Lutador de MMA amador morre após ser nocauteado nos EUA

Mais um luto no mundo do MMA. Aos 26 anos, o lutador Rondel Clark foi declarado morto nesta terça-feira (15) após passar três dias hospitalizado após ser nocauteado no terceiro round de um combate. Após o óbito, a Comissão Atlética local declarou que irá investigar o caso.

A disputa foi realizada em Massachusetts no sábado no Plymouth Memorial Hall, quando Clark foi nocauteado e, após examinado pelos médicos do evento, encaminhado ao hospital, que ainda não declarou a causa da morte do atleta.

Sem maiores detalhes do ocorrido, a morte foi confirmada pelo hospital em Boston e abreviou a curta carreira do profissional, que fazia sua segunda apresentação no MMA amador. Através de sua página em redes sociais, o evento Cage Titans lamentou o ocorrido.

“A comunidade de MMA de New England perdeu um dos nossos nessa terça de manhã: Rondel Da’twaun clark faleceu no hospital Beth Israel devido a complicações seguidas de sua luta amadora no sábado a noite. Rondel foi uma alma caridosa durante sua carreira, conhecido por sua tenacidade nos tatames e no cage de MMA. Nós do cage titans estendemos nossas condolências para a família de Clark

Fonte: MSN.
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Apesar de criticar desmatamento, Noruega é dona de mineradora denunciada por contaminação na Amazônia

Governo norueguês, que anunciou corte em doações para Fundo Amazônia por causa de aumento do desmatamento, é acionista majoritário de empresa acusada pelo MPF de contaminar rios e comunidades em município no Pará.

O governo da Noruega, responsável por duras críticas a políticas ambientais do Brasil na última semana, é o principal acionista da mineradora Hydro, alvo de denúncias do Ministério Público Federal (MPF) do Pará e de quase 2 mil processos judiciais por contaminação de rios e comunidades de Barcarena (PA), município localizado em uma das regiões mais poluídas da floresta amazônica.

Além de enfrentar ações na Justiça, a empresa até hoje não pagou multas estipuladas pelo Ibama em R$ 17 milhões, após um transbordamento de lama tóxica em rios por uma de suas subsidiárias na região amazônica, em 2009. Segundo o Ibama, o vazamento colocou a população local em risco e gerou “mortandade de peixes e destruição significativa da biodiversidade”.

Dono de 34,3% das ações da megaprodutora mundial de alumínio, o governo da Noruega ganhou manchetes em todo o mundo na última semana, após criticar publicamente o aumento do desmatamento na Amazônia. Despertando constrangimento na primeira visita oficial do presidente Michel Temer à Noruega, o país anunciou um corte estimado em R$ 200 milhões nos recursos que repassa ao Fundo Amazônia, destinado à preservação ambiental.

Mas testes realizados pelo Laboratório de Química Analítica e Ambiental da Universidade Federal do Pará (UFPA) indicaram que um em cada cinco moradores da região onde estão as empresas norueguesas está contaminado por chumbo, com uma concentração do elemento químico no corpo sete vezes maior do que a média mundial.

Entre os efeitos tóxicos do chumbo no organismo estão doenças nos sistemas nervoso e respiratório, problemas no coração e efeitos “extremamente preocupantes” no desenvolvimento cognitivo de crianças, segundo o MPF.

“Como acionista em várias empresas, o Estado norueguês tem expectativas claras em relação à responsabilidade social corporativa das empresas, incluindo questões ambientais”, afirmou o Ministério do Comércio, Indústria e Pesca do país à reportagem. A assessoria do ministério não comentou diretamente as multas do Ibama – que alega que a empresa “dificultou a ação do poder público” no exercício de fiscalização de infrações ambientais na área da empresa.

O governo da Noruega disse que a responsabilidade social é “parte central do diálogo entre o ministério e a empresa” e afirmou que foi informado, assim como os demais acionistas, das consequências do derramamento de 2009 pelos relatórios anuais da Hydro.

Procurada, a empresa negou responsabilidade sobre os índices de contaminação registrados na cidade, disse que investe em soluções sustentáveis e no diálogo com comunidades e informou que o vazamento de rejeitos químicos de 2009 foi fruto de chuvas intensas.

A embaixada na Noruega em Brasília não quis comentar o caso.
Contaminação

Graças a uma rede de abastecimento de água que atende a apenas 40% da população local, os rios e poços artesianos são a principal fonte de água na região da pequena Barcarena – que viu sua população crescer em ritmo três vezes mais rápido que o do resto do país nos últimos 40 anos graças aos empregos gerados pelas mineradoras.

Formado por dezenas de ilhas e igarapés que deságuam em rios como o Icaraú, Tauaporanga e Barcarena, o município experimenta crescimento desordenado desde que se tornou um importante exportador de commodities minerais (bauxita, alumínio e caulim), vegetais (soja) e animais (gado vivo).

À BBC Brasil, a Hydro questionou as pesquisas utilizadas pela Procuradoria da República, afirmando que os derramamentos da subsidiária Alunorte não representam “ameaças significativas nem para a vida humana nem aquática”.

A empresa também não comentou as multas aplicadas pelo Ibama, mas disse que busca diálogo transparente com todos os envolvidos no processo da mineração, que possui rigorosos sistemas de monitoramento de água, solo e ar e que “garantir uma conduta responsável com a sociedade é altamente importante em todas as fases das operações”.

Por meio da Hydro, o governo norueguês é acionista majoritário de duas grandes mineradoras na região: Albrás, que produz alumínio a partir da alumina (óxido de alumínio), e Alunorte, que realiza o processo de obtenção da alumina a partir da bauxita – ambas compradas da Vale, que ainda é acionista minoritária.

Desde o ano passado, o Ministério Público Federal exige que as duas mineradoras, ao lado de quatro outras empresas do polo industrial de Barcarena, forneçam “em caráter emergencial” dois litros diários de água potável por morador e “indenizem os danos ambientais e à população afetada pela contaminação”.

A procuradoria afirma que emissões destas empresas, em conjunto com as demais empresas da região, seriam responsáveis pela contaminação da área.

“O histórico de acidentes ambientais em Barcarena é impressionante, uma média de um por ano”, disse à BBC Brasil o procurador da República Bruno Valente, que assina a ação civil pública movida em 2016.

“O transbordamento de lama da bacia de rejeitos da Hydro afetou uma série de comunidades em 2009 e até hoje nunca houve uma compensação ou pagamento de multa”, afirmou.
Chuvas

A Hydro se exime de qualquer responsabilidade e diz que a tragédia foi fruto de um “período de chuvas intensas em abril de 2009”.

A empresa norueguesa diz que tomou medidas de prevenção e correção após o episódio, incluindo reforços “da capacidade do sistema de drenagem”, nas “instalações de tratamento de água” e nos “planos de emergência” em casos de acidente.

Mas a coordenadora do laboratório federal que constatou índices de contaminação por chumbo em moradores da região, Simone Pereira, contesta os argumentos.

“Técnicos mostraram que a barragem já estava cheia e transbordaria de qualquer forma, não se pode atribuir a um fenômeno natural uma falha que é humana”, afirmou a coordenadora do Laboratório de Química Analítica e Ambiental da UFPA, criticando o que qualifica como omissão do governo norueguês em relação aos impactos de suas mineradoras na Amazônia.

“Se a Noruega está preocupada com o meio ambiente, não deveria só se preocupar com as árvores e o desmatamento, mas também com os rios, o solo, o ar e a população”, completou.

À reportagem, a Hydro informou que “não conhece detalhes dos resultados apresentados pelo laboratório da UFPA e que “não há conexão” entre as atividades da empresa e “um suposto aumento nos níveis de chumbo encontrados na área”.
‘Hipócrita’

Para o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA), que tem forte eleitorado na região, a contaminação dos rios locais é “toda fruto de vulnerabilidades no sistema de proteção das mineradoras”.

“A mão que afaga é a mesma que apedreja”, afirmou o deputado à BBC Brasil, citando os investimentos noruegueses contra o desmatamento. “Me parece hipócrita. Eles fazem na Amazônia o não fazem na Noruega, porque lá o controle é maior.”

Em 2012, segundo dados oficiais da Hydro, mais de 5.300 processos judiciais ligados a crimes socioambientais tramitavam em primeira instância contra a mineradora – a maior parte fruto do transbordamento registrado em 2009, ainda sem conclusão definitiva.

Após a multinacional ganhar em 3.593 casos em primeira instância e 599 em segunda instância, aproximadamente 2 mil casos ainda aguardam decisão judicial.

“As decisões do tribunal após a primeira instância se baseiam no fato de que não há provas de que os autores sofram ou tenham sofrido os supostos danos relacionados ao derramamento de água contaminada com resíduos de bauxita”, diz a Hydro.

Segundo o MPF, entretanto, o episódio de 2009 pode ser considerado “o acidente ambiental mais grave da história do Distrito Industrial de Barcarena”.

Para o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, que reúne 110 organizações, sindicatos e movimentos sociais, o caso da Hydro é “um alerta para a sociedade brasileira que é preciso discutir o modelo mineral brasileiro”.

“Não é possível que o presidente e o ministro de Minas e Energia saiam pelo mundo oferecendo novas minas ao capital estrangeiro, sem olhar o rastro de destruição social e ambiental que empresas norueguesas, canadenses e tantas transnacionais deixam no nosso país”, afirmou o comitê.

Já a assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Alessandra Cardoso, ressaltou que moradores desapropriados pela empresa ainda aguardam indenizações garantidas por lei.

“Algumas comunidades abriram mão de continuar em seus locais de origem porque os igarapés foram contaminados, mas as empresas não cumprem seus compromissos, enquanto fazem uma enorme propaganda de que são responsáveis e sustentáveis”, disse.

Segundo o Inesc, a empresa recebeu isenções fiscais de R$ 7 bilhões do governo brasileiro.

Fonte: BBC.
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Caso de nepotismo-Supremo anula nomeação de mulher e filhos por prefeito do Rio Grande do Norte

Nomear cônjuge ou parente direto para cargo público é nepotismo, prática vedada pela Súmula Vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal. Com esse entendimento, o ministro Marco Aurélio, do STF, deferiu liminar para suspender a eficácia de portarias do prefeito do município de Touros (RN), Francisco de Assis Pinheiro de Andrade, nomeando sua mulher e filho para cargos de secretário municipal. A decisão foi tomada na Reclamação 26.424, ajuizada por um advogado residente na cidade.

Segundo o ministro Marco Aurélio, norma sobre nepotismo não cria exceção para cargo de secretário municipal.
Segundo o ministro Marco Aurélio, norma sobre nepotismo não cria exceção para cargo de secretário municipal.

A reclamação questiona as portarias 4/2017 e 5/2017, por meio das quais o prefeito nomeou sua mulher para o cargo de secretária de Assistência Social, Cidadania e Habitação e o filho como secretário de Saúde. O autor do pedido no STF sustenta que os nomeados não possuem qualificação técnica nem experiência nas áreas, tampouco histórico de atuação na administração pública.

Em informações prestadas ao relator, o prefeito reconhece as nomeações, mas considera que a regra que veda o nepotismo na administração pública faz uma exceção aos cargos políticos, no caso de secretários municipais, ressaltando a qualificação técnica de seus indicados para o exercício das funções.

Três vedações
Segundo o ministro Marco Aurélio, os atos do prefeito de Touros mostram-se incompatíveis com o enunciado da SV 13. O verbete prevê que “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.

O relator explicou que o enunciado contempla três vedações distintas relativamente à nomeação para cargo em comissão, de confiança ou função gratificada em qualquer dos Poderes de todos os entes integrantes da federação.

Segundo ele, a primeira diz respeito à proibição de designar parente da autoridade nomeante. A segunda se refere a familiar de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento. A terceira refere-se ao nepotismo cruzado, mediante designações recíprocas. “No mais, o teor do verbete não contém exceção quanto ao cargo de secretário municipal”, afirmou. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Fonte: conjur.com.br
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O Pará é o estado com o maior número de massacres no campo, segundo a CPT

Nos últimos 32 anos houve 45 massacres no campo e mais de 200 mortes em todo o Brasil. Só o Pará registra 26 massacres com 125 pessoas assassinadas. a Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da UFPA solicitou uma audiência pública à OEA para tratar da violência no campo.

O Pará é o estado que registrou o maior número de conflitos agrários no Brasil. De acordo com os dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), ao todo, o Brasil regitra 45 massacres e mais de 200 mortes, em 32 anos. Só no Pará ocorreram 26 massacres com 125 pessoas assassinadas.

Por isso, a Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da Universidade Federal do Pará (UFPA) solicitou uma audiência pública na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que integra a Organização dos Estados Americanos (OEA), para tratar dos conflitos de terra no Brasil, e, principalmente, no Pará.

“A gente está fazendo todo um levantamento, junto com a CPT, de todos esses dados de conflito no campo com morte. E mostrando que o Brasil não vem dando uma resposta adequada”, disse Valena Jacob, integrante da Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da UFPA.

O caso mais recente de massacre no Brasil foi no município de Pau d’arco, no sul do Pará, em maio de 2017. Durante uma operação para cumprir mandados de prisão, com a participação de 29 policiais militares e civis, 10 trabalhadores rurais foram assassinados na fazenda Santa Lúcia. O inquérito está em andamento e a Polícia federal faz uma investigação paralela, que deve divulgar ainda neste mês de agosto o resultado da reconstituição do crime.

A CPT critica a atuação do Estado para combater os ataques no campo e cobra punição para os culpados de cometer os crimes.

“Menos de 10% dos crimes ocorridos contra os trabalhadores rurais, sejam os massacres, sejam aqueles cometidos contra as lideranças sindicais, de associações, se concluiu, que é no mínimo necessário para um julgamento na forma da lei a conclusão de inquéritos. Muitos, a maioria ficou pela metade. Outros nem se quer foram objetos de investigação policial. E os que foram levados a júri popular, a minoria muito insignificante”, falou o padre da CPT Paulo Joanil.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) informou que vem implementando ações de prevenção de conflitos agrários em todo o estado, e que já criou delegacias especializadas em Belém, Marabá e Redenção. E a previsão é criar outras três em Altamira, São Félix do Xingu e Itaituba. A Segup disse também que mantém, junto com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), o programa de proteção de defensores, que atende atualmente 53 pessoas.

Fonte: G1 PA.
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Comissão da reforma política aprova ‘distritão’ e fundo eleitoral

Mudanças no sistema eleitoral seguem para o plenário da Câmara
A partir das eleições de 2022 sistema mudaria para o distrital misto.

Propostas de mudanças importantes no sistema eleitoral estão avançando na Câmara, e já podem ser votadas no plenário.

A comissão especial da reforma política finalizou a votação da proposta que cria um fundo bilionário para as campanhas, e muda a forma como os brasileiros elegem deputados e vereadores.

Hoje a eleição é proporcional. Considera os votos dos candidatos e também os votos para os partidos e coligações. Partidos com mais votos ganham mais vagas na Câmara.

Agora, os deputados aprovaram o “distritão” para as eleições de deputados e vereadores em 2018 e em 2020. No “distritão” são eleitos os deputados e vereadores mais votados em cada estado ou município, independentemente dos partidos.

O “distritão” foi aprovado, mas sem consenso. Um grupo de deputados considera que a proposta pode ajudar na reeleição de deputados envolvidos na Lava Jato. Nesta terça-feira (15) houve até uma reunião de líderes de nove partidos contrários à proposta. Eles dizem que o “distritão” tira a força da representação dos partidos.

“’Distritão’ significa mais personalização na eleição, significa elevar os gastos da campanha eleitoral e significa enfraquecer os partidos. Vou lutar no plenário para que ele seja derrubado. E creio que não há votos. A votação na comissão revela que não há votos para aprovar o ‘distritão’”, disse o deputado Orlando Silva (PcdoB-SP).

Para outros deputados, o “distritão” é um modelo mais claro para o eleitor. O PP, partido com maior número de deputados investigados na Lava Jato, apoia.

“O modelo atual está impraticável, está corrompido, exaurido, só temos o ‘distritão’, que é o que a população entende, votar e eleger os mais votados de cada estado, para qualquer cargo que ele se candidate. Vereador, deputado estadual, federal, enfim, todos os cargos proporcionais passarão a ser eleitos os mais votados”, afirmou Arthur Lira (PP-AL).

A partir das eleições de 2022, o sistema mudaria novamente para o distrital misto. Nele, metade dos candidatos é eleita porque conseguiu a maioria dos votos. A outra metade é eleita pelo sistema proporcional numa lista fechada de candidatos, organizada pelos partidos.

A comissão também aprovou o polêmico fundo com dinheiro público para financiar as campanhas. Desde 2015 a doação de empresas está proibida.

Se for mantido, em 2018 o fundo vai ser de R$ 3,6 bilhões. E hoje os partidos já recebem dinheiro público do fundo partidário. Em 2017 serão R$ 819 milhões.

O deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) diz que, apesar do valor bilionário, a tendência é que as campanhas fiquem menos caras.

“Em 2016, prefeito, foi muito mais barato que 2012 para prefeitura. Eu acredito que 2018 será muito mais barato. E quando nós conseguirmos avançar para o distrital misto, nós teremos eleições compatíveis com o tamanho da economia brasileira e com a necessidade de um país que precisa melhorar o sistema político, super mais baratos”, disse.

Enquanto deputados defendiam o novo fundo, empresários, cientistas políticos e sindicatos foram ao Congresso criticá-lo.

“A pergunta é: de onde vai se tirar dinheiro, já que faltam remédios, falta assistência médica principalmente nos municípios? E um fundo dessa magnitude é muito alto”, disse Afif Domingos, presidente do Sebrae.

A comissão também aprovou a candidatura simultânea, mas só para as eleições de 2022, com o sistema distrital misto.

Os candidatos a deputado federal, estadual e distrital poderão ser candidatos na lista fechada e também pelos distritos. Já os candidatos a cargos majoritários – presidente, governador, prefeito, senador – também poderão concorrer, ao mesmo tempo, a deputado federal, estadual, distrital ou vereador dentro da lista fechada.

Tudo o que foi aprovado na comissão mexe com a Constituição. Por isso, precisa ser votado e aprovado duas vezes no plenário da Câmara e duas vezes no plenário do Senado. E até o dia 7 de outubro, ou não vale para a eleição de 2018. Nesta terça-feira (15), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, marcou a primeira votação para a manhã da quarta-feira (16).

E nesta terça os deputados começaram a discutir também um projeto de lei sobre a reforma política. O relator também é o deputado Vicente Cândido. O projeto estabelece um novo teto para as doações de pessoas físicas em dinheiro: R$ 10 mil ou 10% dos rendimentos brutos recebidos no ano anterior à eleição, o que for menor. Com um detalhe: o eleitor poderá doar recursos para cada cargo em disputa.

Na prática, esse limite pode ser ultrapassado, podendo chegar então a R$ 60 mil ou 60% dos rendimentos do ano anterior declarados no Imposto de Renda.

Hoje o limite para essas doações é de R$ 1.000,64. Doações que devem ser depositadas na conta do candidato ou do partido. Não pode ser em dinheiro vivo, em espécie.

“Ao depositar ele faz identificação. Então a doação pode ser em dinheiro, mas a pessoa identificará quem está dando”, disse Vicente cândido (PT-SP).

Tem que ser um depósito então? O candidato ou partido não receberá em espécie?

“Não pode, aí é caixa dois, aí é qualquer outra coisa, menos a questão legal”, explicou.

Fonte: O Globo.
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Desaparecidos em naufrágio podem não ter conseguido sair de dentro do rebocador

Marinha começou a trabalhar com essa hipótese após varredura de 100km de cada margem do Rio Amazonas.

O comandante da Capitania Fluvial de Santarém, Ricardo Barbosa informou que desde o dia do acidente entre o rebocador CXX da Bertolini e o navio Mercosul Santos, as equipes de buscas fizeram varreduras nas duas margens do Rio Amazonas próximo ao município de Óbidos, no oeste do Pará.

“A equipe realizou buscas nas margens do rio desde a ilha do Patacho até o local do acidente. As buscas foram realizadas em uma área de aproximadamente 100km em cada margem do rio”, contou capitão Ricardo Barbosa.

O comandante afirmou que toda a margem do rio já foi varrida diversas vezes, o que reforça a hipótese de que os nove desaparecidos não tenham conseguido sair de dentro do rebocador. “Foram 13 dias realizando buscas na superfície com a lancha da Capitania. Trabalhamos agora com a hipótese de que os desaparecidos não tenham conseguido sair do empurrador antes do naufrágio”, disse.

O Navio Patrulha Bocaina, que permaneceu quatro dias na área em que o rebocador da Bertolini naufragou, no Rio Amazonas, dando apoio às buscas dos desaparecidos, retornou à capital do estado do Pará no último domingo (13). No dia 10, a embarcação fez uma parada em Santarém para reabastecimento.

A empresa Bertolini deverá realizar a contratação de uma empresa de salvatagem nos próximos dias, segundo o comandante. “Após a contratação, será preparado um plano de salvamento para a reflutuação rebocador. Este plano tem que ser apresentado à Marinha para aprovação”, finalizou.

O acidente

O rebocador com nove balsas carregadas com grãos colidiu com o navio cargueiro na madrugada do dia 2 agosto, por volta de 4h30. De acordo com a Capitania Fluvial de Santarém, no empurrador havia 11 pessoas, sendo 9 tripulantes e dois passageiros. Duas pessoas conseguiram se salvar. Elas foram resgatadas e levadas de lancha para Santarém.

Após a Marinha localizar a posição do rebocador, começa a próxima etapa que consiste na reflutuação da embarcação.

Fonte: G1 Santarém.
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Até distribuição de água no NE está ameaçada

BRASÍLIA – À espera de liberação de parte dos recursos contingenciados das Forças Armadas, os comandantes da Aeronáutica, do Exército e da Marinha estiveram nesta segunda-feira, 14, no Palácio do Planalto para participar de uma solenidade de promoção de oficiais, mas deixaram o evento sem um sinal do presidente Michel Temer sobre o desbloqueio de dinheiro. Como a equipe econômica atrasou o anúncio de mudança na meta fiscal, Temer fez no discurso apenas elogios ao “profissionalismo” dos militares, sem se referir às dificuldades orçamentárias.

Após a solenidade, o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, afirmou que o contingenciamento deve atingir até mesmo ações sociais. Ele citou como exemplo o trabalho do Exército de entrega de água para comunidades do semiárido nordestino.

“Estamos em uma situação difícil, que pode prejudicar algumas de nossas capacidades essenciais”, disse. “Isso atinge nossa capacidade operacional. A entrega de água no Nordeste beneficia 4 milhões de pessoas.”

Villas Bôas descartou, “por enquanto”, o fechamento de unidades militares. “Temos de ter capilaridade, presença em todo o território nacional. É perigoso criar vazios”, disse. O general disse que a “hipótese” de reduzir expediente, como se avalia em alguns setores das Forças Armadas, é “extremamente” desconfortável. “Isso é uma inversão absoluta, temos de evitar isso.”

Meta fiscal. O almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, comandante da Marinha, disse que as Forças esperam o desbloqueio de parte dos recursos no momento em que a equipe econômica definir novas metas fiscais. Uma de suas preocupações é a dificuldade de renovação da frota de navios. “A situação vai degradando, e a gente fica em uma situação incontestável”, afirmou.

Já o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, disse que entende as dificuldades econômicas, mas afirmou que apresentou ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, as consequências do contingenciamento, como redução de horas de voo no atendimento de atividades para o governo, apoio às populações e tropas do Exército na Amazônia.

Fonte: MSN.
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Fachin mantém julgamento de denúncia da PGR contra Collor

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu manter para esta terça (15) o julgamento da denúncia apresentada no ano passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Fernando Collor (PTC-AL). O parlamentar pode virar réu nas investigações da Operação Lava Jato pelos crimes de peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. .

O julgamento estava previamente marcado para hoje, mas houve um pedido feito pela defesa das partes em função de duas ausências previstas na sessão da Segunda Turma, colegiado responsável pela análise do caso. Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli estão em viagens oficiais. Dessa forma, como o julgamento será realizado com três integrantes, os advogados alegaram que teriam prejuízos na votação sem quórum completo.

A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência na BR Distribuidora. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e outros acusados, que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.

A denúncia afirma que o senador comprou carros de luxo com o dinheiro da suposta propina. Entre os veículos estão um Lamborghini, avaliada em R$ 3,2 milhões; uma Ferrari (R$ 1,4 milhão), um Bentley, e duas Land Rover. Em julho de 2015, os carros de luxo foram apreendidos na residência particular do senador em Brasília, conhecida como Casa da Dinda.

Desde o surgimento das denúncias de corrupção, Collor nega recebimento de propina. Segundo o senador, as acusações são ilações e generalidades de delatores.

Fonte: MSN.
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Lava Jato: Procurador critica Raquel Dodge por reunião com Temer

O procurador da República Carlos Fernando Lima afirmou nesta terça-feira que a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que substituirá Rodrigo Janot em 18 de setembro, precica se explicar e “será cobrada pelas consequências” de seu encontro com o presidente Michel Temer (PMDB) no Palácio do Jaburu. A reunião ocorreu no último dia 8, às 22 horas, e não constava na agenda do presidente.

“Encontros fora da agenda não são ideais para nenhum funcionário público”, disse Lima, que veio a São Paulo dar uma palestra em um evento sobre compliance. O procurador lembrou que a força-tarefa da Lava Jato também recebeu um convite para encontrar Temer no dia da votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT) e que, na ocasião, a equipe decidiu recusá-lo. “Não há como fugir da responsabilização perante a sociedade”, afirmou.

Neste domingo, a PGR divulgou uma nota, dizendo que o encontro estava registrado na agenda de Dodge, apesar de não aparecer na de Temer, e que ele foi motivado por “fatos institucionais”. Segundo o texto, Dodge queria falar ao presidente sobre a necessidade de a sua posse acontecer antes de ele viajar aos Estados Unidos para a abertura da Assembleia Geral da ONU. O MP ficaria nesse período sem um titular – daí a necessidade de empossá-la antes.

A nota também diz que Dodge “fez ver” a Temer “ser próprio e constitucionalmente adequado” que a cerimônia da posse fosse sediada na Procuradoria-Geral da República (PGR) – o Palácio do Planalto chegou a ser cogitado.

O controverso encontro aconteceu no mesmo dia em que a defesa de Temer pediu a suspeição de Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF) para afastá-lo do comando das investigações que o envolvem. Denunciado por corrupção pelo PGR, o presidente argumentou por meio de seus advogados que é perseguido por Janot por motivo de inimizade.

Lima criticou hoje o pedido da defesa do peemedebista e disse acreditar que o STF irá rejeitá-lo por “não ter nenhum fundamento”.

Lava Jato

Apesar das considerações, o procurador disse não acreditar que a Lava Jato será impactada pela troca no comando do Ministério Público Federal (MPF). Ele recordou que a força-tarefa de Curitiba também teve alguns problemas com Janot e que Dodge tem “um histórico muito forte na área criminal” e uma equipe “excelente” que atuou no caso do mensalão.

Como a substituta de Janot, Dodge terá a missão de chefiar as investigações da PGR, o que inclui a Lava Jato em Brasília. Ela foi escolhida por Temer com base em uma lista tríplice (foi a segunda mais votada por parte de membros do MP) e aprovada  pelo plenário do Senado.

Fonte: MSN.
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Governo estuda elevar contribuição previdenciária de servidores públicos

Na tentativa de reduzir gastos com o funcionalismo, a equipe econômica estuda aumentar a alíquota previdenciária de servidores federais para até 14%. A medida, segundo apurou o ‘Estadão/Broadcast’, renderia R$ 1,9 bilhão a mais por ano aos cofres do governo.

A contribuição dos servidores ao regime próprio de Previdência (RPPS) hoje é de 11% sobre a remuneração. A ideia em estudo pelo governo é estabelecer diferentes faixas de contribuição, conforme o salário, com a alíquota máxima de 14%. Assim, quem ganha mais também pagaria um valor maior. Esse modelo já existe no INSS: os trabalhadores da iniciativa privada pagam entre 8% e 11% de seus salários ao mês.

A medida é bem vista por especialistas, que ressaltam o desequilíbrio nas contas não só do INSS, mas também na Previdência nos servidores. O rombo no RPPS chegou a R$ 82,5 bilhões em 12 meses até junho deste ano, e a previsão do governo é de que atinja R$ 85,2 bilhões até o fim de 2017. Mais da metade do resultado negativo vem dos benefícios pagos a servidores civis.

O déficit do INSS é maior e deve ficar em R$ 185,8 bilhões neste ano. Mas o número de segurados é muito maior, e o valor médio do benefício, menor.

A mudança também pode contribuir para as finanças estaduais, uma vez que a alíquota cobrada pela União de seus servidores é a referência mínima a ser adotada nos Estados. Alguns já elevaram as contribuições para o patamar de 14%, a exemplo do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, que vivem grave crise financeira. Mas a proposta da União obrigaria todos a irem na mesma direção, uma vez que as leis atuais vinculam as regras federais e estaduais.

Articulação. O aumento da alíquota previdenciária de servidores federais depende do aval do Congresso, mas a tarefa é considerada menos complicada porque a questão é regulada por lei ordinária. Isso significa que o governo pode enviar um projeto de lei ou uma medida provisória (MP), que tem vigência imediata, para alterar a regra e precisará contar com a maioria simples de votos, desde que metade dos deputados e senadores esteja presente nas votações.

Caso optasse por uma alíquota de 14% para todos os servidores, o governo poderia até arrecadar mais – cerca de R$ 3,4 bilhões ao ano, nos cálculos do consultor do Senado Pedro Nery. Mas o governo deve optar pela “escadinha” na contribuição para criar um modelo semelhante ao do INSS e ao do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), na esperança de reduzir as resistências.

Mesmo assim, categorias já se armam para barrar a proposta, em reação às articulações do governo por mais uma medida que mira os servidores. “É mais uma tentativa de jogar a responsabilidade pelo desequilíbrio econômico, e da Previdência, nas costas do servidor”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Claudio Damasceno. O Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) se reúne hoje para discutir “ações conjuntas” diante das investidas do governo contra os servidores.

Fonte: MSN.
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