Licenciamento ambiental exige criação do maior parque de cavernas em rochas ferríferas do mundo

Criado por decreto presidencial no último dia 05/06, o Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, no Pará, é resultado do licenciamento ambiental do empreendimento de mineração S11D.

Com área total de 79 mil hectares, a Unidade de Conservação (UC) de proteção integral possui 59 mil hectares de floresta preservada e 377 cavernas de formatos únicos que abrigam espécies raras da fauna e flora, ameaçadas e exclusivas da região. Maior parque em rochas ferríferas do mundo, também guarda registros arqueológicos das primeiras ocupações humanas na Amazônia.

Localizado nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás, o parque se destina apenas a atividades de educação ambiental, lazer junto à natureza, pesquisa científica e turismo ecológico. É formado por dois platôs ferruginosos: a Serra da Bocaina, também conhecida como “Serra do Rabo”, localizada entre a rodovia PA 160 e o Rio Parauapebas; e a “Serra do Tarzan”, próxima à rodovia 118.

No topo das serras, rochas ferríferas expostas há milhares de anos formam uma densa carapaça conhecida como canga ou “savana Metalófila”. Os solos rasos impedem o desenvolvimento de árvores de grande porte. O cenário é de campos rupestres e savanas em meio à floresta tropical, um tipo raro de ecossistema.

“A criação do parque é resultado do amadurecimento de um diálogo fundado em bases científicas com o objetivo de buscar equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental”, diz o o diretor substituto de Licenciamento Ambiental do Ibama, Jônatas Trindade.

Segundo Jocy Brandão, chefe do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (CECAV) do ICMBio, o parque vai dobrar o número de cavernas em Unidades de Conservação do governo federal.

“A criação da UC é uma parte desse processo. O esforço do ICMBio agora é de aportar investimentos e recursos humanos. Acredito que a parceria com os empreendimentos que estão lá vai viabilizar essa implementação”, diz o representante do Instituto, responsável pela gestão do parque.

Fonte: Ibama.gov.br
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Compensação Ambiental Federal destinou R$ 411,5 milhões a 150 unidades de conservação em 201

 A Compensação Ambiental Federal destinou R$ 411,53 milhões a 150 Unidades de Conservação (UCs) do país em 2016. O Parque Nacional (PN) do Juruena foi o maior beneficiado, com cerca de R$ 43 milhões para aplicação em regularização fundiária, seguido pelo PN Lençóis Maranhenses, com R$ 34,6 milhões. Ambas são UCs federais sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Captados a partir de condições estabelecidas para 30 empreendimentos licenciados pelo Ibama, os recursos foram distribuídos entre as esferas federal (85,5%), estadual (13,2%) e municipal (1,3%). Atualmente, a compensação ambiental é uma das principais fontes de recurso para UCs.

O valor da compensação estabelecida na licença é definido com base no grau de impacto do empreendimento, identificado durante a elaboração do Estudo/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima).

O Comitê de Compensação Ambiental (CCAF), criado em 2011, aprova as destinações e aplicações de recursos da compensação em UCs. Na fase de destinação, são estabelecidas as unidades que receberão os recursos. Na de aplicação, o CCAF define a maneira como serão gastos os recursos.

Em 2016, o CCAF aprovou a aplicação de R$ 525,9 milhões em ações de regularização fundiária e demarcação; planos de manejo e proteção; aquisição de bens e serviços; pesquisa; e educação ambiental. Os valores de aplicação superam os de destinação porque incorporam recursos captados e não utilizados em anos anteriores.

Em cinco anos (2011 a 2016), o CCAF destinou R$ 1,4 bilhão e definiu a aplicação de R$ 1,2 bilhão em UCs.

Legislação

A compensação ambiental foi instituída pela Resolução Conama nº 10, de 03 de dezembro de 1987, como forma de compensar os impactos não mitigáveis (com efeitos que não podem ser suavizados por exigências do licenciamento) das grandes obras do setor elétrico, como a Usina Hidrelétrica (UHE) Balbina, a UHE Tucuruí e a Usina Nuclear de Angra. Posteriormente, a Resolução Conama nº 02, de 18 de abril de 1996, estabeleceu que o licenciamento ambiental de empreendimentos causadores de significativo impacto ambiental está condicionado à implantação e manutenção de Unidades de Conservação (UC) de uso público e proteção integral.

Em 2000, a Lei nº 9.985 instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). O 36° artigo do texto estabelece que “nos casos de licenciamento ambiental de empreendimentos de significativo impacto ambiental, assim considerado pelo órgão ambiental competente, com fundamento em estudo de impacto ambiental e respectivo relatório – Eia/Rima, o empreendedor é obrigado a apoiar a implantação e manutenção de unidade de conservação do Grupo de Proteção Integral, de acordo com o disposto neste artigo e no regulamento desta Lei.”

Decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), entretanto, aponta que a obrigação atribuída ao empreendedor pelo dispositivo legal é de executar e não apenas custear a compensação ambiental. Este posicionamento tem inviabilizado o uso de recursos destinados às UCs, pois boa parte das empresas não possui o conhecimento técnico necessário para a concretização de projetos ambientais. O chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao ICMBio, Daniel Ribeiro, afirma que o Governo Federal estuda os ajustes legislativos necessários para que a execução dos recursos de compensação ambiental ocorra normalmente.

O Decreto nº 4.340/2002, que regulamenta a Lei do SNUC, estabelece que os impactos a serem considerados para definição da compensação ambiental são os negativos, não mitigáveis e sujeitos a riscos que possam comprometer uma região ou causar danos a recursos naturais. Esse Decreto está em discussão no Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Fonte: ibama.gov.br
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Alemanha pode seguir Noruega e cortar ajuda a Fundo Amazônia

 A Alemanha poderá suspender a ajuda ao Fundo Amazônia se o Brasil não reverter o aumento do desmatamento registrado nos últimos dois anos

Brasília – A Alemanha poderá suspender a ajuda ao Fundo Amazônia se o Brasil não reverter o aumento do desmatamento registrado nos últimos dois anos.

Esta é a mensagem que o principal negociador de mudança climática da Alemanha, Karsten Sach, transmitiu a altos integrantes do governo brasileiro com quem se reuniu em visita a Brasília iniciada nesta segunda-feira.

“A Alemanha continuará contribuindo ao Fundo Amazônia somente se os índices de desmatamento diminuírem”, disse Sach, em entrevista à Bloomberg em Brasília. “Para continuar gastando dinheiro público, precisamos ter certeza de que os resultados são reais.”

A cobrança da Alemanha surge dias após a Noruega anunciar, em plena visita do presidente Michel Temer a Oslo, um corte de 50% nos repasses ao Fundo Amazônia, criado em 2008 para captar recursos destinados à conservação da floresta e prevenção do desmatamento.

Autoridades norueguesas, que doaram US$ 97 milhões ao fundo em 2016, atribuíram a decisão ao aumento do desmatamento no Brasil após oito anos em que prevaleceu melhora nos dados da preservação amazônica.

De agosto de 2015 a julho de 2016, a derrubada da floresta aumentou em 29%, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A Alemanha, que já contribuiu com mais de US$ 28 milhões, é o segundo maior doador após a Noruega.

Sach, que tem agenda de encontros no palácio do Planalto e nos ministérios da Fazenda e Minas e Energia, entre outros, afirmou trabalhar em “estreita sintonia” com a Noruega.

“A decisão dos noruegueses foi puramente mecânica: se o desmatamento é maior do que o esperado, as remessas baseadas em performance serão menores. E se o governo brasileiro conseguir cortar o desmatamento, então o pagamento voltará a subir.”

O representante do governo alemão disse entender que existem pressões contra Temer por parte de influentes lobbies ruralistas, mas ressaltou que políticas ambientais e desenvolvimento sustentável são compatíveis com crescimento econômico.

“A crise e os cortes no orçamento trazem uma oportunidade de o Brasil buscar soluções inovadoras no uso de seus recursos naturais”, afirmou Sach.

Fonte: EXAME.com
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Jatene defende Cheque-Moradia em evento e desarma Barbalhos

Governador proferiu discurso em inauguração do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’ em Belém. Veja o vídeo:

O governador Simão Jatene, que após um recente período de recesso de saúde, voltou às atividades nesta segunda-feira (26), defendeu o programa Cheque-Moradia, pelo qual foi acusado de compra de votos pela coligação comandada por Helder Barbalho (PMDB), seu adversário nas últimas eleições ao governo em 2014. A fala do governador foi proferida na cerimônia de inauguração de conjunto residencial do programa “Minha Casa, Minha Vida”, na tarde de hoje (26), em Belém. Helder Barbalho ouviu todas as críticas calado, a menos de um metro do governador.

”Amigos, eu não poderia não vir. Eu vinha de moleta, de cavalo, de barco, eu vinha de qualquer jeito, sabe porque, ministro Bruno? Porque a luta pela casa própria, a luta pela residência não é uma invenção de discurso de agora, não é não. Todos sabem lá atrás no primeiro governo ainda, quando nós criamos o cheque-moradia, todos diziam que isso era quase impossível. E quantas famílias já foram beneficiadas? Hoje, serve de referência. E alguns vêm tentando criminalizar esse Programa para que ele se acabe, mas não vai acabar porque ele não é meu. Esse Programa não é do Governo do Estado. Esse Programa é de vocês, é do povo do Pará”, disse o governador Simão Jatene.

No dia 14 deste mês, o Tribunal Superior Eleitoral suspeitou que um dos juízes do TRE Pará que participou da análise do recurso eleitoral tem ligação direta de amizade com Helder Barbalho e suspendeu preliminarmente o julgamento do processo de cassação contra Jatene.

O governador não cumprimentou nominalmente todas as autoridades presentes no palanque armado para as autoridades. Ele fez questão de dizer que poderia esquecer o nome de alguém, contudo ele pediu agradecimentos especiais aos operários que trabalharam na obra e às lideranças comunitárias que tiveram a paciência de esperar para ter a sua casa própria. “Enquanto os ricos nesse País e nesse Estado têm fortunas que não conseguem explicar como conseguiram. Não conseguem explicar”, disse Jatene em tom alto, numa evidente crítica à família Barbalho, que responde a uma série de denúncias e processos que vão desde enriquecimento ilícito, como com supostas contas bancárias na Suíça, à desapropriação irregular de terras. Antes de entrar na política, tinha dois imóveis declarados. Hoje, é proprietário da Rede Brasil Amazônia, que inclui rádios, o jornal Diário do Pará, fundado em 1982, e a TV RBA, adquirida em 1990, por US$ 12 milhões.

O novo condomínio “Viver Primavera” com 704 unidades na rua do Ranário, no bairro do Tapanã, foi entregue na presença massiva dos novos moradores e do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho.

https://youtu.be/ejLqR5bcUXg

 

Leia, na íntegra, o discurso do Governador Simão Jatene:

Meus amigos, antes de tudo quero agradecer a Deus por me permitir viver e dividir este momento com cada um e todos vocês, mas eu quero agradecer mais do que isso. Amigos, certamento, muitos poderiam imaginar que eu teria várias razões para não estar aqui hoje. Todos sabem que recentemente eu fiz uma intervenção, o Bruno (ministro Bruno Araújo) até chegou a lembrar a história do coração. Mas eu quero deixar muito claro para vocês o seguinte: as orações de vocês, os abraços, o carinho de vocês, esse é o melhor remédio. Essa é a única coisa que justifica, então, é por isso, que mais até, do que a presença de cada um, eu quero agradecer o carinho de vocês. Porque a presença, Bruno, a presença a gente pode levar numa máquina de fotografia, no celular, usado hoje mais filmar e fotografar, do que para conversar. Mas, carinho a gente só leva num lugar, sabe qual é? No coração da gente.

Eu levo desse Estado o carinho dessa gente, o carinho desse povo que é um povo guerreiro, um povo sofrido, mas é um povo que jamais perde a esperança, a crença. A crença de que a sociedade pode ser tanto melhor ou pior quanto mais cada um de nós formos melhores ou piores.

Eu sempre digo que a gente quer um mundo melhor para os homens, mas nós não vamos ter um mundo melhor para os homens, se a gente não tiver homens e mulheres melhores para o mundo. Esse é o grande desafio, essa é a nossa grande luta.

É por isso, Bruno, me perdoem de não cumprimentar a cada um, mas se eu fosse cumprimentar todas as autoridades aqui, eu certamente seria injusto porque eu esqueceria o nome de qualquer um de vocês e eu estaria sendo injusto, precisamos virar uma página da história e da política deste País, onde um político chega e diz ‘eu faço’, ‘eu estou trazendo’. Nenhum político está fazendo com o dinheiro do seu bolso, não. Está fazendo com o imposto que o cidadão paga, com o imposto que vocês pagam, é por isso que estou aqui, porque sem dúvida alguma, é lamentável nesse País, sem dúvida, muitos ao em vez de servirem ao público se serviram do público. E essa página precisa ser virada.

Mas, meu caro Bruno, meus caros deputados, vereadores, Caixa Econômica, eu quero um agradecimento muito especial aos operários que construíram aqui. Um agradecimento muito especial a cada uma das lideranças comunitárias que teve a paciência de esperar para ter a sua casa, ter o seu lar, enquanto os ricos nesse País e nesse Estado têm fortunas que não conseguem explicar como conseguiram. Não conseguem explicar. É por isso que eu fico muito feliz, esse é o tipo de evento que a gente quando sai, sai maior do que chegou porque leva o carinho de vocês, leva o amor de vocês, leva a crença de vocês.

Amigos, eu não poderia não vir. Eu vinha de moleta, de cavalo, de barco, eu vinha de qualquer jeito, sabe porque Bruno? Porque a luta pela casa própria, a luta pela residência não é uma invenção de discurso de agora, não é não. Todos sabem lá atrás no primeiro governo ainda, quando nós criamos o cheque-moradia, todos diziam que isso era quase um impossível. E quantas famílias já foram beneficiadas? Hoje, serve de referência. E alguns vêm tentando criminalizar esse Programa para que ele se acabe, mas não vai acabar porque ele não é meu. Esse Programa não é do Governo do Estado. Esse Programa é de vocês, é do povo do Pará. Muito obrigado, meus amigos, pelo carinho e presença. Viva o Pará.

Fonte: ORMNews.
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Janot pede ao STF para investigar Decreto dos Portos de Temer

Procurador-geral da República quer apurar relação entre a Rodrimar, operadora de terminais no Porto de Santos, e o texto editado pelo presidente em maio

Ao apresentar denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) e o ex-deputado federal e ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) pelo crime de corrupção passiva a partir das delações da JBS, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um novo inquérito para apurar a edição do decreto 9.048/2017, o “Decreto dos Portos”, em maio. Caberá ao relator das delações da empresa no Supremo, ministro Edson Fachin, decidir sobre o pedido do procurador-geral.

Janot quer apurar se a empresa Rodrimar S/A, que opera no Porto de Santos, tradicional área de influência política de Temer, foi beneficiada pela medida. As investigações da Polícia Federal na Operação Patmos flagraram conversas de Rocha Loures ao telefone em que ele articula com executivos da Rodrimar sobre o decreto e conversa com integrantes do governo, incluindo o presidente, sobre o assunto.

Em um telefonema a Gustavo do Vale Rocha, subchefe para assuntos jurídicos da Casa Civil, Rocha Loures tenta convencer o interlocutor sobre a necessidade de discutir uma medida que beneficiaria empresas com concessões anteriores ao ano de 1993, a exemplo da Rodrimar, que tem um contrato nestas condições no Porto de Santos.

“Realmente é uma exposição muito grande para o presidente se a gente colocar isso… já conseguiram coisas demais nesse decreto”, advertiu Gustavo Rocha, que ouviu de Rocha Loures que era importante ouvir os interessados.

O deputado da mala também conversou com Michel Temer sobre a medida e, poucos minutos depois, ligou para Ricardo Mesquita, diretor da Rodrimar, para atualizá-lo sobre a edição do decreto dos portos. “É isso aí, você é o pai da criança, entendeu?”, disse Mesquita a Rodrigo Rocha Loures em uma das ligações em que trataram do assunto.

Fonte: VEJA.com
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Banpará abre vaga com salário de R$ 10,2 mil

Estão abertas as inscrições para Concurso Público do Banco do Estado do Pará (Banpará) para o provimento de uma vaga para o cargo de advogado – nível 01, além de formação de cadastro de reserva. A remuneração bruta é no valor de R$ 10.288,90.

As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de julho, no site do Banpará, e custam R$ 150.  O concurso público consistirá de uma prova objetivas de múltipla escolha, de caráter classificatório e eliminatório, prevista para a manhã do dia 3 de setembro deste ano, seguida de uma prova dissertativa, também de caráter eliminatório e classificatório, prevista para o dia 1° de outubro, e prova de títulos, de caráter apenas classificatório, prevista para o dia 11 de novembro. O resultado final do concurso deverá ser divulgado no dia 21 de novembro deste ano.

O candidato aprovado irá trabalhar em regime de carga horária de seis horas diárias, totalizando 30 horas semanais, lotado em Belém, mas com disponibilidade para viagens a serviço.

Outras informações e o edital completo estão disponíveis na edição desta segunda-feira (26) do Diário Oficial do Estado, na página 11.

Fonte: DOL.
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Concessionária de energia incentiva plantio de mudas para arborização de Santarém

Ação fez parte da programação da empresa em alusão ao Dia do Meio Ambiente. Colaboradores e parceiros assistiram palestras e participaram de ações voltadas à arborização da cidade.

A distribuição de mudas de espécies frutíferas para os funcionários da concessionária de energia Celpa foi uma ação realiza neste mês de junho, em Santarém, oeste do Pará, visando contribuir no processo de arborização da cidade. Os contemplados escolheram pontos diversos para fazer o plantio, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).

Seguindo a política ambiental, houve também plantio de mudas de espécies frutíferas no Parque da Cidade, por equipes da empresa CGB/Energia. Todo o plantio foi acompanhado e orientado por técnicos da Prefeitura.

Para a bióloga da Celpa, Larisse Pires, além de ser um instrumento de desenvolvimento urbano, a arborização permite melhorar a qualidade de vida de toda população do município. “Nossa ideia é continuar envolvendo nossos colaboradores nesse tipo de ação, pois sabemos que tudo que está no meio ambiente reflete em nossas vidas, então precisamos cuidar, de forma muito especial. O meio ambiente agradece e a gente também”, finalizou.

Fonte: G1 PA.
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LBV promove concurso de desenho sobre a biodiversidade brasileira

A Legião da Boa Vontade está promovendo a 5ª edição do Concurso de Desenho Infantojuvenil, da LBV, direcionado a crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 18 anos, que participam dos programas socioassistenciais desenvolvidos nos Centros Comunitários de Assistência Social e/ou estudam na rede educacional da Instituição.

Os trabalhos são norteados pelo tema “Retrato da biodiversidade brasileira – Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza”, temática essa inspirada em teses do diretor-presidente da LBV, José de Paiva Netto.

A iniciativa tem como objetivo estimular a criatividade e a reflexão sobre a biodiversidade no Brasil e estimular a utilização do desenho como forma de comunicação e expressão. As obras serão selecionadas por critérios de criação, capricho e se atendem a temática. Os desenhos escolhidos estamparão parte do material que comporá o kit da próxima edição da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro!, a ser entregue em 2018.

A cada edição, o tema abrange um valor ecumênico, já que a LBV preocupa-se diariamente, em suas ações, com o cuidado com o ser humano em sua totalidade, desenvolvendo o cérebro, mas também o coração, isto é, o sentimento, de forma que os beneficiados se tornem protagonistas de suas histórias de vida e das mudanças no seu bairro, na sua cidade, no seu país e no mundo.

Sobre a campanha Criança Nota 10!
A iniciativa entrega entre os meses de janeiro a março kits de material pedagógico a alunos da rede de ensino da Legião da Boa Vontade e a crianças e adolescentes (com idade entre 6 e 15 anos) que participam de programas socioassistenciais promovidos nos Centros Comunitários da Instituição e a estudantes de organizações parceiras da LBV. O objetivo é dar apoio aos pais que não possuem recursos para a compra do material pedagógico e incentivar os filhos a continuarem os estudos.

Para saber mais sobre o Concurso de Desenho e/ou as atividades da LBV, acesse www.lbv.org.

Fonte: LBV.
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FAB: avião apreendido com cocaína decolou de fazenda de Blairo

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o avião bimotor apreendido ontem no interior de Goiás com 653,1 quilos de cocaína decolou de uma fazenda que pertence à empresa Amaggi, do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Inscrita no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) sob a matrícula PT-IIJ, a aeronave modelo Piper Aircraft 23 partiu da Fazenda Itamarati do Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT), com destino a Santo Antônio do Leverger (MT) e foi interceptada por um caça A-29 Super Tucano da FAB na região de Aragarças (GO). A Amaggi diz não ter ligação com o bimotor e que aguarda o resultado das investigações sobre a propriedade da aeronave e as circunstâncias do voo.

Inicialmente, conforme a FAB, o piloto do bimotor seguiu as orientações para pousar no aeródromo de Aragarças, feitas via rádio pelo caça, mas acabou não cumprindo a ordem e ainda ignorou outra recomendação de pouso. O avião só aterrissou na zona rural do município de Jussara (GO) depois de a aeronave da Força Aérea realizar um tiro de aviso. O disparo, que não atinge o avião suspeito, é o último recurso empregado quando as ordens da defesa aérea não são atendidas.

O piloto do bimotor fugiu depois do pouso e não foi localizado nem mesmo pelas buscas do helicóptero da PM na região. Registrado em nome de Jeison Moreira Souza (veja imagem abaixo), o avião está em situação regular junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e foi removido ao quartel da PM em Jussara. A droga apreendida será encaminhada à Polícia Federal em Goiânia.

A droga foi apreendida na Operação Ostium, deflagrada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), da Força Aérea, com apoio da Polícia Federal e da Polícia Militar de Goiás. O objetivo da ação foi interceptar voos que pudessem estar ligados ao tráfico de drogas na fronteira seca do Brasil.

Inicialmente, a FAB informou que haviam sido apreendidos 500 quilos de cocaína, número atualizado pela PM goiana para 653,1 quilos, carga avaliada em cerca de 13 milhões de reais.

Por meio de nota, a Amaggi diz ter tomado conhecimento do caso por meio da imprensa e “se coloca à disposição das autoridades para prestar todo apoio possível às investigações do caso”. A empresa afirma que arrenda parte da Fazenda Itamarati, propriedade de 54.300 hectares com 11 pistas autorizadas para pouso.

“A empresa não tem qualquer ligação com a aeronave descrita pela FAB e não emitiu autorização para pouso/decolagem da mesma em qualquer uma de suas pistas (…) A região de Campo Novo do Parecis tem sido vulnerável à ação de grupos do tráfico internacional de drogas, dada a sua proximidade com a fronteira do Estado de Mato Grosso com a Bolívia”, diz a assessoria de imprensa.

Segundo a Amaggi, em abril, a empresa apoiou uma operação da Polícia Federal que terminou com a apreensão de uma aeronave que pousaria com aproximadamente 400 quilos de drogas em uma das pistas da fazenda.

Leia abaixo a nota da Amaggi:

A respeito das informações divulgadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo (25) dando conta da interceptação de uma aeronave carregada de entorpecentes que teria decolado de uma pista localizada na fazenda Itamarati, arrendada pela AMAGGI, a companhia vem a público informar que:

a) Tomou conhecimento do caso por meio da imprensa e aguarda o desenrolar das investigações sobre a propriedade da aeronave e as circunstâncias exatas em que ela – conforme afirma a FAB – teria pousado na Fazenda Itamarati e decolado a partir de uma de suas pistas;

b) A empresa não tem qualquer ligação com a aeronave descrita pela FAB e não emitiu autorização para pouso/decolagem da mesma em qualquer uma de suas pistas;

c) Localizada em Campo Novo do Parecis, a parte arrendada pela AMAGGI na Fazenda Itamarati conta com 11 pistas autorizadas para pouso eventual (apropriadas para a operação de aviões agrícolas, o que não demanda vigilância permanente) localizadas em pontos esparsos de 54,3 mil hectares de extensão;

d) A região de Campo Novo do Parecis tem sido vulnerável à ação de grupos do tráfico internacional de drogas, dada a sua proximidade com a fronteira do Estado de Mato Grosso com a Bolívia;

e) Tal vulnerabilidade acomete também as fazendas localizadas na região. Em abril deste ano a AMAGGI chegou a prestar apoio a uma operação da Polícia Federal (PF), quando a mesma foi informada de que uma aeronave clandestina pousaria com cerca de 400 kg de entorpecentes (conforme noticiado à época) em uma das pistas auxiliares da fazenda. Na ocasião, a PF realizou ação de interceptação com total apoio da AMAGGI, a qual resultou bem-sucedida.

A AMAGGI se coloca à disposição das autoridades para prestar todo apoio possível às investigações do caso.

Fonte: MSN.
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Ideflor-bio abre processo seletivo para vagas em quatro municípios do Pará

Seleção oferece 5 vagas para Técnico em Gestão Ambiental e uma para Assistente Administrativo. Inscrições são gratuitas e serão realizadas nos dias 27 e 28 de junho.

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) abre nesta terça-feira (26) e nesta quarta (27) inscrições para um Processo Seletivo Simplificado para contratação temporária. As inscrições serão feitas pelo site da instituição, sem cobrança de taxa de inscrição.

A seleção oferece cinco vagas de nível superior para Técnico em Gestão Ambiental e uma vaga de nível médio para Assistente Administrativo, nos municípios de São Félix do Xingu, São Geraldo do Araguaia, Senador José Porfírio e Belém. Clique aqui para acessar o edital da seleção.

O processo seletivo terá três fases. A primeira é a inscrição, de caráter habilitatório; a segunda é a análise curricular, de caráter eliminatório e classificatório; e a terceira é uma entrevista, de caráter eliminatório e classificatório.

A jornada de trabalho para os contratados será de 8 horas diárias ou de acordo com conveniência administrativa, totalizando 40 horas semanais em horário estabelecido de acordo com a necessidade da instituição.

O contrato administrativo terá duração de 12 meses, a contar da data de sua celebração, podendo ser prorrogado por igual período.

Fonte: G1 PA.
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