Fogo contra fogo: Entenda porque os carros do Ibama foram queimados no Pará

Uma carreta carregada com cerca de dez veículos alugados pelo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) foi incendiada perto da localidade de Cachoeira da Serra, Sudeste do Pará, na rodovia BR-163 na noite de quinta-feira (6). O veículo estava estacionado em um posto de combustível. Segundo o IBAMA, além da carreta, pelo menos oito caminhonetes novas que seriam usadas pelo instituto foram destruídas pelas chamas, mas não há informações de feridos. As causas do incêndio ainda não foram divulgadas.

Como mostro sempre aqui nesta página, e no www.desambientalismo.com, as operações de fiscalização do Ibama na Amazônia tem o foco exclusivo na asfixia da economia tradicional. Ocorre que em muitas regiões da Amazônia, entre elas a região da BR 163, a economia tradicional é a única fonte de emprego e renda disponível.

Repressão ambiental na Reserva Biológica do Gurupi criada sobre região ocupada por colonos amazônidas:

https://youtu.be/E4HVapbfjG4

Nunca houve por parte do movimento ambientalista, seja governamental ou não governamental, nenhuma preocupação com a substituição da economia de fronteira, que gera desmatamento, por outra economia sustentável que pudesse absorver os empregos perdidos com o fechamento de serrarias e embargo de áreas.

Relato de uma amazônida de Boca do Acre, no Amazonas:

 

https://youtu.be/GCd82pSLC5Qaa

Na região da BR-163, por exemplo, o Governo criou em 2006 várias unidades de conservação no bojo de um plano chamado Plano de Desenvolvimento Sustentável da BR- 163.

Inicialmente o plano previa ações de incentivo a exploração sustentável de madeiras nas Unidades de Conservação que seriam concomitantes às ações de repressão da economia tradicional. Mas o estado brasileiro nunca implementou as ações de incentivo, emboras as ações de asfixia da economia tradicional sejam frequentes.

Repressão ambiental no estado do Acre:

https://youtu.be/EuFx5UYVkps
No município de Novo Progresso, um dos maiores da BR-163, não há hospitais ou escolas públicas de qualidade. A repartição pública melhor estruturada no município é o escritório de Ibama. Não há ambulâncias na cidade, mas o escritório do Ibama dispõe de helicópteros. A segurança pública não tem carros, mas o Ibama tem vários.

Repressão ambiental na região de Marabá, no Pará:

https://youtu.be/SLMDSwg1VVw

Além disso, as operações do Ibama são eivadas de violência e arbitrariedades. Os fiscais se acham guerreiros de guerra santa contra os destruídores da Amazônia, o que os autoriza a cometimento de arbitrariedades. Mostrei aqui, que até jornalistas que tentam cobrir as operações são violentados pelos fiscais.

A primeira reação da Presidente do Ibama, Suely Araújo, ao tomar conhecimento do incidente com os carros em Cachoeira da Serra, foi mandar suspender as licenças de todas as serrarias da região, inclusive as que operam legalmente. Uma arbitrariedade que gerará mais desemprego e revolta na região.

O Ibama tem se valido de uma interpretação canhestra da Lei nº 9.605 e do Decreto nº 6.514 para apreender e queimar, veículos, casas e até prédios suspeitos de serem usados em atividades ilegais. O ambientalismo radical luta uma guerra santa na Amazônia contra os amazônidas.

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Prédio incendiado por agentes do Ibama e Polícia Federal em uma das regiões mais pobres do Maranhão. Foto tirada em junho de 2016 por Felipe Werneck – Ascom/Ibama

A reação do povo da Amazônia não é novidade. Carros do Ibama já foram queimados em Paragominas, Novo Progresso e Tailândia, no Pará, em Buritis, em Rondônia, em Buriticupu, no Maranhão, em Marcelândia, em Mato Grosso.

O problema é visto como efeito colateral pelos ambientalistas do Governo:

https://youtu.be/082bJw6B7N4

A região onde os veículos foram incendiados tem sido alvo de bloqueios diários por parte da população local, em reação ao veto do Presidente Michel Temer a uma medida provisória que ajustava uma unidade de conservação à ocupação humana que já existia por ocasião de sua criação em 2006. Os ambientalistas são contra. Querem que as pessoas sejam expulas de suas terras. As pessoas não querem ser expulsas do local onde vivem.
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Os ambientalistas do governo (leia-se Ibama, ICMBio e Ministério do ½ Ambiente) reconhecem a necessidade da Medida Provisória vetada. A exposição de motivos que acompanhou a medida por Temer reconhecia que o acirramento dos conflitos envolvendo o Ibama e a população local, tanto na gestão das áreas protegidas, como na execução das ações de repressão, havia resultado em “uma escalada na violência contra agentes públicos, com o aumento de confrontos armados, emboscadas, e infelizmente mortes”.

O povo da Amazônia está sendo violentado pelas ações do Ibama. A reação é natural.

O que aconteceu em Cachoeira da Serra foi um crime. O que o Ibama faz na Amazônia também é um crime. Na minha opinião, todos os criminosos devem ser punidos.

Fonte: Codigo Florestal.
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Casal foi preso pela Policia Militar suspeitos de tráfico de drogas no garimpo Patrocínio

Na manhã deste sábado (8) foram presos Edney Junior da Costa Alves, vulgo neném, de 32 anos e Ingridy Suhian da Silva Fernandes de 22  anos pela GUPM Composta pelos guerreiros Sargentos Adelson, Renúbio, D. Silva, Caboe Francieude  Tavares e Soldado Laudenir.

Com o casal suspeito de estar traficando no garimpo Patrocínio, região garimpeira do município de Itaituba, sudoeste do Pará, foi encontrada uma certa quantidade  de drogas, uma pistola 7.65 Taurus e uma quantia de dinheiro.

O casal esta sendo encaminhados para prestar depoimento  na 19° seccional,  para as devidas providências cabíveis. A previsão  da chegada deles é   no final da tarde deste sábado.

Fonte: Tv Online Itaituba – Rota da Madrugada
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Preso em condicional é executado dentro de casa em Belém.

Um preso em liberdade condicional foi executado no final da noite deste domingo (9), no município de Marituba, Região Metropolitana de Belém. A vítima, Olivaldo Barbosa Cavalcante, de 30 anos, vulgo Robson, teve acasa invadida pelos assassinos.

O caso ocorreu por volta das 22h, na passagem Jerusalém, bairro São Pedro. Pelo menos duas pessoas invadiram o imóvel, surpreendendo Olivando e disparando diversas vezes contra ele. Os executores fugiram do local em um veículo de cor preta, sem identificação.

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Olivaldo respondia por tráfico de drogas e estava em liberdade condicional. Entretanto, a Polícia Civil identificou que, mesmo já respondendo a um processo, ele continuava a vender entorpecentes, fato que pode ter ligação com a motivação do crime.

Fonte: DOL.
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Nota de Esclarecimento-SIMASPA

Nota de Esclarecimento:

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Lei de limites do parque nacional para viabilizar ferrovia Sinop-Miritituba deve ser editada esta semana

O deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Nilson Leitão (PSDB) apontou, em entrevista, ao Só Notícias, que o presidente Michel Temer (PMDB) deve editar um lei complementar para resolver o problema dos limites do Parque Nacional do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, esta semana. Ele vetou, no mês passado, integralmente, a Medida Provisória 756/16 que altera os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, desmembrando parte de sua área para a criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do parque. As mudanças ambientais estariam ligadas a viabilização do traçado da ferrovia Sinop-Mitirituba, a Ferrogrão, que será feita pela iniciativa privada.

“Existe um comprometimento do presidente [Michel Temer], em editar uma lei complementar resolvendo o problema dessa reservas, que deve ocorrer na próxima semana. Isso era para ocorrer na semana passada, mas como não deu certo a população se sentiu traída. Não tiramos a razão e entendemos perfeitamente. É necessário convencer o Planalto editar essa medida, esta semana. Nós estamos cobrando todo os dias e esperamos que isso seja regularizado o mais rápido possível. Os bloqueios até ajudam fazer pressão ao governo, mas é necessário ter paciência para seguir o andamento do processo, que é burocrático”, confirmou Leitão.

Na semana passada, entidades bloqueiam vários trechos da BR-163 contra o veto de Temer, as mudanças na área ambiental, regularização fundiária dos assentamentos, presença de representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da superintendência da secretaria de Meio Ambiente do Pará (Sema). As interdições ocorreram no pontos conhecidos como Quilômetro Mil, Pró-Leste, Moraes de Almeida, Caracol, Trairão e Miritituba.

Lideranças em Novo Progresso, por exemplo, apontam que a alteração prejudicaria já que o projeto da construção da ferrovia, que liga Sinop ao Porto de Miritituba (que será feita por grandes empresas do agronegócio). Um dos líderes do manifesto aponta que, “devido a passagem da Ferrogrão foi ‘barganhada’ uma área do parque por uma área produtiva do município” o que pode resultar na “falência do principal setor que movimenta o comércio. Ficarão apenas 3,9% das áreas do município para produção agrícola. Ou seja, mais de 230 mil hectares de terras produtivas vão virar área de preservação ambiental e não existe projeto para beneficiar os agricultores e a cidade”.

As principais diferenças de uma Flona para uma APA são que a floresta nacional permite apenas a presença de populações tradicionais, sendo que as áreas particulares incluídas no seu limite devem ser desapropriadas. A APA admite maior grau de ocupação humana e a existência de área privada.

Conforme Só Notícias já informou, a medida altera os limites do Parque Nacional do Parque Nacional do Jamanxim e cria a Área de Proteção Ambiental Rio Branco para ser construída a ferrovia, chamada de Ferrogrão, que será construída paralela a BR-163, começando em Sinop e indo até Miritituba, no Pará, e será construída por grandes empresas no agronegócio. Temer vetou mudança, feita pela Câmara, que aumentou em 100 mil hectares a transformação em APA no Parque Nacional do Jamanxim, que não estava na proposta original.

Fonte: Só Notícias.
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Inflação mantém ritmo de queda no Pará, diz pesquisa

O custo paraense da construção, por metro quadrado, caiu para R$ 1.034,44

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a Caixa, voltou a desacelerar em junho e fechou o mês com variação de -0,04% no Pará. O resultado mantém o ritmo de queda desde o último mês de março, que registrou variação negativa de 0,27%. Em abril, o índice foi de -0,13% e, em maio, -0,25%. Já na comparação com o mesmo mês de 2016, o indicador atual surge 0,45 ponto percentual (p.p.) a menos. Naquele mês, a inflação calculada foi de 0,41%.

Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, a variação no Estado chega a 3,22%. Em junho de 2016, a variação acumulada no Estado era de 11,19%. Já no ano, o índice inflacionário do Pará é o mais baixo do País, com variação negativa de 0,72% – ante 2,90% do primeiro semestre de 2016. Em todo o Brasil, os índices apontados no Sinapi são de 0,38% no mês, de 1,87% no ano e de 3,86% nos últimos 12 meses.

O custo paraense da construção, por metro quadrado, que em maio fechou em R$ 1.034,86, caiu em junho para R$ 1.034,44, sendo R$ 420,46 relativo aos materiais e R$ 653,29 à mão de obra. No mês anterior, os respectivos valores eram de R$ 421,47 (-0,24%) e R$ 651,99 (+0,20%). Ainda para efeito de comparação, o custo médio dos materiais de construção no Estado do Pará há um ano era de R$ 427,32, uma diferença de R$ 5,85 com o preço médio atual.

Em relação à mão de obra, houve alta no mesmo período, de R$ 57,64. O custo pelo serviço em junho de 2016 era R$ 595,65. Ambos os custos totalizavam, há um ano, R$ 1.022,97 o preço médio da construção no Pará do metro quadrado.

Já o custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 1.042,69, em maio, para R$ 1.046,68, em junho. Desse total, R$ 536,28 relativos aos materiais e R$ 510,40 à mão de obra. A parcela dos materiais se manteve estável, com apenas 0,01%, enquanto no mês anterior ocorreu alta de 0,34%. Por outro lado, a mão de obra subiu para 0,78%, bem mais do que a taxa de 0,26% de maio. Com isso, o primeiro semestre do ano fechou em apenas 0,96% no caso dos materiais, enquanto a mão de obra subiu 2,89%, taxas significativamente menores quando comparadas aos acumulados dos primeiros seis meses de 2016, que atingiram, respectivamente, 4,23% e 7,10%. Em relação aos últimos doze meses, os materiais ficaram em 1,47% e mão de obra em 6,50%.

Influenciada pela alta na parcela dos materiais nos seus estados e a variação captada na mão de obra no Distrito Federal, resultante de dissídio coletivo, a Região Centro-Oeste apresentou a maior variação regional em junho, 0,82%. E o Acre foi o Estado com a mais elevada variação mensal (2,82%).

Fonte: ORMNews.
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Turismo interno aumenta 16% no Pará durante julho, aponta Sebrae

Turismo interno movimenta economia e aumenta consumo em 10%, segundo pesquisa.

O turismo interno aumenta 16% no Pará em julho, segundo estimativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e provoca alta de consumo de 10%. O aumento se dá na compra de roupas, acessórios, alimentos e bebidas.

O estudo também traz os dez destinos mais procurados pelos turistas no Estado, “um alerta para as micro e pequenas empresas dessas regiões turísticas”. Os mais procurados são Salinas, Mosqueiro, Marudá, Marajó, Cametá, Outeiro, Alter do Chão, Praia de Tucunaré (Marabá), Praia de Caripi (Barcarena), Ajuruteua (Bragança) e Algodoal (Maracanã).

Ainda segundo o estudo, 80% dos paraenses pretendem viajar nos fins de semana de verão; mais de 1/4 dos paraenses veem a praia como o principal atrativo da estação; 20% dos entrevistados afirma participar de algum festival de verão; seis em cada dez paraenses pretendem viajar para destinos regionais em julho; cidades com praias são as favoritas (30%), seguidas pelas cidades com rios (26%) e cidades com clima mais pacato e interiorano (25%).

Fonte: G1 PA.
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‘Racha’ entre veículos conduzidos por jovens, em Santarém, acaba em grave acidente

Seis pessoas estão envolvidas. O condutor de um dos veículos participantes do ‘racha’ está em estado grave.

Um acidente envolvendo dois carros aconteceu na madrugada deste domingo (9), na avenida Sérgio Henn, em Santarém, oeste do Pará. Segundo informações da Polícia Civil, os condutores estavam praticando um “racha” quando se chocaram e um dos carros capotou.

Em cada veículo haviam três pessoas. Gabriel era o condutor do carro que capotou e segundo informações do Hospital Municipal, o estado mais grave é das vítimas que estavam no carro de Gabriel.

Segundo o delegado Jamil Casseb, da Polícia Civil de Santarém, um dos motoristas não possui Carteira Nacional de Habilitação e estava embriago. “Tudo de errado na conduta de um condutor de automóvel foi praticado ontem à noite. Um racha foi responsável por ferimento de várias pessoas, dentre eles, um que está evoluindo a óbito. Os carros também estavam em péssimas condições de trafegabilidade também”, comentou o delegado.

Os motoristas serão autuados em flagrante por dolo eventual, que segundo a legislação penal brasileira, é um tipo de crime que ocorre quando o agente, mesmo sem querer efetivamente o resultado, assume o risco de produzi-lo.

Fonte: G1 Santarém.
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Polícia Federal realiza a perícia nos veículos do Ibama incendiados em Cachoeira da Serra

Equipe de policiais de Sinop, do Mato Grosso, estão realizando a perícias os carros que foram incendiados na última quinta-feira (6), no sudoeste do Pará.

A Polícia Federal iniciou neste sábado (8) a perícia nos carros do Ibama que foram incendiados na localidade de Cachoeira da Serra, em Altamira, no sudeste do Pará. O trabalho está sendo feito por uma equipe de policiais de Sinop, em Mato Grosso. a PF tenta localiza o proprietário do caminhão que transportava os veículos.

Oito caminhonetes que seriam entregues à sede do instituto em Santarém, no oeste do Pará, foram incendiadas na BR-163 nesta quinta-feira (6). O crime ocorreu em um posto de gasolina na localidade de Cachoeira da Serra, que fica perto da Floresta Nacional do Jamanxim, a 1.824 quilômetros de Belém.

Segundo o Ibama, os oito veículos incendiados seriam entregues em Santarém, com o objetivo de renovar a frota do Instituto no combate ao desmatamento ilegal. Depois do ataque, o Ibama determinou o bloqueio preventivo de serrarias de novo progresso, impedindo que elas acessem o sistema que emite documento de origem floresta (DOF).

Fonte: G1 PA.
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Prática de esportes radicais é a pedida do verão paraense

Reportagem mostra como é a prática de wakeboard no Rio Maguari.

Os rios e as praias de água doce do Pará são cenários para a prática de esportes radicais durante o verão paraense. A repórter Larissa Noguchi embarcou em uma aventura e mostra como é a prática de wakeboard.

O ponto de partida é em um furo do Rio Maguari, em Belém. A paisagem é inspiradora: ribeirinhos e um rio quase sem fim.

A prancha usada no wakeboard é de acordo com peso e altura da pessoa, que é puxada por uma corda. Esse cabo tem de 15 a 20 metros e possui uma base pra se segurar bem firme

No barco, Larissa segue as orientações do instrutor, coloca o colete salva-vidas e é a primeira a entrar no rio. Nas duas primeiras tentativas ela não consegue levantar, conta que é preciso técnica!

“Na terceira, quando eu estava pegando o jeito, senti uma dor na coxa. Aí fica a dica: não vá além do limite do seu corpo”, afirma a repórter, que deixou para quem é craque mostrar o wakeboard.

Os praticantes do esporte capricharam nas manobras. A ideia é se equilibrar nas marolas da lancha.

Para o químico Fred Giusti foi fácil. Ele já surfa há anos e agora pegou carona no wakeboard pelos rios da Grande Belém.

Já Max fez manobras bem mais radicais. Passava de um lado pro outro e saltava nas marolas! Os movimentos têm a mesma pegada do skate e do surf.

A equipe do wakeboard encontrou na água o publicitário Noélio Sobrinho e praticantes do Stand Up Paddle. O esporte também vem do surf, só que com uma prancha bem maior que oferece mais estabilidade e um remo.

Os iniciantes começam de joelhos primeiro pra depois subir. Depois de ficar em pé, é só partir para as remadas e curtir a paisagem.

Quem nunca fez estes esportes radicais, mas tem vontade de aprender, é só colar no projeto Minha Praia que as pranchas estarão disponíveis você se desafiar! Além de outros esportes radicais nos balneários que o projeto vai percorrer.

Fonte: G1 PA.
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