Polícia Federal afirma que Temer recebeu R$ 31 milhões em vantagens

A Polícia Federal enviou ao STF o inquérito contra a cúpula do PMDB.
O Jornal Hoje teve acesso a informações inéditas do inquérito

A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal o inquérito contra integrantes da cúpula do PMDB. Segundo as investigações, o presidente Michel Temer recebeu vantagens de mais de R$ 31 milhões.

O inquérito da Polícia Federal sobre o núcleo do PMDB na Câmara divide a atuação de integrantes do partido em dois escalões. O primeiro escalão, segundo a polícia, era comandado pelo presidente Michel Temer e pelo ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

De acordo com o relatório, o papel de cada um dentro do esquema investigado era diferente: enquanto Cunha se dedicava às negociatas, ameaças e chantagens políticas, Temer tinha a função de conferir oficialidade aos atos, ou seja, viabilizar as tratativas acertadas por Cunha. Segundo a polícia, sem a aliança entre Cunha e Temer não seria possível que os esquemas criminosos se confirmassem.

Entre os depoimentos que fundamentaram o relatório está a delação do doleiro Lúcio Funaro, que disse aos investigadores que o presidente Michel Temer pediu que ele repassasse recursos para campanhas, inclusive a dele próprio, e interveio para defender interesses de grupos privados aliados durante a tramitação da chamada Medida Provisória dos Portos.

O relatório da investigação afirma que como em toda organização criminosa, com divisão de tarefas, Temer se utilizava de terceiros para executar ações sob seu controle e gerenciamento. Como intermediários do presidente da República estão apontados os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, junto com o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O relatório da Polícia Federal lista as supostas vantagens recebidas por Temer:

Liga no nome de Temer a um montante que chega a R$ 31,5 milhões, sendo R$ 500 mil por meio do ex-deputado e ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures. Foi o episódio da mala de dinheiro entregue em uma pizzaria em São Paulo, em ação controlada da PF. R$ 10 milhões da Odebrecht, R$ 20 milhões do contrato PAC/SMS da Odebrecht e ainda elenca mais R$ 1 milhão supostamente pagos ao coronel João Baptista Lima Filho, pelo grupo J&F.

A Polícia Federal também cita repasses feitos a “pedido” de Michel Temer, como R$ 5,4 milhões para a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo.

Para chegar a esses valores, a polícia cruzou informações das delações de Funaro, da Odebrecht, da J&F e mensagens que estavam no celular apreendido de Eduardo Cunha. Para Cunha, que a polícia considera o operador mais influente do grupo e chefe de Funaro, também foram identificados repasses feitos ao doleiro.

Segundo a polícia foram ao todo 181 operações entre 2011 e 2015, que resultaram em um montante de R$ 89 milhões. A maior movimentação foi em 2014, ano eleitoral.

Os investigadores destacam um relato de Lúcio Funaro. O doleiro fala sobre uma conversa com o empresário Henrique Constantino, do Grupo Constantino, sobre a liberação de dinheiro para o PMDB. Funaro disse que o empresário queria uma prova de que se tratava de um pedido de Michel Temer. O operador disse que acionou o ex-deputado Eduardo Cunha e, pouco depois, o próprio Temer teria ligado para Constantino, agradecendo a disposição de fazer a doação.

No segundo escalão do grupo, a polícia cita o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, que está preso, os ex-assessores de Temer, Rodrigo Rocha Loures e Sandro Mabel, e o amigo pessoal do presidente da República, José Yunes. Atuando como operador financeiro do grupo, a PF destaca Lúcio Funaro, doleiro ligado diretamente ao ex-deputado Eduardo Cunha. Para os investigadores, eles orbitavam e executavam as decisões do primeiro escalão.

Os tentáculos do grupo recaiam, segundo o inquérito, sobre diferentes órgãos e níveis de governo: Caixa Econômica Federal, Secretaria de Aviação Civil, Petrobras e Ministério da Agricultura.

A conclusão da Polícia Federal é que o grupo montou uma estrutura com o objetivo de vender vantagens indevidas da administração publica, se utilizando de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e fraude em licitações. O inquérito foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal e deverá ser usado para embasar mais uma denúncia que o procurador Geral da República Rodrigo Janot prepara contra Michel Temer.

O presidente divulgou nota sobre as conclusões da Polícia Federal, subordinado ao Ministério da Justiça.

Disse que “o estado democrático de direito existe para preservar a integridade do cidadão, para coibir a punição sem provas e evitar injustiça e que o Brasil vem assistindo ao contrário. De acordo com o presidente, garantias individuais estão sendo violentadas e se tenta condenar pessoas sem ouvi-las, sem se apurar a verdade e sem verificar a existência de provas reais. Quando há testemunhos, ignora-se toda a coerência de fatos e das histórias narradas por criminosos renitentes e persistentes e facínoras roubam do país a verdade, bandidos constroem versões ‘por ouvir dizer’ a lhes assegurar a impunidade ou alcançar um perdão, mesmo que parcial, por seus inúmeros crimes”. Temer afirma ainda que “reputações são destroçadas em conversas embebidas em ações clandestinas. Muda-se o passado sob a força de falsos testemunhos. Vazamentos apresentam conclusões que transformam em crimes ações que foram respaldadas em lei”. O presidente finaliza afirmando que “a doação empresarial a campanhas era perfeitamente legal, fiscalizada e controlada pela Justiça Eleitoral”.

Pela Constituição, o presidente Michel Temer só pode responder por atos cometidos durante o mandato. O argumento dos investigadores é que Temer integra uma organização criminosa que está em funcionamento mesmo depois dele assumir o cargo. Um processo por estes atos, no entanto, depende de uma autorização da Câmara.

RESPOSTAS
A defesa de Eduardo Cunha negou as acusações e afirmou que vai prestar os devidos esclarecimentos oportunamente. Eliseu Padilha declarou que só vai se pronunciar quando e se houver acusação formal contra ele. A defesa de Geddel Vieira Lima declarou que o ex-ministro tem sofrido seguidas violações do seu direito de defesa e que, por isso, só vai prestar os esclarecimentos necessários em juízo. Moreira Franco declarou que repudia a suspeita e jamais participou de qualquer grupo para a prática de atos ilícitos.

A defesa de Henrique Eduardo Alves declarou que ele faz parte do PMDB há mais de 40 anos e não de uma organização criminosa. A defesa de Lúcio Funaro afirma que só vai se pronunciar diante dos órgãos competentes. O advogado de Rodrigo Rocha Loures disse que há falta de seriedade nas acusações. A defesa de José Yunes afirma que ele jamais praticou qualquer irregularidade ou ato ilícito. O ministro da Agricultura Blairo Maggi disse que desde que assumiu o cargo, o ministério não sofreu qualquer influência política.

A Caixa informou que colabora com as autoridades e obedece a rígidos padrões de governança corporativa. A Odebrecht informou que já reconheceu os seus erros e que não tolera a corrupção em quaisquer de suas formas. O grupo J&F declarou que os colaboradores apresentaram informações e documentos que completam os esclarecimentos prestados previamente à Procuradoria-Geral da República. Sandro Mabel não quis se pronunciar.

Em nota, Henrique Constantino afirmou que está colaborando com o esclarecimento dos fatos. O Jornal Hoje não conseguiu contato com Gabriel Chalita, com a Secretaria de Aviação Civil e com Petrobras.

Fonte: Jornal Hoje.
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Prefeita usou dinheiro público para mandar matar jornalista

Ela usou R$ 20 mil da Secretaria de Saúde para encomendar assassinato de jornalista

Apontada como mandante do assassinato do jornalista Maurício Campos Rosa, 64, dono do jornal “O Grito”, a prefeita afastada de Santa Luzia, Roseli Ferreira Pimentel (PSB), agora é acusada pela polícia de desviar dinheiro público, cerca de R$ 20 mil, para contratar os executores do crime, ocorrido em agosto do ano passado.

Nesta segunda-feira (11), a Polícia Civil esclareceu as circunstâncias da execução da vítima, que estaria extorquindo dinheiro da então candidata à reeleição, cobrando para não divulgar “podres” dela e para não mudar a linha editorial do jornal em desfavor da suspeita – o valor exigido não foi revelado pela corporação.

Segundo o delegado César Matoso, responsável pelas investigações, a polícia chegou ao nome de Roseli a partir do relato de uma testemunha, do mesmo grupo político dela. “No começo da campanha para o cargo de prefeito, o jornal ‘O Grito’ tinha uma linha editorial favorável à indiciada. No entanto, com o passar do tempo, a motivação do fato (crime) se deu por chantagem da vítima, que cobrava valores em dinheiro da então candidata. Nós não temos detalhes de quais seriam essas ameaças”, disse.

Segundo o delegado, o dinheiro usado para pagar o homicídio foi desviado por meio de uma complexa manobra contábil. Os cerca de R$ 20 mil foram garantidos em uma nota emitida pela Secretaria Municipal de Educação, supostamente destinada à compra de mamão, que seria servido na merenda escolar. Porém, o recurso foi compensado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Amigos? A ordem de Roseli para assassinar o jornalista foi destinada a Alessandro de Oliveira Souza, o Leleca, que era amigo de Maurício, chegou a morar por um tempo na sede do jornal e foi o responsável por atrair a vítima até a porta de sua casa, no bairro Frimisa, onde ocorreu a execução. Leleca também era o responsável por fazer a ponte entre a prefeita e o jornal.

Maurício foi assassinado com cinco tiros, um no pescoço e quatro nas costas, em 17 de agosto de 2016. Leleca ligou para o amigo e o convidou para um encontro. Ele e outros dois homens foram presos na última quinta-feira, mesmo dia em que Roseli foi detida.

O jornalista foi socorrido na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Santa Luzia. De lá, ele foi transferido para o Hospital Risoleta Tolentino Neves, em Belo Horizonte, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

A vítima era separada e deixou uma filha adolescente, que tem 15 anos. “Foi um ano de investigação intensa. Eu vi as lágrimas nos olhos da filha do Maurício. Chegamos a ouvir várias pessoas, inclusive adversários políticos apontados pela própria Roseli”, afirmou o delegado.

Cassada. O mandato de Roseli Ferreira Pimentel já havia sido cassado cinco vezes, mas ela continuava no cargo por força de liminares. A prefeita só foi afastada por ter sido presa.

Servidores também são indiciados

Além dos indiciados pelo homicídio, cinco pessoas foram indiciadas por peculato. Entre elas, a tesoureira da prefeitura na época, Mônica Maria Lara Augusto Rocha, por desvio de verba. Foi indiciada também a servidora municipal Kelly Valéria Luiz de Oliveira, que retirou os pertences da vítima – dinheiro, carteira e roupas – e enviou ao gabinete da prefeita a mando dela. Os outros são Tarick Elias Bruck Campos, Alessandro de Oliveira Souza e Leonardo Lúcio Morais, que é policial militar. Se condenados, a pena varia de dois a 12 anos de prisão.

O chefe da Sala de Imprensa da Polícia Militar, major Flávio Santiago, afirmou que a corporação acompanha a investigação e, se for comprovado o envolvimento do militar, tomará as providências necessárias. (CC / Aline Diniz)

Trama começou três dias antes

O assassinato de Maurício Rosa foi tramado três dias antes do crime, quando Leleca combinou o crime com Paulo César Florindo de Almeida, 28. “Localizamos na conta de Paulo César R$ 11 mil. Como todos negam o crime, não sabemos quanto cada um ganhou”, disse o delegado César Matoso.

Almeida, que está foragido, teria contratado Gustavo Sérgio Soares Silva, o Gustavim, e David Santos Lima, o Nego. Ambos estão presos.

Defesa. O advogado da prefeita Roseli Ferreira Pimentel, Marcelo Leonardo, disse que sua cliente se encontrou três vezes com a vítima, mas não detalhou as circunstâncias. “Ela o conhecia porque todo mundo da cidade o conhecia”, afirmou.

Segundo ele, Roseli nega participação no homicídio. Sobre o suposto desvio de verba, ele alegou que os esclarecimentos já foram prestados em inquérito, que isentou Roseli de responsabilidade.

Fonte: O Tempo.
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Paralisação de funcionários da Infraero atrasa voos no aeroporto de Santarém

Pelo menos 30 funcionários aderiram à paralisação nacional nesta terça-feira (12).

Cerca de 30 funcionários da Infraero paralisaram as atividades no aeroporto Maestro Wilson Fonseca, em Santarém, oeste do Pará, na manhã desta terça-feira (12). O protesto de abrangência nacional, é em defesa da não privatização da empresa responsável pela infraestrutura aeroportuária no Brasil.

Em Santarém, a greve durou cerca de duas horas. Nenhum voo foi cancelado, mas alguns atrasos foram registrados, por conta do efetivo reduzido.

O funcionário da Infraero Edmilson Fontilinelles explicou quais as principais reivindicações. “A manifestação tem como foco reivindicar contra as privatizações que o governo federal tem feito. Foi apresentado um pacote em agosto, onde serão vendidos 14 aeroportos”.

Uma audiência pública está marcada para esta quarta-feira (13), em Brasília, onde alguns ministros discutirão sobre o assunto. No dia 27 de setembro será definido pelos funcionários da Infraero se haverá uma nova manifestação.

Fonte: G1 .
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Viviane Araújo exibe corpão com micro biquíni

Após terminar o noivado de quase dez anos com o jogador Radamés Martins, Viviane Araújo tem aproveitados as folgas do teatro para ir à praia. Nesta terça-feira (12), ela publicou em seu perfil no Instagram uma foto com micro biquíni estampado, antes de ir à praia da Reserva no Rio de Janeiro.

Ela exibiu a boa forma aos 42 anos e deixou os seguidores babando. “Um corpo desse seria meu sonho”, “Gente, não tenho nem 30 anos e perco de 1000 para o corpo dela”, “Arrasou, gata. Um dia chego ai”, “Meu sonho é ter uma mulher dessa comigo”, entre outros comentários.

A foto já tinha superado 137 mil curtidas em pouco mais de 5 horas de publicação.

Veja outras fotos de Viviane Araújo:
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Fonte: DOL.
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Artistas e ambientalistas fazem ato em defesa da Amazônia

Um grupo de artistas entregou hoje (12) ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma carta de repúdio aos projetos de caráter ambiental que tramitam no Congresso Nacional e ameaçam, na opinião do grupo, a preservação da Amazônia. No documento, os artistas afirmam que não aceitarão “a destruição da floresta nem ataques aos direitos dos povos indígenas e tradicionais”.

Entre as celebridades estavam Suzana Vieira, Alessandra Negrini, Cristiane Torloni, Paula Lavigne, Luiz Fernando Guimarães, Victor Fasano, Xande Pilares, Maria Gadú, Tico Santa Cruz e Arlete Sales. Eles estavam acompanhados de ativistas de organizações de defesa ambiental, lideranças indígenas e parlamentares que integram a Frente Ambientalista

O grupo entregou também as petições das organizações ambientalistas Greenpeace, 342 Amazônia e Avaaz, com mais de 1,5 milhão de assinaturas de pessoas contrárias ao conjunto de medidas propostas pelo governo e pelo Congresso Nacional.

Renca

Em 23 de agosto, o presidente Michel Temer extingiu, por meio de decreto, a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Uma semana depois, a Justiça federal em Brasília determinou a suspensão dos efeitos de “todo e qualquer ato administrativo tendente a extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca)”.

Na semana passada, uma portaria do Ministério de Minas e Energia suspendeu a análise de processos minerários na região até que seja feita uma ampla discussão com a sociedade. A portaria registra que “a análise dos processos minerários, em áreas passíveis de aproveitamento mineral, deve se dar apenas depois de encerrado o processo de discussão com a sociedade e de esclarecimentos sobre as condições que levaram à decisão de extinção da Renca e de acordo com os resultados desse processo”.

O decreto que extinguiu a Renca foi um dos alvos do protesto, além do projeto que pretende flexibilizar as regras de licenciamento ambiental que está em análise na Comissão de Tributos e Finanças da Câmara.

Os artistas querem que o governo revogue, de forma definitiva, o decreto que extingue a Renca e que os deputados barrem a aprovação de projetos que permitam a liberação do uso de agrotóxicos, a grilagem de terras e a redução de áreas protegidas.

“Um milhão e meio de assinaturas é um clamor público. Só o post do Vitor Fasano, no dia que saiu o decreto do presidente Temer, teve 8 milhões de visualizações. O povo Brasileiro acordou para a Amazônia. Somos uma ferramenta. Uma ponta dessas milhões de pessoas. Essa é uma brecha histórica para uma Lava Jato amazônica. A quem interessa a grilagem? A quem interessa a flexibilização do licenciamento ambiental?“ questionou a atriz Cristiane Torloni.

Indígenas barrados

Antes da entrega da carta, houve uma pequena confusão, pois os seguranças barraram a entrada de alguns indígenas e ativistas no gabinete do presidente Rodrigo Maia. As atrizes Paula Lavigne e Suzana Vieira, então, se negaram a entrar também e disseram que não entregariam a carta se todos não pudessem entrar. O conflito foi resolvido e todos entraram no gabinete.

Maia recebeu o grupo e disse que é favorável à revisão do decreto que extingue a Renca a partir de uma discussão com a sociedade. O deputado afirmou ainda que “tem muita informação truncada” e que o Congresso não tem nenhuma agenda que promova o desmatamento da floresta amazônica.

Os artistas também se encontraram com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que se comprometeu a colocar em votação, ainda hoje, um pedido de urgência para aprecisação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 160/2017, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que pede a extinção total do decreto sobre a Renca. Caso o pedido de urgência seja aprovado, a expectativa é de que o PDL seja apreciado na semana que vem.

Fonte: Agência Brasil.
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Belém-Homem pega pena de 12 anos por tentar matar amigo

Ciúmes da esposa teriam provocado o crime, relatam testemunhas

Reú confesso, Leandro Fernades de Souza foi condenado a 12 anos de prisão por disparar tiros contra o técnico de refrigeração Laurimar Trindade Cabral, 43 anos. A pena aplicada será cumprida em regime inicial fechado. O juiz Rimunod Moisés, que presidiu o júri, manteve a prisão do condenado, que se encontra em local incerto. Por maioria dos votos, os jurados do 2º Tribunal do Júri de Belém, acolheram a acusação sustentada  pelo promotor de justiça Edson Souza. O defensor público Alessandro Oliveira requereu, sem sucesso,  a absolvição do réu, considerando a existência dúvidas sobre a autoria do crime e que diante de dúvidas o acusado deve ser beneficiado.

De acordo com depoimentos de testemunhas e da vítima, o homem chegou de motocicleta ao Conjunto Providência, bairro Val-de-Cans, em Belém, por volta das 20 horas do dia 28 de junho 2014. Em posse de uma arma de fogo, passou a efetuar disparos, buzinando e chamando pela companheira, que se encontrava com familiares. A mulher permanecia no interior da residência, temendo enfrentar o réu alterado, que procurava pelo suposto amante da mulher.

O homem e a mulher tentaram acalmar o réu. Neste momento, Laurimar foi atingido com dois tiros no abdômen

Fonte: ORMNews.
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Fotógrafo vence batalha por direitos da selfie do macaco

A longa disputa judicial envolvendo o fotógrafo inglês David Slater e o macaco que em 2011 roubou sua câmera e tirou uma selfie, enfim, teve seu desfecho. A justiça americana decidiu que a lei dos direitos autorais não se aplica ao animal — por melhor que tenha sido o enquadramento da foto e a pose simpática do ‘modelo’.

Apesar de ter ganho a ação, que começou a tramitar em um tribunal da Califórnia no final de 2014, o fotógrafo propôs destinar 25% da renda obtida com os direitos autorais da fotografia às espécies de símios da reserva florestal na ilha indonésia de Sulawesi, onde a imagem foi feita.

O caso teve início em agosto de 2014, quando o britânico entrou na Justiça contra a Fundação Wikimedia – gestora do site Wikipedia que oferece download de milhões de arquivos de domínio público – pedindo 30.000 dólares de indenização. A organização insistia em não retirar de seu acervo a selfie. O argumento era que a foto seria de domínio público por não ter sido tirada por um ser humano.

“A imagem me pertence. Mas como foi o macaco que apertou o botão, eles (Wikimedia) dizem que o macaco é o titular dos direitos autorais”, declarou Slater à imprensa britânica na época. Anos mais tarde, o britânico afirmou que a imagem poderia ter lhe rendido milhões de dólares.
No final de final de 2014, porém, uma ONG defensora dos direitos dos animais, a PETA, entrou com uma ação alegando que o macaco, batizado de Naruto, era o verdadeiro autor e, portanto, deveria receber os mesmos benefícios dados a qualquer criador de uma obra. No início de 2016, o fotógrafo ganhou a ação no tribunal de São Francisco, mas a PETA recorreu da decisão.
De acordo com a BBC, para selar a paz no caso, os dois lados fizeram uma declaração conjunta na qual afirmaram que o caso levantou questões importantes sobre a expansão dos direitos dos “animais não humanos”.

Fonte: MSN.
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Lançamento do iPhone: Apple revela iPhone 8, iPhone X, relógio e hub de TV

iPhone X estreia tela Super Retina.

A Apple anunciou na tarde desta terça-feira (12) a nova geração do iPhone, composta pelo iPhone 8 e pelo iPhone 8 Plus. Neste ano, a companhia também revelou uma terceira opção de celular: o iPhone X, modelo com ficha técnica mais avançada, entre outras inovações.

O iPhone 8 (tela de 4,7 polegadas) – junto com o iPhone 8 Plus (5,5 polegadas) – traz o mesmo visual já conhecido do iPhone 7 e do iPhone 6S. Neste ano, a companhia também revelou uma terceira opção de celular: o iPhone X, modelo com ficha técnica mais avançada, entre outras inovações. O smartphone estreia uma série de novos recursos, mas faz isso a um custo: o preço mais elevado.

A diferença fica por conta do hardware, mais poderoso do que o visto no ano passado. O processador A11 Bionic tem seis núcleos, com ganho de velocidade da ordem de até 70% em relação ao chip A10 do iPhone 7.

O iPhone X tem, pela primeira vez em um produto da Apple, bordas mínimas, com promessa de melhor ergonomia na hora de usar o telefone. A tela chamada de Super Retina também é diferente: ela ocupa praticamente toda a face do smartphone, com exceção de um espaço na área superior frontal para acomodar os sensores, a saída de áudio e as câmeras. São duas, por sinal – o sistema de captura de imagem auxilia num recurso novo e exclusivo do modelo X: o desbloqueio por reconhecimento facial.

A Apple inclui no produto o suporte a recarga sem fio, algo que existe há tempos em outros smartphones à venda no mercado. O usuário não precisa mais plugar o cabo Lightning na parte de baixo do celular para injetar mais energia. Segundo o vice-presidente Phil Schiller, será possível usar o carregador wireless em casa, no trabalho e até mesmo no carro.

Os telefones empregam “o vidro mais durável já colocado em um smartphone”, segundo a empresa, além de serem selados microscopicamente para evitar ingresso de água.

Eles também têm sistema de câmeras mais robusto para o uso com realidade aumentada (AR). Durante o congresso anual dedicado a desenvolvedores, a empresa chegou a mostrar novidades como a simulação de profundidade e iluminação ao exibir objetos virtuais que aparecem no display do iPhone e interagem com o ambiente.

iPhone 7 e 7 Plus: celulares têm diferenças que vão além da tela

Confira a seguir os destaques do evento de lançamento. Até o momento, a companhia mostrou novidades na Apple TV e no Apple Watch.

Apple TV 4K

O hub de entretenimento Apple TV chega à quinta geração com suporte a imagens em altíssima definição por meio da tecnologia 4K (também chamada de Ultra HD) e do HDR. Filmes, séries e programas de TV ganham mais detalhes e as imagens ficam com maior contraste. Para tanto, é necessário que a TV do usuário tenha suporte às duas tecnologias.

A oferta de conteúdo em formato 4K vem aumentando nos últimos anos, com iniciativas da Netflix, YouTube, iTunes e outros importantes serviços do mercado para valorizar o Ultra HD. A TV Globo se junta a esse grupo, ao anunciar hoje a chegada do Globo Play à Apple TV – também com suporte a 4K e HDR. Os internautas poderão assistir ao conteúdo da emissora neste fomato, quando disponível, e também à programação ao vivo nas cidades atendidas.

As vendas começam em 15 de setembro.

Apple Watch Série 3

O Apple Watch 2017 – oficialmente chamado de Apple Watch Série 3 – ganhou um visual mais moderno, com mais curvas. Pela primeira vez, o relógio inteligente da Apple também traz suporte a rede de telefonia 4G/LTE, para que o usuário não fique dependendo da conexão entre o acessório e o iPhone.

Tirando proveito da internet nativa, o comprador do Apple Watch terá compatibilidade com Apple Music, o serviço de música online da Apple. Para escutar as canções será preciso ter os AirPods, fones de ouvido sem fio da empresa, com suporte a Bluetooth.

O detector de batimentos cardíacos foi aprimorado para alertar ao usuário quando houver um pico, mas a pessoa não estiver realizando atividades físicas. A Siri ficou mais esperta, com possibilidade de falar com o usuário, o que em gerações anteriores não era possível.

Segundo o diretor-executivo da Apple, Tim Cook, o produto é atualmente o relógio mais vendido do mundo, à frente de Rolex, Fossil, Omega e Cartier. Ele roda o sistema watchOS 4.

Os preços são os seguintes: US$ 399 (cerca de R$ 1,3 mil, sem considerar os impostos) pelo modelo com 4G e US$ 329 (R$ 1 mil) pela versão sem internet nativa. A Apple mantém no mercado o Apple Watch Série 1 por US$ 249 (R$ 780).

História em desenvolvimento. O texto será atualizado futuramente.

O jornalista viajou para os Estados Unidos a convite da Apple.

Fonte: TechTudo.
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Família morre após cair em cratera de vulcão na Itália

Segundo testemunhas, o filho do casal ultrapassou uma zona interditada e os pais tentaram pegá-lo e todos acabaram caindo na cratera

Uma família de três pesssoas morreu hoje (12) em Nápoles, na Itália, ao cair em uma cratera do vulcão Solfatara, de Pozzuoli. As vítimas são o pai, a mãe e um filho de 11 anos. Uma criança da família, de 7 anos, conseguiu se salvar. A polícia italiana ainda tenta determinar como o incidente ocorreu, mas, de acordo com testemunhas, o filho do casal ultrapassou uma zona interditada e os pais tentaram ir buscá-lo, mas todos acabaram caindo na cratera.

A região interditada, e acessada pela criança, é de areia movediça e com forte emissão de gases tóxicos, o que teria feito o casal perder os sentidos. A família é natural de Turim e a criança sobrevivente foi encontrada aos prantos. “Eu vi um menino correndo e chorando.

Mas não pensei que teria ali a pior tragédia que já vi na vida. Sou pai também”, disse Diego Vitagliano, um pizzaiolo de Pozzuoli que estava no local. A Solfatara é uma das crateras dos Campos Flégreos, que ficam perto de Nápoles e são compostos por mais 40 zonas de erupção, 20 caldeiras e fontes termais. O vulcão Vesúvio é o mais famoso da região e é “vizinho” dos Campos Flégreos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Claudia Leitte critica brasileiros: ‘Imagina um furacão aqui’

A cantora declarou que brasileiros não saberiam lidar com uma tragédia

Dividindo a vida entre Brasil e Estados Unidos, onde tem uma casa, Claudia Leitte parece já ter se acostumado com o estilo de vida americano. Em recente entrevista à Contigo!, a cantora citou as tragédias naturais que aconteceram no país de Donald Trump, fazendo um paralelo com o que poderia acontecer por aqui.

“Imagine um furacão no Brasil… muita gente ia morrer esmagada. Um ia passar por cima do outro, porque a gente não tem instrução. Todo mundo quer ser vip aqui, ninguém quer pegar fila e aí acha que isso é besteira”, iniciou.

E continuou: “Eles (os brasileiros) pensam assim: ‘Não eu vou furar fila porque eu conheço fulano de tal, eu vou passar não sei o quê porque eu tenho pistolão’. Isso é errado, você tem que pegar, não pode furar o trânsito, porque aí o transito vai fluir melhor, você vai chegar no lugar de qualquer jeito”.

Além disso, a cantora revelou que uma cidade, em especial, é sua fonte de inspiração. “Nova York, para mim, é sinônimo de inspiração. Sempre que venho, arranjo tempo para compor, e, desta vez, não foi diferente. Gosto do clima das ruas, a cidade respira arte”, disse Claudia.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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