Madrasta confessa que agrediu enteada de 2 anos durante festa de família em Goiânia, diz polícia

Em depoimento, ela afirmou que deu tapa no rosto da criança por conta de ciúmes do marido; sem flagrante, ela foi liberada. Advogado diz que ela agiu sob efeitos de remédios controlados.

A funcionária pública de 37 anos suspeita de agredir a enteada, de 2, durante uma festa, em Goiânia, prestou depoimento nesta segunda-feira (3), na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo a delegada Tereza Daniela Magri, responsável pelo caso, ela confessou ter dado um tapa no rosto da criança durante uma discussão com o agora ex-marido, pai da menina, motivada por ciúmes. Em seguida, a madrasta foi liberada.

“Ela disse que, em dado momento da discussão, a criança acordou chorando. Ela então colocou a menina em cima da cama e lhe deu um tapa”, disse a delegada ao G1.

O crime aconteceu no último dia 24 de junho. O advogado da madrasta, Rogério Rodrigues de Paula acompanhou o procedimento. Ele alegou que sua cliente admitiu a agressão, mas que está com problemas psicológicos, que teriam motivado o golpe.

“Ela não negou o tapa. Mas a questão é que ela está tomando remédio controlado porque teve uma filha, de 4 meses, e está com depressão pós-parto. No dia do fato, ocorria um churrasco, ela acabou misturando a medicação com bebida alcoólica e ficou com ciúme de uma mulher que estava no local”, afirmou ao G1.

O defensor salientou que vai trabalhar para que a madrasta seja inocentada por “extinção de culpabilidade” em decorrência de ter agido por conta dos remédios que estaria tomando. Conforme Rogério, após o episódio, o casal se separou.

Crime e investigação

Após o fato, familiares levaram a menina para a Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado. O laudo do Instituto Médico Legal comprovou as lesões. “O exame é compatível com o relato de lesão corporal por meio de ação contundente”, aponta o documento.

Além do rosto, a criança também teve lesões nas pernas, barriga e tórax. Porém, a madrasta negou que tenha cometido as outras agressões. A delegada afirmou que não há requisitos para pedir a prisão da mulher junto à Justiça. Por isso, ela responderá ao processo em liberdade.

Ela deve ser indiciada pelo crime de lesão corporal em situação de violência doméstica. Em caso de condenação, a pena varia de três meses a três anos de prisão.

A delegada disse que já ouviu cerca de sete pessoas, entre parentes e amigos das famílias. Ao menos mais dois depoimentos ainda deverão ser realizados.

O advogado da mãe da menina, Berlioz Oriente, informou ao G1 que já entrou com pedido na Justiça para que a guarda da menina – até então compartilhada com o pai – seja somente dela. A mãe já havia contado ao G1 que a criança tinha mudado a personalidade após o convívio mais frequente com o pai e a madrasta.

“Ela está traumatizada, arisca, arredia e bastante agressiva, não era assim antes. Quando compartilhamos a guarda dela, há uns 8, 9 meses, ela começou com essa agressividade e eu não entendia. Nesse fim de semana que ela foi agredia o comportamento dela piorou muito. Ela fica acuada, ou acha que a gente vai bater, ela nem aceita mais carinho”, lamentou.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em queda, combustível no Pará é o 3° mais caro

Após seguidos reajustes desde o ano passado, o preço dos combustíveis (Gasolina , Diesel-S10 e  Etanol) comercializados em postos do Pará fecharam em queda no fim do primeiro semestre deste ano, informou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Para se ter uma ideia, em dezembro de 2016 a Gaolina comum foi comercializada em média a R$4,050; em janeiro subiu para R$ 4,095. Já no mês passado , custou cerca de R$3,858, com os preços variando entre R$3,379 e R$ 4,670. Assim, a queda registrada foi de 4,74.

Já o litro do óleo Diesel, em dezembro custava a R$3,445; em janeiro chegou a R$3,527 e no mês passado foi comercializado em média a R$3,311, com os preços variando entre R$2,880 e R$ 3,850, apresentando queda de 3,89%.

Por fim, o litro do Etanol em dezembro de 2016 foi comercializado em média a R$3,694, em janeiro custou R$3,758 e, no mês passado, ficpu a a R$3,552, com os preços variando entre R$ 2,999 e R$ 3,999, apresentando queda de 3,84%.

Apesar das discretas quedas, os paraenses continuam adquirindo no Estado a terceira gasolina mais cara do pais. Em média, o preço da gasolina é mais caro no Acre, custando em média R$4,150, seguida do Estado do Rio de Janeiro custando em média R$3,921. O Pará aparece em seguida, custando em média R$ 3,858, seguido do Ceará (R$ 3,839) e Rondônia (R$ 3,776).

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cidade mineira lista irregularidades e veta atuação da mineradora Samarco

A Prefeitura de Santa Bárbara (MG), a 110 km de Belo Horizonte, declarou que a captação de água feita pela Samarco no município não está de acordo com a legislação municipal. Sem essa anuência a mineradora não pode retomar suas atividades.

Na última sexta-feira (30), a prefeitura comunicou à mineradora que a adutora “não está em conformidade com as leis e regulamentos administrativos municipais que tratam do uso e ocupação do solo, tendo em vista os impactos negativos ao meio ambiente e a ausência de soluções capazes de afastar ou atenuar tais impactos”.

A mineradora, que pertence à Vale e à anglo-australiana BHP Billiton, teve suas licenças ambientais suspensas em outubro do ano passado, após o “rompimento da barragem”, que deixou 19 mortos em 2015.

Para solicitar a reabilitação das licenças aos órgãos ambientais, a Samarco precisa, antes, de cartas de conformidade das cinco cidades onde atua em Minas. Apenas Santa Bárbara entregou uma resposta negativa.

A Prefeitura de Santa Bárbara afirma que a adutora está instalada em uma zona de recuperação ambiental do município e a legislação obriga que a área seja preservada. Em estudos entregues à cidade em fevereiro, a Samarco argumenta, porém, que o impacto da retirada de água é mínimo.

O imbróglio foi levado à Justiça pela Samarco, que conseguiu uma decisão obrigando o município a emitir sua opinião em dez dias independentemente da análise de impactos ambientais. O Supremo Tribunal Federal, no entanto, suspendeu o prazo, dando mais tempo à prefeitura.

Segundo a Samarco, não cabe à prefeitura de Santa Bárbara analisar questões ambientais, já que o licenciamento ambiental do Complexo de Germano, em Mariana (MG), é uma prerrogativa do governo do Estado.

O prefeito de Santa Bárbara, Leris Braga (PHS), diz que sua decisão não tem a ver com licenciamento, mas com uma preocupação “com o equilíbrio por um desenvolvimento sustentável e de longo prazo”. A água retirada na cidade é usada no processo de extração mineral em Mariana.

Procurada pela Folha, a Samarco diz que ainda não foi notificada oficialmente sobre a decisão da prefeitura de Santa Bárbara.

Fonte: 1.folha
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Justiça: cobrança diferente para homens e mulheres em balada é ilegal

Proibição vai começar a valer mesmo só daqui um mês, mas a novidade correu pelas baladas do Brasil no fim de semana

Na última sexta (30), o Ministério da Justiça entrou na polêmica dos preços diferentes cobrados nas baladas do Brasil para homens e mulheres e determinou: essa cobrança diferenciada é ilegal. Vai começar a valer mesmo só daqui um mês, mas a novidade correu pelas festas do país no fim de semana e dividiu opiniões. No dia 25 de junho, o programa Fantástico, da TV Globo, exibiu uma reportagem sobre o tema.

De acordo com a atração, quem está dizendo que mulher pagar menos que homem é ilegal é Secretaria Nacional do Consumidor, órgão ligado ao Ministério da Justiça. A secretaria vai divulgar a partir desta segunda-feira (03) uma orientação para restaurantes, bares e casas noturnas. O texto diz: “Diferenciação de preço entre homens e mulheres é uma afronta ao princípio da dignidade da pessoa humana, uma prática comercial abusiva. Utiliza a mulher como estratégia de marketing que a coloca em situação de inferioridade.”

Segundo o Secretário Nacional de Direitos do Consumidor, Arthur Rollo, entrada em casa noturna tem quer o preço igual para homens e mulheres. “Rodízio de pizza, rodízio de carne, o preço tem que ser igual para todo mundo. Não pode ter qualquer distinção em função do gênero.”

A orientação é que sejam feitas fiscalizações nas casas noturnas, para que essa cobrança diferenciada de preço deixe de existir em todo o Brasil.

Em São Paulo, a associação que representa bares e casas noturnas diz que concorda com a decisão.

Em caso de desrespeito, o consumidor, homem ou mulher, tem que reclamar. “Se um consumidor se deparar com uma diferenciação de preço, ele pode exigir pagar o preço mais barato e, se o estabelecimento se recusar, acione os órgãos de defesa do consumidor, porque isso vai levar a uma fiscalização e a casa vai ser autuada”, afirma o secretário.

Entenda a polêmica

A prática comum adotada por casas noturnas de oferecer preços mais baixos e até gratuidade para as mulheres nas baladas foi parar na Justiça. O estudante de Direito Roberto Casali Júnior conseguiu uma liminar na Justiça contra o organizador de um show, após se indignar com a cobrança diferenciada de ingressos em Brasília.

Ele tentou comprar ingressos mais baratos com base na lei da igualdade e teve o pedido recusado. A juíza de direito substituta do Juizado Especial Cível (JEC), Caroline Santos Lima, concedeu uma liminar favorável a ele, com base no argumento de igualdade de gênero do consumidor.

No Espírito Santo, a prática da cobrança diferenciada de preços de ingressos para as mulheres é antiga e divide opiniões. O empresário Pedro Paulo Moyses, proprietário da casa de shows Wanted Pub, na Praia do Canto, afirma que cobra preços mais baratos para as mulheres, e que não vê problema nisso.

Segundo Moyses, elas pagam menos no estabelecimento por serem a maioria, e não como uma possível forma de serem atrativos para o público masculino.

“Cerca de 70% do meu público é feminino. Sabendo que as mulheres são maioria no meu estabelecimento, dou o benefício para elas continuarem vindo. Cobrança diferenciada é um costume que foi criado no mercado de entretenimento, em São Paulo, Salvador e no Rio de Janeiro. O homem paga mais, isso é um costume não só em Vitória, mas no Brasil”, argumenta.

De acordo com o empresário, das 21h às 23h, todos pagam R$ 12. Desse horário em diante, há alteração de valores na entrada. “Mas nada gritante, os homens não chegam a pagar nem dobro do valor que as mulheres pagam. Se eu tivesse receio de alguém entrar na Justiça não colocaria diferenciação de preços, se estou praticando isso é porque acredito que seja o correto, agora se vier uma determinação judicial, me adequarei”, diz.

Igualdade

A produtora de eventos Antimofo, que produz festas em boates badaladas como Stone Pub, na Praia do Canto, e Fluente, em Jardim da Penha, repudia a cobrança de preços diferenciados. De acordo com o produtor de eventos Artur Araújo, é assim há 13 anos, desde que a produtora foi fundada.

“Nunca foi nossa intenção encher as casas de mulheres para atrair mais homens, não usamos a mulher como produto de venda. Queremos passar o conceito de uma festa onde todo mundo vai para se divertir igualmente, nas festas promovidas pelo Grupo Antimofo nunca foi cobrado preço diferenciado. Pregamos a igualdade de gênero”, afirma.

Fonte: Gazeta Online.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Polícia Federal cumpre 8 mandados de prisão em nova etapa da Lava Jato no Rio

Operação Ponto Final rastreou R$ 260 milhões em propina envolvendo a cúpula do setor de transporte do RJ. Presidente da Fetranspor e ex-presidente do Detro foram presos. No domingo, outro mandado foi cumprido, contra Jacob Barata Filho, detido no Galeão quando ia para Portugal.

A Polícia Federal realiza na manhã desta segunda-feira (3) mais uma etapa da operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Desta vez, o foco da ação é a cúpula do transporte rodoviário do estado. Os agentes estão nas ruas para cumprir oito mandados de prisão, dos nove que foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Duas prisões foram confirmadas: de Lélis Teixeira, presidente da Fetranspor, e de Rogério Onofre, ex-presidente do Detro.

Na noite de domingo (2), a força-tarefa da Lava Jato antecipou parte da operação e cumpriu o outro mandado de prisão, contra Jacob Barata Filho. Um dos maiores empresários do ramo de ônibus do Rio foi preso no Aeroporto Internacional Tom Jobim, ao tentar embarcar para Lisboa, Portugal. O empresário já estava na área de embarque quando foi detido. A polícia suspeita que ele ficou sabendo da operação e tentava fugir. A defesa nega e diz que Jacob Barata Filho estava com passagem de volta de Portugal marcada para 12 de julho.

Presos confirmados:

Jacob Barata Filho, empresário do setor de transportes
Rogério Onofre, ex-presidente do Detro
Lélis Teixeira, presidente da Fetranspor

Lélis Teixeira chegou à sede da PF no Rio pouco antes das 10h deste segunda-feira (3) (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)
Lélis Teixeira chegou à sede da PF no Rio pouco antes das 10h deste segunda-feira (3) (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

De acordo com as investigações da Operação Ponto Final, foram rastreados R$ 260 milhões em propina pagos pelos investigados a políticos do estado. Não foram divulgados detalhes de como esses valores eram distribuídos.

Agentes também fazem buscas nas cidades de São Gonçalo e Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, e nos estados do Paraná e Santa Catarina.

Por volta das 6h30, agentes da PF entraram no apartamento de Lélis Marcos Teixeira, presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor, que engobla 10 sindicatos do estado) e da Rio Ônibus (sindicato do município do Rio), na Lagoa, Zona Sul do Rio.

Lélis já havia sido levado em condição coercitiva em outra operação da Lava Jato e desta vez tem um mandado de prisão cumprido contra ele. Já preso, ele ficou até as 9h40 em sua casa com policiais buscavam documentos e outras provas. Foram apreendidos relógios, anéis, colares e HDs (discos rígidos para armazenar aquivos de computador), além de obras de arte, US$ 5,5 mil e mais uma quantia em reais.

Levado em um carro descaracterizado da polícia, Lélis chegou na sede da Superintendência da PF pouco antes das 10h, sem falar com jornalistas.

Rogério Onofre, ex-presidente do Detro, é alvo da operação da Lava Jato (Foto: Reprodução/Globo/Arquivo)
Rogério Onofre, ex-presidente do Detro, é alvo da operação da Lava Jato (Foto: Reprodução/Globo/Arquivo)

Prisão em Florianópolis

Rogério Onofre, ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio (Detro), foi preso em Florianópolis, segundo informações da TV Globo. Agentes da PF também cumprem mandados de busca e apreensão na capital de Santa Catarina e no Leblon, na Zona Sul do Rio, em imóveis ligados a Onofre.

Segundo investigações, pelas mãos de Onofre passaram pelo menos R$ 40 milhões em propina. Ele é advogado, ex-prefeito de Paraíba do Sul – com dois mandatos – e foi indicado em 2007 pelo então governador Sérgio Cabral, também preso na Lava Jato, para a presidência do Detro, órgão que fiscaliza o transporte intermunicipal no Rio. Em um perfil no Facebook sobre sua gestão, Onofre diz que recebeu autonomia total para combater o crime.

 Polícia Federal entrou no prédio de Lélis Teixeira, na Lagoa, por volta das 6h30 (Foto: Cristina Boeckel/G1)

Polícia Federal entrou no prédio de Lélis Teixeira, na Lagoa, por volta das 6h30 (Foto: Cristina Boeckel/G1)

Policiais federais também foram a um condomínio na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, para cumprir mandado de prisão contra José Carlos Lavoura, integrante do conselho da Fetranspor. Os investigadores, no entanto, receberam a informação de que ele está em Portugal. A PF vai acionar a Interpol para encomtrar Lavoura.

Marcelo Traça Gonçalves, presidente do Sindicato de Empresas de Transporte Rodoviário do Rio de Janeiro, também teve a prisão decretada, assim como outras quatro pessoas que não tiveram a identidade divulgada.

Delações

A operação desta segunda-feira foi baseada nas delações premiadas do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado Jonas Lopes e do doleiro Álvaro Novis.

Empresário preso no Galeão

O empresário Jacob Barata Filho foi preso no aeroporto Tom Jobim, por volta das 23h30, tentava embarcar para Lisboa. De lá, os agentes o encaminharam para o Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio. O comboio da PF chegou ao IML às 23h50 e deixou o local cinco minutos depois, seguindo direto para a sede da Polícia Federal.

Jacob Barata Filho é um dos maiores empresários do ramo de ônibus do Rio de Janeiro e foi preso pela força tarefa da Lava Jato, por volta das 21h, na área de embarque. O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, com base em investigações do Ministério Público federal e da Polícia Federal que encontraram indícios que o empresário pagou milhões em propina para políticos do Rio.

A Polícia Federal estava monitorando o empresário e antecipou a prisão, que aconteceria nos próximos dias, quando foi informada que Jacob embarcaria para Portugal com passagem só de ida.

A filha do empresário, Beatriz Barata, embarcou no voo para Lisboa. Ela levava duas malas e, quando o pai foi preso, já estava dentro da aeronave. Sua bagagem foi retirada pela empresa aérea e inspecionada pelos agentes da PF. O próprio Jacob Barata Filho foi testemunha da revista realizada. Beatriz não saiu do avião e não foi informado se ela é investigada.

O casamento de Beatriz com Francisco Feitosa Filho foi alvo de manifestações em 2013, época em que iniciaram protestos em todo o país – inicialmente devido ao aumento de R$ 0,20 das tarifas de ônibus. Manifestantes foram para a porta da festa luxuosa, no Copacabana Palace, e da cerimônia, na Igreja do Carmo, no Centro.

Houve confusão quando convidados lançaram notas de dinheiro sobre os presentes no protestos. Alguns chegaram a revidar com pedradas.

Filho do ‘Rei dos Ônibus’

O pai do preso na noite deste domingo, Jacob Barata, atua no ramo dos transportes via ônibus no Rio de Janeiro há várias décadas. Ele é conhecido como “Rei do ônibus” e é fundador do grupo Guanabara, do qual Jacob Barata Filho também é um dos gestores. Várias empresas do conglomerado atuam no transporte de passageiros no Rio. Os negócios da família também já se estenderam para outras cidades, estados e meios de transporte.

O que dizem os citados?

Em nota, a defesa disse que o empresário Jacob Barata Filho estava com passagem de volta de Portugal marcada para 12 de julho, “ao contrário do que foi veiculado na imprensa”. “Ele estava realizando viagem de rotina a Portugal, onde possui negócios há décadas e para onde faz viagens mensais. A defesa do empresário irá se pronunciar assim que tiver acesso aos autos do processo”, explica a assessoria de imprensa.

O G1 entrou em contato com a assessoria da Fetranspor, mas até a última publicação desta reportagem não obteve resposta. A equipe de reportagem ainda não conseguiu contato com os outros citados.

Fonte: G1 Globo.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mensagem pela preservação da Amazônia emociona o público em Parintins

O vencedor será conhecido nesta segunda-feira (3) na cidade amazonense

A terceira e última noite do 52º Festival Folclórico de Parintins foi marcada pela emoção e grandiosidade dos bois-bumbás Caprichoso e Garantido. O vencedor será conhecido nesta segunda-feira (3). Os dez jurados avaliaram 21 itens, entre eles, lenda amazônica, cunhã-poranga, ritual indígena, boi bumbá evolução e galera, que é a torcida. O início da apuração está marcado para 11h no Bumbódromo.

O primeiro a se apresentar nesse domingo (2) foi o Garantido, que defendeu o tema “Amazônia, esperança e fé”, com uma mensagem de luta pela preservação da floresta.

A padroeira da cidade, Nossa Senhora do Carmo, foi homenageada com uma grande alegoria, emocionando o público, embalado pela voz da cantora amazonense Márcia Siqueira. Os dançarinos também surpreenderam a plateia,  com uma coreografia bem sincronizada durante a encenação de um ritual da etnia indígena Carajá. Flechas foram disparadas durante o ato.

Para o presidente do Garantido, Adelson Albuquerque, o boi vermelho demonstrou na arena que veio forte e preparado para competir.

“O Garantido se preparou, cogitava-se que ele vinha fraco. Mas eu sempre dizia: vai chegar o momento de separar os adultos das crianças, porque nós estávamos extremamente preparados para fazer essa grande festa. E não há dúvida nenhuma de que foi um momento maravilhoso na nossa vida. Com toda certeza, a união foi o básico para mantermos a harmonia entre todos os setores do boi, que hoje se transformou no encerramento maravilhoso do festival que fizemos”, ressaltou Albuquerque.

O manauara Luís Reis é torcedor do Garantido desde criança, mas esta foi a primeira vez em que assistiu ao festival em Parintins. Ele está confiante de que o boi vermelho vai ser vitorioso de novo este ano.

“A festa está linda. Um dos melhores anos, na minha opinião. O Garantido é muita emoção e o que faz a diferença é a torcida. A alegoria do Caprichoso está muito bonita. Os dois bois fizeram um grande espetáculo. Mas tenho fé em Deus que o Garantido vai levar o título este ano novamente”, afirmou o torcedor.

O Caprichoso abordou a história da arte parintinense e o protagonismo do caboclo, o homem da Amazônia. Na alegoria “O calafate”, o boi azul ressaltou o trabalho dos artesãos navais de Parintins. Um dos maiores símbolos da cidade, a Catedral de Nossa Senhora do Carmo foi também representada. A imagem da santa “levitou” sobre a arena, ao som da música Nossa Senhora, cantada pelo levantador de toadas David Assayag, emocionou o público. Outra surpresa da noite foi uma alegoria gigantesca do Boi Caprichoso, que surgiu do céu levado por um guindaste.

O presidente do bumbá azul, Babá Tupinambá, também destacou a união de toda a equipe e o esforço para trazer novidades ao festival deste ano.

“A gente prezou pela união do nosso boi, o resgate do amor pelo Caprichoso. Isso que eu trouxe para a arena: a união. Foi bonito e forte a cada dia e mostrou inovação e grandiosidade. Nós não queremos ser melhores que ninguém, nós queremos ser melhores do que nós mesmos. Agora o que jurado pensa ninguém sabe, mas nós fizemos a nossa parte. O nosso sentimento é de alegria, de vitória”, disse Tupinambá.

O parintinense Juliano Santana é fã do Caprichoso e falou sobre a importância de divulgação do festival. “O Caprichoso foi superior ao Garantido. Mas que vença o melhor. Quem ganha com isso são os visitantes. A gente tem muito orgulho de ter essa cultura espalhada para o mundo todo”.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Justiça aceita pedido de transferência de advogado preso por quebra de medida protetiva

Osmando ficará em uma cela do quartel do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4ºGBM). Operação ocorre em caráter de sigilo de justiça.

O juiz Vilmar Durval Macedo Junior, da vara da violência doméstica, acatou o pedido de transferência do advogado José Osmando Figueiredo, preso por quebra de medida protetiva. A decisão foi na tarde desta sexta-feira (30). Segundo a defesa, o advogado tem o direito de ficar preso em uma Sala de Estado Maior (cela especial).

De acordo com a decisão, o fato de registros fotográficos de Osmando terem sido compartilhados em redes sociais teve peso para a concessão da transferência. As fotos fazem parte do processo administrativo interno da Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) apenas para identificar os detentos nas unidades prisionais.

Osmando será transferido para o quartel do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4ºGBM) em uma operação em caráter de sigilo de justiça.

Prisão

Por quebra de medida protetiva em favor de Elayne Castro, ex-mulher do advogado, o juiz da vara da violência doméstica, decretou a prisão preventiva de José Osmando Figueiredo, também suspeito de tentativa de homicídio. A medida protetiva determinava que Osmando não poderia permanecer a uma distância inferior a 100 metros da ex-mulher. A prisão aconteceu na manhã de quarta-feira (28) em frente a um shopping localizado na avenida Mendonça Furtado, no bairro Caranazal, em Santarém, no oeste do Pará.

Após a prisão feita pela Polícia Militar (PM), Osmando foi encaminhado a 16ª Seccional de Polícia Civil para prestar depoimento e ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPC), órgão do Instituto Médico Legal (IML), para exame de corpo de delito.

Agressão contra a ex-mulher

No início da tarde de sábado (24), a ex-mulher do advogado, Elayne Castro, procurou a delegacia para comunicar o registro de uma ocorrência contra o ex-marido esta semana. Ela e Lázaro foram agredidos quando saíam de um show na madrugada de quinta-feira (22) em um shopping da cidade. Segundo ela, a ação criminosa foi encomendada pelo ex-marido.

Fonte: G1 .
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mulher morta a tiros dentro de casa em Sinop será sepultada em MT

O corpo de Jamille Paula Gluchowski de 33 anos será sepultado no cemitério do município de São Pedro da Cipa (região Sul do Estado), nesta segunda-feira, às 17h. O velório também será na capela mortuária daquela cidade. As informações constam no site da funerária Luz e Vida.

Ela foi atingida por tiros no interior de uma residência, localizada na rua 2, no bairro Menino Jesus 2, hoje, por volta das 4h. Uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ir ao local realizar o atendimento, porém, encontrou a mulher já sem vida.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os policiais militares chegaram ao local e encontraram o filho da vítima, 10 anos, na rua juntamente com outros populares. Ele contou aos policiais que estava dormindo no momento em que ouviu alguns disparos e correu até a sala.

Neste momento, encontrou a mãe caída no chão e sangrando. O garoto disse ter corrido para a rua pedindo socorro para os vizinhos. Segundo o documento policial, ele disse que não viu ninguém entrando ou saindo do imóvel.

Não foi confirmado quantos tiros atingiram a mulher. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso. A motivação do crime é desconhecida e passa a ser investigada.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Médico é preso acusado de estupro em Santarém

A segunda-feira, dia 03 de julho, amanheceu agitada em Santarém. Vários acidentes de trânsito e uma operação da Polícia Civil, mais precisamente pela Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente, que cumpre determinação da Justiça.

O médico Álvaro Cardoso Magalhães foi preso na operação, acusado de estupro de vulnerável e pedofilia. Junto com o médico foram presas duas mulheres que davam cobertura ao suposto crime praticado. A operação policial contou com o apoio do NAI (Núcleo de Apoio a Investigação), da Polícia Civil, que tem como titular o delegado Silvio Birro.

Nossa reportagem tentou falar com a delegada responsável pelo caso, Dra. Adriane. A mesma informou que só falará sobre o caso, em uma coletiva que será dada ainda nesta segunda-feira.

A prisão do médico Álvaro Magalhães e das duas mulheres foi decretada pelo Juiz Alexandre Rizi, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Santarém, com base em farta prova material, como fotos, vídeos e mensagens de aplicativos.

Fonte: RG 15/O Impacto
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Janot pretende se concentrar em novas delações e no caso Temer

Procurador-geral deverá buscar indícios sobre a suposta tentativa do presidente de obstruir Lava-Jato

Numa ação relâmpago na noite de quarta-feira, o presidente Michel Temer indicou a subprocuradora-geral Raquel Dodge para chefiar o Ministério Público Federal (MPF), nos próximos dois anos, numa suposta tentativa de esvaziar os poderes do atual procurador-geral Rodrigo Janot, que o denunciou por corrupção.

A decisão do presidente apressa a mudança do centro do poder no Ministério Público, mas para Janot ainda restam mais dois meses e 17 dias de mandato e uma extensa agenda de trabalho, que pode trazer ainda muitas dores de cabeça a políticos investigados por desvios de dinheiro da Petrobras e outras áreas da administração federal.

No sábado, numa palestra no 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, Janot deixou claro que “enquanto houver bambu, vai ter flecha”. O procurador-geral não pretende reduzir o ritmo de trabalho na reta final do seu mandato só porque Temer espera tratamento diferenciado da candidata que indicou para comandar o MPF, depois de ouvir conselhos do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre as flechas de Janot estarão, além da denúncia já encaminhada à Câmara, o aprofundamento das investigações de dois inquéritos já abertos e pelo menos mais um a ser instaurado contra Temer. No primeiro inquérito, 4483, o procurador-geral deverá buscar indícios sobre a suposta tentativa do presidente de obstruir a Operação Lava-Jato.

No inquérito 4327, Janot deverá apurar a participação de Temer à frente de um grupo do PMDB que, para o Ministério Público, atuou ao longo da história recente do país como uma organização criminosa incrustada no centro do poder político. O grupo teria sobrevivido aos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique, Lula, Dilma e, agora, estaria no comando do país.

Num outro inquérito, Janot investigará se supostas negociatas teriam precedido a assinatura do decreto dos portos por Temer. O procurador-geral pediu abertura do inquérito sobre corrupção e lavagem. O ministro Edson Fachin, do STF, concordou, mas antes de autorizar a investigação, pediu para que Janot se manifeste sobre a possível transferência da relatoria para o ministro Marco Aurélio. A suspeita é que Temer tenha beneficiado um grupo de empresários ao prorrogar o prazo de concessão no Porto de Santos, em São Paulo.

Na mira

No feixe de flechas de Janot estão, ainda, alguns acordos de delação a serem fechados. Na fila estão pesos-pesados como o empresário Eike Batista, o empreiteiro Fernando Cavendish, o banqueiro André Esteves, o ex-ministro Antonio Palocci e pelo menos mais dois que assombram o Palácio do Planalto: o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o doleiro Lúcio Funaro. Funaro já está em tratativas com a equipe de Janot e até colaborou em dois recentes depoimentos à Polícia Federal.

Eduardo Cunha é outro candidato a delator, embora este movimento seja visto com extrema reserva pelos investigadores. Cunha emitiu sinais de que quer colaborar com a contratação de um novo advogado. As duas partes, defesa e Ministério Público, negam o acordo. Mas pelo menos duas fontes já disseram ao GLOBO que sim, Eduardo Cunha, estaria se preparando para um acordo, que pode atingir Temer.

Numa outra frente, Janot e equipe deverão definir as principais linhas de investigação dos 76 inquéritos abertos a partir das delações de executivos da Odebrecht. As acusações dos executivos da empreiteira foram ofuscadas pelo estrondo das delações de Joesley e Wesley Batista, os donos da JBS.

As investigações estão em andamento, e Janot ainda terá papel importante nos rumos dos inquéritos contra boa parte de influentes líderes políticos acusados de receber propina da maior empreiteira do país. As acusações colocaram em xeque líderes dos maiores partidos e ainda terão repercussão, sobretudo na movimentação com vistas às eleições de 2018.

É provável também que o procurador-geral dê a palavra final sobre o acordo de delação premiada que vem sendo negociado com executivos da OAS. A tendência dessa nova leva seria ampliar as acusações da Odebrecht. Pelo menos um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) já foi mencionado nas tratativas iniciais dos delatores.

— Muita coisa aina vai acontecer antes do procurador-geral deixar o cargo — afirma um dos investigadores da Lava-Jato.

TEMOR POR MUDANÇAS

Janot e equipe querem deixar a casa arrumada. Não querem dar margem a retrocessos. Eles avaliam, no entanto, que Raquel Dodge deverá fazer profundas mudanças nas linhas de investigação adotadas até agora. Entendem que, se isso acontecer, a futura procuradora-geral deverá assumir os riscos por eventuais falhas.

Na reta final do segundo mandato, Janot deixa um legado sem paralelo na história do Ministério Público no país, o que pode aumentar a cobrança pelo desempenho de Raquel Dodge. Em quatro anos no comando do Ministério Público, Janot foi o primeiro procurador-geral a pedir o afastamento e a prisão de um presidente da Câmara e de um presidente do Senado em pleno exercício do cargo.

A partir do pedido, Cunha foi, de fato, afastado do cargo, perdeu o mandato de deputado e acabou sendo preso em Curitiba. Renan Calheiros (PMDB-AL) mantém o mandato, mas perdeu poder e não fez sucessor na presidência do Senado como seria de esperar, se não tivesse no centro das investigações da Lava-Jato.

Janot pediu ainda a abertura de investigações contra os ex-presidentes da República Dilma Rousseff, Lula, Fernando Henrique Cardoso e Fernando Collor de Mello.

O procurador-geral também pediu e obteve, de uma única vez, a abertura de 76 inquéritos no Supremo Tribunal Federal contra líderes políticos dos maiores partidos do país. Nenhum outro antecessor foi tão longe.

Depois que deixar o cargo de procurador-geral, Janot deve usufruir de seis meses de licença a que tem direito. O procurador deve viajar para fazer um curso no exterior e, em seguida, retoma ao trabalho. Por enquanto, a aposentadoria não está nos planos dele. Mesmo fora do comando do Ministério Público, como procurador Janot ainda terá muitas flechas à disposição.

Fonte:     ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br