São Paulo empata com Grêmio, segue na zona de rebaixamento e ajuda Corinthians

Segue o calvário do São Paulo na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Empurrado por mais de 50 mil torcedores, no Morumbi, o Tricolor paulista saiu atrás no primeiro tempo, buscou o empate no segundo, mas não conseguiu a virada e empatou por 1 a 1 com o vice-líder Grêmio, em duelo válido pela 16ª rodada do torneio nacional.

Com o resultado, o São Paulo perdeu uma posição e caiu para o 18º lugar, com 16 pontos, um a menos que o Atlético-PR, primeira equipe fora da zona de rebaixamento, da qual não consegue sair há seis rodadas. Para piorar, ajudou indiretamente o arquirrival Corinthians (40), que abriu oito pontos de vantagem em relação ao segundo colocado Grêmio (32). Mesmo assim, o time do Morumbi foi aplaudido pela torcida após o apito final.

Agora, o São Paulo terá quatro dias de preparação para o confronto com o Botafogo, no próximo sábado, às 16 horas (de Brasília), no Estádio Nilton Santos. Já o Grêmio receberá o Santos em um confronto direto da parte de cima da tabela diante do Santos, domingo, às 19h. Mas antes de se preocupar com o Brasileirão, o time comandado por Renato Gaúcho defenderá uma vantagem de 4 a 0 contra o Atlético-PR, nesta quinta-feira, às 21h45, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil.

O Grêmio aplicou um ‘chocolate’ no São Paulo no primeiro tempo. Bem postado em campo, o time gaúcho deu o cartão de visitas logo no primeiro minuto da partida, quando Luan recebeu de Pedro Rocha na entrada da área e arriscou para defesa de Renan Ribeiro.

Precisando de uma vitória para sair da zona de rebaixamento, o time treinado por Dorival Júnior se lançou ao ataque. Mas de forma desorganizada, o que facilitou o trabalho da marcação do Grêmio, que não demorou a abrir o placar. Aos 19 minutos, os gaúchos puxaram contra-ataque cedido por Cueva, Pedro Rocha passou por Arboleda, entrou na área, cortou o zagueiro e bateu com força. Renan tentou defender com a perna, mas a bola acabou entrando.

O que já era uma forma atabalhoada de atacar, piorou com o gol do vice-líder do campeonato. Nervosos, os donos da casa erravam muitos passes, especialmente Bruno. E quem chegou mais perto de fazer o segundo gol da partida foi o Grêmio, que chegou com perigo aos 42 minutos: após linda troca de passes, Maicon recebeu na intermediária e arriscou, exigindo ótima defesa de Renan Ribeiro, que evitou uma desvantagem maior antes do intervalo.

Na tentativa de melhor o desempenho da equipe, Dorival promoveu as entradas de Lucas Fernandes e Cícero nos lugares de Gomez e Jucilei, respectivamente. No entanto, inicialmente, o panorama da partida não mudou: o Tricolor paulista continuou nervoso e cometendo muitos erros, ao passo que os visitantes trocavam passes com tranquilidade, administrando bem o resultado.

Aos poucos, porém, o São Paulo começou a pressionar na base do abafa. E, sem organização, mas com muita vontade, foi recompensado por isso. Aos 18 minutos, Cueva enfiou para Edimar na linha de fundo. O lateral esquerdo cortou Ramiro e cruzou rasteiro para Lucas Pratto bater em cima de Marcelo Grohe. No rebote, Lucas Fernandes empurrou para o fundo do gol e comemorou ajoelhando no escudo do clube.

O gol fez com que o jogo ficasse equilibrado e aberto nos minutos finais. Empurrado por sua torcida, o São Paulo quase virou aos 30 minutos, quando Arboleda, do meio-campo, tentou encobrir Marcelo Grohe. Pouco depois, porém, o Grêmio respondeu: aos 35, Edílson tabelou com Fernandinho, que chutou forte no alto. O goleiro Renan Ribeiro voou para fazer a defesa e garantir ao menos um ponto para o ameaçado Tricolor paulista.

Fonte: Só Notícias.
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Governo facilita emissão de identidade com nome social para pessoas trans no Pará

O governo do Pará eliminou uma etapa burocrática para a emissão de carteira de identidade com nome social para transexuais e travestis: agora não será mais preciso solicitar a declaração de identidade de gênero, que era emitida Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), para conseguir a documentação.

A mudança foi definida em uma instrução normativa emitida pela Diretoria de Identificação da Polícia Civil no dia 12 de junho, e já está em vigor. “A pessoa fica livre para escolher o nome pelo qual vai ser identificado”, disse o papiloscopista Fernando Santa Rosa.

Além de agilizar o processo, a Instrução Normativa traz mudanças no procedimento: agora os sobrenome da família pode ou não constar no sobrenome da identidade da pessoa trans e, após a emissão da primeira via, este nome não pode ser substituído.

Podem solicitar as identidades com nome social apenas pessoas cujo registro civil foi feito no Pará. Quem tiver identidade de outro estado precisa, primeiro, tirar uma carteira de registro civil paraense para, em seguida, pedir a carteira com nome social.

Nome social

O direito a documentação com nome social foi garantido no Pará por um decreto publicado em maio de 2013 no Diário Oficial do Estado. Desde então já foram expedidos mais de 300 documentos, que reconhecem a cidadania das pessoas trans.

Para solicitar a carteira de nome social é preciso apresentar certidão de nascimento original, duas fotos 3×4 recentes e comprovante de residência atual. Com todos os documentos, basta ir até o Posto Central de Identificação, na Delegacia-Geral de Polícia Civil. O documento é emitido no mesmo dia.

A carteira de nome social traz, além do nome social, foto de identificação, o número do RG e o órgão expedidor. Também estão inseridos data de nascimento, filiação, CPF e profissão. O documento é válido em todo o Estado.

Serviço: A emissão da carteira de identidade com nome social pode ser feita na Delegacia-Geral de Polícia Civil, que fica na Avenida Magalhães Barata, 209, bairro Nazaré. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e na Estação Cidadania do Shopping Bosque Grão Pará.

Fonte: G1 PA.
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Edital de Publicação: 078/2017-JOÃO CARLOS PIRAN – ESTANCIA MEDIANEIRA III

  editalJOÃO CARLOS PIRAN – ESTANCIA MEDIANEIRA III, localizada na BR 163 KM 1073 MD, Novo Progresso/PA, torna público que obteve junto a SEMMA-NP a Licença de Instalação/Operação LIO: nº 009/2016, Processo: 0384/2015 em 04/05/2016, para atividade de Silo/Secador para Grãos / Cereais.

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Edital de Publicação: 077/2017-JOSE CARLOS ROVARIS- FAZENDA REALEZA

 edital  JOSE CARLOS ROVARIS- FAZENDA REALEZA, localizada na BR 163 KM 1010 MD, Novo Progresso/PA, torna público que obteve junto a SEMMA-NP a Licença de Instalação/Operação LIO: nº 011/2016, processo nº 028/2016 em 31/05/2016, para atividade de Silo/Secador para Grãos / Cereais

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Gerente dos Correios é preso em operação contra pedofilia no Pará

Na manhã desta terça-feira (25), a Polícia Federal deflagrou a segunda fase de uma megaoperação para combater a exploração sexual de crianças e o compartilhamento de pornografia infantil na internet. A operação ocorre em 51 cidades de 14 estados brasileiros.

No Pará, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão em Belém; um em Redenção; dois em Santarém, além de uma visão preventiva; e um flagrante em Xinguara.

Ao longo da manhã, a Polícia Federal informou que um dos detidos foi Antonio Marcos de Lima Alves, gerente da agência dos correios em Terra Santa, região do Baixo Amazonas. Outro detido, que não teve a identidade divulgada, foi em Xinguara.

Na operação, chamada de Glasnost, que envolve cerca de 350 agentes federais, há no total para serem cumpridos 72 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e outros dois de condução coercitiva. Além do Pará, a operação ocorre no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Piauí e Sergipe.

A ação desta terça é um desdobramento da primeira fase da operação, deflagrada em novembro de 2013, quando foram cumpridos 80 mandados de busca e prisão e realizadas 30 prisões em flagrante por posse de pornografia infantil.

Não ocasião, foram ainda identificados e presos diversos abusadores sexuais, bem como resgatadas vítimas, com idades entre cinco e nove anos. Os suspeitos foram identificados a partir do monitoramento de um site russo, que era utilizado como uma espécie de “ponto de encontro” de pedófilos em todo o mundo. Brasileiros e estrangeiros compartilhavam pornografia infantil por meio do site. Também foram encontradas muitas crianças vítimas de abuso.

Os suspeitos produziam e armazenavam fotos e vídeos de crianças, adolescentes e até bebês, muitos deles sendo abusados sexualmente por adultos, e as enviavam para contatos no Brasil e no exterior. Ainda assim,

Anteriormente à ação desta segunda, os policiais federais já haviam cumprido medidas urgentes em cidades como Osasco (SP), Presidente Prudente (SP), Porto Alegre (RS), Vila Velha (ES), Jundiaí (SP), Praia Grande (SP), Campo Grande (MS) e Cachoeira do Itapemirim (ES) para identificar casos concretos de abusos sexuais contra crianças. Também foram presos os abusadores e identificadas as vítimas dos abusos.

OPERAÇÃO

O nome “Glasnost” faz uma referência ao termo russo que significa transparência. A palavra foi escolhida porque a maior parte dos investigados utilizava servidores russos para a divulgação de imagens de menores na internet e para realizar contatos com outros pedófilos ao redor do mundo.

Fonte: DOL com informações da Polícia Federal.
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Juiz suspende aumento de imposto sobre combustíveis no país

O juiz substituto Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do DF, suspendeu nesta terça-feira (25) o aumento de tributos sobre os combustíveis anunciado pelo governo na semana passada. A decisão vale para todo o país, mas não é definitiva e ainda cabe recurso.

Em decisão provisória (liminar), o juiz suspendeu os efeitos do decreto que determinou o aumento de PIS/Cofins sobre gasolina e etanol.

O magistrado cita, entre outras ilegalidades, o não cumprimento da “noventena”, prazo de 90 dias entre a edição da norma e sua entrada em vigor.

Fonte: DOL com infomações da Folha de S. Paulo.
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MST invade fazendas de amigo de Temer, de Ricardo Teixeira e da família de ministro da Agricultura

Movimento também ocupou propriedade da família do senador Ciro Nogueira (PP-PI). MST faz jornada de protestos contra corrupção e o governo Temer.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realiza uma jornada de protestos nesta terça-feira (25) com invasões de propriedades e bloqueios de rodovias pelo país.

Nesta manhã, integrantes do movimento ocuparam fazendas de um amigo do presidente Michel Temer, do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, da família do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e uma propriedade de empresa Amaggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

Segundo o movimento, as ocupações e protestos são em defesa da reforma agrária, contra o governo Temer e pelo combate à corrupção. O MST também invadiu uma fazenda do Grupo Nutriara, no Noroeste do Paraná.

Nesta manhã, o MST ocupou a Fazenda Esmeralda, entre Duartina e Lucianópolis, no interior de São Paulo. A propriedade, com cerca de 1,5 mil hectares, pertence à empresa de arquitetura e engenharia Argeplan, que tem como um dos sócios João Batista Lima Filho, conhecido como Coronel Lima. Ele já foi assessor do presidente Michel Temer, de quem é amigo pessoal.

 Polícia acompanha movimentação do MST em fazenda ocupada em Duartina (Foto: Alan Schneider / TV TEM)

Polícia acompanha movimentação do MST em fazenda ocupada em Duartina (Foto: Alan Schneider / TV TEM)

Segundo o movimento, cerca de 800 pessoas participam da ocupação. A Polícia Militar divulgou um número menor, de 500 pessoas. Em nota, o MST afirma que a invasão é um protesto contra o presidente Temer e pelo combate à corrupção. Lima e a Argeplan foram citados nas delações da JBS na operação Lava Jato.

Por telefone, o advogado da Argeplan, Sylvio Carloni, disse que entrou com o pedido de reintegração de posse. Segundo ele, os integrantes do MST construíram barreiras para impedir o acesso e três bois da propriedade foram abatidos.

Neste ano, esta é a segunda vez que a fazenda Esmeralda é invadida. A última ocupação foi em maio e realizada pelo Movimento Social Sem Limites, que faz parte da União Nacional Camponesa.

Fazenda da família Maggi (MS)

Em Mato Grosso, um grupo do MST ocupou uma fazenda que é propriedade da empresa Amaggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. A fazenda fica às margens da BR-163, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Integrantes do MST ocupam fazenda de empresa da família Maggi em Rondonópolis (MS) (Foto: MST/Facebook/Reprodução)
Integrantes do MST ocupam fazenda de empresa da família Maggi em Rondonópolis (MS) (Foto: MST/Facebook/Reprodução)

Em nota, a Amaggi confirmou a invasão e disse que está preocupada com a integridade física dos 17 colaboradores e familiares que residem na fazenda e que está tomando as medidas necessárias para garantir a segurança deles. Além disso, a Amaggi declarou que busca os meios legais para “reestabelecer a ordem na unidade”.

A empresa afirma que a fazenda tem extensão de 479,7 hectares e é uma das mais antigas unidades produtivas do grupo, com atividades desde a década de 1980. Segundo os líderes do MST em Mato Grosso, aproximadamente 500 pessoas do movimento participam da ocupação. Os trabalhadores não estipularam prazo para saírem da propriedade.

Fazenda Santa Rosa, de Ricardo Teixeira (RJ)

O MST também ocupou nesta manhã a fazenda Santa Rosa, em Piraí, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Militar, a propriedade seria de Ricardo Teixeira, que foi presidente da Confederação Brasileira de Futebol por mais de 20 anos.

A fazenda Santa Rosa tem aproximadamente 1,5 mil hectares e fica no distrito de Santanésia, área rural de Piraí, a 100 km do Rio.

Cerca de 350 famílias participam da ocupação, segundo o movimento. De acordo com a assessoria do MST, eles chegaram por volta de 7h, montaram acampamentos no local, onde pretendem ficar por tempo indeterminado.

Grupo ligado ao MST ocupou Fazenda Santa Rosa, em Piraí, nesta terça-feira (Foto: Fabrício Werneck/TV Rio Sul)
Grupo ligado ao MST ocupou Fazenda Santa Rosa, em Piraí, nesta terça-feira (Foto: Fabrício Werneck/TV Rio Sul)

Fazenda da família de Ciro Nogueira (PI)

Cerca de 200 famílias do MST ocupam uma fazenda do senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), em Teresina. A propriedade fica às margens da BR-316, na saída Sul da capital.

A ocupação teve início às 5h da manhã desta terça, e os organizadores esperam que pelo menos mil famílias estejam na fazenda até o final desta semana. O clima no local é tranquilo, e os manifestantes vão instalar um acampamento na fazenda.

Movimento Sem Terra (MST) monta acampamento no local (Foto: Catarina Costa/g1)
Movimento Sem Terra (MST) monta acampamento no local (Foto: Catarina Costa/g1)

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do senador, que ainda se pronunciará sobre a invasão.

João Luiz Vieira, da direção nacional do MST no Piauí, afirmou que o grupo reivindica a desapropriação da terra, que afirma ser improdutiva.

Fazenda Lupus, do Grupo Nutriara (PR)

No noroeste do Paraná, o MST invadiu a Fazenda Lupus, do Grupo Nutriara no fim da manhã desta terça. A Polícia Militar confirma a invasão e afirma cerca de 1,2 mil pessoas estão no local.

Conforme o MST, as famílias que ocuparam a Fazenda Lupus I, II e III moravam, havia 10 anos, às margens da rodovia e viviam embaixo de lonas seguradas por bambus, “sem luz, sem água e em estado de extrema pobreza”. Ainda conforme o MST, a área invadida foi declarada improdutiva.

Base de Alcântara

Um outro grupo, que inclui membros do MST, bloqueia acesso ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado a 18 km de São Luís, no Maranhão.

Protesto reúne mais de 300 pessoas em Alcântara (Foto: G1 Maranhão)
Protesto reúne mais de 300 pessoas em Alcântara (Foto: G1 Maranhão)

Segundo os manifestantes, o ato é em defesa de 200 comunidades quilombolas do entorno da base que, afirmam, podem ser atingidas pela possível ampliação do programa espacial por meio de parceria dos governos brasileiro e norte-americano.

O ministro da Defesa, Raul Julgmann anunciou esta permissão do governo do Brasil aos Estados Unidos no mês de maio deste ano. Segundo ele, França, Rússia e Israel também demonstraram interesse pelo CLA.

Fonte: G1
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Brasileiros eram enviados como ‘escravos’ por igreja dos EUA, dizem ex-membros

Quando Andre Oliveira respondeu a um chamado para deixar sua congregação vinculada com a Word of Faith Fellowship (Associação Palavra da Fé) no Brasil e se mudar para a igreja sede na Carolina do Norte, aos 18 anos de idade, seu passaporte e dinheiro foram confiscados pelos líderes da igreja – para proteção, segundo os líderes.

Preso em um país estrangeiro, ele disse que foi forçado a trabalhar 15 horas por dia, geralmente sem remuneração, primeiro limpando casas para a igreja evangélica secretamente e depois trabalhando nas propriedades dos ministros sêniores. Ele conta que qualquer desvio nas regras os colocava sob a ira dos líderes da igreja, regras que variavam de espancamentos a humilhações no púlpito. “Eles nos traficaram para cá. Eles sabiam o que estavam fazendo. Precisavam de mão-de-obra, e nós éramos mão-de-obra barata – ou melhor, mão-de-obra gratuita”, diz Oliveira.

Uma investigação da Associated Press descobriu que a Word of Faith Fellowship usou seus dois ramos da igreja na maior nação da América Latina como canal para um fluxo contínuo de jovens trabalhadores, que tinham vistos de turistas ou estudantes, para a sua propriedade de 14 hectares na zona rural de Spindale, na Carolina do Norte.

Segundo as leis dos EUA, os visitantes com visto de turista são proibidos de realizar trabalho pelo qual as pessoas normalmente seriam remuneradas. As pessoas com visto de estudantes têm permissão para alguns trabalhos, em circunstâncias que não correspondem às que aconteciam na Word of Faith Fellowship, conforme a AP revelou.

Em pelo menos uma ocasião, os membros antigos alertaram as autoridades. Em 2014, três ex-congregantes disseram a uma procuradora assistente dos EUA que os brasileiros estavam sendo forçados a trabalhar sem remuneração, de acordo com um registro obtido pela AP.

‘Eles nos mantinham como escravos’, disse Oliveira © Foto: AP ‘Eles nos mantinham como escravos’, disse Oliveira

“E eles espancaram os brasileiros?” Jill Rose, agora procuradora dos EUA em Charlote, perguntou. “Não há dúvidas”, respondeu um dos congregantes antigos. Os ministros “na maioria das vezes traziam eles para cá para trabalho gratuito”, outro disse.

Embora Rose prometesse investigação, os membros antigos disseram que ela nunca respondeu quando eles repetidamente tentavam contato com ela nos meses que antecediam a reunião. Rose se recusou a comentar para a AP, alegando uma investigação em andamento.

Oliveira, que abandonou a igreja no ano passado, é um dos 16 membros antigos brasileiros que contaram à AP que foram forçados a trabalhar, frequentemente sem remuneração, e foram agredidos física ou verbalmente. A AP também analisou uma série de relatórios policiais e queixas formais apresentadas no Brasil sobre as condições adversas da igreja.

“Eles nos mantinham como escravos”, disse Oliveira, pausando às vezes para secar as lágrimas. “Nós éramos descartáveis. Não significávamos nada para eles. Nada. Como podem fazer aquilo com pessoas – declarar seu amor a elas e depois bater nelas em nome de Deus?”

Os brasileiros frequentemente falavam pouco inglês quando chegaram e muitos tiveram seus passaportes apreendidos. Muitos homens trabalharam no setor de construção; muitas mulheres trabalharam como babás e na escola da igreja, contaram os membros antigos. Uma ex-congregante do Brasil disse à AP que ela tinha apenas 12 anos quando teve de trabalhar pela primeira vez.

Os agentes da imigração nos dois países disseram ser impossível calcular o volume do fluxo de humanos, mas pelo menos várias centenas de jovens brasileiros migraram para a Carolina do Norte nas últimas duas décadas, com base nas entrevistas com os membros antigos.

As revelações de trabalho forçado são as mais recentes de uma investigação em andamento da AP que expõe anos de abuso na Word of Faith Fellowship. Com base em entrevistas exclusivas com 43 membros antigos, documentos e registros secretos, a AP divulgou em fevereiro que os congregantes eram regularmente golpeados, surrados e sufocados para que fossem “purificados” dos pecados ao derrotarem os demônios.

A igreja raramente sofreu sanções desde a fundação em 1979 pela líder da seita, Jane Whaley, uma antiga professora de matemática, e seu marido, Sam. Outra matéria anterior da AP descreve como os líderes da igreja ordenaram que os congregantes mentissem às autoridades que investigavam relatos de abuso.

A AP fez tentativas repetidas para obter comentários desta história com os líderes da igreja nos dois países, mas eles não responderam.

Sob a liderança de Jane Whaley, a Word of Faith Fellowship cresceu de poucos seguidores para cerca de 750 congregantes na Carolina do Norte e um total de quase 2000 membros nas suas igrejas no Brasil e em Gana e suas afiliações na Suécia, Escócia e outros países.

Os membros de todo o mundo visitam a propriedade de Spindale, mas o Brasil é a maior fonte de trabalho estrangeiro, e Jane e seus principais delegados visitam os postos avançados brasileiros várias vezes ao ano, descobruiu a AP.

O membro antigo Thiago Silva disse que estava entusiasmado quando embarcou em um avião na cidade brasileira de Belo Horizonte para voar para o seminário de jovens da Word of Faith na Carolina do Norte em 2001. Ele tinha 18 anos e esperava usar seu visto de turista para conhecer novas pessoas e visitar os EUA.

Ele disse que aprendeu rápido que “não haveria felicidade”. “Os brasileiros vêm para cá para trabalhar. Estou dizendo, é isso”, disse Silva. Ele chamou o tratamento de “uma violação aos direitos humanos”.

Silva, agora com 34 anos, declarou estar entre um grupo de brasileiros que trabalha ao lado de americanos – os locais eram pagos, os brasileiros não eram, ele conta. Silva e outros também disseram que Jane tinha total controle da vida dos congregantes nos dois continentes, ordenando o básico da vida diária, como onde eles morariam e quando poderiam comer – e até mesmo forçando alguns a se casarem com americanos para que pudessem permanecer no país.

A falta de liberdade era generalizada, eles disseram: Silva, por exemplo, disse que ele poderia telefonar para seus pais dos EUA apenas se alguém que falasse português monitorasse a ligação. “Não há livre arbítrio”, ele disse. “Existe o arbítrio da Jane”.

‘EU SOFRI MUITO AQUI’

Durante duas décadas, a Word of Faith Fellowship absorveu duas igrejas no Brasil, Ministério Verbo Vivo na cidade São Joaquim de Bicas (MG) e Ministério Evangélico Comunidade Rhema em Franco da Rocha (SP). Durante suas visitas frequentes, Jane contava aos membros brasileiros do seu rebanho que eles poderiam melhorar suas vidas e suas relações com Deus com uma peregrinação à igreja sede, de acordo com vários dos entrevistados. A marca de adoração dos brasileiros era inferior, como ela frequentemente diria.

Além de estarem comprometidos com um nível mais alto da igreja, alguns dizem que eles também eram atraídos pela chance de frequentar a faculdade, aprender inglês, conhecer um pouco dos EUA. Outros dizem que sentiram que simplesmente não tinham escolha.

Durante todo o tempo, as regras rígidas instauradas em Spindale foram impostas no Brasil, o que levou a queixas à polícia revisadas pela AP e uma audiência legislativa em 2009. Mas a Word of Faith nunca enfrentou qualquer censura oficial – muitas das alegações perduram pela palavra de ex-membros contra a igreja – e o fluxo de humanos continuava a fluir, mesmo que os pais brasileiros dissessem que estavam sendo completamente isolados dos seus filhos na Carolina do Norte.

Chamada de “rebelde” porque ela respondia aos pastores quando criança, Elizabeth Oliveira, que não é parente de Andre, contou à AP que frequentemente era mantida em isolamento durante dias em cada vez em várias casas de ministros em São Joaquim de Bicas.

Ser enviada para os EUA era a maneira de “corrigir” o mau comportamento dela. Ela disse que tinha 12 anos quando foi enviada pela primeira vez para Spindale e imediatamente foi colocada para trabalhar. Ela ajudava na escola durante o dia, depois costurava roupas e era babá à noite, algumas vezes até bem depois da meia-noite, disse Elizabeth. Ela disse que nunca recebeu remuneração.

Agora aos 21 anos e estudando medicina em Belo Horizonte, Elizabeth disse que rompeu com a igreja após sua oitava viagem à Spindale.

“Eu sofri muito lá”, ela disse, “Quando fiz 18 anos, saí e me disseram de novo que eu morreria sozinha no mundo e iria para o inferno.”
Ana disse que trabalhou em período integral sem remuneração © Foto: AP Ana disse que trabalhou em período integral sem remuneração

Ana Albuquerque viajou do Brasil para Spindale 11 vezes durante mais de uma década, começando aos 5 anos com seus pais. Durante este tempo, ela disse que testemunhou tantos gritos e empurrões para “expulsar demônios” que começou a achar o comportamento normal.

Nas suas últimas três viagens, ela ingressou em um grupo de duas dezenas com outros adolescentes brasileiros que permaneciam até seis meses com vistos de turistas. “Eles chegavam e diziam: ‘Você vai conhecer os Estados Unidos da América. Você vai para todos os shoppings’”, ela conta. “Mas quando você chega lá, tudo é controlado.” Ana, agora com 25 anos, disse que trabalhou em

período integral sem remuneração – como auxiliar de professor na escola durante o dia e babá de crianças de congregantes à noite.

O julgamento aconteceu durante sua última viagem, quando tinha 16 anos. Ana contou que Jane e outro ministro a espancavam repetidamente com um pedaço de madeira enquanto gritavam que ela estava “suja” e possuída pelo demônio.

“Ore para isso sair de você!” Ana se lembrou de ser exortada durante uma sessão que durou 40 minutos. Durante as últimas duas semanas em Spindale, Ana disse que aguentou dias de isolamento forçado, leitura da Bíblia, ameaças de ser internada em hospital psiquiátrico e proibições feitas por Jane de ligar para os pais. Finalmente permitiram que ela voltasse ao Brasil, onde ela deixou a igreja.

Luiz Pires disse que tinha 18 anos em 2006 quando foi incentivado pelos ministros da igreja de São Joaquim de Bicas a viajar para a Carolina do Norte para aperfeiçoamento espiritual. Na chegada, ele disse que encontrou condições de vida “horríveis”, com o porão de uma casa do líder da igreja lotado com oito pessoas forçadas a trabalharem por muitas horas em empreendimentos comerciais relacionados à igreja. Todo pagamento era para arcar com as despesas de subsistência, diz Pires, apesar do fato de que ele e outros limpavam e faziam trabalho de jardinagem na casa dos membros onde eles moravam.

“Nunca tínhamos tempo de descansar. Sempre estávamos trabalhando como escravos”, ele disse.

O congregante antigo Jay Plummer supervisionou o remodelamento de projetos para um empreendimento comercial do líder da igreja e confirmou que os colegas de trabalho americanos eram remunerados enquanto os brasileiros que trabalhavam com eles não recebiam.

“Eles trabalhavam por quarto e alimentação e não tinham escolha”, Plummer disse à AP. “E quando eles não queriam trabalhar e verbalizavam isso, eles só arrumavam confusão.” Paulo Henrique Barbosa ouviu histórias de terror sobre a vida em Spindale. Mas a influência da seita era tão grande que ele disse que sentia que deveria aceitar quando os líderes da igreja em Franco da Rocha – apoiados pelos seus pais – disseram para ele viajar para Spindale em 2011, quando tinha 17 anos.

Os pastores diziam que ele violaria a vontade de Deus caso se recusasse. “Todos sabiam que essas viagens não eram de turismo”, disse Barbosa, agora com 23 anos e trabalhando em tecnologia de informação em São Paulo. “Eu não queria ir, mas não tive escolha.”

Em Spindale, as condições eram piores do que temia, ele disse: Por seis meses, ele ajudava na escola pela manhã e trabalhava na construção à tarde e à noite, algumas vezes até 1 da manhã. Nunca recebeu remuneração, ele disse.

A igreja controlava tudo o que ele fazia, disse Barbosa, até proibir lanches entre as refeições. Televisão, música e alguns produtos de marca eram proibidos.

Barbosa disse que também dormia no porão com cerca de outros 15 homens jovens. Era proibido falar português.

Todos que permanecessem no banheiro por mais do que os cinco minutos permitidos eram suspensos por cometer o “pecado” da masturbação e Jane seria chamada à casa para decretar a punição.

Se algum dos homens parecesse ter tido um “sonho impuro”, Barbosa disse que todos seriam acordados, era exigido que o cercasse e repetidamente chacoalhasse e gritasse em suas orelhas para “expulsar os demônios”, uma prática da Word of Faith chamada de “explosão”.

Barbosa conta que ele pediu para voltar ao Brasil muitas vezes, “mas eles sempre me diziam que não, que era a vontade de Deus que eu permanecesse”.

Partir por conta própria era impossível, disse Barbosa. Ele aterrissou em Charlotte, mais de uma hora de Spindale, e não tinha carro e pouco dinheiro. Ele não conhecia ninguém fora da igreja e não falava inglês. Tinha permissão para voltar para o Brasil apenas quando o visto de turista de seis meses vencesse.

“Desde a infância, você é treinado para acreditar que deixar a igreja significaria ir para o inferno, ter câncer ou aids”, ele disse.

VIOLAÇÕES DE VISTO
Jane Whaley com crianças na igreja em Spindale © Foto: AP Jane Whaley com crianças na igreja em Spindale

A investigação da AP documentou abusos repetidos em relação aos vistos de turista e estudante obtidos por membros brasileiros da igreja. Os brasileiros muitas vezes chegavam primeiro na Carolina do Norte com vistos de turista por seis meses para exercerem funções na igreja, às vezes 20 ou 30 por vez. Alguns brasileiros sairiam após poucas semanas, outros permaneceriam pelo prazo inteiro.

Talvez para burlar as regras contra o emprego, os líderes da igreja às vezes os encaminhavam para projetos de trabalho forçado como “trabalho voluntário”, de acordo com os brasileiros entrevistados nos dois países.

Esse trabalho incluía derrubar paredes e instalar drywall em apartamentos de propriedade e alugados por um ministro sênior da igreja e membros da família, eles dizem.

Ross Eisenbrey do Instituto de Política Econômica, de Washington, D.C., disse que as propriedades alugadas são “empreendimentos com fins lucrativos para os quais os imigrantes não poderiam ser voluntários” segundo a Lei de Normas de Trabalho Justo.

Alguns dos entrevistados disseram que eram atraídos para os EUA em parte por promessas de conseguir fazer faculdade, mas não conseguiam estudar ou ir às aulas por causa dos horários da punição com trabalho.

“Tinha vezes que eu terminava às 4 da manhã e sabia que tinha que acordar às 8 para trabalhar. Eu ficava lá, olhando os livros. Mas como se concentrar? Estava muito cansado”, disse Andre Oliveira.

Os congregantes antigos dizem que mais brasileiros vieram com vistos de turista, e várias centenas de adolescentes permaneceram por longos períodos.

A experiência de Andre Oliveira, agora com 24 anos, é um exemplo. Após a primeira viagem para Spindale em 2009, ele disse que demorou meses para conseguir a permissão para voltar ao Brasil. De volta para casa, ele disse que ele e outros foram forçados a se mudarem para a casa do ministro, onde trabalhou como faxineiro por meses até que disseram que “era a vontade de Deus ele visitar Spindale, desta vez, com um visto de estudante.”

Quando ele voltou à Carolina do Norte, os ministros novamente tomaram seu passaporte e colocaram-no para trabalhar em empresas de propriedade dos ministros da igreja, ele conta. Ele foi a poucas aulas na faculdade, mas não tinha tempo de estudar. “Um dia típico começaria assim: Eu começaria a trabalhar às 9h da manhã e terminaria 15 ou 16 horas depois, algumas vezes mais tempo”, ele disse. “Não parávamos.” Oliveira e outros disseram que tinham pouca escolha, mas obedeciam às ordens.

“Nós sabíamos o que aconteceria: gritariam, criticariam e bateriam em nós. E o que você vai fazer? Você não tem para onde ir. Você não fala o idioma. Você não tem documentos. Então, você trabalha”, disse Oliveira.

“Eu era trabalhadora escrava”, acrescenta Rebeca Melo, de 29 anos, que cresceu na igreja no Brasil e visitou os EUA cerca de 10 vezes para funções religiosas e viagens com a família. Essas visitas incluíam passeios de compras, mas ela disse que as coisas foram muito diferentes quando se mudou para Spindale com visto de estudante em 2009.

“Eu não queria me mudar para lá. Jane disse que era a vontade de Deus”, ela contou para a AP. Rebeca disse que o passaporte foi retido e rapidamente ela foi colocada para trabalhar. Apesar do visto de estudante, os funcionários da igreja eram claros sobre a escola não ser o foco, ela revela. Ela conta que os vistos de estudante eram apenas uma “justificativa para nós estarmos lá legalmente”.

CASAMENTOS ARRANJADOS

A marca do “amor” de Jane também desempenhou uma função importante em atrair homens brasileiros para Spindale e mantê-los lá quando seus vistos vencessem, de acordo com 10 membros antigos da igreja.

Alguns dos entrevistados falaram que homens brasileiros – bem como os membros da igreja de vários outros países – conseguiam green cards para residência permanente e poderiam trabalhar legalmente por serem “casados” com uma mulher congregante americana.

É ilegal simular um casamento com o objetivo de burlar as leis de imigração dos EUA.

Os casamentos arranjados também revelam o fato de a congregação de Spindale ter mais mulheres solteiras que homens, dizem os ex-membros. Segundo as regras de Jane, não era permitido que os congregantes saíssem com pessoas de fora da igreja, muito menos se casarem.

“Eu posso me lembrar de pelo menos cinco ou seis rapazes brasileiros que se mudaram para cá para se casar com uma americana”, disse Rebeca. “Eles nunca, jamais, considerariam deixar você se encontrar com alguém de fora da igreja.”

Silva disse que Jane com frequência dizia para as pessoas que ela ouvia de Deus que eles deveriam se casar ou usava mão de ferro sobre as vidas dos membros para organizar os relacionamentos.

Silva se lembrou de um casal jovem brasileiro apaixonado que não poderia permanecer nos EUA após o vencimento dos vistos se eles se casassem. Jane queria manter o homem em Spindale, dizendo para ele que era a “vontade de Deus” que ele se casasse com uma americana, disse Silva.

Com seu tempo de visto acabando, Andre Oliveira pediu aos líderes da igreja que encontrassem uma noiva para ele.

À americana Kim Rooper, que ingressou na igreja de Spindale, foi solicitado que se casasse com um homem do Equador cujo visto estava vencendo.

Kim, que agora mora em Tampa, Flórida, disse que foi orientada sobre como fazer o casamento parecer legítimo para as autoridades de imigração, por exemplo, tendo um álbum de fotos do casal.

“Chegou o momento de consumar o casamento e eu lutei contra isso”, ela disse. “Eu passei por um período difícil porque eu não o amava nem sentia atração por ele.”

Os líderes da igreja disseram para ela que era a “vontade de Deus” ser submissa ao seu marido, disse Kim. “E foi quando eu soube que eu tinha de escapar”, ela conta.

Fonte: MSN.
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Polícia prende empresária suspeita de ser ‘primeira-dama’ do PCC

A Polícia Civil prendeu uma empresária apontada como uma das líderes do PCC em São Paulo. A prisão aconteceu no início da noite deste domingo (23) em Cangaíba, Zona Leste da capital. Talitta Buzaif Martorano, de 27 anos, era procurada pelo sequestro de uma empregada doméstica e é considerada ‘primeira-dama’ da facção.

Ela foi capturada em uma lanchonete de um hipermercado, na Marginal do Tietê, enquanto esperava para comprar um lanche. Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a prisão foi efetuada por agentes da 6ª Delegacia da Divisão de Crimes contra o Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Talitta era procurada desde o fim de junho, quando os policiais resgataram a empregada doméstica de um cativeiro que seria parte de um “tribunal do crime”. Foram presos dois homens e duas mulheres na ocasião, mas a acusada conseguiu escapar por uma rota de fuga já planejada nos fundos da casa.

Ela responderá criminalmente pelo sequestro e estará sob investigação sobre o real envolvimento com a facção.

Fonte: MSN.
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Frutas consumidas pelos paraenses fica mais cara no primeiro semestre

O balanço foi feito pelo Dieese/Pa nas feiras livres e supermercados da capital.

Com base em pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em feiras livres e supermercados da capital paraense, mostra que o primeiro semestre deste ano a maioria das frutas comercializadas apresentaram altas de preços. Entretanto, o balanço referente aos preços das principais frutas no mês passado mostra queda em relação ao mês de maio.

Ainda segundo o Dieese/Pa, os aumentos de preços mais expressivos ocorridos no primeiro semestre de 2017, janeiro e junho, foram registrados nos seguintes produtos: manga rosa (kg) com alta de 22,80%, seguida da melancia (kg) com alta de 19,80%; abacate (kg) com alta de 17,93%; melão amarelo (kg) com alta de 12,45%; maracuja (kg) com alta de 7,58% e mamão (kg) com alta de 7,14%. Também no mesmo período, várias frutas apresentaram quedas de preços, as mais significativas foram: tangerina (kg) com recuo de 53,92%; seguido do Limão (kg) com queda de 31,09%; abacaxi (Unid) com queda de 7,39% e a banana prata (kg) com queda de 4,70%.

As explicações para as altas verificadas vão desde a comercialização/importação de grande parte destes produtos, passando pela intermediação e sazonalidade de outros.

Certo mesmo é que o Pará continua importando uma quantidade expressiva destes produtos e, por conseguinte fica sujeito a uma série de fatores que ocorrem durante boa parte do ano.

Fonte: ORMNews.
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