Governo lacra sete serrarias e apreende madeira suficiente para encher 200 caminhões no PA

Operação atestou irregularidades no funcionamento de sete estabelecimentos no nordeste do estado. Fiscalizações devem seguir até o final de 2017.

O governo do Pará lacrou sete serrarias suspeitas de irregularidades no município de Nova Esperança do Piriá, nordeste do estado. De acordo com a fiscalização ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), entre os problemas identificados estavam a falta de licença ambiental e o fato dos estabelecimentos não estarem inscritos no Sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais (Ceprof)

De acordo com o governo, durante a fiscalização foram apreendidos cerca de 4 mil metros cúbicos de madeira em tora, que seriam suficientes para encher 200 caminhões. O material apreendido é de espécies de alto valor comercial, como maçaranduba, louro, guajará e ipeúba.

Segundo o diretor de Fiscalização da Semas, Antonio Dias, a madeira seria serrada e depois transportada para o nordeste do país. O governo disse ainda que o caso será investigado nas esferas administrativa e penal.

A operação de fiscalização da Semas começou no dia 17 de agosto e, segundo o agente de fiscalização, Vitor Mendes, coordenador da operação, deve continuar até o final de 2017.

Fonte: G1 PA.
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Ministério Público investiga naufrágio de embarcação com 52 pessoas em Porto de Moz

23 pessoas morreram em naufrágio do barco Capitão Ribeiro. 27 sobreviventes foram resgatados e 2 pessoas estão desaparecidas.

A promotora de justiça Juliana Félix, do Ministério Público do Estado do Pará, instaurou um inquérito civil para investigar o naufrágio do navio Capitão Ribeiro, que resultou na morte de 23 pessoas no Pará. O procedimento foi instaurado na noite de quinta-feira (24).

O barco afundou na noite de terça-feira (22) no rio Xingu, entre Porto de Moz e Senador José Porfírio, no sudoeste do estado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup), o número de mortos chega a 23, há 27 sobreviventes e duas pessoas permanecem desaparecidas.

A promotora Juliana Félix disse ao G1 por telefone que vai solicitar o apoio da Capitania dos Portos e da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) para que eles forneçam informações sobre a embarcação e as irregularidades no transporte dos passageiros. para que prestem informações sobre a embarcação.

“O fato da embarcação não ter autorização, estar navegando de modo ilegal, já caracteriza fortemente a negligência. A gente está requisitando informações oficiais, mas os indícios apontam que ela estava irregular”, disse a promotora Juliana Félix.

A promotoria também informou que, além da responsabilidade do dono da embarcação, o MP irá apurar se o piloto estava habilitado para conduzir o barco com aquela quantidade de passageiros. A pedido do órgão, também foi requisitado que a Polícia Civil de Porto de Moz instaure um inquérito policial para apurar a responsabilidade criminal dos proprietários da embarcação.

Fonte: G1 PA.
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Jovem é executado em Marituba

‘Junior’ teria sido perseguido por dois homens em uma moto que efetuaram três disparos contra a vítima que morreu no local.

Um jovem identificado como Jonatan Batista de Paiva, 18 anos foi morto na manhã desta sexta-feira (25), na Avenida João Batista, rua principal do bairro Almir Gabriel, no município de Marituba, região metropolitana de Belém.

De acordo com informação do cabo Quirino da Polícia Militar, o jovem conhecido como ‘Junior’, teria sido perseguido por dois homens em uma moto que efetuaram três disparos contra a vítima que morreu no local.

Ainda de acordo com a polícia o jovem não era conhecido da área, mas as características do crime aponta uma possível execução.

De acordo com os moradores, o bairro seria muito perigoso e o local é dominado pelo tráfico de drogas.

A polícia aguarda o Instituto Médico Legal (IML) para realizar a remoção do corpo.

Fonte: G1 PA.
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O INSS on line para um país de descamisados

Em 2001, o então Secretário Executivo do Ministério da Previdência anunciou aos quatro ventos: “Vem aí a aposentadoria on line” a partir de 2001.  Escrevi um artigo “Aposentadoria via internet e a via da sonegação”, colocando o pé atrás. Era ousadia demais. A proposta não vingou. O senhor dos Exércitos não gostou do meu artigo, mas paciência.
Seu sucessor propôs povoar o país com quiosques de Previdência, com a nova marca. Acreditava que a marca e os quiosques resolveriam os problemas da Previdência. Não foi levado a sério.
Mais tarde, em 2003, foi proposta a extinção do INSS e que os benefícios previdenciários fossem concedidos pelos Correios.  Nessa época, o INSS tinha 35 mil servidores, 6 mil estagiários e 4 mil terceirizados, 20 milhões de beneficiários 23 milhões de contribuintes. Foi mais radical, mas a proposta não vingou. Mesmo porque os Correios surgiram para outras finalidades.
Outro ministro começou a instalar INSS em cidades com mais de 20 mil habitantes, considerando que o Brasil não é Suíça nem Portugal. É um pais continental. Muitos levavam 10 dias de canoa para chegar a uma unidade do INSS na região Norte. O Prevbarco ia ao encontro deles. Outros vãos de ônibus ou “paus de arara” ao encontro de um posto.  O importante era levar o INSS ao segurado!
No governo Dilma, o ministro da Previdência Social propôs a Previdência digital, empolgado com as transformações digitais que assolaram o planeta e colocando o INSS na vanguarda mundial do conhecimento científico e tecnológico. O Orkut acabou, o Face surgiu, o WhatsApp ainda não invadira a terra e a proposta não vingou.

O presidente do INSS, subordinado a um ministro virtual, atuante na omissão e omisso na atuação, vem de espalhar nas redes sociais que o Brasil vai ter um INSS on line. Encomendou um “package” de TI que poderá levar o INSS a dispensar seus 31 mil servidores, com automação e robotização: um INSS sem cérebro e sem alma! Tudo estará resolvido por terminais instalados em estações de metrô, aeroportos e ônibus, shoppings, magazines, supermercados.

Isto com o INSS sendo a maior seguradora social da América Latina, a 2ª. Receita do Brasil, apesar da Receita Federal, com 80% de sua receita de fonte, sem intervenção da Receita, o maior instrumento de redistribuição de renda do Brasil, que transfere mais renda para os 75% dos 5.600 municípios do que o Fundo de Participação dos Municípios, com 33,5 milhões de beneficiários, 65 milhões de contribuintes, uma rede de 1.500 unidades de atendimento e 50 milhões de teleatendimento/ano.

Os gestores, em trânsito, pelo INSS, pensam que estão descobrindo a roda. Não sabem que a Dataprev junto com o Banco do Brasil, Serpro e o IBGE, são pioneiros e vanguarda em Tecnologia da Informação-TI no Brasil. Desde 1974 que o INSS inova com a Dataprev em programas nas áreas de benefícios, arrecadação, assistência social. Foram inúmeras as conquistas já estendidas aos segurados e beneficiários: Vejam no agendamento, nos pagamentos, cessação automática de benefícios, no reconhecimento de direitos, na carta aos que vão se aposentar.
Tais gestores acham que o Brasil é como Alemanha e EUA, acreditam piamente que os brasileiros são todos alfabetizados e todos dominam a informática e   computadores, por causa da loteria esportiva, dos jogos, das redes sociais. Sonham com robôs concedendo benefícios através de uma servidora digital e virtual…

Estes gênios superiores de nossa raça ignoram os efeitos da cibernética no processo produtivo. Tudo porque os bancos soltam foguetes depois que desempregaram milhões de trabalhadores com a automação bancária. Cretinamente proclamam que se libertaram dos grevistas… outros segmentos estão desempregando, até no setor rural começaram a chegar tratores guiados por controles remotos. Os cartões de credito e de debito mudaram o mercado, o dinheiro vivo foi substituído pelo chip, os taxistas morreram com a Uber, os jornais com a internet, as televisões com o YouTube e o Netflix, os classificados com a OLX, as bancas de jornais hoje vendem sorvetes, gás água, jogo do bicho e brevemente carvão. Já chegarão os carros sem motoristas e as pizzas em drones.

No caso da Previdência, não será fácil substituir o papel, o processo físico, o espaço, a perícia, a comprovação e a certificação de dados, uma legislação complexa e sofisticada com 400 mil leis, decretos, portarias, instruções normativas, sobre benefícios, que inibem, mas não impedem e não acabam com fraudes e irregularidades.   O INSS chegou a ter 800 km de arquivos…. Muita modernização foi efetivada. Há muitos passos a vencer e não serão vencidos com a dispensa em massa de servidores e a realização de concursos para robôs e controles remotos e drones.  Os “cérebros eletrônicos com” botões de ferro e seus olhos de vidro” não substituirão o servidor, como a maquina não substituirá o homem.
Levará tempo para que o INSS não tenha um servidor. O INSS não será digital de forma unilateral. O INSS será digital quando o país for digital e isto não está nos nossos radares.  O Estado brasileiro ainda não é digital.

Muito do que está ruim na Previdência é consequência de um fato que ninguém menciona. A Cultura Previdenciária construída em 94 anos – com base no Direito Administrativo (gestão), do Direito Previdenciário (Procuradoria) e Direito Financeiro Previdenciário (Arrecadação) foi destroçada com ida dos Procuradores para a AGU e dos Auditores Fiscais para a Receita Federal. Dos 31 mil servidores técnicos e analistas, pelo menos 10 mil estão para se aposentar e não a tem a quem transferir o conhecimento e a cultura previdenciária. Daí os “insights” dos arrivistas e dos que não tem compromisso com a Previdência.

(*) Paulo César Regis De Souza é vice-presidente executivo da Associação Nacional dos Servidores Públicos da Previdência e da Seguridade Social-Anasps.

Fonte: Imprensa ANASPS.
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Justiça sul-coreana condena herdeiro da Samsung a 5 anos de prisão

Lee Jae-yong teria pago propina à ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye em troca de privilégios concedidos à empresa

O herdeiro da Samsung, Lee Jae-yong, foi condenado nesta sexta-feira (25) a cinco anos de prisão por ter pago propina à ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye em troca de privilégios concedidos à empresa.

Segundo informações do G1, a ex-presidente sul-coreana foi presa em 31 de março, após um tribunal aprovar sua detenção no escândalo de corrupção que provocou seu impeachment. Ela nega todas as acusações.

Os promotores consideraram Lee, que é vice-presidente da Samsung Electronics e filho do presidente do grupo Samsung, Lee Kun-hee, como o “beneficiário final” dos crimes cometidos no escândalo de corrupção.

“Os acusados tinham vínculos estreitos com o poder e buscavam benefícios pessoais”, afirmaram os promotores.

Lee comanda a Samsung desde que seu pai sofreu um ataque cardíaco, em 2014. Ele alega que não teve nenhum papel nas decisões da empresa e que “escutava na maioria das vezes os outros diretores”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Jovem que matou ex e cunhado alega legítima defesa: ‘Muito ciumenta’

O suspeito diz que a namorada teria pego uma faca de cozinha

Assassino confesso da ex-namorada e do irmão dela, Matheus Fernandes da Silva, de 22 anos, alegou legítima defesa à Polícia Civil. O crime ocorreu no domingo (20).

Segundo informações do G1, o jovem foi preso em Guarujá, no litoral de São Paulo, depois de ter se apresentado voluntariamente, na quinta-feira (24), à delegacia.

De acordo com familiares das vítimas, os irmãos Nathália Aparecida dos Santos Silva, de 20 anos, e Matheus Santos Silva, de 14, foram encontrados esfaqueados dentro de casa. Testemunhas informaram que viram o suspeito, com um corte na mão, fugindo do local do crime.

À polícia, Matheus afirmou que tinha um relacionamento com Nathália há cerca de um ano, mas sempre com idas e vindas. Ele contou que a jovem era “muito ciumenta” e que “sempre lhe batia”.

Após dormir na casa da jovem, Matheus disse que, pela manhã, contou à namorada que iria para a casa da mãe e, ao final daquele domingo, ainda visitaria a tia de um amigo em São Vicente. Ele também teria revelado que haveria uma festa no local.

Contudo, de acordo com o suspeito, Nathália não teria aceito que ele fosse ao evento. “Já vai encontrar a outra”, teria dito a jovem. “É isso mesmo, chifre trocado não dói”, respondeu o rapaz, ao referir-se a uma suposta traição da jovem, que em seguida teria pego uma faca de cozinha.

No depoimento, o jovem, então, contou que Nathália tentou atacá-lo e o feriu em uma das mãos. Em seguida, após a faca cair no chão, ele pegou o objeto cortante. Pelo relato, o rapaz atingiu a ex-namorada, sem saber onde, no momento em que ela tentava desarmá-lo.

Nesse momento, o irmão da jovem, que também se chamava Matheus, saiu do quarto e avançou no cunhado, “dizendo que iria lhe matar”. Após uma briga corporal, o suspeito atingiu o adolescente com a faca, que também acabou morrendo no local.

O delegado informou que, apesar de não haver flagrante, Matheus acabou preso por força da prisão temporária decretada pela Justiça. O caso foi encaminhado para o 1º DP da cidade, em Vicente de Carvalho.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Sobrevivente que não sabe nadar conta como conseguiu se salvar de naufrágio

Sobreviventes do naufrágio de uma embarcação próximo à Ilha de Itaparica, na Bahia, relataram momentos de desespero enquanto o barco – que transportava mais de 120 pessoas – afundava na manhã desta quinta-feira, 24. Pelo menos 18 pessoas morreram – entre elas um bebê de cerca de um ano.

Dentre as histórias de superação, uma chama atenção: a  da administradora de empresas Meire Reis, de 53 anos, que não sabe nadar, mas conseguiu se salvar.

Meire havia assistido, na noite anterior, às notícias do naufrágio no Pará, que deixou ao menos 21 mortos na madrugada desta quarta. “Eu conversei com meu marido ainda ontem (quarta) à noite sobre o acidente com o barco no Pará. Estava triste e ele me falou que na hora do desastre é bom mergulhar e ir para longe”, contou ela, que mora na Ilha de Vera Cruz e trabalha em Salvador. “Pego a barca diariamente. Parece que pressentia algo ruim.”

A dica do marido e a conversa na noite anterior salvaram a vida de Meire. Como de costume, estava no atracadouro da Ilha de Vera Cruz para seguir viagem a Salvador. A embarcação, que estava programada para sair no horário, era a Cavalo Marinho I.

“Não quis chegar atrasada ao trabalho e entrei. Mas pensei em desistir. É uma embarcação antiga, a menor delas. Roda há pelo menos uns 40 anos. Já lançaram a Cavalo Marinho II, III com capacidade maior. Esta só pega 129 pessoas mais a tripulação com quatro.”

Ela recorda que o desespero foi grande na hora do acidente. “Chovia e ventava, então todos os passageiros resolveram ir para o lado oposto à chuva. O lado esquerdo ficou sem peso, por isso o barco virou.”

No instante em que o barco virou, ela diz que olhou para o teto a fim de pegar os coletes que estavam amarrados e com um nó difícil de desfazer. Meire não sabe nadar. Então, a administradora bateu com a cabeça no teto do barco e as pessoas começaram a cair umas por cima das outras.

“Foi um desespero total. Imagina, no mar e eu não sei nadar. Lembrei da conversa com meu marido e mergulhei e fui me distanciado do local onde havia desespero. Nisso, me deparei com um bote e me segurei nele. O socorro demorou a chegar. Eu olhava e via muitos corpos no mar. Tinha criança lá. Que tragédia.”

Meire foi salva por um voluntário que andava de lancha nas proximidades. “O socorro oficial chegou duas horas depois. Essa lancha ainda resgatou uma criança de um ano. Mas não sobreviveu pelo que soubemos.”

Fonte: DOL.
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Postos de combustíveis são fiscalizados no Pará

Mais de 40 postos de combustíveis foram fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) desde a última segunda-feira, 21. Três postos no Pará foram autuados por irregularidades.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realiza desde a última segunda-feira (21) fiscalização nos postos de combustíveis do Pará. Mais de 40 postos foram vistoriados e três deles foram autuados por irregularidades.

A fiscalização da ANP tem o foco de verificar a qualidade do combustível vendido ao consumidor no estado. De acordo com Leônicas Vilhena, coordenador Interino da ANP na região Norte do Brasil, o órgão interditou um posto irregular e ainda encontrou outro vendendo diesel comum como se fosse aditivado.

“A gente já fiscalizou em torno de 40 postos. Constatamos algumas irregularidades. Um posto não autorizado, por não ter autorização da ANP, foi interditado. Um posto que funcionava com duas bombas com vazão ruim, estava colocando (combustível) a menos do que dizia no painel, e também tiveram as bombas interditadas. E uma outra irregularidade de maior gravidade é de que um posto vendia diesel comum como se fosse aditivado”, disse o coordenador.

Fonte: G1 PA.
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Não havia controle de passageiros, diz dono de barco que naufragou no Pará em depoimento à polícia

Proprietário do navio Capitão Ribeiro diz que cerca de 50 pessoas embarcaram no navio. Vinte e um morreram e quatro estão desaparecidos.

O proprietário do barco que naufragou na última terça-feira (23) no rio Xingu, deixando 21 mortos e 4 desaparecidos, disse à polícia que não havia controle de passageiros no momento do embarque em Santarém, no oeste do Pará.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado (Segup), Alcimar Almeida da Silva afirmou em depoimento na quinta-feira (24) que havia cerca de 50 pessoas na embarcação contando com passageiros e tripulação. O governo do Pará, que chegou a estimar que 70 pessoas estariam a bordo, trabalha agora com o número de 52 pessoas: além dos mortos e desaparecidos, há 27 sobreviventes.

A embarcação não podia transportar passageiros, segundo Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA). O proprietário, entretanto, diz que há cerca de 3 anos faz as viagens com uma autorização da Marinha do Brasil para navegar até o município de Prainha.

A Marinha do Brasil informou que autorizações para concessões de linhas hidroviárias não são fornecidas pelas Capitanias. Toda vez que uma embarcação se desloca deve ser feito um Despacho de Saída comunicando à Marinha o percurso a ser realizado, sendo que quando o deslocamento ocorre com frequência, pode ser emitido um Despacho por Período, com prazo máximo de 90 dias.

No caso da embarcação “Capitão Ribeiro”, foi emitido um despacho com prazo até 20 de outubro de 2017 para o trajeto Santarém (PA) até Prainha (PA), que é de 170 km. Porém, a embarcação prosseguiu até Vitória Xingu, uma distância de 550 km a mais, em desacordo com a documentação emitida pela Capitania.

Outro fato irregular observado pela Marinha foi que na documentação entregue em Santarém pela embarcação “Capitão Ribeiro” constavam apenas dois passageiros.

Fonte: G1 PA.
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Número de sobreviventes de naufrágio no rio Xingu sobe para 27

A informação foi divulgada pela Segup na noite desta quinta-feira, 24. Segundo órgão, 21 pessoas morreram e quatro continuam desaparecidas. As buscas continuam na sexta-feira, 25.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup-PA) informou que subiu para 27 o número de pessoas resgatados com vida após o naufrágio do navio Capitão Ribeiro, que afundou em Porto de Moz quando levava pessoas de Santarém, oeste do Pará, até Vitória do Xingu na noite da terça-feira (22).

O navio saiu do município de Santarém às 18h de segunda-feira (21), segundo a Segup. As informações iniciais diziam que 70 pessoas estavam a bordo, mas em depoimento à Polícia Civil de Porto de Moz, Alcimar Almeida da Silva, o proprietário da embarcação, disse que o navio transportava 48 pessoas. O governo trabalha com o número de 52 pessoas a bordo. Durante à tarde desta quinta-feira (24), o número de sobreviventes era de 23, mas no início da noite a Segup atualizou para 27 sobreviventes localizados. Vinte e um corpos foram encontrados e quatro pessoas continuam desaparecidas. De acordo com a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA), a empresa não estava legalizada para fazer o transporte de passageiros.

A embarcação, que estava quase toda submersa, foi puxada um pouco mais para a superfície da água por meio de um sistema de mecânica utilizando cabos de aço atrelados a uma balsa da prefeitura ancorada ao lado da embarcação, informou a Segup.

Segundo o órgão, os trabalhos de buscas encerraram nesta quinta-feira e continuam na sexta-feira pela manhã. As buscas serão visuais, quando equipes de resgate tentam avistar sobreviventes e corpos. Para isso, os helicópteros continuam sobrevoando a área bem próximos à água. Há, ainda, lanchas no local com equipes do Corpo de Bombeiros, da prefeitura, da Marinha e da Capitania dos Portos do Amapá.

Fonte: G1 PA.
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