Governo decide manter horário de verão

 O Ministério de Minas e Energia informou nesta segunda-feira que vai manter o horário de verão neste ano. O horário de verão começa dia 15 de outubro e vai até fevereiro de 2018. O assunto foi discutido ontem em reunião com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu.

O fim do horário de verão estava em estudo na Casa Civil, que criou um grupo de trabalho para avaliar a eficácia da medida, como revelou O GLOBO. O assunto passou a ser discutido após estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e do Ministério de Minas e Energia concluir que essa política pública traz efeitos “próximos à neutralidade” com relação à economia de energia elétrica.

O horário de verão foi criado com o objetivo de economizar energia elétrica durante o período em que está em vigor. Os estudos conduzidos pelo ONS revelaram que esse objetivo não é mais atingido. Foi a partir daí que o assunto passou a ser analisado por outros entes do governo.

O programa foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985. Segundo dados do governo, a economia com o última edição do horário (entre outubro de 2016 e fevereiro) foi de R$ 159,5 milhões. Esse valor, considerado baixo pelo setor elétrico, é decorrente da redução do uso de usinas térmicas para complementar a demanda por energia.

Com o horário de verão, os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar o relógio em uma hora a partir do dia 15 de outubro até fevereiro de 2018.

Fonte: MSN.
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Polícia prende suspeito de matar advogada em São Félix do Xingu

Segundo a Polícia, o suspeito confessou o crime. A advogada Dilamar Martins da Silva estava desaparecida desde a última quarta-feira, 20.

A Polícia Civil prendeu em flagrante jovem de 18 anos, na manhã desta segunda-feira (25). Segundo a Polícia, ele é confessou o assassinato da advogada e fazendeira Dilamar Martins da Silva, em São Félix do Xingu, sudeste do Estado. Ele foi preso por no momento em que tentava fugir do município. O corpo da advogada foi encontrado no domingo (24) em uma fazenda da cidade, mas de acordo com a Ordem dos Advogados de Tucumã, a vítima estava desaparecida desde a última quarta-feira (20).

O corpo da vítima foi encontrado por um trabalhador da propriedade, distante cerca de 50 metros da sede da fazenda. As investigações começaram ainda no domingo (24). Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em depoimento, o preso confessou o crime. Ainda de acorodo com as informações da Polícia, o jovem alegou que matou a vítima porque ela estaria o perseguindo, colocando veneno em sua comida, e não teria pago pelos serviços que ele havia prestado como diarista na fazenda de propriedade da vítima.

Dilamar tinha registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Goiás, mas não atuava como advogada há mais de dez anos. Ela morava em São Félix do Xingu, onde era proprietária de fazendas.

Segundo informações repassadas pelo delegado Pedro Andrade, a vítima foi morta no dia 20 e o corpo queimado no dia seguinte. As investigações apontam que o crime teria sido resultado de um desentendimento entre o assassino e a vítima. O suspeito trabalhava para a vítima prestando serviços gerais de limpeza e manutenção da fazenda.

Transtornos mentais

O suspeito detido nesta quando se preparava para fugir da cidade em uma embarcação com destino a outra propriedade rural. O corpo foi removido para o Centro de Perícias Científicas de Marabá para a perícia. No local do crime, foi apreendido o objeto que teria sido usado no crime, uma enxada.

De acordo com a Polícia, o acusado apresenta visíveis sinais de transtornos mentais. Ele alegou que a vítima estaria lhe perseguindo e não o de deixava sair da fazenda. Em depoimento, ele disse que por esse motivo resolveu matar a vítima a golpes de enxada e facão; e que em seguida, arrastou o corpo para uma área onde o queimou usando pneus.

Segundo o delegado Pedro Andrade, o jovem agiu sozinho e fugiu sem levar nada da casa da vítima. Após a autuação, ele permanecerá recolhido na delegacia do município à disposição da Justiça.

Fonte: G1 PA.
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Petrobras reduz preços da gasolina em 0,3% e do diesel em 0,4%

Novas tarifas entram em vigor na terça-feira (26)

A Petrobras anuncia redução dos preços nas refinarias da gasolina a partir desta terça-feira, dia 26, em 0,3%, e do diesel em 0,4%. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela estatal petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras atualmente avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Descoberta estrela que teria ‘devorado’ várias sósias da Terra

Segundo mostram recentes estudos, as estrelas podem de vez em quando destruir e “comer” os planetas que giram em seu redor

Cientistas descobriram na constelação de Cassiopeia um estranho par de estrelas, uma das quais na sua vida passada teria absorvido cerca de uma dúzia de planetas semelhantes à Terra, diz-se em um artigo publicado na biblioteca eletrônica arXiv.org.

Enigma na constelação de Cassiopeia

Segundo mostram recentes estudos de vários astrônomos, as estrelas podem de vez em quando destruir e “comer” os planetas que giram em seu redor. Isso pode acontecer ou quando os planetas acabam de nascer ou no fim da vida das estrelas, quando sua camada exterior se expande e cobre os planetas, e mesmo após a morte da estrela, quando esta se torna uma anã brancas ou estrela de nêutrons.

Antigamente, os cientistas não prestavam muita atenção a tais processos, pois acreditavam que estes não causavam mudanças significativas na aparência e comportamento das estrelas. Apenas recentemente, os planetólogos descobriram que, após “comerem” os planetas, as anãs brancas e as estrelas de nêutrons mudam de aspecto exterior, enquanto as estrelas convencionais podem mudar de modo radical de comportamento, tornando-se maiores e menos brilhantes.

O especialista Semyeong Oh, da Universidade de Princeton (EUA), e seus colegas encontraram um dos exemplos mais extraordinários de tal “canibalismo” espacial — o par de estrelas HD 240430 и HD 240429, recém-descobertas na constelação de Cassiopeia (também conhecida como Tamaquaré e Taquaré).

De acordo com os cientistas, estes astros são quase iguais. Formaram-se cerca de 4 bilhões de anos atrás e, desde então, têm viajado pelo espaço em conjunto, situados a apenas dois anos-luz um do outro. Os astrônomos acreditam que as estrelas façam parte de um sistema estrelar duplo, cujos elementos se comportam de forma diferente de outros pares de estrelas.

Os especialistas tentaram verificá-lo e encontraram uma caraterística estranha neste par de astros. O núcleo da primeira estrela contém muito mais “metais”, elementos mais pesados do que o hidrogênio e hélio, do que sua vizinha, diz-se no artigo.

Titãs espaciais

Geralmente, tais diferenças indicam que as estrelas teriam se formado em partes diferentes da galáxia. No entanto, o tamanho e a idade semelhantes das duas estrelas sugerem o contrário.

Semyeong Oh e seus colegas descobriram que este paradoxo “impossível” se deve ao fato de uma das estrelas ter “comido” mais de uma dezena de planetas parecidos com a Terra, cuja massa total é 15 vezes maior do que a da Terra. Esta estrela foi batizada de Cronos, em homenagem ao titã na mitologia grega que devorava seus filhos.

Como é que isso poderia ter acontecido? Segundo os cientistas, recentemente, Cronos e seu irmão Crio teriam se aproximado de uma outra estrela, cuja gravidade desestabilizou seus sistemas planetários. Como resultado, uma parte ou até todos os planetas foram absorvidos por Cronos.

No momento, os astrônomos estão buscando planetas nos arredores deste sistema estrelar que possam ter sofrido este cataclismo. Caso sejam descobertos, ajudarão a entender como a Cronos “comeu” seus “filhos”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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PF descobre mansão luxuosa de Rogério 157, na Rocinha

Reduto de Rogério Avelino da Silva está na parte alta do morro e esbanja luxo por todos os cômodos

Um casa repleta de equipamentos de última geração, artigos de luxo e vista para toda a favela da Rocinha seria o reduto de Rogério Avelino da Silva, conhecido como Rogério 157, um dos traficantes mais procurados do morro. A mansão foi encontrada durante uma ação conduzida pela Polícia Federal na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Segundo informações da TV Globo, o imóvel está situado no alto do morro e esbanja luxo por todos os cômodos, a exemplo da televisão de 60 polegadas com tela curva ostentada em um dos espaços.

Rogério 157 continua procurado pela polícia e é apontado como um dos cabeças da guerra entre traficantes que aterroriza a Rocinha desde o dia 17 de setembro. O Disque Denúncia chegou a aumentar de R$ 30 mil para R$ 50 mil reais a recompensa para quem colaborar com pistas sobre o traficante. Para a polícia, ele continua na Rocinha e estaria recebendo ajuda de traficantes de outros morros do Rio.

O motivo da guerra que começou na Rocinha, mas vem se espalhando por outras comunidades cariocas seria o rompimento entre Rogério Avelino e o também traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, de quem era homem de confiança. A versão divulgada pela TV Globo é a de que Nem não teria gostado de saber que o antigo aliado estava cobrando valores abusivos e monopolizando o fornecimento de água e gás na comunidade. Por isso, de dentro do presídio de segurança máxima em Rondônia, onde cumpre pena, teria determinado a invasão de seu bando à favela para recuperar o território.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Pará tem 168 mil crianças e adolescentes trabalhando

Antes que eles completem a primeira década de vida, as responsabilidades pelo sustento da família já recaem sobre suas costas. Com o auxílio de um carro de mão, a missão de cada dia é percorrer as ruas em busca de clientes interessados em comprar verduras e frutas. Em meio a centenas de adultos que circulam apressados, o sol forte da manhã e o peso do carrinho empurrado são parte da rotina. Em plena capital do Estado, o trabalho árduo é a condição enfrentada por dezenas de crianças no bairro da Cabanagem.

Na manhã ensolarada da última terça-feira (19), a quantidade de crianças e adolescentes que se encontravam trabalhando na rua Damasco, principal da Feira da Cabanagem, deixava evidente que a situação do trabalho infantil no Pará ainda é uma realidade a ser enfrentada. Desde o início do dia, cerca de 11 meninos e meninas aparentando cerca de 10 anos de idade carregavam verduras, negociavam com clientes, recebiam o pagamento e aguardavam, por muito tempo, o surgimento de uma nova oportunidade de venda.

De volta ao mesmo local dois dias depois, na sexta-feira (22), a presença das mesmas crianças trabalhando é a confirmação de que a situação é costumeira. Mais uma vez com o auxílio dos carros de mão recheados com verduras, as crianças e adolescentes disputavam, contra feirantes adultos, a atenção dos clientes.

Em casa

Escancarada na Feira da Cabanagem, a realidade do trabalho infantil é oficializada pelos números da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD). Um estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), com base nos dados do PNAD de 2015, aponta que o Pará tinha 168.421 crianças e adolescentes trabalhando. (ver box abaixo). Tal número corresponde a 15% do total de crianças de 05 a 17 anos residentes no Estado.

Apesar de alarmantes, os números podem ser ainda maiores se considerado que muitos casos de trabalho infantil acabam sendo subnotificados. Professora da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pesquisadora da área de comunicação e trabalho infantil, Danila Cal aponta que nem sempre os dados oficiais correspondem à situação exata, porque “há formas de trabalho infantil menos visíveis, inclusive, para as estatísticas”.

Uma pesquisa realizada pela professora ouviu adolescentes que relataram manter rotinas de labutas extremamente exaustivas dentro da própria casa, trabalhando para a própria família. “Elas são, muitas vezes, as únicas responsáveis por todas as tarefas domésticas da casa e isso atrapalha, inclusive, os estudos e a sociabilidade das adolescentes”, aponta Danila, destacando a necessidade de reflexão sobre esta condição.

TRT-8 realiza campanhas para combater o trabalho infantil

Os números de crianças no trabalho infantil só não maiores devido às ações desenvolvidas há anos pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), através da desembargadora Maria Zuíla Dutra e da juíza Vanilza Malcher. O objetivo é conscientizar a sociedade de que criança tem de estudar e aproveitar esta fase da vida. Ao longo desse período, vem sendo realizadas caminhadas e campanhas com o objetivo de conscientizar as pessoas neste sentido, de que o trabalho infantil traz prejuízos à infância e à adolescência em geral. Uma nova campanha será desenvolvida durante o Círio de Nazaré deste ano com a missão de atingir a todos os segmentos da sociedade para a importância do assunto. É um dos poucos órgãos públicos que vêm se debruçando sobre o tema e a necessidade de erradicação do trabalho infantil.

Na Cabanagem, muitos trabalham próximos dos pais

A familiaridade mantida pelas crianças durante o trabalho desenvolvido na Feira da Cabanagem deixa evidente que a situação não é recente naquele local. Apesar de afirmarem desconhecer os nomes dos meninos e meninas que trabalham com a venda de produtos no mercado, muitos comerciantes destacam que a convivência com eles é frequente.

A autônoma Maria Antônia Siqueira, 39 anos, aponta que a presença das crianças é diária. Em muitos casos ela percebe a pouca idade das meninas que passam vendendo sacos de verduras. “São crianças bem pequenas mesmo e são elas que têm a responsabilidade de vender e de garantir aquela renda”. Maria Antônia trabalha no local há mais de 10 anos e lembra que, quando começou a frequentar a feira, a presença de crianças e adolescentes trabalhando não era tão comum. De alguns anos para cá, porém, o trabalho infantil cresceu na região. “Muitos deles estão aqui com o conhecimento dos pais”, diz.

Mais antigo na Feira da Cabanagem, o açougueiro Rui Ferreira, 63 anos, também confirma que os pais das crianças costumam ficar por perto. “Eles vêm, mas quando dá a hora do colégio eles vão embora. O problema é que tem dias que não tem aula ou quando chove o colégio vai para o fundo. Sem aula eles acabam vindo para cá mesmo”, reitera

Fonte: DOL.
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Pará é responsável por 99% da produção nacional do açaí

Ele já virou moda nas academias, em barracas de praia e até em pratos sofisticados da gastronomia brasileira e de outros países. Entretanto, é aqui no Pará que o açaí é considerado mais que uma bebida ou sobremesa. Não importa a hora e o acompanhamento, ele é prato principal na mesa dos paraenses. E não é pra menos: 99% do fruto consumido do País é produzido em nosso Estado. Ano passado, foram cerca de 1,65 mil toneladas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Seu Waldomiro Aires, 44 anos, trabalha com açaí há 22 anos. Ele é dono de uma barraca de comida na Feira do Ver-o-Peso, em Belém. Todos os dias, comercializa 100 litros do fruto. Com toda essa experiência, ele já presenciou diversas maneiras de consumir açaí, mas um, especialmente, não sai de sua memória. “O homem chegou e pediu um litro, sem açúcar. Se nada. Ele tomou em segundos. Depois, pediu mais um litro e tomou rapidamente”, lembra.

Sônia Gonçalves, 35, trabalha a venda do produto na mesma feira há 6 anos. Tempo suficiente para conhecer o perfil dos apreciadores do fruto. “Tem cliente que 8h já toma açaí antes de trabalho. No almoço volta, e pede mais”, conta. Ela garante que a preferência do paraense é tomar a bebida com farinha d’água e sem açúcar.

SAÚDE

Para o autônomo Eduardo Sá Rodrigues, 38, não há como pensar em comida se não tiver o fruto. “Se eu não tomar é o mesmo que não comer”, explica. Já o feirante Denis Pimentel, 28, garante não tem hora para consumir, mesmo pesando no bolso. “Tomo três vezes ao dia. Deixo de comprar outras coisas, mas do açaí não abro mão”, garante. No mês passado, na grande Belém, o valor médio comercializado nas feiras livres era de R$ 16,69, conforme apontou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pa).
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Para a nutricionista Elaine Rocha o consumo do fruto se tornou tendência no mundo por ser rico em substâncias que fazem bem à saúde. “Ele contem o antioxidante antocianinas que previne de várias doenças”, conta. O açaí também virou febre nas academias, por aumentar a disposição no treino. A bebida contém ferro, carboidratos, fósforo, fibras, cálcio e proteínas. “O ideal é consumir moderadamente e com pouco açúcar, pois é calórico”, orienta a especialista.

Fonte: DOL.
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Em sigilo, Itália pede que Brasil reveja asilo a Cesare Battisti

Temer pode cancelar decisão de Lula, que negou extradição, em 2010; dois ministros já deram aval ao ato

Condenado à prisão perpétua na Itália e mantido no Brasil após decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu último dia de governo em 2010, o italiano Cesare Battisti corre o risco de perder o direito de permanecer no país. Em sigilo, o governo da Itália apresentou pedido para que o presidente Michel Temer reveja a decisão de Lula que garantira a Battisti residência em território brasileiro, evitando uma extradição para cumprir a pena em seu país de origem.

O pedido está no Palácio do Planalto, e já foi submetido a uma primeira análise técnica. Agora, cabe à consultoria jurídica da Presidência da República emitir um parecer. Até agora a gestão de Temer não encontrou problemas jurídicos que impeçam uma nova decisão sobre o caso.

Segundo integrantes do governo, dois ministros já teriam dado sinal verde para um ato de Temer a favor do pedido italiano: o ministro da Justiça, Torquato Jardim, primeiro a analisar a demanda do governo estrangeiro; e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, por considerar o ato como um gesto importante diplomaticamente.

Do ponto de vista jurídico, o governo já encontrou uma fundamentação em súmula do Supremo Tribunal Federal de 1969, tradicionalmente citada por especialistas em direito administrativo. Essa súmula, que resume o entendimento da Corte sobre tema específico, diz que “a administração pode anular seus próprios atos” quando houver vícios ou revogá-los “por motivo de conveniência ou oportunidade”. Ou seja, um ato de Lula pode ser revisto por Temer.

TEMER EVITA TOMAR DECISÃO

Mas, por enquanto, o presidente prefere ficar longe do tema. E, neste momento, não deve haver decisão, apesar das pressões. Oficialmente, o governo é ainda mais cauteloso. Procurada pelo GLOBO, a presidência da República disse que o assunto não está sendo tratado no Palácio do Planalto. O GLOBO confirmou, no entanto, que o pedido formal foi feito pelas autoridades italianas e o processo remetido ao governo brasileiro.

As tratativas para a extradição de Battisti começaram no ano passado. O primeiro-ministro italiano Matteo Renzi chegou a declarar publicamente que esperava por uma mudança de posição brasileira sobre Battisti na gestão de Temer. Na época, Renzi evitou confirmar se sua administração pretendia tomar a iniciativa de pedir a revisão da decisão de Lula. O assunto passou a ser tratado, então, com discrição pelas autoridades.

Primeiro, o pedido foi levado por representantes do governo italiano ao então ministro da Justiça Alexandre de Moraes. O caso voltou a ser tratado com o sucessor dele na pasta, o deputado Osmar Serraglio.

O porta-voz do pedido junto ao governo brasileiro foi o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini. Ele teve uma série de reuniões com autoridades brasileiras. Procurado pelo GLOBO, o embaixador não quis falar sobre o assunto.

STF NEGOU HABEAS-CORPUS

A divulgação do pedido italiano antes de Temer tomar a decisão preocupa as autoridades daquele país. Há receio de que Battisti acione sua “rede de proteção” no Brasil e tente travar, pela via judicial, um eventual novo ato que o presidente da República pode tomar.

A preocupação das autoridades italianas é baseada na conduta do próprio Battisti. Logo após Renzi declarar que gostaria de ver uma mudança de posição do governo brasileiro na gestão Temer, o italiano, condenado pelo assassinato de quatro pessoas em seu país entre 1977 e 1979, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em setembro, o ministro Luiz Fux rejeitou o pedido feito pela defesa de Battisti para que fosse concedido um habeas corpus preventivo. Fux alegou que não havia nada de concreto na ocasião que justificasse o temor do italiano. Na decisão, o ministro do STF lembrou, entretanto, que o presidente da República tem poder para tomar decisões relacionadas à presença de estrangeiros no país. Fux citou o julgamento do próprio STF em 2009, quando, após uma grande polêmica e numa votação apertada, os ministros entenderam que Battisti deveria ser extraditado para a Itália, mas caberia ao presidente da República decidir se iria ou não executar a extradição.

Lula passou quase um ano para decidir o que fazer. No último dia de seu segundo mandato, em 31 de dezembro de 2010, uma edição extra do Diário Oficial publicou a decisão: parecer da Advocacia Geral da União (AGU) dizia que a extradição não precisaria ser obrigatoriamente cumprida, e Lula deixou Battisti viver no Brasil.

Após a negativa de Fux ano passado, a defesa de Battisti recorreu de novo. O processo tramitou no plenário virtual do STF, um sistema em que cada ministro apresenta seu voto por computador. Os advogados do italiano ainda tentaram argumentar que o caso era polêmico e merecia ser levado a julgamento no plenário tradicional em que as sessões são transmitidas pela TV Justiça. O pedido foi rejeitado.

Em maio deste ano, a maioria dos ministros, no plenário virtual, seguiu voto de Fux, e entendeu que não havia motivos para conceder uma salvo-conduto a Battisti. O processo foi arquivado na semana passada.

PROCESSO CERCADO DE POLÊMICAS

O italiano Cesare Battisti foi condenado à revelia em seu país, com pena de prisão perpétua, pelo assassinato de quatro pessoas entre 1977 e 1979. Na época, ele integrava a organização Proletários Armados Pelo Comunismo e alegava inocência. A condenação de Battisti na Itália ocorreu após sua fuga, em 1981, para a França, que acolheu italianos sob a condição de que abandonassem a luta armada.

Foragido da justiça italiana, Battisti passou alguns anos refugiado na França. Em 2004, quando foi aprovada sua extradição, fugiu. Três anos depois, foi preso no Brasil por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de pedido do governo italiano. Antes que o STF julgasse o processo de extradição, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu a Battisti o título de refugiado.

O processo foi retomado no Supremo em 2009, e a extradição aprovada com a ressalva de que o presidente da República tinha poderes para decidir se extraditava ou não o italiano. Somente em seu último dia de mandato, em 2010, o então presidente Lula decidiu manter o asilo a Battisti, que foi solto seis meses depois.

Em março de 2015, o italiano voltou a ser preso por ordem da Justiça Federal do Distrito Federal. Com a extradição para a Itália travada, o Ministério Público Federal tentou deportá-lo para a França, mas seus advogados apelaram ao Tribunal Regional Federal, que deu uma liminar colocando Battisti em liberdade.

A última notícia que se tem dele é que estaria morando na cidade de Rio Preto, no interior de São Paulo, onde fez tratamento pelo SUS contra hepatite C. No último recurso que enviou ao STF, o italiano informou ter se casado com a brasileira Joice Passos dos Santos, em 2015. A Justiça de São Paulo reconheceu que o italiano é pai de um menino, nascido em novembro de 2015, fruto de relacionamento com outra brasileira.

Fonte: ORMNews.
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Em São Félix do Xingu, corpo de advogada é encontrado em fazenda

Segundo a Ordem dos Advogados de Tucumã, a vítima, a advogada Dilamar Martins Silva estava desaparecida desde a última quarta-feira (20).

O corpo de uma advogada foi encontrado no domingo (24) em uma fazenda na cidade de são felix do Xingu, no sul do Pará. Segundo a Ordem dos Advogados de Tucumã, a vítima, a advogada Dilamar Martins Silva estava desaparecida desde a última quarta-feira (20).

Segundo as primeiras informações divulgadas, a advogada teria sido brutalmente assassinada, a golpes de enxada. Teve o corpo esquartejado e depois incendiado. A investigação inicial aponta que o crime teria sido cometido por um trabalhador rural, mas ainda não se sabe por qual motivação.

A advogada morava em São Félix do Xingu, mas não tinha família na cidade. Os parentes são de Goiânia. A família da vítima já foram informados e estão à caminho do Pará.

Fonte: G1 Santarém.
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Mais de 1.900 alunos farão as provas do Encceja em quatro escolas de Santarém

Exame garante a certificação do ensino fundamental e médio. Provas ocorrerão no dia 19 de novembro no município após mudanças feitas pelo Inep.

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que foi adiado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para o dia 19 de novembro, pode ter a participação de quase dois mil alunos em Santarém, no oeste do Pará. De acordo com a coordenação, 1.966 pessoas se inscreveram no exame.

Segundo o diretor do Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceeja), instituição vinculada a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Jeremias Santos, do total de inscritos, 353 são do ensino fundamental, e o restante fará provas do ensino médio.

A aplicação das provas ocorrerá em quatro escolas estaduais: Almirante Soares Dutra, Rio Tapajós, Onesima Pereira de Barros e Madre Imaculada.

Muitas pessoas enxergam na prova uma nova oportunidade de qualificação. “Parei de estudar pela distância das universidades e porque eu tinha que trabalhar. Tinha que fazer a escola entre trabalhar e estudar. Não tem outra forma de você subir em um lugar melhor na sociedade se não for atráves da educação”, disse o comerciante de 54 anos, Francisco Magalhães, que está inscrito na prova para a modalidade de ensino médio.

Mudanças

O Inep alterou a prova para 19 de novembro, e não mais em 22 de outubro. A abertura dos portões e o início do exame foram adiados em uma hora, por causa do horário de verão. A explicação para a mudança de data é “um atraso na homologação da licitação, que inviabilizou a distribuição dos participantes nos locais de prova dentro do cronograma”. Esta é a segunda vez em que o Inep altera o exame – em agosto, houve também uma retificação do calendário, com a mesma justificativa de problemas de logística.

O exame pode fornecer o diploma de ensino fundamental ou ensino médio para pessoas que não se formaram na idade escolar correta. Em 2017, será aplicado para 1.573.862 candidatos. Desses, 301.583 farão provas para o ensino fundamental e 1.272.279, para o ensino médio. A aplicação ocorrerá em 564 municípios do Brasil.

Fonte: G1 Santarém.
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