Senado deve votar esta semana PEC que torna o estupro imprescritível

As votações que tratam da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o querosene e da proposta de emenda à Constituição (PEC) que torna o estupro crime imprescritível deverão marcar a pauta do plenário do Senado nesta semana.

O projeto que reduz a alíquota do ICMS sobre o querosene, barateando o combustível de aviação, esteve na pauta na última semana, mas não chegou a ser apreciado pelos senadores. A expectativa é de que os líderes decidam por sua votação na próxima terça-feira ( 8) .

A PEC que torna o estupro imprescritível figura na pauta da Casa desde antes do recesso parlamentar, mas por falta de quórum ainda não foi apreciada. A proposta já foi aprovada em primeiro turno e aguarda a deliberação em segundo turno para seguir para a Câmara dos Deputados.

Além da pauta do plenário, a Comissão Parlamentar de Inquérito da Previdência retomará os trabalhos a partir desta segunda-feira (7), com audiência pública para ouvir representantes de delegados das polícias Civil e Federal, além de entidades que representam aposentados e pensionistas.

A Comissão de Direitos Humanos também vai promover debates sobre previdência, com foco nas contribuições, na próxima quarta-feira (9). Os membros da comissão querem se antecipar ao debate da reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, e pretendem ouvir auditores da Receita Federal e do Ministério do Trabalho, entre outros.

Fonte: Só Notícias.
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Nova regularização de terras na Amazônia causará perdas de R$ 19 bi

Sancionada pelo presidente Michel Temer na semana passada, a nova regularização fundiária da Amazônia provocará uma perda de pelo menos R$ 19 bilhões de patrimônio público, segundo cálculo da ONG Imazon.

A estimativa, feita pela pesquisadora Brenda Brito, compara a diferença entre o valor médio de mercado e o preço a ser cobrado pelas regras da medida provisória (MP) 759, convertida na lei 13.465.

A nova legislação prevê que, para a titulação, será cobrado de 10% a 50% da Pauta de Valores de Terra Nua (não formada) do Incra, geralmente abaixo do preço de mercado.

A regularização das terras amazônicas ocupadas corresponde a 25.199 imóveis rurais, em área de 6,9 milhões de hectares, o que equivale a aproximadamente cinco cidades de São Paulo.

Segundo a análise, ao todo, os imóveis em questão valem cerca de R$ 21 bilhões. Com a nova lei, o governo poderia arrecadar com essas terras entre R$ 486 milhões e R$ 2,4 bilhões, respectivamente de 2% a 11% do preço de mercado das propriedades.

Brito explica que a estimativa está subestimada, já que o estudo só levou em consideração imóveis cadastrados até 2004. Com a nova lei, agora poderão ser cadastradas e regularizadas áreas invadidas até 2011.

A pesquisadora do Imazon afirma que regularizar as terras invadidas até 2011 incentiva a continuidade das irregularidades pela crença em novas mudanças, benéficas aos invasores, nas políticas fundiárias

Alerta semelhante foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF), que recomendou ao Incra que não sejam implementadas as determinações da MP 759 –chamada de “MP da Grilagem” por ambientalistas.

Segundo o MPF, a aplicação dos dispositivos presentes na lei poderiam estimular, ao invés de inibir, a especulação imobiliária devido à “concessão de terras públicas por preços muito abaixo do valor de mercado”.

O MPF adverte que a MP 759 autoriza “a apropriação privada do valiosíssimo patrimônio público”. Afirma, ainda, que a lei sancionada deveria promover justiça agrária, mas, ao contrário disso, privilegia, de forma injustificável, grileiros que se apropriaram de amplas áreas de terras públicas.

“A concessão de terras públicas por preços muito abaixo do valor de mercado desestimula as atividades produtivas e estimula, consequentemente, a ocupação de novas áreas que acarretarão maior retorno financeiro. Em termos diretos, a Medida Provisória 759 induz, quando deveria inibir, a especulação imobiliária na região amazônica”, diz o procurador Marco Antonio Delfino de Almeida, coordenador do Grupo de Trabalho Terras Públicas do MPF.

Outro ponto destacado é o Acordo de Paris, compromisso internacional firmado pelo Brasil, que estaria ameaçado caso a nova lei fosse implementada, pois isso significaria aumento no desmatamento e nos conflitos agrários.

“Também importante a ameaça de rompimento de tratados internacionais firmados pelo Brasil como, especificamente, o Acordo de Paris. Nele o Brasil se compromete a adotar medidas para fortalecer o cumprimento do Código Florestal e a redução do desmatamento ilegal a zero até 2030”, afirma Delfino de Almeida.

Além do recorde de manobras para barrar sua denúncia na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), na semana passada Temer enviou ao Congresso um projeto de lei (PL) que retira 349 mil hectares (27%) da Floresta Nacional do Jamanxim. A região vem sendo constantemente ameaçada de ter sua proteção reduzida, o que poderia beneficiar latinfundiários.

“FUNÇÃO SOCIAL”

Em entrevista à Folha por telefone, o superintendente da Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária na Amazônia Legal, José Dumont, afirmou que a prioridade da nova legislação é “dar uma destinação à terra pública federal na Amazônia, para que ela possa cumprir a sua função social”.

Ele explicou que a regularização fundiária somente é feita após consulta sobre o interesse público ou social à Funai, ao ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), ao Incra, à Secretaria de Patrimônio da União e ao Serviço Florestal Brasileiro.

Sobre os preços, Dumont explicou que, até um módulo fiscal (em média, 75 hectares), a titulação não é cobrada. Para as áreas maiores cadastradas até 2008, haverá um escalonamento de 10% a 50% sobre o preço da tabela do Incra: “Quanto maior a dimensão de um imóvel, maior será o valor.”

O superintendente afirmou que o preço para áreas invadidas entre 2008 e 2011 ainda está em discussão, mas será superior ao das áreas já cadastradas.

Questionado se a nova lei estimulará a grilagem de terras, Dumont afirmou: “A gente tem trabalhado com alguns controles internos no sentido de minimizar a possibilidade de regularizar pessoas que não devem ser regularizadas.”

Fonte: FOLHA UOL.
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Falta de dinheiro agravou desmate, afirma Sarney Filho

Em aviso enviado ao Ministério do Planejamento no último dia 31, ao qual a Folha teve acesso, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV-MA), reconhece que a falta de dinheiro para ações da fiscalização ambiental federal agravou o desmate na Amazônia no período 2015-2016.

O ministro admitiu que o desmatamento teve “um aumento significativo” no biênio e solicitou mais recursos para 2018. No ofício direcionado ao ministro Dyogo Oliveira, Sarney Filho pediu um aumento de R$ 104 milhões na previsão orçamentária de 2018 do Ibama, tendo em vista a “limitação nas atividades”, notadamente no combate ao desmatamento.

“No período de 2015 e 2016, o desmatamento no Brasil apresentou aumento significativo, agravado principalmente pela impossibilidade de envio de equipes de fiscalização às áreas afetadas, visando à contenção dos ilícitos ambientais. É importante destacar que a estratégia de fiscalização do desmatamento da Amazônia depende significativamente da presença física dos fiscais”, diz o ofício.

Para as ações de fiscalização contra o desmatamento, o ministro pediu mais R$ 64,2 milhões. Isso representa quase o dobro do que está previsto na proposta para 2018 (R$ 66,8 milhões).

Segundo o aviso de Sarney Filho, as reduções orçamentárias e de poder de ação das equipes de fiscalização tiveram impacto sobre os compromissos internacionais de redução do desmatamento e do controle das emissões de gases do efeito estufa.

A falta de dinheiro, segundo o ministro, também atingiu os 24 Cetas (Centros de Triagem de Animais Silvestres) do Ibama, que atendem cerca de 50 mil animais por ano. Para esses centros, foram pedidos mais R$ 6 milhões –estão previstos R$ 4,3 milhões.

Sarney Filho também advertiu o colega do Planejamento que “é muito temeroso” manter o atual contingente do programa de prevenção e combate a incêndios.

Em nota, o Ministério do Planejamento informou que o pedido de Sarney Filho” ainda está em análise” e que existem demandas semelhantes de outras pastas que estão sendo “analisadas tendo em vista a atual restrição orçamentária e diante das obrigações existentes por conta do novo regime fiscal”.

À Folha, o Ministério do Meio Ambiente afirmou que “observando os dados relativos à execução orçamentária do Ibama e do ICMBio de 2012 a 2016 e ao desmatamento no mesmo período, constata-se uma relação inversa. Quanto maior foi a execução, menor foi o desmatamento”.

Fonte: FOLHA UOL.
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Antes de sessão, Temer apoiou estrada pedida por ruralistas

A obra para construção de uma estrada ainda sem licenciamento ambiental, a pedido da bancada ruralista no Congresso, recebeu o apoio do presidente Michel Temer no momento em que ele negociava apoio para se livrar, na Câmara, da denúncia por corrupção. O traçado da estrada também beneficia uma fazenda de soja do grupo empresarial do ministro Blairo Maggi (Agricultura).

O pedido de autorização para abertura de ação penal contra Temer, feito pela PGR (Procuradoria Geral da República), foi arquivado pelo voto de 263 deputados federais na última quarta-feira (2). Com exceção de um, da oposição, toda a bancada de Mato Grosso votou a favor do presidente.

A estrada de 194 km, a BR-242, ainda não tem licença aprovada pelo Ibama, órgão federal responsável pela autorização. O Ibama detectou, ao longo do traçado, sítios arqueológicos, grutas com pinturas e inscrições rupestres e matas consideradas vitais para cabeceiras de rios que cruzam o Parque Indígena do Xingu, cujo extremo sul fica a apenas 10 quilômetros do traçado da rodovia.

Os indígenas do Xingu entregaram às autoridades uma carta, em nome de 16 etnias com 8.000 índios, que repudia a obra porque deverá trazer impactos ambientais e sociais com desmatamentos, novos núcleos populacionais e aumento do uso de agrotóxicos. Eles pedem que seja aproveitada uma estrada que já existe e que passa um pouco mais longe do Xingu, em um desvio de cerca de 100 km, ligando Gaúcha do Norte a Canarana (MT).

Definição sobre construção de estrada em MT ocorreu às vésperas de votação de denúncia
Definição sobre construção de estrada em MT ocorreu às vésperas de votação de denúncia

Até a semana passada, tudo caminhava para uma saída que poderia contentar Ibama, indígenas e fazendeiros, pois o traçado alternativo passou a receber apoio dos próprios produtores rurais. O grupo pró-rodovia chegou a distribuir camisetas e banners com o novo traçado.

Contudo, de repente, os desenhos foram alterados para cobrir o trecho até Canarana. A Folha obteve imagens de pessoas retocando um banner para colocar o antigo desenho e encobrir o novo pouco antes de uma reunião em Nova Ubiratã (MT). A ideia do antigo traçado voltou na semana decisiva para Temer.

O apoio do presidente à obra foi confirmado pelo líder do grupo de produtores rurais que defende a BR-242, pelo deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio, e pelo governador do Estado, Pedro Taques (PSDB).

Os três disseram, em reunião pública gravada na semana passada em Nova Ubiratã, que Temer escalou o ministro de Governo, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), para tratar do assunto e marcou reunião na semana que vem.

“O meu governador [Taques] me botou para falar agora com o nosso presidente da República [e o] ministro Imbassahy. Agora escutem o que ele me disse e marcou: audiência 8 e 9 de agosto com o presidente da República, com o ministro dos Transportes, com o Ibama, com a Funai, em Brasília. Sabe para quê? As fontes [de financiamento], ele me disse, já estão liberadas. Para liberar a BR-242 de Santiago a Querência”, disse o produtor rural Odir José Nicolodi, o “Caçula”, presidente da comissão pró-BR-242, que foi aplaudido.

Taques confirmou ao microfone que Temer iria “chamar o Ibama, a Funai, com a nossa bancada para que possamos dar destino a esta obra”. O governador enfatizou suposta influência de Leitão sobre Temer, pois a bancada ruralista reuniria “300 parlamentares”. E disse que era “um absurdo” a demora.

Leitão afirmou que o “presidente que nos apoia, Michel Temer, tem dado todo apoio a essas obras”. Segundo o deputado, “é imprescindível” que a obra “se destrave na semana que vem”.

OUTRO LADO

O ministro Antonio Imbassahy afirmou que a licitação para a obra da rodovia BR-242 está “em fase final, dependendo do licenciamento ambiental”.

“O ministro conversou com o governador Pedro Taques, o deputado Nilson Leitão e um dos líderes da comissão pelas obras na BR 242 e repassou a eles a informação obtida junto ao Ministério dos Transportes: de que a licitação de importantes trechos estava em fase final, dependendo do licenciamento ambiental”, informou a assessoria do ministro.

Em nota, o Ibama disse que a obra ainda está em fase inicial de discussão do termo de referência, primeiro passo para a elaboração de um estudo de impacto ambiental.

Fonte: FOLHA UOL.
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Prazo para agendar perícia de revisão no INSS termina amanhã

Os beneficiários do auxílio-doença convocados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até amanhã (5) para entrar em contato com o órgão para agendamento da perícia de revisão do benefício. No caso de não atendimento à convocação ou de não comparecimento na data agendada, o auxílio será suspenso até o comparecimento do interessado.

A convocação foi feita no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de agosto. Os segurados devem conferir se seu nome consta na lista publicada. No campo de busca do site deverão digitar o nome, selecionando apenas a seção 3 e a data de 1º de agosto.

Caso tenha sido convocado, o beneficiário deverá entrar em contato com a central de atendimento ligando para o número 135, para saber a data agendada para a reavaliação do benefício por incapacidade. Na ocasião, deverá ser apresentada toda a documentação médica que justifique o recebimento do benefício, como atestados, laudos, receitas e exames.

A convocação desses beneficiários foi feita por meio do DOU pois os ofícios de convocação enviados pelo INSS ao endereço constante no cadastro do Sistema Único de Benefícios foram devolvidos pelos Correios. Pelo 135, também é possível atualizar o endereço.

Caso o segurado se encontre internado ou enfermo e não puder comparecer à perícia, deverá pedir a uma pessoa de sua confiança que informe, em uma agência do INSS, sobre o impedimento. É necessário que esse representante apresente a identidade do segurado e um documento que comprove o impedimento. Com isso, ele poderá solicitar uma perícia hospitalar ou domiciliar.

Ao todo, 530 mil benefícios de auxílio-doença serão revisados, além de mais de 1 milhão de aposentadorias por invalidez. Até meados de julho, foram realizadas quase 200 mil perícias em todo o país. Como resultado, 160 mil pessoas tiveram o benefício cancelado por não precisarem mais recebê-lo.

Fonte: MSN.
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Trump: em sete meses de governo, 53 dias de folga

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou nesta sexta-feira Washingtone a Casa Branca para tirar 17 dias de férias em um dos clubes luxuosos de golfe de que é proprietário. O jornal Washington Post contabilizou os dias que Trump passou em suas residências ou que foi ao golfe, e, somados ao descanso iniciado hoje, o presidente terá ao final de agosto 53 dias de “ócio” desde que assumiu o cargo.

Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu que trabalharia como nenhum outro presidente havia feito antes. “Abandonarei muito pouco a Casa Branca porque há muito trabalho a ser feito”, declarou em julho de 2015. “Não terei tempo de jogar golfe”, comentou em agosto de 2016.

Desde a sua chegada ao poder, Trump passou muitos fins de semana em sua residência de Bedminster ou em sua propriedade de Mar-a-Lago, na Flórida, conhecida como “a Casa Branca de inverno”, e fechada durante o verão.  O antecessor de Trump, Barack Obama, a quem o republicano criticava constantemente por tirar férias, ficou afastado apenas 15, na comparação do mesmo período.

O presidente decolou às 20h00 (17h00 de Brasília) da base aérea Andrews com destino a Morristown (New Jersey), de onde viajará ao Clube Nacional de Golfe Trump de Bedminster, situado 70 km a oeste de Nova York. Durante sua ausência, a Casa Branca deve passar por reformas .

Fonte: MSN.
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De virada Brasil vence a Sérvia e vai à final do Grand Prix de Vôlei

A Seleção Feminina de Vôlei venceu a Sérvia de virada por 3 sets a 1 na madrugada deste sábado (05)), na China, e confirmou a classificação para a final do Grand Prix. Com Tandara inspirada, a equipe brasileira soube controlar os erros no início do jogo e amenizar os ataques fortes da equipe europeia para conquistar mais uma vaga na final do torneio. Atual campeão, o Brasil busca o 12° título da competição

Com um primeiro set com muitos erros, a equipe brasileira demorou para crescer na partida. Com isso, a Sérvia cresceu no jogo, principalmente com os ataques e saques de Boskovic, melhor jogadora do time europeu. A oposta estava inspirada e ajudou sua seleção a vencer a parcial por 25 a 20.

O Brasil voltou para o segundo set com a central Adenízia no lugar de Carol. A mudança fez efeito e a meio de rede começou pontuando no bloqueio. A Sérvia continuou com Boskovic como sua principal arma, e a seleção nacional viu o crescimento de Tandara no ataque. Mesmo com o equilíbrio durante toda parcial, a equipe brasileira soube controlar as ações no final e vencer por 25 a 23.

Com o empate no placar o Brasil voltou melhor no jogo. Com destaque para as centrais Bia e Adenízia, as duas pontuaram bem nos contra ataques e ajudaram a seleção a abrir dez pontos no placar. Bem na virada de bola, o time comandado por José Roberto Guimarães viu a Sérvia se perder e abrir vantagem no marcador com um 25 a 15.

A Sérvia voltou com tudo para empatar o jogo, mesmo assim a Seleção Brasileira conseguiu dominar a terceira parcial. No entanto, no final do terceiro set após estar três pontos à frente o Brasil deixou o time europeu empatar e virar a parcial no final. Mas com um bloqueio de Bia em Boskovic o Brasil confirmou a classificação para a final do Grand Prix.

Fonte: MSN.
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Preso foragido que responde processos com cinco nomes diferentes no Pará

‘Nego da Bandoleira’ passará por perícia para ser identificado oficialmente, já que ele possuia três documentos

Policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (DENARC) prenderam nesta sexta-feira (4), um homem acusado dos crimes de homicídio e tráfico de drogas, durante operação policial, no município de Santa Maria do Pará, nordeste do Estado. Conhecido como “Nego da Bandoleira”, o preso tem cinco nomes diferentes: Adimilson Firmino Gabriel, de 46 anos; Fabiano Firmino de Souza, de 35 anos, Gilmar Firmino Gabriel, de 34 anos, Fabiano de Souza Gabriel Sobrinho, de 36 anos, e Fabiano de Souza Gabriel, de 35 anos. Contra o acusado, existem sete mandados de prisão decretados pela Justiça de Castanhal no Pará.

Ele também é acusado de comandar uma associação criminosa de roubo de cargas em Santa Maria do Pará. A operação foi coordenada pelo delegado Hennison Jacob, titular da DENARC. Segundo o policial civil, o preso vai passar por uma perícia na Diretoria de Identificação da Polícia Civil para ser oficialmente identificado, já que possui três documentos de identidade. A prisão foi realizada com base no mandado de prisão preventiva em decorrência de processo em que responde pelo homicídio de Marcelo Negrão Silva.

A ordem de prisão foi espedida em 28 de setembro de 2015 pela juíza Flávia Carneiro da 1° Vara Criminal da Comarca de Castanhal. No mandado de prisão preventiva consta que o acusado afirma “ter viabilizado o veículo que foi do utilizado pelos executores do crime”. O mandato de prisão cita ainda que o indiciado tem cinco nomes, “concluindo-se que este se esquiva da ação da Justiça”.

Com o nome de Fabiano Firmino de Souza consta ter nascido em Jambuaçu, município de Moju. Já como Gilmar Firmino Gabriel, consta ter nascido em Santa Maria do Pará. Como Fabiano de Souza Gabriel Sobrinho, Fabiano de Souza Gabriel e Adimilson Firmino Gabriel, o acusado aparece como tendo nascido em São Miguel do Guamá. A data de nascimento e os nomes dos pais também são diferentes nos três documentos. O preso vai permanecer preso à disposição da Justiça.

Fonte: ORMnews.
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Empresa abre vaga para brasileiro ganhar R$ 100 mil viajando pelo País

Uma oferta de emprego da Serasa Consumidor, empresa da Serasa Experian, seleciona um profissional que viaje pelo País e faça relatos de como é o consumo e como são as finanças dos moradores dos respectivos locais.

O contrato de trabalho é de 12 meses e a remuneração neste período será de R$ 100 mil. Além disso, todas as despesas serão pagas: transporte, hospedagem, alimentação e plano de saúde. No total, a jornada vai percorrer 40 cidades brasileiras.

As atribuições do cargo de viajante serão: entrevistar consumidores, entender os problemas relacionados às finanças pessoais dos mesmos, produção de conteúdo, fotográfica e interação nas redes sociais da empresa com vídeos ao vivo.

Para participar do processo seletivo, o interessado deve ser maior de 18 anos, ter carteira de trabalho, disponibilidade para passar o período viajando de cidade em cidade – sendo que a jornada começa no mês de setembro e vai até o final de agosto de 2018.

Cronograma da seleção

A primeira etapa das inscrições será finalizada às 23h59 do dia 13 de agosto de 2017. No dia seguinte, serão divulgados os selecionados para a 2ª etapa. Para se inscrever, clique aqui.

Fonte: DOL.
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Pará tem 129 municípios no Mapa do Turismo Brasileiro 2017

Número é quase o dobro do ano passado, que teve 65 municípios paraenses no mapa do MTur

Para desenvolver e consolidar novos produtos e destinos turísticos, o Ministério do Turismo atua de forma coordenada com os estados, regiões turísticas e municípios na construção anual do Mapa do Turismo Brasileiro 2017. Até esta sexta-feira (4), prazo final do prazo de inserção dos municípios que aderiram à política adotada pelo Programa Regionalização do MTur, 129 municípios do Pará tiveram suas informações e documentações incluídas no sistema do governo federal pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur).

No ano passado, o Pará teve 65 municípios classificados como turísticos pelo Ministério do Turismo. O mapa destaca os municípios que adotam o turismo como estratégia de desenvolvimento de políticas públicas, com ênfase na gestão, estruturação e promoção, de forma regionalizada e descentralizada. Para quase dobrar este número, em 2017 a Setur promoveu seminários regionais e oficinas de mobilização nos seis polos turísticos do Estado.

“É o resultado da implantação de um planejamento no Estado, não apenas da gestão pública, mas também do empresariado, na compreensão pela sociedade do turismo como atividade econômica. Este processo entende a atividade turística como um dos vetores de desenvolvimento. A Setur se relaciona com os municípios, que por sua vez fazem o credenciamento e assinam um termo de compromisso, contemplando vários itens, como estrutura organizacional, dotação orçamentária, existência de Conselho Municipal de Turismo, participação em instâncias de governanças e nos fóruns, elaboração de inventário da oferta turística, calendários de eventos, dentre outros aspectos relevantes”, explicou o secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes.

Foram cadastrados 40 municípios do polo Amazônia Atlântica, 39 do polo Araguaia Tocantins, 19 do polo Tapajós, 16 do polo Marajó, 10 do polo Xingu e 5 do polo Belém – estes quatro últimos polos alcançaram a totalidade dos seus municípios, com uma adesão de 100%.

Agora, a Setur aguarda a publicação oficial do MTur quanto aos municípios classificados no Mapa do Turismo, que são divididos em cinco categorias (A, B, C, D e E), de acordo com a Categorização dos Municípios das Regiões Turísticas, considerando quatro variáveis objetivas: Número de ocupações formais no setor de hospedagem, número de estabelecimentos formais no setor de hospedagem, estimativa do fluxo turístico doméstico e estimativa do fluxo turístico internacional.

Descentralização – O Tribunal de Contas da União (TCU) e o Senado Federal reconhecem o Mapa do Turismo Brasileiro como um instrumento para orientar a gestão no desenvolvimento de políticas públicas regionalizadas e descentralizadas. A atualização do documento é considerada fundamental para que seja um instrumento eficaz e respeite os princípios de eficiência da administração pública.

O Programa de Regionalização do Turismo trabalha o fortalecimento da gestão de forma integrada, não apenas com um município isolado, mas com toda a região. O objetivo é fazer o turista permanecer mais tempo nas cidades, a partir de uma rede de atrativos e serviços ofertados pelos municípios.

Fonte: ORMNews.
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