Polícia Civil inicia capacitação do projeto Academia Itinerante em Santarém

Curso tem módulos de investigação policial, atividade de inteligência, direitos humanos e aulas práticas de tiro

A Polícia Civil deu início, nesta segunda-feira (26), aos cursos de capacitação voltados ao aperfeiçoamento de agentes do Sistema de Segurança Pública que atuam em Santarém, no oeste paraense. Ao todo, 35 profissionais das Polícias Civil e Militar, Polícia Rodoviária Federal e um bombeiro militar participam até sexta-feira (30), dos cursos teóricos de investigação policial, atividade de inteligência e direitos humanos, além de atividades práticas de tiro policial, uso e manuseio de armamento no município. Os cursos fazem parte do projeto “Academia Itinerante” que leva aperfeiçoamento em técnicas operacionais.

A coordenação é da Academia da Polícia Civil (Acadepol) em parceria com o Grupo de Pronto-Emprego (GPE), da Polícia Civil. No primeiro dia do curso, os agentes de Segurança Pública assistiram aula sobre Inteligência Policial e local de crime com estudo de casos. Nesta quarta-feira, a delegada Marlise Tourão, diretora da Acadepol, vai ministrar aula sobre Qualidade no Atendimento ao Público.

As aulas teóricas são realizadas no auditório da Superintendência Regional da Polícia Civil em Santarém. Já os treinamentos de tiro policial serão realizadas no Batalhão do Exército Brasileiro na região. Durante o curso, nas atividades práticas de tiro, os policiais civis serão habilitados no uso da nova arma adquirida pela Polícia Civil, a carabina CT 30, e ainda terão instruções com a atual arma usada pela corporação, a pistola calibre ponto 40. A meta da Acadepol é, até o final do primeiro semestre deste ano, capacitar todos os policiais civis do Pará.

Fonte: ORMNews.
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Fim do e-Sedex pode elevar preço do frete e afeta vendas

Correios prometem outro serviço, mas não informaram quando será lançado

Depois do anúncio dos Correios do fim do e-Sedex, as pequenas empresas que vendem seus produtos pela internet estão fazendo as contas. Sem o serviço que dava desconto para as empresas nas tarifas de entrega, o receio delas é de que os valores de frete subam e cheguem a impactar nas vendas.

Esse é o caso de Jun Moreira, proprietário de uma loja virtual de itens para estética automotiva, a Mastercleaner. Ele conta que, já nos primeiros dias após o anúncio, a empresa sentiu os efeitos da medida. “De uma maneira geral, houve um aumento de cerca de 40% no frete”, afirma o empresário. Segundo ele, as vendas esfriaram com a alta do frete.

“Acaba afetando o volume de vendas porque o cliente final tem um custo maior, principalmente se o local for mais distante. O que a gente já percebe é uma queda no faturamento geral”, aponta Moreira, sem falar em números.

Luan Gabellini, sócio da plataforma digital para pequenos lojistas virtuais Betalabs, diz que é possível que os valores de cobrados pelo frete nas lojas virtuais subam cerca de 30%. Ele afirma que o fim do e-Sedex atinge especialmente empresas menores, que pelo volume comercializado não têm acesso a serviços de grandes transportadoras. “Ficou um hiato que pode prejudicar o consumidor final”, aponta.

Jun Moreira confirma: “a gente oferece outros tipos de entrega, como motoboy e transportadora, mas essas opções sempre foram mais caras que os Correios”. Ele não sabe dizer se os clientes habituados aos valores do frete por e-Sedex estarão dispostos a pagar pela entrega por Sedex, o serviço de entrega expressa dos correios.

“A gente não percebeu que tipo de migração vai ocorrer. Muita gente está optando pelo PAC, mas o consumidor acaba prejudicado porque demora bem mais”, diz o comerciante, referindo-se ao serviço de encomenda da linha econômica dos Correios para o envio exclusivo de mercadoria, mais barato.

Já o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio eletrônico (ABComm), Rodrigo Bandeira, afirma que o preço final para o consumidor não deve necessariamente subir por causa do fim do e-Sedex.

“Provavelmente vai ter um aumento [no custo de transporte]. O consumidor vai pagar essa conta? Não necessariamente. Esse custo pode ser assumido pelo empresário, que não quer ter suas vendas reduzidas”, avalia, acrescentando que os valores não devem subir em todas as localidades, pois dependem da distância.

A associação não mudou sua previsão de crescimento do setor de comercio eletrônico para este ano, de 11% a 12%. “A gente está bem otimista. Ainda temos datas fortes pela frente, como o Dia dos Pais, Dia das Crianças, Natal, que certamente vão colaborar.”

Correios prometem outro serviço

O anúncio da descontinuidade do e-Sedex foi feito em meio às tentativas dos Correios de reequilibrar as finanças da empresa, que enfrentam fortes dificuldades. O produto, lançado em 2000, era o serviço de encomenda expressa para produtos adquiridos pela internet e com até 15 quilos, com preços diferenciados para as lojas online que contratassem essa modalidade. Segundo os Correios, o e-Sedex atendia apenas 250 cidades pelo Brasil.

“A proposta do e-Sedex é que fosse 20% mais barato do que o Sedex, com a mesma agilidade”, explica Bandeira, da ABComm. A ideia é que a entrega fosse feita em até 3 dias. No entanto, as reclamações de comerciantes e clientes sobre atraso não eram raras. “A gente percebe um movimento dos Correios de investir em tecnologia para diminuir essa fama de problemas com atrasos. Agora, a gente espera que isso se concretize”, diz Bandeira.

Agora, as empresas de comércio eletrônico passam a contar com os outros serviços existentes de entrega dos Correios – o PAC e o Sedex. Ainda de acordo com os Correios, esses serviços atendem a todos os 5.570 municípios do país.

A estatal anunciou a implementação de um novo produto voltado às empresas de comércio eletrônico, o Correios – Log (ou e-Fulfillment). Segundo a empresa, o novo serviço vai possibilitar “à loja virtual ter toda a sua operação de armazenamento, preparação de pedido, postagem, entrega e pós-venda completamente realizada pelos Correios, com otimizações operacionais e de custos para os clientes”. Questionada pelo G1, a empresa não informou quando o novo serviço deve entrar em operação.

Segundo o vice-presidente da ABComm, 60% da carga transportada pelos Correios se refere a entregas do e-commerce. Questionada sobre esse dado, a estatal disse apenas que é “líder no comércio eletrônico”. “Esse sempre foi e continua sendo o principal segmento para nossos serviços de encomendas”, dizem os Correios em nota. “A empresa confirma a parceria com os players do e-commerce e firma compromisso de prestar serviços de encomendas e logística para esse mercado de forma contínua e sustentável.”

Bandeira aponta que o serviço criado pelos Correios em 2000 não acompanhou o crescimento do comércio eletrônico. “O e-Sedex foi criado para atender o mercado de comércio eletrônico quando ele ainda era uma promessa. Com o crescimento, não houve mudança no modelo. Agora, os Correios fazem esse ajuste, […] e encerraram o que era considerado um projeto piloto.”

Transportadoras tentam aproveitar o vácuo

Com a lacuna deixada pelo e-Sedex, empresas privadas de transporte de mercadorias podem aproveitar para tentar ganhar mercado. A ABComm não tem um levantamento do tamanho da fatia das empresas de comercio eletrônico que trabalha com empresas privadas, mas Bandeira aponta que essa é uma opção “considerável” que pode ganhar força agora. “É uma estratégia natural de mercado. Eles têm uma boa chance.”

“Tem várias empresas fazendo divulgação em cima desse momento novo. Tem uma oportunidade grande para esses operadores logísticos absorverem essa demanda”, concorda Gabellini, da Betalabs.

Uma das empresas que pegou carona nesse momento é a Mandaê. “Em abril, lançamos um novo serviço focado no médio e-commerce, dependente do e-Sedex. Tem sido um grande sucesso, vem mais que dobrando no mês a mês”, conta Douglas Carvalho, diretor de operações da empresa. “Parte desse crescimento vem porque o mercado já vinha buscando alternativas, já sabendo que o e-Sedex tinha data para acabar.”

Fundada há apenas 3 anos, a Mandaê tem como público alvo os pequenos e médios empresários do comércio eletrônico da grande São Paulo, mas com entrega para todos os estados. O serviço inclui a busca do produto na sede do lojista, processo de embalagem e etiquetagem e encaminhamento do pacote a uma transportadora. “A gente usa uma rede de entregas mas competitiva, mas ampla”, diz Carvalho.

A preparação para o novo modelo de transporte também é um nicho que pode ser aproveitado pelas empresas privadas. Gabellini, da Betalabs, empresa que desenvolve lojas virtuais para comerciantes, oferece também o serviço de cotação de transportadoras com diferentes opções de preços e preparação de etiquetagem.

“Quando muda de operador, mudam os prazos, as etiquetas, os processos operacionais. Pode ser que os transportadores exijam embalagens diferentes, por exemplo. Vai muito além da mudança de preços”, diz Gabellini. “Não tem como sair totalmente ileso dessa situação.”

Fonte: ORMNews.
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Preso com 17 kg de maconha e 4 mil ecstasys

Uma operação da Polícia Civil realizada no município de Abaetetuba, no nordeste paraense, resultou na apreensão de 17 quilos de maconha prensada e quatro mil comprimidos de ecstasy. O proprietário da drogra, Artizone Araújo Filho, foi preso em flagrante.

A operação foi iniciada há cerca de 30 dias, após a polícia tomar conhecimento de que um homem original de Goiás estava vendendo entorpecentes na região. Durante a investigação, os policiais identificaram Artizone como sendo o “Goiano”, e descrobriram que ele planejava sair da cidade durante a madrugada de hoje.

Uma equipe foi até a casa do suspeito, onde foram encontradao os 17 quilos de maconha. Durante as buscas, os agentes encontraram os quatro mil comprimidos de ecstasy escondidos no carro de Artizone.

Ele permanece preso, aguardando decisão da Justiça.

Fonte: DOL.
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Duas carretas se envolvem em acidente na BR-163 em Nova Mutum

O acidente envolvendo uma Scânia branca e uma Volvo branca, ocorreu hoje, no quilômetro 614 da rodovia estadual, na saída do município, sentido Lucas do Rio Verde. Os motoristas não tiveram ferimentos.

De acordo com a concessionária que administra a rodovia, houve uma colisão traseira. Por causa dos danos provocados no motor, a Scânia precisou de um guincho para ser removida. A outra carreta conseguiu seguir viagem. As causas e responsabilidades desse acidente estão sendo investigadas.

Foi o segundo acidente na 163, hoje. Próximo a Nova Mutum, conforme Só Notícias já informou, um Fiat Toro, branco, bateu na traseira de um caminhão Mercecees-Benz, hoje, na BR-163. Os dois trafegavam sentido Cuiabá. Ainda não se sabe o que ocasionou o acidente. O motorista, não identificado, estava cortou a mão, foi atendido pela equipe de socorristas da concessionária que administra a rodovia e levado a unidade de pronto atendimento em Mutum.

Fonte: Redação Só Notícias
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Plenário aprova mais uma emenda e conclui votação de MP sobre regularização fundiária

A MP 759/16 define novas regras sobre regularização fundiária urbana e rural

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a última emenda do Senado à Medida Provisória 759/16. A emenda permite a instituição de condomínio urbano simples para qualquer imóvel que tenha nele construções de casas ou cômodos e não apenas para aqueles objeto de Regularização Fundiária Urbana (Reurb).

A redação que saiu da comissão mista e da Câmara era mais restritiva, pois fazia referência apenas a imóveis irregulares que farão parte do Reurb.

O condomínio urbano simples é uma nova espécie de condomínio a ser utilizado nas cidades, diferenciando-se, na matrícula do imóvel, as partes do terreno ocupadas pelas edificações, as partes de utilização exclusiva e aquelas de passagem para vias públicas ou para as unidades entre si.

Os deputados aprovaram também uma última emenda de redação que acrescenta preposição e vírgula para adequar o texto do projeto de lei de conversão.

Com o fim da análise das emendas, a sessão foi encerrada.

Emendas do Senado
Os deputados analisaram emendas aprovadas pelo Senado que foram consideradas de mérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em liminar concedida pelo ministro Luís Roberto Barroso no último dia 20.

No pedido de liminar, 11 deputados e senadores do PT questionaram a aprovação, pelo Plenário do Senado, de três emendas consideradas pelo relator da matéria, senador Romero Jucá (PMDB-RR), como de redação (destinadas apenas a corrigir vício de linguagem ou incorreção de técnica legislativa).

Barroso concordou que as três emendas questionadas alteram o mérito do texto aprovado pela Câmara, determinando seu retorno para nova votação pelos deputados.

O ministro do STF também decidiu suspender os efeitos da aprovação da MP pelo Senado. Deu prazo de dez dias, após o recebimento da decisão, para que a Câmara analisasse as alterações. Neste período, permanece em vigor o texto original da MP.

Fonte: Câmara Notícias.
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PF analisa GPS de avião interceptado com cocaína e descarta decolagem de fazenda dos Maggi

Delegado afirma que aeronave saiu de Cuiabá, foi à Bolívia e tinha como destino fazenda em Jussara, no noroeste de Goiás. Piloto disse em depoimento que mentiu à FAB sobre plano de voo.

Após analisar o GPS do avião interceptado com 653 kg de cocaína, a Polícia Federal descartou a possibilidade da aeronave ter decolado da Fazenda Itamarati Norte, arrendada pela Amaggi, empresa da família do ministro da Agricultura Blairo Maggi, no Mato Grosso. O piloto Apoena Índio do Brasil Siqueira Rocha e o copiloto Fabiano Júnior da Silva Tomé estão presos na Polícia Federal, em Goiânia. Em depoimento à corporação, o piloto disse que mentiu sobre o plano de voo à Força Aérea Brasileira (FAB).

A Polícia Federal informou à TV Anhanguera que a aeronave saiu de Cuiabá às 4h de domingo (25) e chegou à Bolívia às 6h40. Ainda segundo a corporação, o avião decolou uma hora depois com destino a Jussara, no noroeste goiano, onde foi interceptado pela FAB.

Em depoimento à PF, o piloto da aeronave informou que receberia R$ 90 mil pelo transporte da droga. O detido disse ainda que relatou plano de voo falso à FAB, informando que estava fazendo um treinamento saindo de Cuiabá para a Fazenda Tucunaré. O condutor também admitiu à corporação que mentiu sobre plano de voo da volta ao Brasil, ao dizer que saíra de Fazenda Itamarati Norte.

Já o segundo detido alegou em depoimento à PF ser o proprietário da aeronave, informando a que teria comprado por R$ 500 mil no último dia 26 de maio, já tendo pago metade do valor em espécie. Ainda segundo relato do preso, ele receberia R$ 40 mil para fazer o transporte da cocaína.

Apoena Índio do Brasil e Fabiano Júnior da Silva presos pela Polícia Federal (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Apoena Índio do Brasil e Fabiano Júnior da Silva presos pela Polícia Federal (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ao G1 por meio de nota que a aeronave está registrada no nome de Jeison Moreira Souza. O órgão relatou ainda que o piloto preso pela PF “possuía licença, estava com a habilitação válida e o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) em dia”. Já o segundo preso não tem registro como piloto.

Até a publicação desta reportagem, o G1 e a TV Anhanguera não tinham conseguido informações sobre as defesas dos dois presos. À PF, eles informaram que não têm advogados.

Inicialmente, a FAB afirmou que o piloto da aeronave disse ter decolado da fazenda Itamarati Norte. No entanto, após serem presos, o piloto e o copiloto disseram à PF que saíram da Bolívia com destino a Jussara, sem passar pela propriedade.

Procurada novamente pelo G1 após as declarações do delegado da PF, a FAB informou que seu posicionamento permanece o mesmo que foi publicado em seu site na tarde de segunda-feira. A nota informa que “a confirmação do local exato da decolagem fará parte da investigação conduzida pela autoridade policial”.

“A nossa detecção radar em toda a região do país, ela não consegue detectar aeronave no solo. Por isso que se faz uma interrogação do piloto. Se ele estiver utilizando o espaço aéreo brasileiro de acordo com as regras estabelecidas, logicamente que nós vamos saber que ele decolou de algum aeródromo”, disse o tenente Brigadeiro Gerson Machado, do comando de operações aeroespaciais da FAB.

O G1 solicitou posicionamento do ministério da Agricultura, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

No entanto, por meio de seu perfil em uma rede social, o ministro Blairo Maggi já havia dito que “está acompanhando as investigações da FAB sobre o local de decolagem da aeronave”. Ele disse que quando houver uma confirmação, ele informará. O ministro comentou ainda que a “fazenda é extensa e vulnerável à ação do tráfico internacional”.

Já a Amaggi disse por meio de nota que “não tem qualquer ligação com a aeronave descrita pela FAB e não emitiu autorização para pouso/decolagem da mesma em qualquer uma de suas pistas”.

Ministro da Agricultura Blairo Maggi se pronunciou sobre local de saída da aeronave (Foto: Reprodução/Twitter)
Ministro da Agricultura Blairo Maggi se pronunciou sobre local de saída da aeronave (Foto: Reprodução/Twitter)

Interceptação e investigação

A aeronave, matrícula PT-IIJ, foi interceptada no domingo (25) na zona rural de Jussara, que fica a cerca de 225 km de Goiânia, no noroeste do estado. Os ocupantes fugiram do local, mas a droga foi apreendida pela Polícia Militar e levada para a sede da PF em Goiânia.

O piloto e o copiloto foram detidos pela PF na noite de segunda-feira (26). Eles foram presos em um hotel a cerca de 30 km do local onde a aeronave pousou.

O delegado da PF responsável pelo caso, Bruno Gama, informou que a corporação deve investigar o destino da cocaína apreendida.

“Vai ser apurado agora desde a propriedade da aeronave, quem seria o real proprietário dessa droga e qual seria o destino final da droga, pois há fardos indicando que podem ser outros estados ou até mesmo para o exterior. [Carregamento vale] aproximadamente R$ 20 milhões no território nacional. Quando a droga vai para fora o valor vai duplicar ou triplicar”, afirmou o delegado.

Perseguição e apreensão

Ainda segundo o delegado, a Polícia Federal havia repassado informações sobre o carregamento de cocaína à FAB, que enviou um avião para fazer o acompanhamento da aeronave. A Força Aérea ordenou que o bimotor mudasse a rota e pousasse no Aeródromo de Aragarças, em Goiás. Inicialmente, o piloto obedeceu às ordens, mas ao invés de pousar, desviou o curso.

Com isso, o avião da FAB “executou um tiro de aviso” para fazer a aeronave cumprir as ordens. O órgão esclareceu que o disparo não atingiu nenhuma parte do bimotor. A aeronave então pousou na zona rural de Jussara. Na aterrissagem, a asa da aeronave e a cauda ficaram danificadas.

 Avião com 634kg de cocaína é interceptado em Jussara, Goiás (Foto: Divulgação/PM)

Avião com 634kg de cocaína é interceptado em Jussara, Goiás (Foto: Divulgação/PM)

O tenente-coronel da Polícia Militar Ricardo Mendes informou na segunda que a corporação foi acionada logo no início da interceptação. “O Graer [Grupo de Radiopatrulha Aérea da PM] foi chamado pelo fato da aeronave já estar em espaço aéreo de Goiás e pela mobilidade do helicóptero da polícia de conseguir pousar em locais mais difíceis, coisa que o avião da FAB não conseguiria”, informou Mendes.

O policial afirmou ainda que a cocaína encontrada era pura. “Ainda poderia ser misturada, e a quantidade, multiplicada. Essa foi a maior apreensão de cocaína da história por parte da PM em Goiás”, disse.

Um vídeo feito pela Polícia Militar mostra o momento em que policiais se aproximam da aeronave, instantes após a interceptação feita pela FAB.

As imagens mostram quando o Graer sobrevoa a área em que o avião pousou. Em seguida, os policiais pousam no local e fazem a apreensão da droga. Na gravação, é possível notar que a cauda do avião se quebrou em virtude da aterrissagem.

Leia Também:  Vídeo mostra policiais se aproximarem de avião com mais de 500 kg de cocaína em Jussara

Avião de cocaína preso pela FAB- Dono da droga é de Novo Progresso

Fonte: G1
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Mulher é presa suspeita de matar grávida e cortar barriga para retirar bebê, em GO

Após o parto forçado, recém-nascido também não resistiu e morreu. Corpo da gestante foi enterrado em cova no quintal da casa da suspeita, em Nerópolis.

Uma mulher foi presa em flagrante suspeita de matar uma gestante e cortar a barriga dela para retirar o bebê, em Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, Suelen Coimbra do Carmo, de 27 anos, enforcou Naiara Silva Costa, de 22, e realizou o parto forçado em seguida. Depois, enterrou o corpo da jovem em uma cova no quintal da casa onde morava. O recém-nascido também não resistiu e acabou morrendo.

O crime ocorreu na terça-feira (27). A vítima estava no 8º mês de gestação. Segundo a delegada Azuen Magda Albarello, Suelen confessou o crime e afirmou que conheceu Naiara por meio das redes sociais. Ela também disse que sofreu um aborto há cerca de dois meses.

“Ela fez a vítima passar mal e a enforcou, levando a jovem a óbito. Depois, cortou a barriga da vítima e tentou fazer o parto, só que a criança não resistiu”, afirmou a delegada à TV Anhanguera.

A principal linha de investigação é que a mulher tinha interesse em ficar com a filha da jovem. “A Polícia Civil acredita que ela realmente queria a criança e que a pegou à revelia da vítima”, explica Azuen.

Vizinho da suspeita, o servente de pedreiro Marcos Pereira disse que Suelen pagou uma quantia para ela cavar um buraco no quintal alegando que gostaria de fazer uma horta no local. No entanto, ele desconfiou quando soube que o espaço teria dois metros de comprimento por um de profundidade e chamou a polícia.

“Quando ela fez isso, já achei tudo estranho. Fazer uma plantação em um metro para baixo da terra? Para que isso?”, questionou.

O subtenente da PM Marcelo Félix da Costa a atuou na ocorrência. Ele revela o cenário que encontrou ao entrar na residência.

“A vítima estava enrolada em algumas cobertas dentro do buraco, já fechado. Já a criança estava dentro de uma bacia, envolta em alguns panos, no quarto da mulher”, disse ao G1.

Fonte: G1
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STJ suspende processos sobre uso de simulador em autoescolas

Decisão foi tomada a pedido da Advocacia-Geral da União. Justiça reconhece que questão ‘é de excepcional interesse público’; decisão não altera obrigatoriedade do uso dos simuladores.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu a tramitação de todos os processos que questionam a obrigatoriedade do uso de simuladores virtuais em aulas de direção para candidatos que queiram obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O pedido foi protocolado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e acolhido esta semana pela Justiça Federal.

A solicitação feita por advogados da União refere-se a mais de 490 ações sobre o tema que atualmente tramitam na Justiça. Segundo os juristas, os processos costumam questionar a legalidade da exigência, prevista na resolução nº 543/2015 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Para a AGU, a suspensão dos processos trará “segurança jurídica ao tema”, já que decisões divergentes vinham sendo proferidas.

“A AGU pediu para que fosse suspenso o andamento de todos os processos até que o próprio STJ ou o Supremo Tribunal Federal (STF) julguem em definitivo a questão.”

Ao acolher o pedido, o presidente da Comissão Gestora de Precedentes do STJ, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, reconheceu que a questão é de “excepcional interesse público”.

No entanto, a medida não impede que novas ações sejam abertas por donos de autoescolas, por exemplo. Mas a medida impossibilita que sejam proferidas sentenças sobre elas. A decisão do STJ também impede a concessão de liminares aos processos e a celebração de novos acordos sobre o uso de simuladores virtuais.

Até a publicação desta reportagem, o G1 não tinha conseguido contato com o Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Veículos Automotores (Sindauto-DF) para comentar a decisão.

Simuladores

A obrigatoriedade do uso de simuladores virtuais em autoescolas começou a valer no início deste ano. Segundo a resolução que regulamenta o uso, o candidato a uma habilitação na categoria “B” deverá fazer o mínimo de 20 aulas práticas no veículo e 5 treinos no simulador.

O aparelho simula situações que poderiam acontecer no dia a dia, como condições do tempo adversas, chuva ou tempo muito nublado. A intenção é ambientar o aprendiz antes dele começar a dirigir nas ruas.

Fonte: G1.
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Jovem que agrediu ex-namorada e tentou matar cunhado é condenado a nove anos de prisão

Crime aconteceu em outubro de 2016. O jovem, que é personal trainer, foi julgado pelo Tribunal do Júri na madrugada desta quarta-feira (28).

O personal trainer Pedro Yllen de Sousa Marialva, de 28 anos, foi condenado a nove anos de prisão por tentativa de homicídio, em Santarém, oeste do Pará. O Tribunal do Júri julgou o réu na madrugada desta quarta-feira (28). O jovem é acusado de ter agredido a ex-namorada e ter tentado matar o cunhado. O crime aconteceu em outubro de 2016. A vítima foi atingida com golpes de faca nas costas.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, Pedro Yllen tentou matar a facadas o cunhado Rafael de Oliveira Lima a facadas, além de ter agredido a, até então, namorada, irmã de Rafael. O crime aconteceu no bairro Jardim Santarém.

A sessão do Tribunal do Júri, da 3ª Vara Criminal de Santarém iniciou na manhã de terça-feira (27) e só terminou na madrugada de quarta-feira (28). O juiz Gabriel Veloso presidiu o júri. O réu foi defendido por três advogados, incluindo o seu pai. Os promotores Rodrigo Aquino, da Silva, Renato Bellini, além do advogado Alessandro Moura, atuaram na acusação.

O crime

De acordo com a polícia, o personal trainer, Pedro Yllen agrediu a namorada e causou danos ao veículo da mesma. Ao sair em defesa da irmã agredida, Rafael de Oliveira foi esfaqueado nas costas. O acusado fugiu e só foi preso quatro dias após o crime, que aconteceu no bairro Jardim Santarém.

Ainda segundo a polícia, outros procedimentos já haviam sidos registrados contra o acusado pelos mesmos crimes. “Esse é o quinto procedimento criminal feito contra ele. No ano de 2013 já foi autuado em flagrante por mim e em outras situações já foi denunciado, foi instaurado inquérito, remetido para a justiça e ele já foi condenado uma vez por crime de violência doméstica. É uma pessoa que realmente tem um comportamento violento”, ressaltou a delegada Andreza Alves, quando Pedro foi preso.

Fonte: G1 Santarém.
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Polícia Federal suspende emissão de passaporte por tempo indeterminado

A Polícia Federal suspendeu a emissão de novos passaportes no país por tempo indeterminado sob a justificativa de falta de recursos.

A medida foi anunciada na noite desta terça (27), às vésperas das férias escolares, e em meio à relação tensa do governo Michel Temer (PMDB) com a instituição.

Segundo a PF, usuários atendidos nos postos até esta terça receberão seus passaportes normalmente.

O agendamento on-line do serviço e os atendimentos nos postos da PF continuarão funcionando nesta quarta-feira (28), segundo a instituição, mas não haverá prazo para emissão do documento.

“Não há previsão para entrega do passaporte solicitado enquanto não for normalizada a situação orçamentária”, disse a Polícia Federal.

Segundo a instituição, os gastos com esse tipo de serviço chegaram ao limite previsto na lei orçamentária.

“A medida decorre da insuficiência do orçamento destinado às atividades de controle migratório e emissão de documentos de viagem”, informou a PF em nota.

Ela disse que “acompanha atentamente a situação junto ao governo federal para restabelecimento completo do serviço”, mas não deu prazo para resolver a situação.

O órgão não deu detalhes do orçamento nem do motivo de eventuais negociações para a elevação da verba antes do estouro do limite.

O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, Carlos Eduardo Sobral, responsabilizou o governo Temer.

“Sem a previsão orçamentária, fica difícil a renovação de contratos e convênios. Foi o que ocorreu nesse caso. O contrato acaba e não há dinheiro para renovar. Não foi possível fazer contrato com a Casa da Moeda”, afirmou.

Em 2016, a emissão de passaportes foi prejudicada por uma série de questões, desde a falta de matéria-prima para confecção da capa até a falha em uma máquina que faz a perfuração do documento.

O passaporte comum padrão ICAO (cor azul) tem uma taxa de confecção de R$ 257,25. O prazo normal de entrega é de seis dias úteis, mas a PF sempre alerta que somente cada posto escolhido para dar entrada no documento pode dar uma previsão exata da data. Um ano atrás, problemas elevaram a espera para até 45 dias.

A validade dos passaportes é de até dez anos. Após esse prazo, é necessário solicitar novo passaporte (não há renovação do documento).

Nos últimos anos, a PF já vinha fazendo pressão por mais recursos e reclamando de redução de servidores. A Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais) diz que, em seis meses, triplicou a quantidade de aposentadorias.

Na segunda-feira (26), a instituição apresentou relatório no qual afirma que Temer atuou para embaraçar investigações da Lava Jato.

O ministro da Justiça de Temer, Torquato Jardim, disse a sindicalistas na semana passada que fazem parte de seus planos promover mudanças na cúpula do órgão e colocar em outra instituição funcionários que cuidam de funções como emissão de passaportes e controle de estrangeiros.

Fonte: folha.uol
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