Justiça Federal suspende decreto que extingue reserva na Amazônia

arta-feira o decreto do presidente Michel Temer (PMDB) que prevê a extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), uma área de 47 mil metros quadrados na região da Amazônia, mais especificamente nos estados do Pará e Amapá. A decisão liminar foi deferida parcialmente pelo juiz federal substituto Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara do Distrito Federal, com base em uma ação popular apresentada por Antonio Carlos Fernandes.

Spanholo proferiu a decisão após Temer revogar o primeiro decreto que tratava da extinção da reserva, de número 9.142/2017. O presidente apresentou, em seguida, uma nova determinação, de número 9.147/2017, para clarificar a decisão do governo. No novo texto, o peemedebista reitera que as áreas da Renca onde não existe preservação – unidades de conservação da natureza ou demarcações indígenas – poderão ser utilizadas para mineração, agora com algumas restrições e parâmetros.

Na decisão, Spanholo determinou a suspensão de “todo e qualquer ato administrativo” que tome como base o decreto original e tenha como objetivo a extinção da reserva e a exploração dos recursos minerais nessa área. Ele aponta que o recuo do governo antes da apresentação do novo decreto era “apenas pontual”, o que mantinha os riscos à reserva.

A ação popular apontava que a extinção da reserva, cuja extensão equivale ao território da Dinamarca, não foi precedida de autorização do Congresso. Também era confrontada a alegação do governo federal de que a extinção não estava no âmbito do direito ambiental e, por isso, não necessitaria do consentimento do Legislativo antes de entrar em vigor. Para o autor da ação, não estavam explícitos os reais propósitos almejados pelo Executivo Federal com a medida.

Spanholo concordou que a extinção da reserva só é possível mediante o envio de projeto de lei ao Congresso. “Assiste razão ao autor popular quando sustenta que a supressão da Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA) somente será possível através de lei em sentido formal”, disse. “Lei em sentido formal que, até o presente momento, jamais foi editada pelo nosso Congresso Nacional.”

A reportagem não conseguiu obter um posicionamento do governo até o momento.

Leia aqui a íntegra da decisão proferida pelo juiz.

Fonte: MSN.
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Durante sessão, presidente do Congresso é cercado por deputados em meio a gritos, empurrões e bate-boca

 A votação de um veto presidencial à proposta que estendia à área rural o cartão-reforma para famílias de baixa renda da zona rural gerou gritos, empurra-empurra e o presidente do Congresso e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sendo literalmente cercado por deputados indignados porque ele encerrara a votação. Eunício encerrou a votação sem todos os líderes falarem _ em especial da oposição _e, na prática, evitou uma derrota do governo. Na prática, o presidente do Congresso acabou ajudando o Palácio do Planalto, porque o veto foi mantido e o governo corria o risco de ser derrotado na votação. Irado, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) subiu à Tribuna indignado. Um livro foi arremessado e teria sido pelo líder do PDT, Weverton Rocha (MA). O gaúcho Pompeu de Matos (PDT-RS) sacudia seu chapéu e gritava com Eunício.

_ Não tenho medo de gritos! Não tenho! Jogaram um livro em direção à essa Mesa. Mas essa Mesa não tem medo de grito e de cara feia _ dizia Eunício, cercado por seguranças que fizeram um cordão de isolamento em torno dele e daqueles que estavam sentados à Mesa do plenário.

_ Agressão física não! _ gritavam deputados dentro do plenário!

Em meio a gritos, deputados como Paulo Pimenta (PT-RS) subiram à Tribuna em direção a Eunício, para reclamar. Mas o vigor foi tão forte que os seguranças cercaram o presidente, com medo que ele apanhasse.

_ Segurança, ele (Pimenta) é deputado, ninguém vai agredir presidente (do Congresso) não. TIra o segurança daí! Ninguém vai agredir presidente não, ele é político! Que merda é essa?! _ berrava o deputado Júlio Delgado (PBS-MG).

Depois, Eunício disse que não se intimidaria, que daria a palavra a aqueles que deixaram de falar, mas que não repetiria a sessão.

_ Ele não cumpriu o regimento _ dizia a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).

A confusão começou porque foi encerrada a votação e, por 242 votos a 85, o veto do presidente Michel Temer à extensão do cheque-reforma à zona rural foi mantido. Muitos da base tinham votado com a oposição e faltaram 15 votos para derrubar o veto. Pelas regras, são necessários 257 votos de deputados para derrubar um veto presidencial.

Assim que o resultado foi anunciado, deputados do PT, PSOL, PSB e PCdoB começaram a gritar que Eunício não estava respeitando as regras da Casa e o direito de todos falaram.

Eunício é chamado de “mão de ferro” dentro do plenário, sem paciência para ficar ouvindo repetidamente os deputados da oposição. Isso irrita os deputados, acostumados a ter total liberdade com o kit obstrução nas sessões da Câmara.

Já foram votados sete dos nove vetos presidenciais da pauta. Apenas um foi derrubado, que trata de aprendizes em construção civil. Os vetos da área econômica foram mantidos.

Essa foi a segunda vez que uma Mesa do Parlamento é tomada pelos parlamentares. Da outra vez, foi na votação da reforma trabalhista, no Senado.

Fonte: MSN.
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Amazonas tem crescimento de 59% no desmatamento

Dados referem-se ao período entre agosto de 2015 a julho de 2016 e foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, de Ciência, Tecnologia, Inovações e de Comunicações, através do Inpe

Manaus – Entre os nove Estados que compõem a Amazônia Legal, o Amazonas foi o que apresentou a maior crescimento da taxa de desmatamento por corte raso, entre agosto de 2015 a julho de 2016, em comparativo com os 12 meses anteriores. De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, de Ciência, Tecnologia, Inovações  e de Comunicações, através do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais  (Inpe), o crescimento do  desmatamento no Amazonas, no período analisado, foi de 59%. Outros Estados também registraram crescimento acentuado na derrubada de vegetação. São eles: Acre (41%), Pará (39%), Rondônia (34%) e Roraima (29%).

Considerando-se a área total desmatada, o Pará apresenta a maior extensão, com uma área total de 2.992 Km² destruída. Em seguida aparecem Mato Grosso (1.489 Km²), Rondônia (1.376 Km²) e Amazonas (1.129 Km²).

Somente dois Estados da Amazônia Legal registraram redução do desmatamento no período. O Amapá reduziu em 32% e o Mato Grosso teve queda de 7%. A média do índice dos nove Estados da Amazônia Legal é de crescimento de 27% do desmatamento por corte raso, entre agosto de 2015 a julho de 2016. Os dados estão disponíveis no site do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), através do endereço: http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/prodes.

Analisando os dados desde o lançamento do Prodes, em março de 2004, até julho de 2016, o índice de desmatamento apresenta redução de 8% no Amazonas. Apesar disso, o Estado é o que apresenta a menor taxa de redução na série histórica, entre os nove que compõem a Amazônia Legal. Os campeões em redução de desmatamento no período de 12 anos são Mato Grosso (87%) e Maranhão e Pará, empatados com 66%. A média entre todos os Estados da Amazônia Legal é de redução de 72% no desmatamento, entre 2004 e 2016.

Já a análise ano a ano, desde 2000, mostra que o último período analisado, entre agosto de 2015 e julho de 2016, foi o que apresentou o segundo maior crescimento de desmatamento no Amazonas, em comparação ao período de agosto a julho dos anos anteriores. Acima dos 59% do período 2015-2016 estão os 79%, entre os anos de 2002 e 2003. Em contrapartida, as maiores reduções de desmatamento no Estado foram registradas entre os anos de 2004-2005 (37%) e 2008-2009 (33%).

Fonte: d24am
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Mais de meio milhão de pessoas assinam petição on-line em defesa da Amazônia

Manaus – Em apenas três dias, mais de meio milhão de pessoas assinaram uma petição da organização Avaaz em defesa da Amazônia. O abaixo-assinado ‘Impeça que a Amazônia vire um deserto’ foi criado depois do decreto publicado pelo governo na semana passada, que extinguiu a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), criada em 1984, ainda durante a ditadura militar, e liberou a exploração mineral na região.

Pontos na Ponta Negra

O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) anunciou licitações para permissão de uso onerosa para dez pontos comerciais no Parque Cultural de Esporte e Lazer Ponta Negra.

Riscos ambientais

Pesquisa do ICMBio alerta que 112 das 388 áreas protegidas de nove países da Amazônia enfrentam riscos.

Escalpelamentos em rios 1

Ribeirinhos da Amazônia vão receber informações contra  escalpelamentos em acidentes com eixos de barcos.

Escalpelamentos em rios 2

A campanha é   do governo federal e da Associação de Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento da Amazônia.

Fonte: d24am
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Como é um garimpo ilegal em reserva na Amazônia

A atividade de mineração na Floresta Amazônica ficou no centro do debate público nos últimos dias. Primeiro, o governo do presidente Michel Temer editou um decreto extinguindo a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), liberando uma área entre Pará e Amapá para a mineração. Após repercussão negativa, Temer voltou atrás e editou novo decreto, mantendo a extinção da Renca, mas, desta vez, detalhando que isso não significa uma permissão para minerar em área protegida, como unidades de conservação e terras indígenas.

Apesar de existir no papel, a Renca nunca conseguiu impedir o garimpo na região, incluindo em áreas de importância biológica. A ausência do Estado na Amazônia e a péssima implementação das unidades de conservação fizeram florescer a mineração ilegal de ouro. Essa mineração de pequena escala é a mais perigosa. Coloca em risco a saúde dos garimpeiros e não há nenhuma preocupação com a proteção ambiental, resultando em desmatamento ilegal e contaminação de rios e peixes por mercúrio.

A pesquisadora Jakeline Pereira, do Imazon, visitou alguns desses garimpos ilegais em áreas protegidas na região da Renca. Jakeline foi uma das técnicas responsáveis pelo plano de manejo de duas áreas protegidas no local, a Floresta Estadual do Paru e a Reserva Biológica Maicuru. Durante a elaboração do plano, ela e agentes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Pará entrevistaram garimpeiros e foram aos locais de extração de ouro, em 2008. “É uma área de difícil acesso e perigo iminente”, diz. Segundo ela, desde então nenhum funcionário do governo entrou novamente nas áreas. Ou seja, em quase uma década a região não viu nenhum tipo de presença do Estado. As fotos que ilustram esta reportagem são do arquivo dessa época.

Desde então, segundo a pesquisadora, o garimpo ilegal se intensificou. Na época da realização do Plano de Manejo, em 2008, eles constataram que cerca de mil garimpeiros trabalhavam ilegalmente nas duas áreas protegidas. Hoje, com base em estimativas feitas pela quantidade de voos que saem do município de Laranjal do Jari (AP) para os garimpos, acredita-se que 2 mil garimpeiros atuam na região.

A atividade de mineração começa com um “dono”. Não é, evidentemente, alguém que tenha a posse da área, já que se trata de uma atividade ilegal. Esse dono geralmente é uma pessoa com maior recurso financeiro que tem a posse do maquinário necessário para abrir o garimpo. Ele raramente se desloca ao local de mineração. Para isso, contrata um “gerente”, que é quem organiza a atividade no local, a moradia dos trabalhadores e comércio.

Os garimpeiros formam a população mais vulnerável. São em sua maioria homens que trabalhavam na agricultura ou construção civil e foram atraídos pela riqueza do ouro. A maior parte tem pouca educação formal. Na pesquisa feita para o plano de manejo, 36% eram analfabetos e outros 40% tinham o ensino fundamental incompleto. Eles trabalham em média 60 horas por semana e recebem entre 20% e 30% do valor da produção do ouro. Os frutos do trabalham ficam, em grande parte, no próprio garimpo. Tudo é cobrado: alimento, roupas, bebidas. A moeda que circula é o ouro. Até um refrigerante se compra com ouro. E os produtos são caríssimos, já que são trazidos para o garimpo por avião ou barco.

 Garimpo de filão em Nova Esperança, dentro da Floresta Estadual do Paru (Foto: Imazon)Garimpo de filão em Nova Esperança, dentro da Floresta Estadual do Paru (Foto: Imazon)

Garimpo de filão em Nova Esperança, dentro da Floresta Estadual do Paru (Foto: Imazon)Garimpo de filão em Nova Esperança, dentro da Floresta Estadual do Paru (Foto: Imazon)

 Ouro encontrado em garimpo ilegal na Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)Ouro encontrado em garimpo ilegal na Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)

Ouro encontrado em garimpo ilegal na Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)Ouro encontrado em garimpo ilegal na Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)

A maior preocupação deles é com a saúde, especialmente com malária – relatos de infestação da doença são comuns. Outro risco muito alto é a exposição ao mercúrio, substância usada na extração do ouro. A violência também é um problema. Em 2014, por exemplo, o gestor de uma das unidades de conservação autuou garimpeiros que estavam trafegando pelo Rio Jari. Ele foi ameaçado de morte e acabou solicitando uma transferência.

Segundo Jakeline, o garimpo ilegal só prospera porque o Estado não se preocupa em implementar políticas públicas na região. “As áreas protegidas precisam ser implementadas, precisam de políticas públicas. Mas falta gente, faltam recursos. Na Floresta Estadual do Paru, por exemplo, são duas pessoas para administrar 7 milhões de hectares. É um descaso com as áreas protegidas, tanto dos governos do Pará e Amapá quanto do governo federal”, diz.
Garimpo Nova Esperança, uma atividade ilegal dentro da Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)Garimpo em Nova Esperança, uma atividade ilegal dentro da Floresta Estadual do Paru, no Pará (Foto: Imazon)

O novo decreto assinado pelo governo para extinguir a Renca procurou deixar claro que esse tipo de garimpo, pequeno, ilegal e danoso para a saúde e o meio ambiente continua proibido. A promessa do governo é permitir uma mineração mais moderna, industrial e de escala na região, com empresas que sejam responsáveis por possíveis danos ambientais e possam pôr em prática políticas de compensação ambiental. O resultado, entretanto, pode ser o contrário, segundo Marco Lentine, da WWF-Brasil. “O grande problema é abrir a área para mineração em uma região frágil ambientalmente, sem fazer o ordenamento do território, sem políticas públicas e sem salvaguardas ambientais”, diz.

Segundo ele, o recuo de Temer e a mudança no texto têm pontos positivos, como ressaltar que áreas protegidas continuam fechadas para a mineração. Porém, ele diz que, no contexto geral, com o decreto se somando a outras medidas delicadas do ponto de vista ambiental, como a redução da Floresta Nacional do Jamanxim, mudanças nas regras de licenciamento ambiental, o governo passa uma mensagem negativa. “A mensagem pollítica é que a Amazônia está aberta à exploração.” O temor é que essa mensagem mostre aos donos dos garimpos ilegais que a atividade deles tem respaldo governamental, iniciando uma verdadeira corrida para o ouro no coração da floresta.

Fonte: ÉPOCA.
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Dilma diz a Lula que não sairá candidata em 2018

Será?

A ex-presidente Dilma Rousseff disse a Lula não ter pretensão de se candidatar a cargo algum em 2018.

Fonte: ÉPOCA.
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Novo decreto mantém ameaças à Amazônia, é “perfumaria” para iludir a população

O senador Paulo Rocha (PT-PA) protocolou nesta terça-feira (29), mais uma proposta de Decreto Legislativo para sustar os efeitos do Decreto Presidencial nº 9.147, de 28 de agosto de 2017, que extingue a Reserva Nacional de Cobre e Seus Associados – Renca, que na prática, o decreto não muda nada, é apenas “perfumaria” para tentar manipular a população e aumentar possíveis pendengas jurídicas.

A nova redação mantém, contudo, a extinção da Renca, abrindo o território as empresas mineradoras interessadas na exploração de ouro, ferro, manganês e tântalo, o que aumenta a pressão sobre as nove unidades de proteção que se sobrepõem à reserva, incluindo duas terras indígenas, que fica entre o Pará e o Amapá com 46.450 quilômetros quadrados, pouco maior que a Dinamarca

O texto se limita a detalhar regras de exploração que já estavam previstas na legislação brasileira, o novo Decreto não protege a região. As unidades de conservação que compõem o quadrilátero da Renca, três são unidades de proteção integral (Estação Ecológica do Jari, Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e Reserva Biológica de Maicuru) e quatro são unidades de uso sustentável (Reserva Extrativista Rio Cajari, Floresta Estadual do Paru, Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru e Floresta Estadual do Amapá). Há, ainda, as terras indígenas Waiãpi e Rio Paru d’Este.

Fonte: Assessoria de Comunicação/ANTONIO JACINTO INDIO.
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Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE

Levantamento aponta que 25% dos municípios brasileiros tiveram redução na população de 2016 para 2017. São Paulo segue como o mais populoso, com 12,1 milhões de habitantes.

O Brasil tem 207.660.929 habitantes, segundo estimativa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União. A data de referência para o levantamento é 1º de julho. Em 2016, a população do país era estimada em pouco mais de 206 milhões habitantes. Neste período, 25% dos municípios tiveram suas populações reduzidas.

O crescimento de 2016 para 2017 foi de 0,77% (cerca de 1,6 milhão de pessoas a mais). De acordo com o IBGE, a taxa de crescimento populacional vem desacelerando nos últimos anos. No período de 2015 a 2016, a taxa de crescimento foi de 0,80%. A razão principal da redução no ritmo de crescimento, segundo o instituto, é a queda na taxa de fecundidade.

Segundo o IBGE, para 2017, a projeção mostra que a taxa de fecundidade era de 1,67 filho por mulher, a taxa bruta de mortalidade era de 6,15 mortes por mil habitantes e o saldo migratório (pessoas que entraram menos as que saíram do país) foi de 8.304 pessoas.

Com base no levantamento, o IBGE aponta que projeção demográfica daqui a 26 anos (entre 2042 e 2043) é de que a população brasileira vai atingir seu limite máximo, estimado em 228,4 milhões. Em seguida, deverá decrescer.

Segundo o IBGE, pouco mais da metade da população brasileira (56,5% ou 117,2 milhões de habitantes) vive em apenas 5,6% dos municípios, que são aqueles com mais de 100 mil habitantes.

São Paulo permanece como o estado mais populoso, com 45.094.866 habitantes, seguido de Minas Gerais, com 21.119.536, e Rio de Janeiro, com 16.718.956. O estado com a menor população é Roraima, que tem 522.636 habitantes.

Dentre os 5.570 municípios brasileiros, apenas 17 têm população superior a 1 milhão de pessoas, somando 45,5 milhões de habitantes ou 21,9% da população do Brasil. São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,1 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro, com 6,5 milhões de habitantes, Brasília e Salvador, com cerca de 3 milhões de habitantes cada.

Se desconsideradas as capitais, os dez municípios mais populosos do país são Guarulhos (SP), Campinas (SP), São Gonçalo (RJ), Duque de Caxias (RJ), São Bernardo do Campo (SP), Nova Iguaçu (RJ), Santo André (SP), São José dos Campos (SP) Osasco (SP), e Jaboatão dos Guararapes (PE).

Serra da Saudade, em Minas Gerais, é o município brasileiro com a menor população – apenas 812 habitantes. O segundo menor município em termo populacional é Borá, em São Paulo, com 839 habitantes. Araguainha, no Mato Grosso, com 931 habitantes, completa os três municípios do país que têm menos de mil habitantes.

População diminuiu em 1 entre cada 4 municípios

O IBGE destacou que quase ¼ (25%) dos municípios tiveram suas populações reduzidas entre 2016 e 2017. Esta tendência ocorreu, principalmente, no grupo de municípios com até 20 mil habitantes (32,5% ou 1.236 municípios).

“ Há uma tendência de deslocamento das pessoas que moram em pequenos municípios para cidades maiores em busca de melhores condições de vida e melhor acesso à educação e ao emprego”, explicou a pesquisadora da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Izabel Marri.

Os quatro municípios que apresentaram a maior redução da população entre 2016 e 2017 foram Caatiba (-21,93%), na Bahia, Altamira do Maranhão (-20,96%) e Brejo da Areia (-16,74%) e Itanagra (-16,27%), também na Bahia.

Estes quatro municípios, no entanto, sofreram alteração de limites com municípios vizinhos. O IBGE destacou que “os remanejamentos populacionais, devido a alteração de limites territoriais entre municípios, podem afetar sobremaneira a taxa de crescimento populacional entre dois anos”.

O município de Severiano Melo, no Rio Grande do Norte, foi o único com redução da população em mais de 10% (-10,44%) sem que tenha sofrido alteração nos seus limites com outros municípios.

Dentre as capitais, somente Belém (Pará) e Rio Branco (Acre) tiveram queda na população – respectivamente de -1,42% e -0,18%.

O levantamento mostrou também que em mais da metade dos municípios as taxas de crescimento populacional foram inferiores a 1%. Em apenas 258 municípios (4,6% do total) o aumento foi igual ou superior a 2%.

O IBGE destacou ainda que os municípios com população entre 100 mil e 1 milhão de habitantes tiveram a maior proporção de municípios com crescimento acima de 1%. Dez dos 17 municípios com mais de 1 milhão de habitantes tiveram taxas de crescimento entre 0,5% e 1% ao ano.

O levantamento apontou que a diminuição de habitantes ocorre com mais frequência na região Sul, enquanto no Norte e o Centro-Oeste estão as maiores proporções de municípios com taxas de crescimento acima de 1%.

Veja a população por unidade da Federação:
Unidade da Federação     Estimativa em 2017     Variação ante 2016 (em %)
Acre     829.619     1,58
Alagoas     3.375.823     0,5
Amapá     797.722     1,97
Amazonas     4.063.614     1,55
Bahia     15.344.447     0,44
Ceará     9.020.460     0,63
Distrito Federal     3.039.444     2,09
Espírito Santo     4.016.356     1,07
Goiás     6.778.772     1,24
Maranhão     7.000.229     0,66
Mato Grosso     3.344.544     1,18
Mato Grosso do Sul     2.713.147     1,15
Minas Gerais     21.119.536     0,58
Pará     8.366.628     1,14
Paraíba     4.025.558     0,65
Paraná     11.320.892     0,7
Pernambuco     9.473.266     0,67
Piauí     3.219.257     0,22
Rio Grande do Norte     3.507.003     0,5
Rio Grande do Sul     11.322.895     0,92
Rio de Janeiro     16.718.956     0,32
Rondônia     1.805.788     1,04
Roraima     522.636     1,63
Santa Catarina     7.001.161     1,31
São Paulo     45.094.866     0,77
Sergipe     2.288.116     0,99
Tocantins     1.550.194     1,13
Fonte: IBGE

Capitais

Segundo o IBGE, o conjunto das 27 capitais totaliza 49,4 milhões de habitantes, representando 23,8% da população do país. A maior taxa de crescimento geométrico entre as capitais, no período 2016-2017, foi a de Palmas (2,48%) e a menor, a de Porto Alegre, (0,26%).

Belém e Rio Branco foram as únicas capitais que apresentaram queda na população neste período – respectivamente -1,42% e -0,18%

Veja a população por capitais
Capitais     População
Rio Branco (AC)     383.443
Maceió (AL)     1.029.129
Manaus (AM)     2.130.264
Macapá (AP)     474.706
Salvador (BA)     2.953.986
Fortaleza (CE)     2.627.482
Brasília (DF)     3.039.444
Vitória (ES)     363.140
Goiânia (GO)     1.466.105
São Luís (MA)     1.091.868
Belo Horizonte (MG)     2.523.794
Campo Grande (MS)     874.210
Cuiabá (MS)     590.118
Belém (PA)     1.452.275
João Pessoa (PB)     811.598
Recife (PE)     1.633.697
Teresina (PI)     850.198
Curitiba (PR)     1.908.359
Rio de Janeiro (RJ)     6.520.266
Natal (RN)     885.180
Porto Alegre (RS)     1.484.941
Porto Velho (RO)     519.436
Boa Vista (RR)     332.020
Florianópolis (SC)     485.838
Aracaju (SE)     650.106
São Paulo (SP)     12.106.920
Palmas (TO)     286.787
Fonte: IBGE

Metodologia

De acordo com o IBGE, a população de cada município brasileiro foi estimada por meio de um procedimento matemático. Tais estimativas são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos munícipios.

O método de cálculo baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010). As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos. A divulgação anual obedece ao artigo 102 da Lei nº 8.443/1992 e à Lei complementar nº 143/2013.

Fonte: G1.
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Coreia do Norte ignora a ONU e promete mais mísseis 

Líder norte-coreano Kim Jong-un afirmou que o disparo é “um prelúdio”

O presidente norte-coreano, Kim Jong-un, prometeu novos lançamentos de mísseis sobre o Japão e garantiu que o tiro desta terça-feira – condenado pela ONU por unanimidade – é apenas um “prelúdio”.

O lançamento acima do arquipélago nipônico de um Hwasong-12 de alcance médio representa uma nova escalada na crise norte-coreana, um mês depois de Pyongyang ter lançado dois mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) com potencial para alcançar boa parte do continente americano.

Naquele momento, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou a Coreia do Norte com uma chuva de “fogo e fúria”. Pyongyang rebateu, prometendo uma salva de mísseis próximo a Guam, um território americano do Pacífico, onde vivem 6.000 soldados dos EUA e que abriga instalações estratégicas.

Na terça, Trump advertiu em um tom mais diplomático que “todas as opções” estão sobre a mesa.

No mesmo dia, o Conselho de Segurança da ONU, que impôs recentemente uma sétima série de sanções a Pyongyang, condenou “firmemente” o lançamento do míssil norte-coreano.

Pequim e Moscou, dois aliados-chave de Pyongyang, apoiaram o texto, que não preveem um reforço imediato nas sanções contra a Coreia do Norte.

– Resposta à ‘invasão’ –

O “Rodong Sinmun”, jornal oficial do partido único no poder na Coreia do Norte, publicou nesta quarta cerca de 20 fotos do disparo. Em uma delas, vê-se um jovial Kim Jong-un rodeado por seus conselheiros, com um mapa do noroeste do Pacífico em seu escritório.

Em outra imagem, ele aparece observando o míssil lançado de Sunan, próximo a Pyongyang. O projétil percorreu 2.700 quilômetros, a uma altitude máxima de 550 km, antes de cair no Pacífico.

Em uma nota publicada hoje, a agência oficial de notícias norte-coreana, a KCNA, cita Kim, anunciando “mais exercícios de disparos de mísseis balísticos no futuro, com seu alvo no Pacífico”.

O lançamento de terça foi “um prelúdio importante para conter Guam, base avançada da invasão”, declarou, referindo-se a um “avanço das contramedidas” frente às manobras militares que os Exércitos americano e sul-coreano estão realizando na Coreia do Sul.

Pyongyang considera que esses exercícios militares são um ensaio geral de uma invasão a seu território.

É a primeira vez que Pyongyang declara ter enviado um míssil sobre o território japonês. Em 1998 e em 2009, a Coreia do Norte havia lançado foguetes que sobrevoaram o Japão, mas, em ambas as ocasiões, Pyongyang havia argumentado que se tratava de veículos espaciais.

– ‘Ações ameaçadoras’ –

Milhões de habitantes do norte do Japão, que não cederam ao pânico, acordaram ontem com uma mensagem de alerta do governo, enquanto pelos alto-falantes se ouvia: “Lançamento de míssil. Abriguem-se!”.

“As ações ameaçadoras e desestabilizadoras apenas aumentam o isolamento do regime da Coreia do Norte na região e entre todas as nações do mundo”, declarou Trump em um comunicado.

“Todas as opções estão sobre a mesa”, acrescentou.

Pouco depois, sua embaixadora na ONU, Nikki Haley, reivindicou “uma decisão forte”.

Os 15 países do Conselho de Segurança da ONU pediram a aplicação “estrita e plena” das resoluções das Nações Unidas, incluindo as que impõem sanções econômicas à Coreia do Norte.

Segundo fontes diplomáticas, a ONU contemplaria a possibilidade de sancionar Pyongyang, deportando os trabalhadores norte-coreanos empregados no exterior, ou com medidas que afetem o setor do petróleo.

Segundo uma fonte diplomática de Washington, o principal desafio da ONU era mostrar que a unidade internacional se mantém — com Moscou e Pequim — e chegar a um acordo sobre uma resposta rápida após o disparo do míssil.

O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, indicou hoje que seu país está conversando com seus sócios do Conselho de Segurança sobre qual “reação” deve ser adotada. Yi ressaltou a importância de um consenso.

Fonte: ISTOÉ.
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Brasil termina Universíade em 28º lugar no quadro de medalhas

Brasil levou 19 atletas olímpicos disputou medalhas em 14 modalidades

Com dois ouros, quatro pratas e seis bronzes, o Brasil terminou a Universíade em 28º lugar no quadro geral de medalhas. O país competiu em Taipei com a maior delegação de sua história, de 180 atletas, e teve a maior parte das conquistas no judô, esporte em que foram garantidas sete das 12 medalhas brasileiras.

O Brasil levou 19 atletas olímpicos para a Universíade e disputou medalhas em 14 modalidades.

O último pódio foi o ouro no futebol feminino, conquistado na prorrogação da final contra o Japão. As brasileiras venceram por um a zero, com gol marcado por Diany.

Na Universíade de 2017, o Brasil buscava reduzir a distância para o top 10 no quadro geral, porém perdeu colocações em relação à competição de 2015, quando ficou em 23º. Apesar disso, o número de medalhas aumentou de oito para 12, com a manutenção da marca de duas medalhas de ouro e o incremento de duas pratas e dois bronzes.

Além do futebol, os pódios brasileiros se concentram em três esportes: natação, taekwondo e judô.

A judoca Bárbara Timo conquistou o ouro na categoria até 70kg. Gabriela Chibana (-48kg) e Eleudis Valentim (-52kg) foram prata. A equipe masculina levou para casa o bronze, assim como Vinicius Panini (-81kg), Ruan Isquierdo (absoluta) e Tamires Crude (-57kg).

No taekwondo, Maicon Andrade chegou à final da categoria mais de 87kg, mas sofreu uma lesão e recebeu recomendação médica para não disputar a última luta. Por isso, ficou com a prata.

Na natação, Henrique Martins ficou em terceiro lugar nos 50 e nos 100 metros borboleta, e Ítalo Manzine subiu ao segundo lugar do pódio por seu tempo nos 50 metros livre.

O resultado brasileiro foi o melhor entre os países sul-americanos, mas ficou atrás do México, que chegou à 13ª colocação com seis ouros, e da República Dominicana, que ficou em 18º lugar, com quatro.

Taipei Chinesa em terceiro

A delegação anfitriã da Universíade de 2017 superou as próprias expectativas e terminou a competição com o terceiro lugar no quadro geral de medalhas. Segundo o ministro da Educação de Taiwan, Pan Wen-chung, a meta era conquistar 11 medalhas de ouro, e Taipei Chinesa chegou a 26 com as conquistas do badminton na noite de ontem (29).

A delegação que reúne os atletas de Taiwan competiu com 371 participantes na Universíade e conquistou 90 medalhas no total. O resultado motivou a organização de uma “Parada dos Heróis”, marcada para a tarde de hoje (30), antes da cerimônia de encerramento.

A maior parte das medalhas de ouro conquistadas por Taipei veio da patinação (10),  do badminton (5), do tênis (4) e do bilhar (4). No levantamento de peso e no atletismo, os taiwaneses conquistaram mais duas medalhas, incluindo os 100 metros rasos masculino.

Uma medalha de ouro veio do wushu, uma da demonstração do taekwondo e outra na disputa masculina do cavalo com alças, na ginástica artística.

Em 2015, a delegação asiática havia conquistado seis ouros na Universíade de Gwangju, na Coreia do Sul, o que resultou na classificação de 10º lugar no quadro de medalhas.

Taipei Chinesa ou Chinês (Chinese Taipei)  é o nome usado pela delegação de Taiwan para participar de competições esportivas internacionais. Taiwan reivindica reconhecimento internacional como país independente da China, mas Pequim considera a ilha parte de seu território.

Quadro geral

O Japão foi o país que liderou o quadro geral, com 37 ouros e 101 medalhas no total. O país levou para a ilha vizinha uma delegação de 336 atletas.

Em segundo lugar ficou a Coreia do Sul, que teve 30 ouros e 82 pódios. Os sul-coreanos inscreveram 318 competidores na disputa por medalhas nas 21 modalidades esportivas.

Os Estados Unidos levaram a segunda maior delegação, com 348 atletas, e conquistaram 16 ouros. Os russos foram à competição com 347, que garantiram 25 ouros.

Fonte: ORMNews.
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