Jovem rende e assalta dez professores dentro de escola

A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (22), Osvaldo Cardoso Pereira Júnior, por envolvimento no assalto a 10 professores ocorrido em uma escola estadual, no bairro Algodoal, em Abaetetuba, região nordeste do Estado.

O acusado usou uma arma de fogo para render e levar os pertences dos educadores. O crime aconteceu por volta das 21 horas, de quinta-feira (21). Dois homens pularam o muro da escola e, usando um arma de fogo, renderam as vítimas.

A dupla roubou cinco telefones celulares, um cordão e anéis de ouro.

Segundo a delegada Renata Gurgel, titular da Superintendência da Polícia Civil do Baixo-Tocantins, no dia seguinte ao crime, após as vítimas prestarem depoimentos, a equipe policial iniciou as investigações.

Por volta das 12 horas, os agentes identificaram Osvaldo Cardoso Pereira Júnior como um dos envolvidos no crime. Osvaldo Cardoso levou os policiais até sua residencia, onde foram apreendidos três aparelhos celulares, um cordão e oito anéis.

O outro envolvido e a arma de fogo não foram localizados. “Os agentes continuarão as investigações até a solução do crime”, detalha a delegada.

Fonte: DOL.
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Boto Tucuxi é tri campeão no Çairé 2017

O Tucuxi foi o grande campeão do Festival dos Botos do Çairé 2017. Com o tema “A Expressão do Sairé”, a agremiação conquistou o tricampeonato, passando à frente do Boto Cor de Rosa. Os dois botos estavam empatados em número de títulos.

A apuração dos pontos pelos jurados foi realizada no Lago dos Botos, sob olhares atentos de integrantes dos dois botos.

Para o vice-presidente do Tucuxi, Edilberto Ferreira, a vitória do Tucuxi foi o reconhecimento ao esforço e dedicação de todos que trabalharam para que o boto pudesse estar mais um ano no festival que integra o Sairé.

“Pelo desenvolvimento do nosso trabalho, eu acredito que já era esperado esse resultado. Nosso agradecimento principalmente à comunidade de Alter do Chão e Santarém que se fizeram presentes para assistir esse grande espetáculo que foi o Boto Tucuxi e com certeza ‘A Expressão do Sairé’ foi um tema que contribuiu bastante para nós mostrarmos a nossa história, a nossa cultura e a nossa expressão principalmente com aquele discurso da índia em favor do nosso Rio Tapajós, da Amazônia e de Alter do Chão”, declarou.

Fonte: DOL.
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Deputado paraibano espalha lixeiras com foto de Bolsonaro na orla de João Pessoa

Na lixeira estampada com uma foto de Bolsonaro, a boca aberta do parlamentar funciona como local para receber o lixo

O deputado estadual paraibano Anísio Maia (PT) espalhou pela orla de João Pessoa neste domingo (24) lixeiras com a foto estampada do deputado carioca Jair Bolsonaro (PSC). De acordo com o site Tambaú 247, a ação aconteceu na 16ª Parada pela Diversidade LGBT+.

Na lixeira estampada com uma foto de Bolsonaro, a boca aberta do parlamentar funciona como local para receber o lixo.

A ação acontece como uma forma de protesto aos posicionamentos adotados pelo parlamentar carioca, criticado pelos setores LGBT+.

Na parte de baixo da lixeira estão as hashtags #BOLSOLIXO e # FORATEMER. Também na parte de baixo está a logomarca referente ao mandato do deputado Anísio Maia.

Fonte: clickpb.
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Em uma semana, Pará registra 102 mortes violentas

Novo projeto do G1, em parceria com especialistas, monitora casos de violência. Levantamento registrou, no período de 21 a 27 de agosto, todos os homicídios, latrocínios e suicídios do país.

O Pará registrou 102 mortes violentas entre 21 e 27 de agosto. São 90 casos de homicídios, 3 casos de latrocínio e 2 casos de suicídio. Foi o mais violento resultado registrado na região norte do país e o terceiro do Brasil, ficando atrás apenas do Ceará, com 128 mortes, e do Pernambuco, com 106.

Os números integram um levantamento nacional feito pelo G1, que é o ponto de partida de uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O projeto tem um nome: Monitor da Violência. Com uma série de iniciativas que envolvem reportagem e análise de dados, o projeto vai fazer o acompanhamento desses e de outros casos de violência no país.

Perigo na rua

As vias públicas são arenas de violência no Pará. No total de 102 mortes registradas no estado, 82 foram homicídios ocorridos na rua, entre eles, o assassinato do advogado criminal Luís Augusto Pinheiro, de 63 anos.

Ele foi morto com nove tiros em uma emboscada no bairro do Jurunas, em Belém. A vítima, que era ex-procurador do Amapá, estava a caminho da casa do filho, para um jantar, quando teve o carro alvejado. O automóvel era blindado e Luís não foi atingido. Quando os tiros cessaram, ele desceu do carro e disparou contra o veículo que levava os atiradores. No entanto, ele foi surpreendido por um segundo veículo que trazia outros dois homens. Eles desceram do carro e atiraram contra o advogado, que morreu no local.

A maioria das mortes também ocorre com uso de arma de fogo, segundo o levantamento realizado pelo G1. Dentre os 27 casos que foram informados o tipo de arma usada no crime, em 23 mortes foram usadas arma de fogo.

Um desses casos foi de latrocínio registrado no bairro do Una, em Belém. Aurilene Valente Lemos foi assassinada na frente da filha. Um homem desceu de um carro preto, roubou a bolsa e o celular da vítima e efetuou um disparo que acertou a cabeça de Aurilene.

Em Icoaraci, distrito de Belém, um duplo homicídio chocou moradores. Um jovem de 16 anos, não identificado, e Cristian Bersa Soares, de 37, tiveram as faces desfiguradas por pedras. As duas vítimas conversavam em frente à casa do adolescente quando um grupo de pelo menos 10 pessoas atacaram com socos a vítimas, minutos depois moradores ouviram vários disparos.

Entre os homicídios registrados no estado, a morte de Paulo César da Costa Rodrigues chamou a atenção da polícia pela banalidade. O homem, de 48 anos, foi assassinado porque devia R$ 50. Paulo teve o corpo perfurado por facadas e foi encontrado em via pública. O caso ocorreu em Tucuruí, sudeste do Pará.

Fonte: G1 PA.
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Barco pesqueiro com sete pessoas naufraga no rio Iriri, no sudoeste do Pará

Imagem Ilustrativa

De acordo com o Corpo de Bombeiros,o naufrágio aconteceu na noite desta segunda-feira (25), próximo à Altamira. Todos que estava na embarcação foram resgatados com vida.

Um barco pesqueiro naufragou na noite desta segunda-feira (25) próximo ao município de Altamira, no sudoeste do Pará. Sete pessoas estavam na embarcação, e que foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo os Bombeiros, o barco afundou às 20h, aproximadamente, no rio Iriri, próximo a ilha do Araújo e do porto de Assurini, em Altamira. No momento do naufrágio chovia e ventava forte na região. Na embarcação estavam três homens, uma adolescente, duas crianças e uma idosa. Todos foram resgatados com vida.

Fonte: G1 PA.
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Governo vai revogar decreto que extinguia Renca; área voltará a ficar sob proteção

Anúncio deve ser feito ainda nesta segunda pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Decisão ocorre após repercussão negativa da extinção da reserva.

O governo federal deve anunciar ainda nesta segunda-feira (25) a revogação do decreto que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma área com mais de 4 milhões de hectares que fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará.

A informação foi confirmada à GloboNews por assessores do presidente Michel Temer e a revogação deve ser anunciada oficialmente pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, em uma entrevista coletiva.

Na prática, volta a vigorar o decreto baixado em 1984, durante a ditadura militar, e que criou a reserva. Do total de hectares, cerca de 2,3 milhões ficam em território amapaense, em áreas dos municípios de Laranjal do Jari, Pedra Branca, Mazagão e Porto Grande.

Apesar de desistir da extinção da reserva neste momento, o governo deve anunciar que serão feitos estudos e consultas públicas para avaliar se a área, no futuro, deve ou não ser aberta para pesquisa e exploração, como previa o decreto que será revogado.

No início da noite desta segunda, o presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse ter ficado “muito feliz” com a decisão do governo.

“O presidente mostrou sensibilidade política, administrativa, além de responsabilidade com o meio ambiente, ao ouvir os argumentos que levei a ele, juntamente com outros membros do Congresso Nacional, depois de me reunir com representantes de movimentos voltados à preservação de reservas ambientais e minerais em nosso país”, publicou o senador no Facebook.

Repercussão negativa

O governo Michel Temer foi alvo de críticas, inclusive internacionais, pela decisão de extinguir a Renca, oficializada no final de agosto.

Organizações não-governamentais e ambientalistas acusaram o governo de ceder a interesses comerciais em detrimento do meio ambiente com a publicação do decreto e liberação da exploração mineral em parte da área. A região tem potencial para exploração de ouro e outros minerais, entre os quais ferro, manganês e tântalo.

Após as críticas, o governo fez um novo decreto, com algumas mudanças práticas, embora tenha mantido a extinção da reserva e a liberação da exploração mineral em parte da área.

O Palácio do Planalto chegou a divulgar uma nota para afirmar que a reserva “não é um paraíso como querem fazer parecer”. Além disso, Fernando Coelho Filho convocou a imprensa para dizer que a extinção da Renca não torna “irrestrita” a atividade mineral na região.

As críticas continuaram e a mobilização contra o fim da Renca ganhou o apoio de famosos como a cantora Ivete Sangalo e a modelo Gisele Bündchen.

Em resposta, Temer afirmou, em discurso de abertura da 72ª assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na semana passada, em Nova York, que houve uma redução de mais de 20% no desmatamento da Amazônia no último ano.

Fonte: G1 PA.
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Polícia apreende 52 toras de madeira em fazenda no Acará, nordeste do Pará

De acordo com a Polícia, quatro homens foram autuados por crimes ambientais, além de terem sido apreendidas madeiras, tratores, caminhão e uma motosserra.

A Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (25) o resultado de uma operação de combate ao desmatamento no município de Acará, no nordeste do Pará. A operação apreendeu toras de madeira, estacas, tratores, caminhão e um motosserra, além de ter autuado quatro pessoas encontradas no local do desmatamento por crime ambiental.

A operação ocorreu na última sexta-feira (22), na área da Fazenda Sérgio Eikaua. Agentes da Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema) encontraram trilhas e significativa devastação na área. No local foram apreendidas 52 todas grandes de madeira de espécies diversas, 82 estacas de acapu, dois tratores, um caminhão e uma motosserra.

Segundo o delegado Luís Xavier, foram confeccionados três procedimentos policiais para apurar crimes ambientais contra quatro pessoas encontraras na área da apreensão policial.

Fonte: G1 PA.
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Pesquisa aponta saídas para combater desigualdade no Brasil

Seis maiores bilionários têm a mesma riqueza e patrimônio que os 100 milhões de brasileiros mais pobres do país

No Brasil, os seis maiores bilionários têm a mesma riqueza e patrimônio que os 100 milhões de brasileiros mais pobres. Caso o ritmo de inclusão no mercado de trabalho prossiga da forma como foi nos últimos 20 anos, as mulheres só terão os mesmos salários dos homens no ano de 2047, e apenas em 2086 haverá equiparação entre a renda média de negros e brancos. De acordo com projeções do Banco Mundial, o país terá, até o fim de 2017, 3,6 milhões a mais de pobres.

Essas são as constatações do relatório A Distância Que Nos Une, Um Retrato das Desigualdades Brasileiras, divulgado nesta segunda-feira (25) pela Oxfam Brasil. A organização, que trabalha no combate à pobreza e à desigualdade, resolveu publicar pela primeira vez um estudo em que investiga, com base em vários dados, as raízes e soluções para um país onde se distribui de forma desigual fatores como renda, riqueza e serviços essenciais.

De acordo com Katia Maia, diretora-executiva da entidade, o objetivo é divulgar um relatório anual sobre a desigualdade e mostrar os diferentes problemas do tema, como, por exemplo, o da tributação brasileira. “Nós pagamos muitos impostos. Mas não é que a nossa tributação é excessiva, na verdade ela é injusta. A gente está abaixo da média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) [em termos de carga tributária]. Mas é uma tributação onde quem paga o pato é a classe média e as pessoas mais pobres”, disse.

Tributação indireta

O documento identifica falhas na forma como o imposto é arrecadado no Brasil, em contraste com outros países. Além da alta tributação indireta, há questionamentos à isenção de impostos sobre lucros e dividendos de empresas e à baixa tributação de patrimônio, que, com isso, acabam contribuindo para aumentar a concentração de renda dos mais ricos.

A coordenadora do relatório defende que é possível que as autoridades brasileiras combatam fatores que impedem a tributação proporcionalmente igualitária, mesmo antes de uma necessária reforma tributária. Um deles é a evasão tributária, em que somente em 2016, segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda (Sinprofaz), deixaram de ser arrecadados R$ 275 bilhões.

Como pontos positivos dos últimos anos, A Distância Que Nos Une credita ao mercado de trabalho o “principal fator” da recente redução da desigualdade de renda no Brasil. Com a estabilização da economia e da inflação nos últimos 20 anos, foi possível ao país investir na queda do desemprego, na valorização real do salário mínimo e no aumento do mercado formal. Há diferenças, porém, que ainda precisam ser enfrentadas, de acordo com o relatório. Ele também enumera dados sobre as já recorrentes diferenciações salariais entre mulheres/homens e negros/brancos que possuem a mesma escolaridade.

“A média brasileira de anos de estudo é de 7,8 anos, abaixo das médias latino-americanas, como as do Chile e Argentina (9,9 anos), Costa Rica (8,7 anos) e México (8,6 anos). É ainda mais distante da média de países desenvolvidos”, indica o estudo, complementando que apenas 34,6% dos jovens de 18 a 24 anos estão matriculados em universidades, dos quais apenas 18% concluem o curso.

Juventude negra e pobre é a mais afetada por barreiras educacionais

“Em geral, a juventude negra e pobre é a mais afetada pelas barreiras educacionais. Baixo número de anos de estudo, evasão escolar e dificuldade de acesso à universidade são problemas maiores para esses grupos, que, não por acaso, estão na base da pirâmide de renda brasileira”, afirma.

Para Katia Maia, a construção da sociedade brasileira é baseada em uma divisão entre cidadãos de “primeira e de segunda categoria. “Os números são muito fortes: 80% das pessoas negras ganham até dois salários mínimos, e estamos falando de 50% da população brasileira. A gente olha no nosso entorno e vê as bolhas de pessoas brancas, enquanto as negras são colocadas na periferia da cidade. É importante a gente debater e conversar sobre o racismo, mostrando que somos iguais. Esse déficit a gente tem de assumir, que somos país racista e enfrentar, buscar solucionar isso. É grave porque do jeito que estão colocados, os números falam por si, a gente quase não resolve isso nesse século”, alerta.

Embora aponte uma “notável universalização do acesso à educação básica”, o relatório pede cuidados para lidar com a evasão escolar, especialmente em séries mais adiantadas. No que diz respeito a outros serviços essenciais, apesar de elogiar uma “importante expansão” nos últimos anos, o documento coloca como desafio a ampliação do acesso de mulheres e negros ao sistema público de saúde.

O documento lembra – como exemplos de desigualdade – a situação de dois dos 96 distritos de São Paulo, a maior cidade brasileira: “Dados mais recentes dão conta de que, em Cidade Tiradentes, bairro de periferia de São Paulo, a idade média ao morrer é de 54 anos, 25 a menos do que no distrito de Pinheiros, onde ela é de 79 anos. Trata-se de um dado que resume como as desigualdades se manifestam de diversas formas, sempre a um preço muito alto para a base da pirâmide social no Brasil”.

Com elogios à redução geral da desigualdade de renda e pobreza após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o relatório considera ainda a retirada, nos últimos 15 anos, de 28 milhões de pessoas da pobreza e a saída do Brasil do Mapa da Fome, em 2015. A parcela da população abaixo da linha da pobreza caiu, entre 1988 e 2015, de 37% para 10%, conforme o estudo. Devido à crise econômica dos últimos anos, porém, os governos têm feito “mudanças radicais” que, segundo o levantamento, evidenciam uma “acelerada redução do papel do Estado” que “aponta para um novo ciclo de aumento de desigualdades”, segundo a organização.

Garantia de Direitos

A Emenda do Teto dos Gastos, que limita os gastos públicos por 20 anos, é considerada no documento como um “largo passo atrás na garantia de direitos”. De acordo com as constatações da Oxfam Brasil, há a necessidade de se revisar a reforma trabalhista aprovada recentemente pelo Congresso Nacional, “onde ela significou a perda de direitos”. Outros entraves ao fim das “desigualdades extremas” do Brasil, segundo a pesquisa, são a melhoria dos mecanismos de prestação de contas, mais transparência, combate à corrupção e uma “efetiva regulação da atividade de lobby”.

De acordo com Katia, a meta do relatório não é defender que todas as pessoas tenham a mesma coisa e sim mostrar os extremos que não devem ser aceitos pela sociedade. No dia em que se completam dois anos da assinatura dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelos 193 Estados Membros da Organização das Nações Unidas (ONU), com metas para os países até 2030, a coordenadora do relatório acredita, corroborando o documento, que as desigualdades “não são inevitáveis”.
“Elas são fruto de decisões políticas, de interesses, e nos níveis que nós temos hoje no Brasil, são eticamente inaceitáveis. Estamos construindo uma sociedade onde uma parte da população vale mais que outra. Não pode ser assim, somos todos parte da mesma sociedade. Essa distância entre nós está tão grande que a única forma de reduzir é atuando juntos, nos unindo”, finaliza.

Fonte: ORMNews.
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Apesar da greve, Correios afirmam que envios continuam em dia

No Pará, 81,19% do efetivo está trabalhando, o que significa 1.856 funcionários, informou a agência.

Apesar da greve de servidores iniciada no última dia 20, os Correios afirmam manter o serviço em dia. Como resultado de um mutirão realizado em localidades com paralisação parcial, mais de 1,7 milhão de objetos postais, entre cartas e encomendas, foram entregues neste final de semana, como parte do Plano de Continuidade de Negócios. De acordo com a agência, ação contou com a participação de mais de 6,2 mil funcionários.

Nesta segunda-feira (25), 90,77% do efetivo total dos Correios no Brasil está presente e trabalhando, o que corresponde a 98.545 empregados, afirmou os Correios. No Pará, 81,19% do efetivo está ativo, um número que significa 1.856 funcionários trabalhando.

Em comunicado, a empresa destacou também que a rede de atendimento está aberta em todo o país. Com isso, todos os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios do Brasil, sem exceções. Os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão com postagens suspensas para o Pará, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Sul, além de algumas cidades do interior de São Paulo.

NEGOCIAÇÕES

Na tarde da última sexta-feira (22), os Correios e a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) chegaram a uma proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para o biênio 2017/2018, que contempla reajuste de 3% nos salários e benefícios a partir do mês de janeiro de 2018 e manutenção do ACT 2016/2017. Segundo os Correios, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), por sua vez, iniciou a paralisação nas bases de seus sindicatos filiados antes do fim das negociações.

Fonte: ORMNews.
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Cientistas explicam o perigo da ‘neve sangrenta’

Apesar desses nomes estranhos, a explicação do fenômeno é simples: a neve é “colorida” por pequenas algas vermelhas

Ultimamente, em várias regiões do mundo os cientistas têm registrado um fenômeno peculiar: o aparecimento de neve cor-de-rosa, quase vermelha, que também se chama de neve de melancia ou até neve sangrenta.

Apesar desses nomes estranhos, a explicação do fenômeno é bem simples: a neve é “colorida” por pequenas algas vermelhas. Elas contêm astaxantina, um carotenoide que é “primo molecular” da substância que dá a cor às cenouras, incida a edição The New Yorker.

Essas algas cor-de-rosa podem permanecer “dormindo” nas calotas polares e geleiras. Contudo, quando a temperatura aumenta, elas “acordam”, se proliferam, crescendo em enormes proporções.

As calotas polares, graças a sua brancura, refletem a luz do Sol e assim protegem o planeta do sobreaquecimento. No ano passado, um grupo de cientistas afirmou que as algas deste tipo obscurecem as superfícies glaciais, reduzindo a sua capacidade de refletir a luz solar e contribuindo para seu derretimento. No entanto, até há pouco não havia provas científicas dessa suposição.

Essa “lacuna” foi preenchida recentemente, quando um grupo de pesquisadores da Universidade do Alasca Pacífico (EUA) realizaram experimentos para estudar as propriedades dessa neve incomum. Seus resultados foram publicados na revista Nature Geoscience.

Para realizar o estudo, foram deixadas acumular grandes quantidades de neve cor-de-rosa (e até foi proporcionada nutrição adicional às algas). Depois, essas concentrações de neve foram derretidas, analisadas e comparadas com parcelas de neve que não possuíam algas.

As suspeitas se confirmaram: mais algas significa mais neve derretida. As parcelas de neve que não tinham algas cor-de-rosa derreteram três vezes menos do que as que possuíam este tipo de organismo vegetal.

Os pesquisadores advertem que, com o aumento da temperatura média no mundo, a quantidade destas algas vai crescendo devido ao aumento de água e minerais que estas precisam para sua proliferação.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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