Em Canaã dos Carajás, delegado e investigadores são presos por irregularidades

Policiais são acusados de liberarem irregularmente motocicletas apreendidas, que voltam a circular na cidade

A “Operação Integrada Canaã” do Ministério Público do Estado (MPPA) deflagrada nesta terça-feira (29) no município de Canaã dos Carajás, resultou na prisão de um delegado e dois investigadores e na busca e apreensão de documentos. Os policiais são acusados de liberarem irregularmente motocicletas apreendidas, que voltam a circular na cidade. Mais dois investigadores devem ser afastados de suas funções por envolvimento nos crimes.

As investigações iniciaram após instauração de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) pelos promotores de Justiça de Canaã dos Carajás Rui Barbosa Lamim e Emerson Costa de Oliveira, para apurar denúncias que chegaram ao Ministério Público de que objetos de apreensão feitos pela Polícia Militar e apresentados à Polícia Civil, não estariam passando pelos procedimentos legais.

As denúncias citavam casos de motocicletas apreendidas e liberadas irregularmente e que depois seriam apreendidas novamente circulando na cidade. Algumas até utilizadas no cometimento de crimes.

O Grupo de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado e a Divisão de Crimes Funcionais da Corregedoria da Polícia Civil cumpriram os três mandados de prisão: uma temporária de 5 dias contra o delegado Bruno Fernandes e dois mandados de prisão preventiva contra os investigadores Claudio Márcio do Nascimento e Sergio de Sousa Lago . Todos os três são lotados em Canaã dos Carajás. A operação foi coordenada pelo promotor de Justiça Milton Menezes, do Gaeco e contou com duas equipes do MPPA e três da Corregedoria da Polícia Civil. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos três policiais presos.

Os policiais civis presos estão sendo conduzidos diretamente para o Presídio Coronel Anastácio das Neves, em Santa Izabel do Pará.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Pará tem um roubo a cada quatro minutos

Enquanto você lê esta matéria, mais duas ou três pessoas são roubadas no Pará. De 1° de janeiro a 20 de agosto de 2017 foram registrados 80.874 roubos no Estado, sendo 74 mil a pessoas e 6.879 roubos de veículos. No interior do Estado, foram registradas 26.077 ocorrências e 48.760 na Região Metropolitana de Belém (65%). Destes, 33.394 roubos foram na capital (68,4%).

No total, levando em conta estes dados, o Pará registra cerca de 10 mil roubos por mês, o que equivale a 333 por dia; 13 por hora ou ainda um a cada 4 minutos. Os dados do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP).
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Surge daí a tal “sensação” de insegurança, que, na verdade, é a constatação de um amplo e complexo panorama que assusta a todos. Neste cenário, um simples caminhar nas ruas ou ainda o trânsito em veículos particulares ou ônibus se torna uma tarefa angustiante.

Isto provoca inúmeras reações, mudanças de hábitos por cuidado e/ou por medo. É isto que ocorre atualmente com o autônomo João Felipe Portal, 28 anos, assaltado em uma transversal da avenida Arthur Bernardes, bairro do Pratinha, em Belém. Ele foi até uma residência no local fazer um pagamento. No entanto, ao sair de lá, mesmo dentro do carro, foi abordado por uma pessoa que estava em uma bicicleta. Com um revólver apontado em sua direção, ele entregou ao assaltante o celular, carteira e ainda teve a aliança de casamento roubada.

Desde então, passou a temer não somete a rua, mas também a Arthur Bernardes e outro trechos na cidade. “Passo por lá e só faço olhar. Nem se me pagassem eu entraria lá de novo. Agora for eu fico atento, na Arthur Bernardes, pelo centro, em qualquer sinal, até aqui em Icoaraci. Do jeito que as coisas estão, temos que mudar nossos hábitos, ficar ‘mais ligados’ em tudo”, desabafa.

Algo semelhante ocorre com a estudante universitária Karoline Figueiredo, 25 anos, assaltada por duas pessoas em uma moto no Conjunto Maguari, em janeiro deste ano. Ela levava a irmã de apenas 13 anos até a escola, quando foi roubada.

“Eles passaram por mim, pararam e voltaram. Disseram que não era para gritar, que só queriam minha bolsa. Como ia ao médico, pedi para pelo menos pegar um exame que estava na bolsa e aproveitei e peguei um livro. Ele levou a bolsa com tudo. Fui logo registrar o B.O. na Delegacia do Tenoné”.

O caso gerou traumas. “Depois disso fiquei bem traumatizada. Evito sair em certo horários, evito sair sozinha. Se eu puder não sair, não saio, só saio quando realmente precisa. Qualquer pessoa que chega perto de mim de moto, de bicicleta, eu já fico assustada, fico imaginando as formas que as pessoas podem me assaltar”, lamenta a estudante.

Silêncio colabora para impunidade

“Não registrei a ocorrência porque sabia que eu ia perder tempo e não isa resolver nada. Sempre é assim”. Assim define a decisão de não registrar B.O. o autônomo João Felipe. Sem ponderar muito, ele preferiu retornar até sua casa que parar em alguma delegacia para prestar queixa após ser assaltado.

Assustado, João Felipe mudou diversos hábitos para se proteger. O que não muda é a desconfiança sobre ações públicas eficazes para conter a violência. Foto: Ricardo Amanajás
Assustado, João Felipe mudou diversos hábitos para se proteger. O que não muda é a desconfiança sobre ações públicas eficazes para conter a violência. Foto: Ricardo Amanajás

A prática não se restringe somente a ele. Muitas pessoas optam por não fazer B.O. seja por nervosismo, devido à dificuldade de registro nas delegacias (vale lembrar que, de forma no mínimo curiosa, boa parte fecha pela noite) ou pela falta descrença de qualquer providência das autoridades responsáveis pela segurança pública no Pará. Com a falat de denúncias, os números de crimes devem ser bem maiores.

Respostas

A reportagem do DOL entrou em contato com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Segup) e Polícia Militar para saber que medidas estão sendo tomadas para diminuir estes índices.Também tentamos contato com a Polícia Civil para saber porque algumas delegacias não funcionam à noite e de que modo problemas em investigações e burocracia para registros terminam colaborando para os altos índices de assaltos.

Fonte: DOL.
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Denúncia- Mãe de aluno do 4º ano agride professora em Goiás

Caso foi registrado na cidade de Inhumas, a cerca de 50 quilômetros de Goiânia

Uma professora de 31 anos afirma ter sido agredida pela mãe de um aluno da Escola Municipal Prefeita Cleide Campos, em Inhumas, cidade distante cerca de 50 quilômetros de Goiânia. Patrícia Bueno de Sousa disse ao G1 que sofreu socos e golpes de capacete na diretoria da instituição, quando tentava explicar à suposta agressora o motivo pelo qual o filho teria sido repreendido em sala de aula.

“Quando eu entrei (na diretoria), ela já estava exaltada, falando que tinha chamado o filho dela de chato. Eu explique que, na realidade, eu falei que ele não podia continuar sendo indisciplinado, atrapalhando o restante dos alunos”, Patrícia explicou ao portal. “Essa foi a primeira vez em 12 anos de profissão que aconteceu algo parecido. É uma situação complicada, porque você não quer desistir dos alunos, você acredita em todos”, prosseguiu.

O caso foi registrado na delegacia da cidade e o garoto, aluno do quarto ano, transferido a outra escola.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Justiça-Em surto, homem esfaqueia três pessoas e é preso em Belo Horizonte

Duas delas estavam paradas em um ponto de ônibus e a terceira nas proximidades, quando foram abordadas pelo suspeito

Após ter um surto, um homem foi preso depois de esfaquear três pessoas no bairro Serra, no Centro-Sul de Belo Horizonte, na manhã dessa segunda-feira (28). Duas delas estavam paradas em um ponto de ônibus e a terceira nas proximidades, quando foram abordadas pelo suspeito.

Um dos feridos, um homem que não foi identificado, foi encaminhado para o Hospital Life Center e submetido a uma cirurgia. O estado de saúde não foi divulgado. As duas mulheres foram levadas para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII.

De acordo com informações do G1, o suspeito está detido e deve ser levado para a Central de Flagrantes do Barreiro, também em Belo Horizonte.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Tem gente que quer parar o Brasil’, diz Temer antes de viajar à China

Vídeo foi postado nas redes sociais do presidente, em meio a rumores de que Rodrigo Janot fará segunda denúncia contra ele

O presidente Michel Temer divulgou vídeo, em suas redes sociais, antes de embarcar para a China, nesta terça-feira (29), onde faz visita de Estado e também participa de encontro do Brics, grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia, África do Sul e a própria China.

No material, ele diz que “tem gente que quer parar o Brasil”, mas não cita nomes. “Sabemos que tem gente que quer parar o Brasil, e esse desejo não tem limites. Quer colocar obstáculos ao nosso trabalho, semear a desordem nas instituições, mas tenho a força necessária para resistir”, disse.

O presidente declarou que, se os brasileiros “estão desconfiados da política é porque já sofreram muito e amargaram grandes decepções”. “Não vamos deixar que a agenda negativa venha abater o nosso ânimo”, completou.

Temer só retorna ao Brasil na quarta-feira da próxima semana. Irá se ausentar em momento delicado para o país, quando o Congresso tenta aprovar a reforma política, na Câmara e no Senado, e em meio aos rumores da apresentação de uma segunda denúncia contra ele, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), desta vez por obstrução de justiça ou formação de organização criminosa.

No último mês de junho, Janot acusou Temer de corrupção passiva, com base nas delações da JBS. Após meses de articulações, o governo conseguiu barrar a denúncia, durante votação no plenário da Câmara dos Deputados, no dia 2 de agosto. A maioria dos deputados decidiu que a acusação será analisada pelo Judiciário ao final do mandato de Temer, que se encerra em dezembro de 2018.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Carro com placas de Cuiabá capota na BR-163 e PRF apreende 654 quilos de maconha

A apreensão ocorreu, ontem, no km 612 da BR-163, na cidade de São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul. Informações divulgadas pelo portal Correio do Estado apontam que o motorista do VW Voyage prata não obedeceu a ordem de parada da equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os policiais iniciaram perseguição e, em determinado momento, o veículo acabou capotando. Segundo divulgado pela PRF, o motorista fugiu e, até o momento, não foi localizado. Durante vistoria nos veículos, os policiais encontraram 654 quilos de maconha, divididos em dezenas  de tabletes.

A PRF informou ainda que o veículo estava com placas falsas de Rondonópolis, no entanto, após consulta, foi identificado que as placas originais são de Cuiabá. O caso é investigado.

Fonte: Só Notícias.
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Missa homenageia os 23 mortos no naufrágio de embarcação em Porto de Moz

Barco Capitão Ribeiro naufragou no dia 22 de agosto no rio Xingu. Trinta pessoas sobreviveram e 23 morreram.

Familiares e amigos das 23 pessoas que morreram no naufrágio do barco Capitão Ribeiro participaram na segunda-feira (28) de uma missa em homenagem às vítimas, em frente à Igreja Matriz de São Brás, em Porto de Moz, sudoeste do Pará. Nesta terça-feira (29) completa uma semana que a embarcação afundou no rio Xingu.

O barco saiu de Santarém no dia 21 de agosto e naufragou na noite do dia 22 de agosto entre os municípios de Porto de Moz e Senador José Porfírio. Segundo sobreviventes, chovia muito quando o barco virou. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, 23 pessoas morreram no naufrágio e 30 sobreviveram.

Segundo Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA), a embarcação não podia transportar passageiros.

Investigações

Até o momento, 22 pessoas já prestaram depoimento, entre elas o dono da embarcação, Alcimar Almeida da Silva. Com base no que já foi apurado, a Secretaria de Segurança Pùblica diz que há provas suficientes de que ele foi um dos responsáveis pelas mortes e deve ser indiciado.

Alcimar admitiu, em entrevista à TV Liberal, que transportava passageiros sem licença mesmo depois de ter sido notificado pela Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon-Pa). Mesmo assim, ele diz que não teria culpa. Mas para a polícia, Alcimar tem responsabilidade, pois expôs a vida das pessoas ao perigo.

“Não tive culpa, foi acidente”

“Teve uma rajada muito forte de vento. A gente não teve chance. Foi um acidente, não posso dizer que eu tenho culpa”, disse Alcimar em entrevista à TV Liberal. Mas esse não foi o entendimento da Policia Civil que, antes mesmo da conclusão das investigações, diz que já há elementos suficientes para provar que Alcimar expôs a vida de mais de 50 pessoas ao perigo.

Segundo o secretário adjunto de gestão operacional da Segup, André Cunha, neste episódio, a principal responsabilidade sobre o que ocorreu notadamente recai sobre o proprietário da empresa, que, de maneira intencional, omitiu as informações que deveria prestar para as autoridades públicas.

Fonte: G1 PA.
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Dono de embarcação naufragada no rio Xingu reafirma ter operado de forma irregular

‘No primeiro depoimento, o empresário declarou que o peso total era de sete toneladas no barco, mas relatou nesta segunda-feira (28) que havia saído com 30 toneladas de Santarém’, disse delegado.

O delegado de Porto de Moz, Elcio de Deus, ouviu, novamente, nesta segunda-feira (28), o depoimento Alcimar Almeida da Silva, proprietário da empresa Almeida & Ribeiro Ltda, cuja embarcação “Capitão Ribeiro” naufragou na última terça-feira (22), no rio Xingu. O novo depoimento ocorreu devido a necessidade de reunir mais informações e enriquecer o inquérito referente ao naufrágio que resultou na morte de 23 pessoas, entre passageiros e tripulantes, em Porto de Moz.

O dono da embarcação ratificou as declarações prestadas no depoimento da última sexta-feira (24), mas adicionou outras como o peso total da embarcação e a situação em que encontrou o corpo do comandante Sebastião Gemaque. “No primeiro depoimento, o empresário declarou que o peso total era de sete toneladas, mas relatou ontem que havia saído com 30 toneladas de Santarém, e que ao longo da viagem parte do peso das mercadorias foi desembarcado e só aí teria se chegado às sete toneladas”, disse o delegado.

Alcimar esclareceu, ainda, dúvidas sobre as funções da tripulação do barco e sobre o credenciamento da embarcação Capitão Ribeiro junto à Capitania dos Portos. A inspeção teria sido feita pela empresa Autochip, em maio deste ano.

O depoimento ocorreu na delegacia de Porto de Moz. O proprietário do barco foi ouvido já na condição de indiciado, com base no artigo 261, combinado com o artigo 263 do Código Penal Brasileiro (CPB). A declaração se iniciou por volta das 21h30 e durou cerca de duas horas. De acordo com a Polícia Civil, a embarcação se encontra à margem do rio Xingu, às proximidades da sede da cidade de Porto de Moz. O delegado já solicitou o trabalho de perícia da embarcação ao Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”.

Ainda de acordo com a polícia, dentre as necessidades de interrogar novamente Alcimar, está o fato da embarcação ter transportado ilegalmente um carro e duas motos e não possuir uma lista oficial de passageiros. Além disso, o barco teria armazenado mercadorias de forma irregular. Ele teria afirmado que “foi a primeira vez que transportava um carro”, mas enfatizou que estava posicionado e amarrado de forma perpendicular ao barco, no convés principal, de maneira segura.

“A embarcação já foi reflutuada e removida do local do naufrágio e está às proximidades da cidade de Porto de Moz para ser periciada pelo CPC Renato Chaves”, informou o delegado Elcio. O delegado deve ainda ouvir moradores “ribeirinhos” que ajudaram no socorro às vítimas. Após isso, serão reunidos os laudos das perícias e ofícios e a Justiça prosseguirá com o relatório até o encerramento do inquérito para ser encaminhado ao Ministério Público do Estado (MPE). O prazo para o término do inquérito é de 30 dias, podendo ser estendido por igual período.

Fonte: G1 PA.
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Polícia desarticula fraudes em declarações de imposto de renda

Documentos eram criados com dados falsos, segundo a Polícia Federal

Agentes da Polícia Federal no Pará cumprem dois mandados de busca e apreensão na região metropolitana de Belém na manhã desta desta terça-feira (29), dentro da Operação Provérbios. O Objetivo é desarticular um esquema de diversas declarações de imposto de renda com dados falsos, sem saldo a restituir, o que pode configurar crime de falsidade ideológica.

Segundo informações da polícia, a suspeita é a de que a fraude tinha como alvo a formação de um falso “cadastro positivo” para amparar a obtenção de crédito perante instituições financeiras. O crime prevê punição de até cinco anos de prisão. Ainda não há informações sobre presos.

Fonte: ORMNews.
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BR-163 Continua interditada entre Rurópolis e Itaituba,PA.

A INTERDIÇÃO – DA BR 163 – POPULAÇÃO REIVINDICA ASFALTAMENTO DO PERÍMETRO URBANO 10 QUILÔMETROS.

Até o momento o DNIT não entrou em contato para negociar os desbloqueio da BR 163/230 sentido Itaituba, os manifestantes pedem maior apoio da sociedade Rurópolense em especial das autoridades políticas e empresários, e que o povo possa participar e aumentar a quantidade de manifestantes. Em meio a uma extrema necessidade. O povo sofrendo vai ao extremos enfrentando as intempéries do tempo (SOL ABRASADOR), poeira e ainda contando com alguns motoristas com os ânimos alterados que não compreendem que isto vai beneficiar a todos. Fazemos um apelo a população que contribua de alguma forma… A presença já e de grande importância… Mas tem outros tipos de apoio “R$” que são importantes também.

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Fonte: https://ruropolisnews.blogspot.com.br/
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