Justiça bloqueia bens de ex-prefeito e mais 13 vereadores de Juruti

Prejuízo ao município foi de mais de R$156 mil, de acordo com o Ministério Público

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) decretou bloqueio de bens do ex-prefeito de Juruti, Marco Aurélio Dolzane do Couto e mais 13 vereadores do município da região do Baixo Amazonas. Com a determinação do juiz Vilmar Durval Macedo Júnior, juiz substituto da Comarca de Juruti, os bens de Marco Couto foram indisponibilizados no limite de R$312 mil e em R$35.230,15 para cada um dos vereadores. As informações foram divulgadas na tarde desta quinta-feira (24).

A decisão do magistrado atende à ação ajuizada pela representação municipal do Ministério Público, que denunciou os políticos pela prática de improbidade, com a acusação de suposta instalação de esquema criminoso de pagamento de propina, custeado pelos cofres públicos, para garantia de apoio ao então governo. De acordo com o MP, o ex-gestor deveria repassar aos vereadores, mensalmente, a quantia de R$ 2 mil, além de 100 litros de diesel, 100 litros de gasolina, 10 passagens de barco Juruti-Manaus e 10 passagens de barco Juruti-Santarém. O esquema teria ocorrido no período entre abril e setembro de 2014, sem os combustíveis, o prejuízo ao município foi de R$ 156 mil.

Como provas, o Ministério Público juntou à ação documentos apresentados pela Arcojuve e pelo Sinproej, informando supostas práticas de improbidade administrativa por parte dos ex-prefeito e vereadores, gravação de áudios onde se verificou negociatas de pagamento, concessão de combustível e passagens e cobrança por parte de alguns vereadores ao prefeito em virtude do atraso do pagamento ilícito; e laudo atestando a autenticidade da gravação realizada.

Fonte: ORMNews.
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A polêmica decisão de Temer de abrir uma área gigante da Amazônia à mineração

Governo diz que medida vai revitalizar mineração brasileira e cumprirá regras de preservação, mas especialistas apontam impactos preocupantes; espaço, do tamanho da Dinamarca, havia sido protegido na década de 1980.

Em meados de 1980, uma região da floresta amazônica entre o Pará e Amapá comparada à Serra dos Carajás por seu potencial mineral despertava o interesse de investidores brasileiros e estrangeiros.

Para salvaguardar sua exploração, o então governo militar decretou em 1984 que grupos privados estavam proibidos de explorar a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma área de quase 47 mil km quadrados – maior que o território da Dinamarca. A ideia era que a administração federal pesquisasse e explorasse suas jazidas.

Nos anos seguintes, no entanto, o projeto avançou pouco, e a riqueza natural da área levou à criação de nove zonas de proteção dentro da Renca, entre elas reservas indígenas. A possibilidade de mineração foi, então, banida.

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Mais de três décadas depois do decreto, nesta quarta-feira, o governo federal reabriu a área para a exploração mineral, numa iniciativa que gera expectativa de empresas e preocupação de pesquisadores e ambientalistas.

Assinado pelo presidente Michel Temer, o decreto nº 9.142 extingue a Renca e libera a região para a exploração privada de minérios como ouro, manganês, cobre, ferro e outros.

Em meio à crise econômica, o Ministério de Minas e Energia argumenta que a medida vai revitalizar a mineração brasileira, que representa 4% do PIB e produziu o equivalente a US$ 25 bilhões (R$ 78 bilhões) em 2016, mas que vinha sofrendo com a redução das taxas de crescimento global e com as mudanças na matriz de consumo, voltadas hoje para a China.
Críticas

O ministério garante que o decreto cumprirá legislações específicas sobre a preservação da área. Ou seja, áreas de proteção integral (onde não é permitida a habitação humana) e terras indígenas serão mantidas.

No entanto, a iniciativa foi bombardeada por especialistas brasileiros e estrangeiros, que acreditam que os prejuízos da mineração serão sentidos amplamente.

mapa Foto: BBCBrasil.com
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Foto: BBCBrasil.com

“Não poderia ter uma notícia pior”, resumiu à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Antonio Donato Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe, que monitora o desmatamento da Amazônia) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Segundo o pesquisador, haverá impacto nas correntes marítimas que transportam umidade à região amazônica e que uma seca pode ser sentida até nos vizinhos do continente.

“Isso vai afetar toda a bacia amazônica e o continente sul-americano. É o mesmo que pegar uma pessoa pelo pescoço”, afirma Nobre.

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A Amazônia brasileira chegou a ter recorde de 80% na queda do desmatamento entre 2004 e 2012, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente. Mas voltou a crescer nos últimos cinco anos – embora uma tendência comece a indicar novamente uma redução. Além disso, 2015 e 2016 foram anos recordes de queimadas na região, segundo dados do Inpe.

Áreas de proteção são essenciais para conter o desmatamento, ressalta Erika Berenguer, pesquisadora-sênior do Instituto de Mudança Ambiental da Universidade de Oxford.

“O maior impacto não será na área de mineração, mas indireto. Haverá um influxo de pessoas que levará a mais desmatamento, mais retirada de madeira e mais incêndios”, explica. “É uma visão muito simplista do governo de dizer que só uma área será afetada.”

“Fora que a mineração é altamente poluidora e tem poucos benefícios para a população local, vide a situação socioeconômica de Carajás”, acrescenta Berenguer.
Jazidas de Carajás

A Serra dos Carajás, no sudoeste do Pará, é vizinha da Renca e abriga parte das maiores jazidas de minério de ferro, ouro e manganês do mundo. Com a corrida de minérios a partir dos anos 1960, grandes centros urbanos se instalaram no entorno, pressionando o bioma dali.

O potencial geológico da Renca é semelhante ao de Carajás, segundo a organização WWF e o geólogo Onildo Marini, diretor-executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb). Por isso é tão interessante para investidores.

“Essa região é altamente promissora para a exploração de diversos minérios”, afirma Marini.

O geólogo concorda que a abertura da área provocará “certo impacto” com a construção de rodovias, chegada de energia elétrica e de moradores. Mas defende que ele ficará restrito.

Indígenas do Xingu Foto: BBCBrasil.com
Indígenas do Xingu
Foto: BBCBrasil.com

“As empresas exploradoras precisam manter um plano de manejo adequado, e as áreas de proteção integral não serão afetadas”, garante.

A fiscalização do local não impede o garimpo ilegal. Jos Barlow, da Universidade de Lancaster (Reino Unido), pesquisa a Amazônia há quase duas décadas e já esteve na estação ecológica do Jari, na borda sul da reserva.

“Eu conheço bem o Jari. Quando você está ali, escuta aviões de garimpeiros a cada 30 minutos. Todos estão pousando na Renca”, conta o professor de ciência da conservação.

O governo federal e Marini argumentam que a atividade mais extensiva no local vai inibir os garimpeiros ilegais. Já Erika Berenguer diz o contrário: com o corte de verbas de órgãos ambientais, a abertura da região vai dificultar ainda mais a fiscalização.

O valor de R$ 3,9 bilhões, um dos menores da história, será dividido entre Ibama e outros dez órgãos ambientais neste ano, anunciou o Ministério do Meio Ambiente.
‘Mudará para sempre’

Os pesquisadores também lembraram o evento de Mariana, o pior acidente da mineração brasileira, em 2015, quando uma barragem rompeu no município de Minas Gerais, destruindo vilarejos no entorno do Rio Doce.

“O desastre aconteceu em plena Minas Gerais, totalmente urbanizada, imagine o controle que se tem em lugares ermos como a Amazônia”, afirma Bereguer.

Jos Barlow também critica a iniciativa de Temer: “Isso mudará a área inteira para sempre”.

Ele alertou para problemas sociais na região, semelhantes aos que ocorreram em Belo Monte e Altamira, e a previsão de mudanças climáticas.

“Qualquer perda de floresta e entrada de agricultura e estradas vai baixar a resiliência das florestas para secas severas, aumentando incêndios florestais”, afirma.

Queimadas Foto: BBCBrasil.com
Queimadas
Foto: BBCBrasil.com

Em entrevista à BBC, Ghillean Prance, da organização Trustee Eden Project, da Inglaterra, considerou a quarta-feira do decreto “um dia triste para o meio ambiente da Amazônia”.

Perguntado sobre o argumento do governo de que as áreas ricas ambientalmente serão preservadas, ele afirmou: “Não acredito nisso. Há cada vez mais impacto ocorrendo nas reservas indígenas.”

E lembrou que o mercúrio usado na extração de ouro pode afetar populações locais. “Vilarejos já morrem de envenenamento de mercúrio na Amazônia”, disse.

Bom Futuro Foto: BBCBrasil.com
Bom Futuro
Foto: BBCBrasil.com

Processo de dois anos

A extinção do Renca é aventada desde 2015, quando começava-se a debater o marco regulatório para a mineração. Em novembro passado, representantes do CPRM, o serviço geológico brasileiro, testaram a popularidade da área com investidores numa conferência do setor em Londres.

E em abril deste ano, o Ministério de Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria balizando os trâmites para a extinção da reserva – o decreto confirmou a mudança.

Antes mesmo da criação da Renca, na década de 1980, houve 160 requerimentos de mineração na área, segundo levantamento da WWF. A maior parte deles foi retirada, mas os que restaram, em torno de dez, terão prioridade na análise do governo de concessões.

Esses pedidos que deverão prosseguir compreendem uma área de 15 mil quilômetros quadrados, em torno de 30% do total da Renca. Para o restante da área, devem ser abertas licitações.

Fonte: BBC.
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Grupo é preso suspeito de saquear malas de vítimas de naufrágio no Rio Xingu

Acidente ocorreu na noite de terça-feira (22) em Porto de Moz, oeste do Pará. Foram encontrados 21 corpos, e resgatados 23 sobreviventes.

Três homens foram presos nesta quinta-feira (24) suspeitos de saquear o navio Capitão Ribeiro, que naufragou na última terça-feira em Porto de Moz, no Rio Xingu, no oeste no Pará. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup), os suspeitos estariam levando objetos e malas das vítimas do naufrágio. O trio está detido na Delegacia de Porto de Moz.

Até a tarde desta quinta, tinham sido encontrados 21 corpos de vítimas do naufrágio, e 23 sobreviventes tinham sido resgatados.

O navio Capitão Ribeiro saiu do município de Santarém às 18h de segunda, de acordo com a Segup. As informações iniciais diziam que 70 pessoas estavam a bordo, mas o dono do barco disse que o navio transportava 48 pessoas. O governo trabalha com o número de 49 pessoas a bordo.

De acordo com a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA), a empresa não estava legalizada para fazer o transporte de passageiros.

O naufrágio

A embarcação tinha escala nos municípios de Monte Alegre e Prainha. O destino final era Vitória do Xingu, mas o barco afundou por volta de 22h de terça, em uma área denominada Ponte Grande do Xingu, entre Porto de Moz e Senador José Porfírio.

Chovia quando o acidente aconteceu. Muitos sobreviventes disseram que a embarcação foi atingida por uma tromba d’água – fenômeno similar a um tornado.

A equipe do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves liberou na noite de quarta-feira (23) os corpos das nove vítimas já identificadas. Entre elas, está um bebê de 1 ano. A identificação dos mortos está sendo feita no ginásio municipal Chico Cruz.

As equipes do Corpo de Bombeiros fizeram buscas na quarta e nesta quinta por vítimas. Uma balsa e embarcações da Prefeitura de Porto Moz, além de lanchas do Corpo de Bombeiros, foram usadas na operação. O helicóptero do Graesp está apoiando as ações na área de buscas.

Fonte: G1 PA.
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Publicação: 098/2017-DIELI SABRINA SALVATTI

   editalDIELI SABRINA SALVATTI – EIRELI-ME, inscrito no CNPJ: 26.200.911/0001-56, torna público que requereu da SEMMA-NP a LO p/ atividade de Posto revendedor de combustíveis, processo nº 090/2017 na comunidade Santa Julia, município de Novo Progresso – PA.

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Cristiano Ronaldo supera Messi e é eleito o melhor jogador da Europa

Atacante português do Real Madrid conquistou o prêmio pela terceira vez

Cristiano Ronaldo faturou nesta quinta-feira (24) o prêmio de melhor jogador da Europa na temporada 2016/17. O atacante do Real Madrid superou o argentino Messi, do Barcelona, e italiano Buffon, da Juventus. Essa foi a terceira vez que o astro português levou o troféu.

Na última temporada com o Real Madrid, CR7 conquistou a Champions e o Campeonato Espanhol.

“Estou feliz e honrado por ganhar esse troféu de novo. Tenho que agradecer aos meus companheiros, estou feliz por eles. Também agradeço à minha seleção. Sei que não conseguimos o troféu esse ano, mas eles me dão motivação para trabalhar duro. Estou muito feliz. Agradeço aos torcedores do Real Madrid e a todos que me ajudaram a ganhar esse troféu. Estou muito feliz”, disse Cristiano, durante a cerimônia que também sorteou os grupos da próxima edição da Liga dos Campeões da Europa.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Temer lamenta tragédias com barcos no Pará e na Bahia

Naufrágios haviam deixado, até o início da tarde desta quinta-feira (24), mais de 40 mortos

O presidente Michel Temer lamentou as mortes ocorridas durante acidentes com embarcações, no Pará e na Bahia, que deixaram mais de 40 mortos, até o momento. Ele se pronunciou por meio das suas redes sociais.

No Norte, o naufrágio ocorreu na noite da última terça-feira (22), na área denominada Ponte Grande do Xingu. Já no Nordeste, a tragédia foi registrada nesta quinta-feira (24), quando o barco fazia a travessia entre Mar Grande e Salvador, na Baía de Todos-os-Santos.

“Lamentamos profundamente a perda de dezenas de vidas nos acidentes com embarcações no Pará e na Bahia. Nossa solidariedade às famílias. Colocamos à disposição estrutura federal para ajudar nas buscas e no apoio aos sobreviventes. As causas dos acidentes precisam ser apuradas”, disse o presidente.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência também divulgou texto de pesar. Leia na íntegra:

Nota oficial

A Presidência da República lamenta profundamente a perda trágica de dezenas de vidas em acidentes com embarcações no Pará e na Bahia.

O presidente Michel Temer manifesta, neste momento de dor, sua solidariedade às famílias das vítimas e coloca a estrutura do governo federal para ajudar nas buscas e no apoio aos sobreviventes.

As providências para apurar as causas dos acidentes e punir os responsáveis estão sendo tomadas, em todas as três esferas de governo.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Sefa e Ibama apreendem 45 metros cúbicos de madeira em Marabá

Foram apreendidos dois tipos de madeira ilegal: acapu e madeira vermelha. Ibama irá doar os 22 m³ de estacas e 23,4 m³ de madeira serrada para construção de pontes e projetos comunitários.

A fiscalização da unidade fazendária de mercadorias em trânsito da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa), localizada no Km 9 da rodovia Transamazônica, em Marabá, sudeste paraense, informou, nesta quinta-feira (24), que apreendeu, durante três dias consecutivos, vários veículos transportando madeira irregular, serradas e em estacas.

Segundo a Sefa, na última terça-feira (22) um veículo tipo carreta passou direto no posto fiscal, não obedecendo à sinalização de parada obrigatória. Foi perseguido e parado para fiscalização, e, na vistoria da carga, ficou constatada a existência de 23,4 m³ de madeira vermelha serrada, sem documentação fiscal ou licença de órgão ambiental. Foi lavrado um Termo de Apreensão por tentativa de embargo à fiscalização e não recolhimento do imposto estadual, e o transportador teve de recolher R$ 4.459,97.

De acordo com o auditor fiscal de receitas que coordena a unidade de fiscalização de mercadorias em trânsito em Marabá, George Tavares, todos os veículos, após efetuarem o pagamento dos créditos tributários, foram encaminhados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) de Marabá, porque as mercadorias também não possuíam licença ambiental. Segundo ele, as apreensões de cargas de madeira aumentam neste período em que há diminuição das chuvas.

Na segunda-feira (21), na mesma unidade fazendária, foi apreendido um veículo tipo bi-trem transportando 1.265 estacas de acapú sem nenhum um tipo de documentação fiscal ou licença ambiental. O crédito tributário recolhido foi de R$1.916,64. No dia anterior também foi retida, na área de fiscalização da Sefa em Marabá, carreta com 1.685 estacas de acapu, também desacompanhadas de notas fiscais e de licença ambiental. O crédito tributário recolhido foi de R$ 997,13.

Doação para projetos comunitários

O gerente executivo do Ibama Marabá Hildemberg Cruz explicou que, mesmo pagando o importo devido, a carga foi apreendida pelo Ibama porque os motoristas não portavam o Guia de Transporte de Produto Florestal.

Segundo Hildemberg, será aberto um processo administrativo para investigar a procedência da madeira e para julgar se a multa será mantida. Enquanto isso, os veículos permanecem apreendidos e a madeira será doada à prefeitura de São João do Araguaia, município próximo a Marabá, para construção de pontes e apoio de projetos comunitários.

Há uma série de projetos apresentados previamente ao Ibama para construção de viveiros e separação de lotes de pequenos produtores rurais, e, segundo o órgão, com os 22 m³ de estacas e 23,4 m³ de madeira serrada, é possível atender uma média de 40 produtores.

Fonte: G1 PA.
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Morre o bebê de 1 ano, vítima do naufrágio na Bahia

Outras 18 pessoas faleceram em tragédia na Baía de Todos os Santos

Um bebê de 1 ano está entre as vítimas fatais do naufrágio de uma embarcação na Baía de Todos os Santos, em Salvador, na Bahia. A criança foi retirada do mar e levada para uma ambulância, onde, segundo a Secretaria municipal de Saúde, os médicos tentaram reanimá-la durante duas horas, mas sem êxito.

Outras 18 pessoas morreram, segundo o Comando do 2º Distrito Naval, no naufrágio de uma embarcação com 129 passageiros, além de quatro tipulantes, segundo a Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab). A tragédia ocorreu durante uma viagem de Mar Grande a Salvador na manhã desta quinta-feira.

A busca por sobreviventes continua, horas após o naufrágio. Três equipes da Capitania dos Portos e três navios da Marinha do Brasil continuam trabalhando no local do acidente, próximo à Ilha de Itaparica.

Em apenas dois dias, o número de mortos em naufrágios no Brasil já chega a 39. No Pará, subiu para 21 o número de mortos no acidente com a embarcação clandestina “Capitão Ribeiro” no Xingu.

A Secretaria informou ainda que está encontrando grande dificuldade para prestar o atendimento, devido ao número de embarcações, várias delas de pequeno porte. Além disso, a nota enviada à imprensa informou que todas as UPAS estão preparadas para receber às vítimas, além de vagas nas salas vermelhas para atender os casos mais graves.

— O socorro realizado pelas embarcações do Distrito Naval já resgatou 21 pessoas, que estão sendo encaminhadas para atendimento médico por medidas de segurança para verificar a condição de cada um. Elas não estão gravemente feridas, mas precisam dessa triagem médica. Não temos mais informações a respeito do que causou o naufrágio — disse o comandante Flávio Almeida.

O naufrágio da lancha “Cavalo Marinho 1”, da empresa “CL” e com capacidade para 162 pessoas, ocorreu por volta das 7h, quando saía de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, com destino a Salvador.

Fonte: O Globo.
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Nova contagem reduz a 18 o número de mortos em naufrágio na Bahia

Trinta e quatro pessoas foram resgatadas de tragédia na Baía de Todos os Santos

RIO — Após uma contagem feita pelo Instituto Médico-Legal de Salvador, o número oficial de mortos no naufrágio na Baía de Todos os Santos, na Bahia caiu para 18, segundo o comandante do 2º Distrito Naval, o capitão-tenente Flávio Almeida. Inicialmente, o número divulgado era 23.

— Além do IML, onde estão 13 corpos, cinco outros mortos foram levados para Salvador — explicou o comandante.

Entre os mortos, um bebê de 1 ano, informou o Comando do 2º Distrito Naval, no naufrágio de uma embarcação com cerca de 130 passageiros na Baía de Todos os Santos, além de quatro tipulantes, segundo a Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab). O acidente ocorreu durante uma viagem de Mar Grande a Salvador na manhã desta quinta-feira. O socorro está sendo realizado neste momento por três equipes da Capitania dos Portos e mais três navios da Marinha do Brasil, nas proximidades da Ilha de Itaparica.

Em apenas dois dias, o número de mortos em naufrágios no Brasil já chega a 39. No Pará, subiu para 21 o número de mortos no acidente com a embarcação clandestina “Capitão Ribeiro” no Xingu.

A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador informou que 34 vítimas foram levadas para atendimento no terminal náutico do comércio, incluindo um bebê de um ano, que foi reanimado durante duas horas pelo médico dentro de uma ambulância, mas não resistiu e morreu. Cinco ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) estão prestando socorro às vítimas. Três estão no terminal marítimo do comércio e duas foram encaminhadas para a ilha de Mar Grande, além de uma lancha.

VÍTIMAIS MAIS GRAVES ESTÃO INDO PARA SALVADOR

Em nota, a Secretaria de Saúde informou que cerca de cem vítimas do acidentes já foram atendidas pelas equipes que estão no local. No começo desta tarde, médicos reguladores do Samu realizam visitas à UPA de Mar Grande e ao Hospital de Itaparica com objetivo de identificar os pacientes mais graves e coordenar a transferência dos mesmos para unidades hospitalares com suporte de alta complexidade na capital.

Em Salvador, o 16º Centro de Saúde do Pau Miúdo recebeu três homens resgatados no naufrágio. Dois realizam exames complementares no postos e outro já foi regulado para o Hospital Geral do Estado (HGE). As emergências da rede municipal estão de prontidão para receber os pacientes que necessitarem de encaminhamento para Salvador.

Pela manhã, a Secretaria informou que estava encontrando grande dificuldade para prestar o atendimento, devido ao número de embarcações, várias delas de pequeno porte. Além disso, a nota enviada à imprensa informou que todas as UPAS estão preparadas para receber às vítimas, além de vagas nas salas vermelhas para atender os casos mais graves.

— O socorro realizado pelas embarcações do Distrito Naval já resgatou 21 pessoas, que estão sendo encaminhadas para atendimento médico por medidas de segurança para verificar a condição de cada um. Elas não estão gravemente feridas, mas precisam dessa triagem médica. Não temos mais informações a respeito do que causou o naufrágio — disse, logo no começo dos trabalhos, o comandante Flávio Almeida.

O naufrágio da lancha “Cavalo Marinho 1”, da empresa “CL” e com capacidade para 162 pessoas, ocorreu por volta das 7h, quando saía de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, com destino a Salvador.

A Polícia Militar informou que uma das vítimas foi socorrida e levada de helicóptero para o Hospital do Subúrbio, em Salvador. A aeronave do Grupamento Aéreo (Graer) e a 5ª Companhia Independente da Polícia Militar da Ilha de Vera Cruz auxiliam nas buscas. Outras vítimas estão sendo levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mar Grande e também para ao Hospital Geral de Itaparica.

Em nota, o presidente Michel Temer lamentou as tragédias no Pará e na Bahia: “A Presidência da República lamenta profundamente a perda trágica de dezenas de vidas em acidentes com embarcações no Pará e na Bahia. O presidente Michel Temer manifesta, neste momento de dor, sua solidariedade às famílias das vítimas e coloca a estrutura do governo federal para ajudar nas buscas e no apoio aos sobreviventes.

As providências para apurar as causas dos acidentes e punir os responsáveis estão sendo tomadas, em todas as três esferas de governo.”, diz a nota.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou, por meio de nota em sua página ofical no Facebook, lamentar profundamente o acidente, manifestando sua solidariedade aos familiares das vítimas.

“Todas as forças do Governo do Estado estão mobilizadas para dar assistência e prestar socorro às vítimas. Estou acompanhando pessoalmente esta difícil operação desde cedo e todas as providências foram tomadas imediatamente, com o reforço dos nossos efetivos nas áreas da segurança e da saúde pública. Deus está conosco neste momento difícil e confiamos no empenho das equipes de resgate”, registrou o governador.

Por causa do acidente, a prefeitura de Salvador cancelou a coletiva para lançamento do Réveillon de Salvador, que estava marcada para esta quinta-feira. Uma nova data será anunciada em breve, segundo a assessoria.

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA), também se manifestou nas redes sociais, ressaltando que “uma equipe de psicólogos e assistentes da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza está no local para prestar atendimento social e psicológico”.

“Neste momento de profunda dor, presto minha solidariedade às vítimas e familiares do acidente em Mar Grande. Todos os órgãos da Prefeitura estão envolvidos para ajudar nessa hora difícil”, disse. “Vamos todos fazer uma corrente de fé”, completou ACM Neto.

Relembre o Caso: Barco naufraga com 129 pessoas na Bahia

Caso no Pará: Embarcação que saiu de Santarém naufraga em Porto de Moz

Fonte: O Globo.
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Motorista fica ferido em acidente entre carro e caminhão na BR-163 em Sinop

A colisão envolvendo um VW Gol e um Mercedes Benz foi no quilômetro 837 da rodovia federal, perímetro urbano do município. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve uma colisão transversal e o motorista do carro, de 27 anos, sofreu lesões graves e foi encaminhado ao Hospital Regional. O caminhão era conduzido por homem de 60 anos, que saiu ileso.
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Ainda de acordo com a PRF, o acidente teria sido causado por uma imprudência de motorista do carro, que teria desrespeitado a sinalização. O policial acrescentou ainda que o acidente só não teve maior gravidade porque no local há um radar. O tacógrafo confirmou que o caminhão estava a uma velocidade entre 40 e 50 quilômetros por hora.

Fonte: Só notícias.
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