Polícia faz operação contra o jogo Baleia Azul em nove estados

Policiais civis fazem hoje (18) uma operação para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento com o jogo Baleia Azul. Os mandados expedidos pela Justiça estão sendo cumpridos em 20 municípios de nove estados brasileiros, entre eles o Rio de Janeiro.

A operação, chamada Aquarius, está sendo coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática da Polícia Civil fluminense.

O jogo Baleia Azul é praticado em comunidades fechadas de redes sociais como Facebook e Whatsapp e instiga os participantes, em maioria adolescentes, a cumprirem 50 tarefas, sendo que a última delas é o suicídio.

Fonte: agenciabrasil.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em Santarém, motorista perde controle da direção, causa acidente e foge

Carro bateu em outro veículo onde um dos passageiros era um bebê de cinco meses. Acidente aconteceu na noite de segunda (17) no bairro Diamantino.

Um motorista perdeu o controle da direção e causou um acidente na noite de segunda-feira (17) em Santarém, oeste do Pará. O condutor fugiu do local sem prestar socorro às vítimas do outro veículo, onde um dos ocupantes era um bebê de cinco meses.

Segundo informações de testemunhas, o homem conduzia o veículo com sinais de embriaguez e mexendo no celular quando bateu em carro que seguia no sentido oposto.

O acidente aconteceu por volta das 19h, horário de movimentação intensa. Agentes da Secretaria de Mobilidade e Trânsito (SMT) estiveram no local e a Polícia Militar auxiliou no ordenamento no trânsito no local.

Fonte: G1 SANTARÉM.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santarém será sede da fase oeste do Campeonato Paraense de Handebol

Jogos serão realizados no período de 20 a 23 de julho. Os dois primeiros colocados da categoria adulto garantem vaga na final, em dezembro

Nove equipes da região oeste do Pará se preparam para a disputa da fase oeste do Campeonato Paraense de Handebol, que será sediado em Santarém de 20 a 23 de julho. Os jogos serão realizados no ginásio da Cidadania e no ginásio da Universidade do Estado do Pará (UEPA).

Além das três equipes de Santarém – Gênesis, Tupã e Panteras – estão confirmados na competição o Monte Alegre, Gama de Altamira, Rancing de Porto de Moz, Itaituba Handebol Clube, Handebol Almerim e o Kikão, de Placas.

As equipes estão divididas em categorias, sendo: Juvenil e Júnior (masculino) e Adulto (masculino e feminino). Os jogos serão realizados sempre a partir das 8h da manhã.

Os dois primeiros colocados da categoria adulto (masculino e feminino) se classificam para a final do Campeonato Paraense de Handebol, que tem previsão para ser realizada em dezembro. Os vencedores receberão troféus.

Fonte: G1 Santarém.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Ração com planta nativa pode enriquecer carne de peixe na Amazônia

Ração feita com uma planta nativa da Amazônia poderá fazer com que o peixe tambaqui tenha mais qualidade e seja mais saudável quando for consumido. A ração é resultado de pesquisa desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Amazônia Ocidental.

O estudo foi desenvolvido até agora com peixes muito jovens, que ainda não servem para consumo, mas a pesquisa já mostrou resultados animadores. Animais que se alimentaram com a ração apresentaram porcentagem aproximada de 0,6% de incorporação do ômega 3, valor superior aos peixes que não se alimentaram com a ração, cuja porcentagem de ômega 3 foi de 0,2% na composição centesimal.

O ômega 3 trabalha no organismo humano na prevenção das doenças do risco cardiovascular e na prevenção de algumas enfermidades neurodegenerativas como, por exemplo, a doença de Parkinson e o Mal de Alzheimer, por exemplo.

Os pesquisadores utilizam a planta amazônica Sacha Inchi (Plukenetia volubilis), rica em ácido linolênico, o ômega 3. Também chamado de óleo Inca, o óleo de Sacha Inchi é um produto nobre, valorizado no mercado por seu alto teor de ácido graxo ômega 3. A principal proposta do estudo foi aproveitar partes residuais da planta que pudessem ser incluídas na ração e agregar valor nutricional ao peixe.

Ração

Os resultados foram obtidos por meio da pesquisa denominada Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenada pelo pesquisador da Embrapa Jony Dairiki.

“A ideia é que o peixe é o que consome, por isso, buscamos ingredientes novos para dar mais qualidade ao peixe”, diz o pesquisador. “O tambaqui é o peixe nativo mais produzido no Brasil. Por isso, tentamos trabalhar com essa espécie”, acrescenta.

Dairiki explica que a ração é a parte mais cara da criação de peixes. No Amazonas, essa é uma questão importante porque, pelo isolamento do estado, é necessário importar ou os ingredientes para fazer rações tradicionais, com farinha de soja, milho, farelo de trigo, entre outros, ou mesmo a própria ração, o que encarece ainda mais que em outras localidades.

“Queremos trabalhar com ingredientes hoje não convencionais para baratear e tentar sair um pouco dessa dependência de ingredientes de outros estados, que sofrem acréscimo de valor pelo frete”, diz. Os pesquisadores ainda irão realizar testes com peixes adultos já prontos para consumo, para medir o quanto conseguem absorver de ômega 3.

Consumo e produção de peixes

De acordo com o Ministério da Agricultura, o consumo de pescado no Brasil, que é de 14,4 kg por habitante/ano, superou o recomendado pela Organização Mundial da Saúde: 12 kg por habitante a cada ano.

Segundo Relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado em 2016, o Brasil deve registrar crescimento de 104% na pesca e aquicultura até 2025. Segundo o estudo, o aumento na produção brasileira será o maior verificado na região.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2015, foram produzidas 483 mil toneladas de peixe, com incremento de 1,5% em relação a 2014. O tambaqui corresponde a 28,1% dessa produção, ficando atrás apenas tilápia – peixe exótico, ou seja, que não é nativo das bacias brasileiras – com 45,4%.

O ômega 3 é mais encontrado em alguns peixes, principalmente os de águas geladas e profundas. Sardinha, salmão e arenque são exemplos que mais se destacam com a substância. Porém, pesquisas com peixes amazônicos têm indicado também a presença de ômega 3, em menor quantidade. Alguns vegetais contêm a substância, ainda em menor quantidade que nos peixes. A linhaça é uma das fontes vegetais de ômega 3, além da Sacha Inchi.

Fonte: Agência Brasil.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cadastro turístico de Belterra é atualizado pela SETUR-PA

A Secretaria de Estado de Turismo- Setur, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo e Meio ambiente de Belterra, realizaram na cidade o trabalho de atualização do inventário turístico do município.

Segundo o representante do Estado, Edmílson Alcântara, 120 municípios do Estado do Pará, terão seus inventários atualizados, para serem incluídos no mapa turístico nacional, e Belterra está incluída para compor o mapa. “Estamos realizando a atualização do inventário da oferta turística de Belterra, com todas as informações necessárias, para que os turistas possam utilizar quando chegarem ao município. Como os atrativos naturais, serviços infraestrutura, tudo que o turista precisa conhecer antes de visitar o município”. Disse Admilson.

O Ministério do Turismo, por meio das Secretarias de Estados de Turismo, de todo o Brasil, fez à adesão dos municípios para compor o mapa nacional.

No Estado do Pará havia 70 municípios, a partir de 2017, com a atualização de seus inventários, o Estado passa a ter 120 municípios inseridos ao mapa.

Diversos pontos foram visitados em Belterra, como as secretarias, hospedagens, restaurantes, bares e órgãos que tem relação com o turismo. O próximo passo será trabalhado o plano municipal de turismo do município. A equipe responsável pelo trabalho foi formada por Admilson Alcântara, Rosely Corrêa e a Secretaria Municipal de turismo Risonete Pereira.

Fonte:Portal da Prefeitura de Belterra.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Maggi crê em retomada de compra de carne pelos EUA em até 60 dias

(Reuters) – A retomada das compras de carne bovina in natura brasileira pelos Estados Unidos, suspensas desde 22 de julho, ainda depende da conclusão de análises técnicas e pode ocorrer em 30 a 60 dias, disse nesta segunda-feira o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

“É preciso aguardar as análises das informações que eles estão recebendo”, disse Maggi, após encontro com o secretário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), Sonny Perdue, para tratar do assunto.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) afirmou após o encontrou que a negociação com o Brasil permanece aberta a diálogo, mas ressaltou que não há cronograma para a retomada das importações.

Os EUA não são grandes importadores de carne bovina in natura brasileira, após abrirem seu mercado apenas no ano passado. Mas o aval norte-americano, pelo seu elevado padrão técnico, dá a chancela para o Brasil conquistar outros importadores.

Segundo dados da associação de exportadores do Brasil (Abiec), os norte-americanos compraram apenas 3 por cento da carne bovina in natura brasileira de janeiro a junho.

Uma equipe de técnicos do ministério brasileiro está nos EUA desde o último dia 13 em contato com a área de Defesa Sanitária daquele país para tratar do atendimento às exigências feitas pelo governo dos EUA para restabelecer as importações de carne bovina, interrompidas por causa de preocupações sanitárias.

Em março, depois da Operação Carne Fraca, os norte-americanos passaram a inspecionar 100 por cento das carnes importadas do Brasil. No mês passado, o governo dos EUA informou ao ministério que foram encontrados abscessos (caroços) em algumas carnes brasileiras.

“Tenho certeza que as mudanças que fizemos são tecnicamente aceitáveis e modificam muito o patamar anterior. Então, fico animado, porque sei que serão reconhecidas pelos técnicos americanos”, disse o ministro Maggi, segundo nota oficial.

Uma das medidas adotadas foi deixar de embarcar as peças dianteiras inteiras, como vinha sendo feito. Agora elas serão fracionadas, com o objetivo de identificar mais facilmente os abscessos. Naquela parte do boi são aplicadas as vacinas contra a febre aftosa, onde foram detectadas reações à aplicação, comentou o ministério.

O ministro admitiu ainda que nenhum país livre de aftosa com vacinação pode exportar peças com osso, e que tal problema não deve se repetir –no caso de existência do vírus da aftosa, o osso é um vetor de transmissão.

“Como o Brasil mudou e está fazendo cortes menores, é possível observar isso com toda a tranquilidade e garantir que achados que trouxeram impedimento à entrada da carne brasileira não aconteçam mais”, declarou.

Segundo Maggi, “ficou o compromisso de que o (retorno das compras) será o mais rápido possível, assim que coisas estiverem esclarecidas”.

“Não há qualquer objeção política por parte do secretário do governo americano”, completou o ministro.

Por Ana Mano e Roberto Samora; Reportagem adicional da Redação de Washington

Fonte: painelagroeconomico.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Criança se afoga em riacho em Alta Floresta

Um menino de três anos, foi socorrido hoje, pelo Corpo de Bombeiros, após se afogar em um riacho, aos fundos do bairro Cidade Bela. A criança estava no local acompanhada de dois irmãos, também menores de idade, quando acabou se afogando.

O menino foi retirado da água pelos próprios moradores que conseguiram reanimá-lo. Logo em seguida, foi encaminhado, pelos bombeiros, ao hospital. O atual estado de saúde não foi informado.

Fonte: Só Noticias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Protesto de índios paralisa obra de hidrelétrica entre MT e PA, dizem líderes

Um protesto com cerca de 200 indígenas da etnia munduruku paralisa desde a madrugada de domingo as obras da hidrelétrica São Manoel, entre o Mato Grosso e o Pará, disseram à Reuters nesta segunda-feira lideranças da manifestação.

A pauta de reivindicações do grupo para deixar o canteiro de obras inclui a demarcação e homologação de uma terra indígena e a retomada de urnas funerárias consideradas sagradas pelos índios e que teriam desaparecido em meio à construção da usina.

A companhia que administra a usina afirmou, por meio de nota, que segue em tratativas com os mundurukus e com órgãos competentes e disse estar “comprometida em encontrar uma solução que garanta a segurança das comunidades locais, colaboradores e do empreendimento”. A empresa informou, ainda, que cumpre com as condicionantes ambientais.

Orçada em mais de 3 bilhões de reais, São Manoel tem como acionistas Furnas, da Eletrobras, a EDP Energias do Brasil e a chinesa Three Gorges. A usina precisa entrar em operação em janeiro de 2018, mas as empresas esperam antecipar esse cronograma para outubro deste ano.

“A obra está totalmente parada… a gente vai permanecer aqui enquanto nossas reivindicações não forem atendidas”, disse à Reuters Valdenir Munduruku, um dos líderes do movimento que ocupou o empreendimento.

Ele disse que o grupo exige também a presença de executivos das empresas responsáveis pela hidrelétrica e de autoridades para negociar, como os presidentes do órgão ambiental Ibama e da Fundação Nacional do Índio (Funai) e o ministro da Justiça, além de representantes das pastas de Meio Ambiente e Minas e Energia.

Valdenir contou também que os indígenas no local receberam um aviso de que o grupo de empresas responsável pela hidrelétrica entrou na Justiça com um pedido de reintegração de posse da área.

“A gente sabe que a empresa entrou com pedido… mas a gente está aqui e não é isso que vai nos intimidar, vamos continuar firme na luta para que nossos direitos sejam respeitados e atendidos”, afirmou.

A área que os índios querem ver demarcada corresponde à Terra Indígena Sawré Muybu, com 178.173 hectares, uma área de ocupação tradicional do povo munduruku. A Funai concluiu em abril de 2016 os estudos de identificação e delimitação da região, nos municípios de Itaituba e Trairão, Pará, segundo informação do site da fundação.

O movimento dos indígenas tem sido apoiado pelo grupo Fórum Teles Pires, que reúne diversos grupos de ativistas contrários à construção de hidrelétricas na região do rio Teles Pires.

Procurada, a Eletrobras disse que não iria comentar. EDP Brasil e China Three Gorges não responderam imediatamente a pedidos de comentário.

Segundo a Empresa de Energia São Manoel, responsável pela usina, a Funai confirmou uma reunião com o grupo indígena na quarta-feira.

Fonte: painelagroeconomico.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Manifestantes bloqueiam trecho da Transamazônica

Protesto busca chamar atenção para a falta de estrutura da estrada vicinal do Travessão do Tutuí

Um grupo de manifestantes bloqueia um trecho do quilômetro 172 da Transamazônica – rodovia BR-230 – no município de Uruará, no sudeste paraense. A interdição teve início na manhã desta segunda-feira (17). O protesto busca chamar atenção para a falta de estrutura da estrada vicinal do Travessão do Tutuí, que liga o município de Uruará e Santarém, no oeste do estado.

A população exige uma diálogo com o Governo do Estado para solucionar os problemas.

O Portal ORM tenta contato com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para mais informações.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Na Arábia Saudita, jovem é procurada pela polícia após postar vídeo com minissaia

‘Comissão para a Promoção da Virtude e a Prevenção de Vícios’ disse que já está investigando o caso

Neste fim de semana, uma mulher da Arábia Saudita postou um vídeo de si mesma no aplicativo Snapchat, que a mostrava caminhando por um forte histórico em uma aldeia ao norte da capital do país, Riade, enquanto usava um top e uma minissaia.

Menos de 24 horas depois de publicar o vídeo, o órgão Saudi Arabia’s Commission for the Promotion of Virtue and Prevention of Vice (Comissão da Arábia Saudita para a Promoção da Virtude e a Prevenção de Vícios, em tradução livre), um tipo de polícia moral do país, disse que estava trabalhando com as autoridades para investigar o caso.

Um mandado de prisão da polícia de Riade, publicado por alguns usuários no Twitter, diz que a mulher estava “desrespeitando e violando os ensinamentos do Islã”. O caso, claro, rapidamente provocou controvérsia online. Alguns sauditas têm exigido que a mulher seja punida, enquanto outras pessoas acreditam que há um grande exagero na postura do governo.

A Arábia Saudita exige que as mulheres usem roupas longas, conhecidas como “abayas”, quando estão em público. A maioria das mulheres sauditas também cobrem seus cabelos e seus rostos com um véu.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br