Secretaria de Segurança realiza operação contra as milícias que atuam no Pará

Agentes estão nas ruas de Belém desde as primeiras horas desta terça-feira, 5. São cumpridos 25 mandados de prisão contra policiais civis e militares.

A Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) realiza na manhã desta terça-feira (5) uma operação contra as milícias que atuam no estado. Agentes de segurança pública estão nas ruas de Belém desde as primeiras horas do dia para cumprir 25 mandados de prisão e 22 de busca e apreensão.

Dos 25 mandados de prisão, 14 seriam para policiais militares e 11 para policiais civis. A Segup trabalha com números diferentes: de acordo com o órgão oficial, são 20 mandados de prisão. Os suspeitos presos estão sendo apresentados na Delegacia Geral. Os mandados de busca e apreensão são destinados a veículos e celulares, que devem passar por perícia no CPC Renato Chaves.

As investigações apontam que os milicianos utilizavam aplicativos de mensagens para combinar as ações do grupo criminoso, como as chacinas que aconteceram na Grande Belém no primeiro semestre: foram quatro este ano, deixando 45 vítimas.

Fonte: G1 PA.
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Suspeito de assassinar prefeito de Tucuruí e empresário de Itaituba é preso em Belém

Um dos suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito de Tucuruí, Jones William, foi preso na madrugada desta terça-feira (5), em Belém. Anderson Nascimento estava no aeroporto da cidade, planejando viajar para São Paulo, quando foi abordado pelos policiais

A prisão foi realizada por policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, com apoio de agentes da Polícia Federal. Anderson apresentou documentos falsos para viajar e já estava na sala de pré-embarque quando foi preso pelos agentes.

Ele é apontado como um dos envolvidos na morte do prefeito. Jones foi baleado no dia 25 de julho, enquanto visitava uma obra no bairro Cristo Vive, em uma estrada que dá acesso ao aeroporto da cidade. Dois homens chegaram ao local de moto, disparando diversas vezes contra o prefeito, fugindo em seguida.

Anderson também é suspeito de ter assassinado o empresário Albenor Moura, em Itaituba, no dia 24 de agosto deste ano.

Fonte: RG 15/O Impacto e DOL
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Cuidado! Foto no Facebook pode ser considerada prova de crime

Entendimento foi do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, durante a análise do caso de um suspeito de roubo

Não são só os recrutadores que ficam de olho nas redes sociais, mas a Justiça também. Tanto é que a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJ-MT) usou uma foto postada no Facebook de um suspeito de assalto como uma das provas de que ele estava envolvido no crime.
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O suspeito em questão participou de um roubo a uma revendedora de joias em 2015, de quem foram levadas diversas peças de ouro, com valor total avaliado em R$ 400 mil. O homem fugiu do local do crime com uma moto modelo Honda CG 150, na cor vermelha, com placa de cidade do interior do Pará.

A Polícia Civil, enquanto investigava o crime, acessou o perfil do rapaz no Facebook e, na página, encontrou uma foto em que aparecia uma moto ao fundo. A imagem foi analisada e foi constatado que se tratava da mesma placa do veículo utilizado no assalto à revendedora. A foto, então, foi mostrada à vítima, que confirmou a identidade do suspeito.

A defesa do réu recorreu à Justiça sob a alegação de que a identificação do homem feita pela ofendida não deveria ser utilizada no processo, pois foi realizada três dias após o ocorrido e por meio de arquivo fotográfico.

O relator do caso, contudo, desembargador Orlando de Almeida Perri, afirmou que não há problema em utilizar o reconhecimento fotográfico para identificar suspeito, desde que haja confirmação por parte da vítima. Segundo o magistrado, as provas apresentadas foram suficientes para demonstrar que o réu participou do crime.

Fonte: GAZETA DO POVO.
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Japoneses defendem caça e consumo de animais selvagens

Jornal japonês defende que animais como javalis e cervos são ameaças à agricultura. “Uso da carne para consumo humano seria um progresso”, defende editorial

Um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shimbun divulgou neste domingo (3) um editorial polêmico. Os editores afirmam que o país vem realizando ‘investimentos elevados’ para combater animais que ‘devoram a agricultura e outros produtos’ e defendem que a caça desses animais pode ser útil principalmente para o consumo de carne.

“A expectativa é que essas criaturas incômodas, que causam tantos danos às comunidades das montanhas, possam ser efetivamente utilizadas para revitalização [financeira] das comunidades e para outros propósitos”, destaca o editorial.

A redação do jornal argumenta ainda que a carne de javalis, cervos e outros animais selvagens possuem baixo teor de gordura, gosto distinto e que podem ser utilizada para preparos diferentes, com tempero de curry ou mesmo para hambúrgueres.

O editorial destaca também que há municípios, cooperativas agrícolas e restaurantes que utilizam e fazem marketing de carnes exóticas para atrair turistas. A redação defende ainda que novas técnicas e receitas podem colaborar com a economia.
Os animais e a agricultura

Estima-se que os animais selvagens causam à agricultura japonesa um prejuízo anual de cerca de 20 bilhões de ienes (R$ 572 milhões, aproximadamente), sendo os javalis e os cervos responsáveis por 60% desses danos. Além disso, nos últimos anos houve aumento na erradicação desses animais: 750 mil javalis e cervos foram mortos em 2014. Desses, apenas 10% foram utilizados para consumo humano.

“Do ponto de vista de não desperdiçar a vida dos animais mortos, o uso da carne para consumo humano é um progresso”, destaca o editorial.

Segundo o jornal, atualmente os animais abatidos são transportados para instalações apropriadas, onde são desmembrados e preparados para armazenagem. Existem cerca de 500 locais desse tipo gerenciados pelo poder público e privado. O ‘problema’ é que são instalações de pequena escala, que não podem suprir as demandas de restaurantes e outros estabelecimentos nas atuais circunstâncias.

O ministério da agricultura do Japão planeja construir outros locais de armazenamento de animais de caça em 12 áreas do país, para servir como modelo. “Pessoas qualificadas devem desmembrar os animais, para cortar e empacotar a carne nas instalações, o que vai exigir um alto grau de supervisão sanitária”, explica o jornal, que destaca ainda que os locais devem ser rentáveis se dispuserem de 1 mil a 1,5 mil animais por ano e conseguirem efetivamente distribuir a carne.

De acordo com o editorial, esses esforços podem ajudar na redução do desperdício, mas admite que animais selvagens são repletos de doenças e parasitas: “Qualquer carne com risco para consumo deve ser descartada, garantindo a segurança sanitária acima de tudo”.

Outro ponto abordado é sobre os caçadores para garantir a distribuição de carne: “Há cerca de 200 mil licenciados atualmente, menos da metade de 1975, e essas pessoas também estão envelhecendo”.

Fonte: GAZETA DO POVO.
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‘Nóis vai virar amigo desse Janot’, disse Joesley em áudio-bomba

Empresário da JBS explicou estratégia de aproximação ao procurador-geral da República

O “áudio-bomba” das conversas entre os delatores da JBS, Joesley Batista e Ricardo Saud, revela a estratégia da dupla para se aproximar do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e conseguir fechar um acordo de delação premiada que os livrasse da prisão. Durante o diálogo, Saud explica como Marcelo Miller, que atuou como braço-direito de Janot no Ministério Público e depois migrou para a carreira privada na advocacia, foi usado para garantir essa aproximação.
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“Eu quero nós dois 100% alinhado com o Marcelo [Miller]. Nós dois temos que operar o Marcelo direitinho pra chegar no Janot”, falou Joesley. A conversa entre os dois foi possivelmente gravada no dia 17 de março.

Uma das dicas para conquistar a confiança de Janot era “falar a língua dos procuradores” e “chamar todo mundo de ladrão”. “Cara, eu vou te contar um negócio, sério mesmo. Nós somos do serviço, né? [A gente] vai acabar virando amigo desse Ministério Público, você vai ver. Nóis [sic] vai virar amigo desse Janot. Nóis vai virar funcionário desse Janot. (risos). Nós vai falar a língua deles. Você sabe o que que é?”, questiona Joesley.

Os áudios foram publicados na manhã desta terça-feira no site da revista Veja.

A dupla da JBS também fala em atuar para “ser a tampa do caixão” da política brasileira. “Nós nunca vamos ser quem vai dar o primeiro tiro, nós vamos dar o último…Vai ser quem vai bater o prego da tampa. […] Nós fomos intensos pra fazer, temos que intensos pra terminar”, diz Joesley.
Investigação

O procurador-geral da República Rodrigo Janot anunciou nesta segunda-feira (4) a abertura de investigação para apurar indícios de omissão de informações sobre a prática de crimes no processo de negociação do acordo de delação premiada de executivos da JBS. Janot assinou portaria que instaura procedimento de revisão dos acordos com três dos sete executivos do grupo: Joesley Batista, um dos donos do frigorífico, Ricardo Saud e Francisco de Assis.

Fonte: Gazeta do Povo.
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“Não existe floresta virgem”, diz novo estudo global

Pesquisa de revista científica americana revela que há pelo menos 45 mil anos seres humanos causam impacto em florestas tropicais no Sri Lanka, Austrália, Nova Guiné, México e Amazônia

Seu amigo verde e abraçador de árvores vai ter um chilique: não existe mata virgem. Pode ter um pouco, aqui e ali. Mas não é nada significativo.
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Os seres humanos estão deflorando essa virgindade faz pelos menos 45 mil anos. E isso é uma boa notícia, pois mostra que esforços modernos de conservação podem aprender com o passado, como mostra o primeiro estudo analisando o impacto global dos seres humanos sobre as florestas tropicais –no Sri Lanka, na Austrália e Nova Guiné, no México e na Amazônia brasileira.

O resultado deixa claro que as florestas tropicais eram ambientes não “naturais” ou “intactos” bem antes da agricultura e da industrialização de hoje. O estudo, publicado na revista “Nature Plants”, mostra que os seres humanos modificaram as ecologias florestais por dezenas de milhares de anos, usando técnicas que incluem a queima controlada, o manejo de espécies de plantas e de animais e o desmatamento seletivo.

Um detalhe interessante é que essa queima controlada criou ambientes abertos que incentivavam a presença de animais e o crescimento de plantas comestíveis.

“O melhor e mais antigo registro disso está nas cavernas de Niah, na ilha de Bornéu. Aqui havia ambientes de floresta quando os humanos chegaram há 45 mil anos, provavelmente incluindo alguns espaços abertos”, disse à Folha o líder da pesquisa, Patrick Roberts, do Max Planck.

“O que é significativo é que, quando o clima mais quente e úmido normalmente levaria à expansão florestal, há uma onda de queimadas que sugere que os humanos forçaram deliberadamente alguns locais a manter esse mosaico ambiental para ter acesso à mesma variedade de plantas e animais”, diz Roberts.

Ou seja, os velhos habitantes humanos da região aprenderam a entender a paisagem, mas também intervieram ativamente para modificá-la. “É difícil dizer com certeza se foi casual ou planejado, mas provavelmente envolveu uma aprendizagem de dinâmicas ambientais locais íntimas, que também vemos na estabilidade das estratégias de caça”, afirma o pesquisador.
Amazônia

O trabalho da equipe envolveu também uma análise do que aconteceu depois na Amazônia. Pesquisadores brasileiros vêm demonstrando como os antigos índios moldaram parte do ambiente, notadamente produzindo terrenos com um solo extremamente fértil, a “terra preta de índio”, e uma versão intermediária, a “terra mulata”. São os solos ditos “antropogênicos” –criados pelo homem.

Para Roberts, os dados da Ásia e Oceania são precisos. “Em termos de solos antropogênicos posteriores, na Amazônia, por exemplo, isso é menos claro. Na verdade, ainda é fortemente debatido se eles foram o resultado do movimento sistemático e das queimadas de manchas florestais à medida que as comunidades se moviam ou se foram criadas intencionalmente para aumentar a fertilidade”, diz o pesquisador do Max Planck.

Ele acha que a principal fonte de fertilidade do solo poderia ser, em muitos casos, o rio Amazonas, deixando sedimentos ao longo do seu curso durante as diferentes estações.

Já o efeito oposto –o desmatamento promover a infertilidade do solo– poderia também ter acontecido no passado, mas Roberts tem dúvidas.

“O exemplo clássico disso, mencionado por Jared Diamond em seu livro ‘Colapso’, vê os maias causando desmatamento maciço, erosão do solo e construção contínua de edifícios para as elites com a visão de que só os céus poderiam salvá-los. Contudo, mesmo neste caso, isso parece improvável”, relembra Roberts.

Monumentos e obras faraônicas nem sempre existiram em regiões tropicais. Notadamente não foi o caso do Brasil, apesar de haver instituições tradicionais que quase chegaram a ser estados.

Mas em todos esses locais há evidências de “gerenciamento de jardins”, ou de sistemas hídricos, integrando áreas agrícolas e urbanas ao ciclo ambiental natural. Essa “perspectiva de estruturas monumentais” pode impedir o pesquisador de ver o principal, como diz Roberts: “aqueles que realmente usam a terra podem prever e entender as mudanças e tendem a persistir muito mais –ainda há comunidades maias hoje!”, afirma.

Fonte: AGRONegócio.
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Japão cogita fabricar bomba atômica diante de ameaça norte-coreana

Discussão ocorre devido aos testes nucleares feitos por ordem de Kim Jong-un

Único país do mundo a ser vítima de uma bomba atômica, em 1945, no final da Segunda Guerra, quando 100 mil pessoas morreram nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, o Japão avalia a possibilidade de desenvolver a arma de destruição em massa. A discussão ocorre, segundo o jornal Folha de S. Paulo, devido aos testes nucleares feitos pela Coreia do Norte e à suspeita de que o país governado por Kim Jong-un estaria apto a lançar um novo míssil intercontinental.

Embora a Constituição japonesa vete o uso da guerra como forma de resolução de conflitos externos, grupos nacionalistas do país defendem, de maneira cada vez mais contundente, a remilitarização do país, que hoje tem 47 mil soldados norte-americanos em seu território.

No ano passado, o então vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou a declarar que o Japão “poderia virar nuclear do dia para noite”, o que, na avaliação da Federação de Cientistas Americanos, mencionada pela Folha, equivaleria ao período de um ano.

Atualmente, os japoneses dispõem de cerca de 240 mil soldados entre Exército, Marinha e Aeronáutica.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Turbina pega fogo e avião faz pouso de emergência no Japão

Voo da Japan Airlines seguia para Nova York após decolar de Tóquio

Passageiros de um voo da companhia Japan Airlines (JAL), com origem em Tóquio e destino a Nova York, viveram um susto nesta terça-feira (5). Segundo o G1, uma das turbinas do Boeing 777 pegou fogo, supostamente por conta da entrada de um pássaro, e o comandante precisou retornar ao aeroporto internacional da capital do Japão para fazer um pouso de emergência, depois de deixar parte do combustível cair no mar.

O voo era composto por 233 passageiros e 18 tripulantes e a aterrissagem, ocorrida às 12h09 no horário local, ocorreu sem problemas – até o momento não há informações sobre feridos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Chineses compram porto paranaense por R$ 2,9 bilhões

Investidores dizem que negócio é apenas o primeiro passo de um plano de expansão na América Latina que demonstra “confiança na economia brasileira”

A operadora chinesa de terminais China Merchants Port (CMPort) anunciou a compra, por R$ 2,9 bilhões, de 90% do TCP, que opera o terminal ao lado do Porto de Paranaguá, um dos maiores da América do Sul. O negócio marca a entrada do grupo chinês na América Latina e foi anunciado como “crucial para a expansão global da empresa” e uma “demonstração de confiança na economia brasileira”, segundo Bai Jingtao, diretor administrativo da CMPort, com sede em Hong Kong.
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A transação abrange também a subsidiária TCP Log, que presta serviços logísticos como armazenagem e carregamento. Pelo acordo, a CMPort comprará 50% das ações da TCP que pertencem à Advent International e 40% das ações da empresa que pertencem aos acionistas fundadores da TCP – Galigrain S.A. (“Galigrain”), Grup Maritim TCB S.L. (“TCB”), Pattac Empreendimentos e Participações S.A. (“Pattac”), Soifer Participações Societárias S.A. (“Soifer”) e TUC Participações Portuárias S.A. (“TUC”). Advent, Galigrain e TCB venderão a totalidade de suas ações, enquanto Pattac, Soifer e TUC manterão, juntas, 10% do capital da empresa.

Anunciada no final de semana (03/09), a negociação envolvendo a TCP – empresa avaliada em aproximadamente R$ 3,2 bilhões (US$ 1 bilhão) –, é uma das maiores já realizadas no setor de terminais de contêineres na América Latina. A operação deve estar concluída até o final do ano, devendo passar, antes, pelas etapas de aprovação regulatória, incluindo o parecer do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Em abril de 2016, o governo federal renovou o contrato de arrendamento da TCP por mais 25 anos a partir de 2023, prevendo, entre as contrapartidas, a construção de dolfins exclusivos para a atracação de navios que fazem o transporte de veículos e a ampliação da retroárea, de 320 mil m2 para 477 mil m2.

O terminal operado pela TCP movimenta aproximadamente 10% do total de contêineres no país. Entre os produtos, estão carnes congeladas (segmento em que a TCP é líder de mercado), madeira, componentes para a indústria automotiva, químicos e equipamentos eletrônicos.
Planos de expansão

Os novos donos da TCP comandam uma das maiores operadoras globais de terminais de contêineres. A CMPort movimentou em 2016 mais de 95 milhões de TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) . Na China, a empresa possui operações em Hong Kong, Shenzhen, Shanghai, Ningbo, Qingdao, Dailian, Tianjin, Zhanjiang e Xiamen Bay, entre outras. A empresa detém, ainda, terminais de contêineres nos Estados Unidos, Sri Lanka, Nigéria, Djibouti, Togo e Turquia, bem como em diversos países da Ásia e Europa.

“A TCP não é apenas o marco fundamental da China Merchants para entrar no Brasil, mas o futuro hub para o crescimento do fluxo de commodities e bens entre o Brasil e a China. A China Merchants Port também usará sua experiência global de operação portuária para ajudar a TCP a continuar sua história de sucesso como um dos principais líderes do setor portuário no Brasil e na América Latina”, destacou Bai Jingtao. “Esta aquisição histórica demonstra a confiança da CMPort na economia brasileira e seu compromisso em contribuir para o desenvolvimento da infraestrutura do país e para o crescimento do fluxo de negócios entre os países do BRICS”, acrescentou o executivo.

“A transação contribuirá para que a CMPort alcance seus objetivos comerciais, e, ao mesmo tempo, contribuirá para o desenvolvimento do comércio entre o Brasil e a China e para a relação de cooperação estratégica entre os dois países “, completou Hu Jianhua, vice-presidente executivo da China Merchants Group.

O atual CEO da TCP, Luiz Antonio Alves, permanecerá à frente da empresa. Os bancos BTG e Morgan Stanley atuaram como assessores financeiros dos acionistas vendedores na transação.
Sobre os fundadores da TCP

Criado em 1998 a partir de um consórcio de cinco empresas brasileiras e espanholas das áreas de infraestrutura e construção, a TCP se tornou concessionária do terminal de contêineres do Porto de Paranaguá após vencer uma licitação do Governo do Paraná em 1998. São elas:

•Galigrain S.A., subsidiária do Grupo Nogar, atua como prestadora de serviços de transportes e investe em empresas portuárias e de logística na Europa e na América Latina. www.en.gruponogar.es

•Grup Maritim TCB S.L., subsidiária da APM Terminals, gerencia 11 terminais de contêineres na Europa e na América Latina. www.apmterminals.com

•Pattac Empreendimentos e Participações S.A., holding do Paraná com atuação nas áreas de infraestrutura, concessões de rodovias, portos, gerenciamento de estacionamentos, entretenimento, energia renovável e logística. www.pattac.com.br/en

•Soifer Participações Societárias S.A., grupo paranaense com atuação nas áreas imobiliária, de shoppings centers, turismo, logística e agronegócios. www.gruposoifer.com.br

•TUC Participações Portuárias S.A., grupo com atuação nas áreas de energia, construção, rodovias, estacionamentos e portos. www.tucumann.com.br

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Projeto que facilita adoção é aprovado na Câmara e segue para o Senado

A votação foi simbólica (sem registro nominal de votos)

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta segunda-feira (4) projeto que tem o objetivo de simplificar e acelerar procedimentos para adoção de crianças e adolescentes.

A votação foi simbólica (sem registro nominal de votos). O texto segue agora para votação no Senado.

Entre outros pontos, são estabelecidos prazos limites, hoje inexistentes, para que a Justiça esgote as tentativas de localizar os pais biológicos ou parentes próximos de uma criança abandonada (90 dias), além da sentença definitiva de adoção (até um ano).

É também dada prioridade, na fila de interessados, àquelas famílias que manifestarem preferência em adotar grupos de irmãos ou crianças com doença crônica ou deficiência física.

O texto estabelece ainda que os pais biológicos terão prazo de até 10 dias para desistir da doação, após a sentença de perda do poder sobre a criança -hoje não há prazo definido-, e estende aos pais adotivos os mesmos direitos trabalhistas reservados aos biológicos

Fonte: Notícias ao Minuto.
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