CCJ proíbe venda de refrigerantes em escolas públicas ou privadas

Proposta segue para votação no Plenário da Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei 1755/07, do deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), que proíbe a venda de refrigerantes nas escolas de educação básica (do primeiro ao nono ano), públicas ou privadas.

A proposta recebeu parecer favorável do relator, deputado Luiz Couto (PT-PB). “A medida vem em bom momento, tendo em vista os riscos relacionados ao excesso de consumo de bebidas açucaradas e o aumento dos casos de sobrepeso e de obesidade”, defendeu.

Couto lembrou que a Lei 11.947/09, que trata da alimentação escolar, determina que a merenda escolar deve observar, entre outros princípios, o “emprego da alimentação saudável e adequada, compreendendo o uso de alimentos variados, seguros”.

O refrigerante ocupa o sexto lugar na lista dos 20 alimentos mais consumidos por adolescentes brasileiros, à frente de hortaliças, frutas e leite. Os dados fazem parte do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e divulgado no ano passado. Mais de 80% dos jovens consomem sódio, uma das substâncias presentes nos refrigerantes, acima dos limites máximos recomendados.

Tramitação
O projeto será votado ainda pelo Plenário da Câmara.

Fonte: camara.leg.br
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Empresários de Belterra são Certificados pelo Cadastur

O Prefeito Municipal de Belterra Jociclélio Macêdo, acompanhado do Secretário de Administração, Finanças e Planejamento – Semaf , Amarildo Rodrigues e a Coordenadora de Turismo do Município, Risonete Pereira, realizaram a entrega dos certificados do Sistema de cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor de turismo – Cadastur.

Os empresários, Edson proprietário da Pousada Sereia e Robenizia proprietária da Pousada Juvência, tiveram seus empreendimentos reconhecidos pelo Cadastur. O Cadastur tem como objetivo promover o ordenamento, a formalização e a legalização dos prestadores de serviços turísticos no Brasil.

O Sistema faz parte do programa executado pelo Ministério do turismo em parceria com os órgãos oficiais de turismo nos 26 Estados e no Distrito Federal, garantindo diversas vantagens e oportunidades de negócios aos seus cadastrados, além de uma importante fonte de consulta para o turista.

Como  beneficio, os empreendimentos terão visibilidade no site no site Cadastur e no programa viagem Legal; participação em programas de quantificação promovido e apoiado pelo Ministério do Turismo (Mtur), que objetiva “desenvolver o turismo como atividade econômica auto- sustentável em geração de empregos e divisas, buscando também proporcionar a inclusão social” e o Acesso a financiamento, entre outras vantagens oferecidas. A coordenadora de turismo, parabenizou os proprietários que estão com seus empreendimentos oficialmente cadastrados no Mtur.

Fonte:Prefeitura de Belterra/Edição Edenir Vieira.
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Agosto terá clima seco e com poucas chuvas em todo estado

 O mês de agosto será marcado pelo clima seco e com pouca probabilidade de chuva em todo o estado do Pará. A previsão do tempo está de acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), por meio da Diretoria de Meteorologia e Hidrologia (Dimeh) e Centro Integrado de Monitoramento Ambiental (Cimam). Os meteorologistas da Semas informam que essas características são causadas por uma massa de ar seco, predominante nesse período do ano sobre a região central do Brasil e sul da Amazônia, influenciando também nas condições de tempo da faixa norte o estado do Pará.

O boletim também aponta que o clima no mês de agosto terá um baixo índice pluviométrico e redução da umidade do ar e da nebulosidade, elevando as temperaturas máximas diárias.

O extremo sul e sudeste do estado apresentam médias de precipitação em torno de 10 milímetros (mm) para este mês e em algumas localidades podem apresentar mais de 30 dias consecutivos sem o registro de chuva.

Por outro lado, a faixa norte do estado ainda apresenta valores médios acima de 50 mm – 75 mm de chuva, exceção para a Região Metropolitana de Belém (RMB), onde os valores médios apontam totais mensais de chuva acima de 100 mm em agosto.

Nos meses de junho e julho de 2017, a maior parte do estado apresentou chuvas na categoria abaixo do normal para o período. Essa situação se repetirá neste mês de agosto, pois grande parte do estado também apresentará chuvas abaixo do normal para o período.

Em decorrência da diminuição de chuvas, as temperaturas deverão continuar elevadas em todo o território paraense, com máximas diárias ultrapassando os valores médios em até 3°C, principalmente na região sul do Pará, onde as temperaturas máximas devem atingir de 35ºC a 37ºC, já que a presença da massa de ar seco dificulta a formação de nuvens, ocasionando grande incidência de radiação solar na superfície, aumento da amplitude térmica e diminuição da umidade do ar. Na faixa norte, as máximas diárias no mês de agosto devem oscilar entre 32ºC e 34ºC.

Queimadas – O Cimam e a Dimeh, com base na série histórica obtida por meio de informações do satélite Aqua, informam ainda que o mês de agosto é marcado pelos maiores números de focos de queimadas no estado, com valor médio de mais de 7.800 focos – o valor máximo já registrado foi de 18.130, em 2010.

Fonte: Ascom Semas.
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Profissionais conhecem novas ferramentas da gestão ambiental em Altamira

Apresentar as novas ferramentas para fortalecimento da gestão ambiental e estimular ações com a participação mais efetiva dos municípios estiveram entre as finalidades da capacitação iniciada na segunda-feira (31) e finalizada na quarta-feira (2), no auditório do Sindicato dos Produtores Rurais de Altamira. O encontro contou com a presença de técnicos do Núcleo Regional (Nure) de Altamira, da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) e também das secretarias de Meio Ambiente de Altamira e de municípios vizinhos.

Na ocasião, os profissionais receberam capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao Programa de Regularização Ambiental do Estado do Pará (PRA) e o Simples Ambiental, modelos de gestão pautados na transparência e tecnologia, que buscam facilitar os procedimentos de produtores rurais, empresários e demais empreendimentos ambientais.

“As novas ferramentas vão auxiliar nos investimentos que irão surgir no estado, assim como teremos uma competitividade entre os produtos apresentados, mas é importante salientar que existirá um controle ambiental de forma segura e mais precisa”, avaliou a coordenadora da Nure Altamira, Ema Castaneira.

CAR – Registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, independente do tamanho ou atividade. A finalidade é integrar as informações sobre Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal, de uso restrito, consolidadas, posses rurais e remanescentes de vegetação nativa. A inscrição beneficia o incentivo fiscal (ICMS Verde), o acesso a crédito rural e demais programas oficiais de incentivo à produção e à regularização ambiental.

PRA – O programa compreende um conjunto de ações a serem desenvolvidas por proprietários ou possuidores rurais, para promover a adequação dos imóveis rurais à legislação ambiental. A adesão ao programa dará oportunidade de suspensão de multas ambientais por infrações cometidas até 22 de julho de 2008, por meio de compromisso de regularização das áreas desmatadas. E também abrangerá proprietários ou possuidores de imóveis rurais que desmataram floresta nativa, sem autorização, posteriormente à data citada, para a regularização, mas sem os benefícios previstos em lei, para os casos anteriores. Para iniciar o processo de adesão, deve-se acessar monitoramento.semas.pa.gov.br/credenciado/

Simples Ambiental – Novo modelo de gestão ambiental, com transparência e monitoramento em ambiente eletrônico, onde os licenciamentos podem ser Dispensados para empreendimentos considerados de baixíssimo impacto ambiental, obtendo Declaração de Dispensa de Licenciamento. O Declaratório é para quando o empreendedor responde diretamente no sistema as tipologias (se tem floresta, reserva legal etc) e os limites previstos na Resolução 127/2016, terão licenças emitidas de forma imediata; e o Simplificado, caracterizado como de baixo impacto, com prazo de 30 dias à análise do estado, para concessão ou não de Licenças Prévia, de Instalação, de Operação e de Atividade Rural.

Fonte: Ascom Semas
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Criatura não identificada ataca pés de adolescente na Austrália

Jovem teve ferimentos após se banhar em praia; especialistas divergem sobre o que seria o ser vivo responsável.

Um adolescente foi nadar em uma praia de Melbourne, na Austrália, e emergiu com os pés cobertos de sangue. Os especialistas em animais marinhos não souberam explicar qual foi a criatura responsável pelo ataque. (As imagens abaixo são fortes)

As pernas de Sam Kanizay ficaram doloridas depois de jogar futebol no último sábado (5) e, então, ele decidiu molhá-las na água da praia. Cerca de 30 minutos depois, o garoto de 16 anos saiu do mar com pés e tornozelos com pequenos buracos que sangravam com força. Ao chegar em casa, foi levado imediatamente pelos pais ao hospital.

O pai de Kanizay, Jarrod, disse que a equipe do hospital não tinha ideia de que tipo de criatura poderia ter causado as lesões. Então, Jarrod voltou para a praia na noite seguinte com uma rede cheia de carne e capturou os animais que haviam causado o ataque a seu filho. Ele gravou um vídeo que mostra as pequenas criaturas que se parecem com insetos atiçados por pedaços de carne.

“O que é realmente claro é que essas pequenas criaturas realmente adoram carne”, disse o pai.

HH
Jeff Weir, diretor do Instituto de Pesquisa Dolphin, acredita que o adolescente pode ter sido atacado por crustáceos chamados de anfípodes, que geralmente comem restos de plantas e animais em decomposição.

O especialista Thomas Cribb, da Universidade de Queensland, questiona Weir. Para ele, seria muito incomum que os anfípodes causassem um sangramento tão intenso. “Este não é um dos parasitas que eu já analisei”, disse.

Pés do garoto foram agredidos e sangraram fortemente (Foto: Jarrod Kanizay via AP)
Pés do garoto foram agredidos e sangraram fortemente (Foto: Jarrod Kanizay via AP)

Enquanto isso, o cientista marinho Michael Brown acredita que os pequenos insetos que comem carne no vídeo feito por Jarrod podem ser larvas de água-viva. “Nunca vi nada assim”, disse ao programa de TV “Channel Seven’s Sunrise”.

Sam ainda estava hospitalizado nesta segunda-feira (7), mas parou de tomar antibióticos.

Fonte: G1.
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Como gravar áudio em segundo plano no WhatsApp no Android

Recurso permite gravar até 15 minutos enquanto usa outros aplicativos no celular.

O WhatsApp para Android tem um recurso pouco conhecido que permite gravar áudio em segundo plano. O gravador do mensageiro funciona mesmo ao usar outros apps no celular, permitindo captar o som do microfone por até 15 minutos de forma contínua. Não é preciso, portanto, segurar nenhum botão enquanto estiver gravando o som.

A função está presente somente para o sistema do Google e não chegou ainda para iPhone (iOS) e WhatsApp Web. Para usar, basta fazer o download da versão mais recente disponível na Play Store. Veja, no passo a passo a seguir, o tutorial de como gravar áudio em segundo plano no WhatsApp.

WhatsApp: atalhos para Android e conversa consigo mesmo entre os destaques

Passo 1. Atualize o app do WhatsApp para Android para a versão mais recente disponível na Play Store.

Passo 2. Abra o mensageiro e selecione o chat no qual deseja enviar o áudio. Acesse o menu de compartilhamento (no botão em formato de clipe) e selecione “Áudio”. Você pode criar um chat com você mesmo, caso não queira compartilhar a gravação com amigos.

Passo 3. Você verá uma nova opção para gravar áudio no menu de compartilhamento. Toque no botão para acessar o gravador integrado ao WhatsApp. Na janela flutuante, toque em “Gravar” para começar a capturar o som do seu microfone.

Passo 4. Depois de iniciada a gravação, saia do WhatsApp e use o celular normalmente ou bloqueie o aparelho e deixe sobre a mesa. Perceba que, no topo da tela, há um novo ícone do mensageiro indicando áudio em andamento. Expanda a área de notificações para checar o tempo de gravação. Ao terminar, toque em “Parar” para salvar o áudio.

Passo 5. Ao interromper a gravação, o WhatsApp abre automaticamente e exibe uma tela que permite realizar três ações: ouvir a gravação (botão play), cancelar e enviar no chat. Ao final, compartilhe a gravação na conversa como uma mensagem comum de áudio.

Fonte: TechTudo.
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Pesquisa mostra que extrativismo não prejudica regeneração de castanheiras

A coleta de frutos da castanheira-do-brasil (Bertholletiaexcelsa, Lecythidaceae) não impede o crescimento de novas árvores na floresta. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Embrapa avaliando áreas de mata em Mato Grosso e Roraima.

O trabalho, ainda não publicado, avaliou quatro parcelas de nove hectares cada uma, onde foram identificadas e monitoradas todas as castanheiras. Duas vezes ao ano, ao longo de cinco anos, a equipe de pesquisa visitava os locais, acompanhava os extrativistas contando a quantidade de frutos coletados e o montante remanescente na floresta, entre eles aqueles esquecidos e os que eram quebrados pela fauna. Ao mesmo tempo, foi feita a avaliação de plantas regenerantes, ou seja, novas árvores em crescimento na mata.

Como forma de comparação, uma área dentro da parcela de pesquisa não teve os frutos coletados e também contou com monitoramento dos indivíduos regenerantes.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril Hélio Tonini, a avaliação estatística dos dados mostrou que não houve efeito da taxa de coleta sobre a regeneração natural da espécie. Dessa forma, ele conclui que são ineficazes e até mesmo desnecessárias medidas de restrição à coleta para garantir a regeneração natural. “Mesmo sob altas taxas de coleta de sementes, a espécie consegue regenerar-se de forma satisfatória em áreas sujeitas a aberturas periódicas do dossel”, explica Tonini.

O pesquisador argumenta que durante o período de coleta, o extrativista passa no máximo duas vezes em cada árvore. Como o intervalo é grande, há tempo suficiente para ação da fauna, principalmente cutias, os maiores responsáveis pela manutenção da regeneração natural da castanheira. O roedor consegue quebrar o ouriço caído no chão, retira as amêndoas e enterra aquelas que não consegue comer no momento. Muitas delas acabam esquecidas e germinam, formando novas árvores.

Outro agente com papel importante na disseminação das sementes é o próprio homem. No transporte das castanhas pelas trilhas feitas na mata, algumas acabam caindo e germinando. De acordo com Hélio, na literatura há um estudo feito no Pará que avaliou as plantas regenerantes ao lado das trilhas usadas pelos coletores.

“As trilhas mais batidas, onde mais gente passava, era onde mais tinha castanheira. Então a ação do homem provavelmente é mais benéfica do que maléfica para a regeneração”, argumenta.

Diferença nos tamanhos

A avaliação dos indivíduos regenerantes mostrou que há na mata árvores de médio porte e plantas bem pequenas. Porém, poucos indivíduos intermediários são encontrados. Essa característica foi interpretada durante muito tempo como efeito negativo da atividade extrativista.

Porém, explica Hélio, o acompanhamento dos novos regenerantes, mesmo com a continuidade da coleta de castanha-do-brasil mostra que esse não é o motivo para a ausência de indivíduos intermediários.

Para ele, a explicação está na abertura de clareiras no passado ocasionadas pela atividade madeireira, fogo ou alguma outra ação do homem. Com a maior entrada de luz na mata, as árvores menores se desenvolveram mais rapidamente. A redução da luminosidade, devido ao crescimento das espécies pioneiras, fez com que castanheiras mais jovens não tivessem o mesmo desenvolvimento acentuado, ficando uma diferença na população.

“Não tem muito a ver com a quantidade de frutos que você extrai da área e sim com as aberturas. Onde tem castanhal é sinal de distúrbio na mata. É sinal de que houve alguma coisa ali. Ou caiu muita árvore, teve exploração madeireira, ou teve derruba e queima feita por índios há muitos anos. A castanheira precisa de luz”, argumenta Tonini.

Dispersão genética

Por meio da avaliação genética das castanheiras, a pesquisa também mostrou que as cutias chegam a levar as sementes a uma distância de até 650 metros da árvore do local onde pegou a semente. Porém não são os roedores os principais responsáveis pela variabilidade genética das castanheiras em uma mata.

Por meio do estudo do fluxo de pólen na floresta, foi possível identificar que abelhas polinizadoras conseguem carregar o pólen de uma árvore a outra numa distância de até 950 metros.

A pesquisa foi feita por meio da análise de DNA de todas as castanheiras da parcela experimental e de plantas germinadas a partir de sementes coletadas de árvores matrizes.

Comparando o DNA das regenerantes na floresta com o restante da população, foi possível identificar os pais daquela planta e a distância em que ela se encontrava deles.

Já a análise do DNA das mudas germinadas a partir das sementes coletadas, permitiu, por comparação, identificar a árvore pai, ou seja, a que forneceu o pólen. Como a polinização é feita pelas abelhas de grande porte, os dados permitiram inferir a distância máxima percorrida pelos insetos levando o pólen.

O fluxo gênico, seja por meio da dispersão de sementes ou da polinização, é fundamental para garantir a maior variabilidade genética das castanheiras. A pesquisadora Aisy Baldoni ressalta a importância dessa diversidade para a conservação da espécie. A castanheira-do-brasil é considerada vulnerável na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN), que reúne e classifica espécies com risco de extinção.

“Quanto maior a variabilidade genética de uma população, maior a chance de sobreviver a intempéries, doenças, pragas, problemas climáticos, deficiências morfológicas, etc.”, explica Aisy Baldoni.

Fonte: painelagroeconomico.com
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Cerca de 1,1 mil cabeças de gado morrem por suspeita de botulismo em fazenda de MS

Iagro suspeita que gado tenha se intoxicado ao consumir ração úmida embolorada.

A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul (Iagro) está investigando a morte de 1,1 mil cabeças de gado no confinamento da Marca 7 Pecuária, na fazenda Monica Cristina, no município de Ribas do Rio Pardo, a cerca de 40 quilômetros de Campo Grande. Como os animais estavam praticamente prontos para o abate, a estimativa é que a mortandade tenha causado um prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões ao criador Persio Ailton Tosi.

O diretor-presidente da Iagro, Luciano Chiochetta, disse ao G1 que as mortes começaram a ocorrer na quarta-feira passada (2) e que na sexta-feira (4) o proprietário comunicou ao órgão, que enviou uma equipe até o local. A suspeita, conforme ele, é de intoxicação por toxina botulínica, que teria ocorrido quando os animais ingeriram silagem úmida de milho, que estava embolorada.

A suspeita clínica de morte do gado por botulismo, conforme Chiochetta, é fundamentada nos sintomas que os animais apresentavam quando estavam morrendo como: andar cambaleante e paralisia dos membros posteriores e depois dos inferiores até que ficavam deitados no chão. Depois o quadro se agravava com a paralisia total e parada cardiorrespiratória.

Ele explica que uma equipe da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que esteve no local, antes da chegada dos técnicos da Iagro, coletaram amostras que estão sendo analisadas nos laboratórios da agência e vão ajudar a confirmar as suspeitas da causa da morte dos animais. “Foram coletadas amostras do fígado e do rúmen dos animais mortos, da ração úmida de milho, da silagem comum, do feno e da água”, explica.

https://youtu.be/bxEiU_JJaBQ

O diretor-presidente da Iagro comenta que as suspeitas de que os animais tenham se intoxicado em razão da ingestão de silagem úmida embolorada porque esse produto é o que oferecia as condições mais propícias a proliferação da bactéria que causa o botulismo. “Outro tipo de silagem, a seca também de milho, foi oferecida além do gado a outros animais que não apresentaram sintomas da intoxicação. Além disso, logo que foi suspensa a alimentação dos animais com a ração úmida, as mortes terminaram, mas seguimos monitorando”, explicou.

Ele também descartou a possibilidade da contaminação ter ocorrido em razão da água que o gado consome, porque os reservatórios foram limpos recentemente e outros animais da propriedade que ingerem o mesmo produto não apresentaram sintomas de intoxicação.

Chiochetta ressaltou em relação a morte dos animais que se trata de uma suspeita clínica de botulismo e não de uma doença infectocontagiosa. “O botulismo é uma intoxicação que ocorre por toxina, por conta de uma bactéria que encontrou condições ideais para se multiplicar. Não é transmissível. O animal ingeriu alimento contaminado com a toxina da bactéria”.

O diretor-presidente da Iagro revelou ao G1 que os animais mortos estão sendo enterrados em uma vala de 4 metros aberta em uma área elevada da própria propriedade. Em relação a outros 500 animais do confinamento que não morreram, ele disse que estão sendo monitorados, mas que houve uma mudança na alimentação.

Chiochetta diz que ainda nesta terça-feira a Iagro deverá divulgar uma nota técnica sobre o caso.

Posição da empresa

O criador Persio Ailton Tosi divulgou no fim da manhã desta terça-feira uma nota onde aponta que todos os animais da propriedade, especialmente, os do confinamento já tinham sido vacinados, atendendo em obediência ao que recomenda o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e que logo que começaram a ocorrer as mortes de animais, foi acionada a UFMS e a Iagro e que todas as providências pertinentes foram tomadas, sendo um caso isolado, que não demanda uma preocupação com doença desconhecida ou epidemia.

Aponta ainda que a suspeita clínica é de botulismo, mas que é prematuro se antecipar aos lados de laboratório e diagnóstico dos técnicos convocados.

CONFIRA A ÍNTEGRA DA NOTA DIVULGADA PELO CRIADOR:

Confinamento de bovinos, na Fazenda Monica Cristina, em Ribas do Rio Pardo, de 02 a 05 de agosto teve ocorrência de mortes, mais de 1.000 bois confinados.

No momento, as mortes estabilizadas, contagem final ainda sendo apurada.

Propriedade organizada, com 42 anos na atividade pecuária, é uma de cinco fazendas, assistidas por três médicos veterinários, responsáveis pela nutrição e reprodução de todo rebanho.

De imediato foram requisitados, professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, na área de clínica e patologia, comparecendo ao local, em diversas visitas, examinando todo rebanho, coletando material para pesquisa em laboratório, que possa identificar a causa da mortalidade.

A IAGRO foi notificado diretamente na pessoa do Presidente dr Luciano Chiochetta e na Delegacia Federal de Agricultura, o superintendente Celso Martins.

Todas providências pertinentes foram tomadas, em irrestrita obediência aqueles órgãos, enterrando os animais, em valas de 4 m de profundidade, em verdadeira operação de guerra, trabalho completado no último sábado, 05 de agosto pp.

Todos animais da propriedade, e especialmente aqueles do confinamento já tinham sido vacinados individualmente no tronco de contenção, em obediência ao que determina o Ministério da Agricultura.

As operações de confinamento na marca 7 Pecuária repetem-se já por 11 anos, com muita eficiência e respeito a sanidade e ao meio ambiente.

A fazenda produz 80% dos animais na categoria de novilho precoce, colaborando para produzir no Mato Grosso do Sul, a melhor carne do Brasil.

É caso isolado, não há o que preocupar-se em termos de doença desconhecida ou qualquer epidemia.

Suspeitas clínicas são de botulismo, entretanto é prematuro antecipar-se aos laudos de laboratório e diagnóstico dos técnicos convocados.

O produtor não pretende manifestar-se antes do diagnóstico dos técnicos, ao mesmo tempo em que agradece as manifestações de apoio de amigos e colaboradores que tão bem conhecem sua idoneidade e dedicação ao agronegócio.

Fonte: G1
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Sorriso-Miritituba: Com custo menor, exportação de milho pelos portos do Norte ganha força

A exportação de milho pelos portos do Norte tem ganhado força nas últimas safras. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o trecho Sorriso-Miritituba tem sido mais demandado para envio do milho das últimas semanas, “andando em linha com a tendência esperada de aumento da participação dos portos do Arco Norte nos embarques de grãos de Mato Grosso”.

Conforme o Imea, na primeira semana de agosto, o preço disponível de mercado em Sorriso registrou média de R$ 10,43/sc, enquanto o frete rodoviário Sorriso-Santos apresentou média de R$ 16,68/sc, “o que demonstra um custo mais elevado com o frete do que com a venda do cereal”. No outro lado, os preços do frete para o envio rodoviário de Sorriso-Miritituba tiveram custo menor, de R$ 13,20/sc no mesmo período (desconsiderando o custo com barcaça).

De acordo com o instituto, a colheita desta safra do milho de Mato Grosso está se aproximando do fim. “Tal fato, em conjunto com a grande safra deste ano, faz com que a movimentação das cargas aos portos se torne mais intensa neste momento. Os fretes se elevando e as cotações em baixa no mercado têm refletido no bolso do produtor”.

Conforme Só Notícias/Agronotícias já informou, o cereal mato-grossense alcançou 72,95% da produção estimada, registrando um avanço mensal de 5,5 pontos percentuais. Desta forma, 1,64 milhão de toneladas de milho foram negociadas no último mês, com preço médio mensal cotado a R$ 15,29/sc. No mês de julho, como ocorreu em junho, os leilões públicos foram um dos principais motivos para dar fluidez às vendas em Mato Grosso, com destaque para os leilões de Pepro e o PEP.

“Apesar disso, as vendas acumuladas da safra 2016/17 registram ainda um atraso significativo em relação ao mesmo período da safra 2015/16, quando 94,78% da safra já estava negociada. Ainda assim, considerando o desempenho dos preços no mercado interno neste momento, que estão bem abaixo do preço mínimo em grande parte de Mato Grosso, para os próximos meses, as vendas tendem a continuar atreladas aos leilões públicos”, registrou o Imea.

Fonte: Só Notícias/Agro Notícias.
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Condenado por matar filha de 5 meses por se irritar com choro é preso em Rondonópolis

Dois foragidos da Justiça tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, hoje, durante a operação “Sem Cessar”. A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra) de Rondonópolis.

Um dos suspeitos estava com mandado de prisão por condenação decretado pela Justiça do Pará pelo homicídio qualificado de sua própria filha, na época com 5 meses de vida. O crime ocorreu em janeiro de 2009, quando o caminhoneiro espancou e jogou a filha contra a parede após se irritar com o choro da criança.

Condenada por tráfico de drogas em Mato Grosso do Sul, a mulher também teve o mandado de prisão cumprido. Após os policiais receberem informações sobre o paradeiro da traficante, a foragida foi localizada em um restaurante próximo a BR-364, onde teve a ordem de prisão cumprida.

Fonte: Só Notícias.
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