Menos da metade dos brasileiros de 18 anos estão no ensino médio ou no superior

Que a educação no Brasil vai mal, todo o brasileiro sabe. O que nem todo o brasileiro sabia até esta terça-feira (12) é que, em 2015, mais da metade dos adultos, com idade entre 25 e 64 anos, não tinham acesso ao ensino médio e 17% da população sequer tinham concluído o ensino básico.

Esses e outros dados preocupantes sobre a educação no Brasil foram divulgados pelo relatório Education at a Glance 2017 (‘Um olhar sobre a educação’, em tradução livre), publicado nesta terça pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O documento traz um amplo panorama sobre a educação em mais de 45 países. Na comparação, fica evidente que os números estão muito abaixo da média dos países da OCDE, que têm 22% de adultos que não chegaram ao ensino médio e 2% que não concluíram o básico.

Em contraponto ao dados insatisfatórios, o relatório mostra um avanço: entre os adultos de 25 e 34 anos, o percentual de alunos que completou o ensino médio subiu de 53% em 2010 para 64% em 2015.
Ensino médio

Considerando que o ensino médio brasileiro tem duração de três anos e deveria ser cumprido entre os 15 e os 17 anos de idade, o Brasil também apresenta taxas muito abaixo da média dos outros países analisados no relatório.

Isso porque 53% dos alunos de 15 anos no País estão matriculados no ensino médio. Entre os alunos de 16 anos, 67% estão matriculados no ensino médio e, entre os de 17 anos, 55%. Na média dos países da OCDE, pelo menos 90% dos alunos entre 15 e 17 estão no ensino médio.

Dos adolescentes brasileiros que têm acesso ao ensino médio, só a metade conclui os estudos em três anos. Se considerados cinco anos de estudo, com duas reprovações, a taxa sobre para 57%, mas permanece abaixo dos 75% de estudantes que concluem o ensino médio nos países que têm dados disponíveis.

No Brasil, entre os jovens de 18 anos, menos da metade cursa o ensino médio ou superior. A taxa para os países da OCDE é de 75% de alunos de 18 anos, na mesma situação.
Ensino infantil

O problema, porém, não é só no ensino dos adolescentes. Apesar de o Brasil já ter conseguido colocar praticamente todas as crianças de 5 e 6 anos na escola, a participação de crianças menores ainda está abaixo do esperado, segundo o relatório.

Afinal, apenas 37% das crianças de 2 anos e 60% das de 3 anos estão na educação pré-escolar, dados inferiores aos das médias da OCDE que estão em 39% e 78%, respectivamente.

No Brasil, a Emenda Constitucional 59, de 2009, deu prazo para que até 2016 fosse garantida a matrícula escolar a todos os brasileiros com idade entre 4 e 17 anos.

De acordo com a pesquisa, em 2015, 79% das crianças de 4 anos estavam na escola, menos do que 87% da média da OCDE, e abaixo de países como o Chile (86%), México (89%), a Argentina (81%) e Colômbia (81%).

Ensino superior – e as escolhas de carreira

Apenas 15% dos estudantes brasileiros entre 25 e 34 anos estão no ensino superior , face a 37% na OCDE, 21% na Argentina e a 22% no Chile e na Colômbia. No entanto, se comparado aos países dos Brics (bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil está melhor – a China tem 10%, a Índia, 11%, e a África do Sul, 12%.

No Brasil, cerca de 37% das graduações em 2015 eram feitas nas áreas de negócios, administração e direito, índice semelhante ao da maioria dos outros países pesquisados.

Em seguida, a preferência dos brasileiros, na época, era por pedagogia, com 20% das matrículas – uma das taxas mais altas entre os todos os países. O relatório mostra inclusive, que apenas a Costa Rica e Indonésia têm taxas mais altas de opção por pedagogia (22% e 28%, respectivamente).

Somente 15% dos estudantes brasileiros optavam por cursos de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, uma das taxas mais baixas, mas semelhante às de países vizinhos como a Argentina (14%) e a Colômbia (13%). Entre os países da OCDE, o percentual ficou em 23%.
Desigualdade

Em relação à desigualdade no acesso ao ensino superior, no Brasil a disparidade entre os estados é a maior observada na pesquisa. Enquanto 35% dos jovens de 25 a 34 anos no Distrito Federal frequentam a universidade, no Maranhão a taxa é cinco vezes menor (7%).

Apesar de o relatório reconhecer que o Brasil é uma nação muito grande e diverso, se comparada a outras grandes como os Estados Unidos e a Rússia, a desigualdade é muito mais dramática por aqui, apresentando variações de até cinco vezes nos percentuais, contra menos de três vezes de disparidade em outros países.

Um dado que contrapõe isso, porém, é que quase 75% dos estudantes brasileiros no ensino superior estão em instituições privadas, contra cerca de 33% da média dos países da OCDE.

O relatório alerta, no entanto, que, nesse caso, a falta de mecanismos de financiamento estudantil pode ser um obstáculo e programas como o Fies podem ter ajudado a colocar os brasileiros na faculdade por aqui.

Apenas 0,5% dos estudantes brasileiros estudam no exterior, percentual muito abaixo dos 6% da média da OCDE. Dos que saem do país, 31% vão para os Estados Unidos; 13% para Portugal; 10% para a França e 10% para a Alemanha.

Retorno financeiro e emocional dos estudos

Uma coisa é clara: considerando o grupo de todos os países pesquisados, os adultos com um diploma universitário obtêm ganhos significativos em seu investimento. Afinal, eles têm 10% mais chances de serem empregados e ganharão, em média, 56% mais do que os adultos que só completaram o ensino médio.

“Eles também são os primeiros a se recuperar das recessões econômicas: as taxas de emprego de jovens adultos com um diploma universitário voltaram aos níveis anteriores à crise, enquanto as taxas para aqueles que não completaram o ensino médio ainda estão atrasadas”, diz o estudo.

Os adultos com educação universitária também são menos propensos a sofrer de depressão do que aqueles que não chegaram ao ensino superior.

Por isso, os jovens adultos estão cada vez mais dispostos a obter uma educação no Brasil que aumente suas habilidades, ao invés de entrar no mercado de trabalho diretamente após a conclusão do ensino obrigatório. Entre 2000 e 2016, o percentual de jovens de 20 a 24 anos que continuaram a estudar aumentou 10%, em comparação com uma diminuição de 9% daqueles que trabalham.

Fonte: Ultimo Segundo,com informações da Agência Brasil.
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Entenda o que a PF concluiu contra Temer e o ‘quadrilhão do PMDB’

No relatório final de inquérito, investigadores apontam que grupo de ex-deputados e deputados do partido cometeu crime de organização criminosa

A Polícia Federal concluiu na segunda-feira o inquérito que investiga o chamado “quadrilhão” do PMDB da Câmara. Em relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), os investigadores sustentam que deputados e ex-deputados do partido cometeram o crime de organização criminosa e, a partir dele, incorreram nos delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação e evasão de divisas, entre outros.

Segundo a PF, o “poder de decisão” no grupo, ou seja, de indicar cargos estratégicos na máquina federal e negociar propina, cabia ao presidente Michel Temer e ao ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso em Curitiba. Também são citados na conclusão da investigação os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.

A conclusão do inquérito deve ser um dos elementos para subsidiar nova denúncia contra Temer, a ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda nesta semana – ele entrega o cargo na segunda-feira a Raquel Dodge.

Veja abaixo a estrutura da organização criminosa que PF diz existir no PMDB da Câmara e o que há contra cada um dos investigados.
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Michel Temer: segundo a PF, tinha “poder de decisão” no PMDB da Câmara e, em razão disso, recebeu 31,5 milhões de reais em propina dos esquemas de corrupção do grupo. Valor se divide entre os 500.000 reais entregues ao ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures por um executivo da JBS, os 10 milhões de reais que a Odebrecht teria pago ao PMDB a pedido de Temer em 2014, 20 milhões de reais referentes ao contrato PAC SMS da diretoria Internacional da Petrobras e 1 milhão de reais que teria sido entregue ao coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, amigo de longa data de Temer.

Eliseu Padilha: apontado pela PF como “longa manus” de Michel Temer na captação de propinas de empresas, teria recebido 4 milhões de reais da Odebrecht. O dinheiro seria parte dos 10 milhões de reais destinados pela empreiteira ao grupo político do presidente nas eleições de 2014. Os 6 milhões de reais restantes foram empregados na campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo em 2014.

Moreira Franco: atuava na cobrança de propinas ao lado de Padilha, conforme a PF. Enquanto secretário da Aviação Civil do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Moreira Franco teria viabilizado repasses de 5 milhões de reais da OAS à campanha de Temer em 2014 e de 4 milhões da Odebrecht, referentes à concessão de aeroportos.

Geddel Vieira Lima: também classificado pela PF como “longa manus” de Temer no recebimento de recursos ilícitos de empreiteiras, teve R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos em um apartamento em Salvador. Réu em um processo decorrente da Operação Cui Bono?, que investiga corrupção na Caixa Econômica Federal, Geddel está preso em Brasília desde a semana passada.

Eduardo Cunha: conforme a PF, o ex-deputado federal era, ao lado de Temer, líder da organização criminosa do PMDB da Câmara. Cunha mantinha indicados em cargos estratégicos à arrecadação de propinas, a exemplo de vice-presidências da Caixa e secretarias do Ministério da Agricultura, e cobrava propina de empresários. Já condenado na Lava Jato a 15 anos e 4 meses de prisão, o ex-presidente da Câmara está preso em Curitiba desde setembro de 2016.

Lúcio Funaro: próximo a Cunha, o doleiro intermediava dinheiro sujo ao grupo do PMDB da Câmara. Preso em Brasília desde julho do ano passado, Funaro fechou um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República (PGR), na qual afirma que Temer recebeu propina e cobrou doações ilegais para campanhas de aliados. O operador também distribuía valores oriundos da corrupção na Caixa. Apenas Geddel Vieira Lima teria recebido cerca de 30 milhões de reais do esquema, segundo Funaro.

Fábio Cleto: atuava ao lado de Cunha e Funaro no esquema de corrupção na Caixa. Como vice-presidente de fundos de governo e loterias do banco estatal, Cleto participava das reuniões que decidiam quais empresas receberiam dinheiro do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS). Ele fornecia as informações ao deputado e ao doleiro, que procuravam empresários e cobravam propina em troca da liberação dos investimentos.

Rodrigo Rocha Loures: indicado por Temer como interlocutor junto à JBS, o ex-assessor presidencial e ex-deputado federal foi flagrado pela PF recebendo uma mala com 500.000 reais em dinheiro vivo de um executivo da empresa. Rocha Loures foi preso na Operação Patmos e denunciado pela Procuradoria-Geral da República, ao lado de Temer, por corrupção passiva.

José Yunes: amigo de longa data de Temer, o advogado e ex-assessor presidencial recebeu em seu escritório, em São Paulo, parte dos 4 milhões de reais pagos a Eliseu Padilha pela Odebrecht. José Yunes diz ter sido “mula” do ministro, que, conforme a versão de Yunes, pediu para que um “documento” pudesse ser entregue no endereço e, depois, fosse retirado por outra pessoa. Quem deixou o pacote no escritório foi Lúcio Funaro.

Henrique Alves: o ex-presidente da Câmara e ex-ministro está preso desde junho na Operação Manus, que apura corrupção na construção da Arena das Dunas, em Natal. Ele é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter dividido com Eduardo Cunha 11,5 milhões de reais em propina referentes à obra. Alves também está no banco dos réus ao lado de Cunha em uma ação penal por propinas no FI-FGTS.

Antônio Andrade: Lúcio Funaro afirma em sua delação premiada que Andrade, indicado por Temer ao Ministério da Agricultura do governo Dilma, pediu e recebeu 25 milhões de reais para favorecer as empresas do grupo JBS em 2014. O vice-governador mineiro também teria dividido com Temer e Cunha um repasse de 7 milhões de reais da empresa, operacionalizado por Funaro.

Tadeu Filippelli: ex-assessor presidencial e ex-vice-governador do Distrito Federal, foi preso na Operação Panatenaico, que investiga um suposto esquema de corrupção que desviou dinheiro da obra do estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Sandro Mabel: PF cita suposto favorecimento do ex-deputado federal e ex-assessor presidencial em favor da empreiteira OAS em duas medidas provisórias no Congresso, além de suposto repasse de 10 milhões de reais de Funaro a Mabel, a pedido de Cunha.

Defesa

Em relação às conclusões que a PF enviou ao STF nesta segunda, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República afirmou em nota que o “presidente Michel Temer não participou e nem participa de nenhuma quadrilha” ou de qualquer “estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública”. “O presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela Justiça.”

Também por meio de nota, “o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informa que só irá se pronunciar quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta”.

Moreira Franco também negou as acusações. “Jamais participei de qualquer grupo para a prática do ilícito. Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático.”

A defesa de Eduardo Cunha “nega de forma veemente todas as acusações e prestará os devidos esclarecimentos oportunamente.”

Fonte: VEJA.
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Susana Vieira e outros famosos lutam em defesa da Amazônia

Celebridades foram até o Congresso Nacional e fizeram ator em prol da regiãoSusana Vieira e outros famosos lutam em defesa da Amazônia

Nesta terça-feira (12), alguns artístas se uniram a um grupo de indígenas e ambientalistas, em um ato em prol da Amazônia. No congresso Nacional, em Brasília, os manifestantes se reuniram para entregar um conjunto de assinaturas, recolhidas pela internet, pedindo a preservação da região e de seus povos.
Além disso, o grupo, que contou com Susana Vieira, Alessandra Negrini, Luiz Fernando Guimarães, Christiane Torloni, Tico Santa Cruz e Xande Pilares, ainda, leu uma carta, onde manifestam sua posição contrária à extinção da Renca – Reserva Nacional do Cobre e Associados. A área de perservação não foi considerada, pelo decreto do governo, um “paraíso” e, também, foi denunciado um esquema de garimpo ilegal na região.Os famosos marcaram presença na manifestação, que aconteceu no Salão Verde da Câmara e foi acompanhada pelo senador Randolfe Rodrigues, da Rede-AP. Por meio das redes sociais, os artistas convidaram os brasileiros a lutarem pela Amazônia.

Fonte: O Fuxico.
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Sub Comandante da Polícia Militar do Pará visita batalhão de Itaituba

Sub Comandante da Polícia Militar do Pará visita batalhão de Itaituba e ouve dos militares as necessidades do quartel com relação ao efetivo e mais viaturas.

Em Itaituba o subcomandante geral da policia militar do estado do Pará , reuniu com o comando e os militares do 15º BPM onde ouviu as demandas da corporação e sugestões pata melhorar o trabalho dos policias garantindo uma melhor segurança a população.

Além da reunir com os militares o sub comandante da PM no Pará o coronel Leão Braga,  observou como está hoje a estrutura física do batalhão.

Coronel Leão Braga  Sub comandante geral da PM do Estado do Pará

A noticia boa para o município de Itaituba, é que no  mês Outubro estará dando inicio a formação de praças, serão mais 100 novos militares preparados para ingressar no trabalho e ampliar a segurança pública.

A expectativa é de que esses 100 novos militares permaneçam  em Itaituba.

Fonte: http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva.
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Em Oriximiná, incêndio destrói loja que funcionava em prédio histórico; veja o vídeo

Um incêndio de grande proporção aconteceu por volta das 19h30, de terça-feira(12), na rua 24 de dezembro no centro comercial da cidade de Oriximiná, oeste do Pará.

Segundo testemunhas, após visualizarem fumaça saindo de dentro do prédio, populares acionaram a equipe  do Corpo de Bombeiros.

 

O prédio, é bastante antigo, trata-se de uma construção histórica tido com um dos patrimônios da cidades, nele funcionava uma loja de produtos inflamáveis, que comercializava fogos de artifícios e derivados de petróleo como óleo e querosene.

Segundo a Dona Marluce, que trabalha a noite próximo ao prédio, com venda de alimentação em uma pequena banca: “Umas 19g40mn, começou a fumaça, e rapidamente o fogo tomou conta da loja, uma prejuízo muito grandes, pra eles e para nós que não pudemos mais vender nada”.

Mesmo com todo o empenho do Corpo de Bombeiro, que foi primordial na ação, para o controle do fogo, evitando a propagação, efeito dominó o que contribuiria para uma tragédia e prejuizo maior queimando todos os prédios em volta e no quarteirão, mas contou também com a ajuda da polução que se juntou os Bombeiros e a SEMAS, conseguiram controlar as chamas antes da meia noite.

Segundo informações a suspeita para o início do fogo, pode ter sido um curto circuito nas instalações elétricas.

Fonte: RG 15 / O Impacto com informações Portal Obidense
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Ex-presidente Lula será ouvido por Moro pela 2ª vez hoje

 Depoimento está marcado para as 14h, na sede da Justiça Federal, em Curitiba

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será interrogado pelo juiz Sérgio Moro, responsável por ações da Lava Jato na primeira instância da Justiça, nesta quarta-feira (13). A audiência deve começar às 14h na sede da Justiça Federal em Curitiba. Além dele, Moro também deve ouvir o réu Branislav Kontic, ex-assessor do ex-ministro Antônio Palocci.

Esta é a segunda vez que Lula presta depoimento na condição de réu em um processo da Lava Jato conduzido por Moro. No primeiro caso, ele foi acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras. Naquela ocasião, ex-presidente acabou condenado naquela ação penal a nove anos e meio de prisão.

Dessa vez, a acusação é sobre um suposto pagamento de propina por parte da construtora Odebrecht. Segundo a denúncia, a empresa comprou um terreno para a construção de uma nova sede para o Instituto Lula. A empreiteira também teria comprado um apartamento vizinho ao que o ex-presidente mora, em São Bernardo do Campo. O imóvel é alugado desde 2002 e abriga, principalmente, os seguranças que fazem a escolta de Lula.

Entenda a denúncia

Segundo o MPF, os dois imóveis fazem parte de um total de R$ 75 milhões em propinas que foram pagas pela Odebrecht a funcionários da Petrobras e políticos, após a empreiteira firmar oito contratos com a estatal. De acordo com a denúncia, a parte de Lula foi repassada com a intermediação do ex-ministro Antônio Palocci e do assessor dele, Branislav Kontic.

O imóvel que seria para o Instituto Lula fica em São Paulo, na Rua Haberbeck Brandão. O MPF afirma que o terreno foi comprado pela Odebrecht, usando o nome de outra empreiteira, a DAG. Apesar das negociações terem sido feitas e a DAG ter adquirido o imóvel, nada foi construído no local.

Já a compra do apartamento, de acordo com a denúncia, foi realizada com o auxílio de um parente do pecuarista José Carlos Bumlai. Conforme o MPF, Glaucos da Costamarques serviu de “laranja” para adquirir o imóvel para Lula, já que o apartamento era alugado desde que ele chegou à Presidência.

Ao todo, oito pessoas foram denunciadas: Lula, Palocci, Kontic, Paulo Melo, Demerval Galvão, Glaucos da Costamarques, Roberto Teixeira e Marcelo Odebrecht. A ex-primeira-dama Marisa Letícia também constava na denúncia, mas teve o nome retirado após a morte dela.

Desde que foi denunciado, Lula tem negado o recebimento de propinas e o favorecimento da Odebrecht. A defesa diz que o MPF não tem provas que sustentem a denúncia.

Reformas em sítio

Além do processo em que foi condenado e desta ação penal em que vai prestar depoimento, Lula é réu em um terceiro processo que corre na 13ª Vara Federal de Curitiba, comandada por Sérgio Moro. Nesta ação penal, o petista foi acusado de receber propina da Odebrecht e da OAS, por meio de reformas em um sítio em Atibaia, no interior paulista. Além dele, outras 12 pessoas também foram denunciadas.

O imóvel era usado com frequência pela família de Lula. Para o MPF, o sítio, que na documentação oficial pertence aos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, seria, na verdade, de Lula. Assim como nos demais processos, a defesa de Lula

Esta ação terceira ação penal ainda está nas primeiras fases. Até o momento, o juiz Sérgio Moro não marcou as audiências para ouvir as testemunhas de acusação e defesa.

Fase final

Após os depoimentos de Lula e de Kontic, o advogado Roberto Teixeira também deve ser ouvido. O depoimento dele já deveria ter ocorrido, mas a data foi adiada, depois que ele foi internado em São Paulo, com insuficiência cardíaca. A nova data está marcada para o dia 20 deste mês.

Depois do depoimento de Teixeira, o processo chegará à fase final. O MPF e as defesas poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais.

Em seguida, os atos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus. Não há prazo para que a sentença seja publicada.

Bloqueios e segurança em Curitiba

A capital paranaense prepara um esquema especial de trânsito e segurança na cidade, especialmente na região onde fica a Justiça Federal, para o dia do depoimento de Lula a Moro. Devem haver manifestações a favor do ex-presidente e também de grupos que defendem a Lava Jato.

Haverá uma força-tarefa em pontos estratégicos da cidade, com participação das polícias Civil, Militar, Rodoviária e Federal. Também foram feitos bloqueios no trânsito e alteração de algumas linhas de ônibus.

Fonte: ORMNews.
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Quatorze pessoas resgatadas no Caribe chegam ao Brasil

No grupo que desembarcou em Brasília oito brasileiros, um americano, dois venezuelanos e três holandeses

Quatorze pessoas resgatadas no Caribe após a passagem do furacão Irma, sendo oito brasileiros, desembarcaram por volta das 1h35 desta quarta-feira na Base Aérea de Brasília. Elas vieram a bordo de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) que decolou da ilha de St Martin no início da noite, parou em Trinidad e Tobago para abastecer e seguiu rumo a capital federal.São oito brasileiros, dos quais uma criança; um americano, casado com uma brasileira que não estava a bordo; dois venezuelanos, sendo uma criança; e três holandesas, uma casada com brasileiro e as duas filhas (uma criança e uma adolescente) do casal. Os venezuelanos foram resgatados dentro do acordo de assistência consular do Mercosul. Os 11 passageiros que falaram com a imprensa moravam em St Martin. Sobre os outros, o Itamaraty não deu informações.

Em nota no domingo, o Itamaraty informou que 60 brasileiros estavam em ilhas do Caribe na condição de afetados pelo furacão. Destes, 32 estariam em St. Martin, somando-se os lados holandês e francês. No entanto, a comitiva resgatada foi de apenas 14 pessoas. O Itamaraty não sabe quantos brasileiros ainda estão na região caribenha afetada pelo Irma, mas destacou que muitos conseguiram sair por outros meios e dois decidiram ficar no local, apesar de ter espaço no voo da FAB. A Aeronáutica não informou quanto custou a operação de resgate.Nenhum resgatado trazido ao Brasil está ferido. O Irma deixou pelo menos 38 mortos no Caribe e atingiu diretamente vários pontos da região na categoria cinco, a mais alta. Segundo o Itamaraty, a ilha Tortola ainda está sem acesso para pousos de aeronaves. Nas ilhas Turcas e Caicos, o problema foi resolvido. O cenário de destruição foi lembrado com pesar pelos resgatados nesta quarta-feira.

Marido trouxe os dois cachorros

Moradora há quatro anos do lado holandês de St Martin, a brasileira Patrícia Phebo Albuquerque, que é fisioterapeuta, estava ansiosa pela chegada do marido, que é americano, e dos dois cachorros: “eles são o que importa”. Ela, que havia saído da ilha antes do furacão, conta que o apartamento onde moravam ficou completamente destruído, exceto um banheiro, onde o marido passou 18 horas sob escombros.

O local de trabalho, um spa dentro de um hotel, também não resistiu ao Irma. A mudança dos Estados Unidos para a ilha caribenha era uma tentativa de busca por qualidade de vida, diz Patrícia. Os olhos marejam ao dizer que perdeu “tudo”, mas o semblante muda ao avistar a van que trazia o marido.

— Quero agradecer ao Itamaraty por ter colocado meu marido nesse voo, apesar de ele ser americano. Mas isso é diplomacia — elogiou Patrícia.

“Se escutavam um vento, ficavam com medo”

Jennifer da Silva Carvalho é holandesa nascida em Saint Martin, casada há 20 anos com o gaúcho Alexandre da Silva Carvalho, com quem retornou ao Brasil, ao lado das filhas Nikiva, de oito anos, e Ikimari, de 14 anos. Depois de ver casas e prédios ruindo, mortos e desaparecidos, a sensação é de alívio, diz Jennifer. Ela conta que as filhas, bem como o resto da população, continuaram muito assustadas mesmo após o furacão.

— Era uma gritaria à noite inteira até depois do furacão. Se escutavam um vento, ficavam com medo. Nunca aconteceu isso na história da ilha — lamenta.

A holandesa de 40 anos conta que deixou uma das “ilhas mais bonitas do Caribe” numa situação caótica: sem água nem eletricidade. Há pessoas pedindo comida nas ruas, segundo Jennifer. Todo o clima paradisíaco de Saint Martin foi varrido pelo furacão. Agora, a família só pensar em chegar a Porto Alegre, cidade da família de Alexandre, onde se casaram: — Estou muito feliz de estar aqui em Brasil agora.

“Preferi ficar com água no meio da perna a ficar lá em cima”

O mineiro Ricardo Passarelli, chef de cozinha que se mudou há um ano para St. Martin, conta que estava num hotel quando o furacão Irma passou. Ele desceu para um quarto subterrâneo, no nível da areia da praia, para se alojar melhor. Quando percebeu, com o mar revolto, a água começou a entrar pela janela. Teve que optar entre se manter no local ou sair do risco de inundação mas se expondo às intempéries do lado de fora.

— Preferi ficar com água no meio da perna a ficar lá em cima, mas só escutava barulho. Só estando lá para saber o que é.

Passarelli contou que alguns quartos do hotel onde ele estava simplesmente sumiram após serem destruídos. Não há carros na cidade sem ao menos os vidros estarem quebrados. Muitas casas estão no chão, conta. Apesar dos estragos, ele diz ter visto na terça, antes de pegar o voo da FAB rumo ao Brasil, o início da limpeza das ruas. Ao contrário de outros moradores, Passarelli quer estar de volta em breve:

— Onde estava não está faltando água, as coisas estão menos problemáticas. Quero, daqui a 20 dias a um mês, voltar para a ilha.

Depois de oito anos no Caribe, brasileira quer ir embora

Valéria Williams, com a filha de seis anos a tiracolo, desembarcou em Brasília decidida a mudar seus planos. Ela mora há oito anos em Saint Martin, onde foi trabalhar com turismo para brasileiros e hoje é recepcionista em um spa. Sem perspectivas após o furacão, que apesar de não ter arrasado a moradia de Valéria destruiu boa parte da cidade, ela quer sair da ilha. O mais importante, segundo a brasileira de São Paulo, é poder dormir em paz.

— A sensação é de segurança. O pai dela está na Holanda e talvez a gente vá para lá. Mas quero descansar, esperar alguns meses para ver o que fazer — diz Valéria.

Fonte: ORMNews.
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Líder do ranking nacional de tiro prático, atleta santareno intensifica treinos de olho no paraense

Alessandro Nascimento vai até Altamira no fim de semana para a disputa da 4ª etapa do campeonato estadual. Em outubro, o atleta vai até Natal para disputa do Brasileiro

O atleta santareno Alessandro Nascimento retornou à Santarém após uma excelente participação no Mundial de Tiro Prático realizado na França. Alessandro foi o segundo brasileiro melhor colocado na competição, mas quem pensa que ele vai tirar férias, alguns dias de descanso ou algo parecido, está muito enganado.

O atleta está intensificando os treinamentos, já que no próximo fim de semana ele participa da quarta etapa do Paraense de tiro prático, em Altamira.

– Estou focado, vou continuar os treinos – contou Alessandro.

Ao GloboEsporte.com o atleta fez uma avaliação da sua participação na competição mundial. Alessandro contou que conseguiu se manter entre os 20 melhores atiradores do campeonato nos quatro primeiros dias de prova, mas um “tropeço” no último dia da competição fez ele ter uma queda no ranking, mas nada que desanimasse, pelo contrário, só o motivou ainda mais.

– Estou muito satisfeito e feliz com o meu resultado. Foi excelente para o Brasil, temos que evoluir muito ainda no esporte, mas o resultado não é ruim. Estou liderando o ranking nacional, onde os 4 melhores conseguem vaga para o Pan-americano do ano que vem que será na Jamaica – disse.

O resultado de Alessandro na França foi tão bom que o santareno conseguiu um patrocínio internacional de uma empresa que trabalha com armamentos.

Em Outubro o santareno vai até Natal, onde vai disputar a quinta etapa do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Globo Esporte.
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Grávida é estuprada pelo primo em Oriximiná; suspeito usou faca para coagir a vítima

Crime aconteceu no dia 11. Primo da vítima é ex-presidiário e está foragido. Caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Foto: Ilustrativa.
Uma mulher grávida de três meses afirma ter sido estuprada pelo próprio primo, na noite de segunda-feira (11). Segundo boletim de ocorrência registrado pela vítima na Delegacia de Polícia Civil de Oriximiná, oeste do Pará, o crime aconteceu por volta das 21h, na casa dela, localizada na Rua Bras Miléo, bairro Cidade Nova.

O ataque sexual teria sido praticado na frente de um dos filhos da vítima, de apenas cinco anos, enquanto outra criança de apenas dois anos dormia. Para coagir a vítima, o estuprador usou uma faca.

De acordo com informações do escrivão de polícia civil, Alessandro Almeida, a grávida foi levada até a delegacia por uma equipe da Polícia Militar a quem pediu socorro. Na delegacia, ela prestou depoimento e o inquérito já foi instaurado para apurar o caso. Mas, embora a polícia tenha informações sobre a identidade do suspeito, ele ainda não foi localizado.

O escrivão informou ainda que a vítima foi encaminhada para fazer exames de corpo de delito e conjunção carnal, e os laudos serão anexados ao inquérito policial.

Segundo a vítima que é prima do suspeito, tudo aconteceu quando ela estava se preparando para o banho. Ela relatou à polícia que o primo se aproximou rapidamente com uma faca na mão, encostando a faca na barriga dela e praticando o estupro em seguida. Um vizinho que ouviu os gritos da mulher foi até a casa dela ver o que estava acontecendo, mas o estuprador conseguiu fugir.

O suspeito, segundo a polícia, já tem passagem pela delegacia por suspeita de tráfico e outros delitos. Passou uma temporada recolhido no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, em Santarém, de onde saiu há pouco tempo.

Fonte: G1 Santarém.
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200 índios invadem fazenda em Tamarana, com arcos e flechas

Eles dizem que as terras são de propriedade indígena; invasão aconteceu na manhã desta terça-feira (12).

Cerca de 200 índios invadiram uma fazenda em Tamarana, no norte do Paraná, na manhã desta terça-feira (12). Eles dizem que as terras são de propriedade indígena.

A invasão aconteceu por volta das 11h. Os índios estavam com arcos e flechas. Eles cantavam músicas típicas.

Os indígenas reclamam que há falhas na demarcação das terras e que elas estão sendo repassadas para propriedades particulares. Eles dizem que a Reserva Apucaraninha tem 725 hectares a menos do que o previsto pelo projeto original.

A propriedade invadida nesta terça-feira fica ao lado da reserva. O dono da fazenda afirma que tem toda a documentação e que vai recorrer na Justiça pela reintegração.

https://youtu.be/o7mAXExWHOs

Fonte: G1.
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