Paraense é pré-convocado e pode disputar a Copa da Rússia

Quem estava esperando Yago Pikachu ser convocado para a seleção brasileira para poder torcer por um paraense na Copa do Mundo deve ter outra oportunidade. Pikachu não foi chamado por Tite, mas o meia Rony Lopes, do Mônaco, foi pré-selecionado na lista de 35 atletas que podem representar Portugal na Rússia.
Rony, que no futebol já foi chamado de “Marcos Lopes”, atualmente defende o clube francês, mas começou a carreira na base do Benfica, de Portugal, até se transferir para as categorias de base do Manchester City, da Inglaterra. Profissionalmente, foi emprestado para o Lille, da França, até chegar ao atual clube.

O jogador é filho de brasileiro e mãe portuguesa, e deixou Belém aos 4 anos de idade com destino a Portugal.

Confira a lista completa dos 35 pré-selecionados por Portugal para a Copa do Mundo de 2018:
Goleiros: Anthony Lopes – Lyon (França); Beto – Goztepe (Turquia), Rui Patrício – Sporting (Portugal);

Defensores: Antunes – Getafe (Espanha), Bruno Alves – Rangers (Escócia), Cédric Soares- Southampton (Inglaterra), João Cancelo – Inter de Milão (Itália), José Fonte – Dalian Yifang (China), Luís Neto – Fenerbahçe (Turquia), Mário Rui – Nápoli (Itália), Nélson Semedo – Barcelona (Espanha), Pepe – Besiktas (Turquia), Raphael Guerreiro – Borussia Dortmund (Alemanha), Ricardo Pereira – FC Porto (Portugal), Rolando – Olympique de Marselha (França), Rúben Dias – Benfica (Portugal)

Meio-campistas: Adrien Silva – Leicester (Inglaterra), André Gomes – Barcelona (Espanha), Bruno Fernandes – Sporting (Portugal), João Mário – West Ham (Inglaterra), João Moutinho – Monaco (França), Manuel Fernandes – Lokomotiv de Moscou (Rússia), Rúben Neves – Wolverhampton (Inglaterra), Sérgio Oliveira – FC Porto (Portugal), William Carvalho – Sporting (Portugal);

Atacantes: André Silva – Milan (Itália), Bernardo Silva – Manchester City (Inglaterra), Cristiano Ronaldo – Real Madrid (Espanha), Éder – Lokomotiv de Moscou (Rússia), Gelson Martins – Sporting (Portugal), Gonçalo Guedes – Valencia (Espanha), Nani – Lazio (Itália), Paulinho – SC Braga (Portugal), Ricardo Quaresma – Besiktas (Turquia), Ronny Lopes – Monaco (França).

Fonte: DOL

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Usuários da TIM do Pará devem ficar atentos para mudança de chip

A empresa de telefonia Tim faz um alerta aos clientes do Pará e Maranhão para que troquem os chips 2G/3G pelo 4G.

No total, já são 149 municípios cobertos com a tecnologia 4G na região Norte.

Segundo o diretor de vendas consumer da TIM Centro-Norte, Fábio Reis, ainda existe muitas pessoas para se envolve com a tecnologia 4G. “Queremos alertar esses clientes, que muitas vezes possuem um aparelho compatível, mas não trocaram o seu chip antigo, sobre a importância de adquirir o chip 4G para que possam usufruir dos benefícios da nova tecnologia, como uma melhor experiência de uso da internet”, explicou.

A previsão é que até o fim deste ano a conexão 4G esteja presente em mais 71 cidades da região Norte.

Fonte: DOL

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Dono do refrigerante Dolly é preso e afirma: ‘fui preso pela Coca-Cola

empresário Laerte Codonho, um dos sócios da companhia de refrigerantes Dolly, foi preso na manhã desta quinta-feira (10), em sua casa, na Granja Viana, em Cotia, na Grande São Paulo.
Segundo a TV Globo, investigações apontaram fraude fiscal estruturada, organização criminosa e lavagem de dinheiro na empresa, num total desviado de R$ 4 bilhões.
A Polícia Militar foi acionada pelo Ministério Público de São Paulo e acompanhou a prisão do executivo. Não houve resistência, de acordo com a PM.

Codonho foi levado para o 77º DP, na região central de São Paulo. Chegou segurando um cartaz com a frase “Preso pela Coca-Cola”, seu maior concorrente. Procurada, a Coca-Cola Brasil disse que não comenta processos judiciais em que não esteja envolvida.
A Dolly afirma, em nota, que a prisão de Codonho é injusta, que ele sempre colaborou com as autoridades e que tem certeza de que o empresário provará sua inocência. “A defesa recorrerá da decisão e confia na Justiça.”
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo informou que, além de Codonho, outra pessoa relacionada ao caso também foi apresentada ao distrito, mas não revelou nomes.
A reportagem apurou que a operação que resultou na prisão de Codonho está sob o guarda-chuva do Gedec (grupo especial do Ministério Público que investiga crimes contra a ordem econômica).

A Justiça considerou, de acordo com informações preliminares citadas pela TV Globo, que a empresa comandada por Codonho demitiu funcionários e os recontratou em outra companhia para fraudar o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Codonho e mais quatro funcionários da Dolly, responsáveis pela gerência e administração da empresa, já haviam sido condenados à prisão por sonegação de contribuição previdenciária.
A decisão do juiz federal Márcio Martins de Oliveira, da 3ª Vara Federal de São Bernardo do Campo, foi proferida em fevereiro deste ano. A Vara esclareceu nesta quinta, porém, que não foi expedido mandado de prisão nesse processo.
Segundo o Ministério Público Federal, autor da ação, os réus reduziram o pagamento de contribuições previdenciárias e sociais destinadas ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Sesi (Serviço Social da Indústria), Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) em 1999, 2000 e 2001, por meio da criação de uma empresa, que supostamente prestaria serviços de manutenção à companhia de refrigerantes.
Empregados da companhia teriam tido seus contratos rescindidos e, em seguida, foram recontratados pela nova empresa, “com continuidade da prestação laboral da forma pactuada com o empregador inicial, inclusive no que tangia à subordinação”, diz o processo.
A investigação foi iniciada após o INSS perceber a queda nesse período do volume de arrecadação dos tributos da empresa e determinar a fiscalização.

O magistrado afirma que, com a criação da empresa prestadora de serviço houve uma “simulação de celebração de contrato” com a empresa de refrigerantes. Ele enumera diversas irregularidades como a inexistência de contrato entre as empresas e a não emissão de notas fiscais, folhas de pagamento ou recibos de prestação de serviço.
Ele também chama a atenção para o fato de os empregados que haviam rescindido seus vínculos com a dona da Dolly terem sido contratados no dia seguinte pela prestadora de serviços, “continuando a executar os mesmos trabalhos, inclusive com subordinação ao tomador”.
O juiz considerou Codonho o “mentor do esquema criminoso”.
Para ele, a pena aplicada foi de 6 anos e 7 meses de prisão, além de multa. Os outros quatro condenados tiveram uma pena de 5 anos e 8 meses, mais multa. Foi estabelecido regime inicial semiaberto para todos, e eles puderam recorrer em liberdade.

OUTRO CASO

No ano passado, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo deflagrou a Operação Clone, contra a fabricante de bebidas da Dolly, por suspeitas de que a companhia teria retomado as atividades de modo irregular, a partir da criação de novas empresas, após ter sua inscrição estadual cassada em 2016.
A empresa tinha dívidas de R$ 2 bilhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
À época, a Dolly disse que não praticou sonegação fiscal e afirmou ter sido vítima de seu escritório contábil, que, segundo ela, omitiu durante anos do Fisco dados importantes, provocando um desfalque milionário com falsificação de sentenças, fraude de guias e documentos.

Fonte: FolhaPress
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Jader defende que Pará receba o que é devido

De um lado, Estados exportadores de bens primários e semielaborados – como é o caso do Pará – lutam para serem finalmente recompensados pelas perdas de arrecadação dos Estados decorrentes da desoneração de ICMS imposta pela edição da Lei Kandir. De outro está o Governo Federal, que tenta mudar os termos já firmados em relatório elaborado pelo Congresso Nacional, que define valores e formas que farão com que a União pague aos estados prejudicados com a redução de pagamento de impostos desde 1996.

No meio do caminho, encontra-se um Estado como o Pará, rico em recursos minerais, segundo maior produtor de minério de ferro do país, e entre os três principais exportadores de bens primários. Um Estado tão rico e ao mesmo tempo tão pobre, que registra os menores índices de desenvolvimento humano do país.

Todo esse imbróglio, que já dura 22 anos, tem como principal pano de fundo um volume de recursos que pode chegar a R$ 1 trilhão devido pela União aos Estados. E a forma como o Governo Federal pretende pagar esse dinheiro aos Estados é o que estará em discussão na próxima terça-feira (15), noCongresso Nacional.

“Somos o maior exportador mineral hoje do Brasil. É um valor ínfimo o que o Pará recebe em contrapartida às exportações que faz de minério de ferro e de tantas outras riquezas minerais”, protesta o senador Jader Barbalho (MDB), que se junta aos colegas de bancada para defender o que é devido ao Estado do Pará. Na opinião do senador, ao recompensar o Pará pelas perdas, a União estará fazendo justiça a uma população sofrida e que merece dias melhores.

RECURSOS

O senador lembra que, de acordo com a proposta que será analisada e votada na comissão na próxima terça, a previsão é que o Pará receba, já em 2019, cerca de R$ 2 bilhões como recompensa do que foi perdido nos últimos 22 anos e que será rateado com os municípios. Em 2020, esse montante chegará a R$ 3.2 bilhões e, de 2021 em diante, serão repassados em parcelas outros R$ 4.298 bilhões.

SENADOR PROPÕE MUDANÇA

E, para encerrar essa eterna disputa entre Estados produtores e União, Jader Barbalho apresentou, no ano passado, uma proposta que vai permitir que os Estados voltem a arrecadar impostos das empresas que exploram minério de ferro no país. Na Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o senador propõe nova redação à alínea “a” do inciso X do § 2º do art. 155 da Constituição Federal para excluir da imunidade as operações de exportação de bens minerais primários ou semielaborados.

Ou seja, exclui do texto constitucional a desoneração – o não recolhimento – do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços referentes aos bens minerais primários ou semielaborados, que são os principais produtos de exportação retirados do solo do Pará.

OPERAÇÕES

Jader Barbalho explica que fica mantida a imunidade tributária sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. “Minha emenda estabelece que não haverá mais isenção para os produtos minerais primários, como é o caso do ferro, que sai in natura do nosso solo, e nem para os produtos semielaborados, como é o caso do ferro gusa”, revela.

Com isso – explica – a exploração de recursos minerais terá que pagar o ICMS “e, com isso, tenho certeza, vamos modificar o panorama financeiro e orçamentário dos municípios paraenses”, prevê.

Jader esclarece que a ideia de tributar a exportação dos minérios primários ou semielaborados “tem a intenção de retê-los no território nacional para que ocorra a instalação de uma cadeia produtiva para exportações de produtos elaborados com maior valor agregado, evitando a transferência de empregos e renda para outros países. A Proposta de Emenda Constitucional elaborada pelo senador Jader Barbalho está tramitando no Senado Federal.

ESTADOS AGUARDAM DEFINIÇÃO COM ANSIEDADE

Enquanto isso, os olhos se voltam para a reunião da comissão que analisa a proposta de alterações à Lei Complementar nº87, de 13 de setembro de 1996, no que se refere à compensação devida pela União aos Estados e aos municípios, que acontece na próxima terça, 15.

A proposta que está em pauta define que a compensação devida aos governos estaduais e municipais a cada exercício (cada ano) será de R$ 39 bilhões, corrigidos pelo IPCA. Deverá ser observado um período de transição de dois anos, entregando-se R$ 19,5 bilhões em 2019 e R$ 29,25 bilhões em 2020.

Segundo Jader, as perdas de arrecadação acumuladas desde 1996 deverão ser repostas em até 30 anos. Do total de R$ 39 bilhões, 40% serão rateados segundo coeficientes fixos, a serem obtidos pela média aritmética entre o rateio fixado pela Lei Complementar 115/2002, que alterou a Lei Kandir, e o rateio médio do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) nos cinco últimos exercícios.

CRITÉRIOS

Os 60% restantes serão rateados segundo dois critérios variáveis: as exportações de produtos primários e semielaborados; e os saldos positivos da balança comercial. Ambos serão apurados anualmente pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com o apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, tendo como base a performance exportadora de cada ente para períodos de cinco anos.

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(Luiza Mello/Diário do Pará)

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Culpa da crise’, diz empresário do PA que recebeu R$ 25 mil mas não entregou triciclo encomendado por Whindersson Nunes a fã com paralisia

Youtuber encomendou há mais de um ano o equipamento para ajudar um fã com paralisia cerebral. O caso foi parar na Justiça.
Um empresário paraense está sendo processado por um seguidor de Whindersson Nunes. A empresa Free Way recebeu R$ 25 mil do maior youtuber do Brasil para produzir um triciclo motorizado para o estudante André Nachtigall. Após um ano, a encomenda ainda não foi entregue e o caso está na Justiça. O empresário paraense, no entanto, diz que não foi notificado pela Justiça e responsabiliza a crise econômica pelo atraso na entrega do aparelho.

Em seu site na internet, a empresa Free Way oferece o material como algo revolucionário para a locomoção de pessoas com deficiência. Por conta disso, André, que tinha sido diagnosticado com paralisia cerebral ainda na infância, esteve empenhado em conseguir dinheiro para comprar o equipamento.

O jovem, que mora em Pelotas, no Rio Grande do Sul, usou o Facebook, em fevereiro do ano passado, para pedir ajuda a Whindersson Nunes. O youtuber atendeu ao pedido e doou todo o valor correspondente ao triciclo, que deveria ser entregue em 3 meses. Porém, após mais de um ano da encomenda, André ainda não recebeu o equipamento.

“O Whindersson viu meu comentário sobre o triciclo em uma postagem dele e disse que comprava o equipamento. Quem também participou disso tudo foi a Honda. A empresa doou o dinheiro da moto na qual seria construído o triciclo pro fabricante do Pará. Mas a empresa sumiu com o dinheiro da Honda e do Whindersson, não comprou a moto e nem fez o triciclo”, declarou André.
O G1 entrou em contato com a Honda e aguarda resposta.

Em novembro do ano passado, mais de seis meses depois do prazo de entrega do equipamento, André resolveu levar o caso à Justiça. “Nós estamos requerendo a entrega do triciclo. Caso não seja possível, vamos tentar conseguir o dinheiro de volta. O Whindersson está tentando me ajudar a conseguir outro triciclo, mas espero que a justiça seja feita”, declarou.

‘Culpa da crise’

O proprietário da empresa, que não quis ter seu nome divulgado, afirmou que o negócio está enfrentando sérios problemas financeiros e por conta disso não entregou o triciclo.

“Estávamos em dificuldades devido à crise. Poderíamos ter feito o mesmo que mais de 250 mil empresas fizeram: fechar e deixar clientes, fornecedores e funcionários na rua. Mas continuamos lutando para tentar nos reerguer”, afirma.
Apesar de ter sido informado pelo cliente de que o processo foi levado à Justiça, a empresa não foi notificada sobre nenhuma ação judicial o cumprimento do contrato. “Vamos aguardar o desenrolar. Se ele ainda quiser de fato o triciclo podemos definir uma data”, comenta.

André afirma que já tentou acordo com o empresário, mas não conseguiu o contato. “Eu não consigo contato com ele. Ele bloqueou o número que eu entrava em contato. Ele me mandava mensagem pelo celular dizendo que o produto estava atrasado, até que um dia ele parou de me responder. Ele não dá a chance de um acordo”, afirmou.

Além disso, o empresário afirma que o processo pode atrasar a entrega do equipamento. “Hoje, com essa repercussão negativa, estamos sendo afetados. Alguns negócios que estavam em andamento foram cancelados. Ou seja, a intenção de vingança pelo atraso afastou mais ainda a possibilidade de solução imediata”, declara.
André afirma que não se trata de vingança. Segundo o estudante, a justiça deve prevalecer. “Eu só tô pedindo uma coisa que já está totalmente paga. Tinha que ter recebido o triciclo em maio do ano passado. Já tem um ano de atraso”, comentou.

O triciclo do modelo Modelo PCX 150, fabricado pela empresa Free Way (Foto: Reprodução/ Free Way)
O triciclo do modelo Modelo PCX 150, fabricado pela empresa Free Way (Foto: Reprodução/ Free Way)

Por G1 PA, Belém

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Polícia apreende 32 m² de madeira ilegal em Marabá

O motorista foi autuado por transportar madeira sem licença e deve responder pelo crime em liberdade.
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 32 metros cúbicos de madeira ilegal em Marabá, no sudeste do estado.

A apreensão foi na noite desta sexta-feira (11), quando os policiais abordaram um caminhão que vinha de Uruará transportando madeira serrada sem nota fiscal.

O motorista foi autuado por transportar madeira sem licença e deve responder pelo crime em liberdade.

O caminhão e a carga apreendidos foram levados para a sede da Secretaria de Meio Ambiente em Marabá.

Por G1 PA, Belém
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Mais de 160 mil casos de escravos foram registrados no Brasil em 20 anos

Brasil foi o País que mais trouxe escravos da África e o último da América Latina a abolir a escravatura. Em 2018, completam 130 anos da Lei Áurea, a escravidão ainda persiste no Brasil, mas, agora é multiétnica e disfarçada de trabalho remunerado.

Segundo a Walk Free Foundation, fundação que combate a escravidão moderna, estima-se que mais de 40 milhões de pessoas vive em condições análogas à escravidão no mundo. No Brasil, o índice é de mais de 161 mil casos.

No Ceará, entre 1995 e 2015, foram 543 trabalhadores libertados, em 16 municípios, após fiscalizações do Ministério Público Federal, Ministério do Trabalho e Policia Federal. A cidade cearense com mais registros de trabalho análogo à escravidão foi o município de Paracuru, com 141 casos.

O Código Penal Brasileiro caracteriza como situação de escravidão quando existe trabalho forçado, jornada exaustiva, condição degradante de trabalho, restrição por qualquer meio de locomoção em razão de dívida contraída com empregador no momento da contratação ou do curso do contrato, ou retenção no local de trabalho.

O Brasil ocupa a 51° colocação no ranking que analisa 157 países do mundo, a classificação aponta que 33,7% dos brasileiros estão vulneráveis e propensos a trabalho escravo.

Os mais vulneráveis são aqueles com pouco sobre seus direitos. Os dados relatam que 40% dos trabalhadores escravos não chegaram até o 5° ano do ensino fundamental e 32% são analfabetos.
No final de 2017, o Brasil viveu uma situação de tensão no Congresso Nacional, quando foi votada a portaria que impedia a caracterização do trabalho escravo. A portaria foi duramente criticada e suspensa por uma liminar da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal. O governo brasileiro recuou, em 29 de dezembro de 2017, e aprovou regras que tornam mais rigorosas as definições de jornada exaustiva e condições degradantes do trabalhador.
Lista suja
O Ministério do Trabalho possui o cadastro de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas às de escravo, a chamada “Lista Suja”. Confira a lista acessando wwe.trabalho.gov.br

(Fonte: BBC)

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Atual mulher de Wesley Safadão solta indireta para ex do cantor

Wesley Safadão e a ex-esposa Mileide Mihaile estão em pé de guerra, e pelo visto, a atual do cantor irá tomar suas dores.

Se não bastasse os dois trocando farpas, Thyane Dantas, esposa do cantor, também teria entrado na briga ao mandar indiretas em seu Stories, no Instagram.

Seguidores apontam que Thyane, que está esperando um bebê do sexo masculino de Wesley Safadão, escreveu a seguinte indireta: “Ego bom é ego morto”.

Em outro Stories, a mãe de Ysis teria pressuposto que Mileide ainda não superou a separação com o artista: “Todo assunto mal resolvido na sua vida te incomodará quando for citado! Quando Deus te liberta e restaura sua vida você dá risada do que antes te magoava!”.
Tudo começou após Safadão rebater a ex-esposa e afirmar que mágoas ainda não foram superadas. O cantor ainda teria deixado subentendido que Mihaile não era uma boa mãe, pois não ficaria com Yhudy no Dias das Mães por estar trabalhando.
(Fonte: UOL)
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Juiz pede afastamento após ser acusado de agredir ex-mulher

Após ser acusado de violência doméstica pela ex-mulher Michella Marrys, o juiz Roberto de Figueiredo Caldas pediu licença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) por “razões particulares”; ele ocupa o cargo desde 2013.

Michella afirma que o juiz a agrediu e a empurrou escada abaixo no dia 23 de outubro de 2017. Mas foi apenas no dia 13 de maio desse ano que ela procurou a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Brasília para prestar queixa por injúria, ameaça e agressões físicas.

O pedido de Caldas para se ausentar do cargo foi feito através de e-mail enviado aos integrantes da Corte. Ele afirma que pede licença “por razões particulares” e que prestará mais esclarecimentos “oportunamente”.

O advogado de defesa do juiz afirmou que ele nega qualquer agressão física e que as fotos apresentadas pela vítima “são impactantes, mas dissociadas da realidade, nada provam”.
“A defesa do Roberto Caldas vem a público afirmar que reconhece serem graves as inúmeras ofensas verbais feitas pelo casal ao longo de uma tumultuada relação, reveladas em gravações que vieram a público. A sua ex-esposa o gravou por 6 anos, o que demonstra uma relação doentia por parte dela, repleta de inconfessáveis motivos, mas, de qualquer maneira, as ofensas verbais são injustificáveis. O Dr. Roberto Caldas nega peremptoriamente qualquer agressão física.

As fotos mostradas são impactantes mas dissociadas da realidade, nada provam contra o Dr. Roberto Caldas. Ao longo de 6 anos a ex-mulher o gravou! Se houvesse qualquer agressão física, parece evidente, teria sido constatada em 6 anos de gravação clandestina. A defesa se reserva o direito de não usar, pela imprensa, por ser um processo em segredo de justiça, e , principalmente, por envolver os filhos menores do casal, bem como a filha da sua ex mulher, a quem trata como se filha fosse, os elementos gravíssimos que demonstram a conduta criminosa da sua ex mulher.

Há crimes contra a vida anteriormente perpetrado, revelados em processo judicial, e outros graves crimes em época recente. Nada será objeto de exposição midiática ainda que o objetivo principal da sua ex-mulher seja exatamente este. Ressalta a defesa que, independentemente de qualquer acusação, reconhece que os limites da ética foram ultrapassados e as agressões verbais são injustificadas. Mas o Dr. Roberto Caldas não reconhece nenhuma agressão física. Aguarda a defesa, mesmo com o avassalador destaque negativo, que possa provar a verdade ao longo do processo”.

Pedido de Roberto Caldas para se afastar do cargo por tempo indeterminado (Foto: Reprodução/Reprodução)
Pedido de Roberto Caldas para se afastar do cargo por tempo indeterminado (Foto: Reprodução/Reprodução)

Fonte: Com informações da Veja
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Viviane Araújo exibe bumbum de fio-dental em praia e fãs elogiam

Viviane Araújo deixou internautas sem fôlego ao publicar nesta sexta-feira (12) fotos de seus dias de folga na praia de Itacaré, na Bahia. A atriz posou apenas fio-dental e recebeu centenas de elogios dos seguidores.

Dias antes, Vivi já havia mostrado que está curtindo dias de sol nas praias baianas com fotos bem à vontade de biquíni. “Perfeita Vivi, amei”, disse um seguidor. “Deusa, e rainha mais linda”, definiu mais um.

A atriz está solteira há poucas semanas após romper o namoro de dois meses com Klaus Barros, no final de abril. O relacionamento com Klaus foi o primeiro assumido por Viviane após o fim do noivado com o jogador de futebol Radamés Martins, com quem rompeu em outubro de 2017.

(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)
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Fonte: Redação RedeTV!

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