Polícia Militar aborta plano de fuga de 27 detentos na penitenciária de Santarém

Dois túneis foram detectados pela Polícia Militar e agentes prisionais do Crashm na noite de domingo (16). Grades de ao menos duas celas foram serradas.

A Polícia Militar com o apoio de agentes prisionais conseguiu abordar a tempo um plano de fuga de detentos do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (Crashm) em Santarém, oeste do Pará, na noite de domingo (16).

Segundo informações da polícia, cerca de 27 detentos planejavam fugir por um túnel cavado entre as guaritas sete e oito, na área externa aos pavilhões.

Era por volta de 20h57, quando os agentes prisionais e policiais militares que tiram serviço dentro da casa penal foram acionados por um sargento que estava no comando da guarnição.
Detentos foram retirados da ala Detentos foram retirados da ala

Também foi acionado o Grupamento Tático Operacional (GTO), que entrou em ação para fazer a conferência dos presos e detectou que havia detentos de outros pavilhões.

Na ala “B”, os policiais encontraram um túnel na cela de número 11 que dava acesso à área externa do pavilhão cinco.

Ainda durante a vistoria realizada por policiais e agentes prisionais, foi detectado que em duas celas as grades haviam sido serradas e que os detentos haviam feito um buraco na laje da cela dois.

Medida disciplinar

Em nota, a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) confirmou a tentativa de fuga na noite do domingo (16), no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (CRASHM), em Santarém.

Segundo a nota, policiais militares realizaram disparos de advertência, interceptando a tentativa de fuga. Quanto aos cerca de 27 detentos envolvidos na tentativa de fuga, irão cumprir medida disciplinar na própria unidade prisional.

Fonte: G1 SANTARÉM.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Capoeira é utilizada como terapia em presídios do Pará

Atividade tem ajudado a melhorar o dia a dia de mulheres que participam do projeto

“A capoeira tira um pouco da tensão que existe aqui e nos ensina a agir com mais tranquilidade. Parece que estamos em outro mundo”. A sensação foi descrita pela detenta Elisangela Santos, custodiada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe), no Centro de Recuperação Feminino (CRF), em Ananindeua, após participar da oficina de capoterapia realizada dentro da unidade prisional, junto com outras 25 internas.

A capoterapia é uma atividade lúdica, que envolve exercícios de força e flexibilidade, acompanhada de cantigas e brincadeiras de roda, ao som do berimbau e do pandeiro. A terapia foi levada até o presídio feminino para ser utilizada como mais uma ferramenta de ajuda, para as detentas que já participam do projeto “Consolidar redes, ressignificar vidas”, que trabalha com mulheres em situação de dependência química ou transtornos mentais em decorrência do uso de substâncias entorpecentes.

Dicson Costa, que é diretor da Associação Brasileira de Capoterapia no Pará, explica que a atividade foi criada para ajudar pessoas que têm dificuldade de movimentação, adaptada para pessoas que têm algum tipo de limitação. Geralmente, a técnica é utilizada com crianças de 2 a 5 anos e idosos, e agora também com as detentas.

“Há dois meses surgiu o convite para trazermos a terapia aqui para dentro do presídio e trabalhar com as detentas que possuem algum tipo de dependência química. Está dando muito certo. Nós percebemos que as detentas estão melhorando a questão psicológica e física também. Algumas se queixavam de dores e agora dizem que estão se sentindo melhor. Com essa terapia as pessoas vão abandonando algumas necessidades e dependências, como remédios e drogas”, disse Dicson Costa.

Para a detenta Elisangela Veiga, a experiência da capoterapia está ajudando a lidar com o período pós-dependência química. “Eu era viciada em drogas e estou há um ano sem usar nada, mas as consequências sempre ficam na mente e no corpo, então a capoterapia tem me ajudado a ficar mais relaxada, a ter uma concentração melhor. Eu já estou conseguindo até estudar agora”, disse a detenta.

A psicóloga do CRF, Margareth Correia, explica que a capoterapia ajuda a tratar do corpo e mente e tem sido utilizada no tratamento das detentas dependentes químicas. “A capoterapia nos ajuda a ter acesso a todos os sentimentos dessas mulheres, em todos os aspectos da vida, porque conseguimos tratar da questão espiritual, dos relacionamentos, das dependências que elas possuem e do comportamento, especialmente dentro do cárcere. A capoterapia utiliza instrumentos que vão ajudar essas mulheres na caminhada que elas têm aqui dentro, a se reconhecerem e se autoavaliarem, para perceberem que não precisam das drogas”, explicou a psicóloga.

A detenta Ana Carolina Mota disse que o estresse é um dos principais problemas para quem está dentro do cárcere e a capoterapia tem ajudado a melhorar o dia a dia de todas que estão participando do projeto. “Aqui dentro ficamos muito ansiosas e, consequentemente, ficamos mais irritadas. Eles fazem o trabalho da respiração com a gente e aprendemos a nos acalmar, a pensar antes de agir. Enquanto eu estou participando da capoterapia, dançando, fazendo as atividades, eu esqueço até que estou presa”, disse a detenta.

“A capoterapia é um complemento do tratamento que as internas já fazem, para combater o álcool e a droga. Nós sentimos a necessidade de ter alguma atividade que extravasasse as emoções delas, para reforçar o trabalho que elas fazem com médicos, terapeutas, psicólogos e trabalhar com a terapia em grupo”, explicou a diretora do CRF, Carmem Botelho.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sistema biométrico chega a 25 zonas eleitorais do Pará

Expectativa é que recadastramento biométrico chegue a todo estado até o final do ano

O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) finalizou a primeira etapa de instalação dos kits de biometria ordinária em várias regiões do Estado. A ação significa que mesmo que o voto por meio da impressão digital não seja obrigatório, muitos eleitores já vão poder atualizar os dados e fazer o cadastramento biométrico.

Foram instalados cerca de 80 kits biométricos em 25 zonas eleitorais do Pará, que vão atender mais de 1 milhão de eleitores de 35 municípios. De acordo com o Secretário de Tecnologia da Informação do TRE-PA, Felipe Brito, “a expectativa é que até o final do ano, todo o estado esteja passando pelo processo de recadastramento biométrico. Vamos começar a segunda etapa de instalação dos kits da biometria em agosto e setembro para alcançar todos os eleitores paraenses”, destacou.

AGENDAMENTO

Na capital paraense, existem nove postos de atendimento para o recadastramento biométrico. Em oito deles, é necessário fazer o agendamento no site do TRE-PA. Já no Posto da Companhia Docas do Pará (CDP), a demanda é espontânea e o atendimento é feito por ordem de chegada. A capacidade de atendimento é de cerca de 1600 pessoas por dia.

Este ano, o recadastramento biométrico é obrigatório para os eleitores de Belém e mais três municípios: Conceição do Araguaia, Santa Maria das Barreiras e Floresta do Araguaia.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Após 10 anos, ninguém foi condenado por acidente da TAM

Tragédia do voo 3054 da TAM, que deixou 199 mortos, completa dez anos nesta segunda-feira (17)

A aeronave, que saiu de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, não conseguiu parar na pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, passou sobre a Avenida Washington Luís e colidiu com um prédio da mesma companhia. Todas as 187 pessoas que estavam no avião e outras 12 em solo morreram.

As investigações da Polícia Federal sobre o acidente começaram ainda em 2007 e levaram dois anos e meio para serem concluídas. O documento não apontou culpados. A PF alegou não ter encontrado nexo de causalidade que vinculasse a tragédia às pessoas que, de alguma forma, tinham responsabilidade sobre o aeroporto, o avião ou o setor aéreo.

Na prática, a conclusão é de que o acidente teria sido causado exclusivamente por um erro dos pilotos do Airbus 320. As caixas-pretas do avião indicam que os comandantes Kleyber Lima e Henrique Stefanini di Sacco manusearam os manetes (aceleradores) de maneira diferente da recomendada. Um deles permaneceu na posição de aceleração, deixando a aeronave desgovernada.

MPF

Apesar do inquérito, o procurador da República Rodrigo de Grandis denunciou, em 2011, três pessoas pela tragédia: o então diretor de segurança de voo da TAM, Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro; o então vice-presidente de operações da aérea, Alberto Fajerman; e Denise Abreu, que na época era diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Em 2014, porém, o próprio MPF pediu a absolvição de Fajerman, pois avaliou que não foram obtidas provas suficientes para sua condenação.

A Procuradoria, então, pediu a condenação de Denise e de Marco Aurélio a 24 anos de prisão por atentado contra a segurança de transporte aéreo na modalidade dolosa (quando há a intenção).

Segundo a denúncia, o diretor da TAM tinha conhecimento “das péssimas condições de atrito e frenagem da pista principal do aeroporto de Congonhas” e não tomou providências para que os pousos fossem redirecionados para outros aeroportos, em condições de pista molhada.

O MPF considerou que a então diretora da Anac, Denise Abreu, “agiu com imprudência” ao liberar a pista do aeroporto de Congonhas, a partir de 29 de junho de 2007, “sem a realização do serviço de ‘grooving’ e sem realizar formalmente uma inspeção, a fim de atestar sua condição operacional em conformidade com os padrões de segurança aeronáutica”.

Na época, o criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, que defendia Marco Aurélio, disse que “não há nem mesmo meros indícios de que alguma pessoa tenha concorrido de algum modo, mesmo que culposo, para o trágico acontecimento”. Em nota divulgada no mesmo ano, a defesa de Denise Abreu afirmou que “possui todas as formas de demonstrar a sua absoluta inocência”.

Em 2015, o juiz Márcio Assad Guardia não aceitou a denúncia da Procuradoria e inocentou os três. O MPF recorreu.

TRF mantém decisão

Em junho deste ano, o Tribunal Regional Federal (TRF) decidiu manter decisão que inocentou os acusados. Os desembargadores que compõem o colegiado do TRF decidiram, por unanimidade, manter a absolvição.

Segundo reportagem do SP2, o parecer foi praticamente inteiro apoiado no relatório do Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que indicou que as condições climáticas ou as condições da pista do Aeroporto de Congonhas não foram decisivas para o acidente.

Segundo o relatório, a falha técnica ou humana no manejo dos manetes teria derrubado o Airbus da TAM mesmo em outras condições climáticas favoráveis. Cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Agropecuária perdeu 340 postos de trabalhos em cinco meses

Nos últimos 12 meses, saldo negativo ficou em 959 desempregados no setor
O setor da agropecuária paraense perdeu 340 postos de trabalhos nos primeiros cinco meses do ano, com queda de 0,65% na geração de empregos formais. Nos últimos 12 meses, saldo negativo ficou em 959 desempregados. Os números são de uma pesquisa divulgada pelo Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda-feira (17), com base em dados do Ministério do Trabalho.

Nos primeiros seis meses do ano, a agropecuária realizou 10.352 admissões, contra 10.692 desligamentos, gerando um saldo negativo de 340 postos de trabalhos. No mesmo período do ano passado, o setor perdeu 1.045 postos, portanto, número maior que o verificado este ano. A maioria dos estados teve queda na geração de empregos, com destaque para o Amazonas (-392), Rondônia (-349) e Pará (-340). Também no mesmo período, somente o Tocantins e o Amapá fecharam com saldo positivo de 321 e 48 postos, respectivamente.

Em relação aos últimos 12 meses, o saldo negativo ficou em 958 postos de trabalhos. No período analisado foram feitas 25.318 admissões, contra 26.276 desligamentos, e queda de 1,81% na geração de empregos. O estudo mostra que a maioria dos estados fechou com saldo negativo, com destaque para o Pará, seguido de Rondônia (-540), Acre (-256) e Amazonas (-224). Somente Tocantis e Roraima tiveram saldos positivos no período com a geração de 505 e 204 postos, respectivamente.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pais devem acompanhar o acesso de crianças à internet

Acesso à internet e às redes sociais exige cuidados nas férias

Julho é o mês das férias escolares e, com elas, vêm a preocupação de muitos pais sobre como os filhos aproveitam o tempo livre. O acesso à internet e às redes sociais é uma das formas de passar o tempo, mas deve ser feito com cuidado para não prejudicar as crianças e adolescentes.

Especialistas concordam que o acesso à rede mundial é um caminho sem volta, e a proibição do uso não é a melhor opção para os pais. O presidente da organização não governamental Safernet, Thiago Tavares, diz que a melhor estratégia continua sendo o diálogo, a conversa franca e a relação de confiança que deve existir entre pais e filhos.

“Da mesma forma que você conversa com seus filhos sobre os riscos que existem ao sair na rua, na escola, no cinema, você diz para ele não aceitar bala de estranhos, você também deve orientá-lo em relação ao uso seguro da internet”, diz. Ele recomenda também o uso de versões customizadas de sites e aplicativos, que selecionam o conteúdo apropriado para crianças.

O especialista não recomenda o monitoramento dos filhos com o uso de softwares espiões. Segundo ele, esses programas passam uma falsa sensação de segurança e podem comprometer a relação de confiança entre pais e filhos. “Proibir o uso da internet não adianta. E monitorar o que seu filho faz por meio de softwares espiões também não ajuda, porque quebra uma relação de confiança e é ineficiente, porque as crianças não acessam a internet de um único dispositivo”, justifica.

Espaço público

A mestre em psicologia clínica Laís Fontenelle orienta aos pais acompanhar os acessos virtuais dos filhos da mesma forma como é feito no mundo real. “O mesmo cuidado que tem de ter na internet é o cuidado que tem de ter em um espaço público. Os pais têm de monitorar da mesma forma que monitora a casa do amigo que o filho vai, a praça que vai frequentar, a festa, porque é como se fosse um espaço público, só que virtual”, explica.

No caso de crianças não alfabetizadas, o acesso à internet precisa sempre ser feito com a supervisão de um adulto, diz a psicóloga. “A mediação é imprescindível principalmente para crianças que não estão alfabetizadas. Elas vão com o dedinho no touchscreen [tela do celular ou tablet] e podem cair em um conteúdo que não é adequado para elas, e não têm a maturidade para lidar com o conteúdo que está ali”, adverte.

A psicóloga também “puxa a orelha” dos pais, alertando para a responsabilidade do exemplo dado às crianças. “Não adianta a gente fazer um overposting dos nossos filhos nas redes sociais, expondo tudo que acontece na vida deles: ‘ganhou um peniquinho, comeu a primeira papinha’ e dizer para eles não fazerem isso. Se a gente não sabe lidar com esses limites claros sobre o que pode ser publicizado sobre a intimidade das nossas vidas, eles nunca vão saber”, diz Laís.

Os principais riscos do uso da internet por crianças e adolescentes são os acessos a conteúdos inapropriados para a idade, como pornografia, a exposição da privacidade em redes sociais, o cyberbulling e a exposição da intimidade, principalmente na adolescência. “Os casos de vazamento de nudes [fotos de nudez] não param de crescer ano a ano”, diz o presidente da Safernet. Além disso, há o perigo do contato com estranhos, que pode resultar em tentativas de assédio, aliciamentos ou golpes.

Uma pesquisa divulgada no ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 87% crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos têm perfil em redes sociais, e 66% acessam a internet mais de uma vez por dia. Segundo o estudo TIC Kids Online Brasil, 11% dos entrevistados acessaram a internet antes dos 6 anos de idade.

Trem-bala

A jornalista Melissa Gass levou um susto quando viu que o canal no Youtube da filha Lívia, de 7 anos, tinha mais de 15 mil visualizações. O sucesso veio quando a menina postou um vídeo dançando o hit Trem-Bala, da cantora Ana Vilela. “Como ela não posta muita coisa, eu não esperava, mas por causa desse vídeo acabou tendo uma repercussão maior. É muita exposição, a gente fica meio preocupado”, conta a mãe.

Em seu canal, Lívia mostra brincadeiras, músicas, livros e até receitas culinárias. “Eu gosto de ser famosa”, diz a menina, que também participa de aulas de canto, dança e vai começar a fazer teatro.

Para Melissa, não tem como proibir o acesso das crianças à internet, mas é preciso monitorar as atividades dos pequenos na rede. “A tecnologia é uma realidade. Com um ano de idade, ela mexia no celular, então não tem como fugir. Quando a gente proíbe, é pior, porque vai fazer escondido. Então a gente monitora, acompanha, incentiva o que pode incentivar”, explica.

Entre as orientações que os pais dão para Lívia, estão não seguir canais de adultos e não comentar nem trocar mensagem privada com desconhecidos. “A gente fala que têm adultos que querem fazer maldades para as crianças, então que ela tem de tomar cuidado, a gente dá essa orientação”, diz Melissa. A mãe também monitora as redes sociais da filha e, quando vê algo suspeito, desabilita o contato.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Idosos completam 52 anos de casados e ganham ensaio fotográfico no Pará

Aguimar Alves, de 72 anos e Rita Pereira, de 75, fotografaram na Praia do Tucunaré, em Marabá. Fotos fizeram sucesso na internet.

Um casal de idosos completou 52 anos de casados e ganhou dos filhos neste mês de julho um ensaio fotográfico que está fazendo sucesso na internet. O cenário das fotos, que chama atenção pela sintonia entre o casal, foi a praia do Tucunaré, na cidade de Marabá, onde moram, no sudeste do Pará.

Aguimar Rodrigues Alves, de 72 anos e Rita Alves, de 75, contam que são casados e apaixonados há mais de meio século. O amor do casal gerou sete filhos, que já lhes deram 12 netos.

“Eles completaram 50 anos de casados há dois anos e queríamos fazer a festa de bodas, mas eles não quiseram porque não estavam todos os filhos. Uma das filhas mora nos Estados Unidos com a família e não poderia vir; então ficou essa pendência”, conta a professora Edna Rodrigues, filha do casal.

Edna teve a ideia de fazer o ensaio dos pais após um pedido da irmã que mora fora do país há 17 anos. “Ela pediu uma foto deles e eu pensei em fazer o ensaio. Mas nunca pensei que teria essa repercussão”, afirma Edna.

 Eles contam que se divertiram fazendo o primeiro ensaio do casal. (Foto: Mill Queen/ Arquivo Pessoal)

Eles contam que se divertiram fazendo o primeiro ensaio do casal. (Foto: Mill Queen/ Arquivo Pessoal)

A filha de Edna, Vanessa, articulou o ensaio. Ela falou com uma amiga fotógrafa, famosa por fazer ensaios na cidade e foi quem providenciou o figurino e fez a maquiagem na avó.

“Não foi fácil. Meu pai gosta de tirar foto, minha mãe não. Mas conseguimos convencer ela com o motivo da filha que mora longe”, revela Edna.

Aguimar e Rita nunca tinham feito um ensaio e gostaram do resultado. “Minha filha convidou para fazer e a gente aproveitou. Foi o primeiro ensaio que fizemos. Gostamos muito. Todo mundo curtiu”, afirma Aguimar.

Neta dos idosos arrumou os avós para fazer as fotos. Família ficou surpresa com o resultado. (Foto: Mil Queen/ Arquivo Pessoal)
A fotógrafa conta que também foi a primeira vez que clicou um casal de idosos, o mais comum é fotografar jovens que vão casar ou que estão esperando bebê. “Geralmente a gente não faz fotos de vô e vó. Eles são muito fotos, muito divertidos! Ela dizia: “Vai filha, agora eu vou sorrir”. Ele era mais calado. No final eles disseram que gostaram do passeio”, disse a fotógrafa Camila Mill Queen, quepublicou as o ensaio em sua página em uma rede social.

“O comentário recorde na publicação foi que essa era a meta de relacionamento que todos queriam”, afirma ainda Mill.

O casal faz questão de morar sozinho na sua casa e conservar o amor. O segredo de ficar tanto tempo juntos, é respeitar as diferenças. “Sou muito apaixonado por ela. A gente nunca se separou. Ficamos perto um dos outro, conversamos muito. O segredo é a gente amar as pessoas verdadeiramente e entender o outro vivendo essa vida de amor que a gente tem. O ensaio retratou esse nosso amor”, ressaltou Aguimar Alves.

Fonte: G1 PA
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Colisão frontal deixa quatro feridos na BR-163 em Sinop

Uma colisão frontal foi registrada, esta tarde, no km 850 da BR-163, sentido Itaúba. De acordo com informações da assessoria da Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, quatro pessoas ficaram feridas. Três estavam em um Fiat Uno preto e uma no Toyota Etios prata.

A Rota do Oeste encaminhou duas ambulâncias ao local do acidente. As vítimas foram levadas ao Hospital Regional. De acordo com a concessionária, duas pessoas que estavam no Fiat Uno foram socorridas em estado moderado. As outras duas vítimas tiveram ferimentos leves.

As causas do acidente passam a ser apuradas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local e registrou a colisão. O trânsito chegou a ficar interditado em uma das faixas da rodovia. No entanto, conforme a Rota, não há, no momento, bloqueio total de tráfego.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Índios ocupam obra da Usina São Manoel no norte de MT

 Índios de uma aldeia localizada próxima à obra da usina São Manoel, região norte do estado de Mato Grosso, ocupam desde o último sábado (15), a área de alojamento do canteiro de obras. Informações extraoficiais são de que eles tiveram acesso ao canteiro de obras por uma propriedade rural que fica na divisa do empreendimento. Os índios estão armados com arcos e flechas, além de homens, mulheres também fazem parte do movimento. Segundo uma fonte, as obras estão paradas, os índios trancaram o acesso ao canteiro. Mais de 700 pessoas que trabalham na obra estão em Alta Floresta, pois não voltaram para a usina. Nossa reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do empreendimento, mas os profissionais estavam em trânsito e até o fechamento desta matéria, não conseguimos informações por parte da empresa sobre quais são as reivindicações dos índios.

Fonte: noticiaexata.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Projeto quer diminuir trabalho infantil no Pará

O jovem Weverton Bernardes Teixeira, 17 anos, começou a trabalhar aos 13 anos. A última ocupação foi de ajudante de palhaço em aniversários e eventos. O trabalho era ocasional e rendia de R$ 30 a R$ 50 por participação. “Meus pais nunca me obrigaram a trabalhar. Fazia porque eu queria ajudar eles e ter algum dinheiro para comprar minhas coisas”, diz o estudante, que cursa o 2º ano do Ensino Médio.

Com o pai desempregado e a mãe garçonete, Weverton faz capoeira. Seu professor é conselheiro tutelar e o levou até a Associação dos Moradores do Bengui onde conheceu o projeto da Comissão de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8).

O projeto recupera crianças, jovens e adolescentes do trabalho degradante e incentiva o retorno à escola e o encaminhamento ao primeiro emprego. “Desde janeiro trabalho no setor de Tecnologia do TRT. Trabalho 4 horas como jovem aprendiz, ganho um salário mínimo e vale-transporte”, diz. Weverton faz parte de um projeto criado pela desembargadora Maria Zuíla Lima Dutra, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (Pará e Amapá), chamado “Não ao trabalho infantil e sim ao direito de sonhar”. A princípio, ela identificou que, de 216 mil alunos de 6 a 16 anos, de escolas públicas de 33 municípios do Pará, um quarto deles são trabalhadores infantis.

David William Dantas, também com 17 anos, trabalha no mesmo setor que Werverton no TRT-8 e tem uma história bem parecida: trabalha desde os 14 anos e não ganhava nem R$ 200,00 mensais como ajudante de pedreiro. “Minha vida melhorou muito. Quero fazer doutorado e mestrado em Ciência da Computação!”, sonha.

FAMÍLIA

Dos trabalhadores infantis no Pará, a renda obtida por 76% deles contribui diretamente na manutenção da família. Além disso, 93% dos casos de evasão escolar estão relacionados ao trabalho infantil. “Queríamos aprofundar nosso conhecimento para poder agir”, conta a desembargadora Zuíla. O projeto conseguiu reunir mais de 100 voluntários, chamados de “padrinhos cidadãos”, que apoiam duas mil crianças e adolescentes que trabalham ou estão em situação de extrema vulnerabilidade social.

O padrinho passa a acompanhar a criança e muitas vezes também a sua família, para dar formação educacional e cultural adequada. “Para aqueles que precisam, efetivamente trabalhar, como é o caso de Weverton, é importante que eles se mantenham na escola”, afirma a desembargadora Zuíla.

TRISTE ESTATÍSTICA – TRABALHO INFANTIL

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2,6 milhões de crianças entre 5 e 17 anos são atingidas pelo trabalho infantil degradante, sendo que 70 mil têm de 5 a 9 anos, faixa etária em que o índice de trabalho vem aumentando nos últimos anos. Na Região Norte, 311 mil crianças e adolescentes possuem uma rotina pesada de trabalho, sendo 168 mil somente no Estado do Pará.

Fonte: Diário do Pará
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br