Traficante preso em Sorriso movimentou R$ 1,2 bilhão e acumulou US$ 100 milhões em bens, diz PF

Luiz Carlos da Rocha, o ‘Cabeça Branca’, que era o traficante mais procurado pela Polícia Federal e foi capturado recentemente em Sorriso, onde também residia, teria movimentado, durante 20 anos de atividade ilícitas, mais de R$ 1,2 bilhão. A estimativa foi divulgada pela Polícia Federal e publicada pelo jornal O Globo. As investigações apontaram ainda que ele reuniu uma fortuna de 100 milhões de dólares (aproximadamente R$ 320 milhões).

Conforme a publicação, Cabeça Branca abastecia mensalmente, com ao menos cinco toneladas de cocaína pura, países na Europa, África e Estados Unidos. Também seria o principal “fomentador da guerra travada entre quadrilhas rivais de criminosos no Rio e em São Paulo, fornecendo cocaína mais barata e sem tanta pureza para bandidos ligados às maiores facções do país”.

Para conseguir sucesso na empreitada, cita a reportagem, o traficante teria “comprado” senadores e deputados no Paraguai, além de servidores públicos estaduais e federais em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Para a Polícia Federal, ele também pagava pelo apoio de funcionários dos portos de Santos e Itajaí, por onde escoava a cocaína.

Conforme Só Notícias já informou, Luiz Carlos admitiu em depoimento à PF ser dono de milhares de dólares encontrados em outra residência dele, em Osasco, “especialmente a grande quantia em dinheiro de US$ 3,4 milhões, que “em qualquer situação que ele pudesse ser preso, aquela quantia em dinheiro seria utilizada para o sustento da família e arcar com custos de advogado”, disse. Além do dinheiro vivo, havia 26 garrafas de vinhos, incluindo o celebrado Château Petrus, avaliado em mais de US$ 10 mil a garrafa.

Cabeça Branca disse ainda à PF que a cocaína que vendia era produzida na Bolívia. Disse que mandava seus comparsas esconderem a droga em fazendas em Mato Grosso e, posteriormente, em depósitos em Cotia e Embu das Artes, na Grande São Paulo. Falou por seis horas ao delegado responsável pela operação, Elvis Aparecido, na Superintendência da PF em Curitiba, sem a presença de seu advogado, que não foi localizado no dia.

No depoimento, o traficante preservou os nomes do PCC e do CV, organizações que os investigadores já sabem que eram abastecidas por ele. Afirmou que só responderia a questões “relacionadas a fatos sobre sua pessoa”. De acordo com as investigações, Cabeça Branca era o responsável pela entrada no Brasil de cerca de 5 toneladas de cocaína por mês para abastecer as facções. Parte da droga era enviada ao exterior. Para a PF, a quadrilha de Cabeça Branca tem tentáculos no Paraguai, Bolívia, Panamá, Estados Unidos, Itália, Espanha, Oriente Médio, África e Rússia.

A Revista Época também e apurou que além do nome Vitor Moraes, Cabeça Branca usava o pseudônimo Luiz Henrique, pelo qual era conhecido na casa em Osasco. Sobre os documentos que conseguiu forjar, o traficante contou que tudo foi feito na Praça da Sé, no centro de São Paulo. Disse que não saberia identificar quem os falsificou. “A exigência do interrogado era para que fossem fornecidos documentos ‘quentes’ e a gama completa de documentos, por exemplo, RG, CPF e até mesmo passaporte”, diz o depoimento. Em relação à CNH, afirmou que ela foi feita “oficialmente” pelo Detran após ele mesmo levar a documentação falsa no órgão, que não percebeu as fraudes. Por razões de segurança, Cabeça Branca foi transferido para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, uma unidade de segurança máxima.

Luiz Carlos da Rocha foi preso pela Polícia Federal, no último dia 3, em Sorriso. Ele era considerado o “traficante número 1” procurado pela Polícia Federal, há mais de 30 anos. A PF confirmou que “foram montadas diversas equipes em vários Estados e no exterior e fomos cercando” “até chegar as residências onde ele tinha maior frequência, em Sorriso e Osasco (onde usava para se encontrar com traficantes e comparsas).

Em Sorriso, não fazia nada de ilícito. Ele tinha vida social normal”, explica o delegado Elvis Secco. Luiz Carlos usava CNH e outros documentos falsos. “Um dos nomes que usava não possuía antecedentes”. “Ele vivia em Sorriso como grande agropecuarista, com a esposa e um filho” e “já estava vivendo na região há muito tempo”, acrescenta o delegado, onde plantava soja e criava gado. A polícia suspeitava que ele estava vivendo no Paraguai mas após anos investigando também comparsas e familiares conseguiu descobri-lo em Sorriso.

Como Luiz Carlos fez algumas cirurgias plásticas, a PF teve um minucioso trabalho para constatar que era a pessoa procurada. “É uma situação parecida com filme. Não tinha como cruzar com ele em barreira policial e ele ser identificado (devido as plásticas que fez) porque também usava identidade falsa”, explicou o delegado. “Ele é o traficante de número 01 procurado pela PF e tem mais importância que Fernandinho Beira Mar e Juan Carlos Abadia”. “Ele vivia nas sombras, oculto, usando nome falso e nunca foi preso e por isso era uma lenda. Fizemos uma operação minuciosa e muito detalhada”, investigando “comparsas na Europa e Estados Unidos”, afirmou.

O delegado apontou ainda que Luiz Carlos “era considerado embaixador do tráfico, tinha bom relacionamento com todos. Não tinha no seu modus operandi a violência como prática, mas sim os contatos e a negociação. Por isso teve essa longevidade no tráfico de drogas devido ao fato de ter compatibilidade com todas as facções” “porque não entrava em confronto com nenhuma. Ele possuía uma estrutura absurda… Paraguai, Bolívia, Colômbia, Peru, Panamá… ele tinha uma força absurda no tráfico de drogas”, acrescentou.

A Polícia Federal confirmou que “ele usava modal aéreo para transportar drogas da Bolívia, Peri e Colômbia” e “desciam para fazendas no Mato Grosso e dali eram levadas de caminhões para São Paulo (Araraquara e Cotia)” com destinos seguintes para São Paulo, Rio de Janeiro e no exterior. “A estimativa é que ele colocava mensalmente no solo brasileiro ou exportação em média de 3 a 5 toneladas/mês”, acrescentou o delegado Elvis.

Durante a operação foram apreendidos 1,5 tonelada de drogas em fundos falsos de duas carretas em Mato Grosso (uma delas em Nova Mutum) e em um depósito em São Paulo.

Fonte: So Notícias.
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Trabalhadores rurais denunciam ataque a acampamento em Marabá

Lideranças do Movimento Sem Terra (MST) no Pará denunciam um ataque realizado por pistoleiros contra um acampamento de trabalhadores rurais na fazenda Santa Tereza, no município de Marabá, no sudeste paraense, no início da tarde deste domingo (16). Os tiros teriam sido disparados contra as famílias que residem na área, de acordo com o MST.

Segundo Ulisses Manaças, da Coordenação Nacional do MST, o ataque ocorreu por volta das 13h, quando pistoleiros chegaram em duas caminhonetes. Os ocupantes de uma das caminhonetes invadiram o acampamento atirando na direção das barracas, enquanto os ocupantes do outro veículo bloqueavam a estrada principal da fazenda, impedindo que as famílias entrassem ou saíssem.

Além disso, os pistoleiros atearam fogo ao redor do acampamento, o que provocou pânico dos trabalhadores rurais, inclusive, mulheres e crianças. Até o final da tarde, não havia registro de feridos.

Área de conflito

O acampamento Hugo Chavez existe há pelo menos cinco anos, segundo Ulisses, e abriga cerca de 320 famílias.

No entanto, a disputa por terras na região tem provocado diversas situações de ameaça e intimidação por parte de pistoleiros.

“Já registramos incêndio nas roças das famílias. Ali existem diversas lideranças ameaçadas de morte. Aquela área é uma terra pública que foi grilada por fazendeiros da região”, afirma o representante do MST.

Existe um processo junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e ao Instituto de Terras do Pará (Iterpa), segundo Ulisses, para regularização da área, o que transformaria o acampamento em um assentamento de fato.

Denúncias e medo

O clima de tensão vivido pelas famílias do acampamento fez com que representantes do MST reunissem, no último dia 27 de abril, com o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Jeannot Jansen, para que realizassem uma denúncia formal sobre o caso.

“Nós formalizamos uma denúncia desses acontecimentos e das ameaças de morte. O secretário disse que tomaria as providências e até agora não resolveu nada. Temos um aumento vertiginoso de assassinatos e perseguições. Isso é uma responsabilidade do Estado, está tudo denunciado e protocolado”, revela Ulisses.

Após o incidente deste domingo (16), as lideranças do MST entraram em contato com a Defensoria Pública Agrária no Pará e com representantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA).

Os representantes dos trabalhadores rurais querem que as entidades sociais representativas auxiliem no diálogo junto aos órgãos de segurança, para que agentes das polícias Civil e Militar garantam a segurança das famílias que vivem nos acampamentos.

O DOL tenta contato com a Segup a respeito dessas informações.

Fonte: DOL.
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Onda de frio deve atingir Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte da região Norte

Forte massa de ar polar vinda da Argentina derruba temperaturas nesta semana pelo país

A chegada de uma forte massa de ar polar vinda da Argentina deve trazer uma onda de frio ao Brasil a partir desta segunda-feira (17). As quedas mais intensas nos termômetros estão previstas para os estados da região Sul do país, com possibilidade de registro de temperaturas negativas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), nas áreas de serra do Rio Grande do Sul e Santa Catarina haverá condições para formação de geada e até neve em alguns pontos isolados, além de possibilidade de ventos fortes e risco de mar agitado.

Ainda conforme as previsões, esse ar frio vai se deslocar pelo país durante os próximos dias, derrubando as temperaturas na região Sudeste e atingindo também os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Mato Grosso do Sul e grande parte de Mato Grosso.

De acordo com a Climatempo, o frio intenso começou no domingo (16) sobre o centro-norte e leste da Argentina e no Uruguai, avançando depois sobre o Paraguai e a Bolívia até chegar ao Brasil. Esta massa de ar polar poderá a mais forte a agir sobre a América do Sul neste ano.

Segundo o Serviço Nacional Meteorológico da Argentina, Bariloche registrou recorde de temperatura negativa, com os termômetros chegando a -25,4ºC. O número anterior era de 30 de junho de 1963.

Até agora, a menor temperatura registrada no Brasil em 2017 foi de -5,7ºC em Bom Jardim da Serra, em Santa Catarina, no dia 26 de junho.

Fonte: G1
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Jovem de 23 anos morre afogado na Praia de Cajutuba, em Belterra

Caso aconteceu na tarde deste domingo (16) próximo a um pousada. IML foi acionado para fazer a remoção do corpo.

Um jovem foi encontrado morto por populares na Praia de Cajutuba, em Belterra, no oeste do Pará, na tarde deste domingo (16). A suspeita é que ele tenha morrido afogado. De acordo com o 4° Batalhão de Bombeiros Militar (4ºGBM), o jovem tentou buscar uma bola que estava no rio. A vítima foi identificada como Luciano Duarte Campos, de 23 anos, morador do bairro Jaderlândia, em Santarém.

O Corpo de Bombeiros foi acionado pelo Núcleo Integrado de Operações (Niop), e ao chegar à praia confirmou o óbito. O Centro de Perícias Renato Chaves (CPC) , órgão do Instituto Médico Legal (IML) foi chamado para fazer a remoção do corpo, que passará por necropsia antes de ser entregue a família para velório e sepultamento.

Monitoramento

A Praia de Cajutuba é uma das três praias de Belterra que estão sendo monitoradas no mês de julho na Operação Veraneio. As outras duas são Aramanaí e Pindobal. O monitoramento é feito por uma equipe de salva-vidas. Esta medida é para assegurar e orientar os banhistas durante o período de férias escolares. Tradicionalmente, as praias e balneários da região recebem um fluxo maior de pessoas.

Limitação de área

De acordo com o major do 4ºGBM, Francisco Junior, cada uma das praias vai ser sinalizada com boias nas áreas de banho. Essa limitação visual garante que os banhistas não se aproximem de áreas de riscos como buracos ou correntezas. Pelo fato da região está no período da vazante, os militares farão de forma diária ou semanal a regulação das boias para a área ficar apropriada.

Fonte: G1 Santarém.
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Atlético-MG vira no segundo tempo e vence xará em Goiás

No confronto dos Atléticos, o Mineiro levou a melhor. Em duelo no estádio Olímpico, em Goiás, o Galo bateu o Dragão por 2 a 1, de virada, em duelo na tarde deste domingo, válido pelo Campeonato Brasileiro. O resultado colocou o Atlético-MG na nona posição, com 20 pontos anotados. Já o Atlético-GO continua na última colocação, com apenas oito pontos e uma campanha muito ruim.

Cada equipe foi melhor em um tempo. O Atlético-GO superou o Galo na etapa inicial, fazendo boa marcação e saindo com alguma qualidade. O time levou perigo e abriu o marcador com Igor. Na etapa final, o preto e branco de Minas Gerais conseguiu se superar, chegou com perigo e conseguiu a virada com Fred e Elias.

O Atlético-MG voltará a campo na quarta-feira, contra o Bahia, às 21h45 (de Brasília), no Independência. Já o Dragão enfrentará o Sport na Ilha do Retiro, às 19h30, na quinta-feira.

A etapa inicial foi fria, embora o calor fosse forte. Isso, inclusive, deve ter atrapalhado o rendimento dos jogadores, muito desgastados. O Atlético-GO se defendia, esperava as melhores chances, enquanto o Galo era o time que buscava o jogo. Mas, claramente, as equipes tinham a mesma estratégia e, diante disso, com atletas mais técnicos, o preto e branco saía do que tinha proposto inicialmente.

O Atlético-MG passou por vários problemas em campo. Do que se espera da equipe, com atletas de nome, o Galo foi um time facilmente marcado e criou pouco, com apenas uma finalização na etapa inicial. Os donos da casa, que não tinham nada com isso, conseguiram o gol. Aos 23 minutos, Igor abriu o placar ao aproveitar o cruzamento na área. A bola passou por todo o mundo e sobrou para o meia, sem marcação, chutar de primeira e mandar para o fundo das redes.

O técnico Roger Machado precisava mudar. A sua equipe fez um primeiro tempo previsível e não levava qualquer dificuldade ao oponente. Robinho entrou na vaga de Marlone, e Matheus Mancini, no lugar de Bremer. A primeira troca foi feita para dar mais opções ofensivas, tendo em vista que o camisa 92 pouco fez, já a segunda acabou realizada em função de um cartão amarelo.

A mudança de Marlone por Robinho teve algum efeito – mesmo que mínimo. O Galo conseguia segurar a bola com mais qualidade e criatividade no campo ofensivo.

O Atlético-MG alcançou o empate aos 11 minutos. Após cobrança de falta, Cazares mandou a bola na área, e Fred, de cabeça, empatou a contagem.

E o Galo seguiu melhor após o empate. O Atlético-GO, que terminou a etapa inicial em vantagem, dando trabalho, chegando com perigo, já não tinha forças para apresentar dificuldades e, para piorar, só acompanhava o crescimento atleticano na partida.

O Atlético-MG chegou à virada aos 27 minutos. Após cruzamento na área, Elias apareceu como elemento surpresa e, de cabeça, colocou no fundo das redes.

Fonte: Só Notícias.
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Renato mexe bem, e Grêmio vira sobre a Ponte com dois de Barrios

O Grêmio foi do inferno ao céu na tarde deste domingo, para diminuir a diferença em relação ao líder Corinthians na tabela do Campeonato Brasileiro. Recebendo a Ponte Preta, em Porto Alegre, o Tricolor saiu perdendo com gol contra do zagueiro Rafael Thyere, mas contou com as estrelas do técnico Renato Portaluppi e do centroavante Lucas Barrios para conquistar a virada por 3 a 1.

O grande mérito do treinador gremista: a entrada do atacante Fernandinho no lugar do volante Arthur, antes da volta para o intervalo. Com a substituição, o time gaúcho ganhou mais leveza e qualidade ofensiva. Além disso, o próprio Fernandinho sofreu o pênalti convertido por Barrios, que deixou dois nesta tarde. Éverton foi o responsável por decretar a vitória dos donos da casa.

Com o resultado e contando com o empate do Timão, no último sábado, os gremistas chegaram a 28 pontos, diminuindo para oito pontos a diferença para os líderes. Já a Ponte aparece em situação delicada na tabela, com 16 pontos, próxima da zona de rebaixamento.

Pela próxima rodada, os adversários desta tarde na capital gaúcha entram em campo na quarta-feira. O Imortal vai à Bahia colocar a boa fase à prova em visita ao Vitória, às 19h30, enquanto o elenco ponte-pretano recebe o Coritiba, às 21h, para voltar a vencer no Brasileirão, algo que não acontece desde do dia 22 de junho, contra o Cruzeiro.

O primeiro tempo na Arena de Porto Alegre começou muito abaixo das expectativas, sem grandes chances. A Ponte Preta entrou com o intuito de marcar muito forte, com vários jogadores no meio-campo e dificultou as coisas para o Grêmio. Com dois sistemas defensivos bem postados, o ataque das duas equipes deixou a desejar e só começou a trabalhar com efetividade depois de um bom tempo de bola rolando.

Somente aos 20 minutos, a Macaca conseguiu criar a primeira oportunidade da tarde. O atacante Lucca disparou sozinho em contra-ataque, limpou a marcação e chutou da intermediária. A bola passou muito perto da trave esquerda do goleiro Marcelo Grohe e foi para fora.

Em seguida, aos 24 minutos, foi a vez da resposta gremista, para sacudir a torcida tricolor. Após uma bobeira da defesa paulista, Ramiro recebeu pela direita, dentro da área, e mandou o canhão de perna direita. Aranha estava ligado na jogada e espalmou para escanteio.

Depois das primeiras chances, a partida voltou a ficar morna, mas a Macaca contou com um lance de sorte para abrir o placar. Logo após o Grêmio quase marcar, aos 32 minutos, com Aranha fazendo nova defesa em chute do lateral Edílson, a Macaca contou com uma ajudinha de Rafael Thyere, aos 34. O zagueiro gremista tentou cortar o passe de Lucca para Sheik, mas acabou mandando para a própria meta.

Com a derrota no placar, coube ao técnico Renato Portaluppi mandar a equipe para frente na segunda etapa. E a entrada do atacante Fernandinho no lugar do volante Arthur acabou dando mais leveza e velocidade ao time do Grêmio.

Tendo mais facilidade para furar o sistema defensivo da Ponte, os donos da casa já voltaram do intervalo levando perigo ao gol de Aranha. Logo aos três minutos, Pedro Rocha aproveitou um vacilo da zaga para se aproximar da área e cruzar rasteiro para o centroavante Lucas Barrios. O goleiro alvinegro, no entanto, estava ligeiro e cortou o passe.

A resposta dos paulistas, que não se encontravam na partida, veio de uma cobrança de escanteio para lá de venenosa. O meia Renato Cajá foi para a bola, aos 10 minutos, e bateu muito fechado, dando trabalho para Grohe evitar o gol olímpico.

O susto, porém, não abalou os gremistas, que seguiram firme rumo ao empate. Aos 11 minutos, Lucas Barrios tabelou com Pedro Rocha após saída errada da defesa e chutou firme. A bola ainda desviou em um dos zagueiros para matar Aranha e estufar as redes.

Superior no duelo, o Grêmio seguia com a posse de bola, rondando a área alvinegra, e alcançou a virada, para delírio da torcida, de novo com Barrios. Fernandinho foi segurado pelo volante Fernando Bob, dentro da área, e o juiz Cláudio Francisco apontou para a marca da cal. O paraguaio foi para a cobrança e deixou o segundo dele na tarde: bola de um lado e goleiro do outro.

Para coroar a noite de recuperação na Arena, o Tricolor ainda anotou mais um, antes do final da partida. Após envolvente troca de passes perto da área da Macaca, o atacante Éverton recebeu bola ajeitada de Ramiro para testar com firmeza e fechar a conta: 3 a 1 para o Grêmio na capital gaúcha.

Fonte: Só Notícias.
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São Paulo perde para a Chape e chega ao nono jogo sem vitória

O São Paulo segue em situação extremamente delicada no Campeonato Brasileiro. Visitando a Chapecoense neste domingo em confronto direto na Arena Condá, a equipe do técnico Dorival Jr não conseguiu encerrar a sequência de oito jogos sem triunfos e acabou derrotada para os donos da casa por 2 a 0, gols de Túlio de Melo aos 18 minutos do segundo tempo, e Lucas Marques, aos 47 minutos do 2º tempo.

Em confronto direto contra a zona de rebaixamento, São Paulo e Chapecoense travaram um primeiro tempo bastante equilibrado. O Tricolor até iniciou a etapa complementar levando perigo ao gol de Jandrei, entretanto, pouco criou no restante do jogo e viu os rivais balançarem as redes em jogada aérea após cobrança de falta. Tentando encontrar o time ideal para o decorrer do Brasileirão, Dorival Jr começa a perceber na prática que terá muito trabalho pela frente se quiser livrar o clube do rebaixamento.

Com o triunfo sobre o Tricolor, a Chapecoense se mantém fora do grupo dos últimos quatro colocados do Campeonato Brasileiro, com 16 pontos, assumindo provisoriamente a 12ª colocação. O Verdão do Oeste, que encerrou o jejum de seis jogos sem vitória, terá de torcer por um tropeço do Bahia contra o Avaí, que entram em campo às 19h (de Brasília), neste domingo, para se manter na atual posição.

Já o São Paulo chegou ao nono jogo sem um resultado positivo. A situação do Tricolor poderá ficar ainda mais complicada se o Avaí vencer o Bahia, uma vez que os catarinenses têm a chance de afundar a equipe de Dorival Jr na 18ª colocação. Pratto, Cueva e companhia tentarão se recuperar de mais um revés na próxima quarta-feira, quando recebem o Vasco, às 21h45, no Morumbi.

O jogo – Sem vencer há oito rodadas, o São Paulo não perdeu tempo. A necessidade da vitória parecia ter se refletido no desempenho da equipe dentro de campo, e logo aos quatro minutos os visitantes quase abriram o placar. Petros lançou para Cueva na esquerda, que cruzou na área, porém, Lucas Pratto e Wellington Nem não conseguiram empurrar para o fundo das redes.

O Tricolor voltou a assustar pouco depois. Em jogada ensaiada aos dez minutos, Cueva, em cobrança de falta, acionou Pratto, que devolveu de primeira para Jonatan Gomez dentro da área. O meia argentino bateu firme, mas Jandrei fez boa defesa. No rebote, Rodrigo Caio ainda tentou mandar para o gol, mas o juiz já havia marcado falta no goleiro da Chapecoense.

A primeira grande chance dos donos da casa acnteceu aos 18 minutos. Em cobrança de falta, o venezuelano Seijas, carimbou a trave do goleiro Renan Ribeiro. Já aos 21 minutos foi a vez do São Paulo voltar a dar trabalho a Jandrei. Após disputa de bola na intermediária, a bola sobrou para Pratto na esquerda, que de fora da área bateu colocado, exigindo grande defesa do goleiro da Chape.

Após a primeira metade da etapa inicial, o jogo caiu de nível e ambas as equipes passaram a criar bem menos. Errando alguns passes cruciais no campo de defesa, o São Paulo ainda viu Luiz Antônio, em cobrança de falta, mandar forte no canto direito de Renan Ribeiro aos 39 minutos, forçando o goleiro tricolor a fazer boa defesa, no entanto, o desempenho dos donos da casa não foi suficiente para irem ao intervalo com a vantagem no placar.

No segundo tempo foi o São Paulo quem novamente chegou com perigo primeiro. Em jogada de contra-ataque aos seis minutos, Cueva deixa a bola passar, Pratto fica com a sobra e aciona Rodrigo Caio. O zagueiro, pela esquerda, manda na área e devolve para o argentino, que cabeceia em cima de Jandrei.

Se o São Paulo não aproveitou suas oportunidades, a Chapecoense tratou de fazer o oposto aos 18 minutos. Em cobrança de falta de Diego Renan, Túlio de Melo, que tinha acabado de substituir Perrotti, subiu mais alto do que a zaga tricolor para cabecear certeiro e estufar as redes na Arena Condá.

Após o gol, Dorival Jr se viu na obrigação de tornar sua equipe mais ofensiva e optou por sacar Cueva e Petros para a entrada de Denilson e Lucas Fernandes, respectivamente. Ainda assim, tudo o que o Tricolor conseguiu foi sofrer outro gol, já nos acréscimos, aos 47 minutos, em chute de fora da área de Lucas Marques, aproveitando o vacilo na defesa de Junior Tavares.

Fonte: Só Notícias.
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Sem torcida e com pouco futebol, Vasco e Santos não saem do zero

Quem comeu um belo almoço com a família neste domingo e decidiu assistir Vasco e Santos logo na sequência, fatalmente deve ter tirado alguns cochilos. Com o Engenhão vaziou após uma punição do STJD, Peixe e Cruz-Maltino judiaram da bola, principalmente no primeiro tempo, e não saíram do 0 a 0, em confronto válido pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Assim como o jogo, o empate foi ruim para as duas equipes. O Alvinegro Praiano chegou 24 pontos, seguiu na terceira colocação, mas não diminuiu a diferença para o líder Corinthians, que ficou no 2 a 2 com o Atlético-PR no último sábado e parou com 36. Já o Cruz-Maltino terminou com 20 pontos e não conseguiu encostar nas primeiras posições do torneio.

Na próxima rodada, o Santos recebe a Chapecoense, na quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro. No mesmo dia, mas às 21h45, o time carioca visita o São Paulo, no Morumbi.

O jogo – Atuar com estádio completamente vazio já é uma coisa que desanima os participantes de uma partida de futebol. Nitidamente influenciados pela ausência dos torcedores, Vasco e Santos fizeram um primeiro tempo sofrível no Engenhão.

O início de jogo foi tão fraco que a primeira oportunidade boa só aconteceu aos 15 minutos, quando Nenê cruzou na cabeça de Rafael Marques, que mandou por cima do gol do jovem João Paulo.

Porém, a chance perdida não ‘acordou’ nenhum dos times e o embate seguiu com pouca emoção. O Peixe, por sua vez, só assustou Martín Silva aos 28 minutos. Após belo lançamento de Lucas Lima, Kayke invadiu a área, mas chutou fraquinho e Paulão afastou com facilidade.

Já aos 36 minutos, Yago Pikachu cobrou a falta com categoria e a bola passou rente ao travessão, assustando os santistas e acabando com a fraquíssimo primeiro tempo no Nilton Santos.

Após o intervalo, o Vasco finalmente despertou e passou a pressionar um acuado Peixe. Logo aos cinco minutos, Nenê cruzou muito bem e Thalles cabeceou firme, porém, a redonda passou ao lado do gol de João Paulo e não entrou.

A pressão vascaína aumentou no decorrer da segunda etapa, ainda mais após a expulsão infantil de Daniel Guedes, aos 38 minutos do segundo tempo. Porém, o Cruz-Maltino não conseguiu furar a retranca santista e a partida terminou mesmo em um 0 a 0 horrível.

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PRF apreende 80 quilos de entorpecente dentro de veículo roubado, em Santarém

A droga acondicionada em tabletes estava escondida dentro de um veículo com placa de Mogi Guaçu/SP.

Em fiscalização de rotina, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu em Santarém, oeste do Pará, nesta sexta-feira (14), 80 tabletes de substância que pode ser maconha, totalizando 80 quilos. O entorpecente estava escondido dentro de um veículo de passeio que foi abordado pelo patrulhamento ostensivo após descumprimento de ordem de parada.

De acordo com informações da PRF, era por volta das 19h50, quando a equipe do patrulhamento ostensivo avistou à altura do quilômetro 998 da BR 163, um veículo Ágile, cor preta, com placa de Mogi Guaçu/SP em que o condutor ao avistar a viatura policial, realizou conversão à esquerda sem a sinalização adequada. O patrulhamento deu ordem de parada, porém, o condutor ignorou.

A equipe de ronda foi então orientada a acompanhar o veículo, o que foi feito até a avenida Fernando Guilhon, zona urbana do município de Santarém, onde conseguiu interceptar o veículo. A versão apresentada pelo conduto aos policiais rodoviários não foi convincente e após encontrarem um cilindro de gás natural, decidiram por conduzir o veículo até uma oficina para uma averiguação detalhada.

Durante a inspeção, os policiais perceberam que o cilindro apresentava uma emenda. E no interior do veículo os policiais encontraram 80 quilos de substância análoga à maconha, acondicionados em 80 tabletes. O condutor do veículo recebeu voz de prisão, sendo conduzido à Delegacia de Polícia Federal de Santarém, onde o acusado foi indiciado pelo crime de tráfico de drogas.

A PRF fez levantamento da situação do veículo porque a numeração do chassi encontrava-se raspada, e constatou que ele foi roubado.

Fonte: G1 Santarém.
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Temer envia projeto de lei que vai beneficiar produtores rurais

Cumprindo promessa feita à bancada paraense, o presidente Michel Temer (PMDB) enviou ao Congresso na última quinta-feira (13) um projeto de lei (PL) que retira 349 mil hectares ou 27% da Floresta Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará. O objetivo é legalizar grileiros e posseiros dentro da área.O PL 8.107 substitui a Medida Provisória 756, vetada por Temer no mês passado após críticas de ambientalistas e que previa uma redução ainda maior da floresta, de 37% da área total.

Em texto que acompanha o PL, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, afirmou que a Flona “tem sido palco de recorrentes conflitos fundiários e de atividades ilegais de extração de madeira e de garimpo associados a grilagem de terra e a ausência de regramento ambiental”.O PL prevê que serão regularizados só posseiros que já estavam na Flona na época de sua criação, em 2006, mas o desenho da APA inclui áreas que foram invadidas e desmatadas após essa data. Com o envio do PL ao Congresso, manifestantes levantaram os protestos que vinham bloqueando a BR-163, importante via para o escoamento de soja.

O Ministério do Meio Ambiente disse que a redução da Flona será acompanhada de ações para conter o desmatamento no sudoeste do Pará, como aumento de fiscalização e implantação de projetos econômicos sustentáveis.

Caso a diminuição seja aprovada pelo Legislativo, o governo dará um subsídio de pelo menos R$ 511 milhões aos ocupantes ilegais da Flona, segundo cálculo da ONG Imazon, com sede em Belém. Os pesquisadores Paulo Barreto e Elis Araújo compararam o valor de mercado de um hectare na região (R$ 1.800) com o preço referencial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), cujas regras de cobrança foram modificadas por lei sancionada por Temer na terça (11) e apelidada de “MP da Grilagem”.

Na planilha do Incra, o preço mínimo da terra nua (não formada) na região é de R$ 672 por hectare. A nova lei prevê que, para a titulação, serão cobrados de 10% a 50% desse valor. Assim, posseiros e grileiros teriam um subsídio de R$ 511 milhões a R$ 605 milhões em relação ao preço de mercado, segundo o Imazon.

ARTICULAÇÃO

O senador Jader Barbalho foi autor da emenda nº 14, aprovada no relatório da comissão mista que analisou a MP 756, e um dos principais articuladores no Senado para a aprovação do texto, que agora chega ao Congresso em forma de PL.Jader explica que a mudança por ele sugerida garante segurança e estabilidade aos produtores estabelecidos na região de Novo Progresso há mais de 30 anos. “É preciso que haja um novo olhar para a Amazônia, que ainda habita o imaginário popular como um imenso vazio demográfico. Esquecem que vivem em toda a região mais de 25 milhões de pessoas, que precisam trabalhar, produzir e viver de sua produção”, frisou o senador.

PARA ENTENDER

Os 349 mil hectares retirados da Floresta Nacional (Flona) seriam transformados em Área de Proteção Ambiental (APA), o que reduz seu nível de proteção e permite a propriedade privada e atividades rurais, como a pecuária.

Fonte: Diário do Pará.
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