Chacina no Pará: depoimentos indicam que polícia agia em associação com fazendeiros

A propriedade foi herança de Honorato Babinski a sua esposa Maria Inez Resplande de Carvalho e três filhos. A fazenda Santa Lúcia está no nome de um deles, Honorato Babinski Filho.

Essa não foi a primeira vez que a polícia matou dentro das terras da família Babinski. Em 2013, em caso que ocorreu na fazenda Pantanal, de Maria Inez Resplande de Carvalho, testemunha afirma que a pecuarista pagou um agente da polícia civil para retirar posseiros de sua terra. Dias depois, em ação na mesma propriedade, outro grupo da polícia civil atirou e matou o funcionário que teria feito o pagamento.

A denúncia sobre o suposto pagamento de propina é um dos elementos da investigação que busca descobrir se um grupo da polícia civil paraense estaria trabalhando ilicitamente na defesa dos interesses dos Babinski.

A testemunha, Elizete Gomes da Silva, falou com exclusividade à Repórter Brasil. Seu depoimento foi colhido pelo promotor Alfredo Amorim, responsável pela investigação sobre a chacina no Ministério Público Estadual. O caso está sendo investigado também pela Polícia Federal.

Elizete está expondo sua vida ao denunciar a suposta corrupção policial em Redenção, cidade onde vive. Ela foi a única entrevistada pela reportagem que concordou em publicar seu nome junto com as denúncias sobre a polícia. O medo ronda as testemunhas e pessoas que têm informações sobre a chacina. Há atualmente seis sobreviventes no programa de proteção à testemunhas.

Apesar da presença da Polícia Federal na região, o conflito continua a se desenrolar. Na última sexta-feira, 7 de julho, houve mais um assassinato relacionado à fazenda Santa Lúcia. Rosenildo Pereira de Almeida levou três tiros na cabeça na cidade de Rio Maria, a cerca de 60 quilômetros de Pau D’Arco. Ele era uma das lideranças do acampamento montado na fazenda Santa Lúcia depois da chacina. Segundo a Comissão Pastoral da Terra, Rosenildo recebia ameaças para abandonar a ocupação.

“Produtores rurais, fazendeiros, policiais e bombeiros, vocês não estão sós nessa guerra”, disse o deputado estadual soldado Tércio Nogueira (PROS/PA), seguido por aplausos. Na plateia, faixa dos policiais militares inativos de Redenção anunciava “apoio aos companheiros do episódio Santa Lúcia em Pau D’arco”.

Também estava presente ao ato o deputado federal Éder Mauro (PSD/PA), que foi investigado por tortura em processo arquivado pelo Supremo Tribunal Federal. Ele foi o mais votado do Pará em 2014 e integra a chamada bancada da bala.

De volta à Assembleia Legislativa, em Belém, Éder Mauro bateu boca e teve que ser contido pelos presentes para não agredir o deputado estadual Carlos Bordalo (PT/PA). Presidente da Comissão de Direitos Humano, Bordalo foi um dos responsáveis pela confecção do relatório sobre a chacina.

Uma das conclusões do documento foi a menção às possíveis motivações da violência contra os trabalhadores: “é plausível afirmar que a operação tinha o propósito velado de desmantelar qualquer capacidade de rearticulação da ocupação favorecendo os pretensos proprietários e encerrando de vez o conflito agrário”.

O novo assassinato no dia 7 de julho é um indicativo de que a investigação ainda não chegou aos culpados pelo crime. Segundo a Liga dos Camponeses Pobres, organização da qual o trabalhador assassinado fazia parte, Rosenildo participara da reconstituição do crime que ocorreu dias antes no local, com a presença das policias federal, civil e militar.

Fonte: campoemguerra.
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Ministério recua de portaria que fala de ‘integração’ de índios e quilombolas

Alvo de críticas e de um pedido de esclarecimentos enviado pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o Ministério da Justiça informou à Folha nesta quarta-feira (12), por meio de sua assessoria, que deverá ser publicada uma nova portaria para substituir a que fala de ações para a “integração social” de índios e quilombolas.

A portaria criticada, datada do último dia 6, foi assinada pelo ministro Torquato Jardim e instituiu um grupo de trabalho com a finalidade de “formular propostas, medidas e estratégias que visem à integração social das comunidades indígenas e quilombolas”.

O grupo seria formado por cinco pessoas, das quais duas eram policiais, um da Rodoviária Federal e outro da Polícia Federal. O grupo, que poderia “convocar e convidar técnicos e servidores para apresentarem análises e relatórios necessários”, teria 15 dias para apresentar um “plano de trabalho”.

Segundo a assessoria, uma nova portaria deverá ser publicada no “Diário Oficial” desta quinta-feira (13). O texto não foi antecipado.

O documento do dia 6 teve grande repercussão negativa entre indigenistas, antropólogos e indígenas. Nesta quarta-feira, o subprocurador da República Luciano Mariz Maia, coordenador da a 6ª Câmara de Coordenação e Revisão da PGR afirmou em ofício a Torquato Jardim que “aparentemente, a instituição de grupo com objetivo de ‘integração social’ dos índios e dos quilombolas viola a ordem constitucional e tratados internacionais de direitos humanos”.

“Tendo em vista que a Constituição reconhece a República Federativa do Brasil como um Estado pluriétnico e multicultural, o que também é implementado pela Convenção nº 169 da OIT (ratificada pelo Decreto nº 5.051, de 19 de abril de 2004), estão absolutamente superadas as políticas de assimilação e integração de grupos minoritários”, escreveu Maia.

Tais políticas, segundo o subprocurador, estavam ” previstas anteriormente em dispositivos não recepcionados da lei nº 6.001/73 (Estatuto do Índio)”.

O subprocurador também anotou que não há indígenas no grupo de trabalho que tratará de interesse direto dos povos indígenas, “o que também indica violação à autonomia e à auto-organização, bem como ao direito de consulta livre, prévia e informada, conforme previsto na Convenção 169 da OIT”.

Maia encaminhou ao ministro da Justiça uma série de dúvidas, como os fundamentos para a criação do grupo, “as justificativas fáticas antecedentes para sua criação”, os critérios para a composição do grupo e “especialmente para a não participação de índios e quilombolas”.

Procurado pela Folha, o Ministério da Justiças informou, em nota: “O Brasil tem um compromisso histórico e a obrigação constitucional de cuidar das demandas indígenas. Uma opção compatível com os pilares da gestão pública eficiente é criar um grupo de trabalho multidisciplinar para encontrar soluções viáveis às demandas existentes, muitas que remontam há anos. A portaria será republicada amanhã [13] com redação em conformidade com as orientações deste Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os grupos de trabalho foram organizados a partir de indicações feitas pelos órgãos internos, donde natural a participação de todas as carreiras que compõe seu quadro de servidores”.

Fonte: Folha de São Paulo.
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Usuário reclama de maconha vencida e denuncia traficante para a PM em Minas O suspeito de tráfico foi flagrado com um cigarro de maconha, R$ 85 em dinheiro e um celular

Insatisfeito com a qualidade da maconha comprada em Cataguases, na Zona da Mata mineira, um homem ligou para a Polícia Militar e denunciou o traficante, que acabou detido pela corporação na última terça-feira.

Segundo a PM, o comprador da droga resolveu denunciar o tráfico nas imediações de um posto de saúde da cidade pelo 190 após comprar a droga que ele considerou vencida e de má qualidade.

Na denúncia feita por telefone, o comprador afirmou que o traficante estava oferecendo cigarros de maconha para os transeuntes já prontos para uso e embalados em um plástico transparente.

Já conhecendo o homem apontado pelo denunciante, os militares foram ao local e não encontraram o vendedor de drogas no ponto informado, mas aumentaram o rastreamento e conseguiram localizá-lo em um beco próximo.

Ele ficou nervoso com a situação e acabou flagrado com um cigarro de maconha, R$ 85 em dinheiro e um celular, o que para a Polícia Militar caracterizava a venda da droga no varejo. Segundo a corporação, o homem começou a se contradizer quanto à procedência do material e não soube explicar o que faria com a maconha.

Os policiais fizeram mais levantamentos e descobriram uma ocorrência de tráfico em que o jovem de 19 anos já tinha sido preso. Ainda segundo a PM, o pai dele foi chamado no local e reprovou a atitude do filho.

Fonte: Diario de Pernambuco.
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Carteira de motorista vencida vale como documento de identificação

Os cidadãos agora podem utilizar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida como documento de identificação.

A decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em 29 de junho deste ano, atesta que a validade se refere apenas à vigência da permissão para dirigir e dos exames de aptidão.

O presidente do Contran, Elmer Coelho Vicenzi, explicou que a proposta, coordenada pelo Ministério das Cidades, partiu de dúvidas da população.

“Foi observado que havia opiniões divergentes na sociedade, pontos de vista conflitantes. A população queria saber se a CNH vencida poderia valer como documento de identificação. A questão então foi levada à consultoria jurídica”, contou. “Entendeu-se que a CNH vale como documento de identificação, mesmo se vencida, afinal os vários elementos de segurança, cerca de 28, dão confiabilidade à carteira.”

Segundo o presidente, não há prazo para a CNH ser usada como documento de identificação. “É uma decisão que, acredito, favorece toda a sociedade. Acaba com uma controvérsia, uma situação que ficava ao julgo das pessoas. Vantagem, a principal foi a segurança jurídica”, atesta.

Fonte: Portal Brasil.
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Irmã reencontra jovem que saiu do Pará e se perdeu em Goiânia

Danilo Conceição tem problemas mentais e deixou o estado natal após desentendimento com cunhado. Amigo viu reportagem no G1 e avisou a família.

A administradora de empresas Ivani Barbosa dos Santos, de 30 anos, reencontrou o irmão, Danilo Conceição da Silva, de 22 anos, que saiu do Pará e estava perdido em Goiânia. Ele, que tem problemas mentais, estava na Casa da Acolhida e não conseguia dar muitas informações sobre os familiares. Segundo a mulher, um amigo recebeu a reportagem do G1 Goiás sobre o caso e avisou aos parentes.

Ivani conta que Danilo morava em Tucumã, no Pará, com uma irmã e um cunhado. Porém, após um desentendimento, saiu de casa. O jovem foi visto pela última vez no dia 24 de junho, mas ninguém sabe há quanto tempo ele estava na capital goiana.

“Ele já tinha morado comigo há cinco anos, quando meus pais se separaram, então ele decidiu vir, mas ninguém sabia disso. Quando ele desapareceu, ficamos sem saber nenhuma informação, fizeram várias buscas na cidade onde ele morava e nada”, contou.

Após a reportagem contando que rapaz foi encontrado por um mototaxista e procurava pela família, um amigo da família que mora no Pará recebeu o link e entrou em contato com Ivani.

“Fomos na Casa da Acolhida na noite de quinta-feira [13] mesmo. Ficamos muito felizes em encontrá-lo. Agradeço muito pela matéria, porque só assim soubemos que ele estava em Goiânia, e não no Pará, como pensávamos”, disse a irmã de Danilo.

Ela também reforça sua gratidão a quem ajudou o irmão: “Principalmente o mototaxista que ajudou o Danilo. É bom saber que existem pessoas boas nesse mundo ainda”.

Confusão

Quando foi levado para a Casa da Acolhida, Danilo falava que sua irmã morava no Jardim América. Mas, segundo Ivani, que mora no Setor Cristina, na realidade ele estudou no Colégio Jardim América no período em que morou em Goiânia, o que pode ter levado a essa confusão.

Agora, aliviada com o reencontro, Ivani conta que ainda está avisando os amigos e familiares que fizeram campanha para encontrar Danilo. O jovem deve voltar ao Pará, onde vai morar com o pai.

“Ele tem um problema mental e precisa de acompanhamento. E aqui em Goiânia, como os irmãos que moram aqui trabalham, passam muito tempo fora, não temos condições de cuidar dele como ele precisa. Então ele deve morar com o meu pai em Tucumã”, completou.

Fonte: G1 .
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Governo do estado garante recurso para recuperar transgarimpeira

No período de inverno os moradores das comunidades da Trans-garimpeira sofreram muito com as precárias condições da estrada. São 192  KM de uma via estadualizada que vai de Moraes Almeida ao distrito de Creporizão, mas o governo estadual garantiu que nesse período de verão será feito  a recuperação de toda extensão da estrada.

Em conversa  com o deputado Hilton Aguiar ele disse que foi liberado o  recurso no valor de 12 milhões e meio de reais do estado  para a recuperação da estrada trans-garimpeira.

Os serviços de recuperação da rodovia estadual deve acontecer ainda este ano,disse.

Fonte: http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva.
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Prestação de contas, suspensão de carteiras e pesca predatória serão temas de uma assembleia que será realizada pela colônia de pescadores de itaituba.

A assembleia da colônia Z 56 será realizada neste sábado a partir das 8 horas da manhã na sede do SINTEPP, a prestação de contas e a suspensão das carteiras dos pescadores serão algumas das pautas da reunião.

Após a assembleia haverá também uma palestra com representantes da secretaria de meio ambiente e do instituto Chico Mendes de conservação da Biodiversidade sobre a as leis ambientais e preservação das espécies de peixes existentes na região.

Uma outra preocupação da presidência da colônia Z 56 é com a pesca predatória que estaria acontecendo no rio Tapajós o que poderá comprometer no futuro a existência de algumas espécies de pescado.

Fonte: http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva.
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O vice presidente da amot disse em entrevista que pressão internacional está obrigando o governo federal a intensificar as fiscalizações na região amazônica.

De acordo com o advogado e vice  presidente  da Associação de Mineradores de Ouro do Tapajós,  a intensa fiscalização feita pelo IBAMA na região é resultado da pressão que o governo federal está recebendo de Países  que liberaram recursos para a preservação da Amazônia e agora estariam cobrando uma resposta da união.

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Segundo José Antunes, com a pressão internacional, o governo federal está intensificando as fiscalizações em cima da exploração mineral da região da região, o vice presidente da AMOT também alerta para os riscos de confronto entre trabalhadores e agentes de fiscalização.IMG-20170707-WA0143

Fonte: http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva.
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Capturadas duas suspeitas de furtar bolsa de 5 mil reais, em Santarém

Proprietária do estabelecimento que teve o objeto furtado, acionou a Polícia. Outros dois envolvidos estão foragidos.

Dois dos quatro suspeitos de furtar uma bolsa de R$ 5 mil em um shopping em Santarém, oeste do Pará, foram capturadas na manhã desta sexta-feira (14). Raniele Miranda, de 28 anos, e Elane Cristina foram reconhecidas pela proprietária da loja, que acionou a polícia.

Elane Cristina disse que não furtou a bolsa, pois não há provas no filme da câmera de segurança do complexo comercial. “Na filmagem eu não pego a bolsa. Não posso ser acusada disso. Eu tenho vínculo com a acusada, mas não roubei”, declarou.

Já Raniele Miranda disse que praticou o furto porque o homem envolvido estava ameaçando-a de morte. “Eu tenho uma situação com ele. Se eu não furtasse a bolsa ele iria me matar”, afirmou.

Os outros dois foragidos, uma mulher e um homem, já foram identificados e a polícia trabalha na tentativa de capturá-los. A foragida já tem passagem pela polícia segundo o delegado Jamil Casseb. “O grupo já é caracterizado como quadrilha. Eles atuam de forma em que uns distraem enquanto os outros realizam o furto. Donos de estabelecimentos devem estar atentos a essa prática”, alertou o delegado.

O crime foi classificado como crime furto qualificado e associação criminosa. Raniele e Elane serão encaminhadas para a realização de procedimentos judiciários. O produto furtado (bolsa) está apreendido para perícia.

Fonte: G1 PA.
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Cantoras choram ao lembrar de pai garimpeiro enterrado como indigente

Simone e Simaria contaram a história sofrida da infância e lembraram a morte do pai

Simone e Simaria têm a simpatia com uma das grandes virtudes. Sempre com sorrisão estampado e prontas para brincar a todo momento, é raro ver as irmãs tristes com algo. Um dos assuntos, porém, que mexe com a dupla, é a morte do pai.

Em entrevista ao “Conversa com Bial”, na noite desta última quinta-feira (13), a duas caíram no choro ao lembrar o assunto.

“Meu pai faleceu há 22 anos, de repente. A gente não esperava. Meu pai era incrível. Éramos apaixonadas por ele. Vivemos com ele num garimpo, num lugar perigoso. Tinha uma disputa por diamante. A  gente acordava e via gente morta no chão, com tiro na cabeça; o lugar era violentíssimo. Víamos nosso pai ali, sofrendo, tentando uma pedra preciosa para dar uma vida melhor para a sua família. Infelizmente não deu tempo, Bial”, afirmou Simaria, enquanto Simone chorava baixinho.

A cantora sertaneja contou ter feito uma promessa para o pai quando ele morreu. “Ele foi enterrado como indigente e lá choveu muito e está complicado de encontrar o corpo. A enxurrada levou todas as covas. Tem que exumar todos os corpos. É todo um processo. Quando ele morreu, eu ia fazer 11 anos e eu era louca por ele. Aí quando ele faleceu, eu fui dormir e via ele deitado do meu lado como se ele estivesse me olhando. E eu disse: ‘no dia que eu fizer sucesso, pode custar o dinheiro que for, eu venho te tirar desse lugar’”, completou.

Ela também detalhou algumas dificuldades da infância difícil. “Minha mãe lavava a roupa no rio para colocar comida em casa. A gente tem tanta história que precisaria de milhões de programas para contar. E de certa forma, encoraja as pessoas que têm medo de partir para a luta, de buscar o novo”, reforçou.

Fonte: Notícias
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