Mato Grosso vende US$ 107,16 milhões em carne bovina e bate recorde em julho

Mato Grosso bateu recorde de receita em exportações de carne bovina no último mês. De acordo com boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, o Estado obteve receita de US$ 107,16 milhões com a venda de 24,46 mil toneladas de proteína bovina in natura, o maior montante de receita obtido desde novembro de 2015 e o maior volume vendido desde fevereiro de 2014.

Segundo o Imea, com estes resultados, Mato Grosso se aproximou muito de São Paulo (atual maior exportador) na geração de receita com a venda de proteína bovina total (in natura + industrializada). O montante arrecadado nas terras paulistas foi de US$ 107,59 milhões, ou seja, valor apenas 0,40% maior que o arrecadado por Mato Grosso.

“Desta forma, o Estado, que já é o maior produtor de proteína bovina do país, dá sinais de que já pode se tornar o maior exportador, bastando apenas um ambiente mais competitivo do ponto de vista logístico”, avaliam os analistas do instituto.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias.
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Professora leva surra de aluno de 15 anos após expulsá-lo da sala

Uma professora denunciou seu aluno após ter sido agredida por ele dentro da diretoria da escola. Marcia Friggi, que dá aulas no Centro de Educação de Jovens e Adultos em Idaial (SC), conta que o garoto de 15 anos ficou irritado quando ela pediu para ele colocar o livro sobre a mesa.

O aluno estaria com o livro apoiado na perna quando a docente fez a intervenção. Ele teria respondido com palavrões, e a professora o encaminhou para a diretoria, onde a discussão continuou. O jovem a acusou de mentir, mas ela afirmou que toda a classe tinha testemunhado o diálogo.

No local, a professora ainda estava falando quando ele começou a agredi-la. O último soco foi tão forte que a fez bater contra a parede, segundo o relato de Marcia. No texto que foi para as redes sociais, ela disse “estar dilacerada”, não apenas fisicamente, psicologicamente também. Afirmou ainda que se sentiu desamparada, e que sofre pela condição de trabalho dos professores nas escolas brasileiras.
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Leia o relato completo:

DILACERADA
Estou dilacerada. Aconteceu assim:
Ele estava com o livro sobre as pernas e eu pedi:
– Coloque seu livro sobre a mesa, por favor.
– Eu coloco o livro onde eu bem quiser.
– As coisas não são assim.
– Ahhh, vai se foder.
– Retire-se por favor.
Ele levantou para sair, mas no caminho jogou o livro na minha cabeça. Não me feriu, mas poderia. Na direção eu contei o que tinha acontecido. Ele retrucou que menti e eu tentei dizer:
– Como, menti? A sala toda viu… Não deu tempo para mais nada. Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede.
Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacera por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacera por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Estou dilacera porque dilacera porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros. Estamos, há anos l, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos. A sociedade nos desamparou. A vida…
Lembrei dos professores do Paraná que foram massacrados pela polícia, não teve como não lembrar.
Estou dilacerada pelos meus bons alunos, que são muitos e não merecem nossa ausência.
Estou dilacerada, mas eu me recupero e vou dedicar a minha vida para que NENHUM PROFESSOR BRASILEIRA passe por isso
NUNCA MAIS. (Não sei se cometi erro ao escrever, perdoem. )

Fonte: DOL Com informações de Gazeta do Povo.
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Dona de cadela denuncia policial militar por assassinar animal a tiros

Uma cadela que estava prenha e se chamava Estrela foi assassinada na tarde desta segunda-feira (21), com dois tiros. O caso aconteceu na passagem Bom Jesus, entre as passagens Santa Maria e Gastão, no bairro da Sacramenta, em Belém. O suspeito de cometer o crime é um policial militar.

De acordo com informações da dona da cadela, Almira Lucia Cordeiro, ela foi surpreendida por dois disparos vindos da rua. “Nós (eu e meu marido) saímos de casa e já vimos ele (o PM) guardando a arma na cintura. Aí meu marido perguntou e ele disse ‘veio querer me atacar’. Em seguida, meu sobrinho falou que a Estrela (cadela) estava sagrando. Só aí vimos que ele tinha atirado nela”, conta. Ela afirma que a cadela era mansa e nunca atacou ninguém.

Após o ocorrido, viaturas da Polícia Militar estiveram no local. “Eles (policiais militares) conversaram com o sargento, mas ele se recusou a ir para a delegacia. Então os policiais foram embora. Depois disso eu procurei a delegacia da Sacramenta, porém fui orientada a procurar a Corregedoria Geral da PM. Ao chegar lá, fui orientado procurar a Delegacia de Meio Ambiente e depois retornar à Corregedoria da PM, pois não tinha o nome completo do policial. E assim fiz. Já registrei o B.O na Dema e lá fui orientada a congelar minha cadela em casa e amanhã (terça-feira) procurar a Ufra para fazer a perícia”, completa.
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Chorando, a dona da cadela pede justiça. “Imagina você ter um animal que cria com todo carinho e acontecer isso? Eu nunca tive problema com meu vizinho e não esperava que ele fosse fazer isso. Eu quero justiça e vou esperar. Isso não vai ficar impune”, finaliza.

O caso foi denunciando nas redes sociais. Até o início da noite desta segunda-feira (21), já havia superado 650 compartilhamentos e  quase 380 comentários.

Procurada pelo DOL, a Policia Civil confirmou o registro do B.O e informou que deverá ser aberto inquérito para apurar o caso.

Através de nota, a PM informou que caso seja confirmado que o Policial Militar seja o autor do crime e após registro na Corregedoria Geral, será aberto um procedimento apuratório.

O DOL tenta localizar o policial militar acusado de cometer o crime para ouvi-lo sobre o caso.

Fonte: DOL
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Seduc e TJE vão combater violência doméstica contra a mulher

Para a Secretaria, a escola também precisa desenvolver habilidades sociais capazes de tornar o aluno um cidadão

Escolas públicas estaduais dos bairros da Sacramenta, Pedreira, Guamá, Cremação, Terra Firme e Jurunas, em Belém, serão as primeiras a receber o Projeto Judiciário na Escola, com o propósito de enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher, a partir do trabalho com pais, alunos, técnicos e professores. O Acordo de Cooperação Técnica que viabiliza o projeto foi assinado entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal de Justiça do Pará (TJE-PA), na manhã desta segunda-feira (21). O ato marcou o início da oitava etapa da Campanha Justiça pela Paz em Casa, esforço concentrado na tramitação processual e na realização de audiências e julgamentos.

O projeto visa orientar a comunidade escolar sobre a violência de gênero por diversas formas – física, moral, psicológica, patrimonial, sexual e outras. Para isso, a Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJE vai realizar palestras nas séries finais do Ensino Fundamental (4º e 5º, e 8º e 9º anos), do Ensino Médio e das turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do turno da noite, além de visitas aos espaços do Fórum Criminal.

As escolas foram selecionadas com base na incidência de casos de violência registrados nos bairros onde se localizam e no número de projetos desenvolvidos em cada unidade escolar. Sacramenta, Pedreira, Guamá, Cremação, Terra Firme e Jurunas estão entre os bairros de maior incidência de casos novos, no período de janeiro a dezembro de 2016, de acordo com a estatística do Pro Paz Integrado, que funciona na Santa Casa de Misericórdia do Pará.

Repercussão social – O presidente do TJE-PA, desembargador Ricardo Ferreira Nunes, ressaltou que a iniciativa da Coordenadoria da Mulher terá repercussão social. “Nós precisamos muito de educação, precisamos ter essa consciência, e o Judiciário está aqui presente para isso. Acredito que por meio da educação de nossos jovens estudantes podemos dizer que a violência não leva ninguém a nada, e que é preciso respeitar, principalmente, a mulher. Assim, vamos ter uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais amiga”, disse o desembargador.

Titular da Seduc, Ana Claudia Hage frisou a importância da escola não somente como um espaço de busca de conhecimento. “Hoje, dentro das nossas escolas, convivemos não só com a necessidade do aprendizado. Além de desenvolver habilidades cognitivas, nós também precisamos desenvolver habilidades sociais, emocionais, que realmente possam fazer esse aluno se tornar um cidadão”, destacou a secretária de Estado de Educação, acrescentando que, no Pará, mil escolas mantêm 648 mil alunos matriculados.

Inicialmente, o Projeto Judiciário na Escola abrangerá as seguintes escolas da rede pública estadual: Professa Graziela Moura Ribeiro e Santa Luzia, na Sacramenta; Justo Chermont e Salesiano do Trabalho, na Pedreira; Santos Dumont, no Guamá; Antônia Paes da Silva, na Cremação; Ruth Rosita de Nazaré Gonsalez e Amilcar Tupiassu, na Terra Firme, e Professor Camilo Salgado e Placídia Cardoso, no Jurunas. Os períodos de atuação estão sendo definidos.

O próximo passo para a concretização do projeto será definodo em reunião entre os técnicos do Tribunal e os diretores das escolas selecionadas para receber as ações.

Participaram também da assinatura do acordo  o secretário Adjunto de Ensino da Seduc, José Roberto Alves da Silva; o secretário de Administração do TJE-PA, Francisco Campos, e a secretária adjunta, Maria de Lourdes Lobato.

Processos – Em todo o Pará, conforme dados coletados até dezembro de 2016 e repassados ao Conselho Nacional de Justiça, tramitavam 29.314 processos de violência contra a mulher. Em relação ao feminicídio (assassinato de mulheres), o quantitativo referente ao mesmo período era de 4.018 processos em tramitação.

Os trabalhos da campanha destinados a agilizar os processos e realizar atividades paralelas para a divulgação da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), envolvem todas as varas criminais do Estado competentes para apreciar a matéria. Conforme a dinâmica dos trabalhos, as atividades serão desenvolvidas das 14 às 17 h, para não afetar o expediente forense, que é das 8 às 14 h.

Fonte: ORMNews.
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Suspeita de interferência política de Jatene no Ministério Público do Pará

Afastamento de Nelson Medrado levanta suspeitas de que o Ministério Público do Pará tem um “chefe oculto”

O procurador Nelson Medrado foi afastado do cargo de coordenador do Núcleo de Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa.

Sob medida

Já se comenta abertamente que o ato foi um pedido do governador do Pará, pois Medrado estava investigando e processando o tucano Simão Jatene e seu filho, Beto Jatene, pelo escândalo do Betocard, como ficou conhecido o esquema da venda de combustíveis para a frota estadual pelos postos de Alberto Jatene, isso mesmo, o Beto, filho do governador.

Jatene é o chefe do MP

O procurador-geral do Estado, Gilberto Valente Martins, terá que explicar a suspeita de estar submetendo o Ministério Público ao comando político do governador Jatene.

Pelo jeito, o “chefe oculto” nem estaria tão escondido assim.

Prefeitos e sociedade estão desconfiados do MP

Muitos prefeitos já desconfiavam que o Ministério Público do Pará tem uma agenda sob medida e ao gosto do governador Jatene, basta ver a atuação do órgão em muitos municípios do estado. Esse afastamento  mostra que MP e governador estão mais “sintonizados” que se podia imaginar.

Conversa tensa

O ato de afastamento teria sido comunicado pelo próprio procurador geral ao Dr. Nelson Medrado, na sexta-feira, numa numa conversa mais que nervosa.

Segundo colocado assumiu a chefia, um grande favor de Jatene

O procurador geral do MPPA foi o segundo na lista tríplice votada em março pelos membros do MP, mas mesmo assim foi nomeado pelo governador, portanto, deve ter muito o que agradecer ao político tucano.

Fonte: SolDoCarajas.
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Sespa inicia campanha de combate ao escalpelamento nos rios do Pará

Acidentes são provocados pelo eixo exposto do motor das embarcações

Barqueiros, carregadores e pescadores que circulam no Ver-o-Peso receberam orientações de agentes de saúde, na manhã de ontem, para fortalecer a prevenção e evitar acidentes de escalpelamento, causados pelo eixo exposto dos motores nas embarcações. Em 2015, a Sespa registrou 10 acidentes de escalpelamento; em 2016, seis, este ano, até agora, somente um no município de Portel, na ilha do Marajó.

A iniciativa marcou o lançamento em Belém da 3ª Semana Paraense de Enfrentamento aos Acidentes de Motor com Escalpelamento, da Coordenação Estadual de Mobilização Social da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), que até o próximo domingo, 27, realizará abordagens com públicos específicos, roda de conversa com trabalhadores de saúde, cobertura de eixo de motor, e curso de capacitação em Tecnologias em Saúde no uso de curativos industrializados para atendimento de Urgência e Emergência de Lesões das Vítimas.

Com o tema a “Defesa da vida e sensibilização para a segurança do transporte em nossos rios, furos e igarapés paraenses”, a Semana de Enfrentamento acontecerá ao longo dos próximos dias com ações em Belém e mais 10 municípios que historicamente registram casos desse tipo de acidente, como Abaetetuba, Limoeiro do Ajuru, Curralinho, Breves, Portel e Bagre. O encerramento da campanha será na Praça da República, numa iniciativa conjunta com a Coordenação Estadual de Hepatites Virais, que vai oferecer testes de hepatites B e C, teste de HIV/Aids e sífilis. Esta última programação terá a participação especial do grupo musical Arraial do Pavulagem.

Amanhã e na quinta-feira, serão realizados em Abaetetuba, o I Encontro de Educação, Saúde e Prevenção e o II Colóquio do Atendimento Escolar Hospitalar da Fundação Santa Casa do Pará e Espaço Acolher, com a participação de diversos órgãos, incluindo a Marinha do Brasil, que compõe a rede de instituições que atuam no combate aos acidentes do gênero.

Coordenadora estadual de Mobilização Social da Sespa, Socorro Silva explicou que durante o ano são realizadas seis campanhas pontuais contra o escalpelamento e os resultados têm sido positivos.  Ela e a secretária adjunta da Sespa, Heloísa Guimarães, participaram diretamente das abordagens junto ao público de barqueiros e pescadores, na manhã de ontem na Feira do Açaí.

“O acidente do escalpelamento é grave, dolorido e evitável. A gente tem de alertar e fortalecer toda e qualquer ação preventiva. As sequelas são físicas e emocionais, difíceis de curar. Quando é criança, às vezes, as mães costumam esconder o filho, não deixam mais a criança ir para escola, porque elas perdem parte do nariz, da orelha e as sobrancelhas’’, recordou a secretária Heloísa Guimarães.

Ela informou que a equipe de saúde estava contente com o fato de ainda não ter sido registrado nenhum acidente este ano. Mas na semana passada houve uma mulher de 42 anos de idade, se acidentou em Portel, no Marajó. ‘’Ela está sendo assistida, está estável. Por isso, é preciso fortalecer a prevenção. O caminho está correto, os números caíram expressivamente.Vamos seguir reforçando isso cada vez mais, não queremos nenhum acidente’’, diz a secretária.

Eixos

Ontem, ela informou que desde às 6h até perto das 10h, as equipes encontraram dois barcos sem proteção no eixo do motor na Feira do Açaí. Os barqueiros disseram que iriam providenciar a proteção.

Os barqueiros e outros trabalhadores abordados pelas equipes da Sespa elogiaram a medida preventiva, e os ouvidos pela reportagem, afirmaram que ainda veem barcos irregulares na ativa.’’É bom cobrar isso sim, ainda tem muitos barcos sem proteção no motor. As pessoas, às vezes, não querem nem saber, se a embarcação está andando, elas não se preocupam com outras coisas’’, disse o barqueiro Albino dos Anjos Oliveira, cuja embarcação estava correta. Ele faz viagens para a região das Ilhas, em frente a Belém, com transporte de açaí.

O pescador Miguel Monteiro Moares disse que uma criança vizinha de sua casa, que mora num sítio em Cametá, quase morre num acidente do gênero. Miguel chegou a Belém ainda na noite de domingo com carregamento de açaí e ontem por volta das 10h faria a viagem de volta para Cametá, com previsão de chegada às 22h. ‘’A pessoa às vezes esquece, outras, não se preocupam mesmo, acham que não vai acontecer com elas’’, afirmou o pescador

Parceria

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 4º Distrito Naval e e da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, vai participar do III Encontro Paraense de Enfrentamento aos Acidentes de Motor com Escalpelamento, no período de 21 a 27 de agosto, em uma ação conjunta com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Estado do Pará (Sespa).

O evento acontecerá em Abaetetuba, Limoeiro do Ajuru, Curralinho, Breves, Portel, São Sebastião da Boa Vista, Igarapé Miri, Melgaço, Bagre, Oeiras do Pará, Grande Belém e Ilhas, sob a coordenação da Comissão Estadual de Enfrentamento aos Acidentes contra o Escalpelamento.

A Capitania dos Portos atuará diretamente nos municípios de Abaetetuba e São Sebastião da Boa Vista com o propósito de realizar a instalação de coberturas de eixos de embarcações da comunidade, esclarecer a importância da utilização de coletes salva-vidas aos ribeirinhos e ministrar palestras à comunidade local.

No município de Abaetetuba, nos dias 23 e 24, será organizada uma mesa-redonda com participantes da Marinha, da Sespa, da Santa Casa e da Secretaria Especial dos Municípios para discutir saúde, prevenção e assistência acerca do acidente de escalpelamento.

Fonte: ORMNews.
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Desmatamento na Amazônia Legal cai 21% e interrompe crescimento após 5 anos, aponta Imazon

Segundo monitoramento de instituto, desmatamento acumulado na região nos últimos 12 meses, no entanto, equivale a quatro vezes a área da cidade de Salvador – índice só é menor que o dos últimos dois anos. Áreas protegidas concentram 20% do total desmatado.

O desmatamento na Amazônia Legal caiu 21% em um ano, interrompendo uma curva de crescimento após cinco anos. É o que mostram os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgados nesta terça-feira (22) com exclusividade pelo G1.

Entre agosto de 2016 e julho de 2017, período chamado de calendário de desmatamento e utilizado como parâmetro de medição por conta das condições climáticas locais, o desmatamento acumulado na área foi de 2.834 km² – isso equivale, no entanto, a quatro cidades de Salvador em área destruída. Trata-se de um índice menor apenas que o do ano passado (3.580 km²) e retrasado (3.323 km²) na série histórica.

Todos os estados da Amazônia Legal apresentaram queda no total das áreas desmatadas. A maior baixa foi encontrada no Tocantins, onde o desmatamento diminuiu 54%.
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Mato Grosso e Pará, os “campeões” históricos de desmatamento, também apresentaram quedas, mas seguem com taxas elevadas de áreas destruídas.

No caso de Mato Grosso, a diferença entre os dois anos foi de 15% – passou de 949,3 km² desmatados para 809,6 km². Proporcionalmente, porém, o desmatamento do estado, levando em conta seus vizinhos da região, cresceu. Entre agosto de 2015 e julho de 2016, Mato Grosso foi responsável por 26,5% do desmatamento total da Amazônia Legal. Nos 12 meses seguintes, o percentual subiu para 28,6%.

Já o Pará teve queda tanto no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados (31% de queda) quanto na proporção total (passou de 28,8% para 25,2%). Como o estado apresenta números elevados de desmatamento (1.030,3 km² em 2015/2016 e 713,8 km² em 2016/2017), a sua queda é a mais representativa, segundo o Imazon.
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“Pará e Mato Grosso sempre foram dois estados que ‘competiam’ para ver quem desmatava mais. São os estados que têm mais atividades que exercem pressão na floresta. Mato Grosso tem histórico de cultivo de grãos e pastagem, e, no Pará, há as obras de infraestrutura, de hidrelétrica, de rodovias”, afirma Antônio Victor, pesquisador do Imazon e um dos coordenadores do Boletim do Desmatamento.

“Como o Pará é um dos estados que historicamente mais desmatam, a sua queda puxou a redução nacional.”

Segundo o pesquisador, como os dados do calendário do desmatamento 2016/2017 foram fechados nesta semana, o instituto ainda não conseguiu fazer um trabalho de análise e em campo para identificar o que motivou as quedas nos estados e na Amazônia Legal como um todo. Por isso, trabalha apenas com as bases estatísticas para indicar as tendências de desmatamento na região.

O monitoramento do Imazon é feito paralelamente ao oficial, que é o do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Inpe. Os dados oficiais de 2016/2017 ainda não foram divulgados.

As metodologias são distintas (os satélites utilizados para a medição diferem) e os números dos sistemas, por serem gerados com métodos diferentes, não podem ser comparados entre si.

O Imazon utiliza imagens do sensor Modis, que identifica desmatamentos com mais de 10 hectares de tamanho (já considerados grandes desmatamentos). A vantagem, segundo o pesquisador do instituto, é que o sensor consegue contornar bem a cobertura de nuvens, já que disponibiliza imagens diariamente. Já o Prodes utiliza imagens de vários satélites e identifica desmatamentos menores, mas disponibiliza imagens com menos regularidade, o que dificulta a execução de boletins mensais.

Áreas protegidas

Apesar das quedas, o instituto faz um alerta por conta dos altos níveis de desmatamento em áreas protegidas da floresta, algo que já aconteceu no ano anterior, mas se consolidou em 2017. Mais de 20% de todo o desmatamento na Amazônia Legal dos últimos 12 meses foram registrados em áreas de conservação ou terras indígenas. Elas apenas “perdem” para o desmatamento registrado em terras privadas. Em seguida, estão áreas desmatadas em assentamentos.

“Existe no país todo um debate para reduzir áreas protegidas. Está acontecendo uma pressão para que isso ocorra, e essa pressão acontece por meio do desmatamento”, diz Antônio Victor.

Em junho deste ano, o presidente Michel Temer vetou duas medidas provisórias que reduziam áreas protegidas na Amazônia. A Floresta Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, seria a mais atingida. Os projetos que saíram do Congresso reduziriam em mais de um terço o tamanho da reserva, de 1,3 milhão de hectares. Em julho, porém, o governo federal mandou para a Câmara dos Deputados um projeto de lei sobre o mesmo tema em regime de urgência. Segundo os ambientalistas, o novo projeto é pior ainda.

Segundo o pesquisador do Imazon, é possível ver a pressão pela diminuição de áreas protegidas de forma gráfica. “Em julho, os pontos de desmatamento se concentraram em uma área mais ao sul da floresta, entre Amazonas e Rondônia, em um cinturão de conservação. Dá para ver que existe uma pressão para esse desmatamento se deslocar e subir para áreas de floresta mais para cima.”

O pesquisador também chama a atenção para os dados isolados de julho, quando 544 km² de desmatamento foram detectados. Isso representa uma alta de 1% em relação a julho de 2016, quando o desmatamento somou 539 km².

No mês, a maior parte do desmatamento ocorreu em áreas privadas (61%). O restante foi registrado em unidades de conservação (22%), assentamentos de reforma agrária (15%) e terras indígenas (2%).

“A maior parte do desmatamento ocorre entre julho e setembro por conta da redução das chuvas, então é a partir de agora que começa a ter mais destruição. A área desmatada de julho deste ano foi basicamente a mesma da de julho do ano passado, então fica aí um alerta para os próximos meses”, diz Antônio Victor.

Fonte: G1 PA.
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Rodrigo Janot denuncia Romero Jucá na Operação Zelotes

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta segunda-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo do presidente Michel Temer (PMDB) no Senado. A denúncia foi feita em um inquérito da Operação Zelotes, que investigava se Jucá e outros dois parlamentares beneficiaram o Grupo Gerdau por meio de uma medida provisória em troca de doações eleitorais.

O inquérito é relatado no STF pelo ministro Ricardo Lewandowski, que deve levar a denúncia à Segunda Turma do Supremo, à qual caberá decidir se aceita ou não a acusação e torna Romero Jucá réu. Além do peemedebista, são investigados no mesmo inquérito os deputados federais Alfredo Kaefer (PSL-PR) e Jorge Côrte Real (PTB-PE). Não há detalhe sobre a acusação feita pela PGR, em razão do segredo de Justiça.

A Zelotes detectou indícios de que o senador alterou o texto da MP 627, de 2013, para beneficiar a siderúrgica. Jucá era o relator do texto, que mudava as regras de tributação dos lucros de empresas no exterior. Os deputados apresentaram emendas que beneficiaram o grupo, segundo os investigadores.

E-mails apreendidos pelos investigadores da sede da Gerdau mostraram que a alteração feita na MP foi sugerida pela própria empresa. Os três congressistas e a siderúrgica negam irregularidades.

Além desse inquérito, Romero Jucá é alvo de outra investigação da Zelotes no STF e responde a outros oito inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo.

O advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Jucá, diz que ainda não teve acesso à denúncia, mas que está “tecnicamente muito tranquilo”. “Acompanhei todo esse inquérito e não tinha nenhum indício que justificasse uma denúncia. Para mim é uma surpresa, esperávamos que houvesse arquivamento. Quero crer que isso faz parte da estratégia anunciada por Janot, de que iria usar todas as flechas enquanto houvesse bambu”, afirma o defensor.

Fonte: MSN.
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CNH digital entrará em vigor até fevereiro de 2018

Uma nova decisão do Contran adianta o lançamento da CNH digital para até 1º de fevereiro de 2018. A Resolução nº 687, publicada no dia 17 de agosto, antecipa a implantação do sistema, antes prevista para valer a partir de fevereiro. A Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) possibilitará aos condutores apresentar o documento através de um aplicativo para smartphones, dispensando o porte da versão física.

A mudança na data de implementação é consequência da conclusão do projeto piloto da CNH digital. Goiás irá adotar o sistema primeiro, a partir de setembro, em caráter de testes. O aplicativo para smartphones já está pronto. Dependendo do resultado do teste, os demais estados poderão iniciar o uso do sistema em seguida, com o dia 1º de fevereiro como prazo limite.

Os motoristas de todo o país terão a opção de usar a CNH-e no lugar do documento impresso. Quando o sistema estiver funcionando integralmente, o condutor deverá fazer um cadastro no site do Denatran ou em uma unidade do Detran para obter o login e o código PIN. Basta inserir esses dados no aplicativo para celulares e a CNH poderá ser exportada para o aparelho. Os agentes de trânsito poderão ler o documento pelo certificado digital ou pelo código QR (que passou a ser emitido em todas as CNHs desde maio deste ano).

Fonte: MSN.
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Johnson & Johnson é condenada por risco de câncer em talco

Talco genital estaria ligado a casos de câncer de ovário seguidos de mortes

A Johnson & Johnson deve pagar 417 milhões de dólares a uma mulher que afirmou ter desenvolvido câncer de ovário após usar talco da empresa, segundo decisão judicial desta segunda-feira.

O veredito do tribunal superior de Los Angeles, favorável a Eva Echeverria, foi o maior até o momento em ações judiciais alegando que a J&J não informou adequadamente os consumidores sobre os riscos de câncer de produtos com base de talco.

A sentença inclui 70 milhões de dólares em compensações e 347 milhões em multas, disse uma porta-voz dos advogados de Echeverria. A decisão vem após julgamentos que resultaram em mais de 300 milhões de dólares no Missouri contra a J&J.

“Vamos recorrer do veredito de hoje, porque somos guiados pela ciência, que apoia a segurança do Johnson’s Baby Powder”.

Em julgamento, os advogados de Echeverria acusaram a empresa de encorajar mulheres a usarem seus produtos de talco apesar de anos de estudos que ligam diagnósticos de câncer de ovário e mortes ao uso de talco genital.

Os advogados da J&J argumentaram que vários estudos científicos, bem como agências federais, incluindo a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, não mostraram que os produtos a talco são cancerígenos.

Fonte: TERRA.
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