período do ano passado, o Estado também apresentou queda na geração de empregos formais, só que maior que o verificado este ano: saldo negativo ficou em 2.913.

As pesquisas do Dieese mostram que a maioria dos setores econômicos apresentou queda, sendo as mais expressivas nos setores da agropecuária, com queda de 1,06%; seguido do setor comércio, com queda de 0,69% e do setor serviço, com queda de 0,09%.

Mas, no mês passado, alguns setores econômicos apresentaram crescimento na geração de empregos formais, com destaque para o setor serviço, indústria e utilidade pública, com crescimento de 1,14%; seguido da construção civil, com crescimento de 0,34% em maio.

Balanço do ano

No balanço referente aos primeiros meses de 2017 – de janeiro a maio – o saldo de empregos formais também foi negativo, com a perda de 10.413 postos de trabalhos, um decréscimo de 1,42% na geração de empregos.

Nos cinco primeiros meses de 2017, a maioria dos setores econômicos do Estado Pará apresentou recuos na geração de empregos formais, com destaque para setor da construção civil, com queda de 5,34%; seguido do comércio, com queda de 2,22% e setor da indústria de transformação, com recuo de 2,20%.

Já no comparativo dos últimos 12 meses, a situação não é diferente: o saldo negativo foi de 36.672 postos de trabalhos perdidos, com um decréscimo de 4,83%. Os setores que mais demitiram nesse período foram: construção civil; com recuo de 21%; seguido do setor da indústria de transformação, com queda de 4,78%; comércio, com queda de 4,21% e agropecuária, com queda de 1,81%.

Além do Estado do Pará, o Dieese também fez o balanço nos demais estados da Região Norte. O saldo foi negativo. A exceção ficou por conta de Roraima, com saldo positivo de 761 postos de trabalhos.

No período analisado, o Pará foi quem apresentou a maior perda de empregos formais, com saldo negativo de 36.672 postos de trabalhos. Nos últimos 12 meses foram feitas em toda a Região Norte 616.831 admissões contra 678.019 desligamentos, gerando um saldo negativo de 61.188 postos de trabalhos formais, um decréscimo de 3,41%.

Fonte: G1 PA.
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Pacientes denunciam espera de até dois anos em fila por assistência médica e cirurgias no sudoeste do Pará

Hospital Regional de Altamira recebe pacientes de nove municípios da região da Transamazônica. Secretário estadual de Saúde disse que fará mutirão de cirurgias eletivas a partir do próximo mês para reduzir as filas de espera.

A população que vive na região da Transamazônica denuncia a demora para conseguir cirurgias no Hospital Regional que atende a pacientes de nove municípios: a demanda é tão grande que a capacidade de atendimento do hospital foi esgotada.

O Estado diz que há um projeto de ampliação que será custeado com recursos da Norte Energia, empreendedora de Belo Monte, e pelo governo estadual, mas enquanto as obras não começam, as pessoas doentes são as maiores vítimas da longa espera.

O servente Carlos Gil conta que acordou de madrugada pra marcar uma das três cirurgias que precisa fazer no Hospital Regional da Transamazônica. Só para retirar próteses da perna, ele espera há mais de dois anos. Mas ele diz que ainda não há previsão para que seja chamado.

A longa espera para fazer exames e cirurgias especializadas é uma reclamação comum de quem depende do Hospital Regional para conseguir assistência médica. Na lista de espera estão pacientes que aguardam por uma cirurgia há mais de dois anos.

O secretário estadual de Saúde esteve em Altamira, no sudoeste do Pará, para discutir melhorias com prefeitos e secretários municipais de Saúde da região, entre elas, a ampliação do Hospital Regional. Porém, ainda não prazo para o início das obras. Ele também disse que haverá mutirão de cirurgias eletivas a partir do próximo mês para reduzir as filas de espera.

Representantes dos Movimentos de Mulheres da Transamazônica também entregaram ao Secretário um documento com reivindicações. Entre as prioridades está o funcionamento de políticas públicas que atendam gestantes e recém-nascidos.

Fonte: G1 PA.
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Ministério da Saúde espera vacinar 282 mil meninos contra HPV no Pará

Campanha contra doença sexualmente transmissível chega em nova fase, com meta de vacinar 80% dos jovens do sexo masculino com idade entre 11 e 15 anos.

O Ministério da saúde divulgou nesta quarta-feira (21) que cerca de 282 mil meninos com idades entre 11 e 15 anos incompletos devem ser vacinados contra HPV no estado do Pará, o que corresponde a 80% dos 352,5 mil adolescentes que vivem no estado.

A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro de 2017, contemplando os meninos de 12 a 13 anos. Até o ano passado a vacinação contra HPV era feita apenas em meninas, mas desde janeiro de 2017 o público foi ampliado – com isso, o Brasil passou a ser o primeiro país da América do Sul e sétimo do mundo a incluir homens no programa de imunização.

Inicialmente a campanha focava em meninos de 12 e 13 anos, mas a faixa etária foi ampliada para aumentar a cobertura da vacina, cuja adesão era pequena entre os rapazes. Esta ampliação é feita em parceria com o Ministério da Educação.

“(O Ministério da Educação) É um de nossos grandes aliados nessa frente. Com esse projeto, estamos convocando toda a comunidade escolar, pais e educadores, a atualizarem as cadernetas de vacinação destes jovens”, disse o Ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Desde o começo da vacinação contra HPV, em 2014, o estado do Pará recebeu mais de 1,2 milhão de doses da vacina. Segundo o ministério, a campanha deve ser intensificada em julho, durante as férias escolares. Além disso, a vacina contra HPV também vai fazer parte da campanha de multivacinação entre os dias 11 e 22 de setembro.

“Queremos que as doses atuais nos estoques sejam utilizadas no mais curto espaço de tempo possível, não apenas para que não se percam, mas, principalmente, para que os jovens abaixo de 15 anos se imunizem contra o HPV, evitando, assim, uma série de complicações, principalmente os vários de tipos de cânceres” disse a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues.

Como funciona a vacina contra HPV

A vacina contra HPV disponível na rede pública é a quadrivalente, que oferece proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18) e com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal. Para isso é preciso que meninos e meninas tomem duas doses, com intervalos de seis meses entre elas.

O HPV é um vírus sexualmente transmissível transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas, mas a doença também pode ser transmitida da mãe para filho no momento do parto.

A faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, dessa forma, garantir a imunização antes do contato com o vírus.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV.

Em meninos a vacina protege contra cânceres de pênis, garganta, ânus e doenças que estão diretamente ligadas ao HPV. Nas meninas a imunização previne câncer de colo de útero, vulva, vagina, ânus, lesões pré-cancerosas, verruga genitais e infecções causadas pelo vírus.

Fonte: G1 PA.
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